Os malucões do Flaming Lips revelaram o vídeo oficial de sua versão de estúdio para o clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen. A música em si não ficou ruim. O que impressiona mesmo é a capacidade que Wayne Coyne e companhia possuem para criar clipes estranhos. Dêem o play e tirem suas próprias conclusões (atenção: a produção apresenta conteúdo NSFW).

A próxima viagem da banda é regravar a íntegra do álbum de estreia do Stone Roses. Ficamos no aguardo.

 

Fonte: www.collectorsroom.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Lady Gaga postou uma foto no Twitter onde aparece com cabelo curto, castanho e encaracolado e escreveu na legenda:

“Tudo o que eu preciso é fazer música e amar meus fãs.”

Nesta quarta-feira (6), foi revelada pelo jornal britânico The Mirror a bizarra lista de exigências para a turnê Monster Ball, ocorrida entre 2009 a 2011, que foi anexada ao processo que uma ex-funcionária move contra Gaga por falta de pagamento de horas extras.

Um dos pedidos é que um manequim com cabelo pink e volumoso fosse colocado no camarim.

São 14 páginas de exigências que incluem também uma boneca em tamanho real com pelos pubianos pink, pôsteres de David Bowie, Elton John e Queen, lençóis de cetim prateados, sofás de couro branco, rosas brancas ou amarelas.

Foi revelado também que a cantora se refere a si mesma como a Rainha do Universo.

Jennifer O’Neill diz ter trabalhado 7.168 horas extras e pede US$ 300 mil como pagamento, além de indenização.

 
Fonte: http://ofuxico.terra.com.br

Por Doctor Robert

1983 foi um ano em que o Queen resolveu tirar férias. Além do intervalo merecido na rotina de gravações em estúdio e turnês mundiais, o clima entre os membros do grupo não era exatamente o melhor naquele período: no ano anterior, após o fracasso comercial com o álbum “Hot Space”, onde basicamente o vocalista Freddie Mercury forçou a barra para que os demais aceitassem a orientação black/disco, a relação entre eles ficou estremecida, algo que só piorou quando o vocalista se mudou para Munique e passou a ter “companhias indesejadas” ao seu redor (basicamente pessoas interesseiras e viciadas em drogas), numa mudança de comportamento e atitude que desagradou aos demais.

Imagem

Durante este tempo combinado entre eles para esfriar a cabeça e o clima melhorar, Brian May se encontrava em Los Angeles e após algumas conversas informais com alguns músicos conhecidos que se encontravam na cidade, resolveu reservar dois dias (21 e 22 de abril) no estúdio Record Plant para tocar e gravar com estas pessoas, por puro entretenimento.Um dos convidados era ninguém menos que Eddie Van Halen, conhecido de Brian desde o final da década de 1970, quando o Van Halen era a banda de abertura do Black Sabbath (cujo guitarrista Tony Iommi é amigo de longa data de Brian). Além de Eddie, reuniram-se naquele estúdio o baterista do REO Speedwagon, Alan Gratzer, o baixista Phil Chen e o tecladista Fred Mandel (ambos músicos de estúdio, bastante requisitados).

A primeira ideia de Brian May era a de recriar o tema de um seriado de TV inglês (bastante parecido com aqueles japoneses no estilo “Ultraman”, “Jaspion” e etc.) chamado “Star Fleet”, por sugestão de seu filho Jimmy, que era apaixonado pelo programa. O guitarrista achou interessante transformar o tema, de autoria de Paul Bliss, em um hard rock.

Segue depoimento de Brian, constante na contracapa do trabalho: “Tendo sido introduzido nesta realidade pelo meu filho, fiquei igualmente obcecado com tudo e tive a ideia de fazer uma versão hard rock do tema principal da série. Alguns meses depois, estava em Los Angeles com tempo livre. E descobri que quatro músicos, com quem há muito pretendia tocar, estavam na mesma cidade, à distância de um telefonema. Para minha surpresa, eles adoraram as ideias que eu tinha. Assim, enchi-me de coragem, aluguei um estúdio, e lá fomos nós”.

“Nenhum de nós tinha feito algo do tipo antes – não havia nenhuma companhia por detrás, não haviam planos para lançamento do álbum, não havia nenhuma organização de base a apoiar-nos, só havíamos nós. Tudo por diversão”.

Diversão era a palavra-chave, porém ela parece não transparecer tanto na faixa-título, a primeira a ser gravada. “Em STAR FLEET, gravada no primeiro dia, pode pressentir uma espécie de sensação de alegria nervosa: a nova situação em que nos encontrávamos produziu um estranho e diferente tipo de energia entre nós”, relata Brian. Não exatamente engessados, mas os músicos aqui seguiam alguns arranjos pré-determinados, e iam se soltando aos poucos (a introdução, por exemplo, com os harmônicos característicos de Eddie Van Halen, surgiu no decorrer das gravações).

Mas foram nos outros dois temas, gravados no dia seguinte, é que os músicos começaram a se soltar e a se divertir, em especial os dois gênios das 6 cordas. Sobre elas, Brian diz: “Em LET ME OUT (uma antiga canção da minha autoria que encontrou uma nova vida) e em BLUES BREAKER, que foi puramente espontânea, podemos ouvir um grupo de pessoas muito mais relaxadas, desfrutando a inspiração provocada pelo estilo e técnica de cada um”.

Ainda sobre a faixa “Let Me Out”: “No último solo de LET ME OUT, Edward tortura a corda mais aguda da guitarra até a sua morte audível, e depois percorre as outras cinco cordas com naturalidade. Os outros pormenores eu deixarei para a sua imaginação. Não é difícil perceber quem tocou o quê!”.

Para os fãs dos dois guitarristas, estes se soltam realmente é na longa jam-session chamada de “Blues Breaker”. No mais tradicional estilo de “duelo”, Brian e Eddie desfilam solos e mais solos, e inclusive algumas risadas são ouvidas ao final da gravação – demonstrando o quanto os músicos estavam se divertindo. A curiosidade fica por conta da dedicatória ao ídolo Eric Clapton, que algum tempo depois iria criticar a homenagem, dizendo-se envergonhado com ela: “Aquilo não é blues”.

À época, Brian May não tinha o menor propósito em lançar comercialmente as gravações: “Eu poderia ter mantido as fitas guardadas numa gaveta, como uma gravação privada de uma das melhores experiências da minha vida. Mas as poucas pessoas a quem eu fiz ouvir as fitas imploraram para que fossem lançadas e, na verdade, ficarei muito feliz se outras pessoas conseguirem desfrutar disto da mesma maneira que eu o fiz”.

O guitarrista então se viu convencido pelos pedidos e resolve reunir as canções no formato de um mini-LP, sob o nome de “Star Fleet Project”, com a faixa título e “Let Me Out” formando o Lado A, e “Blues Breaker” ocupando o Lado B, como uma maneira de Brian desafiar o velho padrão das gravadoras de lançar apenas compactos e LPs. Convidou o alemão Reinhold Mack (então produtor do Queen) para mixar as gravações, e o velho amigo e parceiro de banda Roger Taylor para incluir alguns backing vocals em “Star Fleet”, com os devidos créditos: “Tentei moldar STAR FLEET em algo semelhante a um “álbum convencional”. Agradeço ao Roger pela ajuda que me deu nos vocais dos coros. Mas acabei por não mexer em nada mais da gravação original. O resto é apenas uma mixagem nua e crua”. E no final, Brian agradecia e recomendava: “Obrigado! Desfrutem disto!”.

“Star Fleet Project” permanece até hoje como um artigo raro, de colecionador. Foi lançado oficialmente apenas na época, em vinil, tendo suas músicas relançadas como faixa-bônus em duas ocasiões, cerca de uma década depois: primeiramente junto ao single de “Back To The Light”, faixa título do álbum solo que Brian May lançaria em 1992, e depois como partes integrantes do mini-álbum japonês “Ressurection”, lançado no ano seguinte.

Se não há nada de grandioso, vale pela curiosidade e pela raridade de ver Brian May e Eddie Van Halen, dois dos maiores guitarristas da história do rock, reunidos e se divertindo.

Faixas:
1. “Star Fleet” (Bliss/arr. May) 8:04
2. “Let Me Out” (May) 7:13
3. “Blues Breaker” (May/Van Halen/Gratzer/Chen/Mandel) 12:41

Produzido por Brian May – Mixado por Mack

Músicos:
• Brian May – guitarra, vocal
• Eddie Van Halen – guitarra, backing vocals
• Alan Gratzer – bateria
• Phil Chen – baixo
• Fred Mandel – teclados
• Roger Taylor – backing vocals em “Star Fleet”

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

O episódio da série “Glee” que irá ao ar na próxima quinta-feira (07/02/2013), intitulado de “Diva”, fará uma homenagem a um dos maiores “divas” do sexo masculino de todos os tempos: Freddie Mercury.

A música será o clássico “Don’t Stop Me Now”!! Não é surpresa que a música tem uma grande dose de divertimento. Musicalmente falando a música é bem simples comparando com o que a lendária banda fez.

Fonte: www.cartermatt.com

Escrito em 1997, o livro de Lesley-Ann Jones ganhou uma nova versão em 2011, com 102 entrevistas extras

O lugar era privilegiado. Do palco do Estádio de Wembley, durante o Live Aid, em 1985, a jornalista Lesley-Ann Jones podia ver, a olho nu, a maior concentração de estrelas da música daquela época. Lá estavam Elvis Costello, Sting, Sade, Phil Collins, o Dire Straits de Mark Knopfler, o Style Council de Paul Weller, David Bowie, The Who e Paul McCartney, em seu primeiro show depois da morte de John Lennon, em 1980. Mas ela não conseguia tirar os olhos de uma pessoa: Freddie Mercury, o extraordinário vocalista do Queen, que faria, para muitos, a mais arrepiante apresentação da noite, misturando, em apenas 18 frenéticos minutos, hits como “Radio ga ga”, “Bohemian rapsody”, “Crazy little thing called love”, “We will rock you” e “We are the champions”, emocionando as 72 mil pessoas ali presentes e as quase 2 milhões que assistiram ao evento pela TV em todo o mundo.

“Foi a mais incrível experiência da minha vida. Nunca vi nada igual”, afirma ela, por telefone. “Parecia uma cena de ´Quase famosos´, já que hoje essa proximidade dos astros seria impossível de acontecer, em meio a tantos assessores de imprensa e relações públicas. Lembro de Bowie, incomodado com o calor daquele dia, conversando com Freddie, tranquilo, de camiseta. E, quando ele subiu ao palco com o Queen, parecia que tinha dobrado de tamanho. Foi incrível o que ele fez naquela noite. Ele se agigantou”.

Autora de “Freddie Mercury – A biografia definitiva” (Record), Lesley-Ann esteve perto do cantor do Queen, morto em 1991, inúmeras outras vezes e relata essa e outras histórias – a amizade com Elton John, a frustrada parceria com Michael Jackson, o conturbado lado emocional, a infância em Zanzibar etc. – no livro de 490 páginas. Escrito originalmente em 1997, o trabalho foi quase todo refeito em 2011, ganhando uma nova edição – a mesma que chega agora ao Brasil – com o acréscimo de 102 entrevistas, a maioria com pessoas que inicialmente não quiseram falar sobre o músico, que morreu por complicações decorrentes da Aids sem jamais ter assumido a doença e sua própria homossexualidade.

“Muita gente tinha receio de falar sobre Freddie, por respeito a ele e pelas circunstâncias de sua morte. Havia também muito medo de más interpretações”, explica ela. “Por isso, muitos se esconderam”.

Gigantismo

A saída das pessoas do armário e a própria revisão do livro aconteceram por uma série de motivos, que tornaram Freddie e o Queen estrelas maiores do que eram durante os seus anos em atividade.

“O Queen era um fenômeno pop em todo o mundo, sem dúvida, mas o grupo ganhou um novos status com o sucesso do musical ´We will rock you´, que estreou em 2002 em Londres, e também com o fato de músicas como ´We will rock you´ e ´We are the champions´ terem se tornado hinos em jogos de futebol e do basquete americano. Desde então, a voz de Freddie se tornou um marco, inclusive para novas gerações e para pessoas que antes o rejeitavam. Hoje todos querem falar sobre ele e saber quem ele era”.

No livro “Freddie Mercury – A biografia definitiva”, Lesley Ann Jones liga a conturbada vida emocional do cantor do Queen – cujo nome verdadeiro era Farrokh Bulsara -, as repressões que sofreu durante a infância e adolescência, passadas entre Zanzibar, a Índia e depois a Inglaterra, para onde se mudou com os pais, em 1964.

“Ele foi forçado a esconder a sua sexualidade desde cedo, com medo da reação dos pais. E mesmo quando ela aflorou, quando estava na Inglaterra, havia muito moralismo em torno do assunto”, conta a jornalista, que descreve o músico como “uma pequena figura, com um jeito encantador de menino”. “Talvez por isso ele tenha se entregado a uma vida com poucas regras, em busca do afeto que nunca teve”.

Durante um encontro com a autora, num bar em Montreux, na Suíça, onde a banda tinha um estúdio, Mercury confessa ter criado um monstro para si mesmo – embalado por fama e dinheiro, e movido por sexo e drogas – e que desejava “fugir dela”. Foi essa personalidade que teria feito desandar a parceria que o cantor tinha com Michael Jackson.

“Eles chegaram a ser bons amigos e tinham planos de fazer músicas juntos, mas Jackson se horrorizou com os vícios de Freddie e se afastou. É irresistível imaginar o que essa parceria teria rendido”.

Curiosamente, esses mesmos maus hábitos fizeram com que Mercury se aproximasse de outro amigo, Elton John, com o qual travava um perigoso duelo para ver quem ia mais longe na vida louca.

“Eles tinham o mesmo empresário, e isso os aproximou mais ainda. Era uma relação de carinho, respeito e admiração, mas que, sem dúvida, tinha também um componente de extravagâncias e loucuras”.

Com a experiência de quem acompanhou o meio musical por quase três décadas, Lesley-Ann acredita que Freddie Mercury – cuja vida, dizem os boatos, deve se transformar em filme brevemente – foi uma das últimas estrelas do rock.

“Pelo próprio estado do mercado fonográfico, não há mais condições de produzirmos estrelas assim. Talvez por isso, ele ainda seja tão cultuado e amado”.

LIVRO
Freddie Mercury – A Biografia Definitiva
Lesley-Ann Jones
Best Seller
2013, 490 páginas
R$ 59,90

CARLOS ALBUQUERQUE
AGÊNCIA ESTADO


 

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com

THALES DE MENEZES
EDITOR-ASSISTENTE DA “ILUSTRADA”
www.boainformacao.com.br


“Freddie Mercury – A Biografia Definitiva”, da inglesa Leslie Ann Jones, não consegue justificar o pretensioso título, mas tem atrativos.

Famoso mundialmente como cantor da banda de rock Queen, Freddie Mercury (1946-1991) já foi muitas vezes biografado. Em língua inglesa, possível listar pelo menos 20 livros sobre ele que tem algumas relevância.

Uma questão sempre colocada ao relatar a vida do artista é contemplar dois lados distintos e atraentes de sua história: o sucesso com o Queen e a vida sexual sem freio, culminando na morte em decorrência da Aids.

A autora alcança um bom equilíbrio, o que deixa a narrativa fluir entre estúdios, shows e festas da pesada, mantendo o interesse pelas quase 500 páginas.

O que compromete um pouco a obra é uma preocupação excessiva em justificar o comportamento de Mercury fazendo relações com passagens de infância e juventude, num exercício desinteressante e rasteiro de psicanalise.

FIGURA MATERNA

Ela insiste em associar a mãe do cantor as figuras de Mary Austin e Barbara Valentin, duas mulheres que foram “casadas” com o cantor. Em fases distintas, elas moraram anos com ele compartilhando sua rotina de incessantes relações casuais com outros homens.

Mercury chega a ser retratado como uma pessoa patologicamente insegura. Para a autora, ele não superou certo complexo de inferioridade por ter nascido em Zanzibar, que hoje pertence Tanzania.

compreensível que ele, jovem imigrante em Londres com alguma intensão de fazer carreira no meio da música, escondesse sua origem. Afinal, o mundo pop do final dos anos 1960 estaria preparando para uma estrela nascida em solo africano e com ascendência indiana?

Mas o livro tem qualidades, que passam por uma edio de captulos que as vezes quebra a linearidade do relato, com bons resultados.

Como o captulo inicial, que traz uma detalhada descrição da organização do Live Aid, o gigantesco concerto de 1985 para arrecadar ajuda a famintos da Etiópia.

As informações vão além da participação destacada do Queen no evento, fazendo do capítulo uma atração para qualquer fã de rock.

Depois a autora vai a Zanzibar para mostrar a boa condição da famlia do garoto Farrokh Bulsara, sua relação com os pais, a inicição sexual com meninos da escola e a não muito satisfatória mudança para a Inglaterra.

SURGE O QUEEN

Os anos que se passam antes da formação do Queen, quando Mercury já conhecia Brian May e Roger Taylor (futuros parceiros na banda), mostram um Freddie Mercury zanzando no underground, mas relutando em ser cantor. Gostava mais de dar palpites no visual dos músicos e de conviver com eles na noite.

O processo de entrada na banda que se tornaria o Queen longo e confuso, como também era a vida sexual de Mercury e sua atração por meninos e meninas.

Quando a carreira do grupo deslancha e ele se torna um ídolo de rock, o sexo casual vira obsessão.

Mercury tem um cotidiano dividido entre o Queen e as noites selvagens, relatadas no livro com detalhes, mas sem sensacionalismo – incluindo as vindas da banda ao Brasil, em 1981 e 1985.

Jones vai aos poucos introduzindo informações sobre o surgimento da Aids, querendo preparar o leitor para o final. Embora a autora demonstre muita afeio pelo biografado, sua morte mostrada em tom mais frio, distanciado, talvez respeitoso.

Roqueiros devem ler a obra com prazer. Além do Queen, há narrativas interessantes sobre amigos de Mercury, como Elton John, Rick Wakeman e David Bowie.

Definitiva? Não, mas uma leitura bem agradável.

FREDDIE MERCURY – A BIOGRAFIA DEFINITIVA
AUTOR Leslie Ann Jones
TRADUTOR Fabiana Barqui
EDITORA Best-Seller
QUANTO R$ 59,90 (492 pgs.)
AVALIAÇÃO bom

A extravagante e dramática trajetória do cantor do Queen é recontada em biografia que chega ao Brasil

Freddie Mercury: o astro, morto em 1991, durante as gravações do clipe de 'It´s a hard life', em 1984 Terceiro / Mark Mawson/Rex Features
Freddie Mercury: o astro, morto em 1991, durante as gravações do clipe de 'It´s a hard life', em 1984 Terceiro / Mark Mawson/Rex Features

O lugar era privilegiado. Do palco do Estádio de Wembley, durante o Live Aid, em 1985, a jornalista Lesley-Ann Jones podia ver, a olho nu, a maior concentração de estrelas da música daquela época. Lá estavam Elvis Costello, Sting, Sade, Phil Collins, o Dire Straits de Mark Knopfler, o Style Council de Paul Weller, David Bowie, The Who e Paul McCartney, em seu primeiro show depois da morte de John Lennon, em 1980. Mas ela não conseguia tirar os olhos de uma pessoa: Freddie Mercury, o extraordinário vocalista do Queen, que faria, para muitos, a mais arrepiante apresentação da noite, misturando, em apenas 18 frenéticos minutos, hits como “Radio ga ga”, “Bohemian rapsody”, “Crazy little thing called love”, “We will rock you” e “We are the champions”, emocionando as 72 mil pessoas ali presentes e as quase dois milhões que assistiram ao evento pela televisão em todo o mundo.

— Foi a mais incrível experiência da minha vida. Nunca vi nada igual — afirma ela, por telefone. — Parecia uma cena de “Quase famosos”, já que hoje essa proximidade dos astros seria impossível de acontecer, em meio a tantos assessores de imprensa e relações públicas. Lembro de Bowie, incomodado com o calor daquele dia, conversando com Freddie, tranquilo, de camiseta. E, quando ele subiu ao palco com o Queen, parecia que tinha dobrado de tamanho. Foi incrível o que ele fez naquela noite. Ele se agigantou.

Autora de “Freddie Mercury — A biografia definitiva” (Record), Lesley-Ann esteve perto do cantor do Queen, morto em 1991, inúmeras outras vezes e relata essa e outras histórias — a amizade com Elton John, a frustrada parceria com Michael Jackson, o conturbado lado emocional, a infância em Zanzibar etc. — no livro de 490 páginas. Escrito originalmente em 1997, o trabalho foi quase todo refeito em 2011, ganhando uma nova edição — a mesma que chega agora ao Brasil — com o acréscimo de 102 entrevistas, a maioria com pessoas que inicialmente não quiseram falar sobre o músico, que morreu por complicações decorrentes da AIDS sem jamais ter assumido a doença e sua própria homossexualidade.

— Muita gente tinha receio de falar sobre Freddie, por respeito a ele e pelas circunstâncias de sua morte. Havia também muito medo de más interpretações — explica ela. — Por isso, muitos se esconderam.

A saída das pessoas do armário e a própria revisão do livro aconteceram por uma série de motivos, que tornaram Freddie e o Queen estrelas maiores do que eram durante os seus anos em atividade.

— O Queen era um fenômeno pop em todo o mundo, sem dúvida, mas o grupo ganhou um novos status com o sucesso do musical “We will rock you”, que estreou em 2002 em Londres, e também com o fato de músicas como “We will rock you” e “We are the champions” terem se tornado hinos em jogos de futebol e do basquete americano. Desde então, a voz de Freddie se tornou um marco, inclusive para novas gerações e para pessoas que antes o rejeitavam. Hoje todos querem falar sobre ele e saber quem ele era.

No livro, Lesley Ann Jones liga a conturbada vida emocional do cantor do Queen — cujo nome verdadeiro era Farrokh Bulsara —, às repressões que sofreu durante a infância e adolescência, passadas entre Zanzibar, a Índia e depois a Inglaterra, para onde se mudou com os pais, em 1964.

— Ele foi forçado a esconder a sua sexualidade desde cedo, com medo da reação dos pais. E mesmo quando ela aflorou, quando estava na Inglaterra, havia muito moralismo em torno do assunto — conta a jornalista, que descreve o músico como “uma pequena figura, com um jeito encantador de menino”. — Talvez por isso ele tenha se entregado a uma vida com poucas regras, em busca do afeto que nunca teve.

Durante um encontro com a autora, num bar em Montreux, na Suíça, onde a banda tinha um estúdio, Mercury confessa ter criado um monstro para si mesmo — embalado por fama e dinheiro, e movido por sexo e drogas — e que desejava “fugir dela”. Foi essa personalidade que teria feito desandar a parceria que o cantor tinha com Michael Jackson.

— Eles chegaram a ser bons amigos e tinham planos de fazer músicas juntos, mas Jackson se horrorizou com os vícios de Freddie e se afastou. É irresistível imaginar o que essa parceria teria rendido.

Curiosamente, esses mesmos maus hábitos fizeram com que Mercury se aproximasse de outro amigo, Elton John, com o qual travava um perigoso duelo para ver quem ia mais longe na vida loca.

— Eles tinham o mesmo empresário, e isso os aproximou mais ainda. Era uma relação de carinho, respeito e admiração, mas que, sem dúvida, tinha também um componente de extravagâncias e loucuras.

Com a experiência de quem acompanhou o meio musical por quase três décadas, Lesley-Ann acredita que Freddie Mercury — cuja vida, dizem os boatos, deve se transformar em filme brevemente —foi uma das últimas estrelas do rock.

— Pelo próprio estado do mercado fonográfico, não há mais condições de produzirmos estrelas assim. Talvez por isso, ele ainda seja tão cultuado e amado.

Fonte: http://oglobo.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

O site Complex Style elaborou uma lista com os 50 rockstars mais estilosos do mundo. São eles:

1. Mick Jagger
2. Prince
3. David Bowie
4. Kurt Cobain
5. Sid Vicious
6. Keith Richards
7. H.R.
8. Ray Davies
9. Jarvis Cocker
10. Dave Macklovitch
11. John Lennon
12. Jimi Hendrix
13. Elvis Presley
14. David Byrne
15. Alice Cooper
16. Joey Ramone
17. Eric Clapton
18. Bob Dylan
19. Chuck Berry
20. Buddy Holly
21. Dennis Wilson
22. Slash
23. Bruce Springsteen
24. Elvis Costello
25. Jack White
26. Keith Moon
27. Tom Waits
28. George Lewis Jr.
29. Joe Strummer
30. Ian Svenonius
31. Morrissey
32. Lemmy Kilmister
33. Rivers Cuomo
34. Johnny Rotten
35. Freddie Mercury
36. Billy Gibbons
37. Elton John
38. Liam Gallagher
39. Paul Weller
40. Ezra Koenig
41. John Mayer
42. Carlos Santana
43. Pete Doherty
44. Lou Reed
45. Nick Cave
46. Zakk Wylde
47. Billy Idol
48. Julian Casablancas
49. Axl Rose
50. Lenny Kravitz

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Musical do Queen “We Will Rock You” está concorrendo, na categoria Audience, ao prêmio Oliver Awards 2013, da Rádio BBC2.

Abaixo vídeo de Under pressure com Shannon Carter e Rebecca Hunt.

 

Para votar: www.olivierawards.com/vote

Fonte: www.brianmay.com

O site espanhol www.elnuevodia.com listou “Os piores duetos da história do Rock and Roll”. Na lista está a parceria Queen + Five com a música “We Will Rock You”.

O site fala especificamente do Brian:

O site fala que: “Brian May teve participações memoráveis como ter tocado com o Motorheaden no 25º aniversário da banda e mais  recentemente se juntou a aIan Paice, John Paul Jones, Paul Wix Wickens e Bruce Dickinson em um concerto de caridade no Royal Albert Hall.

Mas assim como teve boas parcerias, ele teve também algumas ruins … muito ruins. Uma das piores foi sua colaboração com a ‘boy band’ Five, em que fizeram um cover de We Will Rock You.”

Para ver a lista completa das piores parcerias Clique Aqui

 

Fonte: www.elnuevodia.com

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Verka Serducha, também conhecido por Andrey Danilko, o ídolo Pop Ucraniano, e vencedor da prata no Eurovision 2007, tornou-se o dono do Rolls-Royce Silver Shadow 1974, carro este que pertenceu a Freddie Mercury até sua morte, em novembro de 1991.

Durante uma recente coletiva de imprensa, Serducha revelou seus planos em relação a esta lendária posse: “Eu não comprei o carro para dirigi-lo. Comprei para preservá-los para os fãs do QUEEN!”

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O carro será doado a um museu do QUEEN, que será aberto este ano. Antes disto, o Rolls-Royce será exibido durante os shows de Verka Serducha & Band em Moscou, na Rússia.

Como grande fã de Freddie, Serduchka disse que as únicas coisas que ficará do carro serão uma caixa de lenços e um perfume, que já estavam lá quando o carro ainda pertencia a Mercury.

Verka Serduchka comprou o carro em um leilão em janeiro, por £74,000. O negócio foi fechado por telefone.

 

Fonte: http://whiplash.net/

Como seria a vida de ícones do rock já mortos se eles usassem a hiperconectividade de tablets e smartphones? Esse é a proposta do artista gráfico Billy Butcher, que fez montagens de estrelas da música usando iPads, iPhones e até jogando Guitar Hero.

Usando filtros do Instagram, o artista pegou imagens clássicas de Kurt Cobain, Johnny Cash, Elvis Presley, Ramones, Sid Vicious, Freddie Mercury e integrou elementos da tecnologia e cultura do século XXI, como camisetas de redes sociais e até o coraçãozinho com a mão.

Freddie Mercury joga 'Guitar Hero' na sala de casa
Freddie Mercury joga 'Guitar Hero' na sala de casa
Kurt Cobain joga 'Song Pop' no iPad, em trabalho de Billy Butcher
Kurt Cobain joga 'Song Pop' no iPad, em trabalho de Billy Butcher
A clássica foto de Johnny Cash mostrando o dedo do meio ganhou um iPhone no lugar
A clássica foto de Johnny Cash mostrando o dedo do meio ganhou um iPhone no lugar
Elvis Presley aparece ouvindo música em seu iPhone 4
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Os Ramones aparecem vestindo camisetas com logos das mais famosas redes sociais
Os Ramones aparecem vestindo camisetas com logos das mais famosas redes sociais

 

Sid Vicious, ex-baixista do Sex Pistols, aparece fazendo "coraçãozinho" com a mão
Sid Vicious, ex-baixista do Sex Pistols, aparece fazendo "coraçãozinho" com a mão

 

Fonte: www.terra.com.br