Imagine misturar o timbre de voz, as roupas apertadas e extravagantes de Freddie Mercury, a ironia do The Darkness e a veia teatral de Meat Loaf, assim é a Foxy Shazam – uma piada muito séria de rock and roll.

O que Freddie acharia deles?


A declaração: “Me comparam a Freddie Mercury pelo meu bigode e porque minha voz soa gay.” Eric Sean Nally. (vocalista)

Sobre o som: Inspirados principalmente pelo The Darkness, além de Queen e Meat loaf.

Os vídeos: Analisando seus vídeos mais recentes nota-se uma mistura teatral, cinema e principalmente muito senso de humor.

Abaixo dois vídeos de músicas do último álbum (The church of rock and roll), Holy Touch e I like it.

Holy Touch

I like it

Fonte: www.rollingstone.es

Após beber uma lata de cerveja gigante o rapaz passou a cantar Bohemian Rhapsody, no metrô em NY.

 

Fonte: http://whiplash.net

As guitarras e baixos do Block ´n´Roll tocavam clássicos dos Beatles, Queen e Rolling Stones, com o público cantando em inglês, ou pelo menos tentando. Tudo sem muitas regras, sem violência, só com alegria e animação. Tudo bem no clima do Carnaval carioca.

 

Fonte: www.jb.com.br   |   www.blocknroll.com.br

Queen Extravaganza ao vivo em Huntington, New York, Another one bites the dust.

Este deve ser o show que será lançado em DVD.

 

Fonte: www.queenonline.com

Freddie está em destaque na capa da nova edição da revista espanhola “This is Rock” (edição 103 – janeiro/2013). São 14 páginas dedicadas a Freddie e ao Queen.

“MERCURY O MENSAGEIRO DOS DEUSES” traz uma crônica de sua vida e obra até o ano de 1988. Ignacio Rey leva os leitores a uma viagem que começa na África, com uma passagem breve pela Índia, e por lugares fixos; Nova York, Munique, Montreux, terminando em Barcelona e Londres. Mostrando a jornada de um homem que escolheu ser um mensageiro dos deuses.

A revista está disponível a venda para o Brasil, caso tenham interesse: Clique Aqui

 

 

Fonte: www.brianmay.com

A banda Classical Queen se apresenta em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, recriando com detalhes um show do Queen num espetáculo simplesmente imperdível!!

Ribeirão Preto – 18/01/2013

vila Dionisio

Endereço:
Rua Eliseu Guilherme, 567
CEP: 14025-020
Telefone: (16) 3610-7416
Site: http://viladionisio.com.br/index.php/ribeirao-preto

Serviço:
Mulher R$20,00
Homem R$30,00


 

São José do Rio Preto – 19 e 20 de 01/2013

vila Dionisio

Um espetáculo simplesmente imperdível!  Serão duas apresentações com repertórios diferentes!!

Endereço:
Avenida Bady Bassitt, 3961

Telefone: 3235-4482
E-mail: riopreto@viladionisio.com.br
Site: http://viladionisio.com.br/index.php/sao-jose-do-rio-preto

Serviço:
19/01/2013

Mulher R$20,00
Homem R$30,00

20/01/2013
Mulher R$7,00
Homem R$12,00

 

Fonte: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“One Vision” em comercial de cerveja Croata “Ozujsko”.

 

Fonte: www.brianmay.com

LONDRES, 14 Jan 2013 (AFP) – Um automóvel Rolls-Royce que pertenceu ao finado cantor Freddy Mercury foi arrematado nesta segunda-feira por 74.600 libras (89.700 euros) por um empresário russo durante um leilão da Casa Coys.

O valor obtido pelo veículo foi seis vezes superior à estimativa da Coys, que avaliou o carro em entre 9 mil e 11 mil libras (11 mil e 13 mil euros).

O Rolls-Royce Silver Shadow cinza modelo 1974 foi comprado em 1979 pela empresa de Mercury, a Goose Productions.

Como Freddy Mercury jamais tirou carteira de motorista, o veículo foi dirigido apenas por motoristas particulares até a morte do vocalista do Queen, em novembro de 1991.

O Rolls-Royce foi usado pela última vez em 2002, na estreia do musical ‘We will rock you’, inspirado na trajetória do Queen.

 

Fonte: www.g1.com
Dica de: Roberto Mercury

Durante quatro anos, um lageano se dedicou a um projeto: fazer uma guitarra igual a de Brian May, do grupo Queen

Coisas de fã. Em 1997, Maironi Souza começava a tocar guitarra e se apaixonou por uma banda: Queen. Mais especificamente, por um timbre. Era o da Red Special, instrumento construído por Brian May (guitarrista do Queen), entre 1966 e 1967.

Maironi queria uma Red Special. Há modelos disponíveis no mercado por mais de R$ 5 mil, e ainda sim não são cópias idênticas àquela guitarra feita a mão pelo guitarrista inglês.

A Red Special é lendária dentro do rock. Sem dinheiro para comprar as boas guitarras da época, Brian e seu pai resolveram que iriam construir uma. Ganharam uma peça de madeira de uma lareira e o então jovem instrumentista começou a pensar em tudo. O corpo deveria se pensado para ter uma acústica perfeita. O braço, onde o instrumentista toca as nota, deveria ser grosso, facilitando a pegada. Foi inovador ao ponto que criou a escala de 24 trastes, que possibilita notas mais agudas.

Para fazer a parte de ferragens, Brian usou peças de uma moto e até uma agulha de crochê. Deu certo. Maironi queria fazer a mesma coisa. Construir uma Red Special “na unha”, ajuda de equipamentos modernos ou experiência como luthier (construtor de instrumentos).

Primeiro, juntou peças de guitarras, construiu um corpo igual a da Red Special e se decepcionou. Não era uma guitarra boa. Ali começou um trabalho que se estenderia por um bom período na vida de Maironi. Durante um ano e meio, ele queimou neurônios para fazer o projeto. Depois, mais dois anos e meio construindo, o mesmo tempo que Brian.

Assim como o guitarrista inglês, Maironi ganhou um pedaço de madeira e iniciou os trabalhos. Possuia apenas uma peça de cada parte do instrumento, o que não o permitia errar. Tudo o que iria fazer na guitarra principal, testava antes em pequenos pedaços de madeira.

 Até rebites

 Ele usou rebites de telhado para fazer os botões que Brian fez no torno de sua escola, pegou um pedaço de tanquinho de lavar roupa, cortou e pintou de preto para fazer o escudo. Moldou na morsa a ponte da guitarra. De fato, quase tudo foi no improviso.

Comprados apenas os captadores (iguais aos usados na Red Special original) e umas tarraxas baratas. “Se o instrumento afinasse, eu já estava no lucro”.

De início, parecia um instrumento tosco, que serviria mais para enfeite do que para tocar. Engano, ela afinou. Mais que isso, ficou bom, muito bom. Uma guitarra estável, com um som primoroso, semelhante ao da Red Special original. “Depois que o Queen ficou famoso, o Brian May poderia ter comprado uma guitarra de marca, mas ele continuava usando a Red Special. Não era só para promover o instrumento que ele fez, mas tinha que ser uma guitarra muito boa para ele continuar usando”. Bastou seguir o projeto original de Brian e a guitarra ficou excelente.

O último capítulo da história aconteceu no dia 4 de janeiro: Maironi agora é pai. O nome do filho, é claro, Brian.

Uma moedinha por um timbre melhor

Mesmo Brian, quando criou sua Red Special, não ficou totalmente satisfeito com o timbre que ela dava. Até que um dia, em uma apresentação, esqueceu sua palheta. Teve que usar uma moeda inglesa de seis pences e ali achou a perfeição.

Maironi, por sua vez, achava que essa história da moeda era mais mito que verdade. Comprou um pedal de efeitos que simula os timbres de Brian May e junto veio a mesma moeda usada pelo britânico. Usou, apenas por curiosidade e viu que a lenda era real.

Aquele pedaço de metal fazia a diferença. Pena que a moeda era grande demais.

O que se seguiu foi uma busca incessante pela moeda ideal. As brasileiras, feitas de aço, grudam nos captadores, que possuem um imã na parte interna. A única coisa que Maironi sabia é que seria estrangeira.

Recebeu moedas árabes, chinesas, uma com um furo no meio e várias que nem sabia de onde surgiam. A ideal apareceu da vizinha Argentina. A moeda de dez pesos era perfeita. Um amigo, que viajava constantemente para lá, trouxe um pote enorme com as tais moedas.

Um dia perdeu uma, foi pegar outra e Maironi percebeu que esta grudava no captador. Foi descobrir a origem do mistério. Todas as moedas posteriores a 1994 são feitas de aço e latão, enquanto as anteiores eram de bronze de alumínio. A ‘palheta’ de Maironi agora é rara.

 Guitarra pronta, emprego novo

 Para Maironi, a música ‘We are the champions’, sua preferida, caiu como uma luva em sua história. Depois de terminar sua Red Special, foi contatado pelo representante da Brian May Guitars (empresa do guitarrista inglês) no Brasil. Sonho mais que realizado. “Se me dessem uma Red Special construída e autografada pelo Brian May, eu colocaria na parede, mas não largaria a minha, que eu fiz”.

 

Fonte:  www.bmgbrasil.com
Dica de: Roberto Mercury

Muitos ídolos da cultura masculina também tornaram-se famosos e admirados pelo estilo de se vestir. Foi pensando nisso que a americana Roxana Altamiro criou o tumblr “Nerd Boyfriend”.

A página na internet funciona como um guia de referências na hora de se vestir com looks que são uma cópia perfeita daqueles que eram usados por ídolos masculinos, como o vocalista da banda Queen, Freddie Mercury, o ator Harrison Ford, o cantor Michael Jackson, entre outros.

 

Como um showman Freddie Mercury era conhecido por suas mudanças de figurino, lantejoulas, couro sintético, glitter e tudo mais. Seu estilo pessoal era igualmente fascinante. Mesmo quando se trata de roupa de banho, ele usava as últimas tendências em cores mais ousadas.

Prepare-se para o verão com um par estilo retrô!!

Os ítens estão a venda nos links abaixo:

Camiseta Clique Aqui

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Para ver outros Clique Aqui

 

Fonte: http://virgula.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 O exímio guitarrista Thiago Campos e o baixista Felipe Campos, ambos membros da banda brasiliense BAD SALAD, disponibilizaram um vídeo no YouTube, contendo uma releitura para “The Show Must Go On” do Queen.

O vídeo conta com as participações de outros músicos do cenário Progressivo, no formato Split Screen, tendo eles registrado suas respectivas partes em estúdios distintos, formando assim uma compilação funcional de imagens.

Em paralelo, a banda BAD SALAD continua o processo de divulgação do seu CD de estreia, intitulado“Uncivilized”. Para mais informações sobre como contratar os shows do grupo, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com

Fonte: http://hateandtrust.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury – A Biografia Definitiva, de Lesley-Ann Jones

Grupo Editorial Record começa a divulgação do Livro.

Freddie Mercury dispensa apresentações. Mas o que há por trás desse mito do rock? Como ele era nos bastidores? Como foi sua infância e por que ele a escondeu tão bem?

Freddie era uma figura pouco convencional no meio do showbiz. Carente, inseguro, com uma forte personalidade, fã de ópera, mitologia e astrologia, Farrokh Bulsara, também conhecido como Freddie Mercury, é uma figura que merece ser conhecida de perto. Freddie Mercury — A Biografia é uma ótima oportunidade para isso.

Lesley-Ann Jones é autora, jornalista especializada em música e foi uma grande amiga do cantor. Esteve em 4 turnês acompanhando o Queen.

 

Fonte: www.youtube.com/user/mktrecord
Dica de: Roberto Mercury

Versão acústica de “Somebody to Love” por Ron Bumblefoot e Tony Harnell. A apresentação aconteceu no dia 16/08/2012, em Las Vegas, no Vinyl at Hard Rock Hotel.

O vídeo foi publicado hoje no site Oficial do Brian.

 

Fonte: www.brianmay.com

Construa sua própria Guitarra com o livro “Build Your Own Electric Guitar”

Bem como oferecer as principais dicas e orientações sobre a construção das partes, o autor Paul Balmer juntou-se aos especialistas John Diggins e Andrew Guyton, que tem construído guitarras para Tony Iommi do Black Sabbath, Mark King do Level 42, Roy Orbison e Brian May, traz um olhar detalhado de quatro modelos de guitarras, o projeto foi construído especialmente para este livro.

O livro traz um estudo sobre, possivelmente a mais célebre guitarra construída, a ‘Red Special’ de Brian May, possuindo todas as informações necessárias para construir um instrumento único, sendo gratificante em construir e em tocar.

Informações:Título: Build Your Own Electric Guitar
Autor: Paul Balmer. Com prefácio de Brian May
168 Páginas

O livro é totalmente ilustrado e colorido, facilitando que você de forma única construa sua própria guitarra. Traz passo-a-passo dos procedimentos, tanto para novatos como para pessoas mais experientes. Possui várias opções para atender a todas exigências, juntamente com vários detalhes e dicas sobre como construir uma guitarra com o som desejado.

O livro custa £18.69 aproximadamente R$ 62.00 (fora o frete).

Para Comprar Clique Aqui

 

Fonte: www.brianmay.com

Superprodução de R$ 12 milhões tem história simples, costurada por 50 canções emblemáticas do festival

RIO – “Rock in Rio – o musical” é uma miscelânea. De estilos, de histórias, de personagens, de artistas. Tenta contemplar aqueles que assistiram ao primeiro Rock in Rio com Queen e Iron Maiden e aqueles que sonham com Shakira e Britney Spears. Faz malabarismo para dar sustentação a história de dois jovens complicados, que vivem em famílias complicadas e tentam encontrar uma saída para sua paixão complicada. Mas, no fundo, as soluções cênicas são simples, porque o que importa são as mais de 50 músicas que amarram a narrativa.

A maior parte música brasileira, como “Pro Dia Nascer Feliz” (Frejat/Cazuza), “Primeiros Erros” (Kiko Zambianchi) e “Tempo Perdido” (Renato Russo), ou adaptações de canções como”Wonderwall” (Oasis), “You’ve Got a Friend” (James Taylor) e “Love of my life” (Queen).

A peça é centrada no solitário e tímido Alef (Hugo Bonemer), que só consegue se expressar em canções e é filho de Gloria, a personagem de Lucinha Lins. E na rebelde Sofia (Yasmin Gomlevsky), filha de Tepedino, “organizador do maior evento de música do mundo”, personagem inspirado no empresário Roberto Medina, interpretado por Guilherme Leme. Um personagem sofre de uma doença sobre a qual não fala, uma sugestão de que seria a Aids. Mas o texto é leve, a plateia jovem se diverte com o aluno emaconhado distraído, com o esterótipo do metaleiro e da nordestina, com o dono da gravadora falida.

No fundo político da história, o país vive a ameaça de um retrocesso, sem que a peça explicite do que trata exatamente. As autoridades falam em fechar universidades em reação a protestos estudantis e o empresário organizador do festival do rock reclama ter contra si o governador do Estado, o secretário de Segurança e o cardeal, numa referência discreta às resistências reais que Medina enfrentou quando tentava organizar o primeiro Rock in Rio.


“ROCK IN RIO – O MUSICAL”
Quando: a partir desta quarta (3).
Onde: Grande Sala da Cidade das Artes – Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca.
Capacidade: 1224 lugares (e espaço para 2 cadeirantes)
Dias e horários: quinta (apenas dia 3) e sextas, às 21h30; sábados, às 17h e 21h30; domingos, às 16h e 20h30.
Quanto: quinta, sextas e domingos (sessão das 20h30): R$ 40 (Camarote Lateral 9 e 10 – Nível 3); R$ 85 (Camarote Lateral 3 e 4 – Nível 2 e Camarote Central 7 e 8), R$ 100 (Camarote Central 1 e 2 e Frisa Lateral 3) e R$ 120 (Plateia). Sábados e domimgos (sessão das 16h): R$ 70 (Camarote Lateral 9 e 10 – Nível 3); R$ 110 (Camarote Lateral 3 e 4 – Nível 2 e Camarote Central 7 e 8), R$ 130 (Camarote Central 1 e 2 e Frisa Lateral 3) e R$ 160 (plateia).
Ingressos: à venda na internet, pelo site Ingresso.com.
Classificação etária: 14 anos.

 

Fontes: http://oglobo.globo.com    |    http://g1.globo.com

Remix da música “Diamond”, da cantora Rihanna, com Brian. No site do Brian tem a pergunta: Isto é real ou feito por fãs?

 

Fonte: www.brianmay.com

Para os ouvintes da “Rádio 2”, Belga, Bohemian Rhapsody continua sendo “O Clássico dos Clássicos”, Barry White e Bryan Adams completam o top 3.

O Queen teve uma ótima colocação no “Top 1000 da Rádio 2”, abaixo colocação de outras músicas:

827 FREDDIE MERCURY & MONTSERRAT CABALLE – Barcelona
655 QUEEN – You’re My Best Friend
504 DAVID BOWIE & QUEEN – Under Pressure
394 QUEEN – Bicycle Race
349 QUEEN – A Kind of Magic
274 QUEEN – Killer Queen
233 QUEEN – Radio Ga Ga
225 QUEEN – The Show Must Go On
209 QUEEN – Another One Bites The Dust
169 QUEEN – Crazy Little Thing Called Love
151 QUEEN – We Are The Champions
107 QUEEN – Somebody To Love
45 QUEEN – We Will Rock You
16 QUEEN – I Want To Break Free
1 QUEEN – Bohemian Rhapsody


O Top 10 foi:

(1) QUEEN – Bohemian Rhapsody
(2) BARRY WHITE – You’re the first, the last, my everything
(4) BRYAN ADAMS – Summer of ’69
(3) ANN CHRISTY – The Rose
(6) WILL TURA – Alone without you
(5) ABBA – Dancing Queen
(9) MEAT LOAF – Paradise By The Dashboard Light
(7) DEEP PURPLE – Child In Time
(8) ADAMO – Inch Allah
(37) Prince – Purple Rain

 

Fonte: www.brianmay.com

Rolls Royce de Freddie Mercury vai a leilão no próximo dia 12 de janeiro, em Birmingham.

O automóvel, de 1974, será leiloado através da Coys, especializada em carros, e deverá, segundo os entendidos, alcançar licitações entre as nove e as 11 mil libras.

Recorde-se que o vocalista dos Queen comprou o carro em 1979, tendo-o conduzido praticamente até ao ano em que morreu. Desde então, o carro raramente foi usado, apesar de ter marcado presença na estreia londrina do musical We Will Rock You.

Na descrição do leilão pode ler-se: “Uma carta no arquivo do carro de Jim Beach, o manager de longa data dos Queen e dos respetivos membros, individualmente, confima que o WLX 293m foi comprado para o uso de Freddie e continuou a ser usado e possuído pela respetiva empresa até à sua morte, em novembro de 1991. O carro foi então emprestado pelo Estado à irmã de Freddie, tendo permanecido aos seus cuidados desde então. Mais empolgante, o carro foi usado pela última vez na estreia do We Will Rock You e, desde então, tem feito apenas a quilometragem mínima”.

“Descrito como estado em boas condições no geral, esta é uma oportunidade única na vida para adquirir uma peça verdadeira da história dos Queen e do Rock. Para o colecionador perspicaz. Irrepetível”, conclui a leiloeira.

 

Fonte: http://palcoprincipal.sapo.pt