Em 2009: Um fã do Queen ganhou em um leilão beneficente em Londres, uma aula particular de violão de duas horas com Brian May, com o lance de £ 7,500. O leilão foi realizado em apoio à “Action for Brazil’s Children Trust”, em que Brian é patrono.

 

Fonte: www.brianmay.com via www.gibson.com

Apesar de ter considerado a possibilidade durante a produção do musical We Will Rock You, o baterista Roger Taylor não gostaria de se apresentar com uma versão em holograma de Freddie Mercury. “Não me soa algo legal aparecer com um holograma de meu querido amigo. Ou é o verdadeiro ou nada. Mas penso que é um incrível efeito quando usado apropriadamente. Quanto a outra pessoa se aproveitar dessa tecnologia usando Freddie, não tenho objeção”, declarou o músico à Billboard.

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Brian comentou em seu Soapbox sobre a nova versão do jogo Angry Birds

Brian comentou em seu Soapbox que gosta bastante do jogo “Angry birds”, pois acha terapêutico e gosta da criatividade dos desafios, e que recentemente comprou a nova versão do jogo, chamada de “SPACE”.

E comentou: “Antigamente se você não conseguia passar em uma fase, você podia usar um pássaro gigante (Giant Bird) que vinha e te ajudava a passar da fase. Até a versão anterior você tinha que pagar por esse pássaro, já era meio “cara de pau”, mas só tinha que pagar uma vez e podia usar o passaro várias vezes pra te ajudar. Agora na nova versão “SPACE”, eles oferecem águias espaciais (Space Eagles) que fazem a mesma coisa que o pássaro fazia antes, mas você só pode usar ela 1 vez. Além disso, algumas fases são praticamente impossíveis de passar, forçando que todo mundo tenha que comprar as águias várias e várias vezes. Acho que todos deviam pedir reembolso do que pagaram pelo jogo a menos que liberem as ‘aguias’ de graça ou então reclamar com a Apple, que é quem licencia o aplicativo.

Em resumo, essas pessoas já deixaram quase impossível você apreciar o jogo que comprou, a menos que você continue pagando mais e mais dinheiro. Eu acho que isso é querer tirar vantagem … Eu acho que é uma roubada.

O que vocês acham? Estou errado?”

Fonte: www.brianmay.com

Dia 27 de Maio, a obra-prima do Art-Rock vai estar no ALTERNATIVA – Queen : A Night At The Opera !!! Um dos álbums mais aclamados da história do Rock na íntegra com toda a genialidade, inovação e criatividade que só o Queen poderia ter. IMPERDÍVEL !!!!!!

“Queen”, “Queen II” e “Sheer Heart Attack”. Após três discos de relativo sucesso e poucos hits (“Now I’m Here, por exemplo), o grupo Queen lançava, em 1975, o seu primeiro disco a estourar no mundo inteiro. Produzido por Roy Thomas e pelo próprio grupo, “A Night At The Opera”, seria seguido de outros megasucessos como “A Day At The Races”, “News Of The World”, “Jazz” etc. Nos créditos, fazendo a alegria de seus fãs, a mesma frase de sempre: No Synthesisers!

O disco, cujo título era inspirado por uma comédia dos Irmãos Marx, tinha a capa totalmente branca com o logotipo da banda (essa mesma idéia viria a repetir-se em seu disco seguinte, seguindo a esteira do sucesso que eles tiveram em todo o mundo, com o fundo preto com o logo e intitulado “A Day At The Races”, outro filme dos irmãos Marx).

“A Night At The Opera” abria com um piano em clima meio operístico / meio Liberace, como que para justificar o nome do disco, fraseado pela guitarra gritante de Brian May. A música era “Death On Two Legs” (Mercury), e trazia o cantor e pianista Freddie Mercury secundado pelos surpreendentes vocais dele mesmo, Brian May e Roger Taylor, fazendo várias vozes sobrepostas (overdub). Esse recurso, que já havia sido utilizado por eles antes, iria ser explorado à exaustão em todo o disco e passaria a ser uma das marcas registradas do Queen  em todos os seus trabalhos.

Um clima de vaudeville com pitadas das operetas britânicas de Gilbert & Sullivan vinha a seguir com a divertida “Lazing On A Sunday Afternoon” (Mercury), onde sua voz, modificada tecnicamente, fazia lembrar o som de um velho disco. Emendado, tínhamos o peso do rock calcado em guitarras cheias de overdrive numa letra machista, bizarra e ao mesmo tempo engraçada, com o vocal mais áspero de Roger em “I’m In Love With My Car” (Taylor). Para contrapor o peso da guitarra, a próxima música trazia o piano elétrico com seu autor, o baixista John Deacon, em versos apaixonados de “You’re My Best Friend”, findando com a guitarra de May, com o registro que tornou sua Guild e seu possuidor mundialmente famosos e imitados. O guitarrista, por sinal, era o centro da música seguinte, “’39”, na qual, além de ser o autor, cantava e tocava violão e guitarra, acompanhado pelo grande contrabaixo de orquestra de Deacon e uma percussão feita apenas por bumbo e pandeiro de Taylor. Trazia os vocais de fundo mais simples do disco (em uma passagem, levemente distorcidos), mas a própria beleza da composição justificava o arranjo simples e tocante.

As duas músicas que fechavam o lado A eram de Mercury: “Sweet Lady” e “Seaside Rendezvous”. A primeira refletia o clima e arranjos do álbum anterior, “Sheer Heart Attack”, onde guitarra baixo e bateria fundamentavam os vocais de Freddie Mercury, enquanto a segunda trazia o mesmo clima de “Lazing On…”, onde o piano se destaca, mas os recursos são outros, como assobios e efeitos de vocais imitando instrumentos de sopro, arranjados por Taylor e Mercury.

O clima pesado criado pelo silêncio e ruídos de vento, pontilhados no violão e por um koto (instrumento tradicional japonês) de brinquedo nas mão de May iniciavam o lado B. “The Prophet’s Song” (May) tem os versos mais impressionantes de um disco repleto de letras brilhantes. Em seus mais de 8 minutos ela prepara, como seu nome já diz, o ouvinte para o grand finale do disco, quase que profeticamente (o trocadilho é proposital).

O miolo deste lado é composto de duas músicas, uma de Mercury e outra de May. A primeira viria a se tornar um de seus maiores sucessos, “Love Of My Life”, cuja versão ao vivo chegaria ao primeiro lugar no Brasil (um dos melhores mercados e públicos do Queen) e digna de figurar na coletânea Greatest Hits. “Good Company” é uma composição que tem a cara de May; nela, além dos vocais, ele ainda toca ukelele havaiano (instrumento similar ao nosso cavaquinho) e imitva uma Jazz Band na guitarra.

Imagine um disco excelente que é fechado, simplesmente, pela canção eleita na Inglaterra como a melhor do século. “Bohemian Rhapsody” é uma daquelas peças que não merecem menos que o título de obra-prima. Falar dela é cair no lugar comum e em adjetivos que não conseguem expressar o impacto que causou no mercado fonográfico mundial à época de seu lançamento. Para quem não conhece ou se lembra dela (!),“Bohemian Rhapsody” é a música que toca no carro de Mike Myers em que todos cantam e fingem tocar instrumentos no filme “Wayne’s World” (“Quanto Mais Idiota Melhor”).

Iniciando apenas com vocais e piano ao melhor estilo do grupo, abusando do estéreo em toda a faixa, “Bohemian Rhapsody” tem uma letra que se propõe a contar uma história trágica, porém com brincadeiras verbais como “Scaramouch will you do the fandango” ou Gallileo, Gallileo, figaro magnifico”. Todas – e são todas mesmo – as características que fizeram do Queen  um dos grandes nomes do rock estão lá, da suavidade de versos sussurrados por Freddie Mercury como “Nothing really matters, nothing really matters to me, anyway the wind blows…” aos gritos de “So you think you can stone and spit my eyes”, o excelente trabalho de bateria onde os pratos se destacam em climas mais densos de Roger Taylor, o baixo Fender Precision sem firulas e exato de John Deacon e, acima de tudo, pari passu com os vocais de Mercury, a guitarra de Brian May.

O final, na verdade, do disco é uma vinheta instrumental com toda a pompa e circunstância protocolares, onde o Queen dá sua versão do hino britânico, “God Save The Queen”. Tal qual uma noite de gala no Royal Albert Hall.

 

Fonte: http://101fm.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Uma orquestra, uma banda de rock e quatro cantores, incluindo um soprano, dão vida ao espetáculo ‘Queen Symphonic Rhapsody’

Músicas do Queen através de uma orquestra sinfônica, uma banda de rock, quatro cantores, incluindo um soprano, e cerca de uma centena de artistas no palco por duas horas para o show ‘Queen Symphonic Rhapsody’.

A principal novidade é a fusão da música clássica e rock, o que dá uma análise muito diferente das músicas do Queen, diferente de muitos shows tributo a banda. A singularidade que tem atraído a atenção do público e da crítica.

A viagem musical em ‘Queen Symphonic Rhapsody’ passa pelo repertório de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, excedendo os limites entre a fantasia e a realidade, e se estende por mais de duas horas nos levando a desfrutar as melhores criações do Queen com uma poderosa fusão de rock na sua forma mais pura e a música clássica. Assim, canções inesquecíveis como “Bohemian Rhapsody”, “We Are The Champions”, “I Want to break Free ‘,’ The Show Must Go On ‘,’ Radio Ga Ga” e “A Kind of Magic ‘, dentre muitas outras .

Os responsáveis ​​pela interpretação atual, que enfrenta seu terceiro ano em turnê, são os cantores; Thomas Vikström, Michele Mc Cain, Mats Levén e Graciela Armendáriz; o grupo de rock é formado por Trevor Murrell, Pete Shaw, Borja Montenegro e Pedro Roncero, e a orsquesta “One World Symphonic Orchestra” dirigida por Juan Francisco Senabre. Um elenco de artistas de topo, preparados para não decepcionar aos fãs leais do Queen e até mesmo superar suas expectativas.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=luOKVzBLJgA]

 

Fonte: www.eldiariomontanes.es

Show com a Magic Rockin’ (tributo ao Queen) no próximo sábado 05/05/2012, no Dinossauros Rock Bar, a abertura da noite será com a Plaft Rock tocando clássicos dos anos 50 aos anos 2000. Entrada R$ 20,00

Dinossauros Rock Bar
Rua: dos Pinheiros, 518
Pinheiros,  São Paulo

Maiores detalhes: www.magicrockin.com

“The Iconic Live Moments” reúne atuações ao vivo de vários artistas para campanha de caridade

Vários artistas e bandas do Reino Unido vão fazer parte de um DVD que reúne atuações memoráveis em vários locais e ao longo dos anos, desde 19973 até 2011. O objetivo do DVD é angariar fundos para ajudar crianças.

A compilação, intitulada “The Iconic Live Moments” é uma iniciativa da instituição de caridade britânica Save the Children. Este DVD faz parte da campanha “Music Is Great”, cujos lucros são revertidos para as crianças mais necessitadas.

Adele, Spice Girls, Amy Winehouse, Coldplay e Radiohead são alguns dos nomes que fazem parte da lista de atuações ao vivos em espaços emblemáticos como o estádio do Wembley ou o festival Glastonbury.

O lançamento de «The Iconic Live Moments» acontece a 14 de maio.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tXpmk9HvCZc]

Abaixo lista de músicas e bandas:

1. David Bowie – «Ziggy Stardust» (ao vivo no Hammersmith Odeon, 1973)
2. The Who – «Won`t Get Fooled Again» (ao vivo no Shepperton Studios, 1978)
3. Queen – «Radio Gaga» (ao vivo no estádio de Wembley, 1986)
4. Orbital – «Chime» (ao vivo no festival Glastonbury, 1994)
5. Pulp – «Common People» (ao vivo no festival Glastonbury, 1995)
6. Spice Girls – «Wannabe e Who Do You Think You Are?» (ao vivo no BRIT Awards, 1997)
7. Radiohead – «Karma Police» (ao vivo no festival Glastonbury, 1997)
8. Robbie Williams – «Let Me Entertain You» (ao vivo em Knebworth, 2003)
9. Muse – «Knights Of Cydonia» (ao vivo no estádio de Wembley, 2007)
10. George Michael – «Faith» (ao vivo no Earls Court, 2008)
11. Blur – «Tender» (ao vivo no festival Glastonbury, 2009)
12. Adele – «Someone Like You» (ao vivo no BRIT Awards, 2011)
13. Coldplay – «Every Teardrop Is A Waterfall» (ao vivo no festival Glastonbury, 2011)
14. Take That – «The Flood» (ao vivo no estádio do Manchester, 2011)
15. Amy Winehouse – «Back to Black» (ao vivo no festival iTunes, 2007)

 

Fonte: www.tvi24.iol.pt

Terceira e última parte dos candidatos do RÓQUE

Como esse assunto rende, não é?

Nas últimas duas votações, reclamaram da ausência do Paul, do Bono, do Steven, etc…

Pronto! Estão todos aqui!

Tem até Freddie muso absoluto dos bigodes.

E antes que alguém venha dizer: “Freddie Mercury, Marina? Really? Tipo: 1- É defunto e 2 – Acocou no kibe”, já respondo que perderia uns 15 minutos fácil, com ou sem kibe.

Bora votar!

Clique Aqui para Votar

 

Fonte: www.2beauty.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Vídeo: Brian May e Roger Taylor nos bastidores do American Idol

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RoNa59BTWf4]

Dica de: Roberto Mercury

Steven Tyler publicou, em seu site oficial, uma foto com Brian e Roger, e comentou:

“27 de abril de 2012!! Entre gigantes do Rock… … Brian May e Roger Taylor… Qual será a próxima? Um ataque de dragão (Dragon Attack)?”

 

 

Fonte: www.brianmay.com

O io9, blog de ficção científica, desenterrou uma página de quadrinhos com Wolverine e Freddie Mercury, vocalista do Queen. A página foi desenhada por um artista desconhecido para a Marvel Comics, em algum momento dos anos noventa, e mostra o anti-herói dos X-Men rondando pela floresta apenas para tropeçar no vocalista do Queen, que permanece parado em uma pose confiante.

A única fala da página é proferida por Wolverine: “Freddy [sic] Mercury?”. Afinal, o que mais você diria se inesperadamente tropeçasse no vocalista do Queen alguns anos depois de sua morte? Além disso, obviamente, Wolverine deve estar se perguntando o que Mercury está fazendo em uma história em quadrinhos. A página tem circulado há algum tempo. Ainda em 2010, o ex-funcionário da Marvel Comics, Steve Bunche, a compartilhou em seu blog dizendo que enquanto a arte estava abaixo do padrão da editora de quadrinhos de super-heróis, ele admirava a imaginação do artista. “Sério, como pode alguém dar esse salto na lógica da narrativa que descreve a perseguição de Wolverine pela floresta para fazê-lo ficar cara a cara com Freddie Mercury sem razão aparente?”, escreveu Bunche. “Isso, caros leitores, é um sinal de verdadeira criatividade.”

 

Fonte: http://mercuryradio69.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A lendária banda Queen se junta mais uma vez ao cantor Adam Lambert, agora para realizar um show na Polônia. O show ocorre dia 7 de julho, em Wroclaw, Polônia.

O Queen + Adam Lambert se apresentarão como headliner de um novo festival, o Rock in Wroclaw, Polônia, aparecendo no Municipal Stadium da cidade. Este será apenas um dos muitos concertos do Queen + Lambert na Europa neste verão.

Na sequência do concerto da Moscow Sports Arena , em 3 de julho, este show na Polônia estará entre os primeiros shows do Queen e Adam juntos.

Eles, então, se apresentarão em seguida no HMV Hammersmith Apollo de Londres nos dias 11 e 12 de julho. As datas de Hammersmith esgotaram instantaneamente logo que colocadas à venda e ainda há a expectativa do Queen e Lambert poderem adicionar mais uma data em Londres, embora não haja nada confirmado.

Os ingressos para o show polonês estão à venda, na segunda-feira da próxima semana, 30 de abril. Preços e pontos de compra ainda estão para ser anunciadas, embora tudo está sendo direcionado para www.rockinwroclaw.pl e www.ticketteam.pl.

O Rock in Wroclaw Festival é organizado pelas agências MusicART e Dynamicom. O concerto Wroclaw terá lugar no novo Municipal Stadium da cidade, que teve sua abertura inaugural em setembro de 2011, com George Michael e sua “Symphonica – The Orchestral Tour”.

Fonte: http://queenbrasil71.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen Extravaganza ensaiando a canção Somebody To Love, com a participação mais do que especial de Brian May e Roger Taylor.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PlLEdSmKxAY]

Fonte: Canal Queen Extravaganza no youtube
Dica de: Roberto Mercury

Depois do sucesso gerado por Tupac no festival californiano Coachella 2012, ou melhor, seu respectivo holograma, os norte-americanos votaram em uma enquete online escolhendo, “qual artistas morto deveria “voltar” em forma de holograma para grandes apresentações?”

Jimi Hendrix, Kurt Cobain e John Lennon conquistaram o pódio na pesquisa realizada pela Rolling Stone. Outros artistas que também são desejados por seus fãs em forma de “luzes do além” são Janis Joplin, Michael Jackson,Freddie Mercury, entre outros.

Confira abaixo o top 10 hologramas mais desejados:

1 – Jimi Hendrix
2 – Kurt Cobain (Nirvana)
3 – John Lennon (Beatles)
4 – Freddie Mercury (Queen)
5 – Jim Morrison (The Doors)
6 – Jerry Garcia (The Grateful Dead)
7 – Janis Joplin
8 – Michael Jackson
9 – Bob Marley
10 – Notorious B.I.G.

 

Fonte: www.fiquelinkado.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Pai diz que Bohemian Rhapsody virou hábito cotidiano no trajeto até a escola

Uma família virou a nova sensação da internet com o vídeo que mostra o pai – que não foi identificado – e os três filhos a caminho da escola, enquanto cantam juntos a música Bohemian Rhapsody, da banda britânica Queen.

Assim que sai de casa, o pai liga a música, animando as crianças – duas meninas e um menino, o mais novo dos três.

Em seu canal do Youtube, o pai disse que se tornou um hábito cantar a música de manhã, indo para a aula. Ele ainda disse que, dependendo do trânsito, a música começa assim que saem de casa e, quando chegam ao colégio, a música acaba.

As crianças mostram que conhecem bem a música, que foi lançada em 1975 e voltou a fazer sucesso em 1992, como parte da trilha sonora do filme O Mundo de Wayne (Wayne’s World, em inglês).

Veja abaixo o vídeo incrível da família:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lU-Uwl7AZ7o]

Fonte: www.r7.com
Dica de: Noelle Penha e Roberto Mercury

Queen Extravaganza tocando “Somebody To Love” com Brian May e Roger Taylor

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bTV1chNHvD4]

Fonte: www.brianmay.com

Se apresentar em público exige coragem, ousadia, talento e estilo, por que não? Independente da música e das atitudes de cada um, o que levamos em consideração para selecionar os 25 músicos mais estilosos de todos os tempos é simples: o que eles vestem e como se portam com suas escolhas. Gostamos de artistas com personalidade, que marcaram época, lançaram tendências e influenciaram várias gerações. Conheça nossa seleção.

Fotos: Getty Images

David Bowie
Ele é ícone e referência, o único capaz de criar tendências ao mesmo tempo em que negava todas. Ele sabia mesclar perfeitamente seu talento anglo-saxão com o mais fino estilo cosmopolita norte-americano e isso o transformou em referência para muitas gerações. Bowie é imbatível.

Leonard Cohen
Sempre elegante e natural, como se tudo o que vestisse já estivesse ali desde sempre.

Bob Dylan
Sua imagem de judeu rebelde, com o cabelo bagunçado, jaquetas ajustadas e óculos de sol se converteram em ícones de várias gerações.

Elvis Presley
Sempre com camisa de seda com colarinho grande, calças de barras largas e topete ajeitado com muita brilhantina. Isso é que era ter personalidade. Do começo ao final da carreira passou por inúmeros estilos: todos se transformaram em referência.

Michael Jackson
O indiscutível Rei do Pop foi referência absoluta para os jovens dos anos 1980. Seu estilo marcou época e dispensa descrições.

Kurt Cobain
O novo punk que representava a raiva de uma geração ignorada e incompreendida. Ninguém poderia ter vestido jeans desgastados tão bem quanto ele. Ícone máximo do movimento grunge dos anos 1990.

Mick Jagger
O paladino do estilo. Desde o começo de sua carreira não tinha medo de ousar e arriscar. De andrógino foi mudando até chegar em uma fase mais moderna. E o rebolado continua em firme e forte até hoje.

Freddie Mercury
“Vou vestido para matar, mas com muito prazer”. Essa é uma das frases do cantor que explica sua presença nessa seleção. Qualquer artista que tentasse se vestir como Freddie não conseguiria. Só ele sabia portar calças justas, camisetas regatas e jaquetas curtas.

Bono
Sem seus óculos de lentes coloridas Bono deve se sentir nu. É sua marca registrada de estilo junto com uma jaqueta de couro preta.

Kanye West
Seguindo o estereótipo dos rappers ele gosta de peças grandes e marcantes. O exagero também está nos acessórios e na paleta de cores. Na turnê do último disco solo My Twisted Dark Fantasy ousou ao usar uma camisa feminina da marca Celine. Atualmente costuma se apresentar com looks criados por Riccardo Tisci para a Givenchy.

Joey Ramone
Com muita atitude o look “ramoniano” também marcou época. Calças justas, tênis e camiseta sob jaqueta de couro é uma combinação icônica.

Neil Hannon
Com seu visual retrô ele é definitivamente um homem estiloso que não deve perder a compostura em nenhuma situação.

Johnny Cash
“Eu gostaria de vestir um arco-íris todos os dias, mas até que as coisas melhorem sou o homem de preto”, dizia o músico. E é por ter sido dono de uma elegância country e estar sempre bem vestido e alinhado que entrou para nossa seleção.

Jimi Hendrix
A guitarra sempre em mãos já era um dos itens essenciais para definir o estilo do músico, que também era fã de chapéus e paletós estampados, além de coletes com bordados coloridos. Bem ao estilo dos anos 1970.

Bryan Ferry
Desde quando sua primeira banda, o Roxy Music, ainda não tinha atingido o sucesso, Brian já mostrava que viria a se tornar outro ícone da música. Um dândi moderno, atualmente  terno e gravata são suas marcas de estilo.

Prince
Ele tem uma elegância barroca inconcebível. Sem medo de ousar ele usa peças coloridas e chamativas, como camisa de babados e muita lantejoula, flertando com a androginia. Mesmo assim arrasa o coração das mulheres.

Iggy Pop
Descrever o visual adotado por Iggy Pop é fácil: calça jeans muito justas. Sempre sem camisa o cantor não escolhe peças de roupas: mostra seu corpo e com isso sua atitude.

Serge Gainsbourg
Sua imagem inevitavelmente está ligada a de um homem desleixado que está sempre com um copo na mão, fumando e vestindo uma camisa desabotoada. O estilo mais despojado o define. Mas seu maior e melhor acessório sempre foi a atriz Jane Birkin.

Keith Richards
Deixando de lado sua vida desenfreada somos fãs de sua atitude no mundo do rock. Jaqueta de couro e cigarro na boca não poderiam ser marcas mais evidentes do estilo do músico. Também é fã de echarpes, bandanas, anéis e chapéus…

Jack White
Aptidões e atitudes não faltam para Jack White. A julgar pelas roupas que veste temos certeza de que, apesar de ser um dos mais novos na lista, já é referência de estilo. Quando apareceu com a banda White Stripes, sua combinação predileta de roupas era sempre em vermelho, preto e branco. Com o tempo, foi aderindo novas cores, mas nunca dixou de lado uma pegada levemente country, misturada com um rosto pálido e cabelos desgrenhados, com um rosto que lembra a estética gótica.

Rufus Wainwright
Definido como o menino mimado do cenário americano pela GQ Espanha, Rufus é também considerado um gênio. Gênio que opta por detalhes na hora de vestir, como colete e cachecol que complementam um visual mais simples. Mais um dândi dos tempos modernos.

Simon Le Bon
Duran Duran representa tanto os anos 1980 como as ombreiras, calças largas, jaquetas brancas e cabelos penteados usados por Simon. Apesar desta estética ter durado pouco e a combinação ter sido considerada brega, é até hoje referância de estilo. Atualmente, Simon é um homem extremamente elegante, que sempre acrescenta algo de diferente aos seus looks.

Mark Ronson
Em 2009 ele ficou na sétima posição como o homem mais bem vestido do mundo. Inspirado no estilo preppy retro o produtor das canções de maior sucesso de Amy Winheouse já foi adepto do cabelo cortado estilo Beatles, já usou topete inspirado em Johnny Cash, já descoloriu as madeixas e é regra: está sempre com ternos ajustados e gravatas fininhas. É um ícone de moda da geração atual que merece entrar para nossa lista.

Elton John
Ousado, o músico não tem medo de abusar das cores. Seja combinando a cor das lentes dos óculos com a gravata ou com a camisa ele nunca estará vestido de maneira sóbria. Extravagante sempre e com orgulho!

Julian Casablancas
Independente do detalhe, o músico não dispensa a clássica combinação: jaqueta de couro preta e camiseta. Tem adotado o boné e os óculos escuros como acessórios sem os quais não sobe ao palco. Também não sai de casa sem uma boa calça skinny.

Fonte: http://gq.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

O jornal inglês Sunday Times publicou a lista dos músicos e bandas naturais do Reino Unido que mais obtiveram receitas em 2011, bem como o ranking dos mais ricos. Os valores estão em libras esterlinas, sendo que 1 libra vale, aproximadamente, R$ 3. Paul McCartney continua no topo.

Confira abaixo:

Músicos ingleses que mais ganharam em 2011

1. Paul McCartney: £170m
2. U2: £59m
3. Elton John: £25m
4. Roger Waters: £15m
5. Olivia / Dhani Harrison: £10m
5. Ringo Starr: £10m
7. Eric Clapton: £5m
7. Rod Stewart: £5m
7. Brian May: £5m
7. Roger Taylor: £5m
7. John Deacon: £5m
12. Mark Knopfler: £3m

Músicos ingleses mais ricos

1. Paul McCartney: £665m
2. U2: £514m
3. Elton John: £220m
4. Mick Jagger: £190m
5. Olivia / Dhani Harrison: £180m
5. Sting: £180m
7. Keith Richards: £175m
8. Ringo Starr: £160m
9. Eric Clapton: £130m
10. Rod Stewart: £120m
10. Roger Waters: £120m
12. Phil Collins: £115m
13. David Bowie: £100m
14. Ozzy e Sharon Osbourne: £95m
15. Brian May: £90m
15. David Gilmour: £85m
15. Roger Taylor: £85m
15. Charlie Watts: £85m
19. Robert Plant: £80m
20. Jimmy Page: £75m
21. John Deacon: £70m
22. Mark Knopfler: £65m
22. Nick Mason: £55m
24. Brian Johnson: £50m
24. Van Morrison: £50m

Fonte: http://collectorsroom.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Ele viveu apenas 45 anos. No entanto, ao analisar a sua trajetória, facilmente se percebe que ele aproveitou ao máximo a sua vida e conseguiu deixar um legado fantástico para todos aqueles que o admiravam e aos que ainda não conheciam seu trabalho. Fato: o número de fãs de Freddie Mercury só cresce com o passar do anos.

Sua voz foi considerada uma das melhores que já existiram e sua performance no palco, ao lado dos  companheiros do Queen, era excepcional e repleta de entusiasmo. A cada vez que se apresentava, Mercury não fazia mais um show; mais bem, ele fazia O show, apresentando o melhor de si.

Liderando o grupo de rock inglês Queen, desde o início dos anos 70, conseguiu façanhas incríveis, atraindo multidões ao seus shows. Os videoclipes feitos pela banda também eram um show à parte. Entre os mais conhecidos, destacam-se a sensacional Bohemian Rhapsody, a engraçada I want to break free, a animada Another one bites the dust,  We will rock you (um dos hinos do rock), a dançante Crazy little thing called love, a motivadora Don’t stop me now, entre várias outras.

Carreira solo

Mercury lançou alguns discos-solo, entre os quais se destaca Barcelona (1988), que contou com a participação da cantora lírica e soprano espanhola Montserrat Caballé, cujas canções são obras-primas. A mais conhecida do público é How can I go on.

Para finalizar, segue o video da música Living on my own, do primeiro disco-solo do vocalista (1985). A versão é de 1993, dois anos depois que ele morreu.

Um brinde a Freddie Mercury!

 

Fonte: http://shineandrock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury