
Brian May, guitarrista da lendária banda britânica Queen, acredita que Freddie Mercury aprovaria a escolha de Adam Lambert para vocalista da banda. O cantor irá se apresentar com o Queen durante um concerto no Festival Sonisphere, que acontecerá em julho na Inglaterra. As informações são do site GigWise.
Em comunicado, o músico revelou que os fãs também gostaram da escolha. “A julgar pela minha caixa de e-mail, esta decisão fez um monte de gente bastante feliz. É um desafio para nós e tenho a certeza de que Adam teria a aprovação do Freddie! E que melhor lugar para revisitar e andar por esses caminhos de emoção do que o festival? Vai ser uma adrenalina”.
No mesmo comunicado, Lambert – que foi revelado durante o programa American Idol – falou da emoção de partilhar o palco com o Queen: “É tão surreal. Sinto-me honrado por poder prestar a minha homenagem à memória de Freddie. Ele era um herói pessoal meu e estou profundamente agradecido pela oportunidade de cantar músicas tão poderosas para os fãs desta lendária banda”.
A edição britânica do Festival Sonisphere acontece em Knebworth (Inglaterra) e vai contar ainda com a participação de nomes como Kiss, Faith No More, Evanescence, Incubus, The Darkness, Mastodon, Mariyln Manson, Refused e The Blackout.
Fonte: www.terra.com.br
Dica de: Roberto mercury















A banda Black Sabbath cancelou quase todas as apresentações da sua nova turnê nesta sexta-feira (17). O motivo é o estado de saúde do guitarrista Tony Iommi, que foi diagnosticado em janeiro com um linfoma.
Amigo de Brian, Tony Iommi 
















Já foi dito aqui que os 20 anos da morte de Freddie Mercury, em 2011, provocaram uma enxurrada de produtos capaz de manter a cabeça dos fãs do Queen ocupada por um bom tempo. A cereja desse bolo acaba de sair no Brasil: Days of Our Lives (Universal), DVD que em quase três horas destrincha a carreira da banda por meio de depoimentos de Brian May e Roger Taylor e colaboradores e muitas imagens de arquivo, algumas raras, como a primeira aparição do Queen na TV. Não há, necessariamente, um fio condutor da história, a não ser o nítido empenho do quarteto em fazer música como uma grandiosa forma de arte. Seus eventuais exageros, tidos como cafonice, o transformaram em janela para as pedras da imprensa, ao mesmo tempo em que a popularidade do Queen só crescia. O filme não esconde essa mágoa. Aliás, não esconde nada, ou quase nada, nem as escolhas infelizes, as tensões internas, a deliberada negação da doença de Freddie perante a mídia e os esforços do cantor em trabalhar até o último suspiro. Aliás, esses momentos finais encerram de maneira tocante o documentário honesto e direto de uma banda que brigou pra chegar ao topo e lá permanecer. Tarefa cumprida.




















