
Maiores informações: www.classicalqueen.com.br
Um show ao vivo com os habitantes do planeta Voca é melhor do que parece em qualquer vídeo. Também pudera! Com seu jeito original e trejeitos sincronizados, o grupo apresenta um espetáculo único que pode ir da música clássica ao pop sem que se note a transição e sem a presença de um só instrumento musical -todos os sons são reproduzidos pelos oito integrantes do grupo. Neste vídeo eles apresentam um medley do Queen no festival de comédia de Montreux de 2010.
Se a coisa caminhar assim é bem possível que façamos a Sexta de Bohemian Rhapsody no MDig.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=QIaVPHRU1kE]
Fonte: www.mdig.com.br
Dica de: Gustavo Leal

Pedro Antunes
A semelhança é assombrosa, mas o cantor argentino Pablo Padin, de 36 anos, nunca havia se dado conta. Deixando o bigode crescer, bem aparado, ele fica a cara de Freddie Mercury (1946-1991). E é incorporando uma versão portenha do lendário cantor inglês que ele roda o mundo com o God Save The Queen.
O nome é o hino do Reino Unido e uma contestadora música do Sex Pistols. Mas, no caso de Padin, a ideia é homenagear o Queen e, neste tributo, eles já passaram por Europa, Estados Unidos, América do Sul. Amanhã, eles se apresentam na Via Funchal, na Vila Olímpia, às 22h.
Natural de Rosario, ao norte da Argentina, Padin começou a ouvir rock ainda pequeno. Mas foram os arranjos vocais sofisticados do Queen vindos do quarto do irmão que chamaram a atenção do garoto de 16 anos. “A própria imagem de Freddie sempre foi algo que me chamou a atenção”, lembra. “Queria conseguir cantar como ele, e fui treinando, treinando, treinando…”
O God Save The Queen foi criado em 1998. Padin tocava com o baterista Matias Albornoz. “Tocávamos numa banda que tinha um repertório mais variado, não só Queen”, explica o Freddie cover. Um amigo indicou o baixista Ezeguiel Tibaldo, que, por fim, trouxe o guitarrista Francisco Calgaro.
Preocupados com a boa qualidade das músicas executadas, e para serem fiéis a Mercury, Brian May (guitarra), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria), os argentinos passaram um ano ensaiando. “Isso tudo faz parte da excelência, do nível de qualidade que queremos atingir. O Queen é uma banda com fãs fervorosos. Precisamos ser perfeitos”, diz o vocalista. “Começamos em lugares pequenos, para pegar o ritmo no palco. Tudo faz parte do show.”
A primeira visita ao Brasil foi em 2006, e a última, no ano passado. Segundo Padin, o público brasileiro se equipara ao chileno quando o assunto é empolgação. “É claro que é difícil comparar os públicos, mas eu acho que vocês gostam muito de rock e têm uma disposição enorme para dançar, cantar, isso tudo me impressiona.”
O repertório é escolhido a dedo para pegar os fãs pela emoção. Clássicos são selecionados entre os 17 álbuns da discografia completa do Queen: We Will Rock You, Love of My Life, Crazy Little Thing Called Love, Radio Ga Ga e Bohemian Rhapsody, esta última a preferida de Padin.
Em 2011, foram comemorados os 65 anos de nascimento de Freddie Mercury, que morreu em 1991, após ter contraído HIV. O mundo nunca mais viu (ou ouviu) outra banda tão inventiva. Então, quando o cansaço pela falta de novidade nas rádios bater, ouvir um clássico é sempre uma saída acertada. E Padin, com um bigode verdadeiro (segundo ele) é uma opção interessante. ::
DIVIRTA-SE
God Save The Queen – Um Tributo ao Queen.
Via Funchal.
R. Funchal, 65, Vila Olímpia.
Telefone: 3846-2300.
Sexta-feira (dia 3), às 22h.
R$ 80 a R$ 220.
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades
Dica de: Roberto Mercury
Parece que Mika está conseguindo agradar aos mais variados gostos. O cantor libanês, criado na França, até os nove anos, e naturalizado inglês, história parecida com a de Farohk Bulsara (natural do Zanzibar, atual Tanzânia), o ícone Freddie Mercury. Eles conseguiram quebrar paradigmas e preconceitos. O conjunto o torna uma referência, o estilo de música, a voz, as performances e os cenários dos shows servem como ilustração para o que seria pop.
Na noite de segunda-feira, dia 28, ele foi premiado pelo NRJ Music Awards, um prêmio francês, como artista masculino do ano. Ele apresentou uma performance de “Elle me dit” durante a cerimônia.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wcFFfYh7lWY]
Olha Mika, a apresentação tava ótima e tal, mas a gente prefere você cantando ao vivo.
Mas não foi tão fácil conseguir o reconhecimento, quando se mudou para Londres, ele sofreu bullying por ser disléxico. Mika estudou todo tipo de música, da clássica ao rock, e se encontrou na pop. Como todo artista ele teve dificuldades para conseguir uma gravadora, mas o problema não era falta de talento, elas o consideravam pouco comercial. O cantor compôs inspirado nesta situação o hit Grace Kelly, uma resposta aos que tinham o desprezado.
“I wanna talk to you.
(The last time we talked, Mr. Smith, you reduced me to tears.
I promise you, it won’t happen again.)”
Trecho de Grace Kelly, Mika
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4iy0jKYKkRo]
A canção abriu às portas do sucesso, em 2007, o disco Life in Cartoon Motion chegou às lojas. Surgiram comparações com Scissor Sistes, a Freddie Mercury e outros ícones da comunidade gay.
Segundo ele, as letras das desse albúm são muito pessoais, praticamente uma autobiografia de sua infância. Foram trabalhados quatro singles: Grace Kelly, Relax, Take it Easy, Lollipop e Love Today.
Em 2009, chegou às lojas o, até agora, último álbum The Boy Who Knew Too Much. A primeira música de trabalho, We are Golden, sintetiza bem o conceito do segundo disco, que é uma espécie de continuação do Life in the Cartoon Motion.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=pH-3eCs8Awk]
Fonte: http://revistaquentin.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Um grande clássico do Queen, escrito por Freddie Mercury para homenagear Mary Austin, uma mulher (sim, uma mulher!) com quem Freddie teve um longo relacionamento e mesmo após ao termino eles mantiveram uma forte amizade!
A letra desta música é muito bonita e ficou um bom tempo aqui nas paradas brasileiras.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8oioH8A818w]
| Love Of My Life Love of my life, you’ve hurt me Bring it back bring it back, Love of my life don’t leave me, Bring it back bring it back, You will remember Here it back here it back | Amor da Minha Vida Amor da minha vida, você me machucou Traga de volta, traga de volta, Você teve meu amor, você agora me deixa Traga de volta, traga de volta, Você se lembrará Traga de volta, trazer de volta |
Fonte: http://floyddrock.com
Dica de: Roberto Mercury
Álbum chama-se Out of the Game e sai em abril. Saiba mais.
Rufus Wainwright vai lançar o seu novo álbum, Out of the Game , a 23 de abril.
Segundo o site Music Week, o disco, que sucede a All Days Are Nights: Songs For Lulu , de 2010, tem 12 canções e foi produzido por Mark Ronson.
“É o álbum mais pop da minha carreira e o melhor também”, afirmou já Rufus Wainwright sobre Out of the Game .
Gravado em Nova Iorque no final de 2011, o disco conta com a participação de vários notáveis – a irmã Martha Wainwright; os Dapkings, que secundaram Amy Winehouse em Back To Black ; Nick Zinner dos Yeah Yeah Yeahs e Sean Lennon, entre outros – e foi influenciado por artistas como Freddie Mercury, Elton John, David Bowie ou, como Rufus lhes chama, “todos os grandes. É também um disco muito à Rufus”.
Marcado pela morte da mãe de Rufus, mas também pelo nascimento da sua filha Viva, Out of the Game tem o seguinte alinhamento:
1. Out of The Game
2. Jericho
3. Rashida
4. Barbara
5. Welcome To The Ball
6. Montauk
7. Bitter Tears
8. Respectable Dive
9. Perfect Man
10. Sometimes You Need
11. Song Of You
12. Candles
Fonte: http://blitz.aeiou.pt
Dica de: Roberto Mercury

QUARTA-FEIRA – 08 DE FEVEREIRO
• ROCK Na quarta-feira. 08, o Personalidades do Rock traz a banda Silvermoon, tocando clássicos do Queen, no Sheridan’s Irish Pub, a partir das 21h.
Av. Bispo Dom José, 2315 Fone 41 3343 7779. Couvert entre R$10 e R$30.
Abaixo vídeo da banda tocando “Bohemian Rhapsody”, no dia 16 de dezembro de 2011, no Crossroads, em Curitiba.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8VhcQ5wAVSQ]
Para conferir a programação completa Clique Aqui
Site da banda: www.silvermoonrock.com.br
Fonte: www.paranashop.com.br
Repleto de jovens, coral do Pio X fará musical para a clássica banda de rock e procura interessados
Larissa Quintino larissa.quintino@bomdiajundiai.com.br

O jovem Thiago Loboda, 22 anos, é um dos casos da temporada de inscrições de projetos musicais aberta em Jundiaí. Participante de coros desde os 7 anos de idade e hoje estudante regência na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), em São Paulo, é dele a ideia do musical “We Will Rock You”, que será montado pelo Coral Jovem Pio X sobre as músicas da banda Queen, do vocalista Fred Mercury.
A ideia veio durante uma viagem de estudos aos Estados Unidos, quando teve contato com a partitura e o texto do musical, que trouxe para análise do grupo. “Fizemos uma reunião e todos gostaram da ideia, agora estamos em fase de montagem e também na busca de pessoas para participar”, explica.
Para o regente Otávio Piola, as músicas do Queen sempre tiveram boa aceitação entre os coralistas. “Temos um pout-porri deles no repertório de nosso espetáculo de 15 anos, que todos adoram cantar”. Mas o projeto de um musical, destaca, é uma novidade na trajetória do coral. Antes eram esquetes de musicais em apresentações mas nunca um espetáculo inteiro.
“Estamos muito empolgados”, diz Piola. Para Thiago, que está cuidando da tradução, essa sensação é ainda maior do coral. “Queremos fazer uma produção com figurinos, banda, coreografias, efeitos … tudo como os grandes musicais”, afirma.
Atualmente o Coral Juvenil do Pio X conta com 22 participantes de 13 a 25 anos. Para o musical “We Will Rock You” o grupo procura outros 18 integrantes. As inscrições podem ser feitas na sede do Pio X (rua Moisés Abaid, 218, Vila Arens), de segunda-feira a sábado. Os ensaios acontecem nos sábado, de 13h30 a 15h30, com mensalidade de R$ 40.
Canto Vivo / Já as inscrições para fazer parte do coro da Cia. Canto Vivo, com 25 anos de história e eventos como “Os Miseráveis” e “O Clube da Gula”, se encerram hoje. Não há limite de vagas. Quem tiver interesse pode ligar para (11) 4601-1836 e 9829-7291 e falar com a regente Cláudia Queiroz. Os ensaios acontecem aos sábados, de 14h30 a 18h30. A mensalidade é de R$ 50.
Projeto Guri / O polo de Jundiaí do Projeto Guri está com 616 vagas para instrumentos abertas até o dia 10 de fevereiro. A coordenadoraBenedita Rodrigues diz que não é preciso fazer testes, Basta ir à sede do Guri que fica na rua Barão de Jundiaí, 148, Centro, com os responsáveis e portando RG (ou certidão de nascimento) e comprovante de matrícula escolar.
“Podem participar crianças de 6 a 17 anos e estar matriculado regularmente na escola”, diz Rodrigues, destacando que a maior procura é por violino e a percussão. “A criançada adora”, diz.
Fonte: www.redebomdia.com.br
Com o surgimento do rock e sua associação ao cinema, o caminho para as cinebiografias foi algo natural
Com a apropriação da música pop pelo cinema e vice-versa, nada mais natural que artistas e suas bandas tenham ido parar na telona. No início, a estratégia tinha viés essencialmente comercial – o filão do público adolescente era lucrativo, então pouco importava se a trama ou as atuações fossem ruins, desde que os cantores pudessem mostrar seu último hit e, assim, vender álbuns e alavancar suas carreiras.
Os produtores do filme também ganhavam, pois a presença desses astros garantia bilheteria polpuda. Basta lembrar, por exemplo, a longa sequência de títulos estrelados por Elvis Presley, que fez mais de 30 filmes questionáveis entre 1956 e 1969, como “Ama-me com ternura” (Love me tender, 1956) e “O seresteiro de Acapulco” (Fun in Acapulco, 1963). O Rei do Rock foi um dos primeiros a firmar parceria com o cinema.
Apenas na metade dos anos 1960 é que o uso da música pop pelo cinema foi levado mais a sério, indo além do esquema de apinhar as produções com números musicais intercalados por um enredo que servia unicamente de pretexto.
“Ao longo da história, as indústrias cinematográfica e fonográfica começaram a se confundir e, hoje, ambas fazem parte de grandes conglomerados de entretenimento. Essa sinergia não se dá apenas de modo comercial, mas afeta esteticamente ambas”, explica o jornalista Fábio Freire.
Nesse momento, o caminho para as cinebiografias foi algo natural – qual fã não gostaria de ver a trajetória de seus ídolos revivida nas telas? As cinebiografias de astros pop são descendentes diretas do estreitamento da relação entre música pop e cinema. Se a música está cada vez mais presente narrativamente, por que não abrir espaço para ela também tematicamente, dedicando filmes para contar histórias relacionadas a esse universo?”, questiona Freire.
Baseado em fatos reais
Para o jornalista, dentro da lógica atual de midiatização de tudo, não é de se espantar que a lista de produções sobre astros pop seja cada vez maior. “Tina Turner, Johnny Cash, Ray Charles, Jim Morrison, Billie Holiday, John Lennon, todos já ganharam suas cinebiografias. A música pop não é só um elemento narrativo para o cinema, ela é também uma fonte temática bastante interessante”, avalia.
Dos punks do Sex Pistols – nos filmes “Sid & Nancy – O Amor Mata” (Sid and Nancy, 1986) e no mockumentary “The Great Rock ´n ´Roll Swindle” (1980) – à chansonnier Edith Piaf, em “Piaf – Um Hino ao Amor” (La Môme, 2007), passando por lendas norte-americanas como The Doors (em “The Doors – O Filme”, 1991), Ray Charles (“Ray”, 2004), Bod Dylan (“Não estou lá”, 2007) e David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed (em “Velvet Goldmine”, 1998), forem inúmeros os artistas que ganharam versões cinematográficas para suas vidas e carreiras.
No Brasil, o gênero é representado por títulos como “Cazuza – O Tempo não Para” (2004), “2 Filhos de Francisco – A História de Zezé di Camargo e Luciano” (2005), entre outros, além de alguns trabalhos para TV, como “Maysa – Quando fala o coração”. Para 2012, já está confirmada a filmagem da cinebiografia de Cássia Eller.
Em julho próximo, estreia “Somos Tão Jovens”, dirigido por Antonio Carlos Fontoura, sobre a vida de Renato Russo, líder do Legião Urbana. Lobão também deve ganhar espaço nas telas, após vender os direitos de sua biografia “Lobão – 50 anos a mil”, lançada no final de 2010, para o produtor Rodrigo Teixeira. Dois mil e doze, aliás, será um bom ano para filmes sobre músicos e bandas, com a realização de filmes sobre Elvis Presley, Jeff Buckley e Freddie Mercury, para citar alguns. A cinebiografia do Rei do Rock deverá se chamar “Name and Fortune”, e marcará os 35 anos de sua morte, completados em agosto próximo. O roteiro será baseado no livro “Still Taking Care of Business”, escrito por seu amigo Sonny West.
O cantor Jeff Buckley (morto por afogamento acidental em 1997) receberá duas homenagens este ano. Enquanto “Greetings From Tim Buckley” não conta com apoio da família do artista e aposta em Penn Badgley (da série Gossip Girl) para protagonista, o segundo filme, ainda sem nome confirmado, terá produção executiva da própria mãe de Jeff, Mary Guibert, além de direção Jake Scott (filho de Ridley Scott) e o ator, cantor e compositor Reeve Carney no papel principal.
Já a cinebiografia de Mercury (vocalista da banda britânica Queen, falecido em 1991, por consequências da Aids) começará a ser rodada nos próximos meses. O comediante Sacha Baron Cohen (“Borat”, “Brüno”) vai interpretar o astro. O filme vinha sendo especulado há tempos.
Fonte: www..globo.com
A cantora britânica Adele já passou de 20 semanas não consecutivas no topo das paradas do Reino Unido, igualando um recorde estabelecido por Queen e Oasis. As informações são do Gigwise.
Queen e Oasis tiveram, respectivamente, oito e nove álbuns nas paradas para alcançar este feito.
O álbum 21, de Adele, também quebrou recordes ao se tornar o primeiro álbum no Reino Unido a chegar a 16 semanas no topo das listas de sucesso dos Estados Unidos, igualando o recorde estabelecido pela trilha sonora do filme Titanic.
Fonte: www.rna.ao/radiofm/
Por: Jornal do Brasil | Gilberto Rodrigues
Aula de geografia. A professora mostra o mapa da América do Sul para os alunos. Ao falar da Argentina, comenta que existe um arquipélago em disputa com o Reino Unido. Como deveríamos chamar: Malvinas ou Falkland? A resposta a essa questão indicará a preferência não apenas da professora mas de todos que se manifestem sobre o tema.
Em 2012, completam-se 30 anos da Guerra das Malvinas/Falkland. Uma guerra que a ditadura argentina perdeu para o governo conservador britânico de Margareth Tatcher, a Dama de Ferro. Para os argentinos, um capítulo triste e vergonhoso de sua história. Para os britânicos, ao som de We are the champions (Nós somos os vencedores), do Queen, um momento de afirmação de sua soberania sobre as ilhas e de seu poderio militar, em plena Guerra Fria.
Passadas três décadas, a Argentina segue reivindicando com barulho a soberania sobre as Ilhas Malvinas (Las Malvinas son argentinas) e os britânicos continuam fleumáticos e impassíveis nas Ilhas Falkland. Porém, fatos novos entram em cena e estão alterando o equilíbrio de forças políticas e diplomáticas nesse embate.
Os países da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), sob a liderança do Brasil, não querem que nenhum país de fora da região faça exercícios militares no Atlântico Sul. O Reino Unido não apenas teima em manter suas naves bélicas como anunciou que irá explorar petróleo no território marítimo das ilhas. Em razão disso, a Unasul passou a declarar apoio à Argentina em seu pleito. Mais: Argentina e Uruguai proibiram qualquer empresa que explore petróleo nas Malvinas de utilizar os seus portos e de atuar no país.
Já os habitantes das ilhas preferem ficar com os britânicos e reagem indignados à política de Buenos Aires (ver www.falkland.gov.fk), mas a Casa Rosada afirma que todos nas Ilhas são manipulados pela Corte de St. James. Não há dúvida de que está em curso a maior estratégia de defesa coletiva contra a soberania britânica sobre as Malvinas/Falkland até hoje vista. Não à toa, o chanceler William Hague veio ao Brasil em busca de apoio à posição britânica, preparando futura visita do príncipe William. Por enquanto, Malvinas/Falkland permanecem como a dupla expressão dos mapas isentos.
Gilberto Rodrigues, professor do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, foi professor visitante da Universidade de Notre Dame (EUA) e é doutor em Relações Internacionais pela PUC-SP
Fonte: www.jb.com.br
Maiores informações:
Site Oficial Classical Queen: www.classicalqueen.com.br
Blackmore Rock Bar: http://www.rocktvbar.com.br
Alameda dos Maracatins, 1.317
Moema – São Paulo – SP
Telefones: (11) 5041-9340 (Sexta a Domingo após as 18 hr)) e (11) 6684 0244 (Segunda a Sexta – das 12 as 20 hr)
Álbuns que trazem nova masterização são retratos do fim do grupo de Freddie Mercury

No ano passado, o Queen completou 40 anos e várias ações foram feitas para comemorar a data. A mais acessível delas foi o relançamento de todos os 15 discos da carreira, com nova mixagem e um CD bônus que acompanha os álbuns e que traz versões ao vivo, lados B e sobras de estúdio das gravações.
Depois de lançados os primeiros discos, já está disponível a terceira e última leva, que traz os últimos cinco álbuns gravados pela banda e que foram lançados entre 1984 e 1996. Para os não iniciados, só a possibilidade de descobrir alguns dos últimos clássicos da banda de Freddie Mercury vale a audição. Mas os fãs vão mesmo é se esbaldar com os conteúdos extras dos discos, que mostram toda a capacidade do grupo, que também tinha Roger Taylor na bateria, John Deacon no baixo e Brian May na guitarra.
Em ordem cronológica, o primeiro disco desse lote é The works, lançado em 1984 e que marcou o retorno do Queen a um som mais rock, depois da experimentação sonora de Hot space (1982). O álbum conta com dois sucessos absolutos da banda, Radio Ga Ga e I want to break free, que ajudaram a colocar a banda de volta nos trilhos do sucesso. Para divulgar o disco, o quarteto fez uma segunda passagem pelo Brasil (a primeira foi em 1981), onde foi a atração principal da hoje lendária primeira edição do Rock in Rio.
No disco bônus, duas versões ao vivo, gravadas no festival, mostram que as apresentações foram realmente históricas. As faixas Is this the world we created…? e It’s a hard life, outro dos sucessos do álbum, deixam clara toda a energia e entrega do Queen no palco do Rock in Rio.
Lançado em 1986, A kind of magic foi o último disco do Queen que teve turnê de divulgação, já que, no ano seguinte, Freddie Mercury seria diagnosticado com Aids. Além da faixa-título, trouxe músicas como One vision, Friends will be friends e a pesada Princess of the universe, que virou tema principal do filme Highlander. O álbum todo, aliás, carrega o status de trilha sonora não oficial do longa sobre os guerreiros espadachins imortais, já que seis das nove músicas aparecem na película. O disco bônus tem versão de A kind of magic feita para o filme, além de algumas sobras de estúdio.
The miracle, de 1989, conta com uma arte de capa marcante, que uniu digitalmente o rosto dos quatro integrantes do Queen. A manipulação hoje pode até parecer trivial, mas na época, sem as facilidades dos programas de edição, o trabalho artístico chamou bastante a atenção. Ainda bem, pois o trabalho é bastante irregular. Se destacam a faixa-título, no estilo épico típico do Queen, e I want it all, com riffs e um solo digno do heavy metal que imperava nas rádios da época.
Innuendo foi o último disco lançado com Freddie Mercury ainda vivo. Chegou às lojas em fevereiro de 1991, em meio aos boatos sobre o estado de saúde do vocalista. A incerteza dos fãs quanto ao futuro da banda ajudou a impulsionar as vendas do disco, que reúne músicas marcantes como I’m going slightly mad, a faixa-título, These are the days of our lives e a icônica The show must go on, que tocou à exaustão nas rádios. Dez meses depois do lançamento de Innuendo, Freddie Mercury morreria em decorrência de complicações provocadas pela doença.
Made in heaven, lançado em 1995, contou com bases de piano e vocais gravados previamente por Mercury. O disco é imperfeito, mas mostra o esforço dos integrantes remanescentes em dar um fechamento digno para a carreira do grupo. Apesar das músicas Heaven for everyone e It’s a beautiful day, vale mais como registro final do que qualquer outra coisa.
É fato que os últimos discos do Queen deixam a desejar em genialidade, principalmente quando comparados com os trabalhos anteriores, como A night at the opera e News of the World. Mas vários bons momentos podem ser pinçados pelo ouvinte nesses cinco álbuns. Porém, o esforço do grupo para voltar ao topo, a experimentação com elementos típicos dos anos 1980 e os últimos momentos de Mercury é que verdadeiramente fazem desses trabalhos fundamentais para qualquer um com um mínimo de interesse na trajetória de uma das maiores bandas de rock da história.
Fonte: www.divirta-se.uai.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Iranianos aproveitaram a grande quantidade de neve acumulada na última semana após tempestades em Teerã e fizeram um boneco de neve curioso. Com uma folha representando um bigode, a escultura lembra o falecido cantor Freddie Mercury, da banda de rock britânica “Queen”. O boneco foi feito no Parque Mellat, no norte da capital iraniana.

João Paulo Rodrigues interpreta Freddie Mercury: “I Want To Break Free” – A Tua Cara Não Me é Estranha – Programa do dia 22 de Janeiro de 2012.
Para assistir Clique Aqui
Fonte: www.tvi24.iol.pt
Dica de: Roberto Mercury
Como já era previsto, o primeiro lote de ingressos para a única apresentação do GOD SAVE THE QUEEN em São Paulo se esgotaram rapidamente, porém ainda existem ingressos para todos os setores. Não perca tempo e garanta o quanto antes seu ingresso.
Preços de meia entrada a partir de R$ 40,00 fazem que as vendas sejam acima do esperado. Portanto garanta logo o seu diretamente nas bilheterias do Via Funchal ao pelo site www.viafunchal.com.br
Seviço:
God Save The Queen
Via Funchal 03 de Fevereiro de 2012
22 horas
Platéia VIP R$ 220,00
Platéia Premium R$ 180,00
Platéia 1 R$ 120,00
Platéia 2 R$ 80,00
Mezanino Central R$ 120,00
Mezanino Lateral R$ 100,00
Camarote R$ 180,00
Fonte: http://whiplash.net
Brian postou comentário e fotos em seu site oficial (www.brianmay.com) sobre sua ida ao show da banda Chickenfoot:
“Eu me diverti muito com eles no último final de semana. E meu Deus – que enciclopédia de como tocar rock de qualidade.
Chickenfoot rock – simplesmente real, brilhante musicalidade… Muito poder e paixão.
Bri”





Brian com a a banda Chickenfoot
fotos por cortesia de Christie Goodwin
Tradução: Rafael Cooper
Fonte: www.brianamay.com
Mas que mal é que Freddie Mercury fez aos Funcionários Publicos para, em dois anos consecutivos, fazerem esta linda figura.
Freddie Mercury revirou-se no caixão e tapou os ouvidos.
2010
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rqIb4PBGrGs]
2011
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hKMQxph5OIo&hd]
Fonte: http://retinadiaria.blogspot.com/
Dicade: Roberto Mercury
O resultado está aqui! O vencedor, escolhido por Roger, Brian, Justin e Kris, da equipe do estúdio do Queen, é Andy Myers com seu Don”t Stop Me Now DJ Kenneth A mix.

Andy ganhou vários prêmios, que inclui uma sessão de masterização nos estúdios Metropolis, em Londres, um Blu-ray “Days Of Our Lives ‘, uma edição de luxo do DVD “Live at Wembley Stadium”, um livro ’40 Years of Queen’, uma cópia autografada do ‘Queen Jazz’ , “Deep Cuts” – Volumes 1, 2 e 3 e US $ 1.000 em dinheiro.
Escute abaixo Don”t Stop Me Now DJ Kenneth A mix
Fonte: www.queenonline.com
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