Publicada em 05, Feb, 2012 por André Punski (ROCK SP) (www.musicao.com.br)

A Argentina está exportando covers e projetos de altíssimo nível para o mundo, o primeiro de maior evidencia foi o “The Beats” que faz um belo trabalho com a obra do quarteto inglês “The Beatles”; desta vez foi com outro quarteto, também inglês, aonde o grau de perfeição chega a espantar, o “Queen”.

Com a casa cheia os presentes sanaram parte de uma carência que perdurará para sempre, jovens viram algo mitológico e muitos reviveram uma época onde foi possível crer que o “Queen” realmente existiu.

A semelhança de Pablo Padin com o ícone Freddie Mercury é algo indescritível, até mesmo de perto é algo estrondoso. Já os outros integrantes são parecidos por estarem com cortes de cabelo, roupas e pelos trejeitos; pois de perto não há tanta semelhança quanto a fisionomia.

O set list executado não deu folga e sem pudor músicas como “Under Pressure”, “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga” e “Play The Game” levantaram o público. Outras como “One Vision”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust” e “Bohemian Rhapsody” soltaram o grito do pessoal. Mas a emoção veio mesmo em “Somebody To Love”, “Love Of My Life” e “We Are The Champions” e os mais exaltados não tiveram como conter o choro.

Para o bis, Pablo voltou enrolado na bandeira do Brasil, o que para nós é fazer a média. Nós sempre exigentes e participativos nos shows e espetáculos, somos recíprocos quando o artista merece.

O evento foi tratado como um espetáculo, um mezanino esteve montado e acomodou o público de forma organizada e respeitosa.

SET LIST: 1. One Vision / 2. Under Pressure / 3. Radio Ga Ga / 4. Somebody To Love / 5. Play The Game / 6. Fat Bottomed Girls / 7. In The Lap Of The Gods/Seven Seas Of Rhye / 8. Crazy Little Thing Called Love / 9. Another One Bites The Dust / 10. Kind Of Magic / 11. I Want It All / 12. Guitar Solo / 13. Now I´m Here / 14. Save Me / 15. Love Of My Life / 16. Killer Queen / 17. Keep Yourself Alive / 18. Drums Solo / 19. I Want To Break Free / 20. Bohemian Rhapsody. BIS: 21. The Show Must Go On / 22. We Will Rock You / 23. We Are The Champions

Algumas fotos:
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Fonte: www.musicao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Adam se apresentou com a banda no EMA 2011
Adam se apresentou com a banda no EMA 2011

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“De forma alguma tentarei substituir Freddie Mercury. É impossível”, contou Adam Lambert ao jornal Daily Star ao confirmar que fará uma série de apresentações com Brian May e Roger Taylor em um retorno do Queen para este ano.

A ideia, segundo Lambert, é “fazer um tributo cantando músicas foda” . “Queremos manter a música viva para os fãs e tentar dar energia suficiente para deixar Freddie orgulhoso”, explicou o vencedor do American Idol.

Os três ainda não discutiram a criação de músicas novas, mas o cantor acha a possibilidade interessante.

Adam Lambert se apresenta ao lado de Brian May e Roger Taylor
Adam Lambert se apresenta ao lado de Brian May e Roger Taylo

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dam Lambert, segundo colocado do reality show musical American Idol de 2009, vai assumir o posto de vocalista do Queen. O cantor já havia se apresentando com a banda em novembro, durante o European Music Awards, premiação da MTV. “É para manter a música viva. Isso é para os fãs”, disse Lambert em entrevista ao tabloide britânico Daily Star. “E dar uma energia a elas da qual Freddie Mercury teria orgulho”, completou.

Segundo informações do jornal, a reestreia do grupo será no festival Sonisphere, marcado para acontecer entre os dias 6 e 8 de julho na Europa. “Após o EMA, eu ouvi algumas pequenas reclamações de pessoas que disseram: ‘Você não pode substituir Freddie Mercury’. Mas eu já sabia isso”, disse Lambert. “Eu não tenho intenção de substituí-lo. Isso é impossível.”

Sobre a possibilidade do Queen lançar um disco de inéditas com Lambert no vocal, o músico disse que ainda não houve uma discussão a respeito, mas afirmou estar preparado. “Eu estaria tranquilo em gravar com Brian May e Roger Taylor. Ser chamado para ser frontman do Queen é a melhor coisa que pôde acontecer.”



Fontes:  www.mtv.com.br  |  www.virgula.com.br

Mais dois portais divulgaram a notícia de que Adam Lambert sairá em turnê com o Queen



O Queen já escolheu o substituto de Freddie Mercury: agora a força está com Adam Lambert!
O Queen já escolheu o substituto de Freddie Mercury: agora a força está com Adam Lambert!



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Quem não fica saudoso quando o assunto é Freddie Mercury, não é mesmo, minha gente? Mas, se você é daqueles ‘pudicos’ que não conseguem nem pensar em um retorno da banda sem seu líder, é melhor nem continuar lendo a nota a seguir. Pois o Queen está de volta mesmo!

No comando da banda, Adam Lambert, ex-‘American Idol’, que já havia, aliás, se apresentado com o grupo durante o MTV Europe Music Awards.

O grupo se apresenta em julho, no festival itinerante Sonisphere, pela Europa. Já sobre um álbum com faixas inéditas, ainda não há nada confirmado. Será que o resultado será digno, galera?

www.dropmusic.com.br

Adam Lambert, que participou do American Idol, é o novo vocalista do Queen, pelo menos para a próxima turnê do grupo.

Lambert foi chamado por Brian May depois que cantou, ao lado da banda, as canções The Show Must Go On e We Are the Champions durante o MTV European Music Awards em novembro passado. O vocalista afirma que “não tem intenção” de substituir Freddie Mercury (como se isso fosse capaz).

“A intenção é homenagear Freddie a a banda cantando suas canções. Isso mantém a música viva para seus fãs”, explicou ao The Daily Star.

No ano passado até o nome de Lady Gaga foi espalhado como possível vocalista do Queen, talvez tivesse sido melhor se fosse ela mesmo.


Fontes:  www.jb.com.br   |   www.dropmusic.com.br


Matéria publicada no site: http://whiplash.net escrita por Leandro Anhelli


Perfeccionismo. Esta é a palavra que me veio à mente após assistir à apresentação realizada pela banda tributo GOD SAVE THE QUEEN nesta sexta-feira de muito calor em São Paulo. Já muito conhecido dos brasileiros (a banda tem passado por aqui todo ano, desde 2008), os nossos “hermanos” argentinos Pablo, Francisco, Matias e Ezequiel são fiéis ao grupo que prestam homenagem: o grandioso QUEEN.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

God Save The Queen – Via Funchal, São Paulo – SP

Fotos por Leandro Anhelli (www.anhelli.com.br)

A apresentação não teve pista e a plateia se dividiu nas muitas mesas espalhadas pela Via Funchal lotada. De onde eu estava, ao lado da mesa de som, procurei observar se havia muitos lugares vazios na parte de baixo da casa e percebi que praticamente não tinha espaço algum. Até as mesas mais distantes do palco tinham sido compradas e estavam ocupadas.

Casa cheia e todos prontos para ouvir clássicos de uma das maiores bandas de Rock do mundo, a começar por “One Vision”, que abriu o show, às 22:30hs, inicialmente marcado para 22hs. Devidamente caracterizados como seus ídolos, os músicos foram recebidos com entusiasmo pelo público e emendaram logo no início mais duas grandes músicas: “Under Pressure” e “Radio Ga Ga”.

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O som, já desde o início, estava ótimo e se ouvia com perfeição todos os instrumentos, tocados com igual perfeição pelos músicos. A qualidade de som, aliada às luzes coloridas do palco deixavam claro que seria mais uma grande homenagem ao QUEEN.

Se no palco os músicos faziam muito bem a parte deles, em canções como “Crazy Little Thing Called Love” e “Another One Bites The Dust” os fãs acompanhavam com palmas e engrandeciam ainda mais o espetáculo, obedecendo aos pedidos do vocalista. Pablo tem um timbre de voz bastante parecido com o de Freddie Mercury e o incorpora de forma realmente fiel, tanto nos trajes e trejeitos, quanto ao cantar e tocar piano.

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Nem preciso dizer que grande parte das canções foi cantada pelo público a plenos pulmões, como em “I Want It All”, que foi seguida por um solo de guitarra de Francisco.

Para fechar a primeira parte do show, antes do famoso bis, a banda escolheu o grito de liberdade de “I Want To Break Free”, com Pablo voltando ao palco caracterizado como mulher, e ainda “Bohemian Phapsody”, que fez o público levantar das cadeiras para aplaudir.

As luzes se apagaram à meia-noite e poucos segundos depois se acenderam novamente, para a banda retornar com “The Show Must Go On”, “We Will Rock You”, com Pablo enrolado em uma bandeira do Brasil, e então “We Are The Champions”.

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Embora depois dessa trinca final a casa ainda continuava com as luzes apagadas, tudo indicava que realmente o show havia acabado e muitos dos presentes, inclusive este redator que vos escreve, já se preparavam para se retirar, quando o grupo retornou ao palco novamente para tocar uma canção que não estava inicialmente no set list que o operador da mesa de som utilizava como referência.

Com toda a plateia em pé, o hino do Rock “Tie Your Mother Down” fechou a apresentação do GOD SAVE THE QUEEN, com quase duas horas de duração.

Resumo da noite: uma Via Funchal lotada de fãs para receber de braços abertos os também fãs (e músicos) do GOD SAVE THE QUEEN, todos juntos para prestar uma linda homenagem a esse gigante do Rock, o QUEEN.

Certamente o legado deixado pela formação clássica da banda está em boas mãos com o GOD SAVE THE QUEEN. Voltem sempre a São Paulo e ao Brasil.

Agradecimentos a Miriam Martinez pela atenção e credenciamento.

Banda:

Pablo Padin (vocais/violão/piano)

Francisco Calgaro (guitarra)

Matias Albornoz (bateria)

Ezequiel Tibaldo (baixo)

Set List:

1. One Vision
2. Under Pressure
3. Radio Ga Ga
4. Somebody To Love
5. Play The Game
6. Fat Bottomed Girls
7. In The Lap Of The Gods/Seven Seas Of Rhye
8. Crazy Little Thing Called Love
9. Another One Bites The Dust
10. Kind Of Magic
11. I Want It All
12. Solo Guitarra
13. Now I´m Here
14. Save Me
15. Love Of My Life
16. Killer Queen
17. Keep Yourself Alive
18. Solo Bateria
19. I Want To Break Free
20. Bohemian Rhapsody

Bis

21. The Show Must Go On
22. We Will Rock You
23. We Are The Champions

Bis 2

24. Tie Your Mother Down

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Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Em matéria do “Globo Reporter”, desta sexta-feira – 03/02/2012, sobre o Arquipélago de Zanzibar, Freddie foi citado como filho ilustre da ilha.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=WSXyJjJ2yng]

Pablo Padin interpreta Freddie Mercury; Sérgio Faga, Bruce Dickinson; e Sandro Peretto, John Lennon
Pablo Padin interpreta Freddie Mercury; Sérgio Faga, Bruce Dickinson; e Sandro Peretto, John Lennon

DAVID SHALOM
Direto de São Paulo

Desde que a música como a conhecemos surgiu, pessoas se dedicam à execução de canções daqueles que as influenciaram. Do erudito Wolfgang Amadeus Mozart aos meninos de Liverpool dos Beatles, todos interpretaram covers em algum momento de suas carreiras – até por este ser o primeiro passo dado por um jovem quando adquire o primeiro instrumento: aprender músicas de seus artistas preferidos para tocar com os amigos, fazendo surgir mais e mais grupos do gênero. Nos últimos anos, no entanto, este nicho tem crescido de tal forma que uma avalanche de projetos altamente profissionais vêm se destacando ao criar uma carreira sólida girada exclusivamente em torno de seus ídolos.

Com altos investimentos em formação musical, equipamentos, estrutura e vestimentas, essas bandas contam com uma estrutura até há pouco tempo tida como irreal para qualquer trabalho do gênero. Se antes eram vistas como hobbies ou pontes para a realização de negócios autorais, com raros shows feitos em bares e botequins, hoje elas contam com empresários, contratos, turnês, fãs e todas as características próprias dos artistas em que se inspiram.

“No Brasil temos uns mil covers de Iron Maiden. Então, para se destacar no meio desse mar de bandas você precisa ter um diferencial”, explica Eric Claros, 29, baterista do Children of the Beast, tributo oficial ao Iron Maiden no País. “Assim, compramos todos os equipamentos iguais aos dos caras da banda: o baixo do Steve Harris, a guitarra signature do Dave Murray, a bateria que o Nicko (Mc Brain) usou quando tocou por aqui, com todos os pratos iguais.”

E os investimentos não se limitam ao gasto com instrumentos. O enorme volume de conjuntos com essa proposta obriga os músicos a de fato procurar personificar o artista, tanto musicalmente quanto na forma de se vestir, falar e se mover. “Nosso espetáculo é 50% música, 50% produção”, conta Sandro Peretto, 38, o “John Lennon” da All You Need is Love, principal banda brasileira de tributo aos Beatles da atualidade, que investiu até em sessões de fonoaudiologia para soar igual ao ídolo, inclusive no sotaque e na voz naturalmente anasalada. “Estudamos toda a movimentação deles em arquivos, vídeos, entrevistas, discursos. A ideia é que o público viaje nessa ideia de que está vendo os Beatles mesmo”.

O verdadeiro teatro armado por esses músicos é capaz de conferir a quem os assiste a verdadeira sensação de estar vendo o ídolo no palco, fator primordial para o seu sucesso. O Children, por exemplo, leva a seus shows diversos cenários, uma verdadeira bagagem com roupas feitas por encomenda para serem trocadas durante a apresentação, além de um boneco do Eddie, o mascote dos britânicos, com quase três metros de altura, conferindo ainda mais realismo ao espetáculo. “Quando tocamos em São Paulo as pessoas acham legal. Mas, ao viajarmos para lugares mais distantes, cidades do interior onde o Iron provavelmente nunca vai pisar, os caras têm a impressão de estar vendo a banda original, chegando ao ponto de se dirigirem a nós chorando após o fim do set”, conta Claros, que acaba de retornar de Assunção, Paraguai, onde fez show com o sexteto para quase oito mil pessoas.

Cruzando fronteiras
Com ao menos dez passagens pelo Brasil, o quarteto argentino Dios Salve La Reina, desde 1998 dedicado a coverizar os principais sucessos do Queen, é um dos melhores exemplos de bandas tributo com popularidade além da fronteira de seu país. Seus integrantes, que se apresentam nesta sexta-feira (2) no Via Funchal, em São Paulo, já realizaram turnês pela América Latina e Europa, chegando a fazer uma média de 80 shows por ano, número invejável até para grupos com material próprio conceituados no mercado.

“Parece mais fácil fazer uma banda tributo, mas, pelo menos no nosso caso, não é bem assim”, garante o cantor Pablo Padin, 36, que, assim como o líder do Queen, veste jaqueta amarela, coroa e toca piano nos shows, dando ao público a ilusão de estar vendo o próprio Freddie Mercury sobre o palco. “Temos a preocupação de prestar o tributo como eles merecem e a prova de que o público percebe isso reside no fato de estarmos sempre por todos os lados, viajando e tocando em países diferentes”.

Profissão Cover
Os investimentos e o enorme número de shows culminam, naturalmente, em uma verdadeira virada na realidade desses músicos. Isso porque, se antes precisavam trabalhar em serviços comuns para obter sustento, eles acabam se vendo na urgência de deixar seus empregos para poder se dedicar inteiramente à corrida agenda tão recorrente de seus ídolos. “Nosso baixista acabou de largar um cargo de analista financeiro para viver de música porque não conseguia conciliar as duas coisas”, exemplifica Claros, produtor de vídeos nas horas vagas. “Ele precisava tomar uma decisão e, claro, preferiu tocar do que ficar trabalhando de terninho em escritório”.

Se, com seus 60 shows anuais, a maioria dos integrantes do Children ainda consegue manter o trabalho comum nos dias úteis, complementares à renda da banda, os músicos do Dios Salve a La Reina já vivem em outro estágio. Assim como o próprio Queen, os argentinos se dedicam em tempo integral à banda, conseguindo há pelo menos três anos obter o sustento proveniente apenas dos palcos. “Graças a Deus conseguimos nos virar bem com aquilo que ganhamos nos shows. A cada dia que passa parece que vamos deixar de viajar ou, quem sabe, viajar menos. Mas, quando menos esperamos, aparecem mais e mais datas para fazermos e acabamos não parando nunca”, conta Padin.

No sentido de produção, o All You Need is Love foi ainda mais longe. Depois de obter sucesso com sua performance em shows por todo o território brasileiro, o empresário do quarteto conseguiu fazer algo praticamente impensável a qualquer grupo dedicado a covers. Com os direitos de execução das canções dos Beatles cedidos pela gravadora que os detém, a Sony Music, a banda lançou em 2010 seu primeiro DVD, com vendagens acima de 25 mil cópias.

“É incrível o que conseguimos em tão pouco tempo”, exalta Peretto, atualmente focado na pré-produção do segundo DVD do grupo. “Não sei se dá para ficarmos milionários com este trabalho e esse não é nem de longe o nosso objetivo. Mas, se isso acontecer, teremos a certeza de ter chegado onde queríamos, que é tocar por todo o mundo. Por que não?”.

Próximos eventos:
Dios Salve a La Reina (God Save the Queen) – São Paulo
Data: 03 de fevereiro
Local: Via Funchal – R. Funchal, 65 Horário: 22h00
Informações: (11) 3846-2300
Preços
Platéia VIP: R$ 220
Platéia Premium: R$ 180
Platéia 1: R$ 120
Platéia 2: R$ 80
Mezanino Central: R$ 120
Mezanino Lateral: R$ 100
Camarote: R$ 180

Children of the Beast – São Paulo
Data: 4 de fevereiro
Local: Manifesto Bar – Rua Iguatemi, 36 – Itaim Bibi
Horário: 22h
Informações: (11) 3168-9595

All You Need is Love – Araçatuba
Data: 11 de fevereiro
Local: Espaço Bela Vista – Rodovia Nametala Rezek, S/N – Traitu
Informações: (18) 3624-6076


Fonte: www.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

‘A ideia é fazer um tributo ao Freddie (Mercury, líder do Queen, morto em 1991) e à banda cantando algumas boas canções’, diz ele ao TMZ.

Adam Lambert (Foto: Getty Images)
Adam Lambert (Foto: Getty Images)

Adam Lambert, ex-candidato do “American Idol”, contou que vai substituir Freddie Mercury em shows do Queen.

“A ideia é fazer um tributo ao Freddie (Mercury) e à banda cantando algumas boas canções. É para manter a música viva para os fãs e dar a eles a energia que Freddie se orgulharia”, disse Adam ao site TMZ.

Freddie Mercury, líder do Queen, morreu em decorrência do vírus HIV em 1991. Adam já tinha cantado “We are the champions”, hit da banda inglesa, em uma apresentação no “American Idol” na grande final de 2009.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0BiegN4-iT4]


Fonte: www.globo.com
Dica de: Roberto Mercury


Um show ao vivo com os habitantes do planeta Voca é melhor do que parece em qualquer vídeo. Também pudera! Com seu jeito original e trejeitos sincronizados, o grupo apresenta um espetáculo único que pode ir da música clássica ao pop sem que se note a transição e sem a presença de um só instrumento musical  -todos os sons são reproduzidos pelos oito integrantes do grupo. Neste vídeo eles apresentam um medley do Queen no festival de comédia de Montreux de 2010.

Se a coisa caminhar assim é bem possível que façamos a Sexta de Bohemian Rhapsody no MDig.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=QIaVPHRU1kE]


Fonte: www.mdig.com.br
Dica de: Gustavo Leal

Em vídeo oficial promocional da música “Nothing’s Gonna Stop Us”, da banda The Darkness, o Queen aparece a partir de 1:30.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lEhgNW-l2Ys]


Dica de: Roberto Mercury

Pedro Antunes

A semelhança é assombrosa, mas o cantor argentino Pablo Padin, de 36 anos, nunca havia se dado conta. Deixando o bigode crescer, bem aparado, ele fica a cara de Freddie Mercury (1946-1991). E é incorporando uma versão portenha do lendário cantor inglês que ele roda o mundo com o God Save The Queen.

O nome é o hino do Reino Unido e uma contestadora música do Sex Pistols. Mas, no caso de Padin, a ideia é homenagear o Queen e, neste tributo, eles já passaram por Europa, Estados Unidos, América do Sul. Amanhã, eles se apresentam na Via Funchal, na Vila Olímpia, às 22h.

Natural de Rosario, ao norte da Argentina, Padin começou a ouvir rock ainda pequeno. Mas foram os arranjos vocais sofisticados do Queen vindos do quarto do irmão que chamaram a atenção do garoto de 16 anos. “A própria imagem de Freddie sempre foi algo que me chamou a atenção”, lembra. “Queria conseguir cantar como ele, e fui treinando, treinando, treinando…”

O God Save The Queen foi criado em 1998. Padin tocava com o baterista Matias Albornoz. “Tocávamos numa banda que tinha um repertório mais variado, não só Queen”, explica o Freddie cover. Um amigo indicou o baixista Ezeguiel Tibaldo, que, por fim, trouxe o guitarrista Francisco Calgaro.

Preocupados com a boa qualidade das músicas executadas, e para serem fiéis a Mercury, Brian May (guitarra), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria), os argentinos passaram um ano ensaiando. “Isso tudo faz parte da excelência, do nível de qualidade que queremos atingir. O Queen é uma banda com fãs fervorosos. Precisamos ser perfeitos”, diz o vocalista. “Começamos em lugares pequenos, para pegar o ritmo no palco. Tudo faz parte do show.”

A primeira visita ao Brasil foi em 2006, e a última, no ano passado. Segundo Padin, o público brasileiro se equipara ao chileno quando o assunto é empolgação. “É claro que é difícil comparar os públicos, mas eu acho que vocês gostam muito de rock e têm uma disposição enorme para dançar, cantar, isso tudo me impressiona.”
O repertório é escolhido a dedo para pegar os fãs pela emoção. Clássicos são selecionados entre os 17 álbuns da discografia completa do Queen: We Will Rock You, Love of My Life, Crazy Little Thing Called Love, Radio Ga Ga e Bohemian Rhapsody, esta última a preferida de Padin.

Em 2011, foram comemorados os 65 anos de nascimento de Freddie Mercury, que morreu em 1991, após ter contraído HIV. O mundo nunca mais viu (ou ouviu) outra banda tão inventiva. Então, quando o cansaço pela falta de novidade nas rádios bater, ouvir um clássico é sempre uma saída acertada. E Padin, com um bigode verdadeiro (segundo ele) é uma opção interessante. ::

DIVIRTA-SE
God Save The Queen – Um Tributo ao Queen.
Via Funchal.
R. Funchal, 65, Vila Olímpia.
Telefone: 3846-2300.
Sexta-feira (dia 3), às 22h.
R$ 80 a R$ 220.


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades
Dica de: Roberto Mercury

Parece que Mika está conseguindo agradar aos mais variados gostos. O cantor libanês, criado na França, até os nove anos, e naturalizado inglês, história parecida com a de Farohk Bulsara (natural do Zanzibar, atual Tanzânia), o ícone Freddie Mercury. Eles conseguiram quebrar paradigmas e preconceitos. O conjunto o torna uma referência, o estilo de música, a voz, as performances e os cenários dos shows servem como ilustração para o que seria pop.

Na noite de segunda-feira, dia 28, ele foi premiado pelo NRJ Music Awards, um prêmio francês, como artista masculino do ano. Ele apresentou uma performance de “Elle me dit” durante a cerimônia.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wcFFfYh7lWY]
Olha Mika, a apresentação tava ótima e tal, mas a gente prefere você cantando ao vivo.

Mas não foi tão fácil conseguir o reconhecimento, quando se mudou para Londres, ele sofreu bullying por ser disléxico. Mika estudou todo tipo de música, da clássica ao rock, e se encontrou na pop. Como todo artista ele teve dificuldades para conseguir uma gravadora, mas o problema não era falta de talento, elas o consideravam pouco comercial. O cantor compôs inspirado nesta situação o hit Grace Kelly, uma resposta aos que tinham o desprezado.

“I wanna talk to you.
(The last time we talked, Mr. Smith, you reduced me to tears.
I promise you, it won’t happen again.)”
Trecho de Grace Kelly, Mika

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4iy0jKYKkRo]

A canção abriu às portas do sucesso, em 2007, o disco Life in Cartoon Motion chegou às lojas. Surgiram comparações com Scissor Sistes, a Freddie Mercury e outros ícones da comunidade gay.
Segundo ele, as letras das desse albúm são muito pessoais, praticamente uma autobiografia de sua infância. Foram trabalhados quatro singles: Grace Kelly, Relax, Take it Easy, Lollipop e Love Today.

Em 2009, chegou às lojas o, até agora, último álbum The Boy Who Knew Too Much. A primeira música de trabalho, We are Golden, sintetiza bem o conceito do segundo disco, que é uma espécie de continuação do Life in the Cartoon Motion.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=pH-3eCs8Awk]


Fonte: http://revistaquentin.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Um grande clássico do Queen, escrito por Freddie Mercury para homenagear Mary Austin, uma mulher (sim, uma mulher!) com quem Freddie teve um longo relacionamento e mesmo após ao termino eles mantiveram uma forte amizade!

A letra desta música é muito bonita e ficou um bom tempo aqui nas paradas brasileiras.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8oioH8A818w]

Love Of My Life

Love of my life, you’ve hurt me
You’ve broken my heart, now you leave me.
Love of my life can’t you see,

Bring it back bring it back,
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me.

Love of my life don’t leave me,
You’ve taken my love, and now desert me,
Love of my life can’t you see,

Bring it back bring it back,
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me.

You will remember
When this is blown over,
And everythings all by the way,
When I grow older,
I will be there at your side,
To remind you how I still love you
I still love you.

Here it back here it back
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me
Love of my life
Love of my life
Yeah

Amor da Minha Vida

Amor da minha vida, você me machucou
Você partiu meu coração e agora você me deixa.
Amor da minha vida você não pode perceber,

Traga de volta, traga de volta,
Não tire isso de mim,
Porque você não sabe
O que isso significa para mim.

Você teve meu amor, você agora me deixa
Você levou o meu amor, agora você me abandonar,
Amor da minha vida você não pode perceber,

Traga de volta, traga de volta,
Não tire isso de mim,
Porque você não sabe
O que isso significa para mim.

Você se lembrará
Quando isso acabar,
E todas as coisas ao longo do caminho,
Quando eu envelhecer,
Eu estarei lá ao seu lado,
Para lembrá-lo como eu ainda te amo
Eu ainda te amo.

Traga de volta, trazer de volta
Não tire isso de mim,
Porque você não sabe
O que isso significa para mim
Amor da minha vida
Amor da minha vida
Sim


Fonte: http://floyddrock.com
Dica de: Roberto Mercury

Álbum chama-se Out of the Game e sai em abril. Saiba mais.

Rufus Wainwright vai lançar o seu novo álbum, Out of the Game , a 23 de abril.

Segundo o site Music Week, o disco, que sucede a All Days Are Nights: Songs For Lulu , de 2010, tem 12 canções e foi produzido por Mark Ronson.

“É o álbum mais pop da minha carreira e o melhor também”, afirmou já Rufus Wainwright sobre Out of the Game .

Gravado em Nova Iorque no final de 2011, o disco conta com a participação de vários notáveis – a irmã Martha Wainwright; os Dapkings, que secundaram Amy Winehouse em Back To Black ; Nick Zinner dos Yeah Yeah Yeahs e Sean Lennon, entre outros – e foi influenciado por artistas como Freddie Mercury, Elton John, David Bowie ou, como Rufus lhes chama, “todos os grandes. É também um disco muito à Rufus”.

Marcado pela morte da mãe de Rufus, mas também pelo nascimento da sua filha Viva, Out of the Game tem o seguinte alinhamento:

1. Out of The Game
2. Jericho
3. Rashida
4. Barbara
5. Welcome To The Ball
6. Montauk
7. Bitter Tears
8. Respectable Dive
9. Perfect Man
10. Sometimes You Need
11. Song Of You
12. Candles

Fonte: http://blitz.aeiou.pt
Dica de: Roberto Mercury

QUARTA-FEIRA – 08 DE FEVEREIRO

• ROCK Na quarta-feira. 08, o Personalidades do Rock traz a banda Silvermoon, tocando clássicos do Queen, no Sheridan’s Irish Pub, a partir das 21h.
Av. Bispo Dom José, 2315 Fone 41 3343 7779. Couvert entre R$10 e R$30.

Abaixo vídeo da banda tocando “Bohemian Rhapsody”, no dia 16 de dezembro de 2011, no Crossroads, em Curitiba.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8VhcQ5wAVSQ]


Para conferir a programação completa Clique Aqui

Site da banda: www.silvermoonrock.com.br


Fonte: www.paranashop.com.br

Repleto de jovens, coral do Pio X fará musical para a clássica banda de rock e procura interessados
Larissa Quintino larissa.quintino@bomdiajundiai.com.br

Coral Jovem Pio X ensaia um pout-pourri do Queen para o final do ano
Coral Jovem Pio X ensaia um pout-pourri do Queen para o final do ano

O jovem Thiago Loboda,  22 anos, é um dos casos da temporada de inscrições de projetos musicais aberta em Jundiaí. Participante de coros desde os 7 anos de idade e hoje estudante regência na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), em São Paulo, é dele a ideia do musical “We Will Rock You”, que será montado pelo Coral Jovem Pio X sobre as músicas da banda Queen, do vocalista Fred Mercury.

A ideia veio durante uma viagem de estudos aos Estados Unidos, quando  teve contato com a partitura e o texto do musical, que trouxe para análise do grupo. “Fizemos uma reunião e todos gostaram da ideia, agora estamos em fase de montagem e também na busca de pessoas para participar”, explica.

Para o regente Otávio Piola, as músicas do Queen sempre tiveram boa aceitação entre os coralistas. “Temos um pout-porri deles no repertório de nosso espetáculo de 15 anos, que todos adoram cantar”. Mas o projeto de um musical, destaca, é uma novidade na trajetória do coral. Antes eram esquetes de musicais em apresentações mas nunca um espetáculo inteiro.

“Estamos muito empolgados”, diz Piola. Para Thiago, que está cuidando da tradução, essa sensação é ainda maior do coral. “Queremos fazer uma produção com figurinos, banda, coreografias, efeitos … tudo como os grandes musicais”, afirma. 

Atualmente o Coral Juvenil do Pio X conta com 22 participantes de 13 a 25 anos. Para o musical “We Will Rock You” o grupo procura outros 18 integrantes. As inscrições podem ser feitas na sede do Pio X (rua Moisés Abaid, 218, Vila Arens), de segunda-feira a sábado. Os ensaios acontecem nos sábado, de 13h30 a 15h30, com mensalidade de R$ 40.
Canto Vivo / Já as inscrições para fazer parte do coro da Cia. Canto Vivo, com  25 anos de história e eventos como “Os Miseráveis” e “O Clube da Gula”, se encerram hoje. Não há limite de vagas. Quem tiver interesse pode ligar para (11) 4601-1836  e 9829-7291 e falar com a regente Cláudia Queiroz. Os ensaios acontecem  aos sábados, de 14h30 a 18h30. A mensalidade é de R$ 50.

Projeto Guri / O polo de Jundiaí do Projeto Guri está com 616 vagas para instrumentos abertas até o dia 10 de fevereiro. A coordenadoraBenedita Rodrigues diz que  não é preciso fazer testes, Basta ir à sede do Guri que fica na  rua Barão de Jundiaí, 148, Centro, com os responsáveis e portando RG (ou certidão de nascimento) e comprovante de matrícula escolar.

“Podem participar crianças de 6 a 17 anos e estar matriculado regularmente na escola”, diz Rodrigues, destacando que a maior procura é por violino e a percussão. “A criançada adora”, diz.

Fonte: www.redebomdia.com.br

Com o surgimento do rock e sua associação ao cinema, o caminho para as cinebiografias foi algo natural

Com a apropriação da música pop pelo cinema e vice-versa, nada mais natural que artistas e suas bandas tenham ido parar na telona. No início, a estratégia tinha viés essencialmente comercial – o filão do público adolescente era lucrativo, então pouco importava se a trama ou as atuações fossem ruins, desde que os cantores pudessem mostrar seu último hit e, assim, vender álbuns e alavancar suas carreiras.

Os produtores do filme também ganhavam, pois a presença desses astros garantia bilheteria polpuda. Basta lembrar, por exemplo, a longa sequência de títulos estrelados por Elvis Presley, que fez mais de 30 filmes questionáveis entre 1956 e 1969, como “Ama-me com ternura” (Love me tender, 1956) e “O seresteiro de Acapulco” (Fun in Acapulco, 1963). O Rei do Rock foi um dos primeiros a firmar parceria com o cinema.

Apenas na metade dos anos 1960 é que o uso da música pop pelo cinema foi levado mais a sério, indo além do esquema de apinhar as produções com números musicais intercalados por um enredo que servia unicamente de pretexto.

“Ao longo da história, as indústrias cinematográfica e fonográfica começaram a se confundir e, hoje, ambas fazem parte de grandes conglomerados de entretenimento. Essa sinergia não se dá apenas de modo comercial, mas afeta esteticamente ambas”, explica o jornalista Fábio Freire.

Nesse momento, o caminho para as cinebiografias foi algo natural – qual fã não gostaria de ver a trajetória de seus ídolos revivida nas telas? As cinebiografias de astros pop são descendentes diretas do estreitamento da relação entre música pop e cinema. Se a música está cada vez mais presente narrativamente, por que não abrir espaço para ela também tematicamente, dedicando filmes para contar histórias relacionadas a esse universo?”, questiona Freire.

Baseado em fatos reais

Para o jornalista, dentro da lógica atual de midiatização de tudo, não é de se espantar que a lista de produções sobre astros pop seja cada vez maior. “Tina Turner, Johnny Cash, Ray Charles, Jim Morrison, Billie Holiday, John Lennon, todos já ganharam suas cinebiografias. A música pop não é só um elemento narrativo para o cinema, ela é também uma fonte temática bastante interessante”, avalia.

Dos punks do Sex Pistols – nos filmes “Sid & Nancy – O Amor Mata” (Sid and Nancy, 1986) e no mockumentary “The Great Rock ´n ´Roll Swindle” (1980) – à chansonnier Edith Piaf, em “Piaf – Um Hino ao Amor” (La Môme, 2007), passando por lendas norte-americanas como The Doors (em “The Doors – O Filme”, 1991), Ray Charles (“Ray”, 2004), Bod Dylan (“Não estou lá”, 2007) e David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed (em “Velvet Goldmine”, 1998), forem inúmeros os artistas que ganharam versões cinematográficas para suas vidas e carreiras.

No Brasil, o gênero é representado por títulos como “Cazuza – O Tempo não Para” (2004), “2 Filhos de Francisco – A História de Zezé di Camargo e Luciano” (2005), entre outros, além de alguns trabalhos para TV, como “Maysa – Quando fala o coração”. Para 2012, já está confirmada a filmagem da cinebiografia de Cássia Eller.

Em julho próximo, estreia “Somos Tão Jovens”, dirigido por Antonio Carlos Fontoura, sobre a vida de Renato Russo, líder do Legião Urbana. Lobão também deve ganhar espaço nas telas, após vender os direitos de sua biografia “Lobão – 50 anos a mil”, lançada no final de 2010, para o produtor Rodrigo Teixeira. Dois mil e doze, aliás, será um bom ano para filmes sobre músicos e bandas, com a realização de filmes sobre Elvis Presley, Jeff Buckley e Freddie Mercury, para citar alguns. A cinebiografia do Rei do Rock deverá se chamar “Name and Fortune”, e marcará os 35 anos de sua morte, completados em agosto próximo. O roteiro será baseado no livro “Still Taking Care of Business”, escrito por seu amigo Sonny West.

O cantor Jeff Buckley (morto por afogamento acidental em 1997) receberá duas homenagens este ano. Enquanto “Greetings From Tim Buckley” não conta com apoio da família do artista e aposta em Penn Badgley (da série Gossip Girl) para protagonista, o segundo filme, ainda sem nome confirmado, terá produção executiva da própria mãe de Jeff, Mary Guibert, além de direção Jake Scott (filho de Ridley Scott) e o ator, cantor e compositor Reeve Carney no papel principal.

Já a cinebiografia de Mercury (vocalista da banda britânica Queen, falecido em 1991, por consequências da Aids) começará a ser rodada nos próximos meses. O comediante Sacha Baron Cohen (“Borat”, “Brüno”) vai interpretar o astro. O filme vinha sendo especulado há tempos.



Fonte: www..globo.com

A cantora britânica Adele já passou de 20 semanas não consecutivas no topo das paradas do Reino Unido, igualando um recorde estabelecido por Queen e Oasis. As informações são do Gigwise.

Queen e Oasis tiveram, respectivamente, oito e nove álbuns nas paradas para alcançar este feito.

O álbum 21, de Adele, também quebrou recordes ao se tornar o primeiro álbum no Reino Unido a chegar a 16 semanas no topo das listas de sucesso dos Estados Unidos, igualando o recorde estabelecido pela trilha sonora do filme Titanic.


Fonte: www.rna.ao/radiofm/

Por: Jornal do Brasil  |  Gilberto Rodrigues

Aula de geografia. A professora mostra o mapa da América do Sul para os alunos. Ao falar da Argentina, comenta que existe um arquipélago em disputa com o Reino Unido. Como deveríamos chamar: Malvinas ou Falkland? A resposta a essa questão indicará a preferência não apenas da professora mas de todos que se manifestem sobre o tema.

Em 2012, completam-se 30 anos da Guerra das Malvinas/Falkland. Uma guerra que a ditadura argentina perdeu para o governo conservador britânico de Margareth Tatcher, a Dama de Ferro. Para os argentinos, um capítulo triste e vergonhoso de sua história. Para os britânicos, ao som de We are the champions (Nós somos os vencedores), do Queen, um momento de afirmação de sua soberania sobre as ilhas e de seu poderio militar, em plena Guerra Fria.

Passadas três décadas, a Argentina segue reivindicando com barulho a soberania sobre as Ilhas Malvinas (Las Malvinas son argentinas) e os britânicos continuam fleumáticos e impassíveis nas Ilhas Falkland. Porém, fatos novos entram em cena e estão alterando o equilíbrio de forças políticas e diplomáticas nesse embate.

Os países da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), sob a liderança do Brasil, não querem que nenhum país de fora da região faça exercícios militares no Atlântico Sul. O Reino Unido não apenas teima em manter suas naves bélicas como anunciou que irá explorar petróleo no território marítimo das ilhas. Em razão disso, a Unasul passou a declarar apoio à Argentina em seu pleito. Mais: Argentina e Uruguai proibiram qualquer empresa que explore petróleo nas Malvinas de utilizar os seus portos e de atuar no país.

Já os habitantes das ilhas preferem ficar com os britânicos e reagem indignados à política de Buenos Aires (ver www.falkland.gov.fk), mas a Casa Rosada afirma que todos nas Ilhas são manipulados pela Corte de St. James. Não há dúvida de que está em curso a maior estratégia de defesa coletiva contra a soberania britânica sobre as Malvinas/Falkland até hoje vista. Não à toa, o chanceler William Hague veio ao Brasil em busca de apoio à posição britânica, preparando futura visita do príncipe William. Por enquanto, Malvinas/Falkland permanecem como a dupla expressão dos mapas isentos.

Gilberto Rodrigues, professor do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, foi professor visitante da Universidade de Notre Dame (EUA) e é doutor em Relações Internacionais pela PUC-SP


Fonte: www.jb.com.br

Maiores informações:

Site Oficial Classical Queen: www.classicalqueen.com.br

Blackmore Rock Bar: http://www.rocktvbar.com.br
Alameda dos Maracatins, 1.317
Moema – São Paulo – SP
Telefones: (11) 5041-9340 (Sexta a Domingo após as 18 hr)) e (11) 6684 0244 (Segunda a Sexta – das 12 as 20 hr)