Por: Stefanie Chasseraux, de Londres

É muito difícil escrever sobre algo, mais precisamente sobre uma banda, onde todos os músicos são ícones de uma, duas, três gerações. Difícil simplificar em palavras o que assisti no último dia 14 de janeiro no Brixton Academy, em Londres, quando vi nada mais nada menos que Joe Satriani, Sammy Hagar, Michael Anthony e Kenny Aronoff; baterista que se juntou a banda temporariamente no lugar de Chad Smith e que já gravou com nomes como Elton John, Jon Bon Jovi, Bob Dylan, Alanis Morissette, Lynyrd Skynyrd, Cinderella, Joe Cocker, BB King, Mick Jagger, Ray Charles, etc; fazendo uma performance de cair o queixo de qualquer músico.

A banda anunciou a sua turnê européia após o lançamento do segundo e tão aguardado álbum ‘III’, os primeiros shows na Europa desde julho de 2009 e, logicamente, fiquei ansiosa aguardando a passagem da banda por Londres. O que eu não imaginava, ou até imaginava, era a perfeição e sintonia entre os 4 caras. Achei muito nítido também que Sammy Hagar e Michael Antony tinham um entrosamento maior, claro, muito provavelmente pela história que tiveram juntos no Van Halen. Confesso que a ausência do baterista Chad Smith era algo que me deixava um pouco intrigada, mas como disse Joe Satriani: “Kenny traz a mesma combinação de energia selvagem para a banda que estamos acostumados, e, nos bastidores, ele é tão louco como o Chad.”

O Chickenfoot tocou por volta de 1 hora e meia apresentando músicas do primeiro álbum, homônimo, e do segundo, mixados em um total de 15 músicas. Abriram com Lighten Up, seguida de Alright Alright, Big Foot; single do segundo álbum; Sexy Little Thing, Soap on a Rope, Up Next, My Kinda Girl, Down the Drain, Three and Half Letters; onde Sammy Hagar lia as cartas e as jogava para o público; Something Going Wrong, Turnin’ Left, Future In The Past. Já no bis, a banda voltou com Different Devil, Oh Yeah; primeiro clipe da banda; e finalizaram com Foxy Lady, cover de Jimi Hendrix.

Uma curiosidade: quem estava no show do Chickenfoot era o lendário guitarrista do Queen, Brian May.

Olha, realmente foi um privilégio para meus olhos e ouvidos. Foi como uma purificação para a alma. Agora eu só posso torcer para “cruzar” com outro show deles em algum canto do mundo, quem sabe no Brasil, não é?!

Fonte: http://whiplash.net

Fla vence em primeiro teste realizado na altitude da Bolívia.

Ronaldinho entrou em campo ao som do clássico do Queen, “ We will rock you”, tendo o nome ovacionado no ritmo da batida da música. O astro do Flamengo foi o último a se juntar aos demais jogadores e era esperado pelos mais de 25 mil bolivianos que compareceram no Estádio Patria.

Fonte: www.yahoo.com.br

Em que, afinal, acreditam os músicos? Assim como as pessoas comuns, nas mais diversas crenças. Recentemente, por exemplo, o astro teen Justin Bieber afirmou em entrevista rezar diariamente a Deus, apesar de não ter o costume de ir à igreja.

O caso não é incomum. O líder da banda de thrash metal Slayer, Tom Araya, acostumada a abordar temas violentos e até satanistas em suas letras, curiosamente é um fervoroso católico, a despeito de ele, também, evitar visitar um templo para a prática de sua fé.

Pensando no tema, o Terra preparou um especial abordando a espiritualidade e relação com a religião de 21 nomes da música, indo de astros pop, como Madonna e Freddie Mercury, até os padres brasileiros que espalham a “palavra de Deus” em palcos do País, casos de Marcelo Rossi e Fábio de Melo.


Freddie Mercury – O eterno vocalista do Queen, Freddie Mercury, morto em 1991, foi criado no zoroastrianismo, uma religião que foi a principal na região onde hoje é o Irã, mas que, atualmente, tem pouco mais de 100 mil seguidores no mundo. De fé monoteísta – seu Deus é Ahura Mazda -, ela foi criada no ano de 600 A.C pelo profeta Zoroaster.

 

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: www.terra.com.br

21/01 – Zeppelin Old Bar – Foz do Iguaçú/PR

24/01 – Blackmore Rock Bar – Sampa

28/01 – Festa do Figo – Valinhos/SP

04/02 – Hotel Pousada Cantina Maracanã – Pouso Alegre/MG

16/02 – Buxixo Bar – Mogi das Cruzes/SP

24/02 – Teatro Municipal – Santos/SP

25/02 – Woodstock Bar – Sampa

09/03 – The Wall Café – Sampa

05/04 – Manhattan Bar – Recife/PE

06/04 – Manhattan Bar – Recife/PE

07/04 – Manhattan Bar – Recife/PE

14/04 – Café Brasil – Taubaté/SP


Para maiores detalhes: www.classicalqueen.com.br


Dica de: Roberto Mercury

por Julliana Martelli, colunista colaboradora do Espaço MOG

Você já parou para pensar na importância que um frontman carrega? Pois é, não basta saber cantar e ter um rostinho bonito, o frontman é mais que isso. Ele lídera a banda e tem a importante missão de prender e surpreender o público durante o show.

Os olhares curiosos e maldosos estão direcionados aos seus movimentos, qualquer falha é motivo para uma chuva de reclamações.

A cultura pop coleciona frontmans que colaboram com atitudes, referências e às vezes ocupam um espaço de mito sem ao menos perceber. Atualmente temos uma nova geração de frontmans, cada um eficiente em seu segmento.
Nesses últimos anos fomos invadidos por vários estilos, como por exemplo Brandon Flowers do The killers, que possui o estilo único com um toque de cinismo ao interpretar uma música, e no palco é aquela explosão toda que um frontman precisa. Não podemos esquecer do roqueiro mais sexy segundo o site de música Gigwise, Caleb Followill, vocalista do Kings of Leon, que tem um estilo charmoso, ao mesmo tempo desafiador nos palcos.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_RM6qsq-JPY]

Frontman é isso, é aquele jeitinho elétrico e desligado do Julian Casablancas (The Strokes), ou então, aquela presença calma do Chris Martin (Coldplay), mas que de tão calma, precisa explodir e expandir energia às vezes.

E como esquecer os frontmans que se tornaram mitos? O jeito perigoso e controverso de Axl Rose, a energia ligada ao erotismo de Mick Jagger, a vontade de cantar em protesto que Bono (U2) e Liam (Oasis) praticavam (e ainda praticam) com louvor. Fora os frontmans que quebravam barreiras, como Freddie Mercury (Queen) que desafiava o mundo com o seu corpo, sua voz e até mesmo com as suas preferências, tornando-se uma lenda. Ou então, Michael Jackson que mesmo sendo uma criança, já estava a frente do Jackson Five e o melhor de tudo, não deixava a desejar em nenhum aspecto.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lDckgX3oU_w]

Mas é claro que é de extrema importância a presença do frontman, além da presença, a personalidade dele. Pois seu estilo único, marca uma geração e mantém viva a obra da sua banda.


Fonte: www.espacomog.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Na semana do aniversário do falecido líder político Martin Luther King, o Blog da Foxton preparou uma post com as melhores músicas feitas em homenagem ao ativista.

A influência de Dr. King transcendeu os EUA e chegou até o Reino Unido, aonde o Queen fez questão de contribuir musicalmente para a causa do líder negro. A pérola “One Vision” questiona o que a humanidade fez para propagar o sonho de Martin. “What have they done tom my dream?”, pergunta Freddie Mercury.


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wihX1KCS-d4]


Fonte: www.foxtonbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury


Saiu no site oficial do grupo estadunidense de Hard Rock BLUE ÖYSTER CULT: o guitarrista / tecladista Richie Castellano gravou um vídeo de “Split Screen” em homenagem à famosa canção do QUEEN “Bohemian Rhapsody”.

Não sabe o que é um vídeo de Split Screen? Diz a nota: “Richie (ou muitos Richies) tocam e cantam tudo sozinho(s), mostrando em multiplos frames na tela cada parte da gravação. Estes vídeos são fantásticos e muitos divertidos, então, dê uma olhada”:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2Iiy_YfpVn0]

Sobre a homenagem, declarou o multi-instrumentista do B.Ö.C. na descrição do vídeo no Youtube: “Eu tive recentemente a honra de conhecer e tocar junto com Roger Taylor, baterista e vocalista do QUEEN. Para comemorar esta experiência, eu decidi gravar este vídeo ‘split screen’ da música que mais gosto na vida”. O encontro entre Taylor e Castellano ocorreu no concurso “Queen Extravaganza”, no qual o último chegou até as finais, porém não levou o título.

Detentor de um título de mestrado em música pelo “Purchase College Conservatory of Music”, Richie Castellano começou como engenheiro de som do BLUE ÖYSTER CULT em 2000. Quatro anos depois, Castellano assumiu o baixo na banda. Mais recentemente, quando Allan Lanier, membro original, se aposentou, o multi-instrumentista ocupou o cargo de guitarrista / tecladista do grupo.

Richie Castellano virá ao Brasil junto com Rudy Sarzo (baixo, ex- DIO, QUIET RIOT) e Jules Radino (bateria), além dos membros originais Eric Bloom e Buch Dharma (guitarra e vocais) para o primeiro show do BLUE ÖYSTER no nosso país, que ocorrerá dia 24 de fevereiro de 2012 em São Paulo.


Fomte: http://whiplash.net

Foi anunciado oficialmente que Brian May e Kerry Ellis participarão do Festival de San Remo, na Itália, em 16 de fevereiro de 2012, onde irá também realizar um dueto com Irene Fornaciari, filha do cantor Zucchero.

Para maiores informações: www.brianmay.com ou o site oficial do Festival www.sanremo.rai.it

Abaixo vídeo do anúncio da participação de Brian

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nZlfigifQiU]

ou diretamente no ponto do videlo Clicando Aqui

Fonte: www.queenonline.com

Programa da 3ª temporada do “Inglês com Música”. Na edição diária Marisa Leite de Barros e Amanda Acosta trazem a pronúncia correta das palavras e a tradução de letras de canções famosas, além de divertidos games educativos.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=budJbK7FHpI]

Dica de: Thiago Medeiros

Nova propaganda, na Espanha, com a música “Somebody To Love”, sobre banda larga.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mKsRZh_GUgc]


Fonte: www.brianmay.com

Trecho instrumental de “who wants to live forever” no final da matéria do esporte espetacular, a partir dos 6:29.

A matéria faz uma comparação entre os jogadores que já foram eleitos por três vezes os melhores do mundo. Ícones do bom futebol são analisados e existe muita coisa em comum.

Para Assistir Clique Aqui

A partir dos 6:29

Esta mês, no ano de 1976, o Queen estava no topo da parada de singles do Reino Unido com o épico e operística:  “Bohemian Rhapsody”, do álbum lançado em novembro de 1975, A Night At The Opera.

O single ainda é um dos lançamentos mais vendidos no Reino Unido, e ainda teve um relançamento em 1991, em decorrência da morte de Freddie Mercury.

O clássico do rock tem sido tratada de forma mais do que a maioria das músicas, sendo homenageada com abundância em toda a internet e YouTube. Mesmo se você tiver a pior voz do mundo e nenhum instinto musical para cantar, ainda é uma música divertida para cantar junto também. Todos acham que podem cantar… para melhor ou para pior.

Abaixo lista de 20 grandes versões de covers de Bohemian Rhapsody:

The Muppets
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tgbNymZ7vqY]

William Shatner
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cKo4FMzt_hM]

Brohemian Rhapsody
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lvaB2o6HZHI]

The Ten Tenors
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MZwkMR3LP9c]

Maynard James Keenan + Billy Howerdel
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-ikzaCelH7M]

With Old Computers!
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ht96HJ01SE4]

Hayseed Dixie Grasses It Up
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=sAWl5peI8HY]

Wayne’s World
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nTheG–2NE0]

Porkka Playboys
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=irLsjBDPe5c]

Bad News
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0wM58YXp2x0]

“Weird Al” Yankovic
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=OfLX7zE6jxw]

Constantine Maroulis
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ISEE6nEimuY]

P!nk
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZRLwsr_j2S4]

With Slide Whistles
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=z2J2a3UMubM]

With Four Violins
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IG9iDNNzd-U]

With Elton John and Axl Rose and the surviving members of Queen
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4T_naBRNLlo]

The ASL Treatment
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=sjln9OMOw-0]

Glee-ked
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VQHtAxluxnQ]

Emilie Autumn
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dCcnubpAtYg]

Demon Kogure
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=alqFeehG_9A]


Fonte: http://blogs.houstonpress.com

Blast Awards 2011: Elegeu os Melhores (e Piores) por categoria, eleitos pela equipe Nintendo Blast.

O Queen ficou dentre as Melhores trilhas sonoras Just Dance 3 (Wii)

Melhor trilha sonora (licenciada): Just Dance 3 (Wii)

just dance
A 3ª versão da franquia que tem gerado uma fortuna para a Ubisoft traz uma lista de músicas licenciadas que agrada a gregos e troianos (entenda com amantes do pop e rockeiros). Just Dance 3 reúne faixas como “Crazy Little Thing Called Love” do Queen e “I Was Made For Lovin’ You” do Kiss constrastando com sucessos como “California Gurls” de Kate Perry e “Dynamit” de Taio Cruz. E todo o repertório pode ser expandido com a venda de músicas digitais, dentre as quais está o (no mínimo esquisito) tema de Super Mario Bros. Just Dance 3 fará sua família e amigos dançarem de uma forma divertida através do visual altamente colorido e de uma seleção de músicas variada.

 

Fonte: www.nintendoblast.com.br

Ele é charmoso. É natural. É peludo e sensual. Sim, é ele mesmo: o bigode

Depois de alguns anos de reclusão, o bigode volta a ser motivo de comemoração no rosto de homens e até de mulheres – estas com bigodes postiços, é claro. Tudo começou no início dos anos 2000, com uma barba meio mal feita, daquelas que deixa um bigodinho raso à vista. Algumas pessoas gostaram da ideia e resolveram deixar o bigode, afinal, eles não são permanentes, como tatuagens. Se não gostou, é só tirar.

Então, o bigode cresceu, com a adesão de pessoas no mundo inteiro. E atingiu o ápice com várias celebridades mantendo um bigode por opção. Logo estava consolidado: ter bigode é algo cool.

É difícil precisar o surgimento do bigode, mas o primeiro retrato de um homem com a cara sem barbas, exceto naquela região em cima da boca e abaixo do nariz, data, aproximadamente, de 300 a.C., na região que hoje é o Irã. Nos séculos seguintes, eles entraram e saíram de linha muitas vezes, entretanto, mais uma vez, eles deram a volta por cima.

Essa moda recente dos bigodes não se limita apenas em manter um no próprio rosto. Ela ultrapassa os limites do corpo humano e envolve artigos e acessórios, como bigodes falsos, copos, chaveiros, camisetas e, pasmen, travesseiros em forma de bigode. Uma verdadeira religião do bigode.

Um mês só para eles
Não existe nada mais másculo do que um bigode, existe? Então, nada mais justo que os homens criarem um mês especialmente para a celebração do bigode e, de quebra, cuidar da saúde masculina no mundo moderno. O mês escolhido foi novembro, e foi criada uma fundação internacional, a Movember, para angariar novos membros e organizar atividades envolvendo os bigodeiros no mundo inteiro.

A expressão vem de “mo”, gíria em inglês para mustache, mais november: o Movember. Funciona assim: no primeiro dia de novembro, os homens começam de rosto totalmente lisinho. Ao longo do mês, vão cultivando seus mustaches. Durante esse período do ano, a fundação também estimula a adoção de hábitos saudáveis e encoraja os homens a fazerem exames de rotina, para evitar doenças como o câncer de próstata e testículo. O Brasil ainda não dispõe de uma seção própria no site da fundação, mas é possível conferir ações, eventos e notícias deles no site http://www.movember.com/.

Os bigodudos mais famosos da praça
Francamente, o sucesso de várias personalidades não existiria sem a presença de um bom bigode. Ou você acha mesmo que Albert Einstein teria conseguido desenvolver a complexa teoria da relatividade sem a saudosa companhia dos pelinhos embaixo do nariz? Relembre alguns dos principais bigodudos da história na nossa galeria: Nietzsche, Freddie Mercury, Antônio Fagundes, Brad Pitt, Felipão, Borat, Geraldo Rivera, Tom Selleck, Johnny Depp, Jenson Button, Sebastian Vettel, Marcelo Faria, Ronaldo, Shahid Kahn, Tarcísio Meira, Terrence Howard e até Tiririca e Miley Cyrus.

Cartola – Agência de Conteúdo
Especial para o Terra


Fonte: http://vamosrirmais.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O humorista Hurnert, Casseta e Planeta,  foi entrevistado no programa “Estúdio i”, da Globo News, e mostro um dos trabalhos que fizeram na década de 80, o Planeta Diário, um dos personagens é um super-homem de bigode, que fez lembrarem Freddie.


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Kh5PukayC-E]

Trecho de Bohemian Rhapsody foi tocada no BBB 12 no perfil de Analice.

Graham Hartmann do site Loudwire recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista Rob Halford e o baixista Ian Hill da lenda Britânica do heavy metal JUDAS PRIEST. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

Loudwire: Em seu trabalho inicial, pode-se ouvir a influência de BLACK SABBATH. Como o seu som desenvolvido ao longo dos anos 70, vocês sentem que tiveram qualquer influência sobre o Black Sabbath, quando eles também começaram a tocar mais rápido – especialmente durante os anos do Dio?

Halford: Eu não penso assim. Pelo fato de nós sermos do mesmo lugar, há provavelmente na mente de algumas pessoas um crossover ou influência. É apenas o fato de que ambos somos bandas de heavy metal, é o alicerce que nos conecta. São os riffs, não são? Os outros elementos são totalmente separados. Acho que o SABBATH tem a quantidade de um som único e estilo assim como o PRIEST tem. Se você colocar um álbum do SABBATH para tocar, você diz, “Isso é SABBATH”. E se você colocar um álbum do PRIEST, “Isso é definitivamente PRIEST”. Portanto, há uma distinção de diferença, só que ambos vivem no mesmo mundo metal.

Hill: Com certeza, na época em que tudo era muito experimental de qualquer forma, voltando no final dos anos 60 e início dos anos 70, o metal nem sequer existia – era chamado de outras coisas como rock progressivo ou blues progressivo ou rock pesado. Tudo estava em um núcleo e tinham uma espécie de similaridade, mas depois tudo começou a ramificar-se e as pessoas ganharam identidades e direções. Todo mundo encontra seu próprio nicho, se você é talentoso e é bom o suficiente.

Loudwire: Rob, tem sido mencionado que você é um dos vocalistas mais talentosos na música. Que outros cantores você acha que são talentoso?

Halford: Obviamente pessoas que conheço, como meus amigos Robert Plant, David Coverdale e Roger Daltrey. Pessoas do meu próprio mundo e que cresceram no mundo da música como David Bowie e Freddie Mercury. Mais recentemente, Corey (Taylor) do SLIPKNOT tem uma grande voz, quando ele não está fazendo aquela coisa (Halford então imita um vocal gutural). A cantora de STAIND (Aaron Lewis), Phil (Anselmo), quando ele cantava no PANTERA – “Cowboys From Hell” – grande voz. Vocais mudam, não é mesmo? Os caras do LINKIN PARK. É engraçado porque você ouve um monte de bons cantores agora, mas você normalmente vê dois cantores ou um cantor fazendo duas coisas. Eles cantam com uma voz muito doce e melódica, em seguida, eles vão para o que chamamos de “voz de cachorro” – e isso não é depreciativo. Eles cantam muito melodicamente e depois vão para (Halford novamente imita vocais guturais). É um estilo muito invulgar de música que está acontecendo agora e muitas bandas estão fazendo isso porque é o gosto, essa é a moda. Eu gosto de ouvir um cantor cantar. Eu gosto de ouvir o que eles estão cantando em cima da melodia e das notas, porque é quando a distinção de seu estilo e caráter aparece.

Tradução: A Ilha do Metal

Fonte: http://whiplash.net

Quem suspirou (e muito) com o ator Ricardo Tozzi como Douglas de “Insensato Coração” deve estar ansioso para vê-lo na minissérie “Dercy de Verdade”, com estreia prevista para 10 de janeiro. Na trama que vai contar a história de vida da inesquecível Dercy Gonçalves, ele vai estar com esse visual aí da foto: um bigodinho no estilo Freddie Mercury.  Ricardo será  o acrobata Vito Tadei, uma das paixões de protagonista.

 

Fonte: www.redebomdia.com.br

Antes que venham dizer que a Taverna do Peregrino exalta a homofobia, gostaria de deixar ressaltado que este tópico tem o intuito de documentar as celebridades da música, que com muita coragem resolveram assumir sua preferência sexual contraditória, tão pouco temendo a rejeição dos fãs e o falatório da mídia. Claro que a revelação de alguns tornou-se nada mais que a confirmação de algo que já sabíamos de antemão, uma vez que as evidências eram bem nítidas.

Se você tem certo posicionamento religioso, guarde-o consigo, porque aqui sublimaremos o talento musical. Vejamos agora os 10 armários mais escancarados da música, que vão do rock’n’roll ao estilo pop. Já sei, vocês estão sentindo falta de alguns nomes como Phil Oakley (The Human League), Marc Almond (Soft Cell), Mika, Renato Russo (Legião Urbana e Solo), Darren Hayes (Savage Garden), Sylvester (Solo), Ney Matogrosso (Secos & Molhados e Solo), Mark Feehily (Westlife) e Michael Stipe (R.E.M.), mas a lista é limitada em apenas dez escolhas, portanto, eis as selecionadas.

FREDDIE MERCURY (QUEEN E SOLO)
Freddie Mercury (1946-1991) é o maior exemplo de que um grande talento não pode ser esmorecido por mera opção homoafetiva, já que o cantor esbanjava qualidades artísticas, e um detalhe tão peculiar como esse não tem a menor significância para fãs e admiradores. Antes de assumir sua homossexualidade, Mercury viveu por cinco anos com sua namorada Mary Austin, que posteriormente se tornou a musa inspiradora por trás do hitLove Of My Life“.
Queen – I Want to Break Free

ROB HALFORD (JUDAS PRIEST)
Nem mesmo o couro, os rebites em aço e o excesso de testosterona, livraram o heavy metal de ter um impactante representante da comunidade gay. Durante sua carreira como vocalista do Judas Priest, Rob Halford vivenciou um conflito que se findou em depressão e no uso de substâncias entorpecentes. O grito de liberdade foi transmitido em uma ousada entrevista a MTV News, em 1998, quando declarou que finalmente se sentia confortável para tornar sua sexualidade pública.

Painkiller
NEIL TENNANT (PET SHOP BOYS)
Em agosto de 1994, uma matéria da revista britânica Attitude Gay Lifestyle anunciava algo supostamente bombástico, Neil Tennant, finalmente havia declarado sua homossexualidade: “Sim, sou gay“. A notícia não poderia ser mais hilária, já que as evidências eram tão cristalinas ao longo de sua carreira, bastava observar os vídeos do Pet Shop Boys ou os trejeitos de seu vocalista em ação.
West End Girls
ANDY BELL (ERASURE E SOLO)
Além ter sido vocalista do Erasure, Andy Bell é um fervoroso defensor dos direitos gays, e até onde fiquei sabendo, jamais escondeu sua condição homossexual. A extravagância é uma das principais características deste artista britânico, e podemos constatar isso no videoclipe “Oh L’amour“, onde ousadamente traja uma cinta-liga preta com espartilhos. Em dezembro de 2004, Andy anunciou publicamente que é HIV-positivo desde junho de 1998, data em que descobriu a enfermidade por análise laboratorial.
A Little Respect
ELTON JOHN (SOLO)
Acredito que Sir Elton John tem enorme prazer em provocar os milhares de cristãos fervorosos ao redor do mundo, primeiro por constituir uma atípica família com seu marido David Furnish e seu filho Zachary Jackson Levon Furnish-John; e segundo por dizer abertamente que Jesus Cristo fora gay durante sua vida terrestre. O queridinho da nobreza britânica é um dos principais defensores da causa homoafetiva, não poupando nem mesmo as crenças religiosas.

Nikita
RICKY MARTIN (MENUDO E SOLO)
De todos os artistas da lista, Ricky Martin foi o último a sair do armário, já que a preocupação com destino de sua carreira era extremamente sufocante. Aos 38 anos, contrariando recomendações, Ricky, assume sas rédeas de sua vida, declarando em seu blog: Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou. Esses anos em silêncio e reflexão me fizeram mais forte, lembrando-me de que aceitação vem de dentro e que esse tipo de verdade me dá o poder de conquistar emoções que eu nem sabia que existiam”. Independente da escolha deste porto-riquenho, ainda o veremos arrebatar milhares de fãs mulheres em todo o globo terrestre, considerando que muitas delas terão a esperança de muda-lo algum dia.

Maria

JIMMY SOMERVILLE (BRONSKI BEAT, THE COMMUNARDS E SOLO)

No começo de sua atuação como vocalista e compositor, Jimmy Somerville não teve dificuldades em pôr à mostra sua preferência por jovens rapazes esportistas, que inclusive poderemos observar nos vídeoclipes de sua carreira. Jimmy esteve à frente de duas famosas bandas do Synthpop britânico (Bronski Beat e The Communards), que marcaram o cenário gay oitentista por todo o mundo.

Bronski Beat – Smalltown Boy
CAZUZA (BARÃO VERMELHO E SOLO)

Cazuza (1958-1990) era debochado, mimado e inconsequente, mas acima de tudo um gênio do rock brasileiro, que assumiu sua bissexualidade em meio aos tabus dos anos 80. Assim como Freddie Mercury, o ex-vocalista do Barão Vermelho foi mais uma das vítimas que sucumbiram perante o temível vírus HIV, que por pura ignorância era chamado de “praga gay”.

Exagerado
GEORGE MICHAEL (WHAM! E SOLO)
George Michael foi aclamado como símbolo sexual desde seu surgimento musical na dupla Wham! (1981). Embora sempre fora discreto com sua sexualidade, Mr. Michael passou por uma situação bem constrangedora em 1998, quando foi detido pela polícia de Los Angeles por praticar atos obscenos em um banheiro público. Numa entrevista para o Independent News em 2007, Michael confessou porque demorou tanto tempo para sair do armário, já que sua mãe poderia se assustar com a revelação.



Wham! – Wake Me Up Before You Go-Go

BOY GEORGE (CULTURE CLUB E SOLO DJ)

O comportamento e o visual andrógeno de Boy George já causaram muitas polêmicas no inicio da década de 1980, alguns até chegaram afirmar que o artista era uma mulher travestida de drag queen. Boy George tinha uma atração pessoal por heterossexuais e simpatizantes indecisos, algo que inevitavelmente o levava a frustações e decepções amorosas, como ocorrera em seu relacionamento secreto com John Moss, baterista do Culture Club. E as histórias não param por aí, portanto, se quiser saber mais sobre a escandalosa “Boneca Emília” do movimento New Romantic britânico, existe um ótimo filme chamado “Worried About The Boy“, produzido pela BBC de Londres.

Culture Club – Do You Really Want to Hurt Me?
Fonte: http://tavernadoperegrino.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Esta semana é marcada por diversos acontecimentos que fizeram história na música. Começando, precisamente, por esta segunda-feira, dia 9, foi quando em 1976 o Queen liderava a lista de singles britânica com a música ‘Bohemian Rhapsody’.

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Fonte:  http://cotonete.clix.pt