Por: Stefanie Chasseraux, de Londres
É muito difícil escrever sobre algo, mais precisamente sobre uma banda, onde todos os músicos são ícones de uma, duas, três gerações. Difícil simplificar em palavras o que assisti no último dia 14 de janeiro no Brixton Academy, em Londres, quando vi nada mais nada menos que Joe Satriani, Sammy Hagar, Michael Anthony e Kenny Aronoff; baterista que se juntou a banda temporariamente no lugar de Chad Smith e que já gravou com nomes como Elton John, Jon Bon Jovi, Bob Dylan, Alanis Morissette, Lynyrd Skynyrd, Cinderella, Joe Cocker, BB King, Mick Jagger, Ray Charles, etc; fazendo uma performance de cair o queixo de qualquer músico.
A banda anunciou a sua turnê européia após o lançamento do segundo e tão aguardado álbum ‘III’, os primeiros shows na Europa desde julho de 2009 e, logicamente, fiquei ansiosa aguardando a passagem da banda por Londres. O que eu não imaginava, ou até imaginava, era a perfeição e sintonia entre os 4 caras. Achei muito nítido também que Sammy Hagar e Michael Antony tinham um entrosamento maior, claro, muito provavelmente pela história que tiveram juntos no Van Halen. Confesso que a ausência do baterista Chad Smith era algo que me deixava um pouco intrigada, mas como disse Joe Satriani: “Kenny traz a mesma combinação de energia selvagem para a banda que estamos acostumados, e, nos bastidores, ele é tão louco como o Chad.”
O Chickenfoot tocou por volta de 1 hora e meia apresentando músicas do primeiro álbum, homônimo, e do segundo, mixados em um total de 15 músicas. Abriram com Lighten Up, seguida de Alright Alright, Big Foot; single do segundo álbum; Sexy Little Thing, Soap on a Rope, Up Next, My Kinda Girl, Down the Drain, Three and Half Letters; onde Sammy Hagar lia as cartas e as jogava para o público; Something Going Wrong, Turnin’ Left, Future In The Past. Já no bis, a banda voltou com Different Devil, Oh Yeah; primeiro clipe da banda; e finalizaram com Foxy Lady, cover de Jimi Hendrix.
Uma curiosidade: quem estava no show do Chickenfoot era o lendário guitarrista do Queen, Brian May.
Olha, realmente foi um privilégio para meus olhos e ouvidos. Foi como uma purificação para a alma. Agora eu só posso torcer para “cruzar” com outro show deles em algum canto do mundo, quem sabe no Brasil, não é?!
Fonte: http://whiplash.net







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