O vocalista da banda brasileira de power metal, Wizards, Christian Passos, anunciou o lançamento do CD THE BLACK KNIGHT no Japão. O lançamento foi em Dezembro e conta com um bônus especial, “Don´t Stop Me Now” da banda Queen.

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Enviado por: Roberto Mercury

No programa Video Show, desta terça-feira 12/04/2011, passou uma matéria relembrando a primeira edição do Rock in Rio. O Queen apareceu tocando Crazy Little Thing Called Love.

Abaixo a matéria completa:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=GyMd2yTD2aM]

Agenda de Shows da Banda Classical Queen, entre os meses de abril e maio de 2011:

22 de abril em Itapira-SP
05 de maio no Buxixos Bar em Mogi-SP
13 de maio no Little Darling Bar em Moema São Paulo-SP
21 de maio no Show Café Brasil em Taubaté-SP
27 de maio em Sorocaba-SP

Maiores detalhes: www.classicalqueen.com.br

 

Enviado por: Roberto Mercury

Parte da entrevista de Roberto Medina ao video show, desta segunda-feira 11/04/11) em que fala sobre o Rock in Rio 2011, que terá uma homenagem a Freddie Mercury.

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O cantor Freddie Mercury durante show do grupo Queen, em Sydney, Austrália, em 1985
O cantor Freddie Mercury durante show do grupo Queen, em Sydney, Austrália, em 1985

Rio de Janeiro – O Rock in Rio 2011 homenageará o vocalista do Queen, Freddie Mercury, que, 20 anos após sua morte, aparecerá em um telão cantando com Milton Nascimento, informaram nesta segunda-feira organizadores do evento.

Com este vídeo, o festival pretende relembrar a passagem do vocalista do Queen, que morreu em 1991, pelo Rock in Rio em 1985. O evento, que nesta edição celebra 25 anos, será realizado de 23 a 25 de setembro e de 30 de setembro a 2 de outubro na Cidade do Rock.

O presidente do festival, Roberto Medina, declarou que haverá “queima de fogos sincronizada e efeitos de iluminação e vídeo”. “Teremos mais um momento inesquecível na história do festival”, disse.

Com o retorno do Rock in Rio à cidade, após sua passagem por Madri e Lisboa, a organização prepara novidades que incluem a queima de fogos de artifício.

Os Paralamas do Sucesso e os Titãs serão os encarregados de abrir em 23 de setembro o festival com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira.

Já Milton Nascimento subirá ao palco Mundo para fazer um dueto através de um vídeo com Freddie Mercury, que lembrará a passagem do Queen pelo festival em 1985.

Para o Rock in Rio 2011 já estão confirmados nomes como Elton John, Shakira, Lenny Kravitz, Rihanna, Kate Perry, Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Guns N’Roses, Metallica, entre outros.


Fonte: www.uol.com.br

Lauro Lisboa Garcia – O Estado de S.Paulo

Com o bom pretexto de comemorar os 40 anos do início da carreira do Queen, a gravadora Universal relança no Brasil o catálogo do quarteto inglês, em três etapas. São todos os álbuns de estúdio: os 14 de carreira mais a trilha sonora do filme Flash Gordon (1980), de Dino de Laurentiis.

De novo. Todos os álbuns do grupo são relançados com bônus

Saem agora os cinco primeiros: Queen (1973), Queen II e Sheer Heart Attack (ambos de 1974), A Night at the Opera (1975) e A Day at the Races (1976), todos em edição dupla (a melhor que o grupo já teve no Brasil em CD), com as letras das canções, fotos e um EP bônus com raridades. Todos já tinham sido remasterizados pela EMI em Londres em 1994, mas a propaganda deste relançamento promete “nova e superior qualidade sonora”.

O segundo lote está programado para junho, começando pelo álbum que marcou a fase de maior popularidade internacional da banda, News of the World (1977), até Hot Space (1982).

Os últimos cinco saem em setembro, incluindo o caça-níqueis “póstumo” Made in Heaven, de 1995, quatro anos depois da morte de Freddie Mercury, sem dúvida um dos cantores de personalidade mais marcante da história do rock. Naturalmente, na reta final a banda já não tinha a força nem as ousadias do início.

O Queen começou como promissor candidato ao trono do Led Zeppelin no hard rock britânico. Surpreendeu na primeira fase com sofisticação e experimentalismo, misturando rock pesado com progressivo, toques de glam, apelo gay e extravagância kitsch.

Claro que os dotes poderosos de Brian May como compositor e guitarrista era o que musicalmente a banda tinha de melhor. O feliz encontro com John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria) formava a base perfeita para as pretensões do rock art da época, mas obviamente nada teria sido tão espetacular em sua história sem o vocal, a personalidade e o atrevimento de Freddie Mercury. “Freddie sempre pareceu uma estrela e se comportava como uma mesmo quando não tinha um tostão”, disse May certa vez. “Quando começamos a dividir um apartamento, Fred levava para casa grandes sacos com coisas, tirava uma peça horrível de roupa e dizia: “Olha para esse traje lindo. Isto vai trazer uma fortuna.” E trouxe, como se sabe.

Lirismo. O auge dessa fase foi o clássico álbum A Night at the Opera, que incluía a extravagância de Bohemian Rhapsody, tido como um dos singles mais longos da história do rock, com 5 minutos 52 segundos de duração e diversas mudanças de ritmo e andamento. “Muitas pessoas criticaram a canção, mas com quem é que nos podemos comparar? Digam-me o nome de um grupo que tenha feito um single lírico”, desafiou Mercury.

Antes mesmo de ter contrato com uma gravadora, o Queen registrou algumas canções em 1971, como Keep Yourself Alive, Jesus e Liar, cujas demos aparecem agora pela primeira vez comercialmente, no EP bônus com seis faixas que acompanha o LP de 1973. Embora coeso e provocando interesse da mídia no Reino Unido desde o início, o Queen só começou a decolar a partir de Sheer Heart Attack. Porém, o primeiro single, Keep Yourself Alive, já era um ótimo cartão de visitas, abrindo o álbum de estreia.

Os quatro CDs subsequentes dessa fase atestam o crescimento espantoso da banda e seus primeiros big hits: Killer Queen, Bohemian Rhapsody, Love of My Life, Somebody to Love

OS CINCO PRIMEIROS

Queen (1973)
Estreia promissora do quarteto, abre com a enérgica Keep Yourself Alive, que a revista
Rolling Stone colocou nas 100 melhores guitar songs de todos os tempos. Great King Rat e My Fairy King são outras pepitas.

Queen II (1974)
Inspirada em Beatles, a capa de Mick Rock é citada como o grande marco do álbum. Ainda não foi daquela vez que o Queen chegou ao topo, mas a última faixa do lado B, Seven Seas of Rhye, foi o primeiro estouro.

Sheer Heart Attack (1974)
O turning point do quarteto foi marcado por pequenas maravilhas de Brian May, como Brighton Rock e Now Im Here. O hit Killer Queen colocou definitivamente o grupo entre os gigantes.

A Night at the Opera (1975)
O single de Bohemian Rhapsody abriu caminho para o êxito do álbum dois meses antes. Faixas como Love of My Life e The Prophet’s Songs certificaram a conquista de obra-prima do Queen.

A Day at the Races (1976)
Com título igualmente inspirado nos Irmãos Marx, este é uma extensão natural do anterior, já que muito material de ambos foi gravado nas mesmas sessões. O big hit foi Somebody to Love.


Fonte:  www.estadao.com.br

O Dios Salve a La Reina vai vir para o Brasil novamente em turnê. Eis as datas:

28/04 – Blumenau
29/04 – Florianópolis
30/04 – Londrina
01/05 – Curitiba
14/07 – Natal
15/07 – Recife
16/07 – Salvador
17/07 – Aracaju

Dica: Roberto Mercury
Fonte:  http://www.dsr.com.ar

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Dica: Átila Reis

Em 1971, em Londres, na Inglaterra, o vocalista Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, o baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor formaram o Queen. Para celebrar os 40 anos de uma das mais importantes bandas de rock da história, relembre 10 videoclipes que fizeram história. Aliás, há pesquisadores que garantem que foi essa banda a protagonista do primeiro videoclipe realizado e, com certeza, de vários outros que marcaram época e anunciaram tendências.

1 – Bohemian Rhapsody (1975), dirigido por Bruce Gowers

Apontado por muitos pesquisadores como o primeiro videoclipe da história, em função de ser uma produção realizada em vídeo para divulgar uma canção durante o lançamento de um álbum, com finalidade puramente comercial. Independente dessa polêmica, a produção é extremamente bem editada e com recursos extremamente sofisticados para a época, como a reprodução das cabeças dos integrantes.

2 – Bicycle Race (1978), dirigido por Dennis de Vallance

O polêmico videoclipe, de acesso restrito no Youtube, apenas para pessoas cadastradas, que intercala imagens de mulheres nuas pedalando bicicletas no circuito fechado do Wimbledon Stadium, na Inglaterra, e apostando corrida com outras da banda durante um show. São muito legais os recortes feitos nas imagens dos músicos como a montagem que mostra as garotas mexendo na marcha das bicicletas, como se estivessem produzindo o som que se escuta na música.

3 – Body Language (1982), dirigido por Mike Hodges

Esse videoclipe tornou-se o primeiro a ser proibido pela MTV norte-americana e um dos mais controversos da história por seus tons homoeróticos e por insinuar a nudez dos participantes com uma linguagem extremamente sensual. Baseadas em closes aproximados e cortes secos no ritmo da canção, as imagens mais insinuam do que mostram em partes dos corpos diante de um fundo preto.

4 – I Want To Break Free (1984), dirigido por David Mallet

No melhor estilo pastelão, todos os integrantes da banda aparecem vestidos de mulher. A entrada de Freddie Mercury passando enceradeira na sala da casa é inesquecível, assim como John Deacon de velhinha, Roger Taylor de adolescente e Brian May de dona de casa, com direito a bobs e penhoar. Trata-se de uma referência à “soap opera” britânica “Coronation Street”.

5 – Radio Ga Ga (1984), dirigido por David Mallet

Esse videoclipe em preto e branco é uma homenagem ao filme de ficção científica “Metrópolis” (1927), dirigido pelo cineasta alemão Fritz Lang e um dos marcos do neoexpressionismo alemão, com direito à reprodução de imagens originais e montagem de outras idênticas a elas e a inserção dos integrantes do Queen no lugar dos personagens. Há um exercício de metalinguagem quando um garotinho abre um álbum e aparecem cenas de “Bohemian Rhapsody”, seguidas de imagens de shows da banda. Veja aqui.

6 – A Kind of Magic (1986), dirigido por Russell Mulcahy

A produção começa com o vocalista Freddie Mercury de capa, chapéu e bengala numa casa ocupada por mendigos, que, logo no início, parece feita de dobradura, quase se desgrudando da tela. Porém, o que mais ficou na memória das pessoas foram os desenhos coloridos como se fossem efeitos produzidos pelas mãos do cantor, no papel de mágico, com personagens dançando bem ao estilo dos estúdios de Walt Disney, misturado com sujeiras audiovisuais.

7 – The Show Must Go On (1991), dirigido por Rudi Dolezal & Hannes Rossacher

O começo é arrasador e reúne trechos muito bem editados de vários dos videoclipes citados acima, caso de Freddie Mercury vestido de mulher em “I Want To Break Free”,, assim como nu e sentado em cima de uma montanha de outros corpos nus. Há também referências aos trechos de animação de “A Kind of Magic” e ao preto e branco “Radio Ga Ga”. Um dos mais fantásticos exercícios de metalinguagem em videoclipe.

8 – Innuendo (1991), dirigido por Jerry Hibbert, Rudi Dolezal & Hannes Rossacher

Produção extremamente gráfica e ágil, que mistura ágeis movimentos de câmera com animações e vários efeitos especiais, como justaposição de imagens de diferentes cores e cromatismos, e cortes extremamente rápidos e secos. Trata-se de mostrar várias animações assistindo num telão imagens de máscaras e dos integrantes da banda tocando e sendo transformados em outros seres. Aliás, esse é talvez o ponto mais alto do clipe, assim como as imagens de pessoas dançando dentro de um tambor, outras de guerras com granulação azulada e as animações em movimento nas páginas de um livro. Veja aqui.

9 – These Are The Days Of Our Lives (1991), dirigido por Rudi Dolezal, Hannes Rossacher & J. Mitchell

Além de ser videoclipe singelo, com luz branca estourada e imagens em preto e branco, mostra o vocalista Freddie Mercury, já bastante emagrecido em função da AIDS, cinco meses antes de morrer. Atenção para o belo colete que ele usa com a estampa de vários gatos. Em ritmo bastante suave, há poucos cortes e algumas variações entre closes e planos americanos dos músicos. Veja aqui.

10 – Made In Heaven (1995), diretor não identificado

Esse videoclipe póstumo mostra uma espécie de espetáculo teatral, com direito as beiradas do palco e a regência de um maestro, em que Freddie Mercury aparece de capa vermelha, cantando no topo de uma rocha, enquanto pessoas nuas trabalham numa espécie de Idade da Pedra. Na segunda metade, o cantor ganha super poderes, como o de voar e soltar raios. Vários frames dessa produção mais parecem uma pintura. No final, a rocha se desfaz e dá lugar a um imenso globo terrestre.


Fonte: http://colunistas.yahoo.net

Banda de Gerard Way vai ser cabeça de cartaz dos festivais de Reading e Leeds anos depois de nos mesmos eventos terem sido alvo de garrafas.

Gerard Way, vocalista dos My Chemical Romance, disse em entrevista ao NME que pretende evocar Freddie Mercury, dos Queen, quando a sua banda subir ao palco dos festivais de Reading e Leeds. A banda será cabeça de cartaz dos eventos, cinco anos depois de ter sido alvo da fúria do público, que lhes atirou garrafas.

Depois do incidente, em 2006, Way terá dito aos colegas: “Não quero tocar aqui novamente até sermos cabeças de cartaz”. O músico explicou: “Foi mais ou menos o que o Freddie Mercury disse uma vez quando os Queen foram vaiados para fora do palco num festival [australiano]”.

Way avançou também que os espetáculos dos My Chemical Romance serão “especiais” e que a banda não se importa de “perder dinheiro ou ficar na mesma”.


Fonte: http://blitz.aeiou.pt

We are the champions foi tocada no final da premiação “Os Melhores do Ano” da rede globo.

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Dica: Tainara Taylor

“We are the champions”. Foi com o refrão da música da banda inglesa Queen que a capitã da Seleção Brasileira feminina, Aline Pellegrino, do Santos, ficou frente a frente com a tão sonhada taça da Copa do Mundo. Em julho, a equipe canarinho vai em busca do inédito título da competição, que será disputada na Alemanha. E nesta segunda-feira, em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, além da zagueira, as atacantes Cristiane e Thais tiveram o gostinho de ficar próximas do cobiçado troféu durante o tour que está sendo feito pela Fifa e pelo comitê organizador do torneio.

Evento seleção futebol feminino (Foto: Divulgação/ Mowa Press)

Fonte:   http://globoesporte.globo.com

A música Crazy Little Thing Called Love foi tocada no filme; Armações do Amor, deste sábado no supercine, da rede globo.

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O guitarrista do QUEEN, Brian May, recentemente respondeu diversas perguntas enviadas por fãs para a edição de abril de 2011 da revista Uncut do Reino Unido. Quando perguntado sobre como ele se envolveu na produção do álbum “Chinese Democracy” do GUNS N’ ROSES  (em 1999, May gravou um solo de guitarra para a faixa “Catcher In The Rye”, do GN’R, que saiu no “Chinese Democracy”, mas seu trabalho foi subsequentemente retirado da versão final do álbum), May respondeu, “Não consigo me lembrar de quando conheci Axl «Rose, frontman do GN’R», mas nós os convidamos para tocar no tributo a Freddie «Mercury, em 1992». Eles fizeram um trabalho fantástico, e também doaram muito dinheiro ao fundo Mercury Phoenix. Em seguida, minha banda solo acompanhou a turnê do GN’R e nos demos muito bem.”

Ele prosseguiu, “As pessoas pensam no AXL ROSE como uma pessoa difícil mas para mim ele sempre foi amável “

“Quando eles estavam fazendo aquele álbum, depois de sabe Deus lá quantos anos, ele estava conversando com o Roy Thomas Baker «antigo produtor do QUEEN», que estava fazendo produção para eles na época, e eles vieram com a idéia de entrar em contato comigo para ajudá-los a trabalhar num direcionamento. Eu fui encontrá-lo e ele me passou praticamente o álbum inteiro. Foi uma longa noite, conversando, pensando, tentando encontrar potenciais direções, e então eu fiquei alguns dias apenas testando coisas. Eles usaram uns 10 guitarristas em seguida disso! Eu tenho umas mixagens brutas dessas faixas em algum lugar no meu arquivo, mas eu não vou deixar ninguém escutá-las em respeito ao Axl.”

“Foi divertido, fazer algo para ajudar um amigo.”

Rose explicou a decisão de deixar a faixa de Brian de fora dizendo, “Há algumas razões, e nenhuma delas é tão importante e definitivamente não foi para menosprezar ninguém. Antes de tudo, obviamente eu encontrei pessoas que gostaram da música, mas a participação de Brian só veio a público depois que seguimos com o GUNS. Na verdade, poucos pareciam se importar com isso e a maioria dos comentários eram direcionados ao porquê o Slash, na opinião deles, deveria estar aqui. O solo do Brian propriamente dito é um dos meus favoritos pessoalmente e eu realmente não consegui entender, pois ele é uma tamanha lenda do rock, por que ele não foi tão apreciado na época. Na verdade todo o sentimento e emoção, olhando agora, tinha muito a ver como Sean «Beavan, um dos produtores que trabalhou no ‘Chinese Democracy’» e eu e as partes que escolhi das diversas tomadas e versões do Brian, para ter certeza de que tínhamos esses elementos em uma versão. É completamente construído de edições com base em torno de uma especifica nota que Brian tocou em uma tomada. E apesar de parecer que o Brian deu uma aquecida, ao menos publicamente, ele infelizmente não ficou muito satisfeito na época com nosso trabalho. Eu lembro de ver o Brian à minha esquerda e ele encarando os grandes auto-falantes do estúdio meio espantado dizendo ‘Mas não foi isso que eu toquei’. O Sean Beavan e eu não estávamos de forma alguma tentando avacalhar com o Brian, nós apenas fizemos o que costumamos fazer e então tentamos dar nosso melhor e nos mantermos firmes com nossas decisões.”

Fonte: http://whiplash.net

(Texto original em português de Portuga.)

Os 40 anos de existência dos Queen são assinalados pela reedição dos primeiros cinco álbuns, remasterizados, da banda britânica e pela compilação “Queen – Deep Cuts 1973-1976” de canções que não estiveram nos tops

Os álbuns remasterizados são “Queen I”, “Queen II”, “Shear Heart Attack”, “A Day at the Opera” e “A Day at the Races”, postos à venda em cd nomais e em edições especiais com dois discos e materiais inéditos.

Com vendas globais de mais de 170 milhões de álbuns, os Queen deixaram temas como “Bohemian Rhapsody”, “Crazy little thing called love”, “We are the champions” e “Radio Ga Ga”.

Criada no início dos anos 1970, a banda era então constituída por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

A morte do vocalista Freddy Mercury em novembro de 1991, aos 45 anos, não impediu que a banda se mantivesse, obtendo mesmo um enorme êxito de vendas – 20 milhões – com o álbum “Made in Heaven” (1995) que incluía as últimas gravações deixadas pelo vocalista nascido em Zanzibar.

A banda manteve o nome, mas hoje é constituída por Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers.


Fonte:  http://sic.sapo.pt

Para comemorar os 40 anos do grupo britânico Queen, a gravadora Island Records reedita os cinco primeiros álbuns da banda, que estarão à venda a partir desta terça-feira junto com a coletânea “Deep cuts” (1973-1976).

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Fonte: www.msn.com
Vídeo por:  Efe

Em um show, não identificada a data, o cantor Bon Jovi brincou com o público ao estilo do Freddie e ao final comentou sobre ele.

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Dica e tradução: Rodrigo Baillo

Em 1981 o público do Brasil viu o seu primeiro mega-show

Dias 20 e 21 de março de 1981. Pra quem tem certa idade essas datas são inesquecíveis. Nesses dois dias o Queen tocou no Brasil e finalmente pudemos ver um verdadeiro show de rock. Claro que tivemos antecedentes – Alice Cooper em 1974 e o Genesis em 1977 por exemplo. Mas show de estádio com uma banda realmente grande e no auge foi a primeira.

Nessa época a banda estava com tudo. O álbum The Game e o single Another One Bites The Dust de 1980 finalmente emplacou o quarteto no mercado americano. Em 1981 eles lançaram a trilha do filme Flash Gordon e preferiram fazer poucas apresentações. Após cinco shows no Japão os ingleses vieram para a América do Sul com toda sua parafernália.

Primeiro eles desembarcaram na Argentina onde tocaram cinco vezes.
O Brasil foi a etapa seguinte com os shows paulistanos sendo os únicos após o cancelamento da apresentação em Porto Alegre. Eles também tentaram tocar no Marcanã mas não obtiveram a permissão mesmo tendo proposto um show beneficente (ainda vivíamos em uma ditadura, lembrem-se). Para aqueles que não puderam viajar restou o consolo de assistir tudo pela TV Bandeirantes que transmitiu o primeiro show ao vivo.

 

Com isso os fãs de todo o país rumaram para São Paulo. O resultado? 130 mil pessoas por dia. Recorde não só da banda como mundial e um show realmente histórico e inesquecível que ainda hoje faz os presentes se emocionarem e causa interesse nos fãs e colecionadores do exterior que buscam imagens, gravações e fotos dos shows – especialmente o segundo do qual apenas alguns trechos da transmissão feita pelo rádio são conhecidos.

O Queen voltaria novamente ao Brasil para o primeiro Rock in Rio onde também fizeram duas das apresentações mais memoráveis de toda a história do festival.

Confira um dos trechos mais emocionantes do show: Love Of My Life com o guitarrista Brian May a apresentando em português.

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Fonte: www.vagalume.com.br

No programa Video News, da Band, falaram sobre o Fã Clube Oficial do Queen.

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No programa O melhor do Brasil, no quadro Vai Dar Namoro, Rodrigo Faro assume o posto de vocalista da banda Queen e se transforma no Freddie Mercury.

Parte 1
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Parte 2
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Parte 3
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