[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=V5L2qoPX9Ik]

 


Dica: Átila Reis

Em 1971, em Londres, na Inglaterra, o vocalista Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, o baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor formaram o Queen. Para celebrar os 40 anos de uma das mais importantes bandas de rock da história, relembre 10 videoclipes que fizeram história. Aliás, há pesquisadores que garantem que foi essa banda a protagonista do primeiro videoclipe realizado e, com certeza, de vários outros que marcaram época e anunciaram tendências.

1 – Bohemian Rhapsody (1975), dirigido por Bruce Gowers

Apontado por muitos pesquisadores como o primeiro videoclipe da história, em função de ser uma produção realizada em vídeo para divulgar uma canção durante o lançamento de um álbum, com finalidade puramente comercial. Independente dessa polêmica, a produção é extremamente bem editada e com recursos extremamente sofisticados para a época, como a reprodução das cabeças dos integrantes.

2 – Bicycle Race (1978), dirigido por Dennis de Vallance

O polêmico videoclipe, de acesso restrito no Youtube, apenas para pessoas cadastradas, que intercala imagens de mulheres nuas pedalando bicicletas no circuito fechado do Wimbledon Stadium, na Inglaterra, e apostando corrida com outras da banda durante um show. São muito legais os recortes feitos nas imagens dos músicos como a montagem que mostra as garotas mexendo na marcha das bicicletas, como se estivessem produzindo o som que se escuta na música.

3 – Body Language (1982), dirigido por Mike Hodges

Esse videoclipe tornou-se o primeiro a ser proibido pela MTV norte-americana e um dos mais controversos da história por seus tons homoeróticos e por insinuar a nudez dos participantes com uma linguagem extremamente sensual. Baseadas em closes aproximados e cortes secos no ritmo da canção, as imagens mais insinuam do que mostram em partes dos corpos diante de um fundo preto.

4 – I Want To Break Free (1984), dirigido por David Mallet

No melhor estilo pastelão, todos os integrantes da banda aparecem vestidos de mulher. A entrada de Freddie Mercury passando enceradeira na sala da casa é inesquecível, assim como John Deacon de velhinha, Roger Taylor de adolescente e Brian May de dona de casa, com direito a bobs e penhoar. Trata-se de uma referência à “soap opera” britânica “Coronation Street”.

5 – Radio Ga Ga (1984), dirigido por David Mallet

Esse videoclipe em preto e branco é uma homenagem ao filme de ficção científica “Metrópolis” (1927), dirigido pelo cineasta alemão Fritz Lang e um dos marcos do neoexpressionismo alemão, com direito à reprodução de imagens originais e montagem de outras idênticas a elas e a inserção dos integrantes do Queen no lugar dos personagens. Há um exercício de metalinguagem quando um garotinho abre um álbum e aparecem cenas de “Bohemian Rhapsody”, seguidas de imagens de shows da banda. Veja aqui.

6 – A Kind of Magic (1986), dirigido por Russell Mulcahy

A produção começa com o vocalista Freddie Mercury de capa, chapéu e bengala numa casa ocupada por mendigos, que, logo no início, parece feita de dobradura, quase se desgrudando da tela. Porém, o que mais ficou na memória das pessoas foram os desenhos coloridos como se fossem efeitos produzidos pelas mãos do cantor, no papel de mágico, com personagens dançando bem ao estilo dos estúdios de Walt Disney, misturado com sujeiras audiovisuais.

7 – The Show Must Go On (1991), dirigido por Rudi Dolezal & Hannes Rossacher

O começo é arrasador e reúne trechos muito bem editados de vários dos videoclipes citados acima, caso de Freddie Mercury vestido de mulher em “I Want To Break Free”,, assim como nu e sentado em cima de uma montanha de outros corpos nus. Há também referências aos trechos de animação de “A Kind of Magic” e ao preto e branco “Radio Ga Ga”. Um dos mais fantásticos exercícios de metalinguagem em videoclipe.

8 – Innuendo (1991), dirigido por Jerry Hibbert, Rudi Dolezal & Hannes Rossacher

Produção extremamente gráfica e ágil, que mistura ágeis movimentos de câmera com animações e vários efeitos especiais, como justaposição de imagens de diferentes cores e cromatismos, e cortes extremamente rápidos e secos. Trata-se de mostrar várias animações assistindo num telão imagens de máscaras e dos integrantes da banda tocando e sendo transformados em outros seres. Aliás, esse é talvez o ponto mais alto do clipe, assim como as imagens de pessoas dançando dentro de um tambor, outras de guerras com granulação azulada e as animações em movimento nas páginas de um livro. Veja aqui.

9 – These Are The Days Of Our Lives (1991), dirigido por Rudi Dolezal, Hannes Rossacher & J. Mitchell

Além de ser videoclipe singelo, com luz branca estourada e imagens em preto e branco, mostra o vocalista Freddie Mercury, já bastante emagrecido em função da AIDS, cinco meses antes de morrer. Atenção para o belo colete que ele usa com a estampa de vários gatos. Em ritmo bastante suave, há poucos cortes e algumas variações entre closes e planos americanos dos músicos. Veja aqui.

10 – Made In Heaven (1995), diretor não identificado

Esse videoclipe póstumo mostra uma espécie de espetáculo teatral, com direito as beiradas do palco e a regência de um maestro, em que Freddie Mercury aparece de capa vermelha, cantando no topo de uma rocha, enquanto pessoas nuas trabalham numa espécie de Idade da Pedra. Na segunda metade, o cantor ganha super poderes, como o de voar e soltar raios. Vários frames dessa produção mais parecem uma pintura. No final, a rocha se desfaz e dá lugar a um imenso globo terrestre.


Fonte: http://colunistas.yahoo.net

Banda de Gerard Way vai ser cabeça de cartaz dos festivais de Reading e Leeds anos depois de nos mesmos eventos terem sido alvo de garrafas.

Gerard Way, vocalista dos My Chemical Romance, disse em entrevista ao NME que pretende evocar Freddie Mercury, dos Queen, quando a sua banda subir ao palco dos festivais de Reading e Leeds. A banda será cabeça de cartaz dos eventos, cinco anos depois de ter sido alvo da fúria do público, que lhes atirou garrafas.

Depois do incidente, em 2006, Way terá dito aos colegas: “Não quero tocar aqui novamente até sermos cabeças de cartaz”. O músico explicou: “Foi mais ou menos o que o Freddie Mercury disse uma vez quando os Queen foram vaiados para fora do palco num festival [australiano]”.

Way avançou também que os espetáculos dos My Chemical Romance serão “especiais” e que a banda não se importa de “perder dinheiro ou ficar na mesma”.


Fonte: http://blitz.aeiou.pt

We are the champions foi tocada no final da premiação “Os Melhores do Ano” da rede globo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=T4KxMwwfHmI]


Dica: Tainara Taylor

“We are the champions”. Foi com o refrão da música da banda inglesa Queen que a capitã da Seleção Brasileira feminina, Aline Pellegrino, do Santos, ficou frente a frente com a tão sonhada taça da Copa do Mundo. Em julho, a equipe canarinho vai em busca do inédito título da competição, que será disputada na Alemanha. E nesta segunda-feira, em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, além da zagueira, as atacantes Cristiane e Thais tiveram o gostinho de ficar próximas do cobiçado troféu durante o tour que está sendo feito pela Fifa e pelo comitê organizador do torneio.

Evento seleção futebol feminino (Foto: Divulgação/ Mowa Press)

Fonte:   http://globoesporte.globo.com

A música Crazy Little Thing Called Love foi tocada no filme; Armações do Amor, deste sábado no supercine, da rede globo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=X1kUp7A3r2o]

O guitarrista do QUEEN, Brian May, recentemente respondeu diversas perguntas enviadas por fãs para a edição de abril de 2011 da revista Uncut do Reino Unido. Quando perguntado sobre como ele se envolveu na produção do álbum “Chinese Democracy” do GUNS N’ ROSES  (em 1999, May gravou um solo de guitarra para a faixa “Catcher In The Rye”, do GN’R, que saiu no “Chinese Democracy”, mas seu trabalho foi subsequentemente retirado da versão final do álbum), May respondeu, “Não consigo me lembrar de quando conheci Axl «Rose, frontman do GN’R», mas nós os convidamos para tocar no tributo a Freddie «Mercury, em 1992». Eles fizeram um trabalho fantástico, e também doaram muito dinheiro ao fundo Mercury Phoenix. Em seguida, minha banda solo acompanhou a turnê do GN’R e nos demos muito bem.”

Ele prosseguiu, “As pessoas pensam no AXL ROSE como uma pessoa difícil mas para mim ele sempre foi amável “

“Quando eles estavam fazendo aquele álbum, depois de sabe Deus lá quantos anos, ele estava conversando com o Roy Thomas Baker «antigo produtor do QUEEN», que estava fazendo produção para eles na época, e eles vieram com a idéia de entrar em contato comigo para ajudá-los a trabalhar num direcionamento. Eu fui encontrá-lo e ele me passou praticamente o álbum inteiro. Foi uma longa noite, conversando, pensando, tentando encontrar potenciais direções, e então eu fiquei alguns dias apenas testando coisas. Eles usaram uns 10 guitarristas em seguida disso! Eu tenho umas mixagens brutas dessas faixas em algum lugar no meu arquivo, mas eu não vou deixar ninguém escutá-las em respeito ao Axl.”

“Foi divertido, fazer algo para ajudar um amigo.”

Rose explicou a decisão de deixar a faixa de Brian de fora dizendo, “Há algumas razões, e nenhuma delas é tão importante e definitivamente não foi para menosprezar ninguém. Antes de tudo, obviamente eu encontrei pessoas que gostaram da música, mas a participação de Brian só veio a público depois que seguimos com o GUNS. Na verdade, poucos pareciam se importar com isso e a maioria dos comentários eram direcionados ao porquê o Slash, na opinião deles, deveria estar aqui. O solo do Brian propriamente dito é um dos meus favoritos pessoalmente e eu realmente não consegui entender, pois ele é uma tamanha lenda do rock, por que ele não foi tão apreciado na época. Na verdade todo o sentimento e emoção, olhando agora, tinha muito a ver como Sean «Beavan, um dos produtores que trabalhou no ‘Chinese Democracy’» e eu e as partes que escolhi das diversas tomadas e versões do Brian, para ter certeza de que tínhamos esses elementos em uma versão. É completamente construído de edições com base em torno de uma especifica nota que Brian tocou em uma tomada. E apesar de parecer que o Brian deu uma aquecida, ao menos publicamente, ele infelizmente não ficou muito satisfeito na época com nosso trabalho. Eu lembro de ver o Brian à minha esquerda e ele encarando os grandes auto-falantes do estúdio meio espantado dizendo ‘Mas não foi isso que eu toquei’. O Sean Beavan e eu não estávamos de forma alguma tentando avacalhar com o Brian, nós apenas fizemos o que costumamos fazer e então tentamos dar nosso melhor e nos mantermos firmes com nossas decisões.”

Fonte: http://whiplash.net

(Texto original em português de Portuga.)

Os 40 anos de existência dos Queen são assinalados pela reedição dos primeiros cinco álbuns, remasterizados, da banda britânica e pela compilação “Queen – Deep Cuts 1973-1976” de canções que não estiveram nos tops

Os álbuns remasterizados são “Queen I”, “Queen II”, “Shear Heart Attack”, “A Day at the Opera” e “A Day at the Races”, postos à venda em cd nomais e em edições especiais com dois discos e materiais inéditos.

Com vendas globais de mais de 170 milhões de álbuns, os Queen deixaram temas como “Bohemian Rhapsody”, “Crazy little thing called love”, “We are the champions” e “Radio Ga Ga”.

Criada no início dos anos 1970, a banda era então constituída por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

A morte do vocalista Freddy Mercury em novembro de 1991, aos 45 anos, não impediu que a banda se mantivesse, obtendo mesmo um enorme êxito de vendas – 20 milhões – com o álbum “Made in Heaven” (1995) que incluía as últimas gravações deixadas pelo vocalista nascido em Zanzibar.

A banda manteve o nome, mas hoje é constituída por Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers.


Fonte:  http://sic.sapo.pt

Para comemorar os 40 anos do grupo britânico Queen, a gravadora Island Records reedita os cinco primeiros álbuns da banda, que estarão à venda a partir desta terça-feira junto com a coletânea “Deep cuts” (1973-1976).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FYw6ll-eZbQ]

Fonte: www.msn.com
Vídeo por:  Efe

Em um show, não identificada a data, o cantor Bon Jovi brincou com o público ao estilo do Freddie e ao final comentou sobre ele.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JKlqe7-bVeY]

Dica e tradução: Rodrigo Baillo

Em 1981 o público do Brasil viu o seu primeiro mega-show

Dias 20 e 21 de março de 1981. Pra quem tem certa idade essas datas são inesquecíveis. Nesses dois dias o Queen tocou no Brasil e finalmente pudemos ver um verdadeiro show de rock. Claro que tivemos antecedentes – Alice Cooper em 1974 e o Genesis em 1977 por exemplo. Mas show de estádio com uma banda realmente grande e no auge foi a primeira.

Nessa época a banda estava com tudo. O álbum The Game e o single Another One Bites The Dust de 1980 finalmente emplacou o quarteto no mercado americano. Em 1981 eles lançaram a trilha do filme Flash Gordon e preferiram fazer poucas apresentações. Após cinco shows no Japão os ingleses vieram para a América do Sul com toda sua parafernália.

Primeiro eles desembarcaram na Argentina onde tocaram cinco vezes.
O Brasil foi a etapa seguinte com os shows paulistanos sendo os únicos após o cancelamento da apresentação em Porto Alegre. Eles também tentaram tocar no Marcanã mas não obtiveram a permissão mesmo tendo proposto um show beneficente (ainda vivíamos em uma ditadura, lembrem-se). Para aqueles que não puderam viajar restou o consolo de assistir tudo pela TV Bandeirantes que transmitiu o primeiro show ao vivo.

 

Com isso os fãs de todo o país rumaram para São Paulo. O resultado? 130 mil pessoas por dia. Recorde não só da banda como mundial e um show realmente histórico e inesquecível que ainda hoje faz os presentes se emocionarem e causa interesse nos fãs e colecionadores do exterior que buscam imagens, gravações e fotos dos shows – especialmente o segundo do qual apenas alguns trechos da transmissão feita pelo rádio são conhecidos.

O Queen voltaria novamente ao Brasil para o primeiro Rock in Rio onde também fizeram duas das apresentações mais memoráveis de toda a história do festival.

Confira um dos trechos mais emocionantes do show: Love Of My Life com o guitarrista Brian May a apresentando em português.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lbR2iU36EBk]

 

Fonte: www.vagalume.com.br

No programa Video News, da Band, falaram sobre o Fã Clube Oficial do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UGfekrcHTaI]


No programa O melhor do Brasil, no quadro Vai Dar Namoro, Rodrigo Faro assume o posto de vocalista da banda Queen e se transforma no Freddie Mercury.

Parte 1
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Parte 2
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fzPCYrdA13s]

Parte 3
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0IWlua9HqzE]

LONDRES – Eu nao vou ser uma estrela, eu vou ser uma lenda.” Foi sem modéstia que, há exatos 40 anos, Freddie Mercury – com Brian May, Roger Taylor e John Deacon – iniciava a banda que mudaria o cenário do rock. O grupo, severamente atacado pela crítica por seu estilo musical supostamente ridículo e teatral, provou ser o preferido do público a cada novo álbum lançado: foram 18 a alcançar o topo das paradas, 150 milhões de cópias vendidas e 700 apresentações pelo mundo.

Mesmo após o fim, o sucesso continua – como prova o musical “We will rock you”, em cartaz no circuito londrino desde 2001, que mantém vivas as melodias do quarteto e já soma mais de 12 milhões de ingressos vendidos. O valor do Queen para a música parece imensurável, e o aniversário de sua formação está sendo comemorado à altura.

A curiosa história dos seus primeiros anos é tema da exposição “Stormtroopers in stilettos: The early years”, que acaba de passar por Londres, onde terminou no último sábado, e agora percorrerá as principais cidades do mundo durante o “ano Queen” – o Brasil está na lista, mas ainda não há confirmação.

Além disso, dois discos de “Greatest hits” foram relançados, e novas edições dos cinco primeiros álbuns da banda chegam às lojas remasterizados no fim deste mês, cada um trazendo gravações extras como bônus. Também serão lançadas três compilações de lados B, incluindo uma das canções mais populares cantadas pelo baterista Roger Taylor, “I’m in love with my car”.

Exposição revela bastidores do início da banda

Tem mais. No cinema, Hollywood inicia as filmagens da biografia de Freddie Mercury, escrita por Peter Morgan (de “Frost/Nixon” e “A rainha”), estrelada pelo ator britânico Sacha Baron Cohen (de “Borat”) e produzida pela produtora de Robert De Niro. E, na TV, a BBC prepara para junho um documentário com entrevistas inéditas de Brian May e Roger Taylor.

Montada em um antigo depósito na famosa rua Brick Lane, em Londres, a exposição revela os bastidores do começo da história do Queen em detalhes, desde antes da formação, em 1971, até o histórico show gratuito para 250 mil fãs no Hyde Park, em 1976. Antes do Queen, o jovem Farookh Bulsara (nome real de Freddie Mercury) vendia roupas e quinquilharias no badalado mercado do bairro de Kensington, até encontrar o guitarrista Brian May e arriscar a criação de uma banda. Na época, sua clientela na feira incluía nomes como David Bowie, Jimmy Page e os Rolling Stones.

Um passeio pela mostra ajuda a entender a história por trás dos primeiros cinco álbuns da banda e do ícone Freddie Mercury, que nasceu em Zanzibar, na Tanzânia, e mudou-se para o Reino Unido com o objetivo de estudar moda, largando tudo mais tarde devido à sua obsessão pelo rock’n’roll.

“Ele assistiu a Jimi Hendrix 14 noites seguidas em diferentes bares”, disse Roger Taylor sobre Mercury em entrevista recente. “Nós nos entendemos imediatamente. Tínhamos o sonho de trabalhar numa banda, mas a única maneira de viver naquela época era vendendo o tipo de roupa excêntrica que adorávamos vestir”, contou Taylor sobre a vida nos tempos em que o sucesso era apenas um sonho.

Por meio de vídeos, gravações, rabiscos de letras de músicas, LPs, imagens do fotógrafo Mick Rock e extravagantes figurinos usados por Freddie durante suas turnês, a exposição é pura nostalgia. A maioria das imagens exibidas veio do arquivo do guitarrista Brian May.

“Eu costumava ficar envergonhado ao ver estas imagens, mas me sinto melhor atualmente. É como olhar para as minhas crianças”, confessou o guitarrista em recente entrevista.

Murais pela exposição contam o esforço da banda em busca do sucesso, como nos depoimentos de produtores e engenheiros de som que lembram os longos turnos de 15 horas em estúdio.

“Mercury e May praticamente não se moviam da mesa de som”, conta um colaborador de estúdio. A banda, que conseguiu um contrato com a gravadora EMI em 1972, fracassou com o lançamento do primeiro single e álbum.

“Foi traumatizante”, confessa Taylor. “Nós sempre tivemos medo de ficar para trás. Levou tanto tempo para termos algum sucesso…”, declara o baterista.

Já na revista “Time Out”, o fotógrafo Mick Rock comparou a enorme confiança do Queen com a de Lady Gaga:

“Desde o início eles sabiam que seriam uma banda gigante. Foi como quando eu conheci Bowie pela primeira vez, ele emanava confiança; algo que encontrei recentemente em Lady Gaga. Eu a conheci seis meses antes de seu enorme sucesso, e ela me disse: ‘Em alguns meses eu serei um estouro mundial’.”

A banda que certa vez teve suas músicas descritas como “lâminas descartáveis” pelo próprio líder – “Use-as, querido, depois as jogue fora” – está mais por cima do que nunca.


Fonte:  http://oglobo.globo.com

Roger Taylor, baterista do Queen, declarou que está trabalhando nas músicas

Por Contigo! Online

Músicas inéditas de Michael Jackson e Freddie Mercury devem ser lançadas
Músicas inéditas de Michael Jackson e Freddie Mercury devem ser lançadas

Três canções inéditas gravadas por Michael Jackson ao lado de Freddie Mercury serão lançadas em breve. Segundo o blog de Perez Hilton, quem confirmou o lançamento foi o baterista do Queen, Roger Taylor.

“Estamos trabalhando em algumas canções nunca lançadas anteriormente que Freddy fez com Michael no começo dos anos 80. Não tenho permissão para falar muito sobre isso, mas elas soam incríveis!”, disse Roger Taylor.

As canções gravadas por Michael Jackson e Freddie Mercury são Victory, State of Shock e There Must be More to Life Than This. As duas últimas já foram lançadas separadamente pelos músicos: State of Shock foi lançada pelo The Jacksons em 1984, com participação de Mick Jagger; enquanto que There Must be More to Life Than This saiu no primeiro disco solo de Mercury, Mr. Bad Guy (1985).

No YouTube é possível ouvir algumas versões demo de State of Shock e There Must be More to Life Than This. Confira:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=OEBo0Hf3LqE]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qwfZVEHDq24]

 

Fonte: http://contigo.abril.com.br

Roger Taylor também fala sobre cinebiografia de Freddie Mercury

Roger Taylor, Paul Rodgers e Brian May
Roger Taylor, Paul Rodgers e Brian May

Roger Taylor que ficou famoso como baterista do Queen diz que gostaria de gravar mais com o grupo. A banda acabou quando o vocalista Freddie Mercury morreu em 1991. Na década passada Taylor e o guitarrista Brian May se juntaram ao vocalista do Free e Bad Company Paul Rodgers. O trio (foto) saiu em turnê e também gravou o disco “Cosmos Rock”.

Taylor diz ter gostado tanto do disco quanto da turnê e que gostaria de repetir a experiência. Ele também falou sobre a cinebiografia de Freddie Mercury que terá o ator Sacha Baron Cohen (o Borat) no papel principal. o músico disse que ele e May terão papel importante ainda que não proeminente no filme, mas que eles estarão encarregados da parte musical do projeto.

Fonte:  www.vagalume.com.br

No programa de sábado (19), o apresentador Rodrigo Faro recebe o elenco da nova novela da Record, Rebelde.

Chay Suede, Mel Fronckwiak e Andrea Avancine enfrentam os legendários Marcos Mion, Mionzinho e Felipe Solari no divertido quadro Foras e Furos.

Enquanto isso, no quadro Sua Festa é Nossa, a aniversariante Jéssica vai ter muitas surpresas.

Já no famoso Vai Dar Namoro, Faro assume o posto de vocalista da banda Queen e se transforma no Freddie Mercury.

Não deixe de assistir! O programa O Melhor do Brasil


Atualizado em18/03/2011
Do blog do Rodrigo Faro
Bigode famoso

Olá, genteeee!

Vou virar bigodudo no programa O Melhor do Brasil deste sábado (19) e encarnar um astro internacional!

O escolhido foi o cantor Freddie Mercury, do Queen. Vocês se lembram dele?

We Are The Champions e We Will Rock You vão trazer de volta o rock dos anos 80 para o palco do Vai dar Namoro.

Beijo grande e até lá, hein!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5Myy75buwL0]



Dica: Roberto Mercury

Taylor Hawkins montou a compilação junto com Brian May e Roger Taylor

O baterista do Foo Fighters Taylor Hawkins (foto) se juntou a Brian May e Roger Taylor do Queen para montar uma nova compilação da clássica banda inglesa.
A diferença é que dessa vez o disco não trará novamente We Are The Champions ou Bohemian Rhapsody e sim faixas menos conhecidas da carreira da banda. A coletânea faz parte do pacote de relançamentos do grupo que trará os primeiros cinco álbuns do grupo em embalagem de luxo com faixas extras.

“Deep Cuts Volume One 1973-1976” chegará às lojas no dia 14 de março junto com as novas edições dos álbuns antigos. Os lançamentos fazem parte das comemorações pelos 40 anos da banda.

As canções selecionadas por Hawking, May e Taylor foram essas:

1. Ogre Battle
2. Stone Cold Crazy
3. My Fairy King
4. I’m In Love With My Car
5. Keep Yourself Alive
6. Long Away
7. The Millionaire Waltz
8. ’39
9. Tenement Funster
10. Flick Of The Wrist
11. Lily Of The Valley
12. Good Company
13. The March Of The Black Queen
14. In The Lap Of The Gods…Revisited


Dica: Rafael Macêdo
Fonte: www.vagalume.com.br

Brian May deixou pertences na residência do Foo Fighter e deu nisso

O líder dos Foo Fighters Dave Grohl contou à revista Elle que tem um cueca do ex-guitarrista do Queen Brian May pendurada na porta de sua casa como se fosse um “enfeite natalino”. Os dois músicos são amigos e já trabalharam juntos em algumas ocasiões.

Grohl explica que May chegou em sua casa para uma gravação vestindo roupas de corrida e carregando duas grandes mochilas. “Ele então pede para se trocar, volta com calças “estilo MC Hammer, grava suas partes na música, dá um tempo e logo depois precisa partir.”

Uma hora depois Brian May ligou para avisar que havia esquecido um de seus sacos, e pediu para Dave deixá-lo ali mesmo que ele já iria voltar para pegá-lo. Grohl desligou o telefone, abriu a mochila … “e lá estava ela”, completa o músico explicando como o bizarro artefato acabou adornando a porta de sua casa.

O Foo Fighters em breve vai lançar um novo disco. Fique de olho nas Notícias do Vagalume para saber todas as novidades desse grande lançamento. Ouça também os clássicos imortais do Queen na nossa página dedicada à banda.


Fonte: www.vagalume.com.br

A Royal Mail está comemorando os populares musicais de teatro do Reino Unido com um novo conjunto de selos emitidos em 24 de fevereiro.

Os selos musicais contemplam um elenco de oito musicais incluindo o conto Ben Elton & Queen “We Will Rock You” o musical, o clássico do West End Oliver! “Monty Python’s Spamalot”, entre outros.

Roger Taylor e Brian May no lançamento dos selos no West End em Londres

Roger Taylor e Brian May no lançamento dos selos no West End em Londres

Dois membros do Queen, Roger Taylor e Brian May, ajudaram a lançar os selos do musical no Dominion Theatre de Londres, e disseram: “Nós estamos emocionados que ‘We Will Rock You’ foi imortalizado em um selo do Royal Mail. A imagem estampada nos leva de volta, quando estávamos em turnê com o Queen e encarna o rock and roll que queremos celebrar em ‘We Will Rock You’ o musical.

‘We Will Rock You’, em homenagem ao hit de sucesso do Queen foi selecionado como um dos quatro selos primeira classe ao lado de “Blood Brothers”, Oliver! e Spamalot.

Philip Parker, porta-voz do Royal Mail selos, acrescentou: “Nossos selos musicais refletem a popularidade da série de musicais britânicos que tem sido apreciados por milhões em todo o mundo.”

Selos:

1st – First Class inland letter rate Oliver!
1st – First Class inland letter rate Blood Brothers
1st – First Class inland letter rate We Will Rock You
1st – First Class inland letter rate Monty Python’s Spamalot
97p – Rest of World airmail up to 20gm Rocky Horror Show
97p – Rest of World airmail up to 20gm Me and My Girl
97p – Rest of World airmail up to 20gm Return to the Forbidden Planet
97p – Rest of World airmail up to 20gm Billy Elliot

fonte: http://whiplash.net