No dia 5 de Abril de 1970, num apartamento em Londres, Freddie Mercury (à altura já Freddie mas ainda Bulsara), diplomado em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College, Brian May licenciado em Ciências Físicas e Matemáticas pelo Imperial College e Roger Taylor estudante de Biologia da mesma instituição, decidem juntos criar uma nova banda… os Queen.

A partir daí a História já é conhecida, tornando-se assim esta uma data muito especial, para todos nós, nós os Fãs dos Queen!

Fonte:  KQA – Fã Clube Portugal

Mais uma vez o nome da cantora Madonna aparece no topo de uma lista. Desta vez é a lista dos artistas ou grupos mais tocados no Reino Unido durante a última década.

A pesquisa foi encomendada pela Radio 2 da BBC e utilizou dados oficiais de emissoras de rádios e ainda inclui músicas tocadas em casas noturnas, bares, restaurantes e outros estabelecimentos.

Madonna ficou à frente de importantes nomes da música britânica como Beatles, Queen, Elton John e Robbie Williams. A lista com os 10 mais executados no Reino Unido durante a última década é a seguinte:

01. Madonna
02. The Beatles
03. Robbie Williams
04. Queen
05. Take That
06. Sugababes
07. Elton John
08. Elvis Presley
09. Abba
10. Coldplay

Fonte:  territorio.terra.com.br

Bom pessoal, estes foram os vencedores da promoção Queen Net + Editora Planeta e ganharam um  Livro Freddie Mercury –  por Selim Rauer:  Rafaela Zaidan, Caroline Roberta e Maurício Lilli.

Foi enviado um e-mail a cada um dos vencedores com informações sobre o envio, caso seja um dos vencedores e não tenha recebido entre em contato.

As frases vencedoras foram:

Enviada por: Rafaela Zaidan
“A característica mais marcante no Freddie sem dúvidas é sua perseverança, pois mesmo sabendo que nada poderia impedir sua morte, sempre continuou lutando pela vida sem se deixar entregar. Embora tivesse problemas e muita dor, seu sorriso e sua alegria nunca se apagavam.”

_____________________________________________


Enviada por: Caroline Roberta

Creio que o olhar… A expressão dele também é uma característica que me fascina MUITO, o jeito de olhar, de falar e até de se movimentar… Freddie alem de ter sido um cantor espetacular, era um homem muito fascinante!

O jeito de lidar com o público, o carisma e principalmente a voz era tudo um conjunto de perfeições, por isso virei tão fã e comecei a me dedicar ao máximo a esse homem incrível que foi Farrokh Bulsara.

_____________________________________________

Enviado por: Maurício Lilli

Sua ousadia. Um jovem de descendência indiana impor sua voz, seu talento musical, seu modo de agir e principalmente de pensar, à clássica Inglaterra e ao mundo todo, merece ser destacado por sua ousadia. Sua maneira avassaladora de apresentar-se nos palcos, invadir nossas mentes e nossos corações nada remetem à sua personalidade tímida.
Obrigado Freddie por ser tão ousado!

_____________________________________________

Obrigado por todos que participaram, em breve teremos novas promoções. E mais uma vez obrigado a Editora Planeta por tornar possível esta promoção.

Segundo assessoria da Editora Madras, houve um imprevisto e Peter Freestone não poderá comparecer dia 10/04/2010 ao Brasil. O verdadeiro motivo não foi divulgado, tão logo saibamos divugaremos.

Mas a editora afirmou que o evento acontecerá do mesmo modo, e não precisa de cadastramento prévio.

Maiores detalhes e dúvidas entre em contato com os verdadeiros organizadores:  www.madras.com.br

Bom pessoal, querendo unir cada vez mais os fãs do Queen, tivemos a idéia de criar o Primeiro site Brasileiro dedicado aos Colecionadores do Queen –  www.QueenCollection.com.br

Não interessa o que ou quanto você tenha de material, fã é fã, e todos somos iguais. 🙂

a Idéia é todos nós compartilharmos nossas pequenas relíquias, que seja um reportagem de revista, cds, um LP, uma foto, etc… o site é para somarmos tudo que vem a ser raro para cada fã.

No site você poderá divulgar seu site, blog, ter endereço de e-mail personalizado seunome@queencollection.com.br e endereço personalizado www.queencollection.com.br/seunome

O site, assim como seu layout está em desenvolvimento. Idéias, dicas, sugestões, críticas são sempre bem vindas. 🙂

Endereço do site: www.queencollection.com.br
E-mail para contato: webmaster@queencollection.com.br

Equipe Queen Net

Taylor Hawkins lança novo disco em Abril

O baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, anunciou em site oficial o lançamento de seu novo álbum solo, Red Light Fever, para o dia 20 de abril.

O projeto recebe o nome de Taylor Hawkins And The Coattail Riders e tem programado uma série de shows nos EUA, entre 19 de abril e 7 de maio. Em seguida, segue para a Europa, onde o lançamento oficial de Red Light Fever acontece dia 10 de maio.

O álbum tem participações especiais do companheiro de Foo Fighters Dave Grohl e de Brian May e Roger Taylor, do Queen.

Fonte: www.terra.com.br
Enviado por:  Gabriel Carvalho

……
Novas influências
No Beeshop, o músico desfila influências que não combinam muito com o som emo da sua banda “principal”. “I was born in the 80’s” lembra Killers (mas Lucas jura que a intenção era parecer Smiths. “Só quando coloquei o teclado percebi o Killers”, diz), enquanto “Lovers are in trouble”, com clima de cabaré, “começou como uma tentativa de fazer uma nova ‘My melancholy blues’, do Queen”. Ele cita ainda Neil Young e sua “Harvest moon” como referência da melodia da folk “Cookies”.

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte: www.g1.com

Na próxima quinta-feira, 08 de abril, a banda Classical Queen fará um tributo aos ingleses do Queen no Morrison Rock Bar. Double Chopp Brahma e Double Long Neck Bohemia. Mulheres não pagam entrada até a meia noite.

Início do show as 23:30hrs

Endereeço:
Rua Inácio Pereira da Rocha, 362
Vila Madalena
Tel: 11 3814-1022
Maiores detalhes: www.classicalqueen.com.br

No programa deste domingo, 28/03/2010, o programa Pânico na TV exibiu pequena parte de entrevista de Freddie a Gloria Maria em 1985.

Para ver o vídeo completo:  http://www.youtube.com/watch?v=aceEmME9wS4

Enviado por Vick May e Tainara Taylor

Na edição do dia 28/03/2010 do programa Esporte Espetacular (Rede Globo), a música Who Wants to live forever, composta por Brian May, foi tocada no em uma reportagem sobre o jogador Preguinho, que fez o primeiro gol do Brasil na primeira Copa do Mundo (Uruguai – 1930).

Assista parte editada onde toca amúsica

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=u_N_nhb3ZIQ]

Fonte: http://globoesporte.globo.com
Enviado por:  Emanuella Gømes

Na área externa da casa do BBB 10, os dois finalistas Cadu e Dourado confortam Lia, que se aproxima da dupla. “Meu coração está dizendo que você vai ficar”, diz o gaúcho para a sister. O carioca a abraça: “Você merece, Lia”, se derrete. Lia se emociona: “Não fala isso, senão eu choro. Vou poder dar tudo para os meus pais”, torce.

Dourado reconhece que está na casa por causa de Joseane, que imunizou o brother na primeira semana. Os três se abraçam. O gaúcho declara: “A gente tem que agradecer a todos que bateram de frente com a gente. Todo mundo que chegou na final foi por mérito”, acredita.

“A gente tem a gente”, afirma Cadu. Dourado declara: “A gente tem a nossa família”, confessa. Em seguida, os três voltam para o Puxadinho, onde toca “We are the champions”, do Queen e cantam a música juntos.

Fonte : http://bbb.globo.com
Enviado por:  Emanuella Gømes

Livro traz 37 fotos de Mercury com amigos em festas animadas

O inglês Peter Freestone, autor de “Freddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor”, visitará o Brasil em abril para conversar com os fãs sobre o líder do Queen, que morreu em 24 de novembro de 1991, em Londres, aos 45 anos, de Aids.

Ele foi um dos amigos mais próximos do cantor, para quem trabalhou como assistente pessoal durante 12 anos.

“Fui faz-tudo, garçom, mordomo, criado pessoal, secretário, copistas, camareiro, babá (sendo ele o bebê) e conselheiro sentimental. Fazia compras para ele tanto em supermercados quanto nos mercados de arte. Viajava pelo mundo com ele e estive presente nos altos e baixos. Vi os fluxos de veios criativos como também a frustração de quando a vida não estava indo bem. Agi como seu guarda-costas quando foi necessário e, no final, é claro, fui um de seus enfermeiros”, escreve Freestone no livro.

“Freddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor” foi lançado em 2009 no Brasil pela editora Madras, que anunciou, nesta sexta-feira (26), que Freestone estará em São Paulo no próximo dia 10 de abril, às 15h30, conversando com os fãs na av. Paulista, 509, perto da estação Brigadeiro do Metrô.

Segundo a Madras, a conversa vai contar com a presença dos fãs representantes de Mercury no Brasil, como Lady Taylor, Lucas Marques, Antonio Henrique Seligman, Ana Queen e ó sósia Roberto Mercury.

Neste ano, a editora Planeta também lançou uma biografia sobre o líder do Queen. “Freddie Mercury” foi escrito pelo jornalista Selim Rauer, nascido em Paris. A obra traz 11 fotos de Mercury principalmente no palco ou em camarins.

Já “Freddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor” tem mais fotos (37), mas as imagens são mais pessoais com o vocalista da banda em situações mais privadas, como em festas com amigos, dividindo uma banheira quente com outros três colegas, cortando o cabelo. Uma das imagens, de 1981, mostra Mercury na cama, comendo em uma tigela, hipnotizado pela atitude blasé de seus dois gatos. O título da obra cintila como um letreiro. Há ainda um epílogo em homenagem a Michael Jackson, um ícone tão pop quanto Freddie Mercury. No texto, o autor descreve o encontro dos dois, detalhes como o pedido por um cinzeiro para Freddie depositar as cinzas do seu cigarro. Não havia cinzeiro na mansão de Michael.

“Freddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor”
Autores: Peter Freestone, David Evans
Editora: Madras
Páginas: 272
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br

Liam Gallagher, do grupo Oasis, foi eleito melhor líder musical de todos os tempos, à frente de nomes como Bono Vox, Freddy Mercury, Paul McCartney e John Lennon, em uma votação realizada entre os leitores da revista britânica “Q”.

Liam ocupa o primeiro posto de uma lista de 20 músicos que  “Q” publicará em sua edição de maio, que estará à venda no dia 27.

Em declarações à revista, Liam Gallagher disse estar à altura de Elvis Presley, o rei do rock. “Estamos Elvis e eu. Não saberia dizer qual dos dois é o melhor”.

Em agosto passado, seu irmão Noel decidiu deixar o Oasis, uma das bandas mais populares dos últimos anos, devido aos atritos com Liam, e seguirá em carreira solo.

Entre as figuras incluídas na lista da “Q” estão Bono (2º), Freddie Mercury (3º), Damon Albarn (4º) e Chris Martin (5º), bem como Paul McCartney (9º), John Lennon (10º) e Robbie Williams (11º).

Os irmãos Gallagher foram sempre centro das atenções dos tablóides britânicos por sua forma de vida tão extravagante e suas arejadas disputas pessoais.

O Oasis foi criado em 1991 por Liam Gallagher (vocalista), Paul Arthurs (guitarra), Paul McGuigan (baixo) e Tony McCarroll (bateria). Pouco tempo depois, se uniu a eles Noel Gallagher (guitarra).

Até junho de 2009, o Oasis tinha vendido mais de 50 milhões de discos no mundo todo e suas músicas já estiveram várias vezes entre as mais vendidas no Reino Unido.

Fonte: www.uol.com.br

Freddie Mercury (de branco) ao lado de seus companheiros da banda Queen: vida do cantor revela a autoconstrução de um dos principais mitos da história da música pop

Por DELLANO RIOS

Livro sobre bastidores do Rock in Rio ´85 e biografia assinada pelo jornalista francês Selim Rauer revelam o estranho caso do líder do Queen, Freddie Mercury, cuja vida se confundia com a própria mitologia em torno da banda

O punk inglês, desperto no final dos anos 70, era uma metralhadora giratória. Onde a cusparada ácida acertasse, certamente, estaria alguém que a mereceria. No entanto, os ataques nem sempre eram aleatórios. Na música, os punks se insurgiam contra uma instituição que se consolidou nos anos 70: o rock que trocaram a rebeldia primitiva pelo hedonismo; os clubes pelas arenas; a economia de acordes pela suntuosidade de arranjos; o olho no olho do público transmutou-se em distância, em luxo desmedido, limusines, mansões e drogas caras.

Poucas figuras encarnaram tão bem este novo tipo de roqueiro quanto Freddie Mercury (1946 – 1991). Nascido em Zanzibar, com ascendência indiana, ele foi o líder de uma das principais bandas dos anos 1970 e 1980, Queen, que na ambígua referência à realeza trazia algo de luxo e ostentação. E é a figura de Mercury que chama atenção aos riscos de endossar a crítica punk e rejeitar o rock agigantado. À frente do Queen, o cantor operou o milagre de produzir música para as massas, sem trocar um alcance maior pela perda de qualidade.

É a história deste rockstar, ponto exato entre o bom e o mau gosto, entre “alta” e “baixa” cultura, que cobre as páginas de “Freddie Mercury”, do escritor francês Selim Rauer. O livro acompanha a trajetória de Mercury de seu nascimento numa ilhota que hoje faz parte da Tanzânia ao crescimento desmedido do sucesso com sua banda. O ponto final fica um pouco além da morte do cantor, em 1991, em decorrência da Aids, apontando a vaga deixada por sua partida e o desafio que a vida (e o show business) legou ao restante do Queen, os ingleses Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo).

Freddie, o Grande

Na orelha da biografia “Fred Mercury”, Selim Rauer transcreve uma frase atribuída ao líder do Queen: “Eu não serei conhecido, eu serei uma lenda…”. As mais de 300 páginas que se seguem são o desabrochar desta máxima, que vai sendo ilustrada em detalhes, ganhando contornos mais nítidos, drama, comédia, tragédia.

O autor procura manter o difícil equilíbrio crítico, aquele que foge da apologia ao biografado, sem cair na obsessão por desfazer o mito. O biografado, para piorar, levou uma vida incomum: as aventuras e desventuras vividas por Freddie Mercury eram tentativas de fazer coincidir o homem e o mito.

“Freddie Mercury”, em certo sentido, é a clássica biografia de astro do rock. É recheada de momentos majestosos e míticos, caso da explosão do sucesso com “Bohemian Rhapsody” (1975, do disco “A Night at the Opera”)e do show do grupo no Rock in Rio de 1985. Não faltam a barra pesada um tanto glamourosa da combinação sexo e drogas. Por outro lado, há o homem em contradição, que tenta manter uma ilha de privacidade para pode respirar. Nela, habitaram seus amores e decepções, e os momentos de fragilidade diante da exigência da glória.

Biografia
“Freddie Mercury”
Selim Rauer
R$ 49,90
320 PÁGINAS
2010
PLANETA
TRADUÇÃO: Marly N. Peres

Transformação no Rock in Rio

O publicitário Cid Castro criou a logomarca do Rock in Rio, marco na história da música pop no Brasil (pois estabeleceu a ponte definitiva por onde passariam as grandes bandas gringas). Duas décadas e meia depois da primeira edição do festival, realizada em 1985, ele lança o livro de memórias “Metendo o pé na lama”. Nele reconstitui seu envolvimento com a organização do festival, desde quando este mal passava de uma ideia extravagante até os três dias de barulho, lama e caos na recém-construída Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

E o Queen? O grupo de Freddie Mercury é protagonistas de algumas páginas da obra, mais especificamente quando Cid Castro faz um relato do primeiro dia do festival. O quarteto inglês era uma das maiores atrações do evento. Depois de uma primeira década de existência gloriosa, o Queen vivia um novo momento de auge (comprovado um pouco mais tarde em performances históricas no Wembley Arena e no Live Aid).

A banda já tinha dado às caras por aqui quatro anos antes. Na ocasião, Freddie Mercury havia se confirmado como um dos grandes mestres de cerimônia do rock. No palco, não era apenas a grande estrela, como as magnéticas divas da ópera. Mercury era o maestro que fazia a plateia cantar e provocava ondas no mar de pessoas com apenas com um aceno.

A rainha e o súdito

Em “Metendo o pé na lama”, Cid Castro conta a história da transformação, radical, de Freddie Mercury. O soberano indisposto e cheio de exigências impossíveis terminou a noite assombrado diante do retorno da gigantesca plateia ao espetáculo que comandara com o Queen.

Antes do show, lembra o autor, a produção do Rock in Rio estava em polvorosa. “O motivo era simples: a Rainha da Inglaterra insistia em não se apresentar aos súditos”. O cantor exigia que os corredores ficassem vazios para sua passagem (operação que exigiria a remoção apressada de uma pequena multidão de 300 pessoas, entre equipe técnica, jornalistas e penetras). No fim, o astro foi levado ao palco cercado por seguranças. “Aos poucos, a supremacia inglesa foi massacrada pelo entusiasmo tupiniquim. (…) ´We are the champions´, cantado a uma só voz pela plateia, superava o artista. Essa emoção tocou o intocável Fred”.

MEMÓRIAS
” Metendo o pé na lama”
Cid Castro
R$ 39,90
264 PÁGINAS
2010
TINTA NEGRA

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes

Pablo Padín no papel de Freddie Mercury é o que mais impressiona no grupo argentino God Save The Queen Foto: Javier Fernandez, Divulgação

Babiana Mugnol | babiana.mugnol@pioneiro.com

No palco do UCS Teatro, os argentinos da Dios Salve a la Reina, conhecida como God Save The Queen, deixam de ser os caras comuns que são quando não estão caracterizados. Se tornam ídolos como os do próprio grupo inglês, porque o show agrada a plateia com sua nostalgia _ até porque pouca gente que foi ver o cover do Queen no domingo à noite nasceu depois dos anos 1980. O público cantou junto os principais sucessos, como a aguardada We Are The Champions, que inclusive encerrou a apresentação de cerca de 1h30min. Empolgante também é ver o público se unindo ao grupo com as palmas sincronizadas na música Radio Ga Ga e We Will Rock You.

Agora, sem dúvida, o que mais chamou atenção durante todo o show foi a semelhança visual com o grupo original, provocada não só pelo figurino e repetição da performance extravagante do líder do grupo. Quem foi ao camarim depois do show para conferir de perto se Pablo Padín era mesmo tão parecido com Freddie Mercury não se decepcionou. Realmente sua semelhança chega a ser surreal mesmo quando ele tira o bigode. Nos bastidores, os músicos reforçam a impressão que se tem ao observá-los no palco, de que prestam um tributo, e não tentam imitá-los no dia a dia. São talentosos, tocam bem, mas conscientes de que alcançar o mesmo tom de Freddie Mercury e sua banda é impossível.

Fonte: www.clicrbs.com.br/pioneiro

Em show realizado ontem, dia 21/03/2010, a banda Eskimo com participação especial de Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, tocou I want to break free. Bruno é fã declarado do Queen.

Assista

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PSED5JtrIxo]

Enviado por:  Tainara Taylor

A crise vivida pela indústria fonográfica desde o surgimento do mp3, no fim dos anos 1990, afetou diretamente o modo como consumimos o produto música. Se antes as grandes gravadoras monopolizavam o mercado, impondo preços e formatos a seus clientes, hoje a internet democratizou o acesso à música, criando um acervo imenso de álbuns na rede mundial de computadores. Esse livre acesso à música via internet causou uma verdadeira reviravolta nas pretensões das grandes gravadoras, especialmente da gigante inglesa EMI, uma das maiores distribuidoras de música do mundo.

A EMI viveu 50 anos de lucros exorbitantes, tendo em seu catálogo bandas como: Beatles, Queen, Iron Maiden, Pink Floyd, entre outros. Mesmo assinando contratos milionários com os melhores artistas britânicos e de todo o mundo, a gravadora não conseguiu manter os mesmos números com mais uma transição de formato musical. Se na passagem do vínil para o CD, as vendagens de discos aumentaram, com a incorporação da música em formato digital e sem valor algum na internet, a quantidade de CDs comercializados diminuiu drasticamente nos últimos anos.

O capítulo mais recente desta história indica um caminho preocupante para a EMI. O The Wall Street Journal divulgou em seu site oficial que a EMI teria feito um acordo para liberar todo seu acervo na América do Norte em troca de US$ 150 milhões por ano. O acordo beneficiaria diretamente grandes concorrentes da EMI, como: Warner, Universal e Sony.

Para ver a matéria completa, clique aqui

Fonte: www.obaoba.com.br
Enviado por: Emanuella Gømes

Devido a uma falha no sistema de e-mail, na semana passada, o prazo para a envio de sua história para o livro”Bohemian Rhapsodies – True Tales by Queen Fans and Celebrities” foi estendido para 31 de março. Qualquer pessoa que enviou sua história do início de março até dia 11 (de março) é pedido que reenvie.

Lamentamos muito pelo inconveniente, mas odiariamos perder suas histórias, arte, fotos, etc, e não se tornar  parte do livro por causa de dificuldades técnicas com o site. O progresso com a classificação das histórias recebidas está indo bem. Os fãs do Queen tem grandes histórias, etc, para compartilhar e mal podemos esperar para publicá-los! Mais informações veja no site sobre a publicação.

Acesse o site e envie ou reenvie sua história Clicando Aqui

Para entender como será feita a seleção das histórias Leia Aqui

Fonte: www.brianmay.com