Esta disponível no shop oficial do Queen, www.queenonline.com,  uma versão da Red Special,  guitarra de Brian May, que mede (34 x 28cm). Ela vem cuidadosamente anexada a uma placa, detalhando a historia da guitarra.

Maiores detalhes e para comprar: Clique Aqui

Fonte: www.queenonline.com

Em votação dos 40 melhores álbuns ao vivo, pela rádio Planet Rock, o Queen teve 2:  Live Killers (Nº 18) e Live at Wembley ’86 (Nº 26).

Lista dos 40:

01. THIN LIZZY – Live & Dangerous
02. DEEP PURPLE – Made In Japan
03. UFO – Strangers In The Night
04. THE WHO – Live At Leeds
05. AC/DC – If You Want Blood, You Got It
06. IRON MAIDEN – Live After Death
07. PINK FLOYD – PULSE
08. PETER FRAMPTON – Frampton Comes Alive
09. KISS – Alive
10. GENESIS – Seconds Out

(mais…)

A revistá época desta semana trás matéria sobre o rescente livro lançado sobre Freddie.

O livro “Freddie Mercury” aprofunda dados da vida e obra deste artista que desejava uma vida intensa, mais do que longa…

A versão online da revista Época está disponíverl apenas para assinantes, logo colocaremos a matéria por completo.

atualizado28 de fevereiro

Como prometido segue a matéria sobre Freddie e o novo livro biografia

Clique Aqui para  ver em tamanho médio ou  Aqui para ver em Alta Qualidade

ou

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Fonte: revistaepoca.globo.com

Foi lançada uma Edição Especial para Colecionador do show Rock Montreal & Live Aid, o material vem em uma Lata personalizada. Custa em média R$ 49,90 e pode ser comprado na saraiva.com.br Clicando Aqui

Frequentemente eleito como o melhor show de todos os tempos, a formidável apresentação do Queen no Live Aid em 13 de julho de 1985 é um valioso extra deste DVD. Além do repertório conhecido mundialmente que fortaleceu a posição do Queen como a banda que melhor sabe entreter seu público, a apresentação da comovente composição de Freddie e Brian, “Is This the World We Created”, realizada mais tarde naquele dia, está incluída. Além disso – e aqui sim está o novo bônus – 11 minutos de gravações inéditas do ensaio do Queen para o Live Aid e uma entrevista com a banda. Para terminar, a curiosa participação da banda no programa de televisão norte-americano PM Magazine de 1982.

Faixas do DVD 1:

1. Intro
2. We Will Rock You
3. Let Me Entertain You
4. Play the Game
5. Somebody to Love
6. Killer Queen
7. I’m In Love with My Car
8. Get Down Make Love
9. Save Me
10. Now I’m Here
11. Dragon Attack
12. Now I’m Here (Reprise)
13. Love of My Life
14. Under Pressure
15. Keep Yourself Alive
16. Solo de Bateria
17. Solo de Guitarra
18. Crazy Little Thing Called Love
19. Jailhouse Rock
20. Bohemian Rhapsody
21. Tie Your Mother Down
22. Another One Bites the Dust
23. Sheer Heart Attack
24. We Will Rock You
25. We Are the Champions
26. God Save the Queen

Faixas do DVD 2:

1. Show
2. Bohemian Rhapsody
3. Radio Ga Ga
4. Hammer to Fall
5. Crazy Little Thing Called Love
6. We Will Rock You
7. We Are the Champions
8. Is This the World We Created
9. Ensaio
10. Bohemian Rhapsody
11. Radio Ga Ga
12. Hammer to Fall

Características Detalhadas:

Duração : Aprox. 140 Min
Formato de Tela : WIDESCREEN ANAMÓRFICO / FullScreen
Idioma : Inglês
Legenda : Espanhol / Inglês / Francês
Sistema de Som : Dolby Digital 5.1 / Dts 5.1 Surround / Dolby Digital Stereo
Tipo de Mídia : DVD
Classificação Indicativa : Livre
Codificação de Imagem : NTSC
Número de Mídias : 2

Trajetória de um dos maiores músicos britânicos da história, marcada por muitas polêmicas e um legado eterno.

Ele foi vocalista do Queen, banda que entrou para a história do rock mundial como aquela que sabia fazer um som diferente. Além de uma figura carismática, Freddie Mercury marcou os anos 70 com sua voz e o estilo irreverente de ser. Considerado um dos maiores cantores da história, deixou uma legião de fãs ao morrer em 1991, vítima de AIDS.

Nessa biografia, o jornalista Selim Rauer vai além do mito, revelando falhas e segredos de Freddie Mercury.

I.S.B.N.: 9788576654933
Cód. Barras: 9788576654933
Reduzido: 2869392
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2010
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 320

O livro custa em média R$ 49,90 e pode ser comprado na saraiva.com.br Clicando Aqui

Fontes: Enviado por Fábio Rocha
www.editoraplaneta.com.br
www.livrariasaraiva.com.br

A banda Classical Queen se apresentará em Recife nos dias 26 (sexta-feira) e 27 (sábado) de fevereiro.

Dia 26/02/2010 (sexta-feira)

SEXTA LIVE – TRIBUTO A QUEEN
The Pub apresenta a maior banda cover Queen das Américas, diretamente de São Paulo, Classical Queen interpretando um dos maiores nomes do pop mundial. Um show onde até a performace do vocalista, lembra o grande Freddie Mercury. Saiba um pouco mais sobre eles acessando www.classicalqueen.com.br. Participação especial da banda Alcatraz, tocando só clássicos do rock e dj Sardinha.

Maiores informações:

www.classicalqueen.com.br
www.thepubrecife.com.br

THE PUB

Av. Conselheiro Aguiar, nº 479
Fone: 81-3424.6317
e-mail: contato@thepubrecife.com.br

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Sábado, 27 Fevereiro 2010

TRIBUTO A QUEEN
O Downtown apresenta a banda paulista Classical Queen (classicalqueen.com.br). Um show fiel ao estilo Freddie Mercury seja no figurino, na musicalidade ou nos detalhes. A banda já se apresentou em programas como MTV Covernation e Os Imitadores do Faustão. É a única banda brasileira que aparece no site oficial do Queen.

Maiores informações:

www.classicalqueen.com.br
www.downtownpub.com.br

Downtown Pub

Rua Vigário Tenório, 105
Recife Antigo
81-3424.6317
downtown@downtown.com.brr

O canal de TV por assinatura Biography Channel exibirá no próximo sábado, 27/02/2010, às 20:00 um documentário sobre Freddie Mercury.

Canal: Biography Channel
Data: Sábado, 27 de fevereiro de 2010
Horário: 20:00

Fonte:  Enviado por:   Henrique Soares

Olimpíadas Vancouver 2010, Canadenses dão show na patinação ao som de Queen. A dupla usou a música “Bohemian Rhapsody” como tema de apresentação na Dança Livre.  Para assistir Clique Aqui

Fonte: terra.com.br

O Queen foi uma das melhores bandas de rock de todos os tempos, mas nunca faturou um Grammy. Eles concorreram duas vezes, uma em 1976 (com Bohemian Rhapsody) e outra em 1980 (com Another One Bites The Dust). Curiosamente, o Metallica levou uma estatueta em 1991, na categoria melhor performance de heavy metal, graças a uma releitura de Stone Cold Crazy, da banda britânica.

Para ver a matéria completa  Clique Aqui

Fonte: r7.com

Sem camisa, de avental vermelho, Michel e Eliéser  lavam louça na Casa Luxo. Enquanto exercem seus dotes para tarefas domésticas, exercitam outros, de viés artístico. Os dois relembram o sucesso romântico “How can I go on”, interpretado por Freddie Mercury e pela cantora lírica Montserrat Caballé. Os brothers encarnam tenores, enquanto conversam amenidades.

Fonte: globo.com

Segundo uma pesquisa científica, esses besouros não curtem Heavy Metal. Essa espécie está destruindo árvores, como pinheiros, importantes para o ecossistema.

Músicas do Queen, Guns n’ Roses, Rush Limbaug e até versões alteradas dos sons emitidos pelo animal faz com que o mesmo vá embora . Alguns insetos podem até lutar entre si, matando uns aos outros.

Para ver a notícia completa, clique aqui

Fontes:
Enviado por: Emanuella Gømes
http://hypescience.com/
http://www.msnbc.msn.com

Taylor Hawkins lança novo disco em Abril

O baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, anunciou o lançamento de seu segundo álbum Red Light Fever, junto de sua banda, Coattail Riders, em 19 de Abril.

A grande novidade são as participações especiais que Hawkins convidou para o disco. São elas guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, ambos do Queen. Além deles, o companheiro de Foo Fighters, Dave Grohl e o guitarrista do The Cars, Elliot Easton fazem participações especiais.

O disco foi gravado no estúdio do Foo Fighters, 606, na California. Foram divulgados o nome de três músicas: Way Down, Not Bad Luck e Hell To Pay.

Enviada por: Gabriel Carvalho
Fonte: musica.terra.com.br

Bom pessoal, como ultimamente andamos com poucas notícias sobre o Queen e pessoal demonstrando saudade do fórum, resolvemos relembrar um dos tópicos que mais tinham acesso, que era o de comentar sobre fotos, criado pela amiga Erika Pollice.

Então, o que Freddie e Roger estariam querendo fazer com essa algema?

PS: Em breve estaremos com o novo site, está demorando mas valerá a pena. Obrigado a todos.

Show com a banda Classical Queen em Americana, sábado, 20 de fevereiro de 2010.

Local: Clube do Viníl
Data: sábado, 20 de fevereiro de 2010
Endereço: Casa de Cultura Hermann Muller – Avenida Carioca, 2001 – Americana – SP
Maiores informações:
www.classicalqueen.com.br
www.clubedovinil.com

Se depender da vontade de Eduardo Sterblitch, seu intérprete, Freddie Mercury Prateado está morto e enterrado. “A minha vontade é que ele não volte. Retomamos com o ‘Pânico’ ao vivo no dia 21 e ainda vão decidir”. A volta do personagem é anunciada pela Rede TV! para o carnaval, mas não será bem assim. A ideia de encarnar Freddie Mercury, que promete virar sensação como opção de fantasia entre os foliões, está descartada. “Estarei como César Polvilho na frente do Scala Gay”, avisa Eduardo.

Fontes:
Comunidade Queen Brasil orkut
extra.globo.com

Reportagem do canal Globo News sobre museu Madame Tussauds, em que aparece Freddie Mercury.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=h11QoI50Sk0]

Embora conhecido por seu papel na Banda Queen, Roger Taylor é tudo menos um baterista confinado ao seu kit (bateria). Com rock ‘n’ roll nas suas veias durante toda sua vida escolar, ele sempre foi um membro muito no vocal da banda Queen. Ele escreveu hits que marcou a historia do Queen, como “Radio Ga Ga” e “A Kind Of Magic”, entre outros, e também foi o primeiro a fazer um álbum solo , em 1981, o “Fun in Space”. Ele lançou mais 4 álbuns solos, que, alem do seu trabalho com Queen, Fez Taylor um grande musico e compositor com forte identidade, e uma ampla perspectiva musical, e não menos importante de todos. Um homem com senso de ironia.
Abordagem ativa de Taylor não foi confinado à sua música: quando o magnata da mídia Rupert Murdoch tentou comprar o clube de futebol do Manchester United, Roger financiou os adeptos do clube em suas tentativas de bloquear a venda, e historicamente os ajudou a ter sucesso.
Roger Taylor nasceu em “King’s Lynn”, em Norfolk, em 26 de julho de 1949. Roger se tornou fascinado por musica mos anos 50, quando sua família mudou-se para Cornwall. Ele aprendeu seu primeiro instrumento, o Ukulele quando jovem, e aproveitou o breve gosto das coisas, para entrar em uma banda de pré-adolescentes de Skiffle cujo talento coletivo sobreviveu apenas duas apresentações públicas, tanto aparentemente excruciantes! Então o fim de “the Bubbling Over Boys” (a banda)! Sua musica tomou uma direção diferente em 1960, quando ele se tornou um membro relutante do coro de “Truro Cathedral”- um pré-requisito de sua bolsa escolar.  Nessa época ele aprendeu sozinho a tocar guitarra, mas no ano seguinte mudou para bateria.
Em 1966 Roger não só teve progresso tocando bateria na mais popular banda de Cornwall, “The Reaction”, mas ele tinha também se tornado vocalista da banda com o seu kit de bateria colocado – onde mais? – Na posição principal, na frente do palco.
Em 1968 Roger formou outro grupo, “Smile”, Com Brian May e Tim Stafell. “Smile” tocou esporadicamente durante os anos seguintes e mesmo emitido “singles” nos estados unidos. Quando “Smile” terminou, Roger, com Brian May e Freddie Mercury Formaram a banda Queen.
Roger começou escrevendo musicas para o Queen desde o primeiro dia, e cada um dos 15 álbuns de estúdio tem suas composições. Historia relata que todos os 4 membros escreveram “singles”: Taylor ofereceu os seus como “radio Ga Ga”, “A Kind Of Magic”, “Days of Our Lives” entre os maiores, não esquecendo hits internacionais como “Breakthru”, “The invisible Man” e “Heaven for Everyone”.
1977 foi o ano marcado pelo lançamento de “We are the Champions” e “We Will Rock You” do Queen. Roger se tornou o 1º membro do Queen a tocar uma carreira solo com o lançamento do single “I Wanna Testify”. Seu álbum solo “Fun in Space” surgiu em 1981, e foi sucedido pelo álbum “Stranger Frontier” com estilo rock-based em 1984. Ambos LPs ficaram no top 30. Em 1987 Roger formou sua própria banda “The Cross” que fez 3 álbuns de estúdio com muito barulho!
Após a morte trágica de Freddie Mercury, Roger retornou sua a sua carreira solo com o álbum “Happines?” em 1994, um álbum que ele explorou o tema de “lidar com a vida e procurar por felicidade”. O sucesso do álbum promoveu tour adicional, o do Reino Unido e na Itália. Então veio, talvez, seu álbum mais potente, “Electric Fire”, que claramente mostrou Taylor como um compositor com uma observação aguda.
Então veio “We Will Rock You: o musical” como uma surpresa para Roger que expressou: “musicais são completamente estranhos para mim. Isto é um gênero que eu particularmente não gosto.” Mas Depois de trabalhar perto de Brian e o escritor Bem Elton no formato do musical, Taylor encontrou-se profundamente enraizado no desenvolvimento do show, quebrando as regras do musical e assumindo o papel – Juntamente com Brian – como supervisor musical, não só na primeira produção em Londres, mas para cada produção pelo mundo.
No mesmo tempo como a Criação do musical “We Will Rock You”, Roger e Brian tocou na formação de caridade “Nelson Mandela 46664”, tocando nos primeiros dois shows da África do Sul, e providenciando novas musicas para o álbum 46664, que os viram colaborar com muitos outros artistas internacionais. Roger fez duas novas musicas para o projeto, são elas “Say It’s not True” e “Invencible Hope”.
Em 2005, depois de um encontro acidental com o cantor da banda “Free”, Paul Rodgers, Roger e Brian sentiram que era à hora certa para botar o Queen de volta a estrada. Nomeado como Queen+Paul Rodgers, Roger e Brian testaram a parceria com datas de show na Europa. Tal Como Foi o tour de seis semanas na Europa, Um Tour no Japão e nos EUA foi agendado, que viu Roger e Brian tocar pela primeira vez em mais de 20 anos. O impacto da volta à estrada foi resumida em uma revisão fechando a noite em Vancouver: “A noite que arena rock fez oficialmente o retorno”. De voltar a seu kit(bateria) – Roger comentou: “isso nos da à sensação de rejuvenescimento”.
Roger está planejando um novo material solo, talvez um Box com uma retrospectiva e a possibilidade de um tour solo em 2010, tendo já lançado  “The Unblinking Eye (everything is broken)  no final de 2009
“The Unblinking Eye” está lançado para download e em CD.

Fonte: queenonline.com
Enviado/Traduzido por: Paulo Alexandre Panucci

Fonte: http://whiplash.net
Por Doctor Robert | Em 26/01/10

Há muito tempo atrás, recordo-me de uma seção em uma revista especializada em rock (se não me falha a memória, a grande “Roadie Crew”) onde nomes famosos do gênero eram perguntados sobre seus álbuns favoritos. Em uma das perguntas, muito peculiar por sinal, o entrevistado tinha que responder qual disco daria de presente ao seu pior inimigo. Andreas Kisser, do Sepultura, em sua participação, decretou: “Hot Space”, do Queen – banda da qual, aliás, ele é fã. E durante anos a fio, desde o seu lançamento em 1982, o “álbum da capa colorida” do quarteto britânico sempre foi execrado, até mesmo pelos seus mais fiéis seguidores. Afinal, seria “Hot Space” realmente tão ruim assim?

Grande parte do impacto negativo causado pelo álbum se deve ao fato de que, até então, o Queen não tinha nenhuma mancha muito grave em sua discografia. A maioria de seus lançamentos eram unanimidades entre seus fãs, mesmo quando não agradavam aos críticos, e seu sucesso de vendas era indiscutível. Se eles já haviam flertado com a discoteca no álbum “Jazz” (na faixa “Fun It”, de Roger Taylor) e com a black music em “Another One Bites The Dust”, de “The Game”, desta vez eles resolveram escancarar de vez a veia dançante. Primeiro erro: a disco music já estava dando seus últimos suspiros. Segundo erro: o disco foi lançado sucedendo o estrondoso sucesso do já citado álbum “The Game”, o inesperado êxito da infame trilha sonora de “Flash Gordon”, a grande vendagem da coletânea “Greatest Hits” e do single “Under Pressure”, gravado junto a David Bowie – o que, obviamente, gerou muita expectativa. Resumo da ópera: a banda tentou, em vão, nadar contra a corrente, na esperança de que pudessem surpreender a todos, lançando algo diferente, inesperado… E se deram muito mal…

A mudança de ares musicais havia funcionado bem no trabalho anterior, onde a banda deixa para trás o som esmerado e super-produzido (exagerado para alguns) dos anos 1970, abandonando as sobreposições de vocais e guitarras e apostando em uma sonoridade mais simples e direta. Chega a ser incrível, porém, pensar hoje em dia em como é que o quarteto não conseguiu perceber que uma mudança tão radical, para um tipo de sonoridade tão distante e tão mais pobre, acabaria sendo, no mínimo, prejudicial. Ouvindo-se cuidadosamente o disco, o que dá para se notar é uma banda que perdeu o foco.

As duas faixas que abrem o trabalho, “Stayin’ Power” e “Dancer”, já são de desencorajar até o mais fanático seguidor de Freddie Mercury e cia. Se você duvida, tente ouvir as duas, seguidinhas, como aparecem no álbum, sem tentar pular para a próxima. E olha que naqueles tempos de vinil não tínhamos a facilidade de apertar uma tecla para fazer isso, tinha-se o trabalho[bb] de retirar a agulha e procurar a música seguinte… Pois bem… A terceira faixa, “Back Chat”, do baixista John Deacon, continua apostando na disco, e embora tenha um bom solo e alguns acordes de guitarra distorcidos de Brian May, não consegue convencer ninguém. O ridículo chega ao seu ápice em “Body Language”, com sua letra e video[bb] clipe, no mínimo, estapafúrdios. Encerrando o lado A do vinil, vinha “Action This Day”, que chegou a fazer parte do repertório ao vivo, assim como “Stayin’ Power” e “Back Chat”, em versões onde a banda tentava soar um pouco mais rocker, mas não adiantava… Era caso perdido mesmo, como pode ser conferido no CD/DVD “Queen On Fire – Live At The Bowl”.

Se o ouvinte por engano começasse a ouvir a bolacha pelo lado B, talvez a reação fosse diferente. Abrindo a outra metade, temos nada menos que “Put Out The Fire”, um baita hard rock rasgadão e pesado de Brian May, seguido de uma bela homenagem de Freddie Mercury a John Lennon em “Life Is Real”. Mas a peteca começa a cair de novo com “Calling All Girls”, faixa pop totalmente desnecessária do baterista Roger Taylor. Bom, paciência tem limite, e o vinil só não era quebrado depois de mais esta faixa horrorosa porque vinha mais uma boa balada (boa, mas bem açucarada, é verdade), onde o Queen homenageia os fãs da América Latina que os receberam tão calorosamente no ano anterior: “Las Palabras de Amor”.

Ânimos mais calmos e o flerte agora era com a soul music, em outra composição de John Deacon (notório fã da black music dos tempos da Motown), agora em parceria[bb] com Freddie Mercury, “Cool Cat”, cantada por este quase toda num falsete que, a certa altura, vai cansando. Encerrando o disco, e evitando o fiasco total, a banda resolveu inserir a ótima “Under Pressure”, composta, gravada e lançada junto a David Bowie no ano anterior, e que acabou resultando na época em seu segundo single de maior sucesso[bb], perdendo apenas para “Bohemian Rhapsody” – afinal, desta vez contavam com as vendas direcionadas não apenas para seus fãs, mas também para os do “camaleão do rock”.

Enfim, realmente “Hot Space” é um disco com muito mais erros do que acertos. Não é de todo mal, mas o pouco de bom que tem não faz jus a toda a grandeza do nome da banda. Ao lado da trilha sonora do péssimo filme “Flash Gordon”, talvez seja realmente o pior momento de toda sua história, em termos de criação musical. Era o começo de uma crise interna que quase decretaria o final da banda anos depois, quando do lançamento de “The Works” (outro disco irregular, mas já bem melhor do que “Hot Space”). A situação era tão delicada que à época, para driblar o choque de egos, foram lançados como singles de “The Works” quatro faixas, uma composta por cada membro: “Radio Ga Ga”, “I Want To Break Free”, “It’s a Hard Life” e “Hammer To Fall”.

Para sorte dos fãs, as intrigas foram superadas pelo profissionalismo. Voltando a trabalhar em conjunto, o grupo[bb] lançaria como composição de todos os membros em 1985 o single “One Vision”, e posteriormente os álbuns “The Miracle” e “Innuendo” – o álbum “A Kind Of Magic” trazia ainda as faixas assinada individualmente pelos membros. A união da banda ficou ainda mais forte após a confirmação de que Freddie era soropositivo e durou até a sua morte em 1991, rendendo ao mundo ainda mais algumas grandes canções…

1. Staying Power
2. Dancer
3. Back Chat
4. Body Language
5. Action This Day
6. Put Out The Fire
7. Life Is Real (Song For Lennon)
8. Calling All Girls
9. Las Palabras De Amor (The Words Of Love)
10. Cool Cat
11. Under Pressure (with David Bowie)

Fonte: http://whiplash.net
Por Doctor Robert | Em 26/01/10

E a novela “procura-se um baterista para o Aerosmith”, que todos julgavam interminável, teve mais uma guinada nesta semana. Só que, para surpresa geral, o enredo complexo e a trama confusa estão transformando o dramalhão em uma tremenda comédia.

O site da revista americana Classic Rock garante que o guitarrista da banda, Joe Perry, já convidou três grandes nomes para assumir o lugar de Steven Tyler, que segue se recuperando da dependência química em analgésicos: Billy Idol, Paul Rodgers (ex-Bad Company e Queen) e Chris Cornell, agora de volta ao Soundgarden.

Se o fato de não saber quem substituiria Tyler já estava deixando os fãs do Aerosmith de cabelo em pé, a aparição dos três nomes transformou a ansiedade em desespero. Imagine só Billy Idol, por exemplo, pendurado no microfone para chegar às notas agudas de Love in The Elevator!

Mas o ponto alto do episódio mais cômico do folhetim roqueiro foi mesmo a resposta de Chris Cornell para o convite feito por Perry. “Que? Isso é sério?”, teria perguntado o ex-vocalista do Audioslave sobre a proposta de tornar-se frontman do quarteto de Boston. “Claro que não! Imagina só o quão ridículo seria isso…”, afirmou ele, segundo o site.

Quem agradece a negativa de Cornell, do fundo do coração, são os fãs da banda, que não terão de ouvir os clássicos do Aerosmith com seus cacoetes vocais. Isso para não falar no pífio desempenho de seu gogó em seu mais recente disco-solo, Scream (2009), um fracasso completo que contou com a mãozinha do produtor superestrelado Timbaland.

No caso de Paul Rodgers, a situação é, no mínimo, menos ridícula. Mas, após desfazer sua parceria com o Queen no ano passado, o vocalista está entrando de cabeça na reunião do Bad Company e, por isso, declinou educadamente a proposta.

Passado o susto das três escolhas, resta esperar pelo próximo capítulo dessa novela, fazendo votos que os próximos episódios sejam um pouco mais sérios.

Fonte: virgula.com.br

Estávamos ainda no começo dos anos 80 e a música pop ganhava cada vez mais espaço na televisão por causa de alguns fantásticos videoclipes. Era a época em que Michael Jackson entrou para a história ao interromper a rotação do planeta com “Thriller” – quem foi que não parou tudo o que estava fazendo para ver, embasbacado, o balé dos zumbis? Tudo indicava um futuro brilhante, mas o Queen de Freddie Mercury alertava: se tudo continuar assim, o que será do nosso velho amigo rádio? Paradoxalmente, a canção “Radio Ga Ga” (sim, Lady Gaga tirou seu nome daí) tinha um belo videoclipe, com cenas de um clássico do cinema mudo, Metropolis. Foi um grande sucesso num canal de TV americano que começava a ganhar muita audiência exibindo só videoclipes. Mas não dava para ignorar o apelo da letra: “Então, [rádio] fique por aí, porque podemos sentir sua falta / Quando ficarmos cansados de tantas imagens”.

Música pop e imagem sempre andaram de mãos dadas, a verdade é essa. O rebolado de Elvis Presley, os terninhos e cortes de cabelo dos Beatles… Sem eles, a revolução do rock jamais teria acontecido. E mesmo o Queen descobriu o poder dos videoclipes bem antes de muita gente, ao fazer um filminho bem teatral para divulgar a música “Bohemian Rapsody”, lá ainda nos anos 70. Hoje em dia, embora algumas de suas músicas sejam realmente boas, é difícil imaginar Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna e Britney Spears sem imagens – os paparazzi que o digam. Essas moças são entidades pop que, de vez em quando, a gente lembra que também cantam. Uma boa hora para pensar um pouco no que Freddie Mercury dizia em “Radio Ga Ga”. Será que perdemos a capacidade de nos encantarmos pela música simplesmente pela música?

Sugiro, então, um exercício: Da próxima vez em que você estiver inquieto, apaixonado, solitário, feliz pra caramba ou um tanto desesperançado, busque a rádio com a programação que melhor case com o seu estado de espírito. Não é difícil achar: na internet, então, há incontáveis opções. Só você e a música, deixe a imaginação fluir – não há nada a perder, só a ganhar. Uma das minhas diversões favoritas é ouvir rádios de flashback e soft rock. Algumas das mais belas canções pop já escritas, cantadas com muito sentimento e arranjadas com todo o bom gosto possível. A mente viaja, você recorda amores, atualiza sonhos e, por instantes, recobra a sanidade mental num invólucro musical inexpugnável. Isso, sem deixar de fazer o que se está fazendo, seja lá escrever, atender os clientes num balcão ou escovar os dentes.

O rádio, tal qual se conhecia, não existe mais. Outras mídias se encarregaram de trazer as novidades musicais, as estações trocaram as ondas eletromagnéticas pelo fluxo de bytes da internet e todo mundo hoje em dia tem um tocador de MP3. Mas o espírito do rádio, esse eu posso garantir que não morreu – para a alegria de Freddie Mercury, que está aí, mais vivo do que nunca, em suas canções. O rádio está lá, por exemplo, quando você faz uma bem servida seleção musical, deixa o MP3 no shuffle e vai em frente com a sua vida. Porque tem coisas que a música – e só a música – podem te dizer. De preferência, ao pé do ouvido.

Fonte: domingaodofaustao.globo.com
Enviado por: Larissa Uchôa