
Esta disponível no shop oficial do Queen, www.queenonline.com, uma versão da Red Special, guitarra de Brian May, que mede (34 x 28cm). Ela vem cuidadosamente anexada a uma placa, detalhando a historia da guitarra.
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Fonte: www.queenonline.com





Em votação dos 40 melhores álbuns ao vivo, pela rádio Planet Rock, o Queen teve 2: Live Killers (Nº 18) e Live at Wembley ’86 (Nº 26).
A revistá época desta semana trás matéria sobre o rescente livro lançado sobre Freddie.
Foi lançada uma Edição Especial para Colecionador do show Rock Montreal & Live Aid, o material vem em uma Lata personalizada. Custa em média R$ 49,90 e pode ser comprado na saraiva.com.br
Trajetória de um dos maiores músicos britânicos da história, marcada por muitas polêmicas e um legado eterno.
SEXTA LIVE – TRIBUTO A QUEEN
Sábado, 27 Fevereiro 2010




Se depender da vontade de Eduardo Sterblitch, seu intérprete, Freddie Mercury Prateado está morto e enterrado. “A minha vontade é que ele não volte. Retomamos com o ‘Pânico’ ao vivo no dia 21 e ainda vão decidir”. A volta do personagem é anunciada pela Rede TV! para o carnaval, mas não será bem assim. A ideia de encarnar Freddie Mercury, que promete virar sensação como opção de fantasia entre os foliões, está descartada. “Estarei como César Polvilho na frente do Scala Gay”, avisa Eduardo.
Embora conhecido por seu papel na Banda Queen, Roger Taylor é tudo menos um baterista confinado ao seu kit (bateria). Com rock ‘n’ roll nas suas veias durante toda sua vida escolar, ele sempre foi um membro muito no vocal da banda Queen. Ele escreveu hits que marcou a historia do Queen, como “Radio Ga Ga” e “A Kind Of Magic”, entre outros, e também foi o primeiro a fazer um álbum solo , em 1981, o “Fun in Space”. Ele lançou mais 4 álbuns solos, que, alem do seu trabalho com Queen, Fez Taylor um grande musico e compositor com forte identidade, e uma ampla perspectiva musical, e não menos importante de todos. Um homem com senso de ironia.

Estávamos ainda no começo dos anos 80 e a música pop ganhava cada vez mais espaço na televisão por causa de alguns fantásticos videoclipes. Era a época em que Michael Jackson entrou para a história ao interromper a rotação do planeta com “Thriller” – quem foi que não parou tudo o que estava fazendo para ver, embasbacado, o balé dos zumbis? Tudo indicava um futuro brilhante, mas o Queen de Freddie Mercury alertava: se tudo continuar assim, o que será do nosso velho amigo rádio? Paradoxalmente, a canção “Radio Ga Ga” (sim, Lady Gaga tirou seu nome daí) tinha um belo videoclipe, com cenas de um clássico do cinema mudo, Metropolis. Foi um grande sucesso num canal de TV americano que começava a ganhar muita audiência exibindo só videoclipes. Mas não dava para ignorar o apelo da letra: “Então, [rádio] fique por aí, porque podemos sentir sua falta / Quando ficarmos cansados de tantas imagens”.

