Ontem dia 12/12/09 em Goiania teve um tributo ao Queen com a banda brasiliense os 4 rainhas, com Alírio Neto nos Vocais, Beto Peres na guitarra, Gustavo Gazeta na bateria e Nando Lima no baixo.

Foi um grande show e quem esteve presente com certeza apreciou bastante.

Aqui o vídeo da abertura do show q foi I Was Born To Love You:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1w6ZQxJ_toA]

Enviado por: Gabriel Gonçalves Carvalho

RIO – “Waterloo”, do quarteto sueco Abba, foi eleita a música favorita dos karaokês. O jornal britânico “The Daily Mail” divulgou nesta segunda-feira uma lista com as 25 músicas mais “assassinadas” pelos cantores de ocasião na Grã-Bretanha. Os números foram levantados pela Performing Rights Society, o equivalente britânico do nosso Ecad, que monitora a execução das músicas para recolhimento de direitos autorais.

O Abba conta com mais um clássico entre as mais bem colocadas no ranking: “Dancing queen” ficou com a quinta posição.

O Queen é outro grupo que tem duas canções na lista. Apesar de ser difícil de cantar, “Bohemian rapsody” ficou com o segundo lugar, enquanto “Don’t stop me now” é o 16º.

É a primeira vez que se faz um ranking com as músicas mais tocadas dos karaokês desde que a diversão virou febre na Inglaterra em meados dos anos 90.

A pesquisa indica ainda que o karaokê é mais popular entre grupos mais velhos, já que há poucos hits considerados “modernos” na lista. Nenhuma das músicas foi lançada no século 21 e apenas duas – “Angels”, de Robbie Williams, e “Livin’ la vida loca”, de Ricky Martin – são dos anos 1990. Nove canções são dos anos 1970 e as décadas de 1960 e 1980 têm sete músicas cada.

Os grandes nomes da história da música pop têm pouca representatividade na lista. Os Beatles e os Rolling Stones têm apenas uma canção – “Hey Jude” e “(I can’t get no) Satisfaction”. Enquanto Elvis Presley não tem nenhum hit na parada.

Nick Thistleton, um dos sócios da rede de bares de karaokê britânica Lucky Voice, disse ao “Daily Mail”:

– As pessoas parecem sempre gravitar em torno das mesmas 20 músicas, mais ou menos. Possivelmente, as escolhas são feitas para disfarçar a falta de habilidade, mas o fato de se cantar bem ou mal é irrelevante num karaokê. As músicas que duram são aquelas de melodia forte e letras que são relativamente fáceis.

Confira a lista das 25 músicas mais cantadas em karaokês na Grã-Bretanha:

1) “Waterloo” – Abba

2) “Bohemian rhapsody” – Queen

3) “My way” – Frank Sinatra

4) “I will survive” – Gloria Gaynor

5) “Dancing queen” – Abba

6) “Angels” – Robbie Williams

7) “Like a virgin” – Madonna

8.) “It’s raining men” – Weather Girls

9) “Summer nights” – Olivia Newton John e John Travolta

10) “I should be so lucky” – Kylie Minogue

11) “Don’t go breaking my heart” – Elton John e Kiki Dee

12) “Sweet Caroline” – Neil Diamond

13) “American pie” – Don MacLean

14) “Killing me softly” – Roberta Flack

15) “Hey Jude” – The Beatles

16) “Don’t stop me now” – Queen

17) “(I can’t get no) Satisfaction” – Rolling Stones

18) “Delilah” – Tom Jones

19) “New York, New York” – Liza Minnelli/Frank Sinatra

20) “Total eclipse of the heart” – Bonnie Tyler

21) “Livin’ la vida loca” – Ricky Martin

22) “Livin’ on a prayer” – Bon Jovi

23) “I’m a believer” – Monkees

24) “Love shack” – B-52s

25) “River deep mountain high” – Ike and Tina Turner

Fonte: http://oglobo.globo.com

A adaptação do clássico “Bohemian Rhapsody” do Queen feita pelos fantoches da série The Muppets vai ser lançada oficialmente em versão digital na próxima semana pela Walt Disney Records.

A paródia foi divulgada na internet um dia após o aniversário de 18 anos de Freddie Mercury e virou hit na web, registrando acesso de mais de nove milhões de pessoas em menos de duas semanas, segundo o semanário britânico “New Music Express”.

Segundo a casa de apostas inglesa Paddy Power, a expectativa é de que a música alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.

A música é interpretada no vídeo por 40 personagens do show The Muppets, incluindo Gonzo, Animal, Miss Piggy e Caco.

Fonte: UOL Música

No site do MSN há um post chamado “Luta contra a AIDS –  Relembre quem deixou saudades”. Dentre diversos artista está Freddie Mercury.


Fonte: msn.com.br
Enviado por: Larissa Uchôa

Luta contra a AIDS

Relembre quem deixou saudades

Pela primeira vez você pode se tornar o maior showman do mundo, com a nova fantasia oficial do Freddie Mercury.

O vestimento conta com a marca oficial de Freddie, a jaqueta amarela altamente detalhada, com fivelas, mais a calça branca com listras vermelhas e douradas.

*Nota: O bigode, sapatos e microfone contidos na foto não estão incluídos.

Medidas (em polegadas):

Medium – Chest 38-40 inches, Waist 32-34 inches, Inside Leg 32 1/4 inches
Large – Chest 45-44; Waist 36-38 ; Inside Leg 33

Para mais detalhes e comprar Clique Aqui

Fonte:  www.queenonlinestore.com

O novo CD do Queen, Absolut the Greatest, continua voando das prateleiras. Na última semana as 20 faixas do melhor do Queen manteve-se na segunda semana no Top 5 do Reino Unido.

UK Top 10 Album Chart

1 Susan Boyle – I Dreamed A Dream
2 JLS – JLS
3 The Black Eyed Peas – The End
4 Queen – Absolute Greatest
5 Leona Lewis – Echo
6 Michael Bublé – Crazy Love
7 Lady Gaga – The Fame
8 Snow Patrol – Up To Now
9 Robbie Williams – Reality Killed The Video Star
10 Will Young – The Hits

World Chart
17 Queen – Absolute Greatest Capitol

Fonte; www.queenonline.com

(texto original em português de Portugal)

Há quem deseje erguer-lhes um monumento. Pensem nisto: eles reinaram mais tempo que a maior parte dos nossos líderes, as suas letras são muito mais vezes reproduzidas que as palavras dos maiores escritores e por um muito maior número de pessoas. E mesmo passadas três décadas desde o seu explosivo surgimento, são hoje mais omnipresentes que nunca:

·Os Queen são a banda preferida dos britânicos: dados do BPI – Britain’s Official Recording Body – assinala que o disco Greatest Hits 1 é o mais vendido de sempre desde que existem tops de vendas desde há 50 anos.

· Os Queen são a banda que mais sucesso conheceu nos tops britânicos: a publicação The Book of British Hit Singles & Albums revela que os Queen ultrapassaram mesmo as vendas dos The Beatles, tendo permanecido mais semanas no top que os Fab Four. Ou seja, falamos de mais de 300 milhões de discos vendidos.

· Os Queen possuem uma extraordinária e inigualável performance enquanto live act. Não existe Continente que os Queen não pisaram, muitas vezes sendo os primeiros em solos tão distantes e díspares como a América do Sul, México e o Bloco Soviético. Até na Antárctica está colocada uma bandeira com o seu nome, facto apenas conhecido pelos mais entusiastas dos fãs e demais curiosos.

· Sempre em busca da originalidade, os Queen ultrapassaram o esquema tradicional dos concertos e bandas rock, criando um musical denominado We Will Rock You que, após oito anos, ainda esgota noites atrás de noites em Londres e outras capitais mundiais, tendo ultrapassado recentemente os 10 milhões de espectadores.

Depois de tudo isto, os Queen continuam a esgotar digressões e emprestam o seu nome a causas tão importantes quanto a campanha 46664 de Nelson Mandela, combatem globalmente o drama do Sida tendo conseguido e distribuído 15 milhões de dólares através do Mercury Phoenix Trust e, mais importante, continuam a ser nomeados como uma das grandes influências pela maior parte dos artistas mundiais.

Concretamente, poucas bandas estão no nosso imaginário como os Queen e não conseguiremos olhar um futuro sem a sua presença.

Então, o que de tão especial têm os Queen para conseguirem alcançar um tão enorme sucesso? Não precisamos de ir mais longe do que ouvir atentamente Absolute Greatest, a lançar dia 16 de Novembro e que conta com quatro formatos diferentes em Compact Disc e uma versão em triplo vinil.

Celebrando mais de 21 anos de rock, feeling, sentimentos e celebração, o lançamento de Absolute Greatest relembra-nos a importância e excelência dos músicos e letristas que foram – e são – os senhores Deacon, May, Mercury e Taylor, sem esquecer o seu grande sentido de humor, outra razão para a imensa popularidade.

O primeiro dos hits apresentados, “Seven Seas of Rhye” – 1974 –, relembra-nos os dias em que nos perguntámos porque razão eles escolheram o nome Queen, hesitando em considerá-los como uns rapazes arrogantes buscando a sua sorte na franja mais cotada socialmente ou se seriam o futuro do Rock progressivo. E depois ainda ficámos mais atordoados com o segundo título, “Killer Queen”.

Depois fizeram-nos sorrir e ficar bem dispostos com os hinos “Crazy Little Thing Called Love”, “Radio Ga Ga” e “I Want To Break Free”. Quem imaginaria que Roger Taylor ficasse tão sexy vestido à la – ainda por inventar – Britney-colegial?

E se quisermos uma celebração massiva, quem senão os Queen conseguiriam juntar dezenas de milhar de estranhos e fazê-los cantar em uníssono, abanando os braços como se de uma coreografia se tratasse, os hinos de Brian May “We Will Rock You” e de Freddy Mercury “We Are The Champions”?

Num piscar de olhos, tanto conseguiam ser românticos, como no tema “You’re My Best Friend”, de Deacon, como melancólicos em “Somebody to Love”, de Mercury ou “Who Wants to Live Forever”, de May.

Os Queen garantem-nos a música perfeita para qualquer ocasião e conseguem exceder-se sempre que escolhem momentos mais dramáticos, como “Under Pressure” em dueto com David Bowie, o bailado operático “Bohemian Rhapsody” e, por muitos considerada como a última descida de cortina no Rock, “The Show Must Go On”.

Sendo uma celebração dos melhores momentos dos Queen – e dos nossos próprios –, Absolute Greatest apresenta também versões personalizadas nas quais Brian May e Roger Taylor descrevem as suas próprias memórias acerca das músicas escolhidas para esta colecção.

A edição limitada da versão com livro apresenta-o com 52 páginas de fotografias raras e nunca antes vistas do próprio arquivo dos Queen, além de manuscritos das letras que incluem correcções e anotações.

Algumas versões incluem acesso on-line a 20 das melhores actuações ao vivo dos Queen.

Formatos disponíveis:

1 Edição Standard
20 temas num CD simples

2. Edição especial em CD duplo

O CD1 tem o alinhamento da edição standard. O CD2 contem o áudio de uma conversa com Brian May e Roger Taylor com seus os comentários e notas sobre cada um dos temas contido neste Best of.

3. Edição especial limitada em CD duplo+livro

O CD1 tem o alinhamento da edição standard. O CD2 contem o áudio de uma conversa com Brian May e Roger Taylor com seus os comentários e notas sobre cada um dos temas contido neste Best of. Os CDs estão incluidos num livro com textos, fotos inéditas de Johnny Dewe Matthews e documentos que fazem parte da história da banda. Acesso exclusivo à net, para visualização em streaming de 20 actuações ao vivo.

4. Edição Vinil

Os 20 temas do alinhamento da edição standard num vinil triplo de 180 gr. Os LP’s são acompanhados de um livro e acondicionados numa caixa de luxo.

 

Fonte: www.musicatotal.net

No novo dvd do Metallica, Nimes Magnetic, eles fazem uma homenagem ao Queen, antes de cantarem Stone Cold Crazy eles dizem  que irão fazer cover de uma banda muito especial.

Assista:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AWhX3lfAoHw]

 

Agradecimentos ao Gustavo

As grandes bandas da história do rock não foram criadas da noite para o dia. Algumas surgiram como mutações de grupos que já existiam, trocando apenas alguns integrantes. Com os Beatles foi assim. Antes de se tornar a banda mais famosa do planeta, ela era formada por alunos do colégio Quarry Bank School, e por isso ganhou o nome de THE QUARRYMEN.

O YARDBIRDS foi um grupo relativamente famoso nos anos 60, principalmente nos EUA. Hoje, sem desmerecer o seu legado, sua história é lembrada mais pelo fato de ter sido por meio deste grupo que nasceu um dos maiores fenômenos do rock’n roll de todos os tempos, O Led Zeppelin.

Já o grupo SMILE, que chegou até mesmo a abrir shows de JIMI HENDRIX, foi nada mais nada menos que o embrião de um dos maiores fenômenos do rock mundial, o Queen. No grupo estavam BRIAN MAY, ROGER TAYLOR e Tim Staffel. Este último tinha um amigo que acabou se tornando um grande fã do SMILE, FREDDIE MERCURY. Mais tarde, Tim acabou deixando a banda e Freddie o substituiu. Foi aí que o nome foi mudado para Queen. JOHN DEACON foi o último a se juntar.

O Blog Cena traz um texto com detalhes sobre estas histórias. Leia aqui.

 

 

Fonte:
http://whiplash.net
www.blogcena.com

Foi inaugurado em Feltham, parte oeste da cidade de Londres, um memorial em homenagem à Freddie Mercury.

Estavam presentes o guitarrista do Queen, Brian May, a mãe de Freddie Jer Bulsara, que atualmente está com 87 anos, e a irmã de Freddie.

Também estavam presentes fãs de várias partes do mundo acompanhando a cerimonia.

A mãe de Freddie disse algumas palavras na cerimonia: Eu sou Jer Bulsara, e Freddie era meu garoto. Ele cresceu para ser um homem com grande apetite para a vida e com um talento maior para a musica.

O Canal BBC registrou o momento da inauguração, que pode ser visto com o vídeo abaixo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XZDGMVmZBSw]

Veja algumas fotos

Jer Bulsara, mae de Freddie

Agradecimentos a gabriel Cardoso
Fonte: www.queenonline.com

 

Uma versão muito engraçada de Bohemian Rhapsody cantada pelos Muppets, vale a pena. 🙂

Os Muppets, personagens engraçados criados por Jim Henson, aprontaram mais uma. Esta manhã foi divulgado um vídeo viral em que os “monstrinhos” fazem uma paródia da música “Bohemian Rhapsody” da banda Queen.

O vídeo conta com quase 40 personagens e coincide com o lançamento do novo álbum deste grupo que já vendeu mais de 300 milhões de cópias no mundo inteiro.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tgbNymZ7vqY]

globo.com

Freddie Mercury ficou famoso por performances no Queen Em 24 de novembro de 1991 o mundo perdia uma de suas vozes mais influentes. Farrokh Bommi Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, morreu há exatos 18 anos vítima de aids aos 45 anos em Londres, na Inglaterra.

Instrumentista exímio – Mercury começou a ter aulas de piano aos 9 anos de idade – o cantor ficou famoso por liderar o grupo Queen com sua possante voz e apresentações teatrais. Canções como We Are the Champions, Somebody to Love, Under Pressure, Radio Ga Ga e Bohemian Rapsody são alguns exemplos de faixas eternizadas com os vocais de Freddie.

Famoso por sua vitalidade no palco, o cantor enfrentou uma degradante batalha contra a doença, que teria sido diagnosticada em 1987 e foi por muito tempo explorada pelos tabloides britânicos. O anúncio oficial sobre o estado do músico foi feito um dia antes de sua morte, no dia 23 de novembro de 1991.

“Quero confirmar que fiz o teste de HIV e tenho aids. Sinto que seria correto manter essa informação pessoalmente para proteger minha privacidade e de todos ao meu redor. No entanto, é hora de todos saberem a verdade esperando que todos se juntem a mim, meus médicos e o mundo inteiro contra essa doença terrível. Minha privacidade é especial e sempre fui famoso por não dar entrevistas. Entendam que isso continuará”, disse o cantor em seu anúncio.

Menos de 24 horas após seu comunicado, Mercury morreu em função de uma pneumonia potencializada por sua baixa imunidade causada pela aids. O cantor foi cremado no cemitério Kensal Green em uma cerimônia privada que contou com a presença de amigos, como Elton John e David Bowie.

Com tantos sucessos consagrados e com sua voz única, o cantor assegurou um lugar privilegiado na história do rock como vocalista do Queen, banda que já vendeu cerca de 300 milhões de discos em sua carreira.

Enviado por: gabriel
Fonte: www.terra.com.br

Segundo o site da Rede Record de Televisão, o Portal R7, “I want to Break Free” é a 6o. lugar da lista de músicas em que as melhores bandas de Rock cometeram o maior deslize. Em primeiro lugar, ficou a música “Let it Be” dos Beatles.  Vejam o argumento do site:

6 – I Want to Break Free, Queen

Impecável na década anterior, a banda de Freddie Mercury foi piorando a cada disco nos anos 80. Fica difícil escolher a pior no repertório de álbuns como The Works ou A Kind of Magic, mas aí a gente lembra do clipe com toda muito da banda vestido de mulher e I Want to Break Free leva o troféu.

Ranking Completo:

1 – Let It Be, The Beatles

2 – Hot Stuff, The Rolling Stones

3 – C’est La Vie, Emerson, Lake & Palmer

4 – All My Love, Led Zeppelin

5 – Don’t Kill the Whale, Yes

6 – I Want to Break Free, Queen

7 – Lemon, U2

8 – De Do Do Do, De Da Da Da, The Police

9 – November Rain, Guns N’ Roses

10 – I Was Made For Loving You, Kiss

 

Enviado por: Emanuella Gømes
Fonte: www.r7.com

Foi colocado hoje no You Tube o clipe do novo Single de Roger Taylor:  The Unblinking Eye (Everything Is Broken)

Vale a pena conferir:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=K8ZtaDOniZ0]

Muita gente acha que ser um “rockstar” é ter o melhor emprego do mundo, e que quem consegue chegar a este nível não pensa em mais nada. Mero engano! Existem grandes estrelas do gênero que além de mandar bem em cima dos palcos também se destacam em outros ofícios.

Um ótimo exemplo disso é o Queen. Os quatro integrantes que faziam parte do grupo tinham outras habilidades, sendo todos formados em suas áreas. O baterista ROGER TAYLOR é graduado em biologia. FREDDIE MERCURY, antes de se tornar o frontman da banda, se formou em designer e chegou até mesmo a ganhar um certo nome no meio.

O baixista JOHN DEACON se formou em engenharia eletrônica, e este foi um dos motivos pelo qual ele foi recrutado para o Queen. Mas entre os quatro, BRIAN MAY foi o que chegou mais longe na vida acadêmica. O músico concluiu há pouco tempo o seu doutorado em astronomia com uma tese sobre a luz zodiacal, já publicada em livro.

Quem não conhece o BAD RELIGION pode achar que se trata de mais uma banda que fala de clichês como temas satanistas e coisas do tipo. Na verdade, a relação do grupo, principalmente do vocalista GREG GRAFFIN, com a religião é muito mais profunda. GRAFFIN é formado em antropologia e geologia, com doutorado em zoologia, e ateu convicto.

O cantor ROB ZOMBIE ganhou fama como frontman do WHITE ZOMBIE, grupo de metal que falava sobre temas satanistas e assustadores. Tudo isso veio da paixão de ROB por filmes de terror, tanto que ele também vem criando uma carreira como diretor de cinema.

O Blog Cena traz um texto com detalhes sobre estas histórias. Leia aqui.

Fontes:
http://whiplash.net
www.blogcena.com

  E para quem perdeu na semana passada, dia 25 de novembro o TCM passará novamente o show Live at wembley 1986

  Desta vez parece ser o show completo.

  O canal TCM, da SKY,  passará o show Queen Live at Wembley.

 TCM    25/11/2009  23:00:00
Na SKY canal nº: 56

Nesta segunda, dia 23 de novembro às 22:00 horas, no canal Multishow  número 42 da Sky, passará o magnifico show do  Queen no Rock in Rio em 1985.

Vale a pena conferir!!!!

Detalhes:
Canal Sky – 42
Dia 23/11  às 22:00

Fonte:
Agradecimentos ao Gabriel Cardoso

Hum, aquela banda que você amava resolveu voltar depois de 14 anos? O sinal amarelo começou a piscar, não? Sim, nada mais natural. Afinal de contas, o retorno é sempre complicado, ainda mais se um dos integrantes da banda (no caso o vocalista) tenha morrido. O Queen que o diga… Até hoje há quem apedreje Brian May e Roger Taylor pelo fato de terem dado continuidade a uma das maiores instituições do rock, sem Freddie Mercury.

Sim, o Alice In Chains não tem o mesmo peso que o Queen. Mas o fato de a banda, uma das expoentes do movimento grunge, no início dos anos 90, ter se reunido novamente também pode deixar os seus fãs preocupados. Entretanto, para início de conversa, já é bom que fique claro que o novo vocalista da banda, William DuVall, manda muito bem. Logicamente que substituir Layne Staley não é tarefa fácil. O vocalista doidão está no hall daqueles chamados insubstituíveis.

Mas se o fã do Alice In Chains ainda sentir certo estranhamento com a voz de DuVall (que, aliás, em alguns momentos, lembra a de Staley), certamente reconhecerá de primeira a guitarra pesada de Jerry Cantrell (que também continua afiado como compositor) e a cozinha poderosa do baixista Mike Inez e do baterista Sean Kinney. Ou seja, tudo muito parecido, o que faz de “Black Gives Way To Blue” (provavelmente um título autobiográfico para a banda) um álbum digno para figurar na discografia do Alice In Chains, ao lado de petardos como “Facelift” (1990) e “Dirt” (1992).

A faixa de abertura do álbum, “All Secrets Known”, é um bom aperitivo do que poderá ser encontrado nas dez faixas restantes. Rock poderoso, pesado, com letra sinistra, e uma voz com aquele velho tom tenebroso, como se um defunto estivesse levantando do túmulo. A sonoridade do álbum, de um modo geral, lembra muito a dos antigos discos do Alice In Chains. Elas seguem um determinado padrão, mas, ao mesmo tempo, são diferentes entre si. Cada uma carrega uma carga diferente, de forma que o ouvinte não se canse. Pelo contrário. Em alguns momentos, chega a impressionar o modo como o Alice In Chains é capaz de fazer músicas tão originais ao seu estilo. Atualmente, quando nada se cria e tudo se transforma, é bonito ouvir uma banda que não esquece as suas origens. Se tiver dúvidas, coloque para rodar faixas como “Check My Brain”, “Your Decision”, “Acid Bubble”, “Private Hell” e a porradaria de “A Looking In View”.

Depois de 14 anos de hiato, talvez somente duas canções destoem um pouco do Alice In Chains tradicional. “When The Sun Rise Again”, com toques acústicos, soa um pouco distante do Alice In Chains clássico. Mas nem por isso pior. Já a faixa-título, que encerra o álbum (e conta com o piano de Elton John), é uma balada pop que poderia ter ficado de fora do álbum. Sim, ela é bonita, mas fica a impressão de que o disco do Alice In Chains acabou e já começou a rodar o álbum seguinte que está no seu iTunes.

Se você é daqueles que acham que uma banda que perde um de seus líderes nunca deveria voltar, seria bom ouvir “Black Gives Way To Blue”. Pelo menos o Alice In Chains conseguiu provar que a escuridão pode dar lugar ao céu azul. Resta saber se, no próximo álbum, esse céu azul será de brigadeiro.

 

Fonte: www.sidneyrezende.com

Alunos do cursinho Objetivo, de São Paulo (SP), assistem a uma aula descontraída nesta sexta-feira.

“We are the champions.” Ao som de Queen ocorreu o encerramento da aula de literatura do Cursinho Objetivo. A ideia de descontrair a turma, nesta última sexta-feira, 20, dois dias antes da primeira fase da Fuvest, partiu da professora Maria de Lourdes Cunha, que já tinha feito um exercício de relaxamento com os estudantes. Alguns chegavam a se emocionar com o apoio. “Nesses momentos finais antes da prova é sempre emocionante, eles choram e eu também”, conta Maria.

 

Para ver o resto da matéria Clique Aqui

 

Fonte:  www.estadao.com.br

De acordo com o Queen On Line, o novo single solo de Roger Taylor “The Unblinking eye (Everything is broken)” vai ser lançado no dia 23 de novembro de 2009.

A nota oficial:

“O que aconteceu com a canção de protesto?

A música é agora tão polida, brilhante e previsível, nos esquecemos de tentar “dizer alguma coisa com ela”

Estou ficando velho e, como todos, têm o direito de dizer algo sobre o “estado de controle” vivemos sob – impotência para fazer algo sobre isso.

Caso você não tinha percebido.

A rua está cheia de buracos.

Estamos lutando uma guerra inútil ativamente negativa que está matando os nossos jovens soldados, e que nós simplesmente não podemos arcar.

Esta guerra promove e prolonga o terrorismo.

Este é o nosso Vietnã. Invencível. Inútil.

Nós somos tributados e  enquanto a nação não é só quebrada mas totalmente falida, sendo sustentado com dinheiro dos impostos dos contribuintes e do dinheiro que é simplesmente impresso.

Estamos espiado por 5 milhões de câmeras.

Temos milhares de regras mesquinhas e regulamentos – mais do que nunca – não são as pessoas perguntam perplexos e confusos.

Como uma nação nós próprios quase nada, incluindo o “nossa” água, electricidade, gás, espaço aéreo e os principais fabricantes.

A privacidade pessoal é inexistente.

Estamos sem rumo.

Estou chateado – você deve estar também

Dias felizes
Roger Taylor

Agradecimentos a Emanuella (manu92)