**Tue 25 Nov 08**
FREDDIE ROCKS

This painting by Lena K. captures the indomitable spirit of Freddie really well, I think … thanks Lena …

Freddie by Lena K

and …

Dear Freddie ..

You’ll be hearing a big resonance in Brazil, the day after tomorrow … It won’t be 1986 again, but there will be some great new energy flowing … I feel it already. And your songs will be filling the air. Rock !!!

Love
Bri
© brianmay.com

Mais ou menos traduzindo:

“Esta pintura de Lena K. capta realmente bem o espírito indomáveis de Freddie, eu acho … Obrigado Lena …

e …

Caro Freddie ..

Você estará ouvindo uma grande ressonância no Brasil, depois de amanhã … Não será 1986 novamente, mas haverá alguma nova grande energia fluindo … Acho que isto já é sentido. E suas músicas vão estar enchendo o ar. Rock!

Amor
Bri”

Lindo!!! Lindo!!! Lindo!!! Simplesmente Lindo!!!
Fonte: brianmay.com

Banda se apresenta quarta (26) e quinta (27) em SP e sábado (29) no Rio.

‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz o guitarrista Brian May. Não mudamos nada nesse novo disco. Estou velho demais para mudar”, explicou o guitarrista Brian May, integrante original do Queen, em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (25) em São Paulo. Liderado pelo cantor Freddie Mercury, o Queen ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio Ga Ga”. Com a morte do vocalista, em 1991, May e o baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades do grupo.

Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Bad Company – foi convidado a atuar como vocalista. O trio lançou em setembro deste ano seu primeiro álbum de inéditas, “The cosmos rocks”. É esse trabalho que a banda traz ao Brasil em sua turnê mundial, que passa por São Paulo nesta quarta (26) e quinta (27) e pelo Rio de Janeiro no sábado (29). “Nesta nova fase, nada foi planejado”, dissse May. “Decidimos esperar para ver como seria a química entre nós três.”

Questionado sobre a possibilidade de mudar o nome do grupo, uma vez que apenas dois integrantes fazem parte da formação original, o guitarrista respondeu com bom humor: “Não faria sentido nesse momento fingir que não temos um passado. Queria saber a opinião de vocês sobre como deveríamos nos chamar. Pensei em Beatles, mas não sei se fica legal.” Segundo o baterista, “Paul Rodgers foi a escolha ideal para assumir os vocais”. “Ele não tentava ser Freddie Mercury, e era um dos cantores favoritos dele”. “Para mim, é um desafio muito excitante”, completou Rodgers. “Eles são músicos excepcionais e o repertório é muito amplo.”

Os músicos se lembraram de quando tocaram em São Paulo em 1981. “Foi um momento memorável, o público foi fantástico. Foi um desafio muito grande, afinal, era uma platéia imensa e apenas nós quatro no palco.”
Os integrantes falaram ainda sobre a ausência do baixista John Deacon, que não faz parte da banda em sua fase atual. “Sentimos a falta dele, mas respeitamos a sua escolha.”

Queen no Brasil

São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900

Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)

Fonte: http://g1.globo.com

A rosa de nome Freddie Mercury

Freddie amava rosas, outra pequena homenagem a ele.
Esta rosa é uma espécie que foi nomeada de Freddie Mercury em sua homenagem.

O próximo fim de semana será intenso para os amantes do rock na Barra. No sábado, dia 29, depois de 23 anos, o grupo Queen volta à cidade para mais um show da turnê The Cosmos Rock, em que Paul Rodgers assume os vocais no lugar do lendário Freddie Mercury, morto em 1991. O show, na Arena, promete lembrar todos os antigos sucessos da banda, além de músicas do CD mais recente lançado pelo agora trio: Paul Rodgers, Brian May e Roger Taylor.

No dia seguinte, é a vez do rock brazuca tomar conta do palco a Arena. O show Rock de todos os tempos vai começar por volta das 15h, com apresentação da novata Playmobile, banda formada via Internet. Depois, sobem ao palco os mineiros do trike, os Detonautas e o Biquini Cavadão. Encerrando a noite, o Capital Inicial.
Fonte: oglobo

Cantor ainda é referência para várias idades e classes sociais
Dolores Mendes

O ano era 1985. No palco do Rock in Rio, Freddie Mercury começava a cantar “Love of my Life”. O público cantou mais alto. Ele se calou e deixou que milhares de brasileiros gritassem um inglês quase perfeito da música mais comercial do Queen. No final, o vocalista elogiou: “Beautiful”.

Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991, um dia depois de ter anunciado que estava com aids. Sua casa, que foi passada por testamento à sua ex-namorada Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.

A morte do cantor foi uma perda para fãs do mundo inteiro e sua voz continua sendo ouvida por gente de várias idades e classes sociais.

O professor Winston Bacelar, 42 anos, mantém os discos em vinil e, de tanto ouvi-los, contagiou toda a família. “Sempre gostei das novidades que o grupo implementava, das junções rock e música clássica, continuo ouvindo vinil até hoje”, afirmou.

Os filhos de Winston aprenderam a gostar de Freddie Mercury e cantam “Bycicle Race” com facilidade. “De tanto ouvir as músicas do Queen, eles aprenderam e gostam muito”, disse o professor, fã desde 1984.
O cartunista Maurício Ricardo Quirino não só ouve como também canta. A banda da qual faz parte, Octopus, faz cover do Queen e o resultado é sempre surpreendente.

“As pessoas gostam tanto do Queen, que, quando anunciamos um cover no London, não colocamos menos de mil pessoas lá dentro”, afirmou Maurício Ricardo. Ele se apaixonou pelo rock da banda inglesa em 1975, quando a música era mais pesada, mais guitarra, depois o Queen deu uma amenizada no ritmo, mas não perdeu os fãs.

Maurício Ricardo tinha 17 anos quando saiu de Uberlândia para ver o primeiro show de rock no Morumbi, em São Paulo. “Foi um megaespetáculo e eu tive a oportunidade de ver a performance tão falada do Freddie Mercury ao vivo, foi emocionante”, afirmou.

Vocalista criou geração sem preconceitos

Quando começaram a circular pelo mundo as piadinhas de que o visual “macho” de Freddie Mercury não passava de uma máscara para um homem bastante afeminado, os fãs masculinos do cantor começaram a ser chamados de simpatizantes de gay.
Poucos se importaram com isso e, com o tempo, a bissexualidade de Freddie foi ofuscada pelo talento com a música. “Nós que sempre fomos apaixonados pelo rock do Queen acabamos nos livrando da homofobia, a banda deixou uma legião de fãs heterossexuais que não se importam com a opção sexual de Freddie Mercury, porque eles eram muito bons e se impuseram pela arte”, disse o chargista Maurício Ricardo.

Ele lembra que, como Freddie, também os cantores brasileiros Renato Russo e Cazuza morreram com aids e, embora tenha significado uma grande perda para o mundo do rock, contribuíram com a disseminação de uma cultura menos preconceituosa, sem homofobia e de puro amor ao rock.

Freddie Mercury era bissexual, nasceu na Tanzânia. Depois de se formar em sua terra natal, mudou-se com a família em 1964 para a Inglaterra.

Ele tinha 18 anos e formou-se em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College. Freddie era aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A.
Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile — Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista —, e levou Freddie para participar dos ensaios.

Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970 ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida.

Queen sem Freddie vem ao Brasil nesta semana

O nome chega a causar confusão: Queen + Paul Rodgers. “Mas quem é esse tal de Paul Rodgers, que acha que pode substituir o lendário Freddie Mercury nos vocais do sagrado Queen?”

Rodgers é, simplesmente, um dos maiores nomes do rock da década de 70. Quando ajudou a fundar o Free e o Bad Company, inseriu no gênero um estilo de cantar que foi imitado por muitos, inclusive por Freddie Mercury. “Freddie (morto em novembro de 1991, vítima da aids) tinha-me como inspiração, o que me surpreendeu quando eu soube. Brian (May, guitarrista) e Roger (Taylor, baterista) me disseram que o álbum `Fire and Water`, do Free, era uma espécie de `Bíblia` para Freddie, um disco que o inspirou muito”, afirmou Rodgers por telefone.

Segundo o simpático vocalista, a união não veio para que um substituto de Mercury se intrometesse na história de um dos maiores nomes da trajetória do rock: “Eu não me uni ao Queen. Nós unimos forças. Por isso nos chamamos Queen + Paul Rodgers. Estamos nessa pela música”, disse.

Tudo começou em 2005, quando May e Taylor decidiram chamar o vocalista de 58 anos para tocar em dois shows em Londres. “Tudo uma brincadeira”, afirmou Rodgers. As duas partes gostaram tanto do resultado, que uma turnê européia seguida por uma mundial se estabeleceram após o choque. Sem o baixista John Deacon, Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult, foi recrutado.

No início, Rodgers disse que os shows seriam bem diferentes dos que o público paulistano verá nas próximas quarta e quinta-feira, no Via Funchal. “Íamos tocar metade das músicas do Queen e metade da minha carreira com o Free e o Bad Company. Mas como o Queen não saía em turnê por tanto tempo (desde 1986, com sua formação original), decidimos de comum acordo que seria melhor deixarmos a maior parte das músicas do repertório para as músicas do Queen.”

Os fãs poderão escutar boa parte das músicas que transformaram Freddie em um herói: “We Will Rock You”, “Love Of My Life”, “Radio Ga Ga” e “The Show Must Go On” são algumas delas. Para encarnar na pele do insubstituível Mercury, Rodgers disse ter se esforçado ao máximo: “Conhecia bem as músicas óbvias, como `We Will Rock You`, `We Are the Champions` e `Tie Your Mother Down`, mas tive de aprender músicas como `I Want You Break Free` e `The Show Must Go On`.”

Os obstáculos de Rodgers não parariam por aí. Além de estar mexendo com um público que já consumiu perto de 300 milhões de cópias de discos, o cantor teve que dar uma recauchutada na voz. “Não mudamos o tom de nenhuma música. Muita gente acha que estamos dois tons abaixo do da época do Freddie, mas não. Tive de treinar muito a minha voz. Esse foi o meu maior desafio, mas adorei o processo”, afirmou Paul.

Além dos clássicos do Queen e de pitadas esporádicas de Bad Company e Free, as apresentações da próxima semana terão canções do novo álbum lançado pelo quarteto chamado “The Cosmo Rock”. De acordo com Rodgers, fã de Otis Redding, B. B. King e Albert King, tanto os fãs do Queen como os seus têm aprovado a união: “Este é um projeto revolucionário, que só poderia funcionar dessa maneira, porque obviamente, Freddie não pode estar aqui.” O álbum duplo “Return of the Champions”, de 2005, é uma boa amostra do que esperar da performance do trio ao vivo.

Sobre Freddie Mercury, Rodgers diz se arrepender de não ter tido oportunidade para conversar quando se encontraram uma única vez. “Foi em 1974 quando o Queen veio fechar contrato com o meu empresário, o Peter Grant, também empresário do Led Zeppelin. Não tive tempo de falar com ele, só de dar um alô. Quanto mais conheço seu trabalho, mais o admiro.”

Serviço
Queen + Paul Rodgers. Via Funchal. Rua Funchal, 65, Vila Olímpia, Zona Sul de São Paulo (11) 3188-4148. Dias 26 (quarta) e 27 (quinta), às 22h. De R$ 270 (pista) a R$ 900 (camarote). Mais informações, acesse.

Vocalista era o melhor compositor da banda

Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody To Love”, “Love Of My Life” e “We Are the Champions”.

Em 25 de novembro de 1992 foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie) em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.

Os membros remanescentes dos Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert para homenagear o trabalho e a vida de Freddie. O cantor também ficou conhecido pelo pseudônimo Larry Lurex e pelo apelido Mr. Bad Guy.

Curiosidades

* Freddie Mercury, por toda sua vida, nunca soube dirigir nenhum automóvel

* Freddie Mercury tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada, que, durante o intervalo de gravações do álbum “Innuendo”, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah (Dalila). O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música “Delilah” foi gravada

* Seu maior sonho era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum “Barcelona”.

* Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminar, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.

* Também morreu no mesmo dia o baterista da banda Kiss, Eric Carr. A banda jamais viajava junto de avião. Dos quatro integrantes, viajam de dois em dois em aviões separados, pois se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.

PROVÁVEIS MÚSICAS DO SHOW

“Hammer To Fall”
“Tie Your Mother Down”
“Fat Bottom Girls”
“Another One Bites the Dust”
“I Want it All”
“I Want To Break Free”
“C-lebrity”
“Surfs Up… Schools Outs Seagull’ (Bad Company)”
“Love of my Life”
“39”
“Solo de bateria”
“I’m in Love with My Car”
“A Kind of Magic”
“Say its Not True”
“Voodoo”
“Feel Like Making Love (Bad Company)”
“We Believe”
“Solo de guitarra”
“Bijou”
“Last Horizon”
“Radio Ga Ga”
“Crazy Little Thing Called Love”
“The Show Must Go On”
“Bohemian Rhapsody”
“Cosmos Rockin’”
“All Right Now (Free)”
“We Will Rock You”
“We Are the Champions”
http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2008/11/23/33346/o_legado_de_freddie_mercury.html

Por: Karine Tavares

Não vai ter lama do primeiro Rock in Rio, nem a presença insubstituível do vocalista Freddie Mercury,
morto em 1991. Ainda assim, esta será uma chance única de relembrar os sucessos do Queen
ao vivo, num show em que o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor estarão acompanhados
do cantor Paul Rodgers. Um das mais importantes da história do rock, a banda se apresentará
somente no próximo sábado, na HSBC Arena.

A passagem pela cidade faz parte da turnê de lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, que
marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e é seu primeiro disco sem Freddie Mercury.

No domingo, o rock continua com o festival “Rock de todos os tempos.

O Globo – Barra / Por Marta Grisolia

Guitarrista patrono da ONG encontrará com os vencedores do leilão nos shows de São Paulo e do Rio

Patrono da ONG ABC Trust (http://www.abctrust.org.uk/brianmay.html), em Londres, Brian May gentilmente se dispos a ajudar a organização novamente. Uma vez no Brasil,o guitarrista doou à ABC Trust a oportunidade de leiloar a chance de duas pessoas conhecê-lo no show de São Paulo, no dia 27, e outras duas no do Rio de Janeiro, dia 29.

O leilão acontece online, por meio do site MercadoLivre (www.mercadolivre.com.br).
Para acessar a oportunidade de conhecer Brian May em São Paulo, por favor, CLIQUE AQUI

O link para a oportunidade no Rio é http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-85211724-conheca-brian-may-no-show-do-queen-paul-rogers-2911-rj-_JM

Os vencedores do leilão recebem ainda um exemplar da programação autografado e ajudam a ONG Action for Brazil’s Children Trust –para a qual todos os recursos arrecadados serão destinados.

Os ingressos estarão disponíveis nas bilheterias das casas de show a partir das 20h e só poderão ser recolhidos mediante a apresentação de um documento de identidade original com foto (passaporte, carteira de motorista ou RG) e uma carta da ABC Trust. Os vencedores do leilão também receberão o número de contato da secretária de Brian May, com quem poderão se informar melhor sobre o encontro com o guitarrista.

Os ingressos foram doados pelo próprio Brian May. Não podemos confirmar exatamente o setor para o qual eles dão acesso. Entretanto, o nome do vencedor entrará na lista de convidados da banda, o que garante acesso a uma ótima localização nas casas de espetáculos.

Todo o dinheiro arrecadado será destinado à ABC Trust. A ABC Trust é uma entidade registrada no Reino Unido (No 1069022) dedicada a ajudar crianças e jovens mais vulneráveis do Brasil. Nós apoiamos projetos que dão abrigo, cuidado, educação e auto-estima às crianças. Para mais informações, por favor, visite nosso website – www.abctrust.org.uk

Nós somos honrados por ter Brian May como nosso patrono.
Brian May CBE é um legendário guitarrista do rock e mais conhecido como o guitarrista líder da banda Queen. Ele compôs hits como “We Will Rock You”, “I Want It All” e “Who Wants to Live Forever”; canções que continuam a ser reinterpretadas hoje, inspirando Shirley Bassey, Metallica, a Orquestra Filarmônica Real entre outras.

Entre nossos outros patronos estão Jimmy Page, Fernando Meirelles, Bebel Gilberto and Pelé.
Fonte: ABC Trust

ABC Trust leiloa oportunidade de conhecer Brian May no show do Queen + Paul Rogers

Guitarista patrono da ONG encontrará com os vencedores do leilão nos shows de São Paulo e do Rio

Patrono da ONG ABC Trust (www.abctrust.org.uk/brianmay.html), em Londres, Brian May gentilmente se dispos a ajudar a organização novamente. Uma vez no Brasil,o guitarrista doou à ABC Trust a oportunidade de leiloar a chance de duas pessoas conhecê-lo no show de São Paulo, no dia 27, e outras duas no do Rio de Janeiro, dia 29.

O leilão acontece online, por meio do site MercadoLivre (www.mercadolivre.com.brl). Para acessar a oportunidade de conhecer Brian May em São Paulo, por favor, CLIQUE AQUI O link para a oportunidade no Rio é CLIQUE AQUI

Os vencedores do leilão recebem ainda um exemplar da programação autografado e ajudam a ONG Action for Brazil’s Children Trust –para a qual todos os recursos arrecadados serão destinados.

Os ingressos estarão disponíveis nas bilheterias das casas de show a partir das 20h e só poderão ser recolhidos mediante a apresentação de um documento de identidade original com foto (passaporte, carteira de motorista ou RG) e uma carta da ABC Trust. Os vencedores do leilão também receberão o número de contato da secretária de Brian May, com quem poderão se informar melhor sobre o encontro com o guitarrista.

Os ingressos foram doados pelo próprio Brian May. Não podemos confirmar exatamente o setor para o qual eles dão acesso. Entretanto, o nome do vencedor entrará na lista de convidados da banda, o que garante acesso a uma ótima localização nas casas de espetáculos.

Todo o dinheiro arrecadado será destinado à ABC Trust. A ABC Trust é uma entidade registrada no Reino Unido (No 1069022) dedicada a ajudar crianças e jovens mais vulneráveis do Brasil. Nós apoiamos projetos que dão abrigo, cuidado, educação e auto-estima às crianças. Para mais informações, por favor, visite nosso website – www.abctrust.org.uk

Nós somos honrados por ter Brian May como nosso patrono.

Brian May CBE é um legendário guitarrista do rock e mais conhecido como o guitarrista líder da banda Queen. Ele compôs hits como “We Will Rock You”, “I Want It All” e “Who Wants to Live Forever”; canções que continuam a ser reiterpretadas hoje, inspirando Shirley Bassey, Metallica, a Orquestra Filarmônica Real entre outras.

Entre nossos outros patronos estão Jimmy Page, Fernando Meirelles, Bebel Gilberto and Pelé.
Fonte: ABC Trust por e-mail

Buenos Aires, 20 nov (EFE) – O cantor Paul Rodgers disse hoje que aposta em seu futuro com o grupo de rock britânico Queen, mas frisou que de forma alguma pretende substituir o legendário vocalista da banda, Freddy Mercury, falecido em 1991. “Ninguém pode substituir Freddy Mercury e isso sempre esteve fora de discussão. O que nós temos é uma sociedade, entre Queen e Paul Rodgers”, disse o vocalista, que se apresenta com o grupo há quatro anos.

Em entrevista coletiva em Buenos Aires um dia antes de um show da banda na cidade, onde o Queen não toca desde 1981, o guitarrista Brian May contou que, durante muito tempo, não quiseram substituir Freddy Mercury.

Ele acrescentou que, por outras razões, tocaram com Rodgers e sentiram que houve “química”, e então propuseram a ele que fizesse parte do grupo.

Paul Rodgers, que formou outros grupos musicais como Free e Bad Company, “era um dos cantores favoritos de Mercury”, acrescentou o baterista Roger Taylor.

O reencontro do Queen com a chegada de Rodgers, no final de 2004, se transformou em um dos eventos mais importantes da indústria musical, após o que o grupo iniciou sua primeira turnê desde a morte de Freddy Mercury.

“Tanto Paul quanto o Queen trilharam diferentes caminhos, mas temos os mesmos ídolos musicais. Tocar com Paul é algo muito instintivo. Os integrantes do Queen cresceram com a música do Free, e Freddy Mercury, se estivesse aqui, diria que Paul é seu herói”, destacou Mai.

Mai e Taylor disseram ter “maravilhosas lembranças” da passagem pela Argentina, há 27 anos.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Depois de 20 anos, o Queen está de volta ao Brasil. Com Paul Rodgers no lugar do vocalista Freddie Mercury, a banda apresenta seus clássicos imortais dia 29 de novembro, na HSBC Arena, Rio de Janeiro, marcando o lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, primeiro em 13 anos. Um show que promete ser emocionante. Você pode participar desse momento, basta se cadastrar e concorrer a chance de ouvir ao vivo e de pertinho sucessos como “We Will Rock You”, “We are the Champions” e “Love of My Life”. Não perca essa! Concorra a ingressos!

Para participar: CLIQUE AQUI
Fonte: Lista de Discussão Queenriocas

Encontro de fãs depois dos shows do Queen+Paul Rodgers em São Paulo e Rio de Janeiro

As Equipes Queensday & Queennet & Queenriocas convidam todos os fãs
e amigos a se reunirem depois do show do Queen+Paul Rodgers em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em São Paulo, o encontro se realizará no BarBaro, nos dias 26 e 27 de novembro.
O Barbaro está localizado na Rua Pequetita, 179A – São Paulo, próximo aoVia
Funchal.
Maiores detalhes de como chegar lá, acesse: Mapa

No Rio de Janeiro, nosso encontro se realizará na Pizzaria Guanabara, no dia 29/11.

A Pizzaria Guanabara está localizada na Praça Euvaldo Lodi, 75 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Maiores detalhes de como chegar lá, acesse: Mapa

Contato:queensday@queensday.mus.br

Esperamos por vocês!

Envie mensagem de texto de seu celular com a palavra:
Queen, seguida da resposta QUEM É O SEU MAIOR CAMPEÃO?
Para o número 50 0 7 0 e concorra !

Voce poderá assistir ao show na a area VIP com direito a consumaçao, cd e o melhor: conhecer a banda nos bastidores.

O custo da *MENSAGEM* é de 31 centavos mais impostos.

Leia aqui o Regulamento da Promoção

Fonte: Lista Discussão Queenriocas

Essa saiu na coluna da Mônica Bergamo, em 19/11/2008, na Folha de S. Paulo…

“POR UMA NOITE
A banda Queen, que fará shows em São Paulo nos dias 26 e 27, deu uma passadinha relâmpago no Brasil no fim de semana. Os músicos vieram de Dubai, passaram a noite de sábado para domingo em um hotel na cidade e voaram no dia seguinte para o Chile.”
folha.uol.com.br

Por: Jamary França

RIO – Brian May vê uma relação entre rock e o espaço:

– Sempre gostei das duas coisas. Era um astrônomo que gostava de rock e passei a ser um guitarrista de rock que gostava de astronomia. Sempre tive essa dupla paixão e, quando comecei, foi difícil decidir para onde eu ia seguir, mas acho que tomei a decisão certa. Eu gostaria até de voar em torno da Terra, mas não essa coisa rápida, queria ficar uma semana ou mais para poder pensar e pesquisar. O ideal para mim seria um laboratório na lua – garante.

Brian ganhou até um asteróide, o 52665, rebatizado de Brian May, à solta pelo sistema solar:

– Eu sou informado sobre a trajetória dele e tenho fotografias. Foi uma homenagem que me emocionou – conta.

Depois de uma assessora perguntar como se pronunciava o nome do repórter, Brian saudou ao telefone com a pronúncia quase certa. Com voz calma e pausada, perguntou de que cidade estava falando e a informação de que era do Rio o animou. “Está fazendo sol?”. Não estava. Ele disse que tinha boas lembranças do Rock in Rio em 1985, quando a banda fez dois shows para mais de 300 mil pessoas. Era um tempo em que a banda lotava espaços monumentais. Hoje isso acontece com menos freqüência (tocaram para 350 mil em setembro na Ucrânia), mas Brian não se importa, ele continua fiel ao rock e a seus mestres:

– São os de sempre, Jimi Hendrix, Eric Clapton, Jeff Beck, Pete Townshend, mas há muitos outros, Steve Lukather, Steve Vai…eu adoro a variedade de estilos entre os guitarristas. O instrumentista cria avanços consciente e inconscientemente. Eddie Van Halen, por exemplo, trouxe uma grande técnica, mas também um grande sentimento. A guitarra é um veículo para se expressar sentimentos e o rock é uma força positiva de união e celebração.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/11/18/brian_may_tem_um_asteroide_com_seu_nome-586459789.asp

RIO – O Queen enfrentou o maior desafio que uma banda pode enfrentar: a substituição do vocalista. Alguém imaginaria os Rolling Stones sem Mick Jagger e o Led Zeppelin sem Robert Plant? E o Queen sem Freddie Mercury? Em 2005, 14 anos depois da morte de Mercury, Brian May e Roger Taylor cometeram a ousadia de voltar como Queen com o vocalista Paul Rodgers, ex de bandas não tão bem sucedidas comercialmente, o Free e o Bad Company, mas de grande excelência musical.

Os brasileiros poderão conferir a nova formação nos dias 26 e 27 deste mês em São Paulo e dia 29 no Rio. Numa entrevista por telefone de Santiago do Chile, o guitarrista, fundador da banda e phd em astrofísica Brian May conta que foi uma decisão difícil e delicada:

– Nós resolvemos fazer alguns shows pequenos sem compromisso com Rodgers, de quem Freddie era um grande fã, e tudo funcionou de uma maneira orgânica perfeita. Nossa intenção foi voltar a fazer música, o que mais gostamos. Nós criamos esta banda e não podemos fingir que não fazemos mais parte dela, que tudo acabou. Eu até estava curtindo não ser o Queen e poder cuidar da minha vida particular. Mas resolvemos sair em uma turnê pela Europa e Estados Unidos, que teve registro em CD e DVD. O passo seguinte foi gravar um disco de inéditas para mostrar que se trata de um trabalho atual e não de nostalgia – afirmou numa referência ao CD “The cosmos rocks”, já lançado no Brasil.

O novo grupo, sem o baixista original John Deacon auto-aposentado, usou a fórmula de usar o nome da banda com um “+ Paul Rodgers” para tentar indicar que não se trata de um substituto de Mercury mas, de qualquer maneira, a discussão pegou fogo em sites, blogs, revistas e jornais com as opiniões divididas pela diferença de estilo e personalidade entre os dois vocalistas. Rodgers não tem o alcance vocal privilegiado de Mercury, mas tem uma pegada mais roquenrol do que o antecessor. May diz que não deu a mínima para as críticas.

– Não estou muito interessado no que dizem. Eu faço o que gosto e não estou preocupado em convencer ninguém a gostar, devo satisfações apenas à minha consciência. Se fosse alguma coisa desrespeitosa com Freddie eu não faria, mas tenho certeza de que ele está feliz e sorridente com o que está acontecendo. A mãe dele disse que Freddie aprovaria. Quem não gostar da fase atual que fique com a antiga, tudo bem. Trazemos um show completo como sempre fizemos, tudo grandioso e em alto volume e a tecnologia nos permite trazer Freddie para fazer parte do show – afirma ele.
O novo vocalista do Queen, Paul Rodgers May se refere ao épico “Bohemian Rhapsody” em que Freddie aparece no telão tocando piano e cantando na abertura e depois na elaborada parte de vocais multiplicados da canção e ainda há vocais dele em “Bijou”. May canta “Love of my life” ao violão com o coro da platéia. Rodgers tem uma parte de violão e voz com músicas do Bad Company (“Seagull, “Feel like making love” e “Bad Company”) há solo de May, que emenda com “Keep yourself alive”, solo de baixo de Danny Miranda, ex-Blue Oyster Cult, com direito a “Underpressure” e “Another one bites the dust” e solo de bateria de Roger Taylor, voz principal em três canções: “Say it’s not true”, “I’m in love with my car” e “A kind of magic”. O setlist muda e estas canções não entram em todas as apresentações. Também no palco o tecladista Spike Edney, com o Queen ao vivo desde 1984, e o guitarrista Jamie Moses, acompanhante do trabalho solo de May desde os anos 90.

Além de ter criado uma escola de guitarra e um modelo próprio do instrumento feito com suas mãos, de co-liderar uma banda que já vendeu mais de 300 milhões de discos desde 1983, Brian May é quase com certeza o único guitarrista de rock com doutorado, no caso em Astrofísica pelo Imperial College de Londres. Nos anos 70 ele estava trabalhando numa tese de phd sobre reflexos de luz da poeira interplanetária e a velocidade da poeira no plano do sistema solar. Interrompeu os estudos para formar o Queen e só concluiu a tese em outubro de 2007, “Um levantamento das velocidades radiais da nuvem de poeira zodiacal”, aprovada com louvor.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/11/18/queen_volta_ao_brasil_com_vocalista_paul_rodgers_no_lugar_de_freddie_mercury-586459395.asp


Queen volta a tocar no Rio e traz Paul Rodgers à frente, no lugar de Freddie Mercury

Pedro Landim

Rio – Muita gente que chafurdava de felicidade na lama produzida pelas águas de janeiro no primeiro Rock In Rio, em 1985 (pessoal já na casa dos 40), estava esperando até hoje por um novo show do Queen. Diga-se de passagem, quem viveu Londres em 1970, e viajou nos ácidos do festival da Ilha de Wight (pessoal já na casa dos 50), também tem motivos para tirar a guitarra do armário e festejar o cantor Paul Rodgers, à época na frente da banda Free.

“Sempre ouvi coisas sobre aquele festival no Rio. Parece que era muita gente, num clima de muita excitação. O Brian e o Roger ficam falando nisso, estão muito animados desde que fechamos um show na cidade”, diz Paul, escalado para substituir o falecido ídolo Freddie Mercury na turnê do CD ‘The Cosmos Rocks’, fruto de uma ‘joint venture’ chamada de ‘Queen + Paul Rodgers’. A performance carioca será no dia 29, sábado, na HSBC Arena.

Falando pelo telefone de um hotel em Santiago, no Chile, onde a nova banda toca hoje, o cantor do lendário Free, e líder do posterior Bad Company disse que também considera Freddie Mercury uma lenda, e que não gosta da palavra ‘substituto’.
“Freddie foi único, o que aconteceu agora é que unimos as forças. Isso está claro no anúncio da turnê”, afirmou o inglês que, ao contrário de outros roqueiros de sua geração, diz que está vindo ao Rio pela primeira vez.

Prestes a completar 59 anos, o ex-cabeludo apresenta visual que lembra muito o do ator Chuck Norris, mas a ótima voz (você se lembra dela?) continua a mesma. Sobre o atual repertório, Paul disse que sugeriu ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor — que formavam o antigo Queen com Freddie Mercury e o baixista John Deacon — um show com a maioria das músicas do Queen, pela saudade que os fãs sentem da banda.

“Amo canções como ‘I Want It All’ e ‘The Show Must Go On’, emocionantes e poderosas”, elege o cantor. “Freddie Mercury e o Queen ouviam muito meu álbum ‘Fire and Water’, era uma Bíblia para eles”, conta Paul, afirmando que a música título de seu disco histórico também está garantida no set list. A turnê ‘The Cosmos Rock’ começou em Moscou, no dia 15 de setembro, e já produziu 39 shows lotados em 18 países.

Cantor de voz máscula e de trabalhador

Em lista publicada pela ‘Rolling Stones Magazine’, elegendo os 100 melhores cantores da História, Paul Rodgers aparece na 55ª posição, e a cantora Alison Krauss diz na revista que considera a voz de Paul “máscula, sexy e de trabalhador”. Questionado sobre os elogios, o cantor afirmou: “De trabalhador sim, sobre o resto não sei”.

Além do trabalho com os músicos do Queen, Paul está lançando também seu primeiro DVD solo, ‘Live in Glasgow’. A próxima segunda-feira, dia 24, marca o aniversário de 17 anos da morte de Freddie Mercury, vítima da Aids. A canção ‘Say It’s Not True’, primeiro single de ‘Queen + Paul’, destina-se a angariar fundos para pesquisas sobre a doença.
O DIA


Braulio Lorentz, Jornal do Brasil

RIO – As músicas são do Queen (Bohemian rhapsody, Crazy little thing called love, We will rock you, We are the champions) e metade da banda está no palco: o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May.

Junto ao vocalista Paul Rodgers, ex-líder do Bad Company, eles tocam no Rio no dia 29, na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, na primeira chance desde 1985 – quando estiveram no Rock In Rio – que os cariocas terão de cantar ao vivo sucessos consagrados na voz de Freddie Mercury.

Os membros remanescentes do grupo, que lançam o álbum The cosmos rocks(2008), não se vêem na obrigação de legitimar a convocação de Rodgers, mas trazem uma justificativa irrefutável a tiracolo:

– Além de ser um dos melhores, ele era um dos preferidos do Freddie. Paul tem soul e blues na performance. Os dois não têm muito a ver, é um tipo diferente de cantor – compara Taylor, em entrevista por telefone ao Jornal do Brasil, de um hotel no Chile.

Ele parece animado com o início da turnê pela América do Sul, que inclui data em Buenos Aires; e apresentações nos dias 26 e 27 no Via Funchal, em São Paulo.

O primeiro disco de estúdio com o nome Queen desde 1995 (as faixas são creditadas ao combo Queen + Paul Rodgers) é a estréia sem Mercury, morto em 1991, por complicações de saúde decorrentes da Aids.

Com o repertório novo de canções compostas pelo trio, mas blindado por hinos, o grupo fez o primeiro giro europeu em 2005 e terminou recentemente mais um. A primeira turnê européia ganhou o registro em DVD, intitulado Return of the champions.

Sem chance de Killer Queen

– Tocamos canções diferentes todas as noites. O show em Wembley durou duas horas e meia, foi um espetáculo – conta o baterista, referindo-se ao concerto na arena londrina no começo do mês, que encerrou a turnê pela Europa.

– A apresentação tem diferentes climas. Brian e eu estamos nos dando muito bem. Redescobrimos como é tocar juntos. É um show à moda antiga, tudo o que você ouve é real. Gosto do som mais orgânico.

O vocal de Rodgers não é a única novidade nos arranjos das músicas retiradas dos 16 discos do Queen, que, somados a coletâneas e registros ao vivo, venderam perto de 300 milhões de cópias pelo mundo. Mas ser um sucesso não é o único pré-requisito para uma canção cavar uma vaga no repertório:

– As músicas com pegada mais rock ‘n’ roll funcionam melhor com o estilo do Paul, que é mais melancólico – justifica.

– É uma questão técnica. Trata-se de uma música que não cabe na voz dele. Killer Queen é um dos casos e é uma das que não tocamos. Ela tem muito a ver com o Freddie. Mas há espaço para quase todos os sucessos.

Sobre a última passagem pelo Brasil, o músico garante que está “gravada na memória”, mesmo que tenha sido há 23 anos:

– Lembro-me do show em São Paulo, no Morumbi. Não sabíamos o que esperar e foi realmente incrível. O que me impressiona mesmo é todos saberem as letras em inglês. E teve o Rock in Rio, aquela platéia enorme nos fez sentir muito bem.

Não foi apenas com a obrigação de pontuar com baquetadas os gritos de We will we will rock you que Taylor esteve por aqui.

– Fui ao Brasil recentemente, há uns cinco anos, de férias. Fiquei alegre, porque o país mudou muito. Ele está mais organizado e modernizado – opina o músico.

Das novas faixas compostas por ele, May e Rodgers em 2007 e no início de 2008, a mais comentada é Say it’s not true, que saiu em single com os lucros destinados a pesquisas contra a Aids, em uma campanha internacional comandada por Nelson Mandela.

– Não só angariamos fundos, também há uma mensagem. É nossa parte nessa luta. É como cantar “tenham cuidado” – explica.

“As bandas de hoje tocam mal”

Sem querer citar nomes, alfineta a nova geração do pop rock e ressalta a importância de uma delas, que em nada lembra o som poderoso e clássico do grupo.

– As bandas atuais têm até algumas boas canções, mas tocam muito mal – lamenta.

– Uma das que fogem disso é o Sigur Rós. Eles são islandeses, conhece? Cantam e tocam maravilhosamente bem. E as canções são densas.
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/18/e181125145.html

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Integrantes do Queen dizem que “seria estúpido usar outro nome”

“O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, dois dos componentes originais do Queen, defenderam em Santiago a manutenção do nome que levou a banda a fama há mais de 30 anos, com Freddie Mercury, embora acrescido como “Queen e Paul Rodgers”, adicionando o nome do atual vocalista, ex-Free e Bad Company.

Divulgação

Formação original do Queen, com Freddie Mercury nos vocais; cantor morreu em 1991
“Seria estúpido fazer a turnê com outro nome”, afirmou Taylor, em declarações publicadas nesta terça-feira no jornal chileno “La Nación”, e acrescentou: “Passamos a metade de nossa vida com o nome Queen. Não vamos mudar isso”.

A banda inglesa apresentará na quarta-feira (19) em Santiago seu novo disco, “The Cosmos Rocks”, o primeiro desde a morte de Freddie Mercury, em 1991, e também se apresentará no Rio de Janeiro e em São Paulo no final do mês.

Paul Rodgers admitiu que o legado de Freddie Mercury à frente do Queen “é insuperável” e foi taxativo ao afirmar que “ninguém nunca poderá substituir Freddie”.

“O que fazemos é unir forças, e o sentimento que surgiu quando nos juntamos foi muito poderoso. Por isso estamos aqui agora”, disse Rodgers.

Os artistas prometeram rock e espetáculo para sua primeira apresentação no Chile, onde receberam o reconhecimento do público após alcançar 500 mil cópias vendidas no país, incluindo a discografia completa da banda.

“Cada show é especial, mas obviamente não vamos revelar as surpresas agora. Sempre buscamos pequenos detalhes para que se perceba que estamos tocando em Santiago e não em Londres”, afirmou Brian May.

“É simplesmente um show de rock, e as músicas que tocaremos são as que gostamos”, acrescentou Rodgers, que além de hits do Queen, como”We Will Rock You” e “Radio Ga Ga” também costuma cantar músicas do Free, como o sucesso “All Right Now”.
Fonte: www1.folha.uol.com.br