Guitarrista patrono da ONG encontrará com os vencedores do leilão nos shows de São Paulo e do Rio

Patrono da ONG ABC Trust (http://www.abctrust.org.uk/brianmay.html), em Londres, Brian May gentilmente se dispos a ajudar a organização novamente. Uma vez no Brasil,o guitarrista doou à ABC Trust a oportunidade de leiloar a chance de duas pessoas conhecê-lo no show de São Paulo, no dia 27, e outras duas no do Rio de Janeiro, dia 29.

O leilão acontece online, por meio do site MercadoLivre (www.mercadolivre.com.br).
Para acessar a oportunidade de conhecer Brian May em São Paulo, por favor, CLIQUE AQUI

O link para a oportunidade no Rio é http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-85211724-conheca-brian-may-no-show-do-queen-paul-rogers-2911-rj-_JM

Os vencedores do leilão recebem ainda um exemplar da programação autografado e ajudam a ONG Action for Brazil’s Children Trust –para a qual todos os recursos arrecadados serão destinados.

Os ingressos estarão disponíveis nas bilheterias das casas de show a partir das 20h e só poderão ser recolhidos mediante a apresentação de um documento de identidade original com foto (passaporte, carteira de motorista ou RG) e uma carta da ABC Trust. Os vencedores do leilão também receberão o número de contato da secretária de Brian May, com quem poderão se informar melhor sobre o encontro com o guitarrista.

Os ingressos foram doados pelo próprio Brian May. Não podemos confirmar exatamente o setor para o qual eles dão acesso. Entretanto, o nome do vencedor entrará na lista de convidados da banda, o que garante acesso a uma ótima localização nas casas de espetáculos.

Todo o dinheiro arrecadado será destinado à ABC Trust. A ABC Trust é uma entidade registrada no Reino Unido (No 1069022) dedicada a ajudar crianças e jovens mais vulneráveis do Brasil. Nós apoiamos projetos que dão abrigo, cuidado, educação e auto-estima às crianças. Para mais informações, por favor, visite nosso website – www.abctrust.org.uk

Nós somos honrados por ter Brian May como nosso patrono.
Brian May CBE é um legendário guitarrista do rock e mais conhecido como o guitarrista líder da banda Queen. Ele compôs hits como “We Will Rock You”, “I Want It All” e “Who Wants to Live Forever”; canções que continuam a ser reinterpretadas hoje, inspirando Shirley Bassey, Metallica, a Orquestra Filarmônica Real entre outras.

Entre nossos outros patronos estão Jimmy Page, Fernando Meirelles, Bebel Gilberto and Pelé.
Fonte: ABC Trust

ABC Trust leiloa oportunidade de conhecer Brian May no show do Queen + Paul Rogers

Guitarista patrono da ONG encontrará com os vencedores do leilão nos shows de São Paulo e do Rio

Patrono da ONG ABC Trust (www.abctrust.org.uk/brianmay.html), em Londres, Brian May gentilmente se dispos a ajudar a organização novamente. Uma vez no Brasil,o guitarrista doou à ABC Trust a oportunidade de leiloar a chance de duas pessoas conhecê-lo no show de São Paulo, no dia 27, e outras duas no do Rio de Janeiro, dia 29.

O leilão acontece online, por meio do site MercadoLivre (www.mercadolivre.com.brl). Para acessar a oportunidade de conhecer Brian May em São Paulo, por favor, CLIQUE AQUI O link para a oportunidade no Rio é CLIQUE AQUI

Os vencedores do leilão recebem ainda um exemplar da programação autografado e ajudam a ONG Action for Brazil’s Children Trust –para a qual todos os recursos arrecadados serão destinados.

Os ingressos estarão disponíveis nas bilheterias das casas de show a partir das 20h e só poderão ser recolhidos mediante a apresentação de um documento de identidade original com foto (passaporte, carteira de motorista ou RG) e uma carta da ABC Trust. Os vencedores do leilão também receberão o número de contato da secretária de Brian May, com quem poderão se informar melhor sobre o encontro com o guitarrista.

Os ingressos foram doados pelo próprio Brian May. Não podemos confirmar exatamente o setor para o qual eles dão acesso. Entretanto, o nome do vencedor entrará na lista de convidados da banda, o que garante acesso a uma ótima localização nas casas de espetáculos.

Todo o dinheiro arrecadado será destinado à ABC Trust. A ABC Trust é uma entidade registrada no Reino Unido (No 1069022) dedicada a ajudar crianças e jovens mais vulneráveis do Brasil. Nós apoiamos projetos que dão abrigo, cuidado, educação e auto-estima às crianças. Para mais informações, por favor, visite nosso website – www.abctrust.org.uk

Nós somos honrados por ter Brian May como nosso patrono.

Brian May CBE é um legendário guitarrista do rock e mais conhecido como o guitarrista líder da banda Queen. Ele compôs hits como “We Will Rock You”, “I Want It All” e “Who Wants to Live Forever”; canções que continuam a ser reiterpretadas hoje, inspirando Shirley Bassey, Metallica, a Orquestra Filarmônica Real entre outras.

Entre nossos outros patronos estão Jimmy Page, Fernando Meirelles, Bebel Gilberto and Pelé.
Fonte: ABC Trust por e-mail

Buenos Aires, 20 nov (EFE) – O cantor Paul Rodgers disse hoje que aposta em seu futuro com o grupo de rock britânico Queen, mas frisou que de forma alguma pretende substituir o legendário vocalista da banda, Freddy Mercury, falecido em 1991. “Ninguém pode substituir Freddy Mercury e isso sempre esteve fora de discussão. O que nós temos é uma sociedade, entre Queen e Paul Rodgers”, disse o vocalista, que se apresenta com o grupo há quatro anos.

Em entrevista coletiva em Buenos Aires um dia antes de um show da banda na cidade, onde o Queen não toca desde 1981, o guitarrista Brian May contou que, durante muito tempo, não quiseram substituir Freddy Mercury.

Ele acrescentou que, por outras razões, tocaram com Rodgers e sentiram que houve “química”, e então propuseram a ele que fizesse parte do grupo.

Paul Rodgers, que formou outros grupos musicais como Free e Bad Company, “era um dos cantores favoritos de Mercury”, acrescentou o baterista Roger Taylor.

O reencontro do Queen com a chegada de Rodgers, no final de 2004, se transformou em um dos eventos mais importantes da indústria musical, após o que o grupo iniciou sua primeira turnê desde a morte de Freddy Mercury.

“Tanto Paul quanto o Queen trilharam diferentes caminhos, mas temos os mesmos ídolos musicais. Tocar com Paul é algo muito instintivo. Os integrantes do Queen cresceram com a música do Free, e Freddy Mercury, se estivesse aqui, diria que Paul é seu herói”, destacou Mai.

Mai e Taylor disseram ter “maravilhosas lembranças” da passagem pela Argentina, há 27 anos.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Depois de 20 anos, o Queen está de volta ao Brasil. Com Paul Rodgers no lugar do vocalista Freddie Mercury, a banda apresenta seus clássicos imortais dia 29 de novembro, na HSBC Arena, Rio de Janeiro, marcando o lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, primeiro em 13 anos. Um show que promete ser emocionante. Você pode participar desse momento, basta se cadastrar e concorrer a chance de ouvir ao vivo e de pertinho sucessos como “We Will Rock You”, “We are the Champions” e “Love of My Life”. Não perca essa! Concorra a ingressos!

Para participar: CLIQUE AQUI
Fonte: Lista de Discussão Queenriocas

Encontro de fãs depois dos shows do Queen+Paul Rodgers em São Paulo e Rio de Janeiro

As Equipes Queensday & Queennet & Queenriocas convidam todos os fãs
e amigos a se reunirem depois do show do Queen+Paul Rodgers em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em São Paulo, o encontro se realizará no BarBaro, nos dias 26 e 27 de novembro.
O Barbaro está localizado na Rua Pequetita, 179A – São Paulo, próximo aoVia
Funchal.
Maiores detalhes de como chegar lá, acesse: Mapa

No Rio de Janeiro, nosso encontro se realizará na Pizzaria Guanabara, no dia 29/11.

A Pizzaria Guanabara está localizada na Praça Euvaldo Lodi, 75 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Maiores detalhes de como chegar lá, acesse: Mapa

Contato:queensday@queensday.mus.br

Esperamos por vocês!

Envie mensagem de texto de seu celular com a palavra:
Queen, seguida da resposta QUEM É O SEU MAIOR CAMPEÃO?
Para o número 50 0 7 0 e concorra !

Voce poderá assistir ao show na a area VIP com direito a consumaçao, cd e o melhor: conhecer a banda nos bastidores.

O custo da *MENSAGEM* é de 31 centavos mais impostos.

Leia aqui o Regulamento da Promoção

Fonte: Lista Discussão Queenriocas

Essa saiu na coluna da Mônica Bergamo, em 19/11/2008, na Folha de S. Paulo…

“POR UMA NOITE
A banda Queen, que fará shows em São Paulo nos dias 26 e 27, deu uma passadinha relâmpago no Brasil no fim de semana. Os músicos vieram de Dubai, passaram a noite de sábado para domingo em um hotel na cidade e voaram no dia seguinte para o Chile.”
folha.uol.com.br

Por: Jamary França

RIO – Brian May vê uma relação entre rock e o espaço:

– Sempre gostei das duas coisas. Era um astrônomo que gostava de rock e passei a ser um guitarrista de rock que gostava de astronomia. Sempre tive essa dupla paixão e, quando comecei, foi difícil decidir para onde eu ia seguir, mas acho que tomei a decisão certa. Eu gostaria até de voar em torno da Terra, mas não essa coisa rápida, queria ficar uma semana ou mais para poder pensar e pesquisar. O ideal para mim seria um laboratório na lua – garante.

Brian ganhou até um asteróide, o 52665, rebatizado de Brian May, à solta pelo sistema solar:

– Eu sou informado sobre a trajetória dele e tenho fotografias. Foi uma homenagem que me emocionou – conta.

Depois de uma assessora perguntar como se pronunciava o nome do repórter, Brian saudou ao telefone com a pronúncia quase certa. Com voz calma e pausada, perguntou de que cidade estava falando e a informação de que era do Rio o animou. “Está fazendo sol?”. Não estava. Ele disse que tinha boas lembranças do Rock in Rio em 1985, quando a banda fez dois shows para mais de 300 mil pessoas. Era um tempo em que a banda lotava espaços monumentais. Hoje isso acontece com menos freqüência (tocaram para 350 mil em setembro na Ucrânia), mas Brian não se importa, ele continua fiel ao rock e a seus mestres:

– São os de sempre, Jimi Hendrix, Eric Clapton, Jeff Beck, Pete Townshend, mas há muitos outros, Steve Lukather, Steve Vai…eu adoro a variedade de estilos entre os guitarristas. O instrumentista cria avanços consciente e inconscientemente. Eddie Van Halen, por exemplo, trouxe uma grande técnica, mas também um grande sentimento. A guitarra é um veículo para se expressar sentimentos e o rock é uma força positiva de união e celebração.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/11/18/brian_may_tem_um_asteroide_com_seu_nome-586459789.asp

RIO – O Queen enfrentou o maior desafio que uma banda pode enfrentar: a substituição do vocalista. Alguém imaginaria os Rolling Stones sem Mick Jagger e o Led Zeppelin sem Robert Plant? E o Queen sem Freddie Mercury? Em 2005, 14 anos depois da morte de Mercury, Brian May e Roger Taylor cometeram a ousadia de voltar como Queen com o vocalista Paul Rodgers, ex de bandas não tão bem sucedidas comercialmente, o Free e o Bad Company, mas de grande excelência musical.

Os brasileiros poderão conferir a nova formação nos dias 26 e 27 deste mês em São Paulo e dia 29 no Rio. Numa entrevista por telefone de Santiago do Chile, o guitarrista, fundador da banda e phd em astrofísica Brian May conta que foi uma decisão difícil e delicada:

– Nós resolvemos fazer alguns shows pequenos sem compromisso com Rodgers, de quem Freddie era um grande fã, e tudo funcionou de uma maneira orgânica perfeita. Nossa intenção foi voltar a fazer música, o que mais gostamos. Nós criamos esta banda e não podemos fingir que não fazemos mais parte dela, que tudo acabou. Eu até estava curtindo não ser o Queen e poder cuidar da minha vida particular. Mas resolvemos sair em uma turnê pela Europa e Estados Unidos, que teve registro em CD e DVD. O passo seguinte foi gravar um disco de inéditas para mostrar que se trata de um trabalho atual e não de nostalgia – afirmou numa referência ao CD “The cosmos rocks”, já lançado no Brasil.

O novo grupo, sem o baixista original John Deacon auto-aposentado, usou a fórmula de usar o nome da banda com um “+ Paul Rodgers” para tentar indicar que não se trata de um substituto de Mercury mas, de qualquer maneira, a discussão pegou fogo em sites, blogs, revistas e jornais com as opiniões divididas pela diferença de estilo e personalidade entre os dois vocalistas. Rodgers não tem o alcance vocal privilegiado de Mercury, mas tem uma pegada mais roquenrol do que o antecessor. May diz que não deu a mínima para as críticas.

– Não estou muito interessado no que dizem. Eu faço o que gosto e não estou preocupado em convencer ninguém a gostar, devo satisfações apenas à minha consciência. Se fosse alguma coisa desrespeitosa com Freddie eu não faria, mas tenho certeza de que ele está feliz e sorridente com o que está acontecendo. A mãe dele disse que Freddie aprovaria. Quem não gostar da fase atual que fique com a antiga, tudo bem. Trazemos um show completo como sempre fizemos, tudo grandioso e em alto volume e a tecnologia nos permite trazer Freddie para fazer parte do show – afirma ele.
O novo vocalista do Queen, Paul Rodgers May se refere ao épico “Bohemian Rhapsody” em que Freddie aparece no telão tocando piano e cantando na abertura e depois na elaborada parte de vocais multiplicados da canção e ainda há vocais dele em “Bijou”. May canta “Love of my life” ao violão com o coro da platéia. Rodgers tem uma parte de violão e voz com músicas do Bad Company (“Seagull, “Feel like making love” e “Bad Company”) há solo de May, que emenda com “Keep yourself alive”, solo de baixo de Danny Miranda, ex-Blue Oyster Cult, com direito a “Underpressure” e “Another one bites the dust” e solo de bateria de Roger Taylor, voz principal em três canções: “Say it’s not true”, “I’m in love with my car” e “A kind of magic”. O setlist muda e estas canções não entram em todas as apresentações. Também no palco o tecladista Spike Edney, com o Queen ao vivo desde 1984, e o guitarrista Jamie Moses, acompanhante do trabalho solo de May desde os anos 90.

Além de ter criado uma escola de guitarra e um modelo próprio do instrumento feito com suas mãos, de co-liderar uma banda que já vendeu mais de 300 milhões de discos desde 1983, Brian May é quase com certeza o único guitarrista de rock com doutorado, no caso em Astrofísica pelo Imperial College de Londres. Nos anos 70 ele estava trabalhando numa tese de phd sobre reflexos de luz da poeira interplanetária e a velocidade da poeira no plano do sistema solar. Interrompeu os estudos para formar o Queen e só concluiu a tese em outubro de 2007, “Um levantamento das velocidades radiais da nuvem de poeira zodiacal”, aprovada com louvor.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/11/18/queen_volta_ao_brasil_com_vocalista_paul_rodgers_no_lugar_de_freddie_mercury-586459395.asp


Queen volta a tocar no Rio e traz Paul Rodgers à frente, no lugar de Freddie Mercury

Pedro Landim

Rio – Muita gente que chafurdava de felicidade na lama produzida pelas águas de janeiro no primeiro Rock In Rio, em 1985 (pessoal já na casa dos 40), estava esperando até hoje por um novo show do Queen. Diga-se de passagem, quem viveu Londres em 1970, e viajou nos ácidos do festival da Ilha de Wight (pessoal já na casa dos 50), também tem motivos para tirar a guitarra do armário e festejar o cantor Paul Rodgers, à época na frente da banda Free.

“Sempre ouvi coisas sobre aquele festival no Rio. Parece que era muita gente, num clima de muita excitação. O Brian e o Roger ficam falando nisso, estão muito animados desde que fechamos um show na cidade”, diz Paul, escalado para substituir o falecido ídolo Freddie Mercury na turnê do CD ‘The Cosmos Rocks’, fruto de uma ‘joint venture’ chamada de ‘Queen + Paul Rodgers’. A performance carioca será no dia 29, sábado, na HSBC Arena.

Falando pelo telefone de um hotel em Santiago, no Chile, onde a nova banda toca hoje, o cantor do lendário Free, e líder do posterior Bad Company disse que também considera Freddie Mercury uma lenda, e que não gosta da palavra ‘substituto’.
“Freddie foi único, o que aconteceu agora é que unimos as forças. Isso está claro no anúncio da turnê”, afirmou o inglês que, ao contrário de outros roqueiros de sua geração, diz que está vindo ao Rio pela primeira vez.

Prestes a completar 59 anos, o ex-cabeludo apresenta visual que lembra muito o do ator Chuck Norris, mas a ótima voz (você se lembra dela?) continua a mesma. Sobre o atual repertório, Paul disse que sugeriu ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor — que formavam o antigo Queen com Freddie Mercury e o baixista John Deacon — um show com a maioria das músicas do Queen, pela saudade que os fãs sentem da banda.

“Amo canções como ‘I Want It All’ e ‘The Show Must Go On’, emocionantes e poderosas”, elege o cantor. “Freddie Mercury e o Queen ouviam muito meu álbum ‘Fire and Water’, era uma Bíblia para eles”, conta Paul, afirmando que a música título de seu disco histórico também está garantida no set list. A turnê ‘The Cosmos Rock’ começou em Moscou, no dia 15 de setembro, e já produziu 39 shows lotados em 18 países.

Cantor de voz máscula e de trabalhador

Em lista publicada pela ‘Rolling Stones Magazine’, elegendo os 100 melhores cantores da História, Paul Rodgers aparece na 55ª posição, e a cantora Alison Krauss diz na revista que considera a voz de Paul “máscula, sexy e de trabalhador”. Questionado sobre os elogios, o cantor afirmou: “De trabalhador sim, sobre o resto não sei”.

Além do trabalho com os músicos do Queen, Paul está lançando também seu primeiro DVD solo, ‘Live in Glasgow’. A próxima segunda-feira, dia 24, marca o aniversário de 17 anos da morte de Freddie Mercury, vítima da Aids. A canção ‘Say It’s Not True’, primeiro single de ‘Queen + Paul’, destina-se a angariar fundos para pesquisas sobre a doença.
O DIA


Braulio Lorentz, Jornal do Brasil

RIO – As músicas são do Queen (Bohemian rhapsody, Crazy little thing called love, We will rock you, We are the champions) e metade da banda está no palco: o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May.

Junto ao vocalista Paul Rodgers, ex-líder do Bad Company, eles tocam no Rio no dia 29, na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, na primeira chance desde 1985 – quando estiveram no Rock In Rio – que os cariocas terão de cantar ao vivo sucessos consagrados na voz de Freddie Mercury.

Os membros remanescentes do grupo, que lançam o álbum The cosmos rocks(2008), não se vêem na obrigação de legitimar a convocação de Rodgers, mas trazem uma justificativa irrefutável a tiracolo:

– Além de ser um dos melhores, ele era um dos preferidos do Freddie. Paul tem soul e blues na performance. Os dois não têm muito a ver, é um tipo diferente de cantor – compara Taylor, em entrevista por telefone ao Jornal do Brasil, de um hotel no Chile.

Ele parece animado com o início da turnê pela América do Sul, que inclui data em Buenos Aires; e apresentações nos dias 26 e 27 no Via Funchal, em São Paulo.

O primeiro disco de estúdio com o nome Queen desde 1995 (as faixas são creditadas ao combo Queen + Paul Rodgers) é a estréia sem Mercury, morto em 1991, por complicações de saúde decorrentes da Aids.

Com o repertório novo de canções compostas pelo trio, mas blindado por hinos, o grupo fez o primeiro giro europeu em 2005 e terminou recentemente mais um. A primeira turnê européia ganhou o registro em DVD, intitulado Return of the champions.

Sem chance de Killer Queen

– Tocamos canções diferentes todas as noites. O show em Wembley durou duas horas e meia, foi um espetáculo – conta o baterista, referindo-se ao concerto na arena londrina no começo do mês, que encerrou a turnê pela Europa.

– A apresentação tem diferentes climas. Brian e eu estamos nos dando muito bem. Redescobrimos como é tocar juntos. É um show à moda antiga, tudo o que você ouve é real. Gosto do som mais orgânico.

O vocal de Rodgers não é a única novidade nos arranjos das músicas retiradas dos 16 discos do Queen, que, somados a coletâneas e registros ao vivo, venderam perto de 300 milhões de cópias pelo mundo. Mas ser um sucesso não é o único pré-requisito para uma canção cavar uma vaga no repertório:

– As músicas com pegada mais rock ‘n’ roll funcionam melhor com o estilo do Paul, que é mais melancólico – justifica.

– É uma questão técnica. Trata-se de uma música que não cabe na voz dele. Killer Queen é um dos casos e é uma das que não tocamos. Ela tem muito a ver com o Freddie. Mas há espaço para quase todos os sucessos.

Sobre a última passagem pelo Brasil, o músico garante que está “gravada na memória”, mesmo que tenha sido há 23 anos:

– Lembro-me do show em São Paulo, no Morumbi. Não sabíamos o que esperar e foi realmente incrível. O que me impressiona mesmo é todos saberem as letras em inglês. E teve o Rock in Rio, aquela platéia enorme nos fez sentir muito bem.

Não foi apenas com a obrigação de pontuar com baquetadas os gritos de We will we will rock you que Taylor esteve por aqui.

– Fui ao Brasil recentemente, há uns cinco anos, de férias. Fiquei alegre, porque o país mudou muito. Ele está mais organizado e modernizado – opina o músico.

Das novas faixas compostas por ele, May e Rodgers em 2007 e no início de 2008, a mais comentada é Say it’s not true, que saiu em single com os lucros destinados a pesquisas contra a Aids, em uma campanha internacional comandada por Nelson Mandela.

– Não só angariamos fundos, também há uma mensagem. É nossa parte nessa luta. É como cantar “tenham cuidado” – explica.

“As bandas de hoje tocam mal”

Sem querer citar nomes, alfineta a nova geração do pop rock e ressalta a importância de uma delas, que em nada lembra o som poderoso e clássico do grupo.

– As bandas atuais têm até algumas boas canções, mas tocam muito mal – lamenta.

– Uma das que fogem disso é o Sigur Rós. Eles são islandeses, conhece? Cantam e tocam maravilhosamente bem. E as canções são densas.
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/18/e181125145.html

Minha Favorita

Imortal pra mim…

Integrantes do Queen dizem que “seria estúpido usar outro nome”

“O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, dois dos componentes originais do Queen, defenderam em Santiago a manutenção do nome que levou a banda a fama há mais de 30 anos, com Freddie Mercury, embora acrescido como “Queen e Paul Rodgers”, adicionando o nome do atual vocalista, ex-Free e Bad Company.

Divulgação

Formação original do Queen, com Freddie Mercury nos vocais; cantor morreu em 1991
“Seria estúpido fazer a turnê com outro nome”, afirmou Taylor, em declarações publicadas nesta terça-feira no jornal chileno “La Nación”, e acrescentou: “Passamos a metade de nossa vida com o nome Queen. Não vamos mudar isso”.

A banda inglesa apresentará na quarta-feira (19) em Santiago seu novo disco, “The Cosmos Rocks”, o primeiro desde a morte de Freddie Mercury, em 1991, e também se apresentará no Rio de Janeiro e em São Paulo no final do mês.

Paul Rodgers admitiu que o legado de Freddie Mercury à frente do Queen “é insuperável” e foi taxativo ao afirmar que “ninguém nunca poderá substituir Freddie”.

“O que fazemos é unir forças, e o sentimento que surgiu quando nos juntamos foi muito poderoso. Por isso estamos aqui agora”, disse Rodgers.

Os artistas prometeram rock e espetáculo para sua primeira apresentação no Chile, onde receberam o reconhecimento do público após alcançar 500 mil cópias vendidas no país, incluindo a discografia completa da banda.

“Cada show é especial, mas obviamente não vamos revelar as surpresas agora. Sempre buscamos pequenos detalhes para que se perceba que estamos tocando em Santiago e não em Londres”, afirmou Brian May.

“É simplesmente um show de rock, e as músicas que tocaremos são as que gostamos”, acrescentou Rodgers, que além de hits do Queen, como”We Will Rock You” e “Radio Ga Ga” também costuma cantar músicas do Free, como o sucesso “All Right Now”.
Fonte: www1.folha.uol.com.br

Brian May na piscina

Guitarrista do Queen diz que Freddie Mercury deve estar se divertindo com a reunião da banda

EM 1985, com a ajuda de minha sofrida mãe, invadi o Copacabana Palace caçando meus ídolos do momento: Ozzy Osbourne e Bruce ****inson. Na época, eu escutava em menor grau Yes, Queen e Whitesnake, outras atrações daquele memorável Rock in Rio. Entre uma foto e outra, deparei-me com Brian May. Vestido com uma sunga vermelha e preta esquisita e camiseta branca, não mais branca do que o próprio, deitado numa cadeira de frente para o sol, mesmo com o nosso amigo brilhoso detrás das nuvens, o guitarrista do Queen estava animadíssimo. Até hoje guardo o retrato, amarelecido, e o autógrafo num guardanapo cheio de outros rabiscos. Naquela ocasião disputávamos o título de mais magro da piscina. Ele era o músico da maior banda pop do mundo, eu um estudante secundarista debilóide. Ontem nos falamos ao telefone. O Queen se apresenta no dia 29 deste mês, trazendo a turnê Cosmo
rocks à América do Sul, com Paul Rodgers (Bad Company) nos vocais.
De Santiago, May lembra dos tempos da “piscina” ­ e do Rock in Rio. “Ah, você estava lá (no Copacabana Palace)! Que curioso! Relaxamos muito no Rio. Saímos de Londres sem informação nenhuma sobre o Brasil. Estávamos sem saber o que iríamos encontrar. Foram dias memoráveis. Já estive aí como turista. E não foi a mesma coisa. Neste show quero retomar as lembranças de 1985″. Brian May, tal qual Santana e The Edge, criou uma marca, um som para a guitarra, uma forma de acolher as belas letras de Freddie Mercury. A dupla criou clássicos eternos, que misturavam a grandiloqüência erudita do cantor à pegada precisa, milimétrica e cheia de variações de May. De 1971 a 24 de novembro de 1991, quando Mercury nos deixou, vítima de complicações decorrentes da Aids, o Queen lançou 16 discos, boa parte obras-primas. Há um certo desconforto com a entrada de Paul Rodgers no grupo entre os fãs, que estão divididos. E o próprio Queen (Brian May e Roger Taylor) sacramentou essa divisão na assinatura do disco Cosmo rocks, batizando-o de Queen + Paul Rodgers. John Deacon, o baixista, que mora com a sua família no sul da Inglaterra e escreveu, entre outras, Another one bites
the dust, sumiu no fim dos anos 80. Pergunto a May o que
Freddie Mercury diria sobre essa reunião com Rodgers. “Ele certamente gargalharia e cantaria junto. Há uma conexão entre eles. Freddie curtia o Bad Company nos anos 70 e sabe que essa é uma nova banda. Tenho certeza de que onde ele estiver vai estar curtindo, se divertindo como sempre”. Mas… Brian, diz uma coisa: Como os fãs estão recebendo Paul Rodgers? “Muito bem, eu diria. Não é da minha conta responder aos que não estão gostando. O que importa é que há uma química entre nós. No show, que costuma ter duas horas e 20 minutos, nos entregamos completamente. É isso que o público está vendo”. May diz que a seleção do repertório foi um desgaste físico. “Nós não sentamos com um papel na mão e decidimos. As músicas foram entrando aos poucos”. Garantidas estão We are
the champions, We will rock you, Love of my life, Radio Ga Ga, A kind of magic e Bohemian Rhapsody.
O guitarrista do Queen não pretende botar a banda na lista das prioridades de sua vida nos próximos anos. Está concentrado na astrofísica, tema que retomou em 2006, ao escrever, com o astrônomo Patrick Moore, um livro para crianças sobre o Big Bang. A fascinação pelo universo é antiga. Pouco mais de 30 anos atrás, ele interromperia sua tese de doutorado no Imperial College of London. Em 1983, montaria o Star Fleet Project, que já continha temas espaciais. “Todo mundo sabe que a evolução do sistema, dos planetas, é um assunto que me interessa muito. Há muita coisa a fazer e muito a se estudar sobre esse tema. Ficarei muito ocupado com isso daqui para a frente”. Ao desligar o telefone, Brian May pede que eu “apareça na piscina para dar um oi”. Digo que vou tentar e prometo levar a foto e o autógrafo de 1985. Só não sei se vou ao show…
Fonte: jornaldobrasil.com.br

Necrófilos da vanguarda roqueira
Por Diogo Salles

Eis que o Queen anunciou sua volta com o vocalista Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company) no lugar de Freddie Mercury. Estranho, para dizer o mínimo. John Deacon, o baixista, previu o pior e não embarcou nessa canoa, dizendo que uma reunião só funcionaria com George Michael nos vocais ― opinião compartilhada por boa parte dos fãs da banda. George Michael não é roqueiro e é muito inferior a Freddie Mercury em todos os aspectos, mas seu timbre vocal é o que mais se assemelha ao de Freddie. Sua interpretação para “Somebody to love” no famoso tributo de 1992 mostrou isso e, vendo a turnê atual, ficou provado que John Deacon tinha razão.

Não que Paul Rodgers seja de todo ruim. No palco ele ainda mostra vitalidade do alto de seus quase sessenta anos e mostra reverência e humildade ao ocupar o lugar que já foi do maior front-man da história do rock. O problema maior é achar que essa história pode ser continuada. É achar que lançar um novo disco de inéditas e colocar o nome “Queen” na capa vai atrair os fãs como uma manada de búfalos.

Essa excêntrica união de forças chamada Queen+Paul Rodgers errou logo na escolha do nome. E errou feio. Se eles se lançassem com um outro nome e um outro conceito que passasse ao largo de tudo o que remotamente lembrasse Queen, a recepção seria muito mais simpática. Mas como eles insistiram em misturar as estações e estão tocando músicas novas na atual turnê ― que passará por aqui na semana que vem (dias 26 e 27 em São Paulo e dia 29 no Rio) ―, o novo disco tinha a difícil (ou seria impossível?) missão de trazer um material à altura…

Muito aquém de um Bad Queen
O primeiro erro que se pode cometer ao ouvir The Cosmos Rocks é tentar compará-lo ao Queen original. Não é exatamente um exercício fácil, já que a estranha junção de dois estilos tão diferentes poderia parecer um “Bad Queen” à primeira vista. Mas vamos nos ater apenas ao Queen+Paul Rodgers, como eles preferiram chamar. Depois que me despi de todos os pré-conceitos, me preparei para a audição. O disco abre com “Cosmos rockin” e a realidade vem logo à tona… Mau presságio para uma banda com a petulância de ter “Queen” em seu nome. Meus ouvidos já acusavam um pastiche de Bad Company, mas ainda era cedo para julgar e fui em frente. “Still burnin” tenta manter uma pegada rock, mas “Small” mergulha num clima bucólico e introspectivo e dá mostras de que o pior ainda está por vir.

Em “We believe”, a mensagem pacifista é de uma rara ingenuidade e tenta (sem sucesso) se adequar aos tempos politicamente corretos de hoje. O resultado é uma caricatura tardia de “We are the world”. Esse não é o único momento que beira o constrangedor. Em “Call me” o refrão chiclete (“Call me if need my love, baby”) tem a profundidade de um pires e poderia ser dada para algum cantor cucaracha de reality show. E por falar em reality shows, “C-lebrity” entra no mundo das pseudocelebridades e faz uma crítica ao showbizz ― o problema é que esqueceram de fazer uma autocrítica antes.

Para consumar a tragédia, fechamos com uma trinca de baladas patéticas: “Some things that glitter”, “Through the night” e “Say it’s not true”… De deixar ruborizado até Bryan Adams em seus pesadelos mais molhados. Nem mesmo Brian May foi capaz de se salvar do naufrágio. Guitarrista talentoso, ele até tem bons momentos ― como em “Surf’s up… School’s out” ― mas muito pouco para um músico de seu brilho.

O resultado final é uma banda desfigurada e anacrônica, com tiozões tentando fazer um “hype”, no melhor (ou pior) estilo papai-garotão. Quem diria… Minhas definições pré-conceituosas do início ficaram inverossímeis, pois se mostraram esperançosas demais. O que começou como “Bad Queen” e logo sinalizava para um Bad Company pasteurizado, mostrou, ao final, que The Cosmos Rocks é um disco solo de Paul Rodgers (fraco, por sinal) com uma banda de luxo apoiando-o. Caça-níqueis? Sim, aqui o termo se aplica. Freddie Mercury não merecia isso. E o pior é que ele não estava lá para evitar que seus ex-bandmates cometessem esse cósmico equívoco.
Fonte: digestivocultural.com

QUEEN

MINHA COLEÇÂO

No canal ROCK CLASSICO da NET (no Rio é o 320), irá tocar musicas do Queen do dia 26/11 até 10/12.
Queenriocas/ Marta Grisolia

Roger Taylor

a expressão mais sublime da beleza

Na edição de domingo, 16 de novembro de 2008, o Fantastico, da rede globo, apresentou uma entrevista com Queen + Paul Rodgers.

Para assistir acesse o QN Tube: VEJA AQUI
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