Brian May na piscina

Guitarrista do Queen diz que Freddie Mercury deve estar se divertindo com a reunião da banda

EM 1985, com a ajuda de minha sofrida mãe, invadi o Copacabana Palace caçando meus ídolos do momento: Ozzy Osbourne e Bruce ****inson. Na época, eu escutava em menor grau Yes, Queen e Whitesnake, outras atrações daquele memorável Rock in Rio. Entre uma foto e outra, deparei-me com Brian May. Vestido com uma sunga vermelha e preta esquisita e camiseta branca, não mais branca do que o próprio, deitado numa cadeira de frente para o sol, mesmo com o nosso amigo brilhoso detrás das nuvens, o guitarrista do Queen estava animadíssimo. Até hoje guardo o retrato, amarelecido, e o autógrafo num guardanapo cheio de outros rabiscos. Naquela ocasião disputávamos o título de mais magro da piscina. Ele era o músico da maior banda pop do mundo, eu um estudante secundarista debilóide. Ontem nos falamos ao telefone. O Queen se apresenta no dia 29 deste mês, trazendo a turnê Cosmo
rocks à América do Sul, com Paul Rodgers (Bad Company) nos vocais.
De Santiago, May lembra dos tempos da “piscina” ­ e do Rock in Rio. “Ah, você estava lá (no Copacabana Palace)! Que curioso! Relaxamos muito no Rio. Saímos de Londres sem informação nenhuma sobre o Brasil. Estávamos sem saber o que iríamos encontrar. Foram dias memoráveis. Já estive aí como turista. E não foi a mesma coisa. Neste show quero retomar as lembranças de 1985″. Brian May, tal qual Santana e The Edge, criou uma marca, um som para a guitarra, uma forma de acolher as belas letras de Freddie Mercury. A dupla criou clássicos eternos, que misturavam a grandiloqüência erudita do cantor à pegada precisa, milimétrica e cheia de variações de May. De 1971 a 24 de novembro de 1991, quando Mercury nos deixou, vítima de complicações decorrentes da Aids, o Queen lançou 16 discos, boa parte obras-primas. Há um certo desconforto com a entrada de Paul Rodgers no grupo entre os fãs, que estão divididos. E o próprio Queen (Brian May e Roger Taylor) sacramentou essa divisão na assinatura do disco Cosmo rocks, batizando-o de Queen + Paul Rodgers. John Deacon, o baixista, que mora com a sua família no sul da Inglaterra e escreveu, entre outras, Another one bites
the dust, sumiu no fim dos anos 80. Pergunto a May o que
Freddie Mercury diria sobre essa reunião com Rodgers. “Ele certamente gargalharia e cantaria junto. Há uma conexão entre eles. Freddie curtia o Bad Company nos anos 70 e sabe que essa é uma nova banda. Tenho certeza de que onde ele estiver vai estar curtindo, se divertindo como sempre”. Mas… Brian, diz uma coisa: Como os fãs estão recebendo Paul Rodgers? “Muito bem, eu diria. Não é da minha conta responder aos que não estão gostando. O que importa é que há uma química entre nós. No show, que costuma ter duas horas e 20 minutos, nos entregamos completamente. É isso que o público está vendo”. May diz que a seleção do repertório foi um desgaste físico. “Nós não sentamos com um papel na mão e decidimos. As músicas foram entrando aos poucos”. Garantidas estão We are
the champions, We will rock you, Love of my life, Radio Ga Ga, A kind of magic e Bohemian Rhapsody.
O guitarrista do Queen não pretende botar a banda na lista das prioridades de sua vida nos próximos anos. Está concentrado na astrofísica, tema que retomou em 2006, ao escrever, com o astrônomo Patrick Moore, um livro para crianças sobre o Big Bang. A fascinação pelo universo é antiga. Pouco mais de 30 anos atrás, ele interromperia sua tese de doutorado no Imperial College of London. Em 1983, montaria o Star Fleet Project, que já continha temas espaciais. “Todo mundo sabe que a evolução do sistema, dos planetas, é um assunto que me interessa muito. Há muita coisa a fazer e muito a se estudar sobre esse tema. Ficarei muito ocupado com isso daqui para a frente”. Ao desligar o telefone, Brian May pede que eu “apareça na piscina para dar um oi”. Digo que vou tentar e prometo levar a foto e o autógrafo de 1985. Só não sei se vou ao show…
Fonte: jornaldobrasil.com.br

Necrófilos da vanguarda roqueira
Por Diogo Salles

Eis que o Queen anunciou sua volta com o vocalista Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company) no lugar de Freddie Mercury. Estranho, para dizer o mínimo. John Deacon, o baixista, previu o pior e não embarcou nessa canoa, dizendo que uma reunião só funcionaria com George Michael nos vocais ― opinião compartilhada por boa parte dos fãs da banda. George Michael não é roqueiro e é muito inferior a Freddie Mercury em todos os aspectos, mas seu timbre vocal é o que mais se assemelha ao de Freddie. Sua interpretação para “Somebody to love” no famoso tributo de 1992 mostrou isso e, vendo a turnê atual, ficou provado que John Deacon tinha razão.

Não que Paul Rodgers seja de todo ruim. No palco ele ainda mostra vitalidade do alto de seus quase sessenta anos e mostra reverência e humildade ao ocupar o lugar que já foi do maior front-man da história do rock. O problema maior é achar que essa história pode ser continuada. É achar que lançar um novo disco de inéditas e colocar o nome “Queen” na capa vai atrair os fãs como uma manada de búfalos.

Essa excêntrica união de forças chamada Queen+Paul Rodgers errou logo na escolha do nome. E errou feio. Se eles se lançassem com um outro nome e um outro conceito que passasse ao largo de tudo o que remotamente lembrasse Queen, a recepção seria muito mais simpática. Mas como eles insistiram em misturar as estações e estão tocando músicas novas na atual turnê ― que passará por aqui na semana que vem (dias 26 e 27 em São Paulo e dia 29 no Rio) ―, o novo disco tinha a difícil (ou seria impossível?) missão de trazer um material à altura…

Muito aquém de um Bad Queen
O primeiro erro que se pode cometer ao ouvir The Cosmos Rocks é tentar compará-lo ao Queen original. Não é exatamente um exercício fácil, já que a estranha junção de dois estilos tão diferentes poderia parecer um “Bad Queen” à primeira vista. Mas vamos nos ater apenas ao Queen+Paul Rodgers, como eles preferiram chamar. Depois que me despi de todos os pré-conceitos, me preparei para a audição. O disco abre com “Cosmos rockin” e a realidade vem logo à tona… Mau presságio para uma banda com a petulância de ter “Queen” em seu nome. Meus ouvidos já acusavam um pastiche de Bad Company, mas ainda era cedo para julgar e fui em frente. “Still burnin” tenta manter uma pegada rock, mas “Small” mergulha num clima bucólico e introspectivo e dá mostras de que o pior ainda está por vir.

Em “We believe”, a mensagem pacifista é de uma rara ingenuidade e tenta (sem sucesso) se adequar aos tempos politicamente corretos de hoje. O resultado é uma caricatura tardia de “We are the world”. Esse não é o único momento que beira o constrangedor. Em “Call me” o refrão chiclete (“Call me if need my love, baby”) tem a profundidade de um pires e poderia ser dada para algum cantor cucaracha de reality show. E por falar em reality shows, “C-lebrity” entra no mundo das pseudocelebridades e faz uma crítica ao showbizz ― o problema é que esqueceram de fazer uma autocrítica antes.

Para consumar a tragédia, fechamos com uma trinca de baladas patéticas: “Some things that glitter”, “Through the night” e “Say it’s not true”… De deixar ruborizado até Bryan Adams em seus pesadelos mais molhados. Nem mesmo Brian May foi capaz de se salvar do naufrágio. Guitarrista talentoso, ele até tem bons momentos ― como em “Surf’s up… School’s out” ― mas muito pouco para um músico de seu brilho.

O resultado final é uma banda desfigurada e anacrônica, com tiozões tentando fazer um “hype”, no melhor (ou pior) estilo papai-garotão. Quem diria… Minhas definições pré-conceituosas do início ficaram inverossímeis, pois se mostraram esperançosas demais. O que começou como “Bad Queen” e logo sinalizava para um Bad Company pasteurizado, mostrou, ao final, que The Cosmos Rocks é um disco solo de Paul Rodgers (fraco, por sinal) com uma banda de luxo apoiando-o. Caça-níqueis? Sim, aqui o termo se aplica. Freddie Mercury não merecia isso. E o pior é que ele não estava lá para evitar que seus ex-bandmates cometessem esse cósmico equívoco.
Fonte: digestivocultural.com

QUEEN

MINHA COLEÇÂO

No canal ROCK CLASSICO da NET (no Rio é o 320), irá tocar musicas do Queen do dia 26/11 até 10/12.
Queenriocas/ Marta Grisolia

Roger Taylor

a expressão mais sublime da beleza

Na edição de domingo, 16 de novembro de 2008, o Fantastico, da rede globo, apresentou uma entrevista com Queen + Paul Rodgers.

Para assistir acesse o QN Tube: VEJA AQUI
Queen Net

Paul Rodgers será o substituto de Freddie Mercury.

Uma banda há mais de 20 anos fez, no Rio de Janeiro, um show que entrou para a história do rock. É o Queen, que hoje está novamente a caminho do Brasil, com a dura missão de preencher o espaço deixado pela morte do cantor Freddie Mercury.

Uma lendária banda de rock – que perdeu sua voz. Uma voz lendária, que estava sem banda. Paul Rodgers, ex-Free e Bad Company, se uniu a Brian May e Roger Taylor, guitarrista e baterista do Queen. Juntos, eles encontraram de novo o prazer de tocar seus grandes sucessos.

Brian May conta que a idéia de juntar Queen mais Paul Rodgers veio no show de 50 anos da guitarra Fender Stratocaster. A química entre eles pareceu perfeita.

O que começou com uma parceria para uma música, duas músicas, acabou virando uma turnê mundial. E depois de quatro anos com três músicos dessa qualidade convivendo diariamente, a criação vira um processo natural.

Londres foi o último show na Europa antes do Queen seguir caminho para a América do Sul. O inglês diz que está surpreso de ver que ainda há muita gente que não sabe quem Paul Rodgers é. “Muitos jovens que foram hoje vão ganhar o presente de ver o cara cantar”.

Pouco antes de subir ao palco, Paul confessa que é difícil entrar em cena depois de Freddie. Mas Roger Taylor conta que Paul era um dos cantores preferidos de Freddie Mercury. Vendo a gente junto, Freddie diria “uau! eles conseguiram o Paul Rodgers!”.

No show, ninguém foge da lembrança de Freddie Mercury. Em memória do amigo morto, o Queen faz shows para arrecadar dinheiro para pesquisa e tratamento de Aids.

O Queen volta ao Brasil depois de 23 anos. Momentos que eles esperam reviver no Rio e em São Paulo.
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL864352-15605,00.html

Liderado por Freddie Mercury, o grupo de rock ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio ga ga”. Com a morte do vocalista em 1991, o guitarrista Brian May e baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades banda. Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Free e Bad Company – foi convidado a atuar como vocalista. Saiba mais.

Quando: 26 e 27 de novembro (quarta e quinta), às 22h

Onde: Via Funchal, Rua Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900

Quando: 29 de novembro (sábado), às 22h

Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca

Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira nível 3)

http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL763904-7085,00-CONFIRA+A+AGENDA+DE+SHOWS+DO+SEGUNDO+SEMESTRE+DE.html

Acessem o endereço, respondam a pergunta e boa sorte!
http://clube.uol.com.br/

http://clube.uol.com.br/

RIO – A banda Queen com o vocalista Paul Rodgers, ex-Free e ex-Bad Company, vai tocar no Rio de Janeiro no dia 29 de novembro no HSBC Arena. O grupo também se apresenta no Via Funchal em São Paulo nos dias 26 e 27 de novembro. A banda está realizando a turnê do disco “The cosmos rocks”, o primeiro de inéditas com Rodgers. A produção é da empresa Mondo Entretenimento.

O Queen esteve no Brasil pela última vez no primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985. Antes disso tinha passado por São Paulo para um único show em 1981. Da formação original estão o guitarrista Brian May e o baterista TRoger Taylor. O baixista John Deacon preferiu ficar de fora da nova fase da banda. O vocalista original, Freddie Mercury, morreu de Aids em 1991.

Confira abaixo o serviço do Rio e São Paulo:

São Paulo

Datas: 26 e 27 de novembro/2008 (quarta e quinta-feira)

Horário: 22h

Local: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia. (11) 3188-4148

Horário da bilheteria: das 12h às 22h (de segunda à domingo)

Preços: Pista VIP (em pé): R$ 800; Pista: R$ 270; Mezanino: R$ 350; Camarote: R$ 900

Rio de Janeiro

Local: HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca. (11) 3556 5151 – 0800 709 2371 (somente telefone fixo DDD 021)

Data: 29 de novembro (sábado)

Horário: 22h

Preços: Cadeira Nível 3: R$ 120,00; Pista: R$ 180,00

Cadeira Nível 1: R$ 250,00; VIP: R$ 400,00; Camarote: R$ 500,00
http://queennet.com.br/QN/html/modules.php?name=News&op=NESubmit

A Equipe Queen’s Day e QueenNet – Queen Fã Clube do Brasil, convidam todos os fãs e amigos para um encontro após os shows de Queen+Paul Rodgers em São Paulo. O encontro se dará no BarBaro , dias 26 e 27 de novembro. O BarBaro fica localizado na Rua Pequetita, 179A, bem próximo ao Via Funchal.

Maiores detalhes de como chegar lá, acesse: Mapa

Contato:queensday@queensday.mus.br

Esperamos vocês lá!

FREDDIE

FREDDIE…

chukinho

Paul Norris Rodgers

Quem vai so show do Queen no HSBC no Rio de Janeiro, também poderá comprar o ingresso através do site ingresso.com. Basta clicar em “eventos” que o nome da banda aparecerá.

Mais algumas informações sobre os ingressos:

Clientes HSBC tem 10% de desconto* na compra de ingressos.
*O desconto é exclusivo para compras feitas pela bilheteria, televendas e internet. A venda exclusiva não acontecerá nos quiosques Americanas.com: desconto disponível apenas no cartão de crédito**. O Desconto não é cumulativo com outros descontos.
** Para que os clientes HSBC tenham 10% de desconto na compra dos ingressos do HSBC Arena, é obrigatório pagar com cartão de crédito do HSBC. Limitado a quatro ingressos por pessoa.
Fonte: OIQFC – via e-mail

Brian May…

milagre o brian sem a red special

Doctor Queen se apresenta nos dias 15 e 16 de novembro

Os caxienses irão assistir, dias 15 e 16 de novembro, às 20h30min, no Teatro São Carlos, a banda Doctor Queen. Especializado em fazer covers do antigo grupo liderado por Freddie Mercury, o quarteto argentino foi criado em 2000 pelos médicos Jorge Busetta e Luciano Monti.

A banda foi aclamada pela crítica internacional por memoráveis apresentações. Doctor Queen promete sacudir o público desde o primeiro momento, quando começarem os acordes da tradicional música de abertura, We Will Rock You. Os argentinos devem tocar também canções como Radio Ga ga, I Want to Break Free e We are the Champions.

Os primeiros 200 ingressos custam R$ 30 e estão à venda nas Óticas Pupilas (Shopping Prataviera – (54) 3025.4987) e Hot Music (Av. Júlio Castilhos, 2.465/03 – São Pelegrino – (54) 3214.0402). Após, R$ 40. Estudantes e seniores pagam R$20
Fonte: www.clicrbs.com.br

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