freddie e brian

rock in montreal

A gravadora EMI marcou para 17 de novembro o lançamento da caixa “Queen: The Singles Collection Volume 1″, um projeto que cobre nada menos do que 16 álbuns; do LP de estréia, “Queen”, de 1973, ao último projeto com Freddie Mercury, “Made In Heaven”, em 1995, entre outros.

Esta caixa, a primeira de quatro, começa com o primeiro single, “Keep Yourself Alive”, e vai até “Don’t Stop Me Now”, de 1979. A caixa 2 continuará a história até meados dos anos 80, e assim por diante. Essencialmente, as quatro caixas oferecerão cada single do QUEEN que figurou nas listas de top 40 (exceto “Keep Yourself Alive”, que foi incluída por ser o primeiro single).

Em 6 de julho de 1973, a EMI lançou o primeiro single do QUEEN, “Keep Yourself Alive”. No Reino Unido, é a primeira e única faixa tirada do álbum de estréia da banda, “Queen”. O disco atraiu algum interesse na Inglaterra, mas foi pouco tocado nas rádios, portanto não apareceu na parada de singles. A equipe de promoção da EMI recebe um feedback dos programadores de rádio de que a música não se encaixa em suas playlists, porque, aparentemente, “demora muito tempo para esquentar” — supostamente uma referência à sua introdução de guitarra de 30 segundos (agora amplamente considerada uma de suas características mais intrigantes!). Para garantir que a mesma desculpa não fosse dada da próxima vez, ao montar seu segundo single, “Seven Seas Of Rhye” (do álbum “Queen II”), a banda decide fazer tudo acontecer nos segundos de abertura… “Tudo, incluindo a pia da cozinha”, como o guitarrista Brian May brincaria mais tarde. Evidentemente funcionou: desta vez, o single é tocado imediatamente nas rádios e chega às paradas na primeira semana de lançamento. Em fevereiro de 1974, o QUEEN consegue seu primeiro sucesso no Reino Unido e no mundo.

A partir deste momento, as músicas de sucesso do QUEEN se tornaram quase uma certeza, com o lançamento de cada álbum sucessivo, um musicalmente diferente do outro e, significativamente, com composições dos quatro membros da banda. Até hoje, o QUEEN é o único grupo em que todos os membros compuseram hits que chegaram ao topo das paradas no mundo inteiro.

Embalados em uma caixa com tampa flip-top, os 13 singles em CD têm capas com uma seleção de artes gráficas de todo o mundo reproduzidas fielmente.

CD1:
1. A. Keep Yourself Alive
2. B. Son And Daughter

CD2:
1. A. Seven Seas Of Rhye
2. B. See What A Fool I’ve Been

CD3:
1. A. Killer Queen
2. A. Flick Of The Wrist

CD4:
1. A. Now Im Here
2. B. Lily Of The Valley

CD5:
1. A. Bohemian Rhapsody
2. B. I’m In Love With My Car

CD6:
1. A. You’re My Best Friend
2. B. 39

CD7:
1. A. Somebody To Love
2. B. White Man

CD8:
1. A. Tie Your Mother Down
2. B. You And I

CD9: Queen’s First EP
1. A. Good Old Fashioned Lover Boy
2. Death On Two Legs (Dedicated To…)
3. B. Tenement Funster
4. White Queen (As It Began)

CD10:
1. A. We Are The Champions
2. B. We Will Rock You

CD11:
1. A. Spread Your Wings
2. B. Sheer Heart Attack

CD12:
1. A. Bicycle Race
2. A. Fat Bottomed Girls

CD13:
1. A. Don’t Stop Me Now
2. B. In Only Seven Days.

brianmay.com

Consta no portal de downloads do Terra, Sonora, a possibilidade de baixar as músicas do CD, pela quantia de R$2,49 cada, incluindo canções bonus como: One Vision, The Show Must Go On e Tie Your Mother Down.

O preço total do download é de R$42,33. Esse tipo de venda de faixas separadas já ocorre em outros países com sucesso, no qual você pode baixar as faixas isoladamente por uma quantia fixa.

http://sonora.terra.com.br/templates/artistMusics.aspx?idArtist=8590

As carteirinhas do Fã Clube Queen Net já estão disponíveis.

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Isto foi feito para facilitar a entrega das carteirinhas, pois tínhamos muitos pedidos e estávamos demorando na entrega. Quem solicitou por e-mail não receberá, receberá somente instruções para gerar sua carteirinha pelo próprio site.

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O baixista em turnê com o Queen será substituído por uma noite por Neil Murray, então baixista do musical We Will Rock You em Londres. Danny irá realizar uma cirurgia de urgência e já estará de volta aos poucos na noite seguinte. Neil já conhece hits do Queen e irá ensaiar no tour bus junto com Spike Edney e Jamie Moses durante as viagens.

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Freddie (headlong)

Novo disco e novo show da banda inglesa podem ajudar a diagnosticar o estado de vida do rock’n roll

Por Mourão Paiva –

Está anunciado: o Queen virá ao Brasil e fará show em São Paulo, no Via Funchal dias 26 e 27 de novembro. Para os fãs da banda a notícia é fantástica. Ouvir o grupo que não se apresenta na América do Sul desde 1985 será a glória para seguidores da banda. Já para o restante do público brasileiro fica um ponto de interrogação quando se pensa “quem é o Queen”. O fenômeno não está restrito ao grupo, mas talvez ao rock que, para alguns faleceu com parte de seus ídolos.

A banda inglesa marcou a história do rock, em grande parte, graças à figura de seu antigo vocalista, Freddie Mercury. O cantor era carismático, cantava muito bem, era performático, um astro da música que morreu cedo por causa da Aids, como outros de sua época.

Com o novo álbum e a nova turnê – em que os remanescentes do Queen se juntaram ao vocalista Paul Rodgers – a memória de Mercury não foi abalada em nada, assim como a do grupo, que se fortaleceu pela qualidade do novo trabalho.

Para evitar tropeços de identidade, Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria) mantiveram o nome Queen separado do vocalista Paul Rodgers. Resultado: o disco “The cosmos rocks” é assinado por “Queen+Paul Rodgers”. E as dezesseis músicas refletem exatamente a união dos três músicos. Percebe-se a pegada de um blues americanizado de Rodgers, suave quando o deve ser e forte também, a guitarra de May, clássica mas sem tons de repetição, e principalmente a batida impactante nas melodias e letras de Taylor – o baterista pode ser visto, hoje, como o líder ideológico e musical do Queen.

No momento em que parte da crítica afirma haver uma popização do rock, o Queen e seu amigo Paul Rodgers mostram a importância dos sessentões do rock como exceções a esta possível regra. O grupo gravou canções relevantes para a atual conjuntura mundial. Em um nível artístico, “C-lebrity” as celebridades que não acrescentam nada são bombardeadas. Outras questões também são abordadas em “Warboys”, “Surf’s Up….School’s Out” e, inclusive o próprio rock, que é tido como imortal em verso de “Still Burnin” em uma espécie de metamusicalidade.

O show da turnê mundial promete ao público interrogativo brasileiro tirar suas dúvidas ao ouvir os clássicos do Queen, ainda que pela voz de Rodgers. Já dúvidas se o rock morreu com alguns de seus ídolos ou com sua comercialização também podem ser tiradas, não a partir de um álbum ou de um show. Mas ouvir com atenção o que a experiência tem a dizer pode ser um bom início na busca pela resposta.

Mourão Paiva é jornalista e enviou sua crítica por e-mail para Redação Queen Net de Jornalismo

O Queen de Paul Rodgers

Primeiro álbum do Queen em 13 anos, “The cosmos rocks” não acrescenta muito a nenhuma das duas partes

Quando o cantor Paul Rodgers, que já esteve à frente do Free e do Bad Company na década de 1970, se juntou ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor, ambos sobreviventes do então finado Queen, em 2005, a idéia era apenas sair por aí tocando. A turnê virou um belíssimo CD duplo e DVD ao vivo, com músicas das três bandas em questão: muitas do Queen e poucas dos trabalhos de Rodgers. A química rolou tão bem, sempre com muito respeito ao falecido e insubstituível Freddie Mercury, que os três decidiram ir longe demais: gravar um álbum de canções inéditas sob o nome de Queen + Paul Rodgers. E assim nasceu “The cosmos rocks”, primeiro disco do Queen desde “Made in heaven”, lançado em 1995, após a morte de Mercury e ainda com o baixista John Deacon na ativa.

O problema é que o nome do Queen é muito mais pesado que o de Rodgers – a despeito do imenso e inquestionável talento do cantor, que, ao não tentar imitar Freddie Mercury deu uma convincente nova abordagem aos clássicos da banda britânica naquele disco e DVD ao vivo. Só que o disco, composto e executado pelos três – John Deacon não quis sair em turnê antes e não quis gravar agora, e Brian May e Paul Rodgers se revezaram na gravação das linhas de baixo -, cria expectativa maior do que pode suprir, dada a quantidade de hits o Queen deixou registrado na história da música. Na verdade, parece um disco de Paul Rodgers tendo o Queen como banda de apoio. E, cá entre nós, tirando um “All right now” aqui e acolá, as bandas pelas quais Rodgers passou não deixaram um legado tão referencial quanto o Queen fez.

Mas o próprio Brian May se justifica bem no release en***** à imprensa para o lançamento norte-americano de “The cosmos rocks”. Segundo ele, “há muitas orquestrações de guitarras e algumas de nossas marcas registradas, mas, no centro de tudo, o que você vai somos nós três tocando, pessoas realmente tocando juntas no estúdio – e você não vê muito disso nos dias de hoje”. Até aí, perfeito, May não poderia ser mais definitivo sobre “The cosmos rocks”. O pouco que há de Queen lembra coisas que a banda fez na década de 1970, que é justamente a praia em que a voz blueseira de Rodgers se sai melhor. E ignore o single “C-lebrity”. Ela está entre os não-destaques do CD. Começa muito bem, lembrando clássicos roqueiros como “Fat botommed girls” ou “Tie your mother down”, até ser assassinada em um refrão choroso e descabido. Bem melhor é a despojada “Cosmos rockin’”, que abre o CD de forma festeira e descompromissada, ou a pesada “Warboys”.

“Time to shine” tenta recuperar o jeito grandiloqüente de fazer música, mas não cola. No baladão “Say it’s not true”, que fala sobre Aids e foi lançado antes em outra versão, como doação para a campanha 46664, de Nelson Mandela, Taylor e Rodgers dividem vocais, e Brian May mostra porque é e sempre será um deus da guitarra. Esta é bem mais eficiente na tentativa de fazer um daqueles épicos que marcaram a carreira do Queen. “Still burning”, por sua vez, traz uma dispensável citação do hit máximo “We will rock you”. Embora o álbum seja nominalmente dedicado a Freddie Mercury, era melhor, já que este é “Queen + Paul Rodgers”, deixar os mortos descansarem em paz. Entre as canções mais pop – o CD é eminentemente pop, e a produção não ajuda muito a faze-lo certo -, é impossível não comparar “Call me” com “Crazy little thing called love”.

Entre estes altos e baixos, o disco acerta mesmo quando acha os músicos em sintonia. É o caso da balada bicho-grilo “Small”, que não deve demorar a virar single depois que “C-lebrity” se esgotar, e mais ainda do arrepiante blues “Voodoo”, em que Brian May encarna Carlos Santana com arrepiantes solos curtos entre um lamento e outro de Rodgers, em uma das melhores interpretações da carreira do vocalista. É assim: quando acertam, veteranos acertam em cheio. Mas, quando erram, pelo tamanho da expectativa que geram, deixam muito a desejar. Por esta irregularidade ao longo das 13 faixas, “The cosmos rocks” não acrescenta muito à carreira de Paul Rodgers, e muito, muito menos à do Queen.

Por: Wendell Guiducci

Jornal Tribuna de Minas de Juiz de Fora – MG

Roger e o sofá

Roger super quietinho, descansado o corpo pro próximo show. Detalhe: essa vela perto do cabelo dele me dá aflição ! O_O

Freddie Mercury 1986

Freddie Mercury 1986

Queen 1986

palco do Queen magic tour

FREDDIE 79

FREDDIE EM TURNE

BRIAN E NUNNO

BRIAN E NUNNO

BRIAN MAY

BRIAN E SUA CAMERA

Quem ainda não comprou o ingresso é melhor se apressar! Não há mais ingressos para as cadeiras do mezanino para ambos os dias. Os camarotes, que têm os ingressos mais caros, também estão saindo rápido: na tarde de hoje havia 93 cadeiras disponíveis para o show do dia 26 e 115 cadeiras para o dia 27.
Não é possível saber pelo site de compras quantos ingressos ainda estão disponíveis para a área VIP e para a pista, mas a tendência é que também terminem logo, uma vez que setores mais caros já estão esgotados.
Consulta site de vendas: www.viafunchal.com.br

Freddie Mercury

Essa foto e muito bela

Brian e Anita 4

1990 no Theatre Royal Straford East.

O Brian tinha 49 anos e continuava um pedação de homem… Porque será que o tempo passa mais devagar pra esses caras ? *-*

Brian e Anita 3

1987 Charity Event

Odeio fotos pequenas ¬¬

Brian e Anita 2

50th Ivor Novello Awards 2005

A foto é pequena, mas dá pra ver a elegância do casal *-*

Brian e Anita

Lançamento do álbum da Anita (TalkingofLove) em 1987. cara, o Brian tava lindo nessa foto, eu AMO esse sorrisinho dele, e a camiseta aberta. *-*