B-SIDES – I Go Crazy

Autor: Brian May

B-side de Radio Ga Ga, 1984

 

– Rock’n’roll em sua forma mais pura. Essencial. Simples.

– Demais, de acordo com três quartos do Queen. Isso foi confessado pelo autor da música, Brian May, o único dos quatro que queria incluir I Go Crazy em The Works:

Os outros odiaram tanto que ficaram com vergonha de tocá-la. Então ela acabou no lado B de ‘Radio Ga Ga’, o que é uma coisa positiva, porque permite que os fãs ouçam uma música que não está no álbum, gastando um pouco mais de dinheiro. Mas a decisão de deixá-la de fora do álbum foi tomada pela maioria.

– Três contra um.

I Go Crazy é a história usual de Brian sem final feliz, estrelando um garoto desajeitado e uma garota bonita e malvada.

– Ele tem grandes coisas em mente para a noite e a acompanha a um show de rock, ela se evapora até os bis, quando reaparece de mãos dadas com o cantor. E não um cantor qualquer:

Você realmente tinha que fugir com aquele Rolling Stone?, confessa o amargurado protagonista.

– O resultado final:

Eu nunca mais vou ver os Rolling Stones, nunca mais. Não só isso: Não quero ir ver o Queen, nunca mais.

 

– Uma derrota em todas as frentes.

– Uma música que Brian define assim:

Uma das minhas auto-indulgências heavy, pesada e muito áspera, mas eu realmente gostei do som.

Mas os outros três não gostaram.

 

                      

 

Single Radio Ga Ga / I Go Crazy (by discogs)

 

 

I Go Crazy

 

 

Fonte: Queen Opera Omnia – Le Storie Dietro le Canzoni, de Roberto De Ponti

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Ao longo de sua carreira, o Queen foi contra performances de playback, pois achava que estariam enganando o público com a falta de um desempenho real.

Porém, em algumas situações não conseguiram escapar de tal procedimento. Vejam a lista à seguir

– As sessões para a BBC, reunidas no box Queen On Air, onde algumas das canções eram anteriormente gravadas.

 

– No Top Of The Pops, com uma performance mímica da então inédita – Seven Seas of Rhye, substituíndo David Bowie, em 21 de Fevereiro de 1974 ( o vídeo com uma performance pré-gravada de Bowie cantando seu último hit Rebel Rebel não chegou à tempo aos estúdios. )

– Na época, os artistas raramente se apresentavam ao vivo, em vez disso, gravavam e ” dublavam ” uma faixa de apoio. Assim a Banda teve que de alguma forma gravar uma nova versão da música para fazer mímica em apenas algumas horas.

 

– As seguintes situações foram simultâneas, nos dias 03 e 04 de Fevereiro de 1984, em San Remo, na Itália, no Teatro Ariston, apresentando somente Radio Ga Ga.

– O evento seria transmitido em toda a Europa, mas devido à complexidade da transmissão, a Banda foi obrigada à imitar sua performance. Embora não gostassem de mímica, a oportunidade de serem vistos por muitos espectadores em potencial era boa demais para deixar passar.

 

– A prática era exigida para todos os que se apresentaram.

 

 

03 de Fevereiro de 1984.

 

 

04 de Fevereiro de 1984

– Aqui, Freddie fica bem insatisfeito e deixa isso bem claro no vídeo, afastando sua boca do microfone durante os vocais.

 

– Em 12 de Maio de 1984, com a apresentação do Queen no Golden Rose Pop Festival em Montreux, Suíça. Na época, eles promoviam o Álbum The Works.

– I Want To Break Free, It’s A Hard Life, Radio Ga Ga e Tear It Up foi o setlist escolhido.

 

– Em 11 de Maio de 1986, também no Golden Rose Pop Festival em Montreux, Suíça.

– O na ocasião foi Friends Will Be Friends, One Vision, Hammer To Fall e A Kind Of Magic.

– Aqui, pelo menos, Freddie teve a oportunidade de brincar com a multidão com seu famoso eeeeooooo.

 

 

Fontes –

Queenpedia.com

Queen Vault

Segundo o site Big Rock N’ Roll, a KnuckleBonz anunciou recentemente um novo conjunto de estátuas colecionáveis do Queen, intitulado ‘Queen II Rock Iconz’, como parte da série Rock Iconz. O novo conjunto de estátuas apresenta Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se apresentando durante sua primeira turnê nos Estados Unidos em 1974-1975. A turnê promoveu o álbum ‘Queen II’ enquanto “Sheer Heart Attack” estava apenas atingindo as ondas de rádio FM, marcando o ponto de partida para a banda em seu caminho para o estrelato do rock global.

As estátuas de edição limitada e oficialmente licenciadas, são feitas à mão e devem ser enviadas a partir de julho de 2023. Apenas 3.000 peças são criadas. Essas estátuas são criadas em escala 1/9 e cada uma vem com um certificado de autenticidade na base.

Esta é a estátua que eu queria criar desde que fundamos a KnuckleBonz há 20 anos”, afirma o CEO e fundador da KnuckleBonz, Tony Simerman. “Tive a sorte de ver o Queen durante essa época no Kennedy Center em DC em fevereiro de 1975. Um cenário incrível para ver o Queen quando eles começaram sua ascensão para se tornar uma das maiores bandas de todos os tempos.

Cada figura estará disponível individualmente e como um conjunto com os quatro integrantes.

 

Queen II Rock Iconz está atualmente em produção.

Pré-venda aqui: https://bit.ly/3GbmVU0

 

Fonte: https://kissfm.com.br

Um par de shorts usados pelo vocalista do Queen com o intuito de “chocar o público” em um show em 1980 poderão chegar às mãos de um colecionador. O preço inicial é 11 mil e 400 euros.

O leilão será realizado em Newton-le-Willows, Merseyside (Inglaterra), no dia 25 de abril. O lance inicial está em 10 mil libras (11 mil e 400 euros).

Em “Queen: As It Began”, biografia oficial da banda, a presidente do Clube Oficial do Queen, Jacky Gunn, escreve que esta peça “não deixava muito à imaginação, mas ninguém se queixou”.

Os mesmos, ou um modelo semelhante, já tinham sido usados por Mercury no show na turnê norte-americana desse ano, como vê-se nesta imagem de um show em setembro, na cidade de Detroit:

Freddie Mercury, em 1980
Freddie Mercury, em 1980

 

Fonte: https://expresso.pt/

B-SIDES – Soul Brother
Autor: Queen
B-side de Under Pressure, 1981

 

– Como definir Soul Brother? Uma piada? Um quebra-cabeça? Um conjunto de citações?
– Para começar, o primeiro mérito da música, um desperdício das sessões de The Game, é ter se tornado o lado B de Under Pressure.

– E sendo assinada como Queen, isso significava que o single inteiro também foi assinado (o lado A foi assinado com Queen-David Bowie); fato que ocorreu pela primeira vez na discografia do grupo.

– Citações, dissemos. Do ponto de vista textual repete a experiência feita com More Of That Jazz: juntar várias músicas da banda.

– Só que ali eram fragmentos musicais espalhados na última faixa do álbum Jazz, enquanto aqui retomam-se frases referentes aos antigos sucessos da banda.

– Na ordem:
You’re My Best Friend (he’s my best friend), We Are The Champions (he’s my champion), We Will Rock You (and he will rock you rock you rock you), Flash (he’s the saviour of the universe), Keep Yourself Alive (make you keep yourself alive) e Somebody To Love (he’s somebody somebody you can love).

– Além de Under Pressure (when you’re under pressure), o que indicaria que a música também pode ter sido escrita durante as sessões de The Game, mas certamente foi retrabalhada após a sessão em Montreux com David Bowie.

 

– Mas quem é esse personagem maravilhoso? Meu melhor amigo, meu campeão, o que vai te chocar? O salvador do universo, aquele que o manterá vivo, alguém que você pode amar, que não o trai quando você está sob pressão? Mas é óbvio: He’s my soul brother, meu irmão de sangue! Que então, surpresa, seria Brian para Freddie e Freddie para Brian.

– Assim diz Brian:

Um dia Freddie me disse que tinha uma surpresa para mim: ‘Eu escrevi uma música para você, mas preciso do seu toque!’. Curiosamente, nós dois estávamos trabalhando separadamente em músicas que se referiam um ao outro. Fomos ao estúdio e ele tocou essa peça. Se realmente foi escrita para mim, eu não sei. Mas achei fabulosa. Sei que ele a escreveu mais ou menos em quinze minutos.

 

– Até demais, para os padrões de Freddie Mercury: Crazy Little Thing Called Love compôs em dez minutos.

– A assinatura da música, no entanto, é creditada ao Queen como banda: é a primeira vez, tirando Stone Cold Crazy, que por falta de certezas de composição foi assinada com os quatro sobrenomes.

– A atmosfera blues de Soul Brother permanece, um detalhe incomum para uma música do Queen, e acima de tudo uma soberba interpretação de falsete de Freddie. Uma música que se tornou um dos lados B mais famosos, graças à combinação com Under Pressure, mas que também teria merecido um lugar em um álbum.

 

– Brian May brinca:

Freddie deliberadamente a escreveu como lado B para preencher um vazio, então presumo que o álbum já estava finalizado!

 

         

📸 Single Under Pressure / Soul Brother (by discogs)

 

Soul Brother

 

 

Fonte: Queen Opera Omnia – Le Storie Dietro le Canzoni, de Roberto De Ponti
Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

Quanto vale a guitarra Red Special de Brian May ? Como é feita em casa por ele e seu pai, não tem um valor que se possa determinar de acordo com o mercado. Se um dia estiver à venda ( o que sinceramente duvido. Não consigo imaginar por que Brian iria querer vendê-la) ou quando ele se for, tenho certeza que seus filhos certamente vão querer mantê-la. Será talvez leiloada ? Os colecionadores estarão dispostos à pagar muito dinheiro para tê-la. Mas há apenas uma Red Special, uma guitarra que excursionou por todo o mundo com o Queen desde os anos 70 até hoje ! Quantos hits, ainda ouvidos hoje em dia, foram escritos nesta guitarra ? Uma réplica da Brian May Red Special custa algo entre US $ 800 e US $ 1500 no eBay. Então esse é o valor de mercado de, digamos, materiais e artesanato. Mas a Red Special real tem valor além de materiais e mão de obra, seu valor é quase inteiramente sua história. E se um colecionador com meios para comprá-la em leilão, isso certamente pode disparar para até 7 dígitos. Há a chance de que Brian possa passá-la para alguém de sua família, mas ela não é realmente um instrumento fácil para ninguém além de Brian tocar. Tem um pescoço excepcionalmente largo. Brian é bastante alto (1.88) e tem mãos grandes. O braço da guitarra foi esculpido por ele para se encaixar especificamente nele. E por mais confortável que seja para ele tocar, a maioria das pessoas tem mãos de tamanho normal. A maioria dos músicos teria dificuldade em tentar alcançar o pescoço, o que prejudicaria o valor de revenda, especificando, para uso musical. E por causa desse único fator, é inestimável. E de qualquer maneira, isso é impossível dizer, uma vez que nunca foi negociado.  

 

  Vejam abaixo alguns exemplos de preços de guitarras de celebridades – – 1968 Fender Strat, Jimi Hendrix – $ 2.000.000. – Bob Marley – avaliado em 1,2 milhões. – Blackie Strat, Eric Clapton – $ 959.000. – 1964 Gibson ES-335, Eric Clapton – $ 847.500. – Brownie Stratocaster, Eric Clapton – $ 450.000 Porém, com a Red Special, cremos que isso nunca vai acontecer. Ela é a guitarra de Brian, e há todos os motivos para acreditar que quando a voz dele for silenciada para sempre, a dela também será.   Fonte – Queen Guitars Quora Queen  

Imagens raras da turnê de fim de ano da banda nos EUA em 1977, onde a banda apresenta seu novo grand finale de We Are The Champions – completo com nuvens de gelo seco e o famoso equipamento de iluminação Crown

Sempre terminamos nosso show com ela porque é a melhor última música que conhecemos.

Brian May.

 

Nas últimas semanas, vimos como o Queen aperfeiçoou a arte do número de abertura. Agora, no episódio 11 do Queen The Greatest Live, corremos para o final do setlist, com um raro clipe da turnê de fim de ano da banda nos Estados Unidos em 1977, que mostra como o novo hino da banda, We Are The Champions, foi guardado para o final.

 

 

Escrito por Freddie Mercury, We Are The Champions foi inspirado por um show de maio de 77 no Bingley Hall, Stafford, onde os cantos da multidão do hino do futebol You’ll Never Walk Alone convenceram a banda a escrever uma música que convidava a cantar em massa.

Queríamos que a multidão acenasse e cantasse. We Are The Champions é muito unificador e positivo. As pessoas adoram porque é muito edificante. Embora grande parte de nossa música tenha sido criada usando arranjos multicamadas e harmonias vocais – que funcionam especialmente bem no estúdio de gravação –, queríamos fazer de nossos shows eventos musicais, disse Brian May

 

Apresentado no álbum News Of The World de 1977 – e lançado como um single que incluía o igualmente grandioso We Will Rock You como seu outro lado – We Are The Champions foi introduzido no set ao vivo da banda em novembro de 1977 em seu turnê norte-americana de fim de ano.

É a música mais egoísta e arrogante que já escrevi! Basicamente, é uma coisa de participação, Freddie brincou em uma entrevista. 

 

Com a produção épica da turnê News Of The World, incluindo o icônico equipamento de iluminação Crown – uma vasta rede de lâmpadas de tungstênio, holofotes e holofotes – o sentimento conquistador da música foi o ajuste perfeito.

Nesta filmagem raramente vista de um desses shows nos Estados Unidos, vemos a banda jogar tudo em sua apresentação, com Freddie conduzindo We Are The Champions do piano em uma nuvem de gelo seco.

Nas turnês do Queen que se seguiram, a música, junto com We Will Rock You, se tornaria o último concerto final e o número de encerramento não negociável da banda (embora seguido por uma explosão de God Save The Queen).

We Are The Champions é muito triunfal. Cabe na ocasião, qualquer que seja. Sempre terminamos nosso show com ela porque é a melhor última música que conhecemos, disse Brian.

 

Foto: © Queen Productions Ltd.

 

Fonte: www.queenonline.com

B-SIDES – A Human Body

Autor: Roger Taylor

B-side de Play The Game, 1980

 

-Quem são melhores: os super-heróis ou os humanos?

– Quem escolher entre o Homem Invisível e um explorador que deu a vida para plantar a bandeira britânica no gelo da Antártida? Roger Taylor não tem dúvidas:

Como tais feitos podem ter sido realizados por um humano, um humano com um corpo humano, entende?

-O elogio da normalidade é uma canção inspirada em Robert Falcon Scott, o explorador inglês que em 1912 perdeu a competição com o norueguês Roald Amundsen pela conquista do Pólo Sul e que ao retornar ao acampamento base morreu com todos os membros de sua expedição.

A Human Body é, portanto, ainda mais do que o elogio da normalidade, é o elogio do fracasso. Porque os humanos, ao contrário dos super-heróis, podem estar errados. – Precisamente porque é humano.

– Roger estava muito orgulhoso dessa música, um rock acústico tipicamente Taylor: começa com um arpejo de guitarra como Tenement Funster e Rock It, é escrito em 3/4 como boa parte de“I’m In Love With My Car e Drowse, tem um ritmo harmônico lento e apresenta pela primeira vez o vocoder [o termo vocoder vem da contração dos termos em inglês voice e encoder; indica o dispositivo eletrônico ou programa capaz de codificar qualquer sinal de áudio através dos parâmetros de um modelo matemático], que encontraremos em Radio Ga Ga e Machines.

– O estilo de composição sugere que era uma música destinada a acabar em seu trabalho solo no álbum Fun In Space.

A Human Body é na verdade uma das três músicas escritas por Taylor para The Game.

– Reinhold Mack recorda:

Roger pensou que ‘Coming Soon’ se tornaria um single, dando lugar no álbum para outra de suas músicas. Mas Freddie e Brian argumentaram que com a inclusão de ‘A Human Body’ o disco se tornaria muito melódico. E no final convenceram Roger.

– A música foi lançada apenas como lado B de Play The Game.

– Roger considerou essa decisão um pequeno fracasso pessoal, mas para uma música que elogiava o fracasso, era basicamente isso.

 

 

Single Play The Game / A Human Body (by discogs)

 

A Human Body

 

Fonte: Queen Opera Omnia – Le Storie Dietro le Canzoni, de Roberto De Ponti

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

Vários encontros na estrada levaram a uma sessão de gravação regada a vinho e, curiosamente, patoladas

“Severino” é o último álbum do período considerado “experimental” dos Paralamas do Sucesso, durante qual o grupo passou por uma queda de popularidade no Brasil. Mesmo assim, tem a distinção de contar com a produção de Phil Manzanera, do Roxy Music, e a participação especial de ninguém menos que Brian May, guitarrista do Queen, em “El Vampiro Bajo El Sol”.

Durante um artigo workshop da IG&T (transcrição via Whiplash), o vocalista e guitarrista Herbert Vianna falou sobre as origens dessa colaboração. Segundo ele, May conhece sua banda desde a primeira edição do Rock in Rio.

“A primeira vez que estive com o Brian May foi em 1985 no Rock in Rio. Éramos da mesma companhia, então rolou uma conferência de imprensa e ele estava lá. Ele é um cara atencioso, humilde e educado. Em 1993, eu estava tocando no Uruguai junto com ele, que estava cantando um disco solo não muito bem sucedido. Era nosso momento máximo no universo latino-americano. Nosso maior show até hoje foi na Argentina, para 90 mil pagantes. Naquela noite, a plateia era completamente nossa. Ele estava tocando coisas solo que ninguém conhecia. Ele ficou do lado do palco e assistiu. Ficou admirado com a reação da plateia.”

Surgiu, então, a ideia de convidar os Paralamas do Sucesso para uma turnê pela Europa. A evolução até a parceria em estúdio acabou sendo natural.

“Voamos juntos para Buenos Aires. Ele sentou do lado do Bi Ribeiro e do meu. Conversamos muito. Ele disse que ia fazer uma excursão pela Europa e queria que nós abríssemos. Nós não acreditamos, mas uma semana depois vieram as datas. Fizemos 17 shows com ele. Quando estávamos gravando o ‘Severino’, na Inglaterra, pensamos em chamar ele para tocar um solo numa música. Nunca achei que fosse se concretizar. Um dia de manhã, chego no estúdio e quando entro vejo a guitarra dele. Ele estava lá! Achei que ele fosse levar 1 ou 2 horas no máximo. Ele tocou 13 horas! Sempre achando que podia fazer melhor. Com a maior humildade, quis fazer um vocal também. No final, bebemos três garrafas de vinho, passávamos a mão na bunda dele e tudo! [risos]. Um dos sujeitos mais impressionantes que conheci!”

Os Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna e Brian May

Brian May teve uma influência enorme em Herbert Vianna, a ponto do líder dos Paralamas do Sucesso ter mudado seu equipamento ao vivo e adquirido até uma réplica da Red Special, instrumento do guitarrista do Queen.

Quando o brasileiro sofreu um acidente grave de ultraleve, que o deixou paraplégico e matou sua esposa, Lucy, o inglês mandou uma mensagem desejando uma boa recuperação.

Fonte: https://igormiranda.com.br

 

Os ouvintes foram convidados a votar em até três de suas músicas favoritas que estão no  Top 75 Uk Chart single – Top 75 das paradas do Reino Unido.

Don’t Stop Me Now ficou em segundo lugar, Somebody to Love em terceiro, We Are The Champions / We Will Rock You em quarto e Radio Ga Ga completam os cinco primeiros. A lista completa do Top 40, apresentada por Steve Wright, está disponível na BBC Sounds.

Sir Brian May disse: “Olá a todos vocês, lindos ouvintes da Radio 2. Obrigado por votarem nesta música. Estamos muito emocionados! não apenas porque você votou nessa faixa em particular, mas porque você votou e isso significa que ainda estamos em seus corações e mentes, e estamos muito gratos. E espero que estejamos lá fora fazendo o que queremos para você em breve. Bohemian Rhapsody, é claro, é o maior testemunho dos poderes do nosso querido Freddie e sei que ele ficaria encantado em saber dessa notícia. O que poderia ser melhor. Obrigado.”

Abaixo o Top 40 votado pelos ouvindos da Radio 2:

1. Bohemian Rhapsody (1975)

2. Don’t Stop Me Now (1979)

3. Somebody To Love (1976)

4. We Are The Champions / We Will Rock You (1977)

5. Radio Ga Ga (1984)

6. Who Wants To Live Forever (1986)

7. Killer Queen (1974)

8. Under Pressure (1981)

9. Love Of My Life (1979)

10. These Are The Days Of Our Lives (1991)

11. I Want to Break Free (1984)

12. The Show Must Go On (1991)

13. Seven Seas Of Rhye (1974)

14. Hammer To Fall (1984)

15. You’re My Best Friend (1976)

16. A Kind Of Magic (1986)

17. Fat Bottomed Girls (1978)

18. Another One Bites The Dust (1980)

19. Crazy Little Thing Called Love (1979)

20. Good Old Fashioned Lover Boy (1977)

21. One Vision (1985)

22. Innuendo (1991)

23. Now I’m Here (1975)

24. Tie Your Mother Down (1977)

25. Spread Your Wings (1978)

26. Somebody To Love – Five Live EP (1992)

27. I Want It All (1989)

28. Breakthru (1989)

29. We Will Rock You (2000)

30. Flash (1980)

31. Bohemian Rhapsody (Queen & The Muppets, 2009)

32. Save Me (1980)

33. Bicycle Race (1978)

34. Too Much Love Will Kill You (1996)

35. It’s A Hard Life (1984)

36. I’m Going Slightly Mad (1991)

37. Friends Will Be Friends (1986)

38. No-One But You (Only the Good Die Young) (1998)

39. Las Palabras De Amor (1982)

40. Headlong (1991)

 

Fonte: https://www.bbc.com

 

Desde 2011, o Queen se apresenta com o vocalista Adam Lambert no lugar do saudoso Freddie Mercury. Mas o que será que Brian May e a irmã do falecido rockstar acham das pessoas que não concordam com essa formação atual da banda?

Confira em entrevista com May publicada pela Ultimate Guitar em que o guitarrista responde se haverá material inédito do Queen com esse line-up.

“Bem, nós estivemos já no estúdio e discutimos algumas ideias, mas nunca chegamos ao ponto em que sentimos que seria certo. É tudo o que posso dizer. Então, realmente não sei, mas acho que há uma pequena barreira aí. Acho que se as pessoas ainda querem o Freddie cantando. Poderia ser Jesus Cristo no lugar, mas elas ainda iriam querer o Freddie, e eu não culpo as pessoas por isso.

Tem gente no Instagram que fica chateada comigo e diz: ‘Por que você continua sem o Freddie?’ E eu digo: ‘Não me diga o que fazer. Eu faço o que sinto ser o certo’. Há pessoas que acham que não deveríamos nem subir no palco sem o Freddie, mas acho que seria muito triste, e também não é o que Freddie gostaria. Ele gostaria que continuássemos. E, claro, mantendo o legado vivo.

Sabe, sempre tenho essa conversa com a irmã do Freddie, Kash. Ela também recebe essas perguntas: ‘Por que eles estão fazendo isso sem o Freddie?’ E ela entende completamente o que estamos fazendo. Ela diz: ‘Isso é o que Freddie teria desejado. Ele não gostaria que suas canções ou as canções da banda se tornassem peças de museu. Ele gostaria que elas vivessem.’ E é isso que estamos fazendo, dando vida ao legado do Queen, com certeza”, disse.

Fonte: https://whiplash.net/

 

Freddie Mercury em Nagoya 1975, durante a Sheer Heart Attack Tour, usando a malha Missoni – a estampa mais famosa do mundo!

 

Missoni é uma casa de moda italiana de alto nível com sede em Varese, conhecida por seus designs coloridos de malhas. A empresa foi fundada por Ottavio (Tai) e Rosita Missoni em 1953.

 

E a estampa Missoni é, na verdade, o próprio nome da marca que a inventou. A fábrica de tecidos italiana apostou, em 1958, em uma padronagem diferente, composta por inúmeros zigs-zags inspirados na cultura africana.

                       

 

O resultado foi o sucesso absoluto e hoje a Missoni está presente tanto na moda das roupas quanto na moda das casas.

       

 

Nos anos 70 foi a febre entre os astros de Rock.

E Freddie, estiloso como era, já sabia disso …

 

 

Fonte – blog viniciusdemello.com

Missoni – famosa, desejada e cultuada!

 

Fotos da Internet.

Brian May exaltou o guitarrista português Nuno Bettencourt, definindo o que ele faz na guitarra como “bonito” e “muito além do que eu jamais poderia fazer”.

Conforme publicado pela Guitar, em entrevista à Guitar World, o encarregado das seis cordas no Queen falou sobre ser considerado o melhor.

“Eu levo tudo isso com um pouco de desconfiança, porque não dá para dizer quem é o melhor. O legal de tocar guitarra é que todo mundo é diferente; você realmente não pode qualificar as pessoas. Claro que eu também tenho meus favoritos, mas o fato de as pessoas me colocarem nessa posição me faz sorrir.”

“Tem gente que eu ouço todos os dias, e que faz coisas que eu nunca poderia fazer. Eu ouço Nuno Bettencourt e simplesmente sorrio, porque é tão bonito, e está muito além do que eu jamais poderia fazer. Isso não me incomoda, porque não me sinto em competição, eu simplesmente amo aquele cara e adoro o que ele faz. Não há muita coisa técnica ali (ele não se esforçou tanto para ser técnico), mas, mesmo assim, nos deixou um legado com algumas das maiores músicas de guitarra de todos os tempos.”

Nuno Bettencourt ficou famoso nos anos 90 como guitarrista do Extreme. Em 1992, o Extreme participou do festival em tributo a Freddie Mercury, realizado no Estádio Wembley. Sem os anfitriões, eles tocaram um meddley de seus clássicos; e com eles, seu vocalista Gary Cherone cantou “Hammer to Fall”, ao lado de ninguém menos que Tony Iommi.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

B-SIDES 1/18

See What A Fool I’ve Been

Autor: Brian May

B-side de Seven Seas Of Rhye, 1974

 

– Esta música, que não encontrou lugar na primeira edição do Queen II, contentando-se em acompanhar o single Seven Seas Of Rhye como lado B rumo à glória das paradas, é uma incursão no blues assinada por Brian May e concebida na época do Smile.

É a autocomiseração queixosa de um homem deixado por uma mulher, evidentemente negligenciada por muito tempo.

 

– Uma ideia de Brian, dissemos, mas no início foi decidido publicar See What A Fool I’ve Been creditada como Traditional – arr. May, porque o próprio guitarrista não lembrava exatamente de onde havia tirado sua inspiração:

 

Eu peguei emprestada a ideia da música de uma performance que vi na TV, só não conseguia lembrar quem era. Só me lembrava de uma sequência de acordes e de alguns versos que eu tinha jogado em uma música, e não tinha a menor ideia de transformar uma peça blues em uma versão mais heavy.

 

– A busca pela faixa inspiradora acabou sendo bastante complexa e, algum tempo depois, foi um ávido fã do Queen que descobriu qual música era a certa. Ele apontou para Brian, que confirmou com entusiasmo:

 

Sim, é essa mesma!

 

– Tratava-se de That’s How I Feel, de Sonny Terry & Brownie McGhee.

– Mas a música de May permaneceu devidamente creditada a May, porque a música original nada mais era do que uma rodada de blues muito tradicional.

– As duas versões de See What A Fool I’ve Been distinguem-se claramente por duas peculiaridades: a do lado B do single é uma interpretação teatral de Freddie Mercury, que se identifica com o personagem até beirando o cabaré, mais do que em qualquer de suas outras performances; ao contrário, na versão gravada no Langham 1 Studio em Londres para a BBC, sua voz é menos alegre e, de fato, muito vigorosa.

– A qualidade do tratamento sonoro também é muito diferente e pende fortemente a favor da gravação gravada na segunda sessão da BBC de 23 de julho de 1973, publicada oficialmente pela primeira vez na habitual edição Deluxe do álbum datado de 2011.

   

Single Seven Seas Of Rhye / See What A Fool I’ve Been (by discogs)

 

See What A Fool I’ve Been

 

See What A Fool I’ve Been, no Hammersmith ‘75

 

That’s How I Feel, de Sonny Terry & Brownie McGhee

 

Fonte: Queen Opera Omnia – Le Storie Dietro le Canzoni, de Roberto De Ponti

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Um pouco mais sobre b-sides

O que são “B-Sides”?

 

Quanto valem e o que são B-sides? – Por Sheila Pauka

 

A guitarra de ossos e caveira de Brian May.
Clipe It’s A Hard Life 84

▪️Além de várias particularidades, o vídeo também apresentava uma guitarra temática incomum, adornada por caveira e ossos, que custou mais de 1.000 libras ( por volta de R$ 7.000,00 ) e foi feita no Japão .


▪️Ela pode ser vista na capa do single, e também contava com o uso de símbolos alquímicos e pagãos, como as roupas dos integrantes, baseada em Vesti la Giubba, uma ária da ópera Pagliacci de Ruggiero Leoncavallo.

▪️Brian May para a Pop On The Line em 16/11/1997 –

É mais um acessório do que qualquer outra coisa. Você pode tocá-la, mas foi feita especialmente para o vídeo. E foi feita mais para a aparência do que qualquer outra coisa. E sim, eu toquei, mas você não encontrará em nenhum disco, receio.

 

Vídeo Oficial It’s a Hard Life

 

 

Créditos dos desenhos – debdarkpetal tumblr
Fonte – queenpedia.com
Fonte – wikipedia

Nos últimos anos o artista Frank Page (instagram.com/bobtsquirrel) imaginou como seriam alguns artistas se fossem esquilos e o resultado tem sido partilhado nas redes sociais.

Abaixo Freddie Mercury e Brian May. Veja a gleria completa Aqui.

 

Fonte: https://mag.sapo.pt

 

Voz de Freddie Mercury no filme ‘Bohemian Rhapsody’, artista é atração do Summer Breeze Brasil

Os anúncios de shows paralelos ao Summer Breeze Brasil continuam! Atração do festival, o cantor e cantor e músico canadense Marc Martel se apresentará em Brasília e Rio de Janeiro com seu show em tributo ao Queen.

Antes de se apresentar no festival de rock e metal, o artista passa pelo Auditório Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), no dia 26 de abril (quarta-feira). Os ingressos estão disponíveis no Clube do Ingresso e custam entre R$ 125 e R$ 400 no valor da meia-entrada, que está disponível para todos na categoria Solidária mediante doação de 1kg de alimento não perecível.

Já no Rio de Janeiro, a apresentação acontece no Vivo Rio, em 28 de abril (sexta-feira). Os ingressos estão à venda na Sympla, com valores entre R$ 100 e R$ 400, com desconto de 25% em todos os setores para clientes da Vivo. No dia seguinte, 29 (sábado), o cantor se apresenta no Summer Breeze Brasil, em São Paulo.

Já chamado de “reencarnação de Freddie Mercury” pela voz impressionante, Martel traz o espetáculo chamado One Vision Of Queen, que apresenta clássicos do Queen em uma performance teatral, muito além de um simples cover. Entre as músicas confirmadas, estão os hinos “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are The Champions”, “Another One Bites The Dust”, “Under Pressure”, “Somebody To Love” e “Crazy Little Thing Called Love”, entre outros.

Na carreira, Marc Martel já liderou o projeto Symphonic Queen, com a Orquestra Filarmônica do México. Além disso, possui uma carreira solo com diversos lançamentos, iniciada com dois EPs e o álbum Impersonator (2014), produzido por John Fields . Além das vozes do ator Rami Malek e de Freddie Mercury, Marc também gravou para o filme biográfico Bohemian Rhapsody (2018).

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

IT’S A BEAUTIFUL DAY (REPRISE)

(11ª música do 15º álbum)

 

It’s A Beautiful Day (Reprise) adapta a primeira faixa do álbum, à qual acrescenta maior potência baseada na bateria e na guitarra elétrica, e que estranhamente conclui este álbum tributo de sucesso.

– A música é uma improvisação prolongada em torno da voz de Freddie que não acrescenta nada ao álbum, mas, ao contrário, estraga a poesia que o grupo havia conquistado em todo o trabalho.

– O único elemento para ser mencionado em It’s A Beautiful Day (Reprise) é a introdução ao piano de Seven Seas Of Rhye aos 2:21

 

Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de It’s A Beautiful Day (Reprise)

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Filme idealizado pela Agência Le Pub e assinado pelo diretor francês Frederic Planchon

Heineken lança neste mês a primeira campanha de games da marca, inteiramente produzida no Brasil. Intitulada de Nem toda rodada é lá fora, a campanha marca a conexão entre o produto e o universo de games, ativado ao longo dos últimos anos com o objetivo principal de contribuir para a quebra do estereótipo que envolve os jogos online como uma atividade social. A campanha conta com a música do Queen “Don’t Stop Me Now”.

 

Fonte: https://revistabeerart.com

 

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