Roger Taylor lançou na sua conta no Instagram um teaser de uma música do seu novo álbum “Outsider” que será lançado em 01 de outubro de 2021.
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Roger Taylor lançou na sua conta no Instagram um teaser de uma música do seu novo álbum “Outsider” que será lançado em 01 de outubro de 2021.
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Queen The Greatest ”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora.
Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos-chave da história do Queen, nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.
Comemorando cinco dos maiores sucessos do Queen, todos escritos pelo icônico guitarrista principal da banda, Brian May. Incluindo clássicos como “I Want It All”, “Save Me” e, claro, “We Will Rock You”.
Em uma semana que está marcada para ver a lenda do Queen Brian May fazer um retorno impressionante aos níveis superiores das paradas musicais com seu álbum solo original de 1992 remasterizado / reembalado ‘Back to the Light’, o Queen The Greatest esta semana continua sua celebração de alguns de as maiores canções do Queen, destacando cinco sucessos clássicos fornecidos pelo icônico guitarrista principal da banda.
Ao longo da carreira de gravação notável do Queen, May contribuiu com algumas dos maiores hinos e ao mesmo tempo muito amadas e do rock do Queen. Isso inclui faixas massivas como “Who Wants To Live Forever”, “Flash” e “The Show Must Go On”, bem como o primeiro single do Queen, “Keep Yourself Alive”, e a música que eles tocaram ao vivo mais do que qualquer outro, “Now I´m here”.
Sem esquecer, é claro, o clássico ao vivo, “Tie Your Mother Down”.
Este episódio focado em cinco sucessos do Queen escritos por Brian começa em 1977, com uma das canções mais reconhecidas da história do rock – só pode ser, é claro, o clássico dos clássicos do esporte “We Will Rock You”.
No ano seguinte, foi lançado outro favorito ao vivo, “Fat Bottomed Girls”.
Então, em 1980, para o álbum de sucesso mundial da banda, ‘The Game’, Brian contribuiu com a belíssima “Save Me”.
Em meados dos anos oitenta, o Queen tocava regularmente para grandes multidões, graças a suas músicas que podiam tirar o telhado de qualquer estádio – incluindo um destaque do álbum ‘The Works’ – “Hammer To Fall”.
E então, em 1989, após uma espera de três anos pelo lançamento de um single, o Queen voltou a subir nas paradas do Reino Unido com a poderosa “I Want It All”.
Uma excursão rápida por cinco canções clássicas do Queen, escritas pelo incomparável Brian May.
Queen The Greatest já destacou os sucessos de Roger Taylor e John Deacon. Ainda está por vir mais tarde na série os sucessos originados por Freddie Mercury.
Próxima semana – 1981: Queen Rock South America.
Crédito da foto: Barry Bowden
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Brian May concedeu uma entrevista à Revista Veja que foi publicada na edição desta semana (edição número 2751).
Nesta entrevista, o astro do Queen fala da ansiedade com a volta das turnês após a pandemia e reflete sobre o legado de Freddie Mercury, que morreu há trinta anos.
Se não fosse pela cabeleira excêntrica, o britânico Brian May, de 74 anos,
não chamaria atenção do público. Tímido e discreto, o guitarrista ficava à
sombra da estrela absoluta do Queen — Freddie Mercury. Mas, se o icônico
vocalista personificava a banda que vendeu 300 milhões de discos, May
sempre foi a alma musical do Queen. São de sua autoria hits como We Will
Rock You, The Show Must Go on e I Want It All. Após a morte de Mercury, de
aids, em 1991, May, junto com o colega Roger Taylor, levou adiante a tradição
de megashows do Queen. Agora, o guitarrista relança seu segundo álbum–
solo, Back to the Light (Universal), feito no período de luto de Mercury. O
que poucos sabem: além de roqueiro, May é ph.D. em astrofísica pelo
prestigioso Imperial College e, desde 2015, colaborador da Nasa. Em
entrevista por vídeo feita de sua casa, em Londres, ele fala sobre o desejo de
tocar após a pandemia, lembra os últimos momentos de Mercury e reflete
sobre envelhecer no rock’n’roll.
O Queen sempre arrastou multidões aos estádios. Com o avanço da
vacinação, os shows vão voltar? A música ao vivo vai voltar, sim, e
viveremos um momento explosivo e monumental. As pessoas estão famintas
por isso — e nós também, é claro. Mas a guerra contra o vírus não acabou.
Ainda não é a hora de relaxar, pois temos a ameaça da variante delta. Se
Deus quiser, contudo, logo poderemos retomar a vida de onde paramos.
Tenho certeza de que haverá um nível de energia extra e um influxo maciço
de euforia nas pessoas e artistas. Não importa o que tocarmos, só por
estarmos lá, já será incrível. Nem sei se meu corpo vai aguentar.

Show do Queen no Live Aid em 13 de julho de 1985
O senhor está relançando seu segundo álbum-solo, Back to the Light, gravado um ano após a morte de Freddie Mercury, em 1991. Esse disco foi a forma que encontrou, na época, para lidar com o luto? Não tenho dúvidas de que sim. Eu mergulhei em uma espécie de negação sobre o Queen por um longo tempo. Na época, dizia que não queria ser mais o Queen. Foi um processo de luto falar sobre a escuridão e a tristeza, mas o disco foi também uma forma de reencontrar a luz, como diz o título. Com ele, reencontrei o otimismo e a alegria da vida, ainda que tenha sido um momento muito difícil de viver.

Com o relançamento, o álbum finalmente ficará disponível em streaming, uma tecnologia impensável naqueles tempos. Fazer rock se tornou menos manual e agora é um processo quase automatizado? Definitivamente, há uma tendência de usar demais a tecnologia hoje em dia. Mas, no rock, vejo uma reação a isso. O (grupo americano) Foo Fighters fez algumas gravações analógicas, e minha amiga Arielle (jovem guitarrista) aposta nisso também. As pessoas gostam de voltar às velhas técnicas, à velha escola, sem cliques. Eu gosto disso, sinto falta. Para mim, é difícil entender algumas das músicas de hoje, que considero mecânicas.
O rock sempre foi ligado a uma energia juvenil, e sua geração personificou isso. Aquela energia ainda existe ou migrou para outros ritmos musicais? A energia estará sempre aí. No início, o rock era a voz da juventude. Hoje é uma voz universal e atravessa as barreiras de geração, idade, raça, cor, enfim, tudo. Eu me sinto orgulhoso de ver que o rock amadureceu. Absolutamente, me sinto bem por fazer parte dele também.
Se Freddie Mercury estivesse vivo, o Queen estaria na estrada, tal como os Rolling Stones estão até hoje? Tenho certeza de que sim, e estou convicto de que estaríamos gravando coisas novas. Sim, a nave-mãe ainda estaria na ativa. Iríamos fazer nossos trabalhos-solo, mas o Queen estaria vivo e voando alto. Estou absolutamente certo disso. Tínhamos um ótimo relacionamento. Não era fácil, mas a sinergia criativa era incrível. Seria impossível não estarmos juntos se Freddie ainda estivesse aqui.
Como foi seu último encontro com Freddie Mercury? Ele estava confinado numa cama. Mostrava-se triste por não poder se levantar e olhar o jardim pela janela. Levamos uma fita do Quanto Mais Idiota Melhor, do Mike Myers. Ele assistiu ao filme e sorriu. Conversamos sobre várias coisas e, de repente, ele disse: “Brian, você não precisa me entreter, você não precisa ficar conversando comigo. Estou muito feliz só por você estar aqui. Podemos aproveitar este momento. Não sinta que precisa fazer nada por mim”. Isso foi muito inspirador. Freddie sabia que não tinha muito tempo e estava feliz apenas por compartilhar os momentos de uma forma espiritual. Estava em paz.
Em nenhum momento, afinal, o sofrimento da aids o deprimiu? Nunca o ouvi reclamar. Alguns dias depois recebemos o telefonema avisando que Freddie tinha morrido. Embora soubéssemos que isso aconteceria, não conseguíamos acreditar. E, de repente, era isso. Eu, John (Deacon) e Roger (Taylor) estávamos juntos e nos sentamos em uma sala e ligamos a TV. Foi simplesmente alucinante. Nosso mundo foi destruído de uma hora para outra. Embora devêssemos estar preparados, o fato é que não estávamos.
Em 2021, completam-se trinta anos da morte de Freddie Mercury. Naquela época, a homossexualidade no rock ainda era um tabu. O Queen ajudou a quebrar o preconceito? Com certeza. O show-tributo de 1992 fez uma grande diferença para a comunidade gay. Fazemos questão de manter a memória de Freddie viva e desde então contribuímos com instituições que lutam contra a aids ao redor do mundo.
O fato de Freddie Mercury ser gay em uma banda com integrantes heterossexuais foi problema algum dia? Nunca nos preocupamos com o fato de Freddie ser gay ou não. O que importava eram a música, a paixão e a amizade. Isso é que fazia a diferença. Acredito que cada criatura na Terra é digna de respeito. Não vejo razão para supor que os seres humanos sejam a espécie mais importante do planeta. Se um alienígena chegasse aqui, ele não acharia que fizemos um bom trabalho. Vou viver e morrer pela ideia de que todos, independentemente de sexo ou raça, são dignos de respeito.
Adam Lambert, atualmente nos vocais do Queen, é abertamente gay. Percebe diferenças entre o tratamento dado a ele por parte dos fãs e da mídia? Hoje as coisas são bem diferentes. Freddie nunca escondeu que era gay, era muito claro nas entrevistas. Mas o Adam vai além. Ele é um ativista, e isso é uma parte muito importante do trabalho dele. Às vezes, eu digo para o Adam: “Você tem de se concentrar apenas na música”. E ele responde: “Não, não, não, eu sou um guerreiro”. Eu respeito isso, é claro. Mas, quando estamos no palco, somos uma banda e somos uma força coesa.

Três anos após o lançamento do filme Bohemian Rhapsody, que ganhou quatro Oscar, o senhor diria que aquela cinebiografia ajudou a conquistar novos fãs para o Queen? É claro que sim. Muitas pessoas que foram ver aquele filme não sabiam quem nós éramos, e saíram sentindo que nos conheciam. O filme prestou um grande serviço. Há muita verdade espiritual nele. Acharam que era um filme sobre Freddie, mas na verdade era sobre o Queen. Isso fez uma ótima ponte para uma nova geração.

O Queen tocou no Rock in Rio duas vezes: em 1985, com Freddie Mercury, e em 2015, com Lambert. Nas duas vezes, o público cantou em coro os versos de Love of My Life. Qual foi o sentimento ao ouvir aquela multidão? Foi muito emocionante. Nossos idiomas e culturas são bastante diferentes, e foi impressionante ver todas aquelas pessoas cantando nossa música em nossa língua, com tanta paixão. Criamos um grande vínculo. Love of My Life nunca foi cantada assim na Europa ou nos Estados Unidos. Mas na América do Sul, por causa do Rock in Rio e também de nossa passagem pela Argentina, ela se tornou uma das maiores coisas da história do Queen. Para nós, foi algo que nunca se poderá esquecer.


As pessoas o conhecem como ídolo do rock, mas o senhor também é ph.D. em astrofísica. Como foi retornar aos estudos depois de tantos anos? Eu precisava fechar um círculo. Minha tese estava 95% concluída quando fui tocar com aquela banda chamada Queen. Sempre achei uma coisa terrível não ter conseguido terminar. Anos depois, o astrônomo britânico Patrick Moore, que inspirou gerações no Reino Unido, me incentivou a terminar o doutorado. À época, eu estava escrevendo uma biografia sobre ele. Retornei ao Imperial College de Londres, onde eu havia começado meus estudos trinta anos antes, para finalmente concluí-los. Adoro a exploração espacial. Tenho esses dois lados na minha vida que são incrivelmente distintos: a música e a astrofísica.
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Um dos pais da astronomia, Galileu Galilei, foi uma vítima do negacionismo no século XVII. Como avalia os novos tempos de negacionismo e ataque à ciência? Minha grande preocupação é com a verdade. Ela é a grande vítima do século XXI. É muito difícil encontrar a verdade agora, e muito fácil contar uma mentira de maneira convincente. Isso me incomoda sobremaneira. Também é muito difícil ter nossa liberdade de expressão, porque as pessoas vão atacar e destruir você se discordarem do seu ponto de vista.

Galileu Galilei
O que o senhor aprendeu com a astrofísica de útil para a música, e vice-versa? Na nossa composição ‘39 (do álbum A Night at the Opera, de 1975), creio que há algo da Teoria da Relatividade, de Einstein. Mas a verdadeira influência é na forma como cada uma dessas áreas interferiu em meu jeito de pensar. O processo de descoberta e de abrir a mente para entender o universo não é tão diferente da sensação que a música provoca em nós. Acredito que o objetivo da minha vida é ser o mais completo possível.
É curioso imaginar que uma estrela do rock colaborou com a Nasa. Como foi a experiência? Para mim, é um sonho que se tornou realidade. Sempre quis as duas coisas, o rock’n’roll e a ciência. E todo mundo me dizia: “Você não pode ser um artista e um cientista. Não é possível”. Hoje, me sinto muito feliz e orgulhoso em ter provado que essa união é possível. Adoro fazer pequenos projetos com as equipes da Nasa e da Agência Espacial Europeia. Eu faço as estatísticas, é um trabalho que me empolga. E valorizo muito meu relacionamento com essas pessoas, como a equipe da New Horizons, que trabalhou na sonda enviada a Plutão.
E elas gostam da música do Queen, o que é ótimo. Penso que levei algo diferente para a vida delas.
Fonte: Brian May: “O show vai continuar” | VEJA (abril.com.br)
O site nme.com possui um quadro chamado: Does Rock ‘N’ Roll Kill Braincells?! (O Rock ‘N’ Roll mata neurônios ?!), onde eles fazem perguntas para um artista sobre sua própria carreira para ver o quanto ele consegue se lembrar – e descobrir se a bebida, a música alta da turnê tiraram o conhecimento deles.
A brincadeira de hoje é com Brian May. Ele falou sobre a gravação de “Back to the Light”, uma possível sequencia do filme Bohemian Rhapsody, um álbum com Adam Lambert e sobre um novo musical do Queen.
1)Recentemente, você relançou seu álbum solo ‘Back to the Light’. Em que número ele estava originalmente na parada em 1992?
“Deus do céu! Eu não sei números! ”
ERRADO. Chegou ao número seis.
Brian comentou:
“Back to the Light ’foi escrito e gravado durante um período difícil da minha vida. Foi um tempo de perder Freddie e estar ciente disso, mas em negação e descrença, perdendo meu pai e meu casamento se desfazendo. Eu estava prestes a desmoronar na maior parte do tempo, mas o álbum me ajudou. Nos raros dias em que me sentia capaz de fazer música, me inspirava tentando expressar o que estava dentro da minha cabeça, pensando que isso poderia ajudar as pessoas em fases semelhantes na vida. Também ajudou o fato de eu ter a bênção de Freddie. Eu estava nervoso, sentindo que estava fazendo algo desagradável ao lançar meu single solo de estreia quando Freddie ainda estava por perto. Mas eu toquei para ele e perguntei se ele queria cantar no álbum. Ele disse: ‘Não, você canta lindamente, querido! Você deve começar a trabalhar em sua carreira solo “. Foi bom ter isso no meu coração. ”
Essa sensação de precisar da bênção dele alguma vez o deixou? Sempre que você trabalha com o Queen agora, você tem conversas imaginárias com ele em sua cabeça?
“Ele está sempre lá. Ele realmente é. Mas de uma forma positiva. Geralmente podemos ouvir a voz de Freddie se estivermos discutindo decisões e sabemos o que ele diria. Ele era bastante imprevisível, mas pudemos prever sua imprevisibilidade! Ele era como um irmão, e eu sempre vejo seu sorriso perverso imaginando o que ele traria para nós. Freddie era a pessoa mais estranhamente viva e excepcionalmente livre. ”
2) Dois atores interpretaram você na tela – um no filme de grande sucesso de 2018 Bohemian Rhapsody e o outro no vídeo do single “The Miracle” de 1989 do Queen. Um ponto para cada um que você pode nomear.
“Definitivamente Gwilym Lee, que fez um excelente trabalho comigo em Bohemian Rhapsody.”
CORRETO. O outro era Paul Howard.
“Gwilym até enganou meus filhos! Quando lhes mostrei um corte bruto do filme, eles disseram: ‘Ele é muito bom, mas obviamente você fez a voz, não foi pai?’ ”(Risos)“ Eu disse: Não, ele é um bom ator. Ele me fez perfeitamente – em termos de voz, linguagem corporal ampla e espiritualmente. Ele se tornou como meu irmão mais novo e nós mantemos contato. ”
Esse filme foi um grande sucesso. Você vai fazer uma sequência?
“Já conversamos sobre isso e, no momento, não vemos o caminho para fazer isso e, a menos que salte e nos derrube, não o faremos.”
3) O Queen lançou “Under Pressure” com David Bowie em 1981. Mas em que outra música ele foi originalmente para o estúdio para gravar os backing vocals?
“Acho que ele estava trabalhando em‘ Cool Cat ’.”
CORRETO.
“Freddie o arrastou uma noite para trabalhar nisso, mas saímos para beber e voltamos com uma ideia que foi baseada no riff de baixo de John [Deacon]. John pegou seu baixo e tocou algo e David correu até ele, colocou a mão no pescoço da guitarra e disse: ‘Não, não, não. Não foi isso que fizemos. Foi assim! ’.” (Risos) “A expressão no rosto de John não tinha preço! Começamos algumas outras coisas com David naquele período, mas “Under Pressure” tornou-se desgastante e ele continuou chegando todo animado com mais letras. Minhas lembranças favoritas de David são ele jogando jogos de faz de conta com meu filho, Jimmy. Ele tinha uma boa qualidade infantil nele, bem como sua característica de gênio. ”
4) Quando o atual frontman do Queen, Adam Lambert, apareceu em Alan Carr: Chatty Man em 2015, que presente ele disse que iria dar a você?
“Temo que isso me escapa!” (Risos)
ERRADO. Era Frizz Ease.
(Risos) “Bem, para as pessoas com cabelo encaracolado, a chuva é o inimigo. Mesmo um pouco de chuva e você fica com essa penugem crescente e pouco atraente. Eu nunca tinha ouvido falar do produto, mas provavelmente deveria! Eu chamo Adam de GFG – Presente de Deus. Ele marcou cada caixa e muitas caixas que nem sabíamos que existiam. Sua voz é fenomenal e uma em um bilhão, e Freddie concordaria comigo nisso. Ele tem um ótimo relacionamento com o público e é muito agressivo – o que parece ser um requisito para um vocalista em nossa banda! ” (Risos)
Você lançaria um novo álbum do Queen com Adam?
“Já conversamos muito sobre isso, mas ainda não aconteceu. Entramos em um estúdio no meio da última turnê americana para experimentar, mas não sentimos que nada estava certo. A menos que salte para fora e seja extraordinário, então não vamos fazer isso, mas é uma possibilidade, definitivamente. Para ser honesto, tenho a sensação de que as pessoas querem ouvir a voz de Freddie em um disco quando tem o nome Queen e é difícil para eles ver de outra forma. Ao vivo, é maravilhoso e as pessoas se sentem satisfeitas vendo Adam trabalhando conosco. Sempre que incluímos as músicas solo de Adam no set ao vivo do Queen, o resultado é muito bom, então talvez seja um sinal de que devemos nos esforçar mais para ver onde a gravação vai. ”
5) Quem cantou ‘We Are the Champions’ no concerto em homenagem a Freddie Mercury em 1992, repleto de estrelas?
“Liza Minnelli.”
CORRETO.
“A ideia foi minha e fui criticado por várias partes, que disseram:‘ Você não pode fazer isso! ’. Meu argumento era que Freddie a amava, ele ficou fascinado por ela no Cabaret e mais tarde se tornou seu amigo. Quando ela saiu e seu grande coração se abriu e o estádio foi com ele, eu me senti vingado. ”
Você parece ter um amor por turnês. Você abraçou isso desde o início ou demorou, e houve algum momento que você achou muito estranho?
“Nós sempre estivemos conectados a isso porque vindo de perambular pelo Kensington Market fingindo ser estrelas do rock, havia essa energia metrossexual, dândi exuberante. E Freddie era muito extravagante, mas o engraçado era que nos primeiros dias – e eu dividia quartos com ele em turnê – ele não era particularmente gay. ” (Risos) “Mas quando ele cruzou aquela porta e descobriu seu verdadeiro eu e saiu, o sorriso perverso e o senso de humor ainda eram os mesmos. Houve momentos, como quando Freddie entrou no palco sem avisar conosco em cuecas carmesim, que ele disse ‘Fred, sério ?!’, mas foi muito divertido e não importa o quão ultrajante ele fosse, ele sempre poderia conseguir.
“Eu sabia desde o início que ele era um ícone maravilhoso, e é por isso que o coloquei na capa do primeiro álbum [de 1973 autointitulado] do Queen. Cortei esta pequena foto de Freddie à mão e colei-o em uma foto de um holofote e que diz: Freddie é nosso frontman. Ele é um ícone e nossa conexão com o público. ”
6) Quem fez o cover de ‘Don Don’t Stop Me Now’ do Queen para o Sport Relief 2006? Pista: você tocou com eles em um de seus shows em Londres.
“Agggghhhh! São aqueles meninos que são chamados … oh, pelo amor de Deus – diga-me! ” (Risos)
ERRADO. É o McFly.
“Eu sabia! Eles também são meninos muito bons. Quando íamos ao redor do mundo obtendo sucessos, pensávamos: ‘Todo mundo faz covers de Beatles e [Led] Zeppelin, por que não fazem covers de músicas do Queen?’ tornou-se parte da linguagem que as pessoas queriam falar na música. Ouvir as pessoas tocando nossas músicas é o maior elogio. ”
O Queen tweetou sobre seu amor pela boyband BTS. Você gostaria de trabalhar com eles?
“Bem, isso seria interessante, não seria?” (Risos) “Isso seria muito interessante! Estou pronto para tudo. Quando as pessoas me perguntam com quem eu gostaria de trabalhar, Paul McCartney está no topo da minha lista porque os Beatles ainda são ‘A Bíblia’ para nós. Como músicos lutadores, tínhamos uma piada sempre que o telefone tocava, alguém dizia: ‘Oh, é Paul McCartney para você’ e nós dizíamos: ‘Diga a ele para se foder!’. Nenhum desrespeito a Paul – apenas uma bravata porque ele é como o Papa. ” (Risos) “Quando estávamos ensaiando para o Freddie Mercury Tribute [concerto em Londres], o telefone tocou e a mensagem voltou:‘ É Paul McCartney para você … ’” (risos)
Você finalmente disse a ele para se foder ?!
“Não, mas parecia surreal. Ele estava ligando para nos desejar boa sorte e dizer que estava triste por não poder aparecer conosco naquele show, pois estou sentado em uma cadeira olhando para Robert Plant, Tony Iommi, Roger Daltrey e Seal. ”
7) Em 2011, você foi indicado ao prêmio NME de Melhor Momento ao Vivo quando fez um cover de ‘We Will Rock You’ e outra música ao vivo no Reading festival com qual banda emo?
“Oh, rapazes de‘ The Black Parade ’! Veja, meu cérebro se foi estes dias! Eu os conheço tão bem e absolutamente me relacionei tão intimamente com eles, e … pelo amor de Deus, como eles foram chamados ?! ”
ERRADO. Mas tão perto – é o My Chemical Romance, com quem você também cantou ‘Welcome to the Black Parade’
“É claro! Eu sabia!” (Risos) “A senilidade está se instalando e eu não consigo lembrar o nome da minha própria mãe florescente! O MCR foi ótimo e eu me diverti muito brincando com eles. Eu fui um emo honrado naquela noite. Seus discos tinham muito humor e invenção e estou feliz por eles estarem juntos novamente. Espero topar com eles novamente. ”
Por falar em prêmios NME, a imprensa nem sempre tratou o Queen com gentileza ao longo dos anos …
“Éramos capazes de nos separar muito mais do que qualquer jornalista, então tivemos essa resiliência. Estou falando sério – nós nos reforçaríamos se sentíssemos que era a coisa certa a fazer, mas se não concordássemos, seríamos muito abertos e destrutivos um com o outro. Um de nós deixava o grupo sempre que fazíamos um álbum. Nem sempre fui eu! ” (Risos).
Até Elton John admite em sua autobiografia que rejeitou a música ‘Bohemian Rhapsody’ como “absolutamente ridícula” quando ouviu o teste sendo em 1975 …
“Algumas pessoas teriam concordado com ele! Ele nos apoiou em 1997 quando nos apresentamos na companhia de balé de Maurice Béjart em Paris, no último show que fizemos com John, onde ele cantou ‘The Show Must Go On’ conosco, e nos disse que éramos como um carro de corrida que precisava um ótimo motorista. Ele achava que deveria ser o motorista! ” (Risos)
8) Quem te apoiou em sua turnê de 1998?
“Foi o louco?”
ERRADO. Era T E Conway – também conhecido como seu alter ego.
(Risos) “Oh sim! É meu primo distante do Deep South of America. Ele veio e me convidou e eu me diverti muito com isso, uma vez toquei no Queen Fan Club – bem, “ele” tocou – e muito poucas pessoas perceberam o fato de que podemos ser mais parentes do que aparentamos. É maravilhoso ter um alter ego. Há um ator em mim esperando para sair. Acabei de fazer um papel que não posso contar para vocês, mas minha esposa [ Anita Dobson] me incentivou a fazer isso e eu me diverti muito. ”
9) Em 2004, você participou de um comercial da Pepsi com o tema ‘We Will Rock You’. Diga o nome das quatro grandes estrelas pop nele.
“Britney, Beyoncé e Pink. Tive que produzir os três cantando ‘We Will Rock You’, o que foi um sonho que se tornou realidade. Eu gostaria que pudéssemos ter lançado como single, mas algum tipo de política nos impediu. Eu fiz um remix de toda a música – a Pepsi usou apenas um trecho dela – e ainda toco com frequência em casa. Talvez um dia eu tenha permissão para colocá-lo para fora! E Enrique Iglesias aparece no comercial interpretando o Imperador. ”
CORRETO.
“Eu achei Britney muito cativante. Obviamente, uma personalidade muito complexa, mas ela tinha um tipo de inocência e um estilo de canto que eu amava e ela segurou seu final muito bem. Todos os três fizeram – foi incrível. Todos os três também vieram ver meu musical We Will Rock You nos primeiros dias em Londres. ”
Algum plano para outro musical?
“Estamos falando sobre fazer outro musical do Queen no momento, sobre o qual poderei contar a todos em breve.”
10) Em 2011, qual banda de rock mais vendida dançou nua no chuveiro ao som da música do Queen de 1982, ‘Body Language’, em uma paródia pornô chamada ‘Hot Buns’?
(Risos) “Não tenho a menor ideia!”
ERRADO. É o Foo Fighters.
“Eu não sabia que os Foos faziam isso! Eles são queridos amigos e têm feito muito pela nossa imagem. Sempre seremos gratos a eles, porque nos tornaram legais de uma maneira que nunca fomos antes de começarem a cantar nossos louvores. ”
Pergunta bônus! Para um bônus de meio ponto: este ano, você lançou uma fragrância chamada ‘Save-me’. De que é que isso supostamente cheirava?
(Risos) “Bem, não cheirava ao que os jornais diziam – que são texugos. Os texugos têm um cheiro muito bom. Mas o perfume não cheira a texugos – é um coquetel de plantas e flores do campo inglês. ”
CORRETO. Se você diz! (Embora Eau de Badger soe melhor).
“É sobre como salvar a vida selvagem e, como as pessoas sabem, estou muito envolvido em fazer lobby junto ao governo para proteger a vida selvagem. Está indo muito bem e eu nunca usei perfume na minha vida, mas estou gostando também. Acho que subestimei a importância dos aromas para a forma como nos sentimos. ”
O veredicto: 5.5 / 10
“Essa pontuação é patética!” (Risos)
Fonte: www.nme.com
O Queen foi convidado a se apresentar espontaneamente para Groucho Marx em sua casa, durante um encontro surreal com seu herói cômico.
Freddie Mercury e Queen gostaram tanto dos filmes de comédia dos irmãos Marx que nomearam dois de seus álbuns em homenagem aos filmes Uma noite na ópera (A Night At The Opera) e Um dia nas corridas (A Day At The Races). O próprio Groucho Marx, idoso, descobriu isso e convidou a banda para sua casa em Los Angeles, onde espontaneamente os convidou para se apresentarem para ele. Brian May recentemente contou a história durante o lançamento de seu álbum no Instagram Live de Back to the Light.
Falando com o locutor Joe Lindsay no vídeo abaixo, Brian disse:
“Nós conhecemos o grande Groucho Marx e foi em resposta a uma mensagem que veio de sua cuidadora ou assessora de imprensa”.
Ela disse:
“Percebemos que vocês se inspiraram nos filmes dos Irmãos Marx e Groucho gostaria de conhecê-los”.
Então Freddie, Brian e Roger Taylor foram para sua casa em Beverly Hills, enquanto John Deacon tinha “se acovardado” de acordo com o baterista do Queen.
Ao chegarem à bela casa, eles se depararam com sua igualmente bela cuidadora, que veio dizer que Groucho estaria com eles em um momento.
Ela então deixou Freddie, Brian e Roger antes de retornar enquanto empurrava Groucho, que estava “cheio de vida”, em uma cadeira de rodas. O cuidador então anunciou:
“Ele gostaria de se apresentar para vocês”.
O guitarrista do Queen contou:
“Sim, ele fez. Ele meio que se apoiou no piano e ela tocou e ele cantou uma de suas canções fantásticas muito peculiares.
“E ele contou algumas piadas e depois se recostou na cadeira e disse:‘ Tudo bem. Agora vocês se apresentam! ‘
“Nós meio que congelamos e pensamos,‘ Oh, não! O que nós vamos fazer?'”

Groucho Marx (Image: GETTY)

Groucho Marx com seu companheiro e empresário Erin Fleming em 1977
(Imagem: GETTY)
Então, Brian disse que eles não podiam se apresentar porque não tinham uma guitarra como acompanhamento. Mas Groucho respondeu: “Ah! Temos um violão! Pegue o violão! ”
E no final, a lenda do Queen dedilhou junto com Freddie e Roger cantando
’39 com todas as harmonias.
Brian compartilhou:
“Ele sentou-se ouvindo e gostou. E trocamos algumas histórias e dissemos o quanto nos inspiramos em seus filmes e ele nos contou um pouco de como eles os fizeram. ”
Mas logo o cuidador disse:
“Ele está ficando cansado, então acho que vamos nos despedir agora.”
Brian acrescentou:
“Dissemos adeus e obrigado e ela o levou para fora e foi isso. E nunca mais o vimos.
“Estava muito perto do momento em que ele faleceu. Mas foi uma experiência maravilhosa. Ele ainda era engraçado, ele ainda tinha graça.”
Groucho Marx morreu em 19 de agosto de 1977 aos 86 anos, apenas três dias depois de Elvis Presley.
https://www.express.co.uk/
O guitarrista do Queen, Brian May, relembrou os bons tempos do Queen e revelou alguns momentos emocionantes que viveram quando perderam o lendário cantor Freddie Mercury.
O cantor de renome mundial Freddie Mercury, que é amplamente considerado um dos maiores cantores de toda a história do rock, faleceu em 1991 aos 45 anos, vítima da AIDS.
Durante uma entrevista recente ao The Irish Times, Brian May lembrou de ter perdido seu falecido companheiro de banda, Freddie Mercury. Ele disse que ficou arrasado quando ele morreu. Ele também revelou como eles se sentiram quando Freddie morreu e afirmou que Queen havia acabado para sempre.
“Eu estava completamente convencido de que havia acabado”,
disse ele.
“Lembro-me de passar por todas essas arenas que costumávamos tocar e pensar: ‘Isso acabou. Eu nunca vou fazer isso de novo. ‘
“Eu apenas [me senti] uma pessoa muito pequena novamente. Eu estava fazendo minha música, mas pensei que o Queen estava morto e morto para sempre. ”
Brian admite que nunca tem um único dia sem pensar em Freddie.
Continuando a prestar homenagem a Freddie Mercury, Brian deixou os fãs emocionados mais uma vez. Ele se lembrou do estado atual da banda na época e disse que eles permaneceram descrentes. May acrescentou suas palavras de que houve um período de dois anos em que eles quase negaram a existência do Queen.
“Ficamos completamente fora d’água”,
continuou Brian.
“Nós apenas ficamos sentados sem acreditar. E não superamos isso por muito tempo – nem tenho certeza se superamos agora – mas houve um período de dois anos em que estávamos sofrendo e nos comportando de forma irracional, quase negando a existência do Queen. Eu não suportava a ideia de ser mantido naquele lugar. Mas você supera isso até certo ponto. ”
Concluindo, May admitiu que nunca passa um único dia sem pensar em Freddie Mercury.
“E agora eu percebo que o Queen está em mim e eu estou no Queen, e isso não pode mudar”,
disse May.
“E chegamos ao ponto em que agora parece que Freddie está conosco. Não parece que ele saiu mais, porque ele está em tudo o que fazemos. Eu nunca posso ter um único dia sem pensar em Freddie. ”
Em outra parte da entrevista, Brian May abordou o impacto da guitarra em seus pensamentos. Segundo ele, a guitarra sempre foi uma voz mais do que sua voz para revelar seus sentimentos.
“Fiquei petrificado com as mulheres, com as meninas, porque fui para uma escola só para meninos”,
disse May.
“E eu pensei que se eu estivesse lá, como a banda estava, não teria que me preocupar em conversar com garotas; elas viriam atrás de mim. Esse é um pensamento muito elementar.”
“A vida é sobre relacionamentos, não é, e amor e sexo? E a ideia de realmente perseguir isso e não ter que me preocupar com minhas inseguranças era muito atraente. O violão era um objeto fortalecedor. O violão sempre foi minha voz, mais do que minha voz. ”
Fonte: https://www.metalcastle.net/
No próximo sábado dia 14 de agosto as 19 horas, a BB6Music apresentará em seu canal no YouTube e no Facebook uma entrevista exclusiva realizada com Tim Staffell.
Tim vai contar sua vida acadêmica com Freddie, historias do Smile com Roger e Brian e tocar 2 musicas.
Dia: 14/08 – Sábado
Horário: 19 horas
Onde: YouTube e Facebook da BB6music
Sobre a BB6 Music:
A Bb6music foi criada por dois amigos de infância, Marcelo Facundo Severo e Alecsandro Amaro de Lima com o objetivo de ser uma nova opção e trazer para o grande público produtos e serviços relacionados a música e suas vertentes. A ideia é ser um veículo de fomentação do relacionamento entre os membros dessa grande família chamada MÚSICA. Através das redes sociais da Bb6music é possível ter uma experiência musical além do simples ato de escutar sons.
Na variada programação da Bb6music destacam-se as entrevistas realizadas pelo canal do YouTube e a programação especial de domingo no horário das 20 horas na Rádio Web da Bb6music
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Terminando a série de entrevistas com Peter Freestone realizada pelo usuário Mercury Roadrunner do Queenchat, vamos conhecer as lembranças de Peter sobre Mary Austin e Montserrat Caballé.
PS: Qual foi o lugar mais incomum que você visitou junto com Freddie?
PF: Japão. Onde quer que fôssemos, éramos acompanhados por Misa Watanabe, ela era uma chefe do negócio musical japonês, e íamos a todos os restaurantes e bares incríveis. Freddie viu lugares em suas viagens de carro, foi levado às lojas, ou havia algumas vezes em que viajávamos no trem-bala. E pudemos ver muito mais nessas viagens de trem e Freddie gostou muito.

Queen no Japão
PS: Quais são os discos de Montserrat Caballé que Freddie mais gostava?
PF: Aquele pelo qual ele se apaixonou totalmente foi ‘D’amor Sull’ali Rosee’ do Ato 4 de ‘Il Trovatore’ de Verdi. Ele se apaixonou por sua voz ao ouvi-la cantando Amelia em “Un Ballo in Maschera” de Verdi. Assim que ele a ouviu, ele me perguntou se eu tinha alguma gravação dela e eu tinha 4 ou 5 álbuns diferentes, mas ele simplesmente amou aquele álbum específico e nós o levávamos para todo lugar conosco e era aquele com esta ária que ele se apaixonou. Foi a ária que tocou em seu funeral. E quando falei com Montserrat sobre isso alguns anos depois e disse a ela que música foi tocada em seu funeral e ela apenas disse: “Por que ele não me contou? Eu teria vindo e cantado ”.

Freddie Mercury com Montserrat Caballé
PS: Você se lembra da última vez, quando Freddie e Mary se viram?
PF: Acho que a última vez que eles se viram foi na sexta-feira, dia 22 de novembro. Ela não estava lá muito nas últimas vezes porque estava grávida do segundo menino naquela época, então foi um pouco mais difícil para ela se locomover.
PS: E Freddie sabia que naquela época Mary estava passando por um rompimento com seu parceiro e pai de seus filhos, Pierce Cameron?
PF: Sim, ele sabia. E ele a estava apoiando.
PS: E qual é a sua lembrança favorita sobre Freddie e Mary?

PF: Freddie ofereceria um jantar especial com os pais e disse a Mary para sair e comprar um vestido novo, um vestido de noite maravilhoso, porque ele queria que fosse um jantar muito especial. E ela não tinha ideia para onde ir, o que fazer, então ela me perguntou se eu iria fazer compras com ela e eu fui. Mas estávamos indo a essas lojas idiotas como ‘Marks and Spencer’ e eu disse ‘Olha, você não vai encontrar o que Freddie quer neste tipo de loja’. E nós estávamos em Knightsbridge e então eu vi a placa ‘ Bruce Oldfield ‘e ele era um designer conhecido e eu pensei’ você não precisa comprar nada aqui, mas por que não entramos? ‘E ela estava olhando para todo o tipo de cores claras, cores pastéis, mas nós entramos lá e a primeira coisa que me surpreendeu um vestido vermelho incrível. E eu apenas pensei que ‘este vermelho escarlate vai ficar perfeito com cabelo loiro, vai funcionar perfeitamente’ então eu a fiz colocá-lo e ela gostou e foi isso que ela comprou. E observando o rosto de Freddie quando ela experimentou em casa – ele ficou surpreso, porque ele estava esperando alguma coisinha normal, porque era isso que Mary costumava usar para se vestir, ela não procurava por algo exótico ou algo realmente exagerado. E Freddie deu uma olhada para ela e ele tinha aquele sorriso enorme no rosto, ele simplesmente amava vê-la assim. Porque ela estava apenas fazendo uma declaração, em vez de apenas ficar lá esperando algo ser dito, apenas a maneira como ela parecia – simplesmente funcionou muito bem. E pelo jeito que Freddie olhou para Mary, você podia dizer que ele se apaixonou por ela mais uma vez.
Acesse as outras matérias desta série aqui:
3) Freddie Mercury contou por que seu álbum se chamou “Mr. Bad Guy” – Queen Net
4) Freddie Mercury curtia Prince e admirava Madonna e Montserrat Caballé – Queen Net
6) Peter Freestone conta os bastidores das gravações de vídeos – Queen Net
7) Elton John apoiando Freddie na doença e outras histórias do seu Assistente – Queen Net
8) Peter Freestone: Últimos momentos de Freddie – Queen Net
9) Roupas de Freddie em shows – Queen Net
10) Lembranças da família de Freddie e primeira turnê na América do Sul – Queen Net
11) Histórias especiais com os membros da banda e Freddie e os livros – Queen Net
Fontes: www.queenchat.boards.net
www.vk.com/queenrocks
Alírio Netto acaba de lançar seu novo álbum solo, “All Things Must Pass”, em todas as plataformas de streaming. O trabalho é o primeiro álbum solo de Alírio lançado internacionalmente pela gravadora italiana Frontiers Music. O disco abrange uma ampla gama de estilos de rock e hard rock, sempre permitindo espaço para grandes melodias e baladas. Entre os músicos que participaram do disco estão o baterista Adriano Daga (produtor ganhador do Grammy) e o baixista Felipe Andreoli (Angra).
Ouça “All Things Must Pass”: https://orcd.co/alirio
Assista “All Things Must Pass”:
Alírio é uma das vozes mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco, no estúdio ou atuando em um teatro musical, Alírio causa uma forte impressão com sua voz poderosa, alcance incrível e controle. “Eu me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.
Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman como substituto do saudoso Andre Matos.
Alírio também participou de várias produções musicais de teatro, incluindo o protagonismo de “Galileo” em “We Will Rock You”, a produção musical oficial do Queen. Ele também foi mais tarde anunciado como o vocalista da banda “Queen Extravaganza”, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alírio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman.”
O ator e cantor também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera live action da Disney. Além disso, Alirio também desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de “Jesus Christ Superstar”. Também atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado o Melhor Ator Principal de 2014 pelo jornal “Estado de São Paulo”. Com isso, as portas se abriram para ele em seu país, onde logo se seguiram as apresentações em alguns dos principais programas de TV do Brasil. Apresentou-se no maior talk show do país, apresentado por Jô Soares, entre vários outros programas de TV como Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu, e também atuou no programa de TV “Good Morning LA” nos Estados Unidos junto com o Queen Extravaganza.
Tracklist:
01. All Things Must Pass
02. Let It All Burn (Feat. Hugo Mariutti)
03. Here I Am
04. Back To The Roots
05. The First Time
06. Edinburgh
07. Back To The Light (Feat. Andria Busic)
08. I’m Still Here (Feat. Ivan Busic)
09. Grey (Feat. Arnel Pineda)
10. You Hate (Feat. Alberto Rionda)
11. Breeze (Bonus Track Digital)
12. Come With Me (Bonus Track Digital)
13. Gipsy (Feat. Lívia Dabarian) (Bonus Track Digital)
14. Mentiras (Feat. Alberto Rionda) (Bonus Track Digital)
15. Nada Se Compara (Bonus Track Digital)
Fonte: ALÍRIO lança “All Things Must Pass” em todas as plataformas de streaming | Roadie Crew
Apesar do Queen celebrar seu 50º aniversário, a banda não estava muito interessada em comemorar.
“Não queríamos chamar a atenção para o quão anciões somos”,
disse o baterista Roger Taylor à Classic Rock.
O guitarrista Brian May acrescentou:
“Todos podem comemorar, se quiserem. Preferimos comemorar apenas por estarmos aqui e estarmos vivos.”
A empresa alemã Steiff, no entanto, aproveitou a oportunidade para homenagear o grupo com uma edição limitada de ursinhos de pelúcia.
“O urso de pelúcia do Queen tem edição limitada e é feito de um impressionante mohair preto com almofadas de veludo vermelho nas patas. O ursinho de pelúcia ostenta orgulhosamente o brasão do Queen em seu peito. Celebre o Queen, os campeões do rock britânico, com este ursinho!”,
diz o comunicado da empresa.

A tiragem do ursinho é de apenas 1971 unidades e embora alguns fiquem com um pé atrás em relação ao preço de £249, ou cerca de R$1,800 reais, vale ressaltar que os ursos Steiff podem ser um investimento. Em 2008 a empresa produziu uma tiragem limitada de 2500 ursos Karl Lagerfeld, um dos quais foi vendido em leilão em 2018 por $3.687. Em 2000, um dos 665 ursos presenteados aos sobreviventes do naufrágio do Titanic foi vendido por US$136.000.
Veja o site da empresa: Steiff limited edition teddy 50th Anniversary Queen Rock Band Bear, 355783 (steiffteddybears.co.uk)
Fonte: Queen: 50º aniversário celebrado com urso de pelúcia oficial do grupo (whiplash.net)
O guitarrista Brian May está em processo de renovação de todo o seu catálogo solo, começando com Back to the Light de 1993, seu primeiro LP fora do Queen após a morte do vocalista da banda, Freddie Mercury.
May fez uma turnê extensiva em apoio ao disco, montando uma longa turnê solo, além de tocar apoiando o Guns N’ Roses.
Quase 30 anos após seu lançamento, Back to the Light foi expandido com um disco bônus de extras, incluindo versões alternativas e algum material ao vivo. May compartilha planos para futuros lançamentos, bem como algumas memórias da época, como a vez que Slash apareceu para tocar “Tie Your Mother Down” do Queen com May e sua banda no The Tonight Show, um momento preservado na nova reedição.
Como surgiu a colaboração com Slash?
Não sei quando conheci Slash, mas fico feliz em dizer que temos uma amizade contínua. Acho que estava perto dele principalmente quando fiz aquela turnê de apoio para o Guns N’ Roses em todo o mundo. Foi ótimo para mim, porque eu estava tocando com pessoas que eu respeito e elas também me respeitam. Axl [Rose] era conhecido por ser difícil e o que quer que fosse, você sabe, ele sempre foi ótimo para mim. Ele sempre teve tempo de falar comigo. Eu costumava ir ao camarim do Axl antes de eles irem para o show. Porque Axl normalmente teria algo que ele queria me dizer ou me perguntar, que era parte de sua preparação para subir ao palco. Slash sempre foi muito relaxado, muito legal. Sempre foi assim que vi o Slash. Ele é um verdadeiro cavalheiro e um músico fantástico, obviamente. Foi ótimo quando ele tocou conosco quando estávamos no The Tonight Show. Há uma história engraçada lá, porque Slash normalmente tinha o cigarro na boca. No ensaio, essas pessoas vieram, muito a sério, e disseram: “Temo que não possa fazer isso, Sr. Slash. Não é permitido pelos regulamentos. Ele disse: “Tudo bem.” Ele apagou. Quando chega a hora e as câmeras rolam e estamos ao vivo, realmente ao vivo no show de Jay Leno, não está gravado, ele vem com um cigarro na boca. Olhei para ele e disse: “Sim, é o Slash.” Não pode tirar isso dele. Não que eu queira que ele fume. Odeio fumar, porque matou meu pai. Mas Slash é um espírito independente. E rapaz, ele tocou bem.
https://youtu.be/59EUcymIoEQ
O concerto de tributo foi um dia inacreditável de música, e eu não posso imaginar como deve ter sido para você. Isso seria muito.
Foi incrível. Um daqueles dias você olha para trás e pensa: “Deus, eu devo ter sonhado.” Ter todas essas pessoas maravilhosas por perto, todas com um grande espírito, foi incrível. Todo mundo veio através de nós – incluindo Slash e Axl e os meninos, Duff [McKagan] e Matt [Sorum] e todos esses caras. Extreme, Roger Daltrey e Robert Plant, Tony Iommi, David Bowie. Foi o dia mais inacreditável. Todos estão lá com um sorriso gentil, porque sabem que estão lá pelas razões certas, que eram duplas: celebrar a vida de Freddie e atacar a AIDS, e se livrar do estigma em torno da AIDS de uma vez por todas. Eu acho que fez um trabalho justo em colocar as coisas nessa direção, certamente no Reino Unido e eu acho que até certo ponto, em todo o mundo também.
Você está gravando partes do álbum Back to the Light como toda a revolução grunge começando a se desenrolar. Quanto você gosta dessas bandas?
Um pouco mais. Eu estava muito deprimido. Eu não estava ouvindo muito de qualquer maneira. Eu estava mal ciente de algumas coisas. Eu estava ciente do Nirvana. Eles contam?
Com certeza!
Ok, arquetípico. Sim, bem, eu amei isso. Achei ótimo. Eu amo as pessoas com paixão. E não está relacionado com a destreza que eles têm em seus instrumentos, é o que vem da alma. Kurt Cobain, para mim, parecia um espírito semelhante. Quem me dera tê-lo conhecido. Eu nunca o fiz. E, claro, Dave Grohl estava naquela banda. Foi incrível. O resto, provavelmente menos. Alice in Chains, eu sabia, mas provavelmente não poderia cantar suas músicas. Lembro-me de visitar Seattle naquela época e beber. Eu estava percebendo que algo grande estava acontecendo – e de um jeito bom. Lembro-me de ficar imerso no grafite. Eu sempre odiei pichações até aquela época, porque na Grã-Bretanha é só uma bagunça. Quando fui para Seattle, vi todas essas belas coisas coloridas nas paredes por toda parte. Isso me lembrou da psicodelia e dos dias em que eu era um menino. Era legal pintar tudo em tinta fluorescente ou algo assim. Eu só senti que era uma grande comunidade. Havia um movimento acontecendo lá.
Como a banda se reuniu para o álbum? Cozy Powell é um baterista monstro. É ótimo que você tenha capturado esses momentos nos álbuns e turnês. Você montou uma ótima programação.
Sim, Cozy era o núcleo. Sem Cozy, acho que não teria conseguido. Ele tinha uma fonte de positividade e humor. Lembro-me de falar com ele. Você conhece as pessoas, mas não as conhece. Você disse olá em algum lugar. Nos bastidores do show do Hyde Park em 1976, Cozy estava lá. Eu comecei a falar com ele em profundidade pela primeira vez, e ele estava dizendo o quanto ele gostava do que eu fiz. Fiquei realmente surpreso, porque eu considerava Cozy como parte de um gênero que era um passo mais pesado do que eu era. Era o Rainbows, as Whitesnake, Deep Purple – Aconchegante era parte dessa coisa. Ele disse: “Sempre que quiser um baterista, amigo, me ligue. Eu estou lá. Foi quando começou. Liguei para ele algumas vezes. Notavelmente, quando fizemos o Sevilha Guitar Legends, ele foi a primeira pessoa que eu liguei. Ele se tornou o maior amigo. Claro, perdemos Freddie e eu meio que me agarrei a Cozy como companheiro e como uma pessoa musical para saltar fora. Todas essas sessões, Cosy viria cheio de positividade. Às vezes, eu dizia: “Cozy, não sei se me sinto bem hoje.” Ele dizia: “Mas você tem, você pode se sentir bem. Nós vamos fazer. Você apenas toca e nós simplesmente fazemos isso. ” Ele apenas me colocou em ação todas as vezes. Foi a melhor coisa. Perto dele, eu tinha Neil Murray [baixista do Whitesnake e Black Sabbath], que havia trabalhado bastante com a Cozy em muitas situações.
Meu melhor amigo no ramo é Tony Iommi. Então eu também esbarrei em Cozy em algumas de suas sessões, e eu sempre fiquei impressionado com o som que Cozy tirou da bateria. Há muitos bateristas neste mundo – e um monte de bons bateristas, mas certos bateristas vão sentar atrás de qualquer kit e fazê-lo soar como uma orquestra. Cozy é uma dessas pessoas. Não sei o que é, está nos dedos, está na mente, mas ele fez todos os kits soarem enormes, que ele já tocou. Cozy e Neil eram excelentes, e eu meio que não precisava muito mais do que isso – teclados ocasionais, mas eu mesmo tocava muitos teclados, porque os teclados faziam parte do processo de escrita. Quando saí em turnê, tinha vários cantores de apoio, que eram todos ótimos. Cathy Porter e Shelley Preston são as pessoas que mais estou pensando no momento. Estou fazendo algo muito interessante no momento. Eu meio que não quero quebrar a bolha no momento, porque é uma surpresa.
Estou fazendo um vídeo que tem elementos do passado, do presente e do futuro nele, de certa forma. Estive olhando para Cathy e Shelley fazendo suas coisas, enquanto estou trabalhando neste projeto, o que é bom. Spike Edney me deu muito apoio durante esse período, que tem [tocado] teclados para o Queen por muitos, muitos anos. Spike fazia parte da Brian May Band e uma parte muito, muito importante. Foi tudo um pouco casual. Estamos meio que parando com Back to the Light aqui, mas quando eu comecei a fazer o próximo álbum [em 1998], eu estou lá com Cozy, e eu tive uma semana de folga sentado na selva sem telefones. Quando finalmente cheguei a um telefone, recebi uma mensagem: “Perdemos o Cozy. Cozy se foi. Isso me chateou. Acho que senti que ele era a minha rocha, tendo perdido todas as outras rochas. Foi muito difícil lidar com isso, perder o Cozy. Sei que ele me deixou uma mensagem, porque minha assistente pessoal me contou.
Quando cheguei às minhas mensagens, tinha sido apagada. Então eu nunca sei qual era a última mensagem, [mas] era sobre sair em turnê, porque estávamos prestes a sair em turnê depois que terminamos Another World. São todas memórias difíceis de olhar.
Esta é a primeira onda de uma série de reedições planejadas. O STAR Fleet EP é um lançamento tão especial, quanto você pode falar sobre isso? Há músicas adicionais que os fãs ainda não ouviram? Ou, no mínimo, há alguma boa interferência que poderia ser incluída?
Acho que o último. Ainda não voltei lá, mas há algumas fitas de tudo, que eu adoraria voltar. Eu sei que Edward [Van Halen] tocou o solo em “Star Fleet” três vezes. Cada vez era incrível. Cada vez era diferente. Então eu vou voltar e olhar para isso. Acho que isso vai ser interessante. Quero dizer, Edward é outro… . Não gosto de chamá-lo de Eddie. Ele sempre dizia: “Eu não gosto dessa coisa de ‘Eddie Van Halen’! Eu sou Edward! [Risos] Mas eu gostaria de voltar a isso. Eu não queria fazer isso primeiro, porque eu queria colocar meu álbum solo de verdade primeiro. Acho que vou fazer isso primeiro, Another World e depois o terceiro será Star Fleet.
Fonte: Brian May Shares Memories About GNR, Eddie Van Halen: Interview (ultimateclassicrock.com)
“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas que celebra os momentos-chave da história do Queen nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.
Queen Greatest Hits. O álbum mais vendido do Reino Unido em todos os tempos.
Episódio 21: Queen – The Greatest Greatest Hits
Para marcar a primeira década da banda, Queen’s Greatest Hits foi lançado – embalado com 17 de seus maiores sucessos até o momento. Hoje ainda é a lista de reprodução definitiva e o álbum mais vendido de todos os tempos no Reino Unido.
“Eu tenho que me beliscar … é o maior elogio a ser feito na vida das pessoas até esse ponto.” Brian May.
Este ano marca alguns marcos significativos para o Queen. Não só se passaram 50 anos desde que a formação final da banda foi concluída com John Deacon se juntando a Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor, mas também já se passaram 40 anos desde que o álbum Greatest Hits do Queen foi lançado.
Talvez o marcador mais indelével da popularidade sustentada da banda, neste ano Ruby, a coleção Greatest Hits incrivelmente voltou ao topo das paradas do Reino Unido e atingiu o Top 10 da Billboard 200 pela primeira vez desde seu lançamento em 1981. O A coleção que abrange toda a carreira também atingiu o primeiro lugar na parada de álbuns de vinil da Billboard, com a segunda maior semana de vendas de 2020 para qualquer lançamento de vinil.
O Queen The Greatest desta semana, que semanalmente celebra as canções, performances e conquistas mais marcantes da Rainha desde a formação da banda em 1971, mostra o que certamente deve ser considerado uma das conquistas mais históricas do Queen – continuando a levar a honra de ter o maior sucesso de vendas no Reino Unido álbum de todos os tempos com Queen’s Greatest Hits.
O álbum, lançado em 1981 – com a agora icônica foto da capa tirada por Lord Snowden – para marcar a primeira década da banda, Greatest Hits continha nada menos que 17 singles de sucesso. Lançado com uma campanha de TV muito moderna para a época prometendo “provavelmente o álbum mais emocionante que você já ouviu”, Queen’s Greatest Hits desembarcou na primeira posição na parada de álbuns do Reino Unido e está na parada há mais de 956 semanas desde então.
[Anúncio narrando]
“EMI apresenta os maiores sucessos do Queen. 17 de suas melhores faixas em um álbum. Faixas como Bohemian Rhapsody e Killer Queen. ”
[Anúncio narrando]
“Flash, Somebody To Love, and We Will Rock You. Além disso, Don´t Stop Me Now, Save me e muitos, muitos mais. Provavelmente o álbum mais emocionante que você já ouviu. Os maiores sucessos do Queen. ”
Na hora de escolher as faixas, o álbum foi construído com o mesmo cuidado meticuloso pelo qual o Queen se tornou famoso em seus álbuns anteriores.
Brian May:
“Todos os álbuns que fizemos, incluindo os álbuns do Hits, pensamos ‘sim, as pessoas vão colocar isso em seus toca-discos’, como era na época, ‘e eles vão ouvir em sequência’ . E queremos dar-lhes uma viagem, os álbuns têm que funcionar em sequência. ”
Brian May:
“É incrível que acumulamos esse tipo de catálogo de sucessos genuínos, os melhores sucessos da maioria das pessoas são tipo ‘sim, temos alguns, mas vamos lançar algumas coisas que são, poderiam tenho sido sucessos. ”Mas isso é todo folheado a ouro, material gráfico. Então é fácil, você apenas coloca os maiores e pronto. ”
Brian May:
“E então nós continuamos e fizemos Greatest Hits 2 e Greatest Hits 3, todos eles foram ótimos. E nós temos a Platinum Collection, que são os três juntos, por isso é incrivelmente bem feito. Mas The Greatest Hits 1 é algo muito especial, e cada faixa que você ouve pensa ‘ooh, sim.” Como o álbum mais vendido de todos os tempos no Reino Unido, acredita-se que Greatest Hits ocupa um lugar em um em cada três lares do Reino Unido.
Brian May:
“É incrível, tenho que me beliscar. Eu tenho que dizer ‘sim, é o maior álbum de todos os tempos neste país, e eu nunca imaginei que chegaria a esse nível. Quero dizer, é o maior elogio para um artista ser realmente inserido na vida das pessoas dessa forma.
Brian May:
“Então é ótimo. E todos nós sentimos o mesmo. Tivemos o privilégio de realmente sermos gatilhos na vida das pessoas, o que sempre será o caso, enquanto esta geração, todas essas gerações, estiverem por perto, esse será o caso. Então, eu me sinto muito orgulhoso. ”
Como prova de sua versatilidade e apelo universal, listas de faixas alternativas foram criadas para diferentes territórios, refletindo a popularidade internacional dos sucessos variados do Queen. E, incrivelmente, isso resultou em um total de 25 milhões de vendas em todo o mundo. Queen’s Greatest Hits é um dos maiores sucessos da história da música, o resumo perfeito dos primeiros dez anos da banda e provavelmente a maior lista de reprodução de todos os tempos.
(Fotografia de Snowdon. © Queen Productions Ltd)
Fonte: www.queenonline.com
The Invisible Man – como surgiu?
The Invisible Man nos leva a um mundo imaginário e amado de seu autor, Roger Taylor. A música é inspirada no romance de mesmo nome de H.G. Wells. Ela nos leva à presença do homem invisível entre nós, uma personagem que é ao mesmo tempo adaptável e impossível de capturar.
Roger fala sobre a música:
“Eu a fiz , mas então todo mundo colaborou. Não me lembro de onde veio a ideia. Acho que veio de um livro que estava lendo e parecia se encaixar no padrão rítmico que eu tinha em mente. “
O vídeo foi produzido pelos Torpedo Twins (Rudi Dolezal & Hannes Rossacher), nos Estúdios Pinewood em Londres em julho de 1989 ( no dia do aniversário de 40 anos de Roger Taylor) e foi muito elogiado pelos seus efeitos especiais. Os membros da banda podem ser vistos como figuras de um jogo de vídeo game e depois eles aparecem em carne e osso no quarto do garoto que estava jogando. Há uma parte em que aparecem várias imagens de Brian May tocando um lindo solo de guitarra.
O single de Invisible man foi lançado em 7 de agosto de 1989, tendo como lado b a belíssima Hijack my Heart
Produção
Os diferentes sons da bateria de Roger Taylor foram gravados separadamente, guardados e usados como sample, sendo controlados por uma bateria eletrônica.

Hijack My Heart
Essa música é um “b-side”, uma música que só foi lançada em single, nunca sendo lançada em álbuns oficiais. Ela reflete a personalidade de Roger Taylor pois contém seus temas favoritos: mulheres bonitas em carros potentes, encontros inesperados, as alegrais de se apaixonar, e o prazer de saber que algo muito bom pode acontecer a qualquer momento. Esta música tem mais em comum com as músicas dos álbuns solo de Roger Taylor – Fun in Space e Strange Frontier – do que com o Queen.
Outros B-sides do Queen você pode encontrar aqui: B-Sides – Queen Net
Fontes: Queen All the Songs e www.queenpedia.com
Brian May, do Queen, criticou o posicionamento antivacina de Eric Clapton, dizendo que não entende o argumento de quem é contra a vacinação:
As pessoas antivacina, desculpa, mas acho que eles são loucos. Há muitas evidências que mostram que a vacinação ajuda. No geral, elas são muito seguras…
Sempre vai ter algum efeito colateral em qualquer droga que você usar, mas dizer que vacinas são um plano para te matar… Desculpa, mas é loucura para mim”, afirma o guitarrista….
Brian May conta que esse não é o único ponto em que discorda de Clapton, mas nem por isso deixou de respeitá-lo:
Eu amo o Eric Clapton, ele é meu herói, mas em muitos pontos ele tem visões muito diferentes das minhas. Ele é uma pessoa que acha OK atirar em animais por diversão. Então temos nossas discordâncias, mas nunca deixaria de respeitar o cara.
Eric Clapton já se posicionou contra a obrigatoriedade do uso de máscaras para conter a pandemia de covid-19, lançou músicas contra o isolamento social com Van Morrison e afirmou que não vai se apresentar em locais que exijam comprovante de vacinação.
“Após o anúncio do primeiro-ministro [Boris Johnson] na segunda-feira, 19 de julho de 2021, sinto-me na obrigação de fazer um anúncio pessoal: Desejo dizer que não me apresentarei em nenhum palco onde haja um público discriminado presente. A menos que haja providências para que todas as pessoas compareçam, eu me reservo o direito de cancelar o show”.
Fonte: https://www.uol.com.br/
Um imitador de Freddie Mercury está apoiando a caridade depois de gravar uma música em memória da estrela do Queen.
Billy West, de Hartlepool, 61, não gravava uma música há mais de 30 anos antes de retornar ao estúdio com a banda Qween UK nesta primavera para homenagear Freddie Mercury.
O álbum, chamado He Will Rock You, é um conto sobre Freddie e metade dos lucros será doado ao Alice House Hospice de Hartlepool, onde a mãe de Billy foi cuidada em 2010.
Billy, que vem personificando a estrela do Queen por quase três décadas, disse que queria gravar a música porque “deve muito a Freddie”.
O intérprete disse:
“É uma música fantástica, teve uma boa resposta em todo o país.
“Foi gravado e produzido em Hartlepool também.”
A música foi lançada no início deste mês, antes do 30º aniversário da morte de Mercury no final deste ano.
Billy continuou: “A melhor coisa para mim sobre a música do Queen é o fato de que Freddie Mercury está morto há 30 anos, mas a música ainda está lá e são pessoas como eu que podem viver disso, é uma música clássica .
“Devo muito a Freddie Mercury, é por isso que escrevi a música. É uma homenagem a Freddie Mercury por me dar uma carreira nos últimos 29 anos.”
O cantor profissional, que fez milhares de shows por todo o Reino Unido e Europa como o vocalista do Queen, também falou sobre perder a emoção de se apresentar para grandes multidões.
Billy disse:
“É uma grande agitação. Minha semana inteira gira em torno disso. É muito gratificante quando você se diverte com uma grande multidão. Antes do lockdown, eu estava com a agenda lotada. “Eu estava indo muito bem, mas realmente afetou muito meu negócio, mas também afetou outras pessoas, então você tem que colocar isso em perspectiva.”
Mas o show deve continuar e, com o fim das restrições da Covid, Billy voltou a se apresentar em eventos ao ar livre.
Durante o lockdown, ele também aprendeu poesia e recentemente escreveu um poema inspirado na promoção do Hartlepool United à Liga de Futebol.
He Will Rock You está disponível para transmissão no Spotify e na Apple Music.
He Will Rock You – Single by Qween Uk | Spotify
Fonte: /www.dailyadvent.com/
O guitarrista do Queen, Brian May, compartilhou um vídeo para os soldados de seu ‘Exército Bri’ revelando os detalhes sobre um evento especial para o relançamento de ‘Back to the Light’ e agradecê-los por sua grande contribuição e dedicação aos seus trabalhos em sua conta oficial do Instagram.
Como você provavelmente sabe, Brian May começou a relançar seus maiores sucessos como parte de seu projeto mais recente chamado “Brian May Gold Series”. Ele anunciou que o primeiro álbum deste projeto seria o primeiro álbum solo de May intitulado “Back to the light”. A reedição do álbum será em 6 de agosto de 2021, e May afirmou que ele planejou um evento especial ao vivo para este dia.
Anteriormente, May havia chamado seus fãs para se juntar em seu exército para trazer de volta os dias dourados de ‘Back to the Light’ e tornar possível produzir novos álbuns de sucesso na indústria musical de hoje. Então, ele compartilhou recentemente sua gratidão por seus soldados como seu comandante enquanto revelava os detalhes sobre o evento que acontecerá no Instagram.
Em seu recente vídeo no Instagram, May decidiu fazer um discurso aos soldados do Exército Bri e convidá-los para o programa Bri TV para celebrar a reedição de ‘Back to the Light’ que começará em 6 de agosto. Brian May mencionou que haverá estrelas convidadas especiais, eventos de Q & A (perguntas e respostas) em que os fãs poderão fazer perguntas para ele, e muitas outras surpresas. Parece que Exército Bri invadirá o evento no Instagram para mostrar seu apoio ao seu comandante.
O post do Instagram de Brian May dizia:
“De volta à luz”
Um anúncio para o Exército Bri de seu Oficial Comandante sobre a transmissão da Bri-tv, agendado para esta sexta-feira, 6 de agosto. Junte-se a nós!”
Brian May anunciou o evento dizendo:
“Senhoras e senhores, meninas e meninos, pessoas do exército de Bri!
Falo com você como seu oficial comandante. Já faz um tempo, mas tive alguns soldados em diferentes partes do mundo. Tenho que agradecer por não ser um exército de milhares de pessoas, mas um exército com iniciativa, unidade e imaginação. Não acredito que muitos de vocês estão fazendo coisas incríveis para vender meu lindo álbum. Então você está fazendo coisas ótimas no Instagram. Eu agradeço muito.
Dez mil pessoas… Sinto-me como o Duque de York que tinha dez mil homens. Ele marchou até o topo da colina e marchou para baixo uma e outra vez. Estou agradecendo muito. Quero fazer um anúncio que é na sexta-feira para “De Volta à Luz”. Teremos um pequeno evento que será a Bri Tv. Então eu vou começar ao vivo no Instagram imprevisível.
Começaremos muito cedo e podemos fazer perguntas e eventos ao vivo durante as lacunas e podemos fazer algumas conexões do Instagram para poder falar de um a um. Terei alguns convidados oficiais do Exército Bri mas não vou dizer quem são. Esperamos nos divertir e você pode se juntar a nós a qualquer momento. Quando você ficar entediado, você pode sair e voltar novamente. Estaremos fazendo Bri Tv no Instagram. Deus te abençoe. Obrigado Exército Bri. Continue o bom trabalho…”
Fontes: https://rockcelebrities.net/
https://www.express.co.uk/

A próxima turma do curso começará dia 17/08/2021 às 20 horas.
Objetivos do curso: Fornecer aos participantes conhecimento relativo a História da Música e Teoria Musical, com o foco relacionado a música do grupo britânico Queen.
Público alvo: músicos que desejam ampliar o seu conhecimento sobre estes assuntos bem como pessoas que não tocam nenhum instrumento mas querem saber mais sobre a música do Queen.
Maiores informações: WhatsApp: (11) 93002-2930

Delilah não foi para a cama naquele dia. Ela era uma gata mimosa, com cabelos longos e esbranquiçados. Ela gostava de dormir sempre amontoada no canto, entre os cobertores e o corpo de seu mestre. Mas não naquele dia. Como uma estátua erguida ao pé de sua cama, ela guardava a agonia de Freddie Mercury.
Jim Hutton, parceiro do líder da Queen por seis anos, que também estava observando sua respiração de perto, notou o comportamento estranho de seu gata favorita e entrou em alerta. Havia também Dave Clark, músico e amigo íntimo de Freddie. Dave segurou a mão, mas Freddie não reagiu. Ele decidiu levantar Delilah e trazê-la para suas mãos.
O contato com a pele do gato o acordou por alguns momentos. Clark saiu da sala para lhes dar privacidade. O cabelo macio de Delilah. Lucidez antes da morte. Jim Hutton então testemunhou seu último olhar. Também de sua última expiração.
“Eu não posso ganhar. O amor é roleta russa para mim. Ninguém ama o homem de verdade dentro de mim, estão todos apaixonados pela minha fama.” Freddie Mercury se conhecia inatingível e ao mesmo tempo promoveu isso. Como se no fundo eu não quisesse que eles soubessem que “homem de verdade”.
Como se procurasse se proteger à distância de uma estrela. Suas poucas declarações à imprensa – ele detestava entrevistas -, mas acima de todas as suas canções, falam de suas dificuldades em alcançar o amor, um sentimento ao qual ele professava devoção, mas que, paradoxalmente, não parecia ter um lugar em sua vida. Pelo menos não amor romântico.
Ele deu tudo aos seus amigos, cedeu ao sexo com uma paixão que parecia não ter limites, adorava animais e foi levado às lágrimas por belas paisagens. Ele era um homem de sensibilidade sem fim. Mas o amor era para ele em vão.
Ele conheceu Jim Hutton em um bar gay chamado, Copacabana em Londres, perto de sua casa. Jim não sabia nada sobre música ou músicos. Ele era cabeleireiro, um dos dez filhos de um padeiro irlandês, e trabalhava no hotel Savoy. Lá ele costumava cruzar caminhos com estrelas internacionais que ele não reconhecia. Eu não estava por aí sobre essas questões.
Um dia ela estava tomando umas cervejas com seu então namorado quando um homem, aproveitando-se do fato de que seu parceiro tinha se levantado para ir ao banheiro, se aproximou dele e convidou-o para uma bebida. Jim o expulsou sem cerimônia e contou ao seu parceiro o que tinha acontecido. “É Freddie Mercury”, respondeu o namorado, orgulhoso de que tal personalidade estivesse interessada nele.
O tempo passou e a vida queria que eles se encontrassem novamente no Heaven, uma pista de boliche gay que estava na moda em meados dos anos 80. Hutton estava sozinho e decidiu aceitar o flerte de Freddie. Eles passaram aquela noite juntos. Então, Hutton não teve mais notícias dele por três meses, quando recebeu um telefonema que o encheu de entusiasmo.
“Eu me apaixonei por um monte de coisas de Freddie. Independentemente de como você ganhava a vida. Ele tinha grandes olhos castanhos e uma personalidade quase infantil. Não parecia com os homens que eu gostava. Normalmente eu procurava caras grandes com pernas musculosas. Freddie tinha uma aparência contundente, e pernas mais finas que eu já tinha visto em um homem. Além disso, ele parecia totalmente sincero. Foi adorável. Fiquei cativado”,
disse Hutton em uma entrevista para o livro “Freddie Mercury: The Ultimate Biography” do jornalista britânico Lesley Ann Jones.
Neste livro, há muitas testemunhas que se referem ao relacionamento de Freddie e Jim. De acordo com Barbara Valentin, com quem Freddie teve um caso intenso antes de morar com Hutton, o vocalista do Queen tratou Hutton como um servo. Em parte, foi.
Freddie morava em sua casa em Kensington, uma mansão georgiana chamada Garden Lodge, cercada por seus amigos mais próximos, que ao mesmo tempo trabalhavam para ele. Jim era o jardineiro dela. Peter Freestone era sua secretário pessoal. Joe Fanelli, com quem teve um breve caso, seu cozinheiro.
“Acho que Jim e Freddie realmente se amavam, embora à sua maneira”,
disse Freestone ao biógrafo de Mercury, perguntado sobre o livro de Hutton mais tarde sobre seu relacionamento, que muitos amigos e fãs o consideravam um oportunista.
“Escrevi este livro para desatar muitas coisas que foram ditas sobre Freddie quando ele morreu”,
ele se defendeu em uma entrevista na televisão. Para Freestone, que também estava com Mercury até seu último dia, Hutton tinha uma visão idealizada do casal, e não tinha chegado a entender o quanto Freddie o queria, porque ele expressou de uma forma estranha.
“Jim queria um relacionamento feliz e monogâmico com alguém. Mas acho que ele nunca foi capaz de avaliar o quanto havia, além de uma conexão com a vida de Freddie e, mais tarde, com sua vida doméstica, em Garden Lodge.”
Freddie teve sua vida e foi uma vida grande, extravagante e multifacetada. Todos sabiam que era preciso se adaptar ao estilo de vida deles. Ele nunca iria se adaptar a ninguém. Parte do problema do casal era que Jim era teimoso demais para aceitar isso. O relacionamento deles teve muitos altos e baixos. Jim queria que Freddie descesse, mas Freddie queria que Jim subisse.
Dito isso, não há dúvida de que Freddie não teria tantos bons anos no final se não fosse por Jim. No geral, Jim era a pessoa certa para Freddie neste momento de sua vida. Significou muito mais para Freddie do que muitas pessoas disseram ”, explicou, que foi seu confidente por mais de uma década.
Nas palavras de Freddie: “Estou muito feliz com meu relacionamento e honestamente não poderia pedir nada melhor. Eu não tenho que trabalhar tão duro. Agora eu não tenho que estar provando o que eu valho. Eu tenho uma relação muito compreensiva. Parece chato, mas é maravilhoso.
Juntos, eles viviam em Garden Lodge, aquela casa que Freddie amava loucamente. Eles passaram meses maravilhosos em Montreux, às margens do Lago Leman, na Suíça, aquele lugar que comoveu profundamente o artista, um lugar para o qual ele também dedicou canções de amor, como “A Winter’s Tale” e onde nasceu “Made In Heaven”, a canção que deu nome ao álbum póstumo da banda.
Eles viajaram para o Japão, um país cuja cultura Mercúrio era apaixonado. Juntos, eles também experimentaram a terrível notícia de serem vítimas de uma das epidemias mais devastadoras do século XX: a AIDS.
Freddie Mercury recebeu seu diagnóstico em 1987. Quando ele contou ao Hutton, deu-lhe a chance de deixá-lo, mas Jim recusou. Eles decidiram ficar juntos e a palavra AIDS nunca mais foi proferida em sua casa.
Em 1990, Hutton descobriu que tinha o vírus. Ele só contou ao Freddie dias antes de morrer.
“Freddie tem sido o amor da minha vida. Não havia ninguém como ele. Eu sei que quando eu morrer, Freddie estará do outro lado, esperando por mim.”
Ele nunca sofreu os sintomas da doença. Ele morreu em 2010 de câncer de pulmão.
Queen começou a decolar logo após se formar-se, e Freddie Mercury rapidamente se tornou um símbolo sexual. Todas as mulheres queriam algo com ele e ele retribuiu sua bondade. Ela estava na casa dos 20 anos e ainda não havia percebido sua atração por homens.
“Costumávamos nos encontrar no bairro de Kensington, famoso, entre outras coisas, porque sempre havia garotas bonitas. Uma delas foi Mary Austin ”, disse Brian May ao documentário“ Days of our lives ”.
O guitarrista do Queen foi o primeiro a descobrir essa jovem loira, com olhos claros e parecia perfeitamente com o estilo boho que caracterizou as groupies do rock britânico dos anos 70. Mary tinha ido vê-los tocar em um show no Imperial College.
“Eu a conheci em um show e porque ela era muito tímida eu não ousei me aproximar dela. Saímos algumas vezes, mas ela também era tímida, então nos despedimos com um beijo na bochecha e nada mais. Freddie me disse que gostou, então decidi apresentá-los. Acho que o amor deles foi verdadeiro”, disse o músico.
Mas os começos não eram tão simples. Como Mary Austin contou, ela não achava que ele estava seguindo seus passos. Convencida de que foi abordada pois ele estava interessado por uma amiga dela, ela sistematicamente o rejeitou por seis meses. Freddie decidiu chegar ao ponto e a convidou para comemorar seu aniversário de 24 anos, em 5 de setembro de 1970. Mais uma vez ele recebeu um não.
Mas enquanto ele era introvertido na intimidade, Freddie sempre soube como conseguir o que queria: ele insistiu, e no dia seguinte ele conseguiu que a bela Mary o acompanhasse para ver Mott the Hoople, uma banda que o Queen abriu ao amanhecer, no clube Marquee em SoHo. Cinco meses depois dessa data, eles se mudaram juntos para um quarto mobiliado pelo qual pagaram £10 por semana, na Rua Victoria, ao lado da Kensington High Street.
“Crescemos juntos. Levei três anos para me apaixonar. Nunca senti o mesmo, antes ou depois, com ninguém. Eu amava muito Freddie, muito profundamente”,
disse Austin em uma citação recuperada pela biógrafa Lesley Ann Jones.

A conexão entre eles foi total e durou para sempre. “Sabíamos que podíamos confiar um no outro, e que nunca nos machucaríamos de propósito”, disse ela. Mary entendia Freddie como ninguém. Ela tolerou tudo o que era para ser com uma estrela que logo foi revelado como um sucesso.
Diante das explosões de raiva que tinha quando não gostava de algo, desde um vaso no lugar errado até algumas tulipas no jardim, ela se desculpou alegando que esse “era o seu estilo“. Se ele não fosse para casa dormir novamente, ela olharia para o outro lado.
No caso de que durante a noite ela teve uma ideia para uma música e aproximou o teclado da cama para compor, Mary não reclamaria. Se houve discussões, ela disse que era porque Freddie gostava de ter brigas de vez em quando.
Ao mesmo tempo, ele a encheu de presentes e mimos.
“Num Natal ele me comprou um anel e colocou na maior caixa que encontrou. Abri a caixa e lá dentro havia outra e assim por diante até chegar àquela caixa. Quando abri, havia um belo anel egípcio com um besouro. Ele deveria trazer boa sorte”,
lembrou Austin, que não se esquece, no entanto, o quanto ele sofreu quando a fama de Freddie começou a aumentar e a cada recital as mulheres desesperadas por ele o esperavam.
“Elas se atiravam nele.”
Certa vez, ao sair de um show, Mary não suportou a cena de seu parceiro cercada de mulheres e decidiu sair. Ele saiu atrás dela e perguntou-lhe para onde ela estava indo. Ela disse:
“Você não precisa mais de mim, você tem tudo isso.” “Sim, eu preciso de você. Eu quero que você faça parte disso”, exigiu.
Eles passaram seis anos juntos, até que a relação foi para o ralo.
“Nos últimos tempos, ele notou que algo estava errado com ele. Ele não era o Freddie que eu conhecia. Ele se sentiu desconfortável e evitou me ver”, disse.
Um dia, ele disse:
“Mary, há algo que eu tenho que te dizer. Acho que sou bissexual.” “Não, Freddie, eu não acho que você é bissexual. Acho que você é gay”, respondeu Mary Austin.
Em uma entrevista para um documentário sobre sua vida, Mary admitiu que essa revelação, longe de machucá-la, a aliviou. Até então, ela tinha sido convencida de que havia outra mulher e que a encheu de ciúmes. Que ele era gay, em algum momento, só fez a relação deles mudar de estado.
“Eu quero que você sempre faça parte da minha vida”,
ele perguntou então e logo Mary se mudou para um apartamento a poucos metros de sua casa.
“A maior ironia na vida de Freddie é que, embora ele fosse gay, seu relacionamento mais significativo era com uma mulher. Havia um amor verdadeiro entre ele e Mary. A questão sexual não era tão importante quanto seus laços emocionais e espirituais ”,
disse o fotógrafo Mick Rock a Lesley Ann Jones, que passou a formar uma relação próxima com ambos.
Freddie continuou a aparecer em todas as recepções públicas ao lado de Mary, e ela aceitou esse papel por anos até que ela decidiu refazer sua vida. Casou-se com Piers Cameron, com quem teve dois filhos, Richard, que era afilhado de Freddie, e Jamie, que nasceu logo após a morte do artista.
Apesar disso, a relação com Cameron não prosperou. Viver na sombra de uma lenda do rock não foi fácil para o homem que Mary escolheu para construir uma família.
“Mary nunca aceitou que sua coisa com Freddie tinha acabado. Em muitos aspectos, foi uma força motriz para ele. Ele nunca a deixou escapar impune. Era muito forte, nesse sentido, exatamente o que Freddie precisava. De alguma forma ela era como uma mãe para ele. Ele confiava e se apoiava nela. Ela dirigia a sua vida. É por isso que o relacionamento deles durou tanto tempo. Freddie costumava dizer que mesmo quando ele e Mary eram um casal eles eram como irmãos”,
explicou Freestone em diálogo com Lesley Ann Jones.
“Todos os meus amantes estavam me perguntando por que eles não poderiam substituir Mary, mas isso é simplesmente impossível. Para mim, Mary era minha esposa na verdade. Isso foi um casamento. Acreditamos um no outro, e isso é o suficiente para mim. Eu não poderia me apaixonar por um homem da mesma forma que me apaixonei por Mary”,
disse Mercury. “Love of my life”, sua balada mais famosa e romântica, foi escrita para ela.
Ele também recebeu metade de sua fortuna e sua amada mansão Kensington, Garden Lodge, o lugar onde ele queria envelhecer, mas que o viu sair muito cedo. Mary vive lá, cercada por suas coisas, mantendo sua memória viva e um último segredo entre os dois: só ela sabe e saberá onde suas cinzas repousam.
“Quando eu envelhecer, estarei lá, ao seu lado, para lembrá-lo o quanto eu ainda te amo”,
diz “Love of my Life”, uma verdadeira promessa de amor infinito que Freddie não poderia cumprir com sua presença, mas com sua música.
Brian May anunciou o relançamento de seu single clássico e vídeo “TOO MUCH LOVE WILL KILL YOU” antes do lançamento remasterizado do álbum Back to the Light em 6 de agosto
Com seu vocal vulnerável, tons suaves, solo de guitarra acústica discreto e melodia indelével, Too Much Love Will Kill You é um destaque do álbum solo de Brian May de 1992, Back to the Light. May se refere a ela como
“de certa forma, a música mais importante que já escrevi”.
Dando início ao relançamento do álbum remasterizado em 6 de agosto, a faixa está disponível novamente em 30 de julho.
Surgindo originalmente como single em 24 de agosto de 1992, rendeu a Brian um sucesso solo quando alcançou o 5º lugar na parada do Reino Unido. Antes desse lançamento, um May visivelmente emocionado e perfeito fez uma prévia do concerto diante de cerca de 72.000 fãs no Freddie Mercury Tribute Concert do Estádio de Wembley em abril de 1992, talvez consolidando um mal-entendido sobre suas origens.
“Minha desculpa para cantá-la é, eu acho, apenas a melhor coisa que tenho a oferecer”,
disse May, por meio de sua introdução no palco à música. Sua razão para cantar não foi, como muitas vezes se pensava, que ele escreveu a música sobre o lendário cantor do Queen, que morreu em 1991. A música em si remonta a 1986-7, quando Brian a escreveu com dois amigos, os compositores Elizabeth Lamers e Frank Musker. May estava em Los Angeles na época, “longe de casa” e em um “estado de espírito confuso”, tentando se livrar de um período de profunda convulsão pessoal.
Como Brian explica:
“Too Much Love Will Kill You é uma grande e longa história e a versão que você ouve em Back to the Light é a original. Ele tem o teclado original que eu toquei quando estávamos escrevendo a música. Eu e Frank Musker, e sua amiga na época, estávamos em uma sala e foi como uma sessão de terapia para mim. Eu estava apenas despejando todas essas palavras porque me senti como se estivesse preso. Eu estava em um lugar do qual nunca, jamais poderia sair. Tudo o que pude fazer é escrever sobre isso. Esta é a única música que escrevi naquele período de provavelmente nove meses ou um ano. ”
Ao escrever sobre isso, Brian colocou tudo em risco. “A dor vai te enlouquecer”, canta. E embora suas letras tenham origem em um período de sua vida, é essa honestidade muito específica que lhes dá um poder universal. Certamente, para Brian, as palavras mantêm sua ressonância há anos.
“As coisas contra as quais eu luto ainda estão lá. ‘Too Much Love Will Kill You’ é uma crônica do que está realmente enterrado dentro de mim. Cada palavra nele, conforme ouço agora, cada palavra conta para mim. Cada palavra que eu ainda estaria esperando. É exatamente como eu sou por dentro. Eu digo ‘sou’ no tempo presente porque cheguei à conclusão de que não mudei muito. É a única oportunidade que tive na vida de contar como vi. De certa forma, é a música mais importante que já escrevi porque resume a jornada da vida para mim. ”
O poder pessoal da música decorre em grande parte da restrição de Brian no arranjo. Como ele reconheceu, uma música tão arraigada no sofrimento pessoal precisava ser fiel à voz de seu criador, sem enfeites indevidos.
“A versão que fiz está ancorada na fonte. Não há nada lá que não fale apenas sobre a emoção da escrita original. Não há nenhum ponto no original onde a bateria entra em ação e se torna grande. Nunca chega lá. É tudo provisório e bastante delicado. E a emoção crua da maneira como canto é a maneira como me sinto. Eu escrevi, eu sinto isso. ”
E, no entanto, Brian sabia e entendia que os ouvintes também sentiam. Muitos fãs do Queen levaram isso a sério como uma música conectada a Freddie. Enquanto isso, os próprios membros do Queen levaram isso a sério. Uma versão maior foi gravada em 1989 com o vocal de Freddie, que mais tarde viria à tona em Made In Heaven, o álbum do Queen concluído após a morte de Freddie e lançado em 1995. Lançado como single no ano seguinte, a gravação do Queen rendeu Prêmio Ivor Novello de Melhor Canção Musicalmente e Liricamente, um testemunho do poder duradouro de uma canção forte o suficiente para crescer além de suas origens e se manter sobre suas próprias pernas.
“Eu amei trabalhar com Freddie para fazer aquele vocal. Estávamos cientes de que a música estava se tornando algo diferente e significava algo diferente. Todos nós estávamos cientes disso. Obviamente sabíamos que os dias de Freddie eram provavelmente limitados, exceto por um milagre. Então a música começou a parecer algo diferente. E não nos esquivamos de torná-lo muito grande, muito parecido com uma música do Queen. E eu gosto.
“Mas se você quiser ouvir o que a música originalmente despejou nela, com o sangue, suor e lágrimas da minha vida, então esta é esta versão.”
Out of the Light, o lançamento complementar disponível no conjunto Back to the Light box e nos formatos 2CD e digital, apresenta duas leituras alternativas, uma versão para guitarra e uma versão ao vivo gravada no The Palace Theatre, Los Angeles, 6 de abril de 1993 .
“Too Much Love Will Kill You” está disponível para download e transmissão a partir de 30 de julho.
A reedição remasterizada de Back to the Light de Brian May está disponível em 6 de agosto em CD, Vinil, Cassete, download digital e formatos de streaming e pode ser pré-encomendado em: https://BrianMay.lnk.to/BackToTheLigh
Fonte: www.queenonline.com
“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas que celebra os momentos-chave da história do Queen nos lembrando por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.
Uma aventura incomum vê o Queen assumir a trilha sonora de um filme, com a banda decidindo que o álbum resultante deve ser tão musicalmente recompensador quanto os anteriores. Brian e Roger descrevem como esse projeto emocionante surgiu e abriu novos caminhos.
“Acho que estávamos bem à frente do jogo lá.” Roger Taylor.
“Oh, não vai funcionar para o meu filme”. Dino De Laurentiis, Produtor.
Queen The Greatest, a jornada pela história do Queen até agora celebrando suas maiores canções, performances e conquistas, esta semana relembra uma nova e fascinante partida para a banda.
Para o que seria o nono álbum de estúdio da banda, esta também seria a primeira vez para eles, sua primeira trilha sonora de filme. É, claro, Flash Gordon. Para uma banda dada a espetáculos auditivos, parecia um ajuste perfeito, embora o produtor Dino De Laurentiis tivesse seu momento de dúvida.
Em 1980, o trabalho em Flash começou junto com as sessões de gravação de The Game, mas embora isso obviamente representasse uma espécie de ponto de partida para a banda, eles estavam determinados a torná-lo um álbum do Queen tanto quanto os anteriores.
Com algumas imagens raras da banda tocando ao vivo em Flash e algumas imagens no estúdio Advision, em Londres, Brian e Roger explicam como o projeto surgiu:
Roger Taylor:
“Foi realmente uma oferta interessante do (produtor) Dino De Laurentiis, e Joe Smith, chefe da Elektra Records, foi o engenheiro de tudo realmente. E foi interessante, na verdade, porque o filme foi um grande sucesso na Europa e no Reino Unido, e fracassou completamente na América ”.
Brian May:
“Mas se tornou um vídeo cult mais tarde. Eu me sinto muito orgulhoso da coisa do Flash porque realmente esta foi a primeira vez que uma trilha sonora de rock foi colocada em um filme que não era sobre rock.
“Houve muita resistência a ele, muitas pessoas disseram que não iria funcionar, incluindo Dino. Quando ele ouviu pela primeira vez, ele disse “oh, não vai funcionar para o meu filme”, a ideia do rock estar lá. Mas ele logo se acostumou com a ideia e acabou adorando. ”
Roger Taylor:
“Na verdade, foi meio que coisa do Brian, e realmente funcionou bastante. Quero dizer, você nunca ouviu rock pesado – muito dele era bem pesado – música em um filme, então essa sequência de batalha é realmente inovadora. ”
Brian May:
“Foi, eu acho, o primeiro.”
Roger Taylor:
“E agora você não pode ver um filme sem álbuns de trilha sonora chegando até você e música pesada.”
Brian May:
“E guitarras pesadas”.
Roger Taylor:
“Acho que estávamos bem à frente do jogo lá.”
Conforme o álbum The Game começou a tomar mais tempo da banda, Brian assumiu a responsabilidade de colocar a trilha sonora em ação. A faixa-título, Flash, seria o único single lançado, mas o álbum está repleto de músicas clássicas do Queen – não menos do que The Hero, que se tornou uma abertura estelar para o show ao vivo … como pode ser visto na apresentação desta banda em Milton Keynes, Reino Unido, 5 de junho de 1982.
Compreensivelmente, este projeto levantou a questão na época se o Queen consideraria fazer outra trilha sonora de filme …
Roger Taylor disse na época:
“Essa coisa de filme era muito interessante, e se alguém vier com uma oferta realmente fascinante para outro filme, talvez possamos pensar sobre isso. Mas, não, somos uma banda de rock and roll, acho que sempre seremos. ”
É claro que o Queen voltou a marcar pontos com sua segunda trilha sonora seis anos depois, para outra fantasia de ficção científica, o enorme sucesso Highlander. Saberemos disso depois.
Próxima semana – Queen: The Greatest Greatest Hits.
Fonte: www.queenonline.com
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