Confira, no vídeo abaixo, o bate papo dos dubadores do filme Bohemian Rhapsody!!

Fonte: Ícaro Antonio Rosado – via Grupo Whatsapp Queen Net

 

 

A banda vencedora do concurso ‘Esse Cover Deu Um Show’, promovido pela Movida Aluguel de Carros, está esta tarde no estádio Allianz Parque, em São Paulo, se preparando para o show de mais tarde, no evento especial para a pré-estreia do filme Bohemian Rhapsody no Brasil. O evento Celebration Experience contará com shows de Frejat, banda Malta e convidados, além da banda cover do Queen vencedora do concurso, Classical Queen.

Antônio Lobato, Julio Cesar Abrileri, Fernando Gamba e Anderson Macedo são os integrantes da banda Classical Queen e eles deixaram uma mensagem para todos nós direto do Allianz Parque nesta tarde, confira:

A Fox Film divulgou o terceiro e último trailer do filme Bohemian Rhapsody e você confere a seguir com legenda em português:

System Of A Down, Johnny Cash, David Bowie e até o Vitas ganharam “homenagem” em clássico do Queen

Anthony Vincent está de volta e agora o músico foi ousado.

Conhecido por conta do seu canal no YouTube onde regrava canções clássicas ao estilo de várias bandas diferentes, ele resolveu atender inúmeros pedidos e interpretou o clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen, com as características de 42 bandas diferentes.

No vídeo abaixo você pode ver como “Bohemian Rhapsody” foi interpretada aos estilos de nomes como System Of A Down, Ozzy Osbourne, Bad Religion, Kendrick Lamar e até mesmo outros nada óbvios como Johnny Cash, Skrillex e ao estilo de Star Wars.

Divirta-se na sequência.

  1. Queen
  2. Anthony Vincent
  3. The Chordettes
  4. Johnny Cash
  5. David Bowie
  6. Ozzy Osbourne
  7. Frank Sinatra
  8. Sam Cooke
  9. Boyz II Men
  10. Daft Punk
  11. Janis Joplin
  12. Scott Joplin (King Of Ragtime)
  13. Skrillex
  14. Hendrix (Michael Winslow Version)
  15. Kenny G
  16. Bobby McFerrin
  17. Star Wars
  18. N.W.A.
  19. Kendrick Lamar
  20. System Of A Down
  21. Elvis Presley
  22. Bollywood
  23. Bad Religion
  24. Bruno Mars
  25. Death Grips
  26. Chuck Berry
  27. Michael jackson
  28. The Clash
  29. Ray Charles
  30. Aretha Franklin
  31. Soggy Bottom Boys
  32. Death
  33. ABBA
  34. Ghost
  35. Muse
  36. Vitas
  37. Medieval Music
  38. Frankie Valli and the Four Seasons
  39. Tool
  40. Prince
  41. Nirvana
  42. Dream Theater

 

Fonte:  www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

A banda Cover Classical Queen venceu o concurso proporcionado pela Movida Aluguel de Carros e tocará no evento no Alianz Parque dia 30/10/18. Nossos sinceros parabéns à banda!!

O que todos sabem, o baixista do Queen, John Deacon, não se envolve publicamente com projetos atuais do Queen, como a parceria da banda com o cantor Adam Lambert. As pessoas vivem se perguntando onde está Deacon, todos os fãs sentem a sua falta e inclusive todos cogitaram a ideia, sem perder a esperança, de que ele estaria presente na divulgação oficial de Bohemian Rhapsody, o filme biográfico do Queen, mas infelizmente ele não esteve presente.

O jornal britânico Daily Mail publicou hoje (27), uma notícia sobre o paradeiro atual de John Deacon:

“Vestindo uma jaqueta azul-marinho sensata, o homem careca fumando uma ponta de cigarro em uma rua do sul de Londres na semana passada dificilmente poderia cortar uma figura mais monótona.
 
Seu cabelo é cinza e seu comportamento de meia-idade. Esta semana, a apenas alguns quilômetros de distância, seus antigos amigos Brian May e Roger Taylor caminharam pelo tapete roxo na estréia do filme Bohemian Rhapsody, ma nada de Deacon.
 
Este é John Deacon, o membro “perdido” da rainha. Com um valor estimado de £ 105 milhões, ele não tem mais nada a ver com a banda.

 

Descobri que o fato é que esse homem silencioso e inteligente, agora com 67 anos, sempre se esquiva de qualquer coisa que tenha a ver com aparições públicas.

O agente de relações públicas da banda, Phil Symes, disse-me esta semana: ‘Ele está apenas vivendo uma vida particular’.” publicou o tabloide.

John escolheu viver sua vida particular da forma que acha correta para si, nós fãs o apoiamos em sua decisão apesar de sentirmos sua falta, ele fez muito pelo Queen, pela música, e tem todo o direito de viver como desejar.

God save the QUEEN!

 

Fonte: www.dailymail.co.uk

Foi divulgado recentemente o trailer final do filme biográfico do Queen.

 

O filme ‘Bohemian Rhapsody’ repassa a vida do músico e expõe sua solidão, seus excessos e incertezas

Há algo enganador e difícil de capturar em Bohemian Rhapsody, a canção da banda britânica Queen composta por Freddie Mercury para o álbum A Night in the Opera (EMI, 1975). Milhões de pessoas sabem de cor as suas mudanças de tom e ritmo, seus extravagantes coros e falsetes e o contagiante riff da guitarra de Brian May. E, no entanto, qualquer um que tentar se exibir com ela em uma noite de álcool e karaokê inevitavelmente enfrentará o fracasso.

Algo parecido aconteceu com a maioria dos críticos de cinema em Londres depois de ver a estreia da cinebiografia de mesmo nome (no Brasil, o filme estreia no dia 1º de novembro). A categoria de lenda do Queen, e especialmente de Freddie Mercury, causou um duplo engano na espera ansiosa por um filme de filmagens turbulentas e que levou dez anos para ver a luz. As realizações musicais do grupo são indiscutíveis. A personalidade carismática de Mercury, com seu trágico final vítima da AIDS, também.

Os ingredientes eram perfeitos para uma história épica. A estreia deixou um gosto insosso e dispensável. “Se a intenção desse filme era que a gente saísse do cinema e começasse a repetir a incrível música desta banda (e é isso que este crítico fez), conseguiu. Mas se esperavam mais do que uma versão tingida de rosa do que poderia ter sido uma das biopics mais interessantes e comoventes de todos os tempos, tenham cuidado: eu gostei, mas isto não é vida real, está mais para fantasia”, escreveu o crítico James East no jornal The Sun, parafraseando em suas últimas palavras um dos trechos mais famosos da canção que dá título ao filme.

Só se salva da sensação generalizada de mediocridade o ator de ascendência egípcia Rami Malek, que consegue personificar, se não o magnetismo de Freddie Mercury, pelo menos sua explosão no palco e sua imagem inigualável. Não acontece o mesmo com a voz. Foi necessário fazer arranjos no estúdio de gravação para transmitir uma intensidade similar.

O primeiro ator escolhido foi o comediante Sacha Baron Cohen – quem nunca pensou em sua incrível semelhança com Mercury? –, mas discordâncias com os componentes ainda vivos do Queen fizeram com que ele abandonasse o projeto. O mesmo aconteceu com Ben Wishaw, a segunda opção. Houve também mudança de diretor. E todas essas vicissitudes levam à conclusão de que o filme nunca acabou tendo uma ideia clara do que se queria contar.

Bohemian Rhapsody expõe a solidão, os excessos e as incertezas de Mercury. E seu noivado, primeiro, e amor platônico depois, com Mary Austin, interpretada pela atriz Lucy Bointon. A ênfase naquele amor, que era real e se manteve até o fim (Austin herdou a mansão e a fortuna do cantor), agitou as redes sociais: muitos quiseram ver uma tentativa de camuflar a homossexualidade de Mercury. O filme não esconde, no entanto, nenhuma de suas paixões, mas deixa uma sensação para a maioria dos críticos de objetivo não cumprido. Poderiam ter extraído algo mais daquele provocador que chegou a dizer: “Sou capaz de dormir com qualquer coisa, homem, mulher ou gato”.

Mas se tratava mais de obter novas receitas de um sucesso que continua se prolongando por décadas. Um filme “perfeitamente adequado”, escreveu o crítico da BBC. E perfeitamente dispensável, de acordo com o consenso dos demais especialistas.

 

Fonte:  https://brasil.elpais.com

 

 

Sabe o que está chegando?? A cinebiografia de Queen e seu vocalista Freedie Mercury! Bohemian Rhapsody, estreia no dia 1/11 e vai mostrar alguns episódios famosos da história da banda e de seu vocalista entre as décadas de 70 até o lendário show no Live Aid, que aconteceu em 1985.

Além de termos Rami Malek no papel de Freddie Mercury, tem muito nome novo e legal interpretando os demais membros da banda. E não é que eles ficaram idênticos?

O elenco principal do filme conta com Rami Malek, vivendo o Freddie Mercury; Ben Hardy como Roger Taylor; Gwilym Lee como Brian May e Joseph Mazzello encenando John Deacon.

A gente resolveu contar um pouco mais sobre eles para você chegar sabendo tudo no dia da estreia. Vem ver:

Rami Malek como Freddie Mercury

Rami Saíd Malek é um ator americano de 37 anos e estreou no mundo artístico em 2004 com um pequeno papel na série Gossip Girl. Ele apareceu em dois episódios da 4ª temporada. O primeiro papel de destaque de Malek foi sua participação nos filmes Uma Noite No Museu 1 e 2, onde interpretou o Faraó Ahkemenrah.

Até sua caminhada para interpretar Freddie, Rami passou por produções como Battleship (2012), Amor Fora da Lei (2013), Need For Speed (2013) e Buster’s Mal Heart (2016).

Atualmente, Malek interpreta o protagonista Elliot, na série de TV americana Mr. Robot, que está em sua 3ª temporada. Em 2016, conquistou o Emmy por melhor ator da mesma série. Agora, está no papel do vocalista de Queen, Freddie Mercury, no longa Bohemian Rhapsody.


Gwilym Lee como Brian May

Gwilym Lee é um ator britânico de 34 anos e começou sua carreira cedo, ainda com seus 16 anos, em um grupo de teatro. Em seguida, Lee foi para TV e participou de diversas adaptações, como Animal Ark (1998), Land Girls (2011) e outras diversas.

Além disso, Gwilym se consagrou com seus papéis em O Turista (2010), A Song for Jenny (2015), a série britânica Jamestown (2017) and Midsomer Murders. Agora, ele será o guitarista Brian May na cinebiografia de Queen.


Joseph Mazello como John Deacon

Joseph Mazello é um ator americano de 35 anos, que nasceu e cresceu na cidade de Nova York. Joe, como é conhecido pelos amigos mais próximos, iniciou sua carreira artística como diretor e ator no filme Matters of Life and Death, de 2007.

Entre seus papéis mais notáveis, destacam-se sua participação no elenco de Jurassic Park, como Tim Murphy (1993); A Cura (1995), em que fez Dexter; e como Cabo Eugene B. Sledge na série de 2010 da HBO The Pacific.

Agora, Mazello será o baixista John Deacon em Bohemian Rhapsody.


Ben Hardy como Roger Taylor

Ben Jones, conhecido artisticamente como Ben Hardy, é um ator e modelo inglês de 27 anos de idade.

Ele ficou muito conhecido entre os jovens ao interpretar Peter Beable, na novela da BBC EastEndres, entre os anos de 2013 e 2015. Hardy também fez parte do elenco de X-Men: Apocalipse.

Agora ele será o multi-instrumentalista e backing vocal da banda Queen no novo lançamento da Fox Film.

 

(Restante do elenco)

Mike Myers – (não teve seu personagem divulgado, mas suspeitamos que seja Peter Freestone)

Michelle Duncan – Shelley Stern

Max Bennett – David

Vincent Andriano – Meat Packer One

Ian Jareth Williamson – NY Clubber / Former Lover

Dermot Murphy – Bob Geldof

Jessie Vinning – Concert Goer

Lora Moss – Live Aid 85′ Attendee

Adam Lazarus – Raver

Jason Redshaw – Concert Goer

Johanna Thea – VIP Party Guest

Peter Coe – Club Doorman

Israel Ruiz – Backstage Guest

Stefan Kopiecki – Video Producer

Michael Ballard – Meat Packer

Philip Andrew – Mack

Leo Hunter – Freddie’s Photographer

Lasco Atkins – NYC Meatpacker

Matthew Houston – Larry Mullen Jr. (U2 drummer)

Miroslav Zaruba – Singing Russian Soldier

Dickie Beau – Kenny Everett

Joanna Zwierzynska – Concert Girl

Frank Lavados – Madison Square Garden Audience

Sarah Woodruff –  English Woman

Adrian Danila – Live Aid Photographer

Ellis Crewe-Candy – 1970s Concert Fan

Ross Green – Critic

Garry Summers – Voice Doctor

Jason Lines – Munich Guitarist

Lucy Pickles – Young Woman Live Aid

Sammy Johnston – Crowd Member

Philips Nortey – Meatpacker Manager

Scott Morrison Watson – Steve

Amanda Smith – Concert Goer

Connor Wolf – Madison Square Garden Audience

Ryan Wiseman – VIP Party Guest

Pat Lally – Journalist

Neil Fox-Roberts – Mary’s Father – Mr Austin

Royce Cronin – TV Director

Devlin Lloyd – Floor Manager

Andreea Helen David – Live Aid Volunteer

Elena Brambilla – Live Aid Concert Girl

Scott Rodrigues – Concert guest

Shane Griffin  – Freddies Friend (uncredited)

Richard Price – Leather Fetish at MineShaft & Houseparty (uncredited)

 

Com Fonte: http://www.papelpop.com

Mercury queria que as pessoas ouvissem sua música sem pensar que ele estava sofrendo de uma doença fatal, conta o assistente pessoal do cantor, Peter Freestone.

Peter Freestone
Peter Freestone

É uma noite em novembro de 1991. Freddie Mercury, vocalista da banda de rock Queen, tirou um cochilo. Peter Freestone, sentado perto dele, segura sua mão. Até horas antes, ele era um dos poucos que estavam cientes de sua doença.

“Quando comecei a trabalhar como seu assistente, ele costumava sair todas as noites, porque a vida é para viver, você sabe. Você nunca sabe quando isso vai acabar”, disse Freestone para a jornalista da BBC Lucy Williamson.

Freestone, seu assistente pessoal por doze anos, viu Mercury ascender ao auge do sucesso artístico. Mas já em 1991 o observava em sua luta para esconder os sinais de uma doença devastadora.

“Lembro quando ele me contou, em 1987. Ele disse que tinha aids e que isso era tudo: ‘Não vamos falar sobre isso novamente’.”

Ele queria que as pessoas ouvissem sua música sem pensar que ele estava sofrendo de uma doença incurável, explicou Freestone.

“Esta é uma das razões por que ele guardou para si mesmo. Nem mesmo sua família sabia dos detalhes até o último ano de sua vida. A banda sabia, eu acho, desde 1990”, diz ele.

“Se olharmos para trás, lembraremos que a doença nem tinha nome antes de 1984. Quando ele soube que estava doente, apenas um de seus amigos mais próximos havia morrido de aids.”

Freddie Mercury era abertamente bissexual, e quando o HIV começou a se espalhar entre a comunidade gay em Londres, sabia-se muito pouco sobre o assunto.

Naquele tempo, o tratamento era fornecido muito tarde. Muitas vezes, era ineficaz.

Sua família e amigos souberam a verdade quando o sistema imunológico de Mercury já estava apresentando sinais de colapso, diz Freestone.

Freddie Mercury durante show do Queen no Palais Omnisports de Paris Bercy, em setembro de 1984 — Foto: Jean-Claude COUTAUSSE / AFP

Tratamento em casa
Nos últimos meses de vida, ele colocou um cateter venoso central, por onde recebia medicamentos três vezes ao dia.

“Em vez de ir ao hospital, Joe Fanelli (cozinheiro da casa) e eu aprendemos a dar-lhe os medicamentos. Nós também nos tornamos seus enfermeiros.”

“Ele nunca ficou deprimido por causa de sua condição”, diz Freestone.

“Era um fato para ele. Não fazia sentido perder tempo tentando descobrir como ele se contagiou, onde ou quando.”

Embora em outubro de 1989 os médicos tenham aconselhado Freestone a estar preparado, porque provavelmente o cantor não estaria vivo no Natal, Mercury permaneceu vivo por mais dois anos.

Durante o último ano, “ele não mostrava mais a energia que costumava ter”. Como continuava enfraquecendo, era mais difícil fingir que estava tudo bem.

No entanto, “ele conseguiu gravar quatro faixas completas para a banda. Ele queria deixar o máximo de músicas possível, com as quais poderia trabalhar depois que se aposentasse”.

Finalmente, apenas algumas horas antes de morrer, ele tomou a decisão de fazer uma declaração pública.

“Tudo bem, todo o planeta já suspeitava, mas pouquíssimas pessoas sabiam com certeza que ele tinha aids”, diz Freestone.

Freddie Mercury durante show do Queen no Palais Omnisports de Paris Bercy, em setembro de 1984 — Foto: Jean-Claude COUTAUSSE / AFP
Freddie Mercury durante show do Queen no Palais Omnisports de Paris Bercy, em setembro de 1984 — Foto: Jean-Claude COUTAUSSE / AFP

“A partir das enormes conjecturas que têm aparecido na imprensa ao longo das últimas duas semanas, gostaria de confirmar que eu sou HIV positivo e tenho aids. Creio que tenha sido correto não publicar esta informação até agora para proteger a privacidade das pessoas ao meu redor. No entanto, chegou a hora de meus amigos e fãs de todo o mundo saberem a verdade. Espero que todos se unam a meus médicos e todos os outros no mundo que lutam contra esta doença terrível. Minha privacidade foi sempre algo especial para mim e eu sou famoso por dar poucas entrevistas. Por favor, entendam que continuará sendo assim”.

Freddie Mercury, novembro de 1991

____________

“De qualquer forma, ele sabia que, quando morresse, a doença se tornaria pública”, afirma Freestone.

“A última coisa que ele queria é que pensassem: ‘Freddie Mercury morreu com um segredo obscuro e sujo’. Então, ele pensou que desta forma poderia ajudar outras pessoas, reconhecendo publicamente que ele tinha aids, que era algo que poderia afetar qualquer pessoa no mundo.”

Últimos momentos
De acordo com Freestone, foi 48 horas antes de morrer que Mercury escreveu a declaração tornando pública sua doença. “Ele não sabia, ninguém poderia saber, que ele morreria no domingo”, conta.

“Na sexta-feira, ele teve compostura suficiente para conversar com Jim Beach, o empresário do Queen, por quatro ou cinco horas para concordar com o vocabulário que usaria nesses dois ou três pequenos parágrafos. Ele queria que eles fossem exatamente perfeitos.”

Naquela noite, Freestone o atendeu pela última vez.

“Durante sua última semana de sua vida, houve alguém com ele 24 horas por dia.” Três pessoas se revezaram para passar a noite cuidando do cantor.

Sexta à noite foi a vez de Freestone. “Ele estava deitado e eu sentei ao lado dele e segurei sua mão.”

“Ele dormia e acordava, de novo e de novo. Eu apenas segurava sua mão para que ele soubesse que havia alguém o acompanhando, que ele não estava sozinho”, diz ele.

“Uma das últimas coisas que ele me disse, e é uma daquelas coisas que eu lembrarei para o resto da minha vida, foi ‘obrigado’. Eu não sei se ele disse obrigado por estar com ele naquela noite ou pelos 12 anos anteriores”.

“Eu não sei e nunca vou saber.”

 

Fonte: https://g1.globo.com/

 

 

Guitarrista ainda diz o que acha que Freddie Mercury pensaria do filme

Bohemian Rhapsody é o nome de um filme que será lançado nos próximos dias e irá contar a história do Queen, principalmente sob a perspectiva do vocalista Freddie Mercury.

Com data de estreia marcada para 01 de Novembro, o longa já foi exibido para críticos de cinema ao redor do mundo e quem falou a respeito foi o guitarrista Brian May, em entrevista para a revista Classic Rock.

Quando perguntado sobre o que sentiu ao assistir ao filme, disse que foi “alegria, terror, tristeza e todas essas grandes emoções”.

Ele ainda falou que já viu Bohemian Rhapsody “centenas de vezes”, tanto em pedaços como em uma unidade só e que mesmo assim se emociona toda vez:

É muito emocionante. É completamente focado no Freddie. Sim, nós estamos lá também, mas a história é sobre o Freddie e a ideia sempre foi essa.

O Freddie é precioso para nós. Uma das grandes revelações logo no início veio quando o roteirista Peter Morgan disse, ‘Esse é um filme sobre família.’ É sobre as coisas que acontecem em uma família – algumas boas, outras ruins, a partida, a procura por independência e o processo de nutrir a família.

É um filme sobre isso, de certa forma, e sobre o talento emergente de Freddie, sua magnífica resiliência e senso de humor.

Brian May ainda foi questionado sobre o que pensa que Freddie Mercury acharia do filme, e disse:

Acho que ele diria que é um ‘fair cop’ [expressão que significa assumir algo de errado quando você é pego em flagrante]. O filme mostra toda sua grandiosidade e sua falibilidade, além da insegurança – o pacote todo.

Eu acho que o filme o retrata de maneira verdadeira e não de forma bajuladora, mas de uma forma que aprecia o seu talento. Porque com certeza absoluta ele era único. Eu nunca conheci ninguém como Freddie em toda minha vida, antes ou depois, e provavelmente nunca mais irá acontecer.

 

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

Um dos filmes mais esperados deste ano teve a sua pré-estreia mundial esta terça-feira. ‘Bohemian Rhapsody’, o filme biográfico sobre Freddie Mercury e o Queen (esta é a forma mais correta de apresentá-lo) foi exibido pela primeira vez esta quarta-feira na SSE Arena, em Londres. Anteriormente denominada Wembley Arena, fica a poucos metros do estádio de Wembley, onde o Queen deram um dos seus concertos mais memoráveis, no Live Aid em 1985.

Entre os convidados que marcaram presença na pré-estreia, dois destacaram-se. Brian May e Roger Taylor, o guitarrista e o baterista do Queen viram o filme que ilustra a ascensão ao topo da banda, considerada por muitos como uma das melhores de sempre.

Brian May admitiu à Sky News que ver o filme foi uma experiência emocional. “A grande questão era fazer justiça ao Freddie de uma forma que ele gostasse e que estivesse à altura dele. Está tudo lá. O humor, o talento, o desgosto. Há muitas lágrimas e muita alegria neste filme. Por isso, sim, é sempre o Freddie. Freddie, Freddie, Freddie. Porque esta era a oportunidade que tínhamos de fazer um filme sobre o Freddie”.

@brianmayforreal
@brianmayforreal

E o guitarrista não duvida da opinião que o carismático vocalista do Queen teria sobre este filme sobre a sua vida. “O Freddie teria adorado”, salientou.

O filme, que levou 10 anos para chegar ao grande tela, é protagonizado por Rami Malek, que interpreta Freddie Mercury. O ator disse que “deu tudo o que tinha” para encarnar Mercury. “Ele foi adorado por centenas de milhões de pessoas, de várias gerações, e vai continuar a ser adorado por várias gerações”.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/

O improvável encontro entre Lemmy Kilmister (Motörhead) e Ted Nugent ocorreu em 1997, quando as lendas contribuíram para uma regravação de “Tie Your Mother Down” do Queen.

A versão saiu no álbum tributo à banda de Freddie Mercury e Brian May intitulado “Dragon Attack – A tribute to Queen”.

A faixa contou com Lemmy no vocal e guitarra base, tio Ted na guitarra solo, Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria.

 

Fonte: https://whiplash.net

As bandas Classical Queen e The Show Must Go On – Queen Reviving estão na grande final. Participe!!

 

Dica de: Rafael Macedo

O cronista da NiT está em estágio para a estreia de Bohemian Rhapsody e traz a review da banda sonora lançada ontem

O filme estreia só para a semana, mas a banda sonora do “Bohemian Rhapsody” já aqui está e na boa demência que é isto de ser um fanático do Queen, já vos trago a review do que devemos ouvir no filme da vida de Freddie Mercury.

O álbum começa com o jingle da 20th Century Fox interpretado pelo Brian e pelo Roger e é impossível não ficar logo aos saltos na cadeira. Depois da versão do hino britânico que apareceu no álbum “A Night At The Opera” (1975) e da marcha nupcial no “Flash Gordon” (1980), os rapazes não podem ficar por aqui e sugiro já a reinterpretação do hino nacional, do hino do Benfica e do hino do Jardim Escola João de Deus. Desta forma todos os hinos da minha vida ficam sob o tratamento do Dr Brian.

Aparentemente não havia gravações de arquivo dos Smile — a banda de Brian, Roger e Tim Staffel que deu origem ao Queen — que se pudessem salvar e por isso os rapazes foram para estúdio com o Tim passados quase 50 anos e regravaram “Doin’ All Right” (é sem o “g”, ó Brian!). É bem, Bri. É bem.

Uma das grandes novidades da banda sonora é a versão ao vivo de “Fat Bottomed Girls” gravada em Fevereiro de 1978 em Paris e lamentavelmente excluída do subsequente álbum ao vivo “Live Killers”. Ora, o que acontecia neste segmento do louco show do Queen nesta tour é que entravam em palco dezenas de miúdas nuas em bicicletas enquanto a banda tocava (é audível o entusiasmo de Freddie na gravação). Isto deixa antever que vamos ter alguma ousadia (e alguma nudez!) no filme. Será que o Dr. Bri deixou?

Não consigo ainda acreditar que o filme tem o atrevimento de mostrar o Brian a compor o “We Will Rock You” com o Freddie de bigode. Para quem não sabe, o Freddie deixou crescer o bigode em Março de 1980 (a primeira aparição num disco foi no single de “Play The Game” em Maio desse ano) e “We Will Rock You” foi gravado no verão de 1977 para o álbum “News Of The World”, quase TRÊS ANOS ANTES! Então, Brian?

Eu sei que os fãs do Queen aceitam tudo o que lhes pões à frente (começando por mim), mas não somos assim tão tapadinhos. Espero bem que o moustachegate (tinha que cunhar algum nome para este verdadeiro escândalo) seja a única grande aldrabice temporal do filme. Mas espera aí. Na banda sonora o “Bohemian Rhapsody” (de 1975) aparece DEPOIS de “Fat Bottomed Girls” (de 1978)! Tu queres ver?

Um dos pontos altos do disco é a versão de cortar a respiração de “Love of My Life”, gravada no primeiro Rock In Rio em 1985 e cantada em plenos pulmões por 250 mil pessoas. É um dos pontos altos da história do Queen, que aparece aqui pela primeira vez em disco. E eu estou felicíssimo, uma vez vou poder usar isto para o London Calling da próxima semana sobre o Queen ao vivo nos anos 80. Aliás, o London Calling já está em estágio para o evento cinematográfico do ano desde a última semana, com a primeira parte do especial Queen: A Concert Through Time And Space dedicado aos anos 70.

Outro ponto alto da banda sonora é a também estreia em disco da aparição do Queen no Live Aid em 1985. São 23 minutos que para algumas pessoas representam o pináculo de toda a existência humana. Para mim, por exemplo. É com esta cena que o filme (alegadamente) termina e eu espero que sim. Não vejo melhor final para um filme do Queen que a coroação de Freddie.

Em suma, é uma bela banda sonora, muito mais-do-mesmo como seria de esperar, mas com novidades mais do que suficientes para atrair o fãs do Queen a comprar o disco. E mais importante que tudo, abre o apetite sobre o filme que aí vem.

Já sabem a minha previsão do que vai acontecer. O Dr. Brian May quer fazer um filme lavadinho para proteger a imagem e o legado do Queen. Está no seu direito. Eu faria de forma diferente, mas neste momento já não me preocupo com isso. Estou tão eufórico com a chegada do filme, com os cartazes nos autocarros, a Pop Up Shop na Carnaby Street e agora esta banda sonora, que estou apenas a saborear tudo. É para estes momentos que um fã do Queen vive.

 

Fonte: https://nit.pt

 

 

Ator esteve ao lado de outros artistas em programa de TV americano

Fonte: https://www.omelete.com.br/
As faixas de áudio da lendária performance do Queen no Live Aid, em 1985, chegam oficialmente nas mãos dos fãs da banda pela primeira vez junto com o material que integra a trilha sonora de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia que celebra sua música e seu extraordinário vocalista Freddie Mercury.

O áudio do histórico concerto de Wembley se junta à raridades como a versão ao vivo de “Fat Bottomed Girls” retirada de um dos shows de Paris em 1979, que integrou a turnê mundial “Jazz”, e jamais havia sido lançada.

A trilha sonora, com todas as gravações e vocais originais do Queen, com produção assinada por Brian May e Roger Taylor, foi lançada mundialmente nesta sexta-feira (19) em CD e em formatos digitais.

O filme “Bohemian Rhapsody”, que chega aos cinemas de todo o mundo a partir de novembro, é estrelado por Rami Malek como Freddie, Gwilym Lee no papel de Brian May, Ben Hardy como Roger Taylor, Joe Mazzello vivendo John Deacon e Lucy Boynton no papel de a companheira de toda a vida de Freddie, Mary Austin.

Fonte: https://www.radiorock.com.br

Brian May e Roger Taylor revelaram em um novo vídeo de bastidores os truques que ensinaram aos atores de “Bohemian Rhapsody”, filme que se debruça sobre a história da banda e do falecido vocalista Freddie Mercury. A estreia está marcada para o dia 1 de novembro.

Rami Malek, o protagonista do filme, fala sobre a pressão que sentiu ao encarnar Mercury e os colegas Gwilym Lee e Ben Hardy, que desempenham respetivamente os papéis de May e Taylor, falam sobre os encontros que tiveram com os músicos. “Quando vejo as cenas quase chego a acredito que sou eu!”, confessa May. Veja abaixo (em inglês).

Fonte: https://blitz.sapo.pt/

Produção que focaliza o cantor do Queen estreia daqui a duas semanas

O local é o Soho Hotel, em pleno mês de junho, durante o verão londrino. Aqui, no coração de Londres, estão reunidos os atores e produtores de Bohemian Rhapsody, biografia cinematográfica de Freddie Mercury, cantor do Queen, e um dos maiores ícones do rock, falecido no dia 24 de novembro de 1991, aos 45 anos, vitimado pelo vírus HIV. O aguardado filme, com direção de Bryan Singer, estreia no Brasil em 1º de novembro. Será um dos eventos do ano para quem gosta de música. Assim, todo o sigilo era necessário para não estragar a surpresa. Todos os participantes do evento tiveram que passar por diversos dispositivos de segurança, além de ter que assinar cláusulas que garantissem o sigilo total até os dias anteriores a estreia.

Mas antes conversar com os participantes, os integrantes da imprensa foram levados a um cinema localizado dentro do hotel. Lá, foi exibida uma cópia incompleta do filme, com cerca de uma hora duração. Até então, haviam sido distribuídos para a imprensa apenas alguns vídeos esparsos. O filme ainda não havia sido completado e necessitava passar por um processo de pós-produção. Mesmo incompleto, ele emocionou a todos presentes e mostrou até onde os produtores queriam chegar contando a vida de Freddie Mercury.

Nesta sessão exclusiva, foram exibidas sequências até então inéditas. Entre elas, a ansiedade de Freddie Mercury antes dele subir no palco no Live Aid; como eles conheceu o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May e deu início ao Queen; a complexa gravação da canção “Bohemian Rhapsody”; cenas da relação de Mercury com a namorada Mary Austin; como foi a decisão do cantor em sair em carreira solo, além de mais canções da performance do Live Aid. Sem dúvida, a cena mais tocante é aquela que mostra o momento em Freddie conta aos companheiros de banda que ele estava com o vírus do HIV. Mesmo assim, ele diz aos outros que queria seguir cantando até quando tivesse forças.

Se existe alguém responsável pela existência de Bohemian Rhapsody é o produtor britânico Graham King. Claro, ele não é uma figura conhecida pelo grande público, mas basta dizer que King foi responsável entre muito outros, por filmes como Tomb Raider – A Origem, Argo, O Aviador, Guerra Mundial Z, etc. Como fã do Queen, King queria muito contar a saga da banda. Na verdade, a produção de um filme sobre a vida de Freddie Mercury já vinha sendo discutida há muito tempo – todos devem lembrar que algumas vezes Sacha Baron Cohen foi anunciado como o ator que faria o cantor. Depois de muitas negociações, Cohen acabou desistindo devido aos caminhos criativos tomados pela produção que acabaram não o agradando. Tudo isso foi noticiado fartamente pela imprensa mundial e serviu para alimentar o interesse pela produção que em breve todos irão ver.

“Eu estou muito contente. Eu consegui fazer o filme que queria. Estou 100% satisfeito”, falou King, com um grande sorriso no rosto. “Acredito que conseguimos com este filme capturar o DNA do Freddie. Tivemos que fazer inúmeras escolhas em relação a este filme, como mostrar os fatos da vida de Freddie e até as canções que iríamos colocar na tela – afinal, o catálogo do Queen é um dos mais valiosos e conhecidos da história do rock.”

Mas por falar em escolhas, King diz que a melhor delas foi a escalação do norte-americano Rami Malek como Freddie Mercury, como exalta: “Rami é simplesmente incrível. Ele faz um tributo emocionante ao Freddie, e não uma simples imitação. Quando ele estava caracterizado como o cantor, você podia ver a emoção nos olhos das pessoas ao redor. Todo mundo tinha a sensação que Freddie tinha voltado. Com isto, nós tornamos uma família”.

O veterano produtor fala que já trafegou por diversos estilos cinematográficos, mas aponta que fazer uma biografia é algo sempre mais complicado: “É difícil você competir com os documentários, especialmente quando está lidando com alguém tão conhecido como Freddie Mercury”, relata. “Mas atingimos o tom certo. Garanto que ninguém vai se decepcionar com o resultado final e com os caminhos narrativos que seguimos”.

King também lembra que o Queen esteve na América do Sul no começo da década de 1980, quando o Brasil e a Argentina eram dominados por regimes militares. “A banda foi levar o rock para a América latina justamente quando existia todo este tipo de problema com ditaduras”, fala. “Filmamos algumas cenas respeito do assunto. Eu espero que tenha espaço para que elas entrem na edição final”.

Apesar de contar boa parte da incrível jornada de Freddie Mercury, King fala que o epicentro do filme é a performance do Queen acontecida dentro do festival Live Aid, no Estádio de Wembley, em Londres, no dia 13 de julho de 1985. King fala: “O Queen já era uma banda de imenso sucesso nos anos 1970, principalmente quando lançaram o hit ‘Bohemian Rhapsody’. Mas eles conseguiram ficar maior ainda depois do Live Aid, uma atuação magnífica que foi vista nos quatro cantos do mundo. Foram seis dias filmando esta sequência aqui na Inglaterra. Tivemos o maior rigor para que fosse mantido todo aquele clima de excitação. Mas voltando; depois do fenômeno Live Aid, o Queen não precisaria fazer mais nada, já que a imortalidade deles já estava garantida. É o que pretendemos também mostrar no filme”, fala King. Ele também esclarece que o filme termina neste ponto, já que a equipe de produção evitou mostrar os últimos anos e a morte do cantor.

A meta de King foi fazer um filme para o grande público, e não apenas por fanáticos pelo Queen, como explica. “Minha intenção era que este filme fosse o mais acessível possível”, fala. “A vida de Freddie foi muita rica. Não só por causa da incrível música que ele fez com o Queen, mas também por suas escolhas pessoais. Existem questões como a sexualidade dele, e o drama quando ele descobriu que estava com HIV. Mas tudo é tratado com extrema dignidade. Bohemian Rhapsody é um filme para você amar e sair abraçado quando ele acaba”, conclui.

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br

 

 

Foi lançada recentemente a Loja Oficial do Queen no Brasil, a Queen Rock Store, e nós trazemos algumas das dezenas de itens da loja. Confira!! PS: Caso peça senha, use a: QUEENNETBRASIL

 

Acesse a loja Queen Rock Store

 

Agradecimentos a: Kaw