O estudo, dirigido pelo professor Christian Herbst, mostra que a voz do cantor britânico atingia níveis especiais

Freddie Mercury, ex-integrante da banda britânica Queen, é conhecido pelas composições musicais, pelo talento no piano e, principalmente, pela voz inconfundível. As notas emitidas por Mercury viraram tema de pesquisa realizada na República Tcheca. O estudo, dirigido pelo professor Christian Herbst, mostra que a voz de Freddie Mercury atingia níveis especiais.

O pesquisador explica que o segredo estava no vibrato — a oscilação de frequência em torno de uma nota musical — de Mercury. Em entrevista ao NPR Music, Herbst destacou: “Normalmente você consegue cantar em um tom, mas cantores de ópera tentam modular as frequências fundamentais. Geralmente, o vibrato de um cantor de ópera tem uma frequência de 5.5-6 Hz. O de Freddie Mercury era mais alto e mais irregular, e isso cria uma qualidade muito singular“. 

Trajetória de Mercury

Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, foi vocalista da banda de rock Queen de 1970 até 1991 — ano de sua morte. Além do tom de voz peculiar, Freddie é conhecido por diversas composições e sucessos musicais, como as faixas We are the championsLove of my life Bohemian Rhapsody.

 

Fonte: www.uai.com.br

Brian May revelou, em entrevista à Classic Rock Magazine, que o sucesso do álbum “A Night At The Opera” – em especial, da música “Bohemian Rhapsody” – acabou por salvar a carreira do Queen. A faixa foi lançada em 1975, como primeiro single do disco, que também é desse ano.

“Em termos de negócios, estávamos em crise. Fazíamos sucesso, mas estávamos em uma situação de gerenciamento em que não parecia haver luz no fim do túnel. Não estávamos recebendo nossos royalties e, embora dinheiro não seja tudo, não é bom sentir que você está em uma espécie de trabalho escravo”, afirmou.

O bom resultado musical de “A Night At The Opera” só foi obtido graças a John Reid, então novo empresário da banda. “John Reid, que assumiu nossa gestão, disse que cuidaria do lado dos negócios e que nós deveríamos ir embora para fazer o nosso melhor álbum. Mas havia a sensação de que, se não fizesse sucesso, estaríamos no vermelho para sempre. Então, tivemos a sorte de fazer o disco de nossas vidas. E realmente acho isso”, disse Brian May.

O reflexo da competência do Queen naquele período está em “Bohemian Rhapsody”. “Sempre houve uma grande discussão sobre qual seria o primeiro single dos discos do Queen. Ser ou não um sucesso acaba por afetar a percepção e as vendas do álbum, além de interferir no faturamento da banda pelos próximos dois anos. Sempre soubemos que ‘Bohemian Rhapsody’ seria arriscada: poderia ser muito bem recebida ou dispensada de imediato, por ser complexa e longa. Kenny (Everett, DJ da época) topou tocá-la, assim como outros, e tornou-se uma favorita, que pareceu funcionar”, afirmou o guitarrista.

May ainda destacou que “A Night At The Opera”, em termos musicais, é mais semelhante ao segundo álbum da discografia, “Queen II”, do que o terceiro (e antecessor direto de “A Night…”), “Sheer Heart Attack”. “Fizemos ‘Sheer…’ de uma forma comprimida e direta, enquanto ‘A Night…’ era como: ‘essa é a nossa tela, vamos pintar do nosso jeito'”, afirmou.]

 

 

Fonte: https://whiplash.net

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A trajetória de um ídolo da música após seu despertar no outro plano da vida. A ajuda e a orientação recebida através de espíritos de grande evolução moral, o encontro com seus amigos, seus ídolos e o retorno aos palcos. Uma viagem guiada ao íntimo de um ser humano em fase de reconstrução para a verdadeira vida.

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Fãs, eles não podem deixar frases ou graffiti na casa do cantor

Mary Austin, o grande amor de Freddie Mercury, recentemente irritou os fãs do cantor prosseguindo com a restauração da casa herdada da estrela.

Após a trágica morte de Freddie Mercury em 24 de novembro de 1991, os fãs da banda transformaram as paredes da casa em um memorial para a glória do líder do Queen. Isso acabou desagradando Mary Austin, que recentemente apagou todos os graffitis. De acordo com Jacky Smith, presidente do Fã Clube Internacional do Queen, “ela está cansada de ver as paredes de sua casa constantemente vandalizadas”.

O muro viraria um túmulo de acordo com os amigos de Mary Austin.

Citado pelo The Sun, um fã do Queen oferece outra versão: “É um dia triste no Garden Lodge. Venho desde 2012 e, pela primeira vez, há plexiglass (tipo de plástico) na minha porta favorita, não há uma inscrição à vista e já não é pintada com seu icônico verde.”

 

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Fonte: http://www.20minutes.fr/
Dica de: David Net0

Guitarrista do Queen despeja a sua raiva contra a pessoa que o denunciou. E em seguida se retrata.

O guitarrista do Queen, Brian May, não gostou nada de ter visto a sua página do Instagram bloqueada e atacou, sem misericórdia, a pessoa que o denunciou, Barbara Kremer, por uso sem autorização de uma foto.

Num post na sua página de rede social, já em funcionamento, May fez um print screen da mensagem que recebera do Instagram por conta da desativação da sua conta.

Primeiro a culpa, ou a razão principal da sua página de Instagram ter sido bloqueada. “Normalmente, sou muito cuidadoso em creditar as fotos de qualquer um – mas neste caso, ao final do dia, devo ter-me esquecido”.

Depois, o motivo da ira. “Em vez de me escrever e dizer: ‘querido Brian, parece ter-se esquecido de me creditar nesta foto’, esta pessoa – Barbara Kremer, é o seu nome – denunciou-me ao Instagram que não só apagou a foto como desativou toda a minha conta”.

Seguidamente, o constrangimento pessoal: a situação “tirou-me 45 minutos do meu tempo que eu não posso pagar porque a ligação não funcionava no meu telefone”.

Nas frases a seguir, May reverter a culpa para cima de Barbara. Eis o que lhe vai na cabeça. “Que ato tão antipático o seu, Barbara! Não apenas está a tirar-me uma fotografia, como está a explorar a minha imagem e a arrecadar dinheiro a partir de mim sem nada mais que a sua licença – e ainda me impede de usar a foto de mim mesmo”.

O episódio leva May a uma perspetiva filosófica mais geral. “Que mundo louco em que vivemos nestes dias. Tudo o que posso dizer é que se se sente violada, eu sinto-me ainda mais violado”.

Para terminar, Brian May aplica o castigo. “Se descobrir que está num dos nossos concertos no futuro, cuidado, porque, logicamente, sentir-me-ei tentado em expulsá-la”.

Barbara Kremer que se cuide, Brian May pode bem passar a ser ele próprio a verificar as listas de pedidos de credeciais de fotógrafos em próximos shows do Queen.

Atualização:
Brian posta nova mensagem

Brian May esclarece suas afirmações anteriores e diz que, em conversa com Barbara (a fotografa), concebeu que tudo foi um mal entendido. Ela se retratou ante a denúncia que fez, e Brian afirmou que se precipitou em reclamar e julgá-la. Por fim, diz que ambos tiveram muito o que aprender, e que lições foram ensinadas, nessa discussão que terminou em conversa.

 

 

 

Fontes: http://radiocomercial.iol.pt/   

               Instagram Oficial do Brian https://www.instagram.com/brianmayforreal/

Brian em um encontro com os fãs de Amsterdã que adquiriram seu novo livro Queen in 3D, em sua passagem pela Holanda com o Queen no dia 13/11/17. 

Fonte: Instagram Queen Net queennetbrasil

No vídeo abaixo, um unboxing da edição de luxo do “News of the World”, que sai no dia 17 de novembro.

 

Fonte: https://whiplash.net

A revelação foi feita pelo próprio Rod Stewart em sua autobiografia

Há supergrupos que mudaram a história do rock – os Cream, por exemplo – e há outros que poderiam ter feito, caso tivessem saído do papel. Como os Nose, Teeth & Hair, banda que quase juntou na mesma sala Elton John, Fredie Mercury e Rod Stewart.

A revelação foi feita por Stewart na sua autobiografia, Rod: The Autobiography. Segundo o músico britânico, a ideia para este supergrupo surgiu durante uma estadia numa casa que pertencia ao Queen, em Los Angeles.

“O Elton e eu passamos lá uma noite com o Freddie Mercury, um homem divertido e amável de quem eu gostava muito, e discutimos a possibilidade de formarmos um supergrupo”, conta Stewart.

“O nome que tínhamos em mente era Nose, Teeth & Hair [Nariz, Dentes e Cabelo], um tributo aos nossos atributos físicos mais notórios. A ideia geral era a de que poderíamos aparecer vestidos como as Beverly Sisters”.

Stewart não esconde que este projeto poderia ter dado que falar: “Nunca resultou em nada, o que é uma perda gigante para a música contemporânea”, conta.

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

As filmagens para o filme Bohemian Rhapsody continuam, e essa semana a Union Street, em Londres, foi transformada na Midtown Manhattan, Nova York (EUA), tornando-a um dos cenários para as gravações.

“A antiga loja de impressão JMBP foi transformada em uma loja de vinhos e licores da Midtown, enquanto a loja de instrumentos musicais da Paxman substituiu a sinalização pelo logotipo de uma loja de limpeza a seco da cidade de Nova York.

Falsos grafites também foram adicionados à frente da Union House.

A Union Street deveria estar fechada na noite de segunda-feira (06/11) para que as filmagens ocorressem.” Segundo o site London SE1.

Inclusive encontramos algumas novas fotos, de origem desconhecida até o momento, de Rami Malek caracterizado de Freddie Mercury, caminhando em um cenário aberto, o que pode ser exatamente a Union Street transformada em Midtown.

Imagens da Union Street transformada em Midtown NYC:

Bohemian Rhapsody: Union Street como Midtown NYC para o filme Queen

Bohemian Rhapsody: Union Street como Midtown NYC para o filme Queen

Bohemian Rhapsody: Union Street como Midtown NYC para o filme Queen

Rami Malek como Freddie Mercury em novas imagens:

 

FONTE: London SE1 (http://www.london-se1.co.uk/news/view/9441)

Shinoda não poupou elogios ao comparar seu ex-colega de banda com alguns de seus ídolos

Recentemente, o Linkin Park organizou um belo tributo em homenagem ao vocalista Chester Bennington, que contou com participações de membros do Blink-182, System of a Down, KoRn, No Doubt e muitos outros.,

Agora, o colega de banda do músico Mike Shinoda voltou a falar sobre Bennington, não poupando elogios ao amigo. Ao conversar com a Kerrang, Shinoda comparou-o a outras lendas da música, como Freddie Mercury (Queen), James Hetfield (Metallica) ou Dave Gahan (Depeche Mode).

“É engraçado, por que ele é o tipo de cara que, quando você elogiava a sua voz — principalmente no começo da carreira–, olharia para o outro lado, negaria ou faria algum comentário crítico de si mesmo. Enquanto uma parte dele gosta de ser o centro das atenções, a outra corria disso.

Essa era a beleza de Chester. E ele era inspirado por uma série de vocalistas em pontos diferentes de sua vida, pessoas como Dave Gahan, James Hetfield e Freddie Mercury. Eu ocasionalmente lembrava ele que ele também estava nesse nível, mas ele nunca concordava comigo. Ele nunca reconheceu que era, mas nos últimos meses, vários artistas vieram publicamente e privadamente falar para nós que Chester era uma inspiração, assim como a nossa banda. Nós estamos muito gratos.”

Chester faleceu em Julho desse ano e, desde sua morte, recebeu homenagens de diversos músicos e colegas da indústria.

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Mais uma vez a música Under Pressure faz parte da trilha sonora de um filme, desta vez na comédia “OEstado das Coisas”, lançado no último dia 02/11/2017. O filme está em cartaz!

Sinopse:
Brad (Ben Stiller) possui uma carreira lucrativa e uma vida familiar feliz, mas isso não é o bastante. Ele está obcecado em ser o mais bem-sucedido entre os seus ex-colegas de escola, mas, durante um reencontro com um velho amigo, ele é forçado a ignorar seu sentimento de inferioridade e rever seus conceitos.

 

Fontes: Globo News, www.adorocinema.com

A banda já regravou o single do Queen para uma coletânea
A banda já regravou o single do Queen para uma coletânea

O Metallica está atualmente em uma turnê pela Europa e no último dia 28 banda se apresentou em Manchester, Inglaterra.

Lá, a banda fez uma homenagem às vítimas do atentado terrorista que aconteceu durante uma apresentação da cantor Pop Ariana Grande. A música que se tornou hino para os ingleses de Manchester, “Don’t Look Back In Anger” do Oasis, foi tocada pela banda durante um solo de Kirk Hammett e Robert Trujillo.

O cover dos irmãos Gallagher não foi o único da banda. “Stone Cold Crazy”, single originalmente lançado pelo Queen no álbum Sheer Heart Attack de 1974, fez parte do setlist da banda.

A faixa foi gravada pelo Metallica em uma coletânea em 1990, Rubáiyát: Elektra’s 40th Anniversary, em comemoração dos 40 anos da Elektra Records, gravadora responsável pela distribuição dos álbuns do Queen.

Confira o vídeo divulgado no canal oficial do Metallica no Youtube:

 

Fonte: www.wikimetal.com.br

Rufus Taylor, filho do Roger, tocou bateria com o Foo Fighters em Under Pressure, durante show em New Orleans no Voodoo Fest, no último dia 28/10/2017.

Relembre o episódio da série Family Guy (Uma Família da Pesada) em que o álbum News of the World, que completa 40 anos, faz parte do episódio. Colocamos apenas as partes em que aparecem.

Queen lançará uma versão alternativa da capa de News Of The World, álbum que será relançado em uma edição especial de 40 anos de aniversário.

Disponível na Comic Con de Londres, no dia 28 de outubro, a edição trará a capa original e, no verso, uma capa alternativa da Marvel desenhada por Mike del Mundo. A imagem traz um sentinela segurando Logan e a Lince Negra, enquanto Colossus despenca no chão. Veja:

A edição de 40 anos de aniversão de News of the World será lançada em 17 de novembro. A banda revelou hoje a versão alternativa da faixa “All Dead, All Dead”, com Freddie Mercury nos vocais – ouça aqui

 

Fonte: https://m.omelete.uol.com.br

Queen revelou hoje uma versão inédita da faixa “All Dead, All Dead”, do álbum News of the World. A música, que originalmente traz o vocal do guitarrista Brian May, foi  combinada com uma demo do vocalista Freddie Mercury. Ouça:

A nova versão fará parte da edição de 40 anos de aniversão de News of the World, que será lançada em 17 de novembro.

 

Fonte: https://omelete.uol.com.br

Embora seja um homem da ciência, ao contrário de muitos deles, Brian May disse ao Josesy’s Jukebox que não é exatamente um ateu fanático. “Não descarto a possibilidade da existência de Deus. Há cientistas que dirão ‘eu posso refutar a existência de Deus’. Mas não acredito nisto. Acho que a ciência não tem que dizer nada que esteja fora da ciência. Ela é muito boa para estabelecer padrões e limites, mas quanto a dizer o motivo pelo qual as coisas acontecem a ciência não tem que dizer nada. Se houve um Big Bang, e a gente surgiu desta singularidade, como ela aconteceu? Ninguém sabe.”

Depois ele continua: “Temos a ideia que hoje em dia entendemos o que é o universo. Achamos que é esta coisa que está se expandindo, que começou num ponto e está cada vez ficando maior. Mas não temos noção do quão grande está, não temos como medir o tamanho real do universo, sabemos apenas o que pode ser observado. O que está fora disto, ninguém faz a mínima ideia, e parece pra mim que será assim para sempre”.

“Se atingirmos o limite do nosso universo observável não há evidência sugerindo que o que veremos será diferente do que vemos aqui”, prossegue. “Talvez seja assim até o infinito. Mas se for infinito, mesmo sem a ideia dos universos diferentes, talvez em nosso próprio universo exista um infinito número de possibilidades, então deve haver vida por aí”.

Ele se refere a um ponto anterior na conversa onde ele havia dito que acha que há uma possibilidade que não exista vida fora da Terra, já que as condições propícias para que ela se desenvolva são muito específicas e sendo assim é muitíssimo raro que elas estejam todas reunidas como acontece aqui em nosso planeta, mas neste ponto ele desenvolve a ideia de que o universo sendo infinito, existirão infinitas probabilidades que isto possa acontecer.

Depois o entrevistador perguntou como ele entende a morte, e Brian disse: “Não tenho nenhuma indicação do que acontece. Acho que o que enxergamos na nossa existência é apenas um ponto de vista limitado do universo, deve haver muito mais coisas. E pode haver lugares lá fora que também farão parte da existência, talvez seja possível, eu espero que sim, pois seria muito bom pensar que não há um fim para tudo”.

 

Fonte: https://whiplash.net

As estátuas expostas são bem diferentes da imagem real das personalidades que eles tentaram recriar

Estátua de cera de Lady Gaga (Foto: Reprodução)

O Museo de Cera Le Paris, de Lima, no Peru, ganhou fama na web ao ser considerado o pior museu de cera do mundo. O ponto turístico expõe as estátuas de cera mais toscas já vistas. A diferença dos bonecos para a imagem real das personalidades retratadas é gritante e chega a ser cômica.

De acordo com o site funco biz, que o descobriu, é preciso fazer um grande esforço e ter muita imaginação para conseguir identificar os famosos. Lady GagaFreddie MercuryElvis PresleyJohn LennonMiley CyrusShakiraJim Carrey e até o brasileiro Ayrton Senna são alguns dos homenageados.

Estátua de cera de Shakira (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Miley Cyrus  (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Marilyn Monroe (Foto: Reprodução)
Estária de cera de Steven Spielberg (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de John Lennon (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Elvis Presley (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Freddie Mercury (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Jesse Owens (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de John F. Kennedy (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Nelson Mandela (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de João Paulo II (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de Ayrton Senna (Foto: Reprodução)
Estátua de cera de George Harrison (Foto: Reprodução)
Fonte: http://revistaquem.globo.com