Em seu site oficial, o guitarrista Brian May fez críticas ao artigo que a revista “Sunday Times” fez sobre o seu novo livro do Queen, “Queen In 3D”.

Segundo May, a revista teve acesso exclusivo a todos os textos e imagens de “Queen In 3D” e concordou que faria uma reportagem sobre o livro em si. Entretanto, a publicação preferiu destacar “coisas velhas e cansadas” sobre o passado da banda, de acordo com o guitarrista.

O músico descreveu a situação como “um jornalismo péssimo, amador e oportunista”. Ele alega ainda, que usaram apenas duas fotos do livro e deram mais enfoque a imagens que nem ele sabe de onde os editores tiraram.

“A abertura do texto diz: ‘tragédia, deboche e… anões’. Nada disso foi discutido no livro ou na entrevista. Essa mulher (repórter) veio até minha casa, fingiu ser fã do Queen e ia escrever algo legal sobre o livro, então, acabou escrevendo essa coisa ridícula e sensacionalista. Estou com raiva e nojo. Faz tempo que não vejo um jornalismo tão grosseiro e traidor dessa forma. Por favor, ignorem esse lixo – o livro não trata disso”, afirmou May.

Apesar das reclamações sobre a abordagem do artigo, Brian May não negou, em nenhum momento, qualquer declaração oferecida ao “Sunday Times”. Na ocasião, ele deu tristes detalhes sobre os últimos dias de Freddie Mercury.

“Queen In 3D” será lançado hoje, 25 de maio. A obra contém mais de 300 fotos estereoscópicas que documentam a história do Queen. A maior parte das imagens foi feita pelo próprio Brian May.

 

Fonte: https://whiplash.net

Café com Jornal, da Band, Matéria sobre Queen

 

O guitarrista do Queen, Brian May, foi entrevistado pelo portal NME na última terça-feira (23) e falou sobre o atentado terrorista ocorrido em Manchester no dia anterior.

“Eu acordei hoje e vi as notícias sobre Manchester e a primeira coisa que fiz foi escrever no Twitter, só para expressar meu luto e sentimentos com as pessoas. Havia mães que nem sabiam se seu filho estava vivo ou morto. É uma coisa horrorosa. Para mim, é quase impossível imaginar o tipo de ódio que tem que existir em alguém para bombardear crianças”.

 

 

Fonte: https://br.nacaodamusica.com

Brian May afirmou que o vocalista do Queen não gostava de falar sobre a doença mesmo com os amigos mais próximos

Freddie Mercury e Brian May (Foto: Getty Images)

O cantor Brian May falou sobre os últimos meses de vida de seu amigo e colega de Queen, Freddie Mercury (1946-1991) em entrevista ao jornal britânico The Times. De acordo com o músico, Mercury chegou a perder um de seus pés durante seu tratamento contra a Aids. May também disse acreditar que seu amigo poderia estar ainda vivo nos dias de hoje caso já existissem na época os medicamentos utilizados atualmente no combate à doença.

O músico disse que Mercury mostrou o pouco que restava de seu pé esquerdo durante um jantar realizado já no ano de sua morte. “Ele me pediu desculpas por ter me mostrado. Expliquei que só estava chateado por ele estar passando por um sofrimento tão intenso”, disse May.

Freddie Mercury (Foto: Getty Images)
Freddie Mercury (Foto: Getty Images)

O guitarrista do Queen também disse que Mercury evitava falar sobre a doença mesmo com seus amigos mais próximos. “Todos nós já sabíamos que ele tinha Aids, mas ele me falou: ‘Vocês sabem com que estou lidando e não quero falar sobre isso, nem que nossas vidas mudem por causa disso’”, relatou Bryan May.

Brian May (Foto: Getty Images)
Brian May (Foto: Getty Images)

 

 

Fonte:  http://revistamonet.globo.com/Musica

Sim, o rock foi à escola. Melhor dizendo, os roqueiros nem sempre têm sua vida (des) regrada por dias e noites de insônia, ensaios, shows, com sexo, drogas e, claro, rock’n roll, estereótipo que colou graças a algumas aventuras lisérgicas que invariavelmente não terminaram bem.

Mas há bons exemplos dos que acharam um tempo para a caneta, os cadernos e a presença nos bancos acadêmicos.

Isso, certamente, pode ter contribuído para a qualidade do produto que ofereceram às massas. Não é regra, obviamente. Há muita gente que produziu coisas inesquecíveis sem o tal diploma. Os que obtiveram o canudo estão aí com a assinatura em obras cultuadas ao longo do tempo.

Vamos pegar alguns exemplos. Comecemos por Brian May.

Se tem um sujeito que foi longe, este é o guitarrista do Queen. Com facilidade para exatas, graduou-se em Matemática e Física no conceituado Imperial College London. Depois, deu um tempo nos estudos para se dedicar à vitoriosa carreira musical. Uns 30 anos depois, retornou aos bancos escolares até tornar-se PhD em Astrofísica e reitor da Liverpool John Moores University.

Seu colega de banda, Freddie Mercury, também tinha formação. Sua área: Design Gráfico e Artístico pela Ealing Art College, da Inglaterra.

Greg Graffin, frontman da banda punk Bad Religion, é outro caso do gênero. Ele se formou em Antropologia e Geologia pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA). Pela mesma instituição, recebeu o título de Mestre em Geologia, além de ser PhD em Zoologia pela Cornell University. Graffin divide a carreira de vocalista de uma banda punk com o trabalho como professor universitário e autor de livros sobre evolução.

Agora, um dos casos mais emblemáticos é o de Bruce Dickinson, do Iron Maiden. O cara é piloto de avião comercial, comanda o Ed Force One (avião que leva o grupo nas turnês mundiais), e ainda atua como ator, roteirista, esgrimista e historiador. Em 2011, foi agraciado com o título de Honoris Causa de doutorado Universidade Queen Mary College, de Londres, pela sua contribuição à indústria musical. Não bastasse a pluralidade de tarefas que consomem tempo e muita energia, ainda sobram algumas horas para caprichar na alquimia. Ou quase isso: Bruce é mestre cervejeiro. É dele a The Trooper, cerveja que leva o nome de umas das músicas da Donzela de Ferro.

Em 2012, o vocalista foi tema de um estudo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), por meio do artigo intitulado “Testando a ‘Donzela de Ferro’ ou como engrandecer um rock star no mundo inspirado”.

O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, é outro que recebeu doutorado honorário da Universidade Britânica de Coventry por sua contribuição para o mundo da música popular, segundo nota da instituição. Na explicação, a universidade reconhece o papel de Iommi como um dos pais da música heavy metal e seu status como uma das pessoas mais influentes da indústria”.

E por que não?

O heavy metal, enquanto gênero do rock, já virou disciplina na universidade. O professor Charris Efthimious, da Universidade de Música e Performances Artísticas de Viena, na Áustria (em alemão,Universität für Musik und darstellende Kunst Wien), introduziu a disciplina Hard Rock e Heavy Metal: História da Música e aspectos analíticos do som ‘pesado’ dos anos 70, 80 e 90. Ali são estudadas obras de bandas como Black Sabbath e Iron Maiden. O professor dá sua explicação: as obras de Black Sabbath e Iron Maiden são tão importantes quanto às de autores clássicos como Richard Wagner, Mozart, Beethoven e Sebastian Bach.

Ele reforça a tese de que, assim como os clássicos, Black Sabbath e Iron Maiden foram os precursores de uma nova estética na música em seu tempo.

E há mais gente boa nesse roteiro escolar. Sinal de que frequentar a escola, em meio a acordes pesados e riffs marcantes, não são empecilhos para uma duradoura e vitoriosa carreira no mundo do rock. Ok, garotada? Então, fazer um som é muito bom, mas estudar é show!

 

Fonte: http://blogs.atribuna.com.br/blognroll

Freddie Mercury e Darth Vader, de Tom Callins, 10.08.1980.
Freddie Mercury e Darth Vader, de Tom Callins, 10.08.1980.

Em 10 de agosto de 1980, a banda Queen proporcionou a criação de um dos mais famosos registros iconográficos da galeria do Rock, quando seu vocalista, pianista e homem de frente, Freddie Mercury, apareceu absoluto sobre o grande vilão de Guerras nas Estrelas (Star Wars), Darth Vader, durante show de divulgação do álbum The Game na cidade de Houston, no Texas, EUA.

Freddie, coroado pela crítica como um dos mais extraordinários artistas de todos os tempos, ficou conhecido por sua poderosa voz e desempenho enérgico e dominador dos palcos, além da criação de canções mundialmente aclamadas, como We Are the Champions, Love of my Life e Bohemian Rhapsody. Atualmente, a banda Queen se encontra destacada na mais nobre das galerias do Rock N’ Roll.

 

 

Fonte: www.museudeimagens.com.br

Theresa May e Brian May || Créditos: Getty Images
Theresa May e Brian May || Créditos: Getty Images

Theresa May, a primeira-ministra do Reino Unido, tem um novo adversário ferrenho: Brian May, o guitarrista da banda de rock Queen que, apesar de ter o mesmo sobrenome da nova rival, não é parente dela. Notório defensor dos direitos dos animais, ele não gostou de saber que a política pretende levar adiante a ideia de liberar a caça à raposa na Inglaterra e no País de Gales caso vença as eleições gerais do próximo mês – nesta terça-feira ela voltou a defender o fim da proibição em um discurso.

“Isso muda tudo. As linhas de batalha foram expostas. Esta mulher horrorosa vai trazer de volta os esportes sangrentos, a menos que a consigamos impedir”, Brian postou em seu perfil no Instagram logo após a declaração de May, prometendo fazer campanha contra ela.

Tradição de mais de 300 anos, a caça em que cães matam raposas foi proibida nos dois países em 2005, o que gerou protestos na época. Apesar disso, ainda é permitido por lá atirar nos animais para matá-los, o que em tese reduziria o sofrimento deles.

 

Fonte: http://glamurama.uol.com.br

O cantor Adam Lambert comentou em entrevista para a NME divulgada na última segunda-feira (8) a respeito do filme biográfico de Freddie Mercury.

O longa, que deve ser lançado em 2018, contará com a participação do ator Rami Malek como cantor e Adam – que vem se apresentando junto com o Queen – comentou por que ele não considerou estar no filme.

Não acho que eu estou hábil a fazer isso. Quero dizer, é um nível completamente diferente. Eu amo cantar as músicas que o Freddie cantou no palco, mas também gosto de fazer isso como eu mesmo. Não sei se conseguiria interpretar Freddie. (…) Estou bastante animado para ver a participação do cara que foi escalado, ele é ótimo.”

Adam Lambert está se apresentando junto com a banda desde 2011, com direito a turnê brasileira, e tem apresentações marcada para os próximos meses na Europa.

 

Fonte: https://br.nacaodamusica.com

A depressão ainda não é vista com a sua devida gravidade por boa parte da sociedade. Trata-se de um distúrbio sério, com implicações distintas na rotina de quem sofre deste mal. Ainda que negligenciada por muitos, a doença pode levar à morte.

O diretor de cinema James Gunn, que trabalhou nos filmes Guardiões da Galáxia 1 e 2, foi uma das vítimas da depressão. E, em uma recente publicação feita nas redes sociais, Gunn resolveu falar sobre o período em que sofreu com o distúrbio.

Inicialmente, James Gunn disse que passou os últimos dois anos e meio trabalhando em Guardiões da Galáxia Vol. 2 e comemorou o sucesso do filme, que foi lançado no fim do último mês. Embora tenha dito que se distrai com os números que representam esse êxito, Gunn afirmou que não é isso que importa. E relembrou os problemas que teve na juventude, quando sofreu de depressão e foi salvo pelo rock, pelos filmes e pelas histórias em quadrinhos.

“Na juventude, me sentia sozinho, às vezes com pensamentos suicidas. Não me sentia pertencente, tinha dificuldade para me conectar com as pessoas e, apesar de ter amor ao meu lado, tinha uma experiência ruim com ele. Mas encontrei meu refúgio no entretenimento popular – quadrinhos da Marvel, ficção científica e filmes de horror, a música do Sex Pistols, The Replacements e Queen“, disse o diretor.

Ele continua: “De repente, pude ver além do subúrbio onde vivia e ir para um mundo mágico, mais alinhado com o que imaginava. Era a minha fantasia que me distraía das dificuldades da vida. Nos momentos mais fortes – talvez pelas palavras de Alice Cooper ou Freddie Mercury, filmes de Cronemberg ou pelo rosnado do Chewbacca, senti algo mais profundo – a realização de que não estava sozinho. Alguém por aí era tão estranho quanto eu”.

O diretor diz que, enquanto a internet discute sobre faturamento de bilheteria, ele não trabalha por dinheiro. “Trabalho porque gosto de contar histórias. Porque amo a relação com meus colaboradores. E porque gosto de me conectar com as pessoas e essa é a forma mais fácil para mim. Faço isso para que algum garoto da Tailândia, Inglaterra, Colômbia, Brasil, Japão ou Rússia possa ouvir a frequência de seu próprio coração rebater nos Guardiões”, afirmou.

Por fim, Gunn agradece pelo apoio dos fãs desde o início da produção de Guardiões da Galáxia Vol. 2. “Amo vocês e continuarei por aqui durante três anos, enquanto criamos o Vol. 3”, concluiu.

 

Fonte: https://whiplash.net

O ator Rami Malek falou, em entrevista ao “The Late Show with Stephen Colbert”, sobre o seu próximo papel no cinema. Ele interpretará Freddie Mercury na cinebiografia “Bohemian Rhapsody”.

Escolhido para dar vida a Freddie Mercury no lugar de Sacha Baron Cohen, Rami Malek disse que terá “seu momento Beyoncé” ao interpretar o papel em questão. “Sou muito fã do Queen. Gosto das músicas mais obscuras deles, como uma chamada ‘Lily Of The Valley’, que eu amo. ‘Somebody to Love’ também é incrível”, afirmou o ator.

Malek também falou sobre o teste que fez para o papel. “Fui a um teste de gravação na Abbey Road Studios. Estava atrasado e fui correndo na rua. Notei que era aquele cruzamento icônico dos Beatles, capa do disco ‘Abbey Road’. Pensei: ‘o que raios está acontecendo?’. No estúdio, rolam reuniões no quatro andar, no terceiro eu passo por várias fotos dos Rolling Stones e Beatles, e de cada banda que você ama”, afirmou.

Ele complementa: “De repente, eu paro, mesmo atrasado, e tem uma foto autografada de todos os membros do Queen, o rosto do Freddie Mercury me encarando e dizendo: ‘não faça isso!’. Foi desafiador e inspirador ao mesmo tempo, mas, sem dúvidas, foi um olhar de ‘não faça m*rda'”.

Com roteiro de Anthony McCarten e direção de Bryan Singer, “Bohemian Rhapsody” será feito pela Fox, em parceria com a New Regency. Ainda não há data de estreia prevista.

 

Fonte: https://whiplash.net

O Queen lançou o lyric video oficial de “Somebody To Love”, de seu clássico álbum de 1976, “A Day At The Races”, confira abaixo.

 

Fonte: https://whiplash.net

Nessa terça-feira (02) Adam Lambert falou em entrevista a NME sobre os recentes rumores de que o Queen seria um dos headliners da edição de 2020 do festival inglês Glastonbury.

Estamos tentando fazer um ano de cada vez! Nós já temos muitas datas para esse ano, então eu não sei. Quero dizer, tenho certeza que se for esse o combinado, nós seriamos muito, muito honrados em fazer parte do Glastonbury” disse Adam.

 

Fonte: https://br.nacaodamusica.com

Adam Lambert tem um sonho: cantar à frente do Led Zeppelin. Questionado o que ainda gostaria de realizar, o artista que excursiona com a banda Queen mundo afora desde 2011, lembrou que “não sabe se deveria ter outras expectativas”, já que assumiu o microfone que era de Freddie Mercury.

Segundos depois, durante entrevista ao nme, o músico completou: “não sei, é uma pergunta difícil, mas acho que amaria cantar canções do Led Zeppelin”. A Queen acaba de anunciar uma turnê por 13 cidades do Reino Unido. Lambert revelou que o repertório será inspirado no clássico álbum “News Of The World”, que faz 40 anos de lançado em 2017.

“Os detalhes não estão todos definidos, ainda teremos conversas sobre os conceitos, mas certamente é algo que nos move”, contou. “Estamos sempre trocando e-mails sobre palco, repertório”. Vale lembrar que “News Of The World” trouxe sucessos da banda como ‘We Will Rock You’ e ‘We Are The Champions’. A turnê será de 25 novembro a 15 de dezembro e passará por cidades como Dublin, Liverpool, Londres.

 

Fonte: www.reporterpb.com.br

Cauã Reymond mostrou no Instagram seu novo visual: o galã tirou o cavanhaque e deixou apenas o bigode. 

O look é para um novo filme, ainda sem título, que ele vai estrelar com Tatá Werneck. Os dois interpretarão uma divertida dupla de policiais. As filmagens estavam programadas para o final de abril, mas foram adiadas por conta de a atriz ter sido internada com uma infecção renal. 

Na rede social, os seguidores de Cauã se manifestaram sobre o novo visual comparando o ator ao cantor Freddie Mercury.

 

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br

 

1. AC/DC – HIGHWAY TO HELL

O Malcolm tava triste, tristinho… mais sem graça que a top-model magrela na passarela. Aí ele formou o AC/DC. FIM.


2. BEATLES – RUBBER SOUL

John Lennon / John Sorrindon (ai ai, que infame…)


3. BON JOVI – (YOU WANT TO) MAKE A MEMORY

Esse sorrisão forçado no Bon Jovem me lembrou o Chandler (de F.R.I.E.N.D.S.) posando pra foto.


4. U2 – WAR

De vítima de guerra à nova versão do “Chucky – O Brinquedo Assassino”

5. ERIC CLAPTON – ERIC CLAPTON

Eric Clapton lembrando de quando a Pattie Boyd estava com o George Harrison… e aí ele escreveu “Layla” e casou com ela.

6.DAVID BOWIE – ALADDIN SANE

“Segunda-feira-sucks” vs. “Sexta-feira-tô-de-Bowie”


7. JIMI HENDRIX – EXPERIENCE HENDRIX (THE BEST OF)

“Jimi é um cara bem legal… pena que não pode ver mulher”


8. KISS – DYNASTY

Gene pensando: “O que?! Um produto que o KISS ainda não vende?! Vou patentear!”

9. QUEEN – QUEEN II

John Deacon vs. Guaxinim

10. NIRVANA – NEVERMIND

Nem o bebezinho do Nevermind escapou da brincadeira rs

11. THE DOORS – THE BEST OF DOORS

Jim com as portas da percepção fechadas vs. Jim com as portas da percepção abertas


12. BOB DYLAN – BLONDE ON BLONDE

Dylan vs. Dylan-ganhador-do-Prêmio-Nobel-de-Literatura-2016

13. MARILYN MANSON – MECHANICAL ANIMALS

“I don’t like the drugs” vs. “But the drugs like me”

14. PHIL COLLINS – FACE VALUE

O álbum Face Value do Phil Collins é de 1981. Em 2016, Phil lançou uma reedição atualizada do álbum que traz o clássico “In The Air Tonight”. Se liga:


15. TED NUGENT – CAT SCRATCH FEVER

Ted Nugent louco pra curtir a noite vs. Ted Nugent já na balada 


 

Fonte: blog.santorock.com

Um de seus maiores fãs, o cantor Alírio Netto topou o desafio de juntamente com sua parceira, a cantora Livia Dabarian, definir o melhor repertório e montar o espetáculo Freddie Mercury Revisited com releituras em versões intimistas para voz e piano dos grandes momentos da carreira de Freddie Mercury.

O espetáculo teve seu “debut” no Triad Theater em Nova York no dia 20 de dezembro de 2016 e estreará no Brasil no dia 13 de maio de 2017, sábado no Teatro Bradesco em São Paulo.

Músicas como “Who Wants to Live Forever”, “We Are the Champions”, “Under Pressure”, “Somebody to Love”, “Love of My Life”, e muito mais fazem parte do repertório que emociona o público.

Alírio e Livia, tiveram ainda a grande honra e oportunidade de protagonizar a versão brasileira do musical “We Will Rock You” no papel de Galileo e Scaramouche. Sucesso mundial, “We Will Rock You” já foi visto por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países e estreou no Brasil em 2016 sendo um sucesso de crítica e público.

No curriculum de Alírio, estão ainda várias produções operísticas como o grande sucesso “Carmem” além do papel de Jesus na produção mexicana de “Jesus Cristo Superstar” e de Judas na produção brasileira do mesmo musical pelo qual foi escolhido pelo jornal O Estado de São Paulo como Melhor Ator de Musicais de 2014. Alírio já gravou álbuns com as bandas Khallice e Artemis com quem tocou inclusive no Rock in Rio e acaba de lançar meu primeiro CD solo “João de Deus”.

Já Livia começou sua carreira aos 8 anos no grupo infantil Oxigenios. Já fez de tudo um pouco, filmes, programas de televisão, cantou em bandas que viajaram o mundo em navios e acabou se formando na American Musical and Dramatic Academy em Nova Iorque. Desde que retornou ao Brasil, foi a cantora principal do navio Island Star cantando por todo Brasil e Europa, ganhou o reality show “Dançando na Broadway” exibido pelo canal Multishow, foi Rita Cadillac no musical “Chacrinha” e esta atualmente no elenco do espetáculo “Vamp”.

Data:13 de Maio de 2017
Horário: 21h
Preços: R$30,00 a R$ 190,00

Vendas e informações:
http://www.ingressorapido.com.br
http://www.poladian.com.br

Duração: 90 minutos
Classificação etária: Livre

 

Com fonte de: https://whiplash.net

O guitarrista Brian May irá lançar um livro chamado “Queen In 3-D” disponível a partir do dia 25 de maio desse ano. A London Stereoscopic Company, editora que atualmente pertence a Brian May, será a responsável pelo lançamento.

“Queen In 3-D” trará uma visão impressionante da lendária banda de rock, pelo ponto de vista de Brian e amigos. Esta é a primeira vez que a história do QUEEN é documentada em 3-D, mostrando os primeiros dias com Freddie Mercury na década de 1970, até os dias de hoje.

O livro (que parece mais uma apostila bem grande de tanta informação) apresenta imagens que serão vistas através de um óculos especial, que deve ser posicionado nas páginas, além de contar com descrições sobre cada fase da banda. Confira:

Fonte: https://whiplash.net

Bryan Singer assume a direção do projeto.

Prepare-se para passar o natal ouvindo os hits de Queen!

20th Century Fox marcou a data de estreia oficial da aguardada cinebiografia do músico Freddie Mercury: 25 de dezembro de 2018. Vale lembrar que este feriado também terá o lançamento da sequência Mary Poppins Returns!

Intitulado Bohemian Rhapsody, o longa terá Rami Malek (vencedor do Emmy por Mr. Robot) no papel do icônico artista. Bryan Singer, da franquia X-Men, assume a direção do projeto, enquanto a produção está sob a responsabilidade de Graham King (oscarizado por Os Infiltrados). Já Anthony McCarten (A Teoria de Tudo) escreveu a última versão do roteiro.

Mundialmente conhecido como Freddie Mercury, Farrokh Bulsara nasceu em Zanzibar, onde hoje fica a Tanzânia. Ele foi criado na Índia e se mudou para a Inglaterra durante a adolescência. Lá, ele conheceu Brian May e Roger Taylor, com quem formou a banda Queen em 1970. O cantor morreu aos 45 anos, por complicações decorrentes do vírus da AIDS. Seus companheiros de banda estão participando do processo criativo do filme.

Meses atrás, Rami Malek declarou estar muito animado com o longa e até já experimentou o famoso bigodinho em entrevista para o Jimmy Kimmel: “Quem não conhece Queen? Tenho que me preparar muito, ele é uma das pessoas mais icônicas da história!”

 

Fonte: http://www.adorocinema.com