À convite do KZG, Luiz Felipe do canal Alta Fidelidade recomenda um box do Queen com sessões da banda na BBC, gravadas nos anos 70!
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Fonte: http://whiplash.net/
Nessa quinta-feira (13) Brian May revelou em entrevista ao Daily Star que o filme biográfico de Freddie Mercury está prestas a ser lançando.

Segundo o guitarrista do Queen, “O filme está chegando…mais cedo do que você imagina, no próximo ano” e acrescentou que a banda pode começar uma nova turnê pela Europa com Adam Lambert.
O filme está sendo trabalhado há quatro anos e já teve vários atores envolvidos, atualmente o escalado para o papel de Freddie é Rami Malek, que já atuou em “Mr Robot” e “Need For Speed”.
Fonte: https://br.nacaodamusica.com
Brian May deu algumas dicas para guitarristas em matéria do Music Radar, e uma delas diz respeito sobre a importância do instrumento na música, confira.

“Como guitarrista você pode chegar muito longe, mas eu nunca imaginei que a guitarra fosse a coisa mais importante na maioria dos álbuns. O vocalista e a música é que são importantes. A guitarra ajuda, claro. Mas eu geralmente fico mais empolgado com o resto da música do que com a parte da guitarra. Geralmente o guitarrista insere seu solo no último minuto e conclui o serviço em dez minutos. O mais complicado de tudo é o arranjo e o encaixe perfeito do vocal. E se você for produtor precisa se certificar que seu vocalista está bem acomodado e pode fazer seu trabalho sem se preocupar com o que acontece ao redor. Gravar uma música no estúdio é como montar um quebra-cabeça”.
Fonte: http://whiplash.net

Em uma entrevista bem humorada, o baterista Taylor Hawkins, do Foo Fighters, brincou com o fato de Brian May, guitarrista do Queen, ganhar mais de R$ 15 milhões por ano com “We Will Rock You”, mencionando que seria o “plano de aposentadoria” perfeito.
A informação surgiu quando a Rolling Stone pediu para que o músico mencionasse cinco músicas que gostaria de ter escrito, e o hit do Queen foi a primeira escolha.
Eu escutei que o Brian May ganha, tipo, 5 milhões de dólares por ano com essa música. Aí está seu plano de aposentadoria: ‘We Will Rock You’. Eu não preciso fazer nada esse ano porque eu vou ganhar 5 milhões de dólares por ano com ‘We Will Rock You’.
‘Vá se fod**’
Sério? Vá você se fod**. Eu não vou a lugar algum. Eu ganho 5 milhões de dólares por causa de ‘We Will Rock You’.
Além das brincadeiras, o músico entrou um pouco em detalhes sobre a estrutura da música. Apesar de não ser uma canção muito “técnica” ou complicada, Hawkins demonstrou admiração pela capacidade criativa do Queen de transformar algo simples em um grande hit de estádio:
Eu acho que é uma dessas coisas que você precisa acreditar muito pra conseguir começar. Você consegue imaginar chegar no estúdio com seus amigos tipo, ‘Ok, é isso o que a gente vai fazer. Nós vamos bater palmas, bater nosso pé no chão e fazer tipo, ‘boom boom cha’ e cantar ‘we will rock you’ sem parar. E aí eu escrevo as letras tipo, ‘Cara, nós vamos longe um dia’.’
Eu acho que ele fala sobre a vida, sobre a trajetória da vida, acho. Não importa porque ela fala ‘we will rock you’ sem parar. Todo jogo de futebol, baseball, basquete eles tocam essa porra de música.
Fonte: www.diarioonline.com.br
O guitarrista do QUEEN, Brian May, gravou algumas partes de guitarra que poderiam ter entrado na música “Catcher In The Rye” do GUNS N’ ROSES, do álbum Chine Democracy. May foi um dos muitos músicos que participaram do longo processo de produção e gravação do demorado álbum do GUNS, mas suas colaborações terminaram não entrando na versão final do álbum, embora versões demo com a participação dele tenham chegado a vazar.

Segundo Brian: “Quando eles estavam fazendo aquele álbum, depois de sabe Deus lá quantos anos, ele estava conversando com o Roy Thomas Baker [antigo produtor do QUEEN], que estava fazendo produção para eles na época, e eles vieram com a idéia de entrar em contato comigo para ajudá-los a trabalhar num direcionamento. Eu fui encontrá-lo e ele me passou praticamente o álbum inteiro. Foi uma longa noite, conversando, pensando, tentando encontrar potenciais direções, e então eu fiquei alguns dias apenas testando coisas. Eles usaram uns 10 guitarristas em seguida disso! Eu tenho umas mixagens brutas dessas faixas em algum lugar no meu arquivo, mas eu não vou deixar ninguém escutá-las em respeito ao Axl. Foi divertido, fazer algo para ajudar um amigo.”
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“O primeiro single seria um sucesso em qualquer década”, publicou o Hits Daily Double
O site Hits Daily Double fez uma publicação nesta semana que agradará os fãs de Harry Styles: segundo a matéria, o disco de estreia do cantor em sua carreira solo lembra grandes hits do rock dos anos 70 e 80, soando como David Bowie e Queen.
Styles deve lançar o primeiro single entre o final de abril e início de maio, e a canção seria um sucesso “em qualquer década que fosse lançada”, diz ainda o site.
O integrante do One Direction divulgará o álbum através da gravadora Columbia Records, e conta com apoio total do selo. O presidente, Rob Stringer, já declarou que o LP está “muito próximo”, e que todos estão “muito animados”.
Veja letras, traduções e muito mais de Harry Styles no Vagalume!
Fonte: www.vagalume.com.br
Brian May disse que o jogo de tabuleiro foi criado há mais de um ano. A ideia é levar os fãs por uma viagem na história da banda.

“Estou animado, foi ótimo trabalhar nele”, disse o músico em seu site. “Foi como fazer um álbum! Fizemos mudanças estéticas e estratégicas no jogo, que combinam com o tema”.
Em vez de se tornar um magnata “imbecil”, o Queen Monopoly desafia os fãs a construirem a carreira da banda desde o início, evitando os “perigos” reais do mundo do rock como “impostos, prisão e falência”. Os jogadores também são desafiados a “comprar locais de shows”, de acordo com a descrição do jogo.
E, é claro, os “peões” do jogo foram renovados para se adequarem a temas relacionados com a banda. Veja se consegue adivinhar o que cada um representa, olhando para a imagem, acima, divulgada no Instagram do músico.
O jogo deve ser lançado em Maio desse ano.
Fonte: http://whiplash.net
O show realizado em memória ao então recentemente falecido Freddie Mercury – o chamado “Freddie Mercury Tribute Concert” – foi um dos eventos mais bonitos da história da música. A apresentação ocorreu ao longo de todo o dia 20 de abril de 1992, no estádio de Wembley, em Londres, na Inglaterra.

Freddie Mercury havia falecido cerca de cinco meses antes, mais exatamente no dia 24 de novembro de 1991. Ele se foi devido a uma broncopneumonia causada pela Aids. Por isso, os demais músicos do Queen optaram por fazer a homenagem a Mercury.
O intuito era filantrópico: os lucros do evento foram revertidos à Mercury Phoenix Trust, associação criada para combater a Aids. A organização ainda existe e é gerida pelos remanescentes da banda – o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon – e o empresário Jim Beach, que cuidou da carreira do grupo.

Além dos integrantes remanescentes do Queen, dezenas de convidados próximos aos músicos da banda e de Freddie Mercury estiveram presentes no evento. Artistas do rock e do pop, cascudos e revelações, marcam presença, como Def Leppard, Robert Plant, Tony Iommi, Guns N’ Roses, George Michael, David Bowie, Seal e outros. Até o U2, que fez uma performance ao vivo à distância, via satélite, diretamente de Sacramento (Estados Unidos), deixou a sua contribuição.
Com tantos monstros reunidos em um mesmo local, ninguém apostaria que uma banda até então considerada “revelação” seria um dos grandes destaques do evento. Mas foi o que aconteceu: o Extreme se apresentou para as mais de 72 mil pessoas presentes e, ainda hoje, a performance do grupo é lembrada como uma das mais afiadas daquele dia.
É verdade que o Extreme não era formado por novatos. A média de idade dos integrantes girava em torno dos 30 anos e a banda existia desde meados de 1985. Até então, dois álbuns haviam sido lançados – o debut autointitulado, em 1989, e “Extreme II: Pornograffitti”, em 1991.
As vendas do debut foram modestas, enquanto “Pornograffitti” catapulou o quarteto de Boston (Estados Unidos) para o sucesso mundial, especialmente, graças ao hit “More Than Words”. Outras músicas, como “Decadence Dance”, “Get The Funk Out” e “Hole Hearted”, também tiveram êxito nas paradas, mas é pela famosa canção acústica, guiada somente por violão e voz, que a banda ainda é lembrada pelo público geral.
Naquela época, já existia a mentalidade de que o Extreme era uma banda “de um hit só”. Não se esperava tanto da apresentação do quarteto, tanto que o grupo foi o segundo a se apresentar – logo depois do Metallica, que abriu o evento com três músicas de seu disco mais recente, o multiplatinado “Black Album”.
Em uma performance impressionante, o Extreme fez valer o nome do evento e prestou uma homenagem a Freddie Mercury e ao Queen. Nenhuma música de seu repertório autoral foi tocada, mas, sim, um medley de 13 minutos de duração com 10 músicas da banda britânica.
Qualquer semelhança com a performance do Queen no Live Aid, em 1985, naquele mesmo estádio – e também baseada em um pot-pourri – não é mera coincidência. Veja o repertório do medley tocado pelo Extreme:
– “Mustapha”
– “Bohemian Rhapsody”
– “Keep Yourself Alive”
– “I Want To Break Free”
– “Fat Bottomed Girls”
– “Bicycle Race”
– “Another One Bites The Dust”
– “We Will Rock You”
– “Stone Cold Crazy”
– “Radio Ga Ga”
– “Bohemian Rhapsody” (reprise)
Parecia um ato arriscado por parte do Extreme. Uma banda considerada “revelação” prestar-se a fazer uma apresentação deste tipo?
Mas as dúvidas caem por terra logo após os primeiros acordes do show. Não à toa, Brian May apresentou-os como: “possivelmente, mais do que qualquer outra banda no planeta, (são) as pessoas que entenderam perfeitamente o que foi o Queen ao longo de todos esses anos, bem como o que Freddie foi ao longo desses anos”.
Ao longo da performance, nota-se a influência que o Queen exerceu na sonoridade e na musicalidade do Extreme. Os vocais em coro, o entrosamento, a cozinha seca, a guitarra levemente exibicionista, a voz potente em uma interpretação expansiva… tudo muito bem amarrado. Guardadas as devidas proporções, eram como os sucessores do quarteto britânico.
Depois do medley arrepiante, ainda sobrou tempo para que o vocalista Gary Cherone e o guitarrista Nuno Bettencourt fizessem uma boa performance de “Love Of My Life”, do Queen, aliada ao hit próprio, “More Than Words”. Visualizar todo o estádio cantando ambas as músicas na filmagem abaixo é um momento sublime.
Os artistas que se apresentaram na sequência – Def Leppard, Bob Geldof, Spinal Tap (!), U2 e Guns N’ Roses – apenas tocaram músicas próprias ou regravações já lançadas por eles anteriormente. Nenhuma homenagem ao Queen.
Só depois, o Queen subiu ao palco com diversos convidados e apresentou um repertório de pouco mais de 20 músicas. Daí em diante, foram só os clássicos do quarteto britânico.
Gary Cherone chegou a subir ao palco novamente, para uma interpretação de “Hammer To Fall” com o Queen e com Tony Iommi, amigão de Brian May. Também uma boa performance.
odo o “Freddie Mercury Tribute Concert” é incrível. Cada momento da apresentação mereceria um texto a parte. No entanto, ninguém surpreendeu mais naquele dia do que o Extreme.
Minha afirmação a seguir é arriscada, mas esta apresentação foi, provavelmente, o último ato gigantesco por parte do Extreme. Em setembro daquele ano, a banda lançou o bom “III Sides To Every Story”, mas o retorno não foi o mesmo de “Pornograffitti”.
O alternativo “Waiting For The Punchline” saiu em 1995 e foi um fiasco em vendas. A banda acabou no ano seguinte e Gary Cherone teve uma passagem abaixo da média pelo Van Halen. A reunião aconteceu em 2007, mas, desde então, só na base do revival: apenas um disco, intitulado “Saudades de Rock”, foi lançado, no ano de 2008.
Fonte: http://whiplash.net
O fim de carreira dos Black Sabbath levou a Loudwire a pensar noutras despedidas dos palcos, ao longo da história do rock e do metal – pelo que a revista decidiu elaborar uma lista com as dez melhores.
Desta fazem parte os Black Sabbath, evidentemente, mas também nomes como Freddie Mercury, Ramones ou Ronnie James Dio, entre outros.
Sem qualquer ordem específica, a lista aborda não só as despedidas mais trágicas – por força da morte de um artista – mas também as que antecederam o fim prematuro de uma banda.

10 grandes despedidas em palco:
– Black Sabbath, 4/02/17
– Pantera, 26/08/01
– Ronnie James Dio, 29/08/09
– The Rev (Avenged Sevenfold), 2/08/09
– Paul Gray (Slipknot), 31/10/09
– Nirvana, 1/03/94
– Layne Staley (Alice In Chains), 3/07/96
– Freddie Mercury (Queen), 9/08/86
– Motörhead, 11/12/15
– Ramones, 6/08/96
Fonte: http://blitz.sapo.pt
Novo CD será lançado em abril e traz 13 músicas, sendo 5 composições de Brian e Kerry Ellis

Brian May e Kerry Ellis anunciaram o lançamento de um novo e muito aguardado segundo álbum de estúdio, intitulado “GOLDEN DAYS”.
O álbum traz 13 faixas, que inclui cinco composições originais de Brian e Kerry Ellis.
O CD será lançado em 07 de abril, mas já se encontra em pré-venda no site Oficial do Queen e na Amazon.
Para comprar: Official Queen Store / Amazon
Músicas:
1. Love In A Rainbow (Brian May, Kerry Ellis)
2. Roll With You (Brian May, Kerry Ellis)
3. Golden Days (Brian May)
4. It’s Gonna Be All Right (The Panic Attack Song) (Brian May)
5. Amazing Grace (John Newton, Trad. Arr, Brian May)
6. One Voice (Ruth Moody)
7. If I Loved You (Oscar Hammerstein II, Richard Rodgers)
8. Born Free (John Barry, Don Black)
9. Parisienne Walkways (Phil Lynott, Gary Moore)
10. I Who Have Nothing (Carlo Donida, Mogol, Jerry Leiber, Mike Stoller)
11. The Kissing Me Song (Brian May, Kerry Ellis)
12. Story Of A Heart (Björn Ulvaeus, Benny Andersson)
13. Can’t Help Falling In Love (Hugo Peretti, Luigi Creatore, George David Weiss)
Fonte: www.queenonline.com
Dica de: David Neto
Alírio Nettotopou e Livia Dabarian interpretam os melhores sucessos da carreira do cantor

Os fãs brasileiros de Freddie Mercury vão gostar da novidade. O cantor Alírio Nettotopou e sua parceira, a cantora Livia Dabarian, definiram o melhor repertório da carreira de um dos maiores artistas que o mundo já viu e criaram o espetáculo Freddie Mercury Revisited.
O show tem releituras em versões intimistas para voz e piano dos grandes momentos da trajetória musical de Freddie Mercury, tanto da época em que era vocalista do Queen, como da carreira solo. Sucessos como We Are the Champions, Under Pressure e Love of My Life fazem parte do repertório, que promete emocionar o público.
Depois do sucesso em Nova York, em dezembro do ano passado, o espetáculo chega ao Brasil no próximo dia 13 de maio, no Teatro Bradesco, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda pelo site Ingresso Rápido e os valores váriam de R$30,00 a R$ 190,00.
Fonte: entretenimento.r7.com
A pastora Lola canta melhor que muita gente, segundo sua dona Annie
Um vídeo que mostra uma cachorrinha “fazendo coro” em uma versão karaokê de “We Are The Champions”, do Queen, viralizou na internet.
Annie Aul, dona da cachorrinha Lola, postou o vídeo em que ela está dirigindo e cantando em uma estrada na Flórida.
A pastora Lola está sentada no banco de trás e, quando começa o refrão, ela começa a latir junto, “cantando melhor que muita gente”, segundo Annie.
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro
Grupo cover recria músicas e visual da banda liderada por Freddie Mercury. Banda foi a única do Brasil a figurar no site oficial do Queen na internet.

A banda cover “Classical Queen” volta a Campinas nesta quinta-feira (23) para uma única apresentação no Teatro Iguatemi para lembrar os maiores sucessos do Queen, banda inglesa que surgiu no cenário cultural no final dos anos 70.
O grupo brasileiro se lançou em 2004 com a proposta de recriar, com o máximo de detalhes, as performances da banda que ficou mundialmente famosa sob a liderança do vocalista Freddie Mercury, falecido em 1991.
No “Classical Queen” Antonio Lobato assume a posição de Mercury nos vocais, piano e violão. Fernando Gamba a de Brian May, na guitarra e backing vocals, Júlio Abrileri é John Deacon no baixo e backing vocals e Anderson Macedo marca o ritmo na bateria e backing vocals como Roger Taylor.
Serviço:
Quando: 23/Fevereiro
Horário: 21h
Onde: Teatro Iguatemi 3º piso do Iguatemi Campinas- Av Iguatemi, 777
Telefone: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br
Preços: Inteira: R$ 80,00
Meia-Entrada: R$ 40,00
Pela internet: www.ingressorapido.com.br
Fonte: http://g1.globo.com/sp

No último dia 13 a estátua de Freddie Mercury, em Montreux, amanheceu pinchada. Pernas, o tronco e rosto estavam cobertos de tintas nas cores amarela e verde. A polícia se recusou a comentar.
A estátua do famoso vocalista do Queen é considerada parte integrante da cidade e uma decoração urbana. Os moradores de Montreux se manifestaram com palavras duras contra os autores.
Fonte: http://www.tio.ch
Dica de: David Neto
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