Jornal do SBT, Matéria chapecoense Parodia I Want to Break Free
Notícias – Página 136 de 472 – Queen Net
- Home
- Notícias – Página 136 de 472 – Queen Net
- 20:22Roger Taylor anuncia novo álbum, single e turnê no Reino Unido
- 19:11Roger & Sarina Taylor – Uma coisinha chamada TDAH
- 18:51Estreia na BBC Radio 2 a música Come On Summer (It’s Party Time), o novo single de Roger Taylor
- 18:1312 músicas compostas por John Deacon classificadas da pior para melhor
- 23:14Agenda de Shows Cover e Tributo – Semana 04 e 12 de junho de 2026
Clique para fazer seu Login
Queen News
+ Notícias
Esses artistas, além de despontarem em suas carreiras, também se destacam pelo alto QI e participação em projetos invejáveis
Um levantamento do site Super Interessante mostra dez celebridades que se destacam pelo alto nível de inteligência e envolvimento em projetos inovadores.
1 – Brian May, além de ser guitarrista da banda Queen, é doutor em Astrofísica pela Imperial College London, publicou uma tese sobre Velocidade Radial na Nuvem de Poeira Zodiacal. Além disso, ainda publicou obras sobre o Big Bang e a evolução do Universo.
2 – Asia Carrera, que protagonizou mais de 300 filmes pornográficos, tem 150 pontos de Q.I., faz parte da Mensa (sociedade de gênios), e adora estudar Economia e Física Quântica.
| FOTO: Reprodução / Instagram |
![]() |
3 – Além de ser baterista da banda Blur, Dave Rowntree é graduado em Ciências da Computação pela Politécnica de Thames. O músico também já escreveu três artigos sobre a Renderização Não-Fotorealista.
| FOTO: Reprodução/ Facebook |
![]() |
4 – Alex James, baixista da banda Blur, também participou do projeto da missão espacial Beagle 2. Faz parte da Associação Astronômica Britânica e trabalha no Departamento de Astrofísica da Universidade de Oxford.
| FOTO: Reprodução / Facebook |
![]() |
5 – O ator, diretor e lutador Dolph Lundgren também é mestre em Engenharia Química pela Universidade de Sydney. Com um Q.I. de 160, ele fala sete idiomas: sueco (sua língua materna), inglês, alemão, francês, espanhol, japonês e italiano.
| FOTO: Reprodução Facebook |
![]() |
6 – Além de atriz, Natalie Portman é formada em Psicologia pela Universidade de Harvard, e publicou estudo sobre os processos de retenção de memórias. A bela também fala sete línguas: inglês, francês, hebraico, alemão, japonês e espanhol.
| FOTO: Reprodução |
![]() |
7 – Dexter Holland, além de liderar a banda The Offspring, é graduado em Biologia pela Universidade do Sul da Califórnia e mestre em Biologia Molecular.
| FOTO: Reprodução / Facebook |
![]() |
8 – O premiado ator James Woods tem o impressionante Q.I. de 180. Estudou Ciências Políticas no MIT e realizou pesquisas sobre Análise de Defesa e Teoria dos Jogos.
| FOTO: Reprodução / Instagram |
9 – Famosa por atuar em ‘Anjos Incríveis’, Danica Mckellar deixou a carreira artística para se dedicar ao cursou Matemática na Universidade da Califórnia e tornou-se co-autora de um teorema matemático sobre o alinhamento de campos magnéticos.
| FOTO: Reprodução / Instagram |
10 – Com um Q.I. de 160, Quentin Tarantino nunca fez faculdade, mas é um dos maiores especialistas em Cinema e Cultura Pop de todos os tempos.
| FOTO: DIVULGAÇÃO |
![]() |
Fonte: http://www.otempo.com.br

Adam Lambert e os dois membros remanescentes do Queen que seguem na estrada – o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor – fizeram uma aparição surpresa na edição que foi ao ar no último dia 2 no talk show apresentado por James Corden na televisão americana.
A aparição serviu para divulgar a próxima turnê que o lendário grupo fará pelos EUA e Canadá entre julho e agosto. O grupo participou de um divertido quadro em que o apresentador disse que acreditava que ele, e não Lambert, deveria estar cantando com a banda.
A declaração serviu de mote para que os dois cantassem uma série de hits do grupo – “We Will Rock You”, “Don’t Stop Me Now” e “Somebody To Love” entre eles.
Veja como foi o encontro e ouça os hits imortais do Queen!!
Fonte: https://m.vagalume.com.br
Dica de: Tainara Taylor
A parceria tem acontecido desde 2011 e já passou pelo Brasil

Queen e o cantor Adam Lambert divulgaram datas de sua nova turnê norte-americana. Os shows serão todos realizados em estádios e começam dia 23 de Junho em Phoenix, no Arizona, e de lá passarão por mais 24 cidades.
A turnê foi especialmente desenhada para esse porte de show e trará hits do Queen como “Another One Bites the Dust”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are the Champions”, entre outras.
Apesar do público ser em sua maioria formado por fãs da lendária banda, os seguidores de Adam Lambert não ficam de fora. Membros dos fã-clubes tanto de Queen quanto do vocalista irão poder comprar os ingressos antes da abertura para o grande público.
Confira as datas da turnê:
23/Junho – Phoenix, AZ @ Gila River Arena
24/Junho – Las Vegas, NV @ T-Mobile Arena
26/Junho – Los Angeles, CA @ Hollywood Bowl
29/Junho – San Jose, CA @ SAP Center
01/Julho – Seattle, WA @ Key Arena
02/Julho – Vancouver, BC @ Pepsi Live at Rogers Arena
04/Julho – Edmonton, AB @ Rogers Place
06/Julho – Denver, CO @ Pepsi Center Arena
08/Julho – Omaha, NE @ CenturyLink Center
09/Julho – Kansas City, MO @ Sprint Center
13/Julho – Chicago, IL @ United Center
14/Julho – St. Paul, MN @ Xcel Energy Center
17/Julho – Montreal, QC @ Bell Centre
18/Julho – Toronto, ON @ Air Canada Centre
20/Julho – Detroit, MI @ The Palace of Auburn Hills
21/Julho – Cleveland, OH @ Quicken Loans Arena
23/Julho – Uncasville, CT @ Mohegan Sun Arena
25/Julho – Boston, MA @ TD Garden
26/Julho – Newark, NJ @ Prudential Center
28/Julho – Brooklyn, NY @ Barclays Center
30/Julho – Philadelphia, PA @ Wells Fargo Center
31/Julho – Washington D.C. @ Verizon Center
02/Agosto – Nashville, TN @ Bridgestone Arena
04/Agosto – Dallas, TX @ American Airlines Center
05/Agosto – Houston, TX @ Toyota Center
Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com
Por Doctor Robert
O ano era 1977. O Queen já havia gravado seu nome mundialmente entre as grandes bandas de rock desde que “Bohemian Rhapsody” tomou de assalto as paradas de sucesso cerca de dois anos antes. Após mais duas turnês mundiais, o quarteto inglês vinha tocando em espaços cada vez maiores, com ingressos cada vez mais disputados, inclusive no Japão e no tão sonhado mercado norte-americano, onde a abertura de sua última excursão ficou a cargo do Thin Lizzy – e cujo concerto no lendário Madison Square Garden teve a venda total de assentos em poucos minutos…
Num dos concertos desta mesma turnê, só que em Birmingham, na Inglaterra, os músicos foram pegos de surpresa após o final do show quando a plateia começou a cantar em coro para a banda “You’ll Never Walk Alone”, tema de um antigo musical chamado “Carrossel”. Aquilo ficou na memória dos músicos, e quando o Queen voltou ao estúdio para gravar seu novo álbum, Brian May e Freddie Mercury se propuseram a compor um tema para ser entoado junto ao público no encerramento de seus shows, uma espécie de “hino” para celebrarem juntos ao final das apresentações. Carregando esse sentimento e mais as experiências junto às viagens pela América e Europa, há quarenta anos atrás nascia um divisor de águas na carreira do Queen, o magistral “News Of The World”.
Até então em sua discografia o Queen vinha mantendo seu padrão musical envolvendo instrumentais intrincados, trabalhos vocais extremamente burilados, que assim como as guitarras eram gravados em diversas camadas. Desta vez, porém, a banda optou por uma musicalidade mais direta, sem deixar de passear por diversos ritmos e influências diferentes: Freddie vinha com arranjos de piano com acordes de jazz, Brian deixando claro em sua guitarra o quanto estava encantado com o blues norte-americano, o baterista Roger Taylor flertando com uma pegada ainda mais agressiva e o baixista John Deacon apresentando composições suaves e delicadas. Assim como no trabalho anterior (“A Day At The Races”) dispensaram a presença de um produtor para o disco, mas contando mais uma vez com os préstimos do então engenheiro de som Mike Stone (chamado por Brian de “gênio dos estúdios”), creditado como co-produtor – Stone posteriormente viria a produzir depois álbuns para o Journey, Asia, Whitesnake, entre outros.
Voltando à história do “hino para as massas”, “News Of The World” abre com a dobradinha “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, que dispensam qualquer tipo de apresentação. Duas músicas que parecem se complementar tão perfeitamente que fica meio que impossível ouvir uma sem se lembrar da outra. E elas foram trabalhadas para que fosse assim mesmo: foram lançadas juntas, como lado A e B em single, foram compostas para serem o encerramento do show da banda (e desde sempre executadas assim), de modo a envolver a plateia e colocar todos para cantarem em coro. Até as rádios na época as executavam em seguida, sem interrupção. O que a banda mal podia imaginar era a dimensão que isso iria tomar, com ambas as faixas transcendendo as margens do rock, da música em geral, e se tornarem hinos também do esporte. Até hoje arenas ao redor do mundo das mais diversas modalidades esportivas ecoam a primeira em seus intervalos, envolvendo as torcidas, e a segunda como a celebração dos vencedores dos torneios nas finais.
Em “We Will Rock You” nenhum instrumento além da guitarra de Brian é tocado. A banda gravou a si mesma batendo os pés e as palmas das mãos diversas vezes, fazendo sobreposições e acrescentando delays e overdubs até chegarem à sonoridade que queriam, dando a impressão de uma multidão executando os sons. Os delays foram calculados em proporção de números primos, numa técnica de estúdio conhecida como “reverberação não-harmônica” e o resultado final foi regravado em loop na fita master, repetindo a batida por exatos 2 minutos, quando se encerra o solo de guitarra. Uma versão com diferentes arranjos, executada por toda a banda (conhecida como “Fast Version”) também foi gravada, e seria usada na abertura dos shows pelas próximas quatro turnês do Queen. Essa versão de estúdio ficou de fora do álbum original, tendo sido lançada apenas em suas reedições remasterizadas em CDs (e antes disso na coletânea “Best Of The Best – King Biscuit Flower Hour”, do extinto programa de rádio King Biscuit, da estação americana D.I.R.).
Embora Freddie Mercury houvesse dito algumas vezes que “We Are The Champions” já tinha sua estrutura escrita anos antes, ela só foi de fato concluída durante as gravações de 1977, evocando mais uma vez o sentimento da “plateia levantando as mãos e cantando” nos shows. Com vários acordes de jazz em seu piano (por incrível que pareça, Freddie se considerava um pianista horrível) e uma forte carga emocional nos vocais, é com certeza uma das performances mais marcantes do frontman em sua carreira, com os demais músicos o acompanhando com a sutileza e elegância necessárias.
Porém resumir “News Of The World” a apenas essas duas faixas seria um pecado mortal. O álbum segue com uma pancada na boca do estômago chamada “Sheer Heart Attack”, cortesia do baterista Roger Taylor, composta originalmente para o álbum de mesmo nome. Segundo o próprio autor, inúmeros fatores influenciaram para que a faixa fosse deixada de lado, inacabada. Mas com a explosão do movimento punk no período, parecia ser o cenário perfeito para dar um “cala a boca” naqueles que desdenhavam do poder de fogo do quarteto, que era um dos alvos preferidos dos seguidores de Sex Pistols e afins – a letra da música, aliás, dá umas boas alfinetadas nos punks: “There’s a lot of space between your ears” (“há muito espaço (vazio) entre suas orelhas”); “I feel so inarticulate” (“me sinto tão inarticulado”)… Roger assume quase toda a instrumentação aqui: bateria, baixo e guitarra-base (os pequenos solos que a costuram são de Brian), e chegou a cantar na versão demo, mas na gravação final a banda acabou optando por Freddie.
“All Dead, All Dead” traz um pouco de quietude e mansidão após o rolo compressor da faixa anterior, com Brian cantando sobre a inconformidade da separação pela morte, e dividindo o piano com Freddie, fazendo uma bela dobradinha com “Spread Your Wings”, uma das mais belas composições do calado baixista John Deacon. Aqui o show novamente é de Freddie, soltando sua voz e passeando pelo piano enquanto canta a história de Sammy, um jovem solitário e sonhador, que trabalha na limpeza de um bar, desdenhado pelo seu patrão e encorajado pelo narrador a seguir suas aspirações. Brian também se destaca, com um belíssimo solo, que costumava se estender ao vivo (como pode ser conferido no álbum “Live Killers”).
“Fight From The Inside” é outra ótima composição de Roger Taylor, que fecha o lado A do vinil. Aqui ele assume mais uma vez o baixo e a guitarra-base, além da bateria e dos vocais principais. Curiosamente seu riff de guitarra inicial é citado por Slash como um de seus favoritos em todos os tempos. O único outro membro a participar desta gravação foi Brian, com a adição de algumas guitarras.
No lado B o Queen expandiu ainda mais a sua diversidade rítmica do play. E, junto a isso, Freddie e Brian, mais especificamente, trouxeram à tona um pouco do que experimentaram nas noites na estrada. Em “Get Down, Make Love”, como o próprio nome sugere, Mercury explora a temática sexual que voltaria a abordar depois com menos sucesso em “Body Language”, do controverso “Hot Space”. Os efeitos sonoros da faixa ficaram a cargo da guitarra Red Special de Brian May conectada a diversos pedais (mais notadamente um Electroharmonix Frequency Analyzer) e a um antológico Eventide Harmonizer, processador de áudio que virou febre naquela década. Foi mais uma música a permanecer no setlist fixo da banda, desde seu lançamento até a turnê do já citado “Hot Space”.
Brian traduziu suas noitadas no campo musical compondo um blues despretensioso em “Sleeping On The Sidewalk”, onde ele também assume os vocais principais, contando a história de um trompetista de rua descoberto, contratado e explorado pela gravadora e empresários. Consta que a faixa foi gravada “ao vivo” em estúdio, com os músicos tocando juntos em apenas um take. Embora tenham realizado outras gravações, prevaleceu a primeira, sem overdubs no instrumental (apenas o vocal foi regravado).
John Deacon aparece com mais uma composição, a semi-acústica “Who Needs You”, onde ele e Brian tocam seus violões com um certo acento latino-hispânico. Brincando com o estéreo, como os Beatles costumavam fazer, concentraram os vocais de Freddie apenas no canal de áudio direito e a guitarra solo de Brian no canal da esquerda. Roger acrescenta a percussão, com o auxílio de Brian nas maracas e Freddie no cowbell. Um momento mais descontraído e divertido.
E finalmente chegamos a uma das faixas mais subestimadas não só do álbum, mas também da carreira toda do Queen. “It’s Late”, uma pérola de seis minutos e meio de Brian May, traz uma abordagem lírica teatral dividida em três atos, mostrando alguém dividido entre a mulher que ama e a amante – intercalando seus diálogos com ambas nas três divisões. Se o vocal de Freddie Mercury é um show à parte, não podemos ficar indiferentes ao trabalho de Brian na guitarra, novamente com uma pegada calcada no blues e com um solo antológico cheio de bends e tappings, inspirado, segundo o próprio, em Billy Gibbons do ZZ Top e Rocky Athas, guitarrista texano de quem May se tornou grande fã. Uma pequena obra de arte…
Finalizando a viagem musical, a depressão toma conta de Freddie, contando como se sentia após se esbaldar na noite e voltar para casa solitário. Esse sentimento se traduz em “My Melancholy Blues”, que, apesar do nome, remete às baladas standards de jazz. Sem nenhuma guitarras, o lamento pessoal do vocalista é acompanhado apenas por seu piano, um contrabaixo suave de Deacon e uma bateria sutil de Taylor. O clima “pós-festa com ressaca” torna a faixa perfeita para encerrar este grande trabalho, que foi o disco que catapultou o Queen ao estrelato na América do Norte, tendo sido quatro vezes platina somente por lá, e se tornando seu álbum mais vendido no mundo até então.
Mas não terminamos ainda… Seria injustiça encerrar o texto sem mencionar a capa antológica desenhada pelo artista Frank Kelly Freas. A ilustração foi um remake de uma original feita por ele mesmo para a capa da revista de Ficção Científica “Astounding Science Fiction”, em outubro de 1953, cuja cópia Roger Taylor tinha em sua casa. Ao invés de segurar apenas um homem morto, como no original, agora o robô gigante segurava os próprios membros do Queen mortos, com Taylor e Deacon caindo e May e Mercury ainda na sua mão. Mais uma curiosidade: reza a lenda que Freas não conhecia a banda (não era fã de rock, apenas ouvia música clássica) e só aceitou a empreitada após ouvir algumas músicas do grupo, que ele classificou como intrigantes… Por fim, uma homenagem satírica à capa e ao Queen foi feita pela série animada “Family Guy” em 2012, no episódio “Killer Queen”, onde Stewie Griffin fica traumatizado ao ver a ilustração.
Queen – News Of The World (1977)
Produzido por Queen – Co-produzido por Mike Stone
Freddie Mercury – vocais, piano, cowbell em “Who Needs You”
Brian May – guitarras, violões, backing vocals, vocais principais em “All Dead, All Dead” e “Sleeping on the Sidewalk”, maracas em “Who Needs You”
Roger Taylor – bateria, percussão, backing vocals, vocais principais em “Fight from the Inside”, guitarra-base e baixo em “Fight from the Inside” e “Sheer Heart Attack”
John Deacon – baixo, violões em “Who Needs You”
Em fevereiro os fãs do QUEEN terão a oportunidade de conferir durante a 43ª Campanha de Popularização Teatro & Dança de Belo Horizonte a exibição do espetáculo “Freddie Rock Star: The Show Must Go On!”.

O espetáculo estreou oficialmente ano passado dia 24/11, justamente a data de morte de Freddie Mercury. A montagem foi feita na época graças ao financiamento coletivo com a ajuda de mais de 100 colaboradores. Dessa vez, estreia como um dos destaques da campanha.
Quem encarna o papel principal é o ator/músico/produtor cultural Fábio Schmidt que interpreta o vocalista Freddie Mercury profissionalmente desde 2005 (antes Fábio fazia aparições em festas à fantasia e eventos). Fábio também é o vocalista da banda LUREX, que há 16 anos se apresenta fazendo covers do QUEEN no circuito do rock de Belo Horizonte e em cidades do interior, além do encontro anual “Queens Day”, em São Paulo.
O espetáculo é contado da morte ao nascimento de Freddie, misturando performances, documentário e dramaturgia sonora e audiovisual. São revividos fatos, músicas e manchetes que marcaram a trajetória do cantor, além de curiosidades pouco conhecidas sobre sua intimidade e bastidores do QUEEN.
As trocas de figurino são muitas, incluindo a indumentária que aparece no início do clipe de “I Want To Break Free” e a icônica jaqueta amarela da turnê “Live At Wembley”. No quesito músicas, estão presentes “We’re The Champions”, “I Want To Break Free” e “How Can I Go On”, entre várias outras – completas ou em forma de trechos.
Serviço
Freddie Rock Star: The Show Must Go On!
Local: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Bairro Floresta – BH/MG
Data: 02 a 12 de fevereiro – quinta a domingo
Horário: 20:00 horas / Duração: 80 minutos
Preço: R$ 10,00 (antecipado nos postos SINPARC)
Fonte: http://whiplash.net
Os Vencedores da promoção são:
kethlyn Augusta de Faria
Rafael Macêdo
Gustavo Sleman
Lembrando que o livro pode ser comprado Clique Aqui

Agradecimentos especiais e ao carinho em nos proporcionar essa promoção ao autor Fábio Figueiredo e a a Márcia Soares, da editora Ponto Azul Editora.

Recentemente a estrela da série Mr. Robot, Rami Malek, foi anunciado como o cantor Freddie Mercury na cinebiografia comandada por Bryan Singer e muitos fãs do ator e da banda Queen ficaram ansiosos para ver como seria a transformação.
Malek está claramente animado para o papel, dizendo ao apresentador Jimmy Kimmel em seu programa que Mercury é “um dos músicos mais icônicos da história humana”. Kimmel então decidiu ajudá-lo a se preparar para o papel – oferecendo que o ator colocasse o bigode, marca do cantor.
“Acho que seria muito emocionante, especialmente para os fãs da Queen, ver como poderia ser”, disse Kimmel.
Anthony McCarten (A Teoria de Tudo) escreveu o roteiro da cinebiografia. Bohemian Rapsody ainda não tem previsão de estreia.
Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br
Bandas Quenn Tribute Brazil e Gotcha! 80’s se apresentam no bar de música ao vivo de Campinas nesta sexta (6) e sábado (7), respectivamente

A programação de shows do bar Jimmy Rocker, em Campinas, começa nesta primeira semana de janeiro com duas super atrações: as bandas Queen Tribute Brazil e a Gotcha! 80’s (foto), respectivamente nesta sexta-feira (6) e sábado (7).
Resgatando com fidelidade e emoção todos os grandes clássicos do Queen, o grupo cover traz no repertório “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Under Pressure”, “Radio ga ga”, “We Are the Champions”, “Love of my Life”, “Crazy Litlle Thing Called Love”, “Somebody to Love”, “Who Wants to Live Forever”, entre muitas outras.
Já a Gotcha! 80’s reúne o melhor do rock internacional dos anos 1980 tocando sucessos marcantes de bandas como A-HA, Men At work, The Police, Whitesnake, Erasure, David Bowie, INXS e várias outras.
Serviço:
Música ao vivo:
Local: Jimmy Rocker. Av. Andrade Neves, 2042, Castelo – Campinas
Data: 06/01 – Queen Tribute Brazil / 07/01 – Gotcha! 80’s
Horário: abertura da casa às 20h30; show a partir das 22h30
*Entrada: mulher – R$ 15 (com nome na lista R$ 10) | homem – R$ 20 (com nome na lista R$15)
Para obter desconto no valor de entrada* é preciso enviar nome e sobrenome no email lista@jimmyrocker.com.br até as 19h30 do dia do evento
Reservas de mesas: (19) 2519-1631 ou inbox na fan page do Jimmy Rocker
Mais informações: jimmyrocker.com.br
Fonte: http://www.campinas.com.br
O novo painel de jurados do “The Voice UK” se reuniu para um cover de “Under Pressure”, do Queen. A apresentação sairá na íntegra no sábado, quando acontecerá a estreia da nova temporada, mas um trecho já foi divulgado nas redes sociais.
O novo “The Voice UK” é formado por Gavin Rossdale, Jennifer Hudson, will.i.am (Black Eyed Peas) e Tom Jones.
Fonte: www.portalrockline.com.br
Promoção se encerra dia 9 de janeiro!
Em parceria com a Editora Ponto Azul Editora, iremos sortear 3 livros: “Sua Majestade a Rainha”, de Fábio Figueiredo. Livro recém lançado.

A trajetória de um ídolo da música após seu despertar no outro plano da vida. A ajuda e a orientação recebida através de espíritos de grande evolução moral, o encontro com seus amigos, seus ídolos e o retorno aos palcos. Uma viagem guiada ao íntimo de um ser humano em fase de reconstrução para a verdadeira vida.
Abaixo um vídeo do autor feito especialmente para os fãs do Queen Net:
Você pode ler um capítulo do livro Clicando Aqui
Para adquirir o livro Clique Aqui
Para participar da promoção é muito fácil, basta Curtir a Página do Queen Net no Facebook e já estará participando, se você já curtiu já esta participando, se não clique, curta para concorrer!!! https://www.facebook.com/queennetfaclube/
Agradecimentos a Marcia Soares da editora Ponto Azul e ao autor Fábio Figueiredo
Rick Parfitt, guitarrista da banda de rock britânica Status Quo, famosa especialmente pela música “In the Army Now”, morreu neste sábado (24) aos 68 anos em razão de uma infecção.
“Estamos devastados em ter que anunciar que Rick Parfitt morreu esta tarde”, informou seu agente.
O músico foi hospitalizado na quinta-feira (22) em um hospital em Marbella, sul da Espanha, após complicações relacionadas a uma lesão no ombro, segundo o comunicado.
Rick Parfitt, que teve muitos problemas de saúde no passado, considerava se lançar em uma carreira solo e planejava finalizar um álbum em 2017, de acordo com a sua família e seu agente.
O grupo foi criado em Londres em 1962 sob o nome de Spectres, adotando o nome de Status Quo em 1969. Parfitt tocou com a banda por mais de cinquenta anos até outubro de 2016, quando decidiu sair depois de sofrer um ataque cardíaco.
O Status Quo lançou mais de 100 singles – muitos escritos por Parfitt – e vendeu mais de 100 milhões de álbuns em todo o mundo. Seus maiores sucessos foram ‘Down, Down’, ‘Whatever You Want”, “Caroline”, e ‘Rockin’ All Over The World ‘.
A notícia, em plena véspera de Natal, deixou fãs e amigos chocados, entre eles, o guitarrista do Queen, Brian May: “Difícil encontrar palavras. Você realmente balançou alegremente o nosso mundo. RIP querido amigo”, lamentou no Twitter.
Fonte: http://musica.uol.com.br/
Taylor Hawkins, baterista do FOO FIGHTERS, foi entrevistado pela revista Kerrang e dentre vários assuntos, ele foi perguntado qual seria a formação ideal referente aos membros de uma banda.

“Eu seria o baterista, é claro… Eu teria Freddie Mercury (do QUEEN), o maior vocalista do rock’n roll de todos os tempos. Eu teria Chris Squire (do YES) tocando baixo, porque ele foi o melhor desde sempre e seria divertido ter ele ao redor. Então, eu teria Mick Ronson na guitarra (de DAVID BOWIE). Oh, Deus! Isso seria incrível!”

Fonte: http://whiplash.net/
Entrar
Register For This Site
A password will be e-mailed to you.
Player QN
Leia Mais Clicando Aqui
Quer indicar um vídeo/Áudio? Contate-nos





















