Alirio Netto e Livia Dabarian se conheceram durante a turnê nacional do musical We Will Rock You, baseado em músicas do Queen. Eles interpretaram o casal protagonista, Galileo e Scaramouche, e a afinidade foi tamanha que logo entabularam um relacionamento fora do palco. Terminada a temporada, a vontade de continuar cantando as canções de Fred Mercury & companhia não diminuía até que Livia e Alirio tomaram uma decisão. “Como era maravilhoso apresentar Queen, montamos um show mais intimista, apenas com um piano e nossas vozes, e fomos atrás de um local para apresentar”, conta ela. “Na verdade, pensamos grande e decidimos que a estreia seria em Nova York.”

Assim, nesta terça-feira, 20, exatamente às 21 horas (horário local, meia-noite em Brasília), vai começar Freddie Mercury Revisited, show que acontecerá no Triad Theatre, em Nova York. Em cena, Livia e Alirio vão repetir alguns dos sucessos do musical, além de acrescentar outras canções de Mercury que melhor se adaptam ao piano. Além disso, a dupla sabe onde pisa. “Morei três anos nessa cidade e Alirio já veio muitas vezes para cá”, explica Livia. “E os detentores do musical ficaram muito animados, a ponto de liberar o uso do logo do espetáculo brasileiro. E olha que o We Will Rock You nem passou pela Broadway”, comenta Alírio.

Cientes de que estão em uma cidade que oferece inúmeras possibilidades culturais – portanto, a concorrência é grande -, os dois atores brasileiros fizeram contatos com fãs-clubes, preparando o terreno para o sucesso. “A divulgação foi muito boa”, conta Livia, revelando ainda que o show deverá vir para o Brasil em 2017, se possível no primeiro semestre. “Estamos planejando nos apresentar em São Paulo, Rio, Brasília e Florianópolis”, explica. “Tudo depende de acertar nossa agenda pessoal, pois deveremos estar em cartaz em algum espetáculo nessa época.”

O caminho solo de artistas especializados em musical vem se tornando uma rotina. Beto Sargentelli, por exemplo, um dos mais destacados atores do gênero no Brasil, celebrou seus 10 anos de carreira nesta segunda-feira, 19, com o show Tal Filho, em que fez uma reverência especial ao pai, Roberto, seu grande incentivador, que morreu neste ano. “Foi o apoio de meu pai e todas as referências que ele me passou que me fizeram querer dedicar isso especialmente a ele”, conta.

Assim como ele, Tiago Barbosa, que se notabilizou como um dos mais importantes Simba da história do musical O Rei Leão, fez dois shows, Estrada e Living Room Concert, em que exercitou seu talento em diversos ritmos.

 

Fonte: http://istoe.com.br/

Grupo britânico criou uma versão bem humorada de Bohemian Rhapsody

A criatividade não tem limites! E quando ela juntas duas paixões mundiais, futebol e música, é receita de sucesso. O grupo humorístico britânico The Exploding Heads, que tem um canal no You Tube com mais de 13 mil inscritos, fez uma paródia da música Bohemian Rhapsody, do Queen, usando apenas nomes de jogadores e de clubes de futebol e ficou genial.

Você não vai se arrepender de assistir! Confira:

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br

O cantor estadunidense Adam Lambert está no centro de duas especulações no mundo da música, que envolvem o também músico Sam Smith e o Queen.

Enquanto estava trabalhando em novas músicas, em outubro, durante viagem a Londres (ING), Lambert publicou nas redes sociais um vídeo no qual ele e Smith apareciam. À época começaram a surgir rumores de que o vencedor do Oscar de melhor trilha sonora original, por “Writing on the Wall”, participaria do próximo álbum de Lambert. Mas a história não é bem essa.

Em entrevista à NME, Lambert relatou que os dois estavam apenas “se divertindo”. “Foi apenas um boato. Saímos apenas uma noite. Rimos tanto desses rumores no fim das contas, pois foi algo bem divertido.”

O músico relatou também que chegou a trabalhar com “alguns compositores e produtores incríveis” quando esteve em Londres e que pretende retomar o trabalho quando voltar a Los Angeles. “Eu gostaria de lançar alguma música em breve e tenho algumas ideias. Haverá algumas surpresas e algo novo para vir à tona”, comentou.

 

Como se não fosse o bastante, Lambert falou também sobre as chances de voltar a tocar com o Queen, que são reais. “Há mais trabalho em potencial com o Queen, assim como muitos assuntos empolgantes para discutirmos no próximo ano. Não estou pronto para fazer nenhum anúncio, mas há diversas cartas na mesa”, finalizou.

 

Fonte: https://tracklist.com.br/

A trajetória de um ídolo da música após seu despertar no outro plano da vida. A ajuda e a orientação recebida através de espíritos de grande evolução moral, o encontro com seus amigos, seus ídolos e o retorno aos palcos. Uma viagem guiada ao íntimo de um ser humano em fase de reconstrução para a verdadeira vida.

Você pode ler um capítulo do livro Clicando Aqui

Para adquirir o livro Clique Aqui

 

Agradecimentos a Marcia Soares da editora Ponto Azul e ao autor Fábio Figueiredo

Como fazemos todos os anos, chegou a hora de conferirmos quais são as bandas de rock com mais curtidas no Facebook. Os dados são referentes ao dia 13 de dezembro de 2016.

Não que isso sirva pra muita coisa além de animar uma conversa de bar, mas é um dado curioso e que mostra o tamanho dos artistas na maior rede (anti) social do planeta.

Em relação à 2015, poucas alterações: o Guns N’ Roses superou o AC/DCe subiu uma posição, o Queen e o Red Hot Chili Peppers ultrapassaram o Nirvana, o Iron Maiden e o Led Zeppelin deixaram para trás o KoRn, e o Black Sabbath e o Foo Fighters superaram o Radiohead. Em relação ao Foo Fighters, é a primeira vez que a banda de Dave Grohl aparece no top 30, deixando para trás o My Chemical Romance, que fazia parte do ranking em 2015.

Essas são as 30 bandas com mais curtidas no Facebook em 2016:

1 Linkin Park – 62.211.850 curtidas
2 The Beatles – 42.328.705
3 Metallica – 37.661.863
4 Green Day – 31.776.657
5 Guns N’ Roses – 30.615.789
6 AC/DC – 30.296.171
7 Pink Floyd – 29.484.396
8 Queen – 29.080.526
9 Red Hot Chili Peppers – 28.445.599
10 Nirvana – 27.915.649
11 Bon Jovi – 26.031.669
12 Evanescence – 22.753.451
13 System of a Down – 20.194.826
14 The Rolling Stones – 20.138.930
15 Nickelback – 18.622.635
16 Slipknot – 18.213.608
17 U2 – 17.517.139
18 Avenged Sevenfold – 17.230.717
19 Muse – 17.198.467
20 The Doors – 17.022.390
21 Aerosmith – 16.699.581
22 John Lennon – 15.749.470
23 Iron Maiden – 13.922.148
24 Led Zeppelin – 13.657.030
25 KoRn – 13.036.260
26 Kiss – 12.859.914
27 Ozzy Osbourne – 12.449.842
28 Black Sabbath – 12.165.422
29 Foo Fighters – 11.972.387
30 Radiohead – 11.929.426

Para efeito de comparação, listamos abaixo os dez nomes da música com mais fãs no Facebook, indo além do rock. Logicamente, a lista é formada por grandes nomes do pop, como você pode conferir abaixo:

1 Shakira – 104.491.360
2 Eminem – 91.197.525
3 Rihanna – 81.858.916
4 Justin Bieber – 77.830.288
5 Michael Jackson – 75.633.576
6 Taylor Swift – 74.744.217
7 Bob Marley – 74.557.692
8 Katy Perry – 70.893.410
9 Adele – 65.945.750
10 Beyoncé – 64.563.883

 

Fonte: http://whiplash.net/

Na última Segunda (05) o Queen postou em seu Facabook um vídeo de Brian May falando sobre seu próximo trabalho “Air Guitar Anthems”.

 Na publicação o guitarrista e compositor explica como a ideia da compilação surgiu e fala um pouco sobre a tracklist.

O álbum foi lançado dia 18 de novembro, já está disponível no iTunes e é uma coleção com 3CDs que reúnem clássicos de bandas como Metallica, Led Zeppelin, Sex Pistols e outros.

As músicas são:

Disco: 1 1. Bohemian Rhapsody – Queen 2. Whole Lotta Love – Led Zeppelin 3. Start Me Up – The Rolling Stones 4. Gimme All Your Lovin’ – ZZ Top 5. 20th Century Boy – T.Rex 6. Bat Out of Hell – Meat Loaf 7. Black Betty – Ram Jam 8. Smoke On the Water – Deep Purple 9. You Ain’t Seen Nothing Yet – Bachman 10. Stone Cold Crazy – Metallica 11. Poison – Alice Cooper 12. Crazy Crazy Nights – Kiss 13. Ace of Spades – Motörhead 14. The Boys Are Back in Town – Thin Lizzy 15. Here I Go Again ’87 – Whitesnake 16. Layla (Feat. Duane Allen) – Derek and The Dominos 17. Since You Been Gone – Rainbow 18. More Than a Feeling – Boston

Disco: 2 1. Money for Nothing – Dire Straits 2. Don’t Stop Believing – Journey 3. Down Down – Status Quo 4. Run to You – Bryan Adams 5. All Right Now – Free 6. I Can’t Explain – The Who 7. You Really Got Me – The Kinks 8. Mannish Boy – Muddy Waters 9. Feel Like Makin’ Love – Bad Company 10. White Wedding – Billy Idol 11. Bad to the Bone – George Thorogood and The Destroyers 12. Eye of the Tiger – Survivor 13. Sunshine of Your Love – Cream 14. Johnny B. Goode – Chuck Berry 15. Buddy Holly – That’ll Be The Day 16. All Or Nothing – Small Faces 17. God Save the Queen – Sex Pistols 18. The House of the Rising Sun – The Animals 19. Parisienne Walkways – Brian May & Kerry Ellis

Disco: 3 1. Pour Some Sugar On Me – Def Leppard 2. Message in a Bottle – The Police 3. I Believe in a Thing Called Love – The Darkness 4. Inside – Stiltskin 5. My Sharona – The Knack 6. Hold the Line – Toto 7. Sweet Home Alabama – Lynyrd Skynyrd 8. The Spirit of Radio – Rush 9. Girls Girls Girls – Motley Crue 10. I Wanna Rock – Twisted Sister 11. All the Young Dudes – Mott the Hoople 12. Rocky Mountain Way – Joe Walsh 13. (Don’t Fear) the Reaper – Blue Oyster Cult 14. Holy Diver – Dio 15. Black Hole Sun – Soundgarden 16. Addicted to Love – Robert Palmer 17. F.B.I. – Ashley Shadows 18. Wild Thing – The Troggs 19. We Will Rock You – Queen

 

Fonte: http://br.nacaodamusica.com

O guitarrista do Queen, Brian May, atualizou os fãs a respeito de seu estado de saúde, após cancelamento de toda turnê solo em outubro desse ano.

Há dois meses, a lenda do rock anunciou que sua série de shows que aconteceria em dezembro não poderia ser mantida por conta de recomendações médicas.

Na época, May soltou um comunicado oficial, onde ele afirmou que “estava lutando cada vez mais contra uma doença persistente”, que estava “destruindo sua energia e vontade”.

“Estou em uma situação onde não me sinto confiante para me apresentar nos shows que estão marcados. Fui fortemente aconselhado a descansar e me curar, ao invés de sair e me arriscar a falhar, o que seria uma tragédia real,” disse ele.

Hoje, Brian May usou sua conta no Twitter para agradecer as mensagens positivas dos fãs e informar que ainda está sob cuidados, porém “ficando mais forte”:

“Só queria dizer obrigado, queridos amigos do Twitter, por todas as palavras gentis. Ainda estou caminhando relativamente devagar, mas estou ficando mais forte. Bri,” disse ele.


Brian May: “estou ficando mais forte”

Lendário guitarrista afirma que está “ficando mais forte” durante o tratamento

Depois de algumas semanas comunicar que está tratando de uma doença persistente, o guitarrista Brian May deixou um comunicado positivo em seu perfil no Twitter onde ele revela uma significativa melhora: “Só quero agradecer, queridos amigos do Twitter – por todas suas orações. Eu ainda estou tomando isso relativamente devagar, mas ficando mais forte”, disse.

Mesmo sem mencionar qual tipo de doença ele está tratando, o músico britânico de 69 anos tranquilizou os fãs com essa notícia, ainda mais porquê existe a possibilidade do Queen se reunir em estúdio, como já descreveu o baterista Roger Taylor em uma matéria do site Classic Rock, admitindo que “é muito possível” que eles possam gravar “uma música ou duas”.

Em março, Brian May e Kerry Ellis lançarão o novo álbum Anthems II. Neste ano, eles já haviam lançado o single Roll With You.

 

Fontes: http://portalrockline.com.br  |  www.musicjournal.com.br

O baú de preciosidades do Queen parece não ter fim. Sorte dos fãs. Banda que contava com Freddie Mercury (voz e piano), Brian May (guitarra e violão), John Deacon (contrabaixo) e Roger Taylor (bateria e voz), o Queen, que segue com May e Taylor, apresenta o álbum On Air (Universal Music, R$ 47,90, em média).

O lançamento é recheado por dois CDs com 12 músicas cada, todas gravadas ao vivo nos estúdios da rádio britânica BBC, e que abordam o início da carreira do quarteto roqueiro.

 A obra abre com quatro temas registrados em fevereiro de 1973, para divulgar o disco de estreia: My Fairy King, Keep Yourself Alive – uma das primeiras músicas escritas por May após a criação do Queen –, Doing All Right e Liar. Já é possível notar o abuso positivo das melodias de guitarra e dos coros aliados ao vocal de Mercury, marcas registradas do quarteto.

Do mesmo ano a obra ainda pincela outras duas sessões. A do dia 2 de julho conta com temas como See What A Fool I’ve Been e Son And Daughter.

A criatividade da banda fica nítida com o passar dos anos. Em 1974 a banda gravou na rádio Modern Timer Rock’N Roll, Nevermore, White Queen (As it Began) e Now I’m Here, entre outras. O registro aborda passagens do Queen na BBC até 1975.

No Exterior o lançamento é mais caprichado. Além do CD duplo, há edição com três LPs e uma caixa com seis CDs que conta com gravações que vão até os anos 1990, inclusive temas tocados pelo grupo no Brasil, em 1981.

 

Fonte: www.dgabc.com.br

No curioso vídeo abaixo, a letra de Bohemian Rhapsody, do Queen, vira a base para um roteiro completo de um curta-metragem sobre um crime.

Fonte: http://whiplash.net

Parte da matéria do Jornal das 10, da Globo News, em que Freddie aparece. “Mortes de ídolos das décadas de 80 e 90 e, decorrência da Aids chamaram a atenção do mundo para doença.

Músico gravou uma versão da música Seaside Rendezvous 

 Landau faz homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury Divulgação
Landau faz homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury Divulgação

O músico Landau fez uma homenagem aos 25 anos da morte de Freddie Mercury. Ele gravou uma versão da música Seaside Rendezvous, do Queen: no videoclipe, o artista aparece vestido de mágico e dança pelas ruas. 

Landau contou que a principal inspiração na hora de criar essa versão foi Gene Kelly:

— Enquanto pesquisava as referências tanto para gravar a música quanto para definir o formato do clipe, descobri que Freddie Mercury adorava artistas como Gene Kelly e Fred Astaire, daí não tivemos escolha, o clipe teria que ser algo neste sentido.

O produtor Rogerio Ultrila foi quem teve a ideia de fazer a releitura da música. Ultrila foi idealizador da coletânea Bismillah, em que consta a versão Seaside Rendezvous. A produção musical ficou por conta de Paulo Senomi, que contou com nomes como o maestro Tiago Mineiro no piano e Paulo Garcia no contrabaixo. A atriz Gabi Roncatti atua com o cantor no videoclipe. Confira: 

Fonte: http://entretenimento.r7.com

 

Se Freddie Mercury era a alma, o piloto, do Queen, o guitarrista Brian May era seu motor, alimentando a banda com canções que os elevava para uma estratosfera ocupada apenas por algumas seletas bandas de rock. Ele é um compositor capaz, com sua destreza, de mesclasse elementos de folk, prog, metal e pop clássico, em visões tão grandiosas como ambiciosas.

Abaixo o Top 10 da Team Rock

10) The Prophet’s Song (A Night At The Opera, 1975)

9) Brighton Rock (Sheer Heart Attack, 1974)

8) Dead On Time (Jazz, 1978)

7) Hammer To Fall (The Works, 1984)

6) Fat Bottomed Girls (Jazz, 1978)

5) 39 (A Night At The Opera, 1975)

4) The Show Must Go On (Innuendo, 1991)

3) Keep Yourself Alive (Queen, 1973)

2) We Will Rock You (News Of The World, 1977)

1) Now I’m Here (Sheer Heart Attack, 1974)

Fonte: http://teamrock.com
Dica de: David Neto

 

O líder do Queen morreu em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos

Segundo banco de dados do Ecad, Freddie Mercury tem 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a ele (Foto: reprodução)
Segundo banco de dados do Ecad, Freddie Mercury tem 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a ele (Foto: reprodução)

Há 25 anos o mundo perdia uma das vozes mais emblemáticas do rock. Freddie Mercury, o cantor que levantou a primeira edição do Rock in Rio, em 1985, à frente da banda Queen, morreu em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos. Ele, que emocionou multidões com seu tom potente e canções como Love of my life e We will rock you, acaba de receber uma homenagem do Ecad. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, que centraliza a arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública musical, preparou um levantamento inédito sobre a obra do artista que revolucionou o universo musical nos anos 70 e 80.

Freddie Mercury durante a inesquecível apresentação no primeiro Rock in Rio, em 1985 (Foto: Divulgação)
Freddie Mercury durante a inesquecível apresentação no primeiro Rock in Rio, em 1985 (Foto: Divulgação)

Quando se pensa em Freddie Mercury, vêm à mente sua voz com músicas que marcaram a vida de pessoas de diferentes idades e gerações. No entanto, o artista também foi um compositor de sucesso, sozinho ou em parceria com grandes nomes da música mundial, como David Bowie e Little Richard. Bowie foi, inclusive, o cantor que mais gravou canções de Mercury. Além dele, Montserrat Caballé, Michael Bublé, Venio Aires e Paul Rodgers foram os outros cantores que mais gravaram músicas do vocalista do Queen. Entre as obras mais gravadas estão Crazy little thing called love, Bohemian rhapsody, Love of my life, Somebody to love e Under pressure.

 

O Ecad tem em seu banco de dados 163 obras e 413 fonogramas atribuídos a Freddie Mercury. O segmento de rádio é o que representa a maior fonte de rendimentos para os herdeiros dos direitos autorais do artista (30,97%), seguido dos segmentos de show e TV aberta. Entre as músicas mais executadas pelo Queen nos últimos cinco anos, Crazy little thing called love aparece novamente em 1º lugar, seguida por I want to break free.

 

Fonte: http://epoca.globo.com
Dica de: Rafael Macedo

Famoso por suas performances enérgicas e por sua forte presença de palco, além de um poder vocal impressionante, o ex-vocalista da banda Queen é considerado uma lenda da música mundial. 
 
No documentário, inédito na TV, “Freddie Mercury: The Great Pretender”, que o BIS exibe no dia 10/12/2016, às 21h30, o icônico cantor aparece durante seus projetos fora da banda, como artista solo. 
 
 O filme foi ganhador do prêmio Rose D’Or em 2013 e do Emmy Internacional na categoria “Melhor Programa Artístico” no mesmo ano. 


Fonte: http://natelinha.uol.com.br

Líder do Queen deixava todo mundo de queixo caído — e não era só pelo grave excêntrico

Que a voz de Freddie Mercury era de cair o queixo todo mundo já sabe. Mas as performances do líder do Queen nunca ficaram atrás quando o assunto era surpreender. Veja 10 delas imperdíveis para entender a importância do ídolo.

01/ “Bohemian Rhapsody” Show em Budapeste, em 1986
02/“Love of My Life”Show no Rock in Rio, em 18 de janeiro de 1985
03/“We Will Rock You live”Show em Londres, em 1979
04/“Don’t Stop Me Now”Show em Londres, em 1979
05/“Another One Bites The Dust”Show no Japão, em 1985
06/“I Want to Break Free”Lançada em 1984, no álbum “The Works”
07/“The Show Must Go On”Música lançada em 1991, um mês antes de Freddie Mercury morrer
08/“The Great Pretender”Apresentação feita por Freddie Mercury em 1987
09/ “Save Me”Show em Montreal, no Canadá, em 1881
10/“Under Pressure”Show na Inglaterra, em 1986
Fonte: http://entretenimento.r7.com

O mundo perdeu Freddie Mercury há 25 anos, mas o legado que o eterno líder do Queen deixou é imortal. Você é fã? Então veja qual música do Queen mais bem representa sua personalidade.

Clique na imagem abaixo para fazer o Quiz:


Fonte: http://entretenimento.r7.com

Veja abaixo uma prévia do DVD “Queen + Adam Lambert – Live in Japan”, que será lançado no Japão em 20 de dezembro, trazendo uma performance registrada no dia 17 de agosto de 2014 no Summer Sonic, considerado o maior festival de rock do país.

Fonte: http://whiplash.net

Neste vídeo de apenas dois minutos Freddie Mercury parou o mundo

 

Nesta gravação de concerto no Estádio de Wembley estão resumidos os poderes do cantor

“Nunca vi um homem apanhar o mundo inteiro na palma da mão dessa maneira”. Assim descreve Peter Freestone, assistente pessoal de Freddie Mercury (Tanzânia, 1946 – Londres, 1991), tudo o que aconteceu em 12 de julho de 1986 no Estádio de Wembley, em Londres. O concerto acabaria entrando na história da música e da cultura popular: o mundo parou de girar durante três horas e toda uma geração associaria para sempre o líder do Queen a essa jaquetinha amarela, ao bigode e a esse êxtase musical quase religioso.

O mais fascinante daquele espetáculo é que se pode perceber como o cantor estava perfeitamente consciente de que estava fazendo história. Tanto é assim que sequer foi necessária uma canção de verdade para despertar o fervor de 70.000 fiéis: bastou-lhe uma improvisação de apenas 2 minutos. Hoje, mais de 30 anos depois e no 25º aniversário de sua morte, essa improvisação aparentemente inconsequente condensa tudo aquilo que fez de Freddie Mercury uma lenda.

Assim se domina um palco com arrogância e elegância

Era o maior palco construído até então, e ficou pequeno para ele. Mercury passeia como um animal que sabe que conquista imediatamente o terreno em que pisa, e em nenhum momento parece intimidado pela responsabilidade de seduzir 70.000 pessoas. É tão gracioso como cativante. Suas posturas triunfantes enquanto improvisa, a meio caminho entre a ópera e a festa de vilarejo, geraram uma corrente elétrica que fez com que o público não sentisse que estava repetindo cantos tiroleses, mas que fazia parte da história da música.

Sempre cantando como se fosse a última vez na vida

“Não posso ir tão alto, vamos baixar outra vez”, reconhece o cantor no vídeo. Mas em seguida volta a levantar a voz com uma magnitude que não cabia em Wembley. Embora o alcance vocal de Mercury atingisse a estratosfera como poucos cantores masculinos conseguiram, dava a sensação de que seu vigor não nascia da técnica, mas de suas entranhas. O público respondeu com entusiasmo aos seus arrulhos porque Freddie estava levando tudo tão a sério como se fosse a última canção de sua vida.

Líder de massas

O flautista de Hamelin era um amador ao lado de Mercury. Aquela massa devotada tinha pagado 17 euros (cerca de 60 reais) pela entrada, naquele que foi, sem dúvida, o melhor investimento de toda a sua vida. E se deixaram levar pela euforia do Queen. A indumentária de Mercury o faz parecer um líder militar tirado de um sonho e ele segura seu característico microfone com a atitude épica de quem ostenta um cetro. Falta-lhe a coroa, mas ele se encarrega de se comportar como se fosse o rei do mundo. O público estava tão aos seus pés que, se no fim do concerto Freddie propusesse invadir a Polônia, essas 70000 pessoas o teriam seguido sem pensar duas vezes.

Um anfitrião divertido que convida todo mundo para a festa

Terminar seu número com um “que se fodam” e receber uma ovação como resposta é algo que só as verdadeiras estrelas podem se permitir. Mercury colocou Wembley inteiro no bolso e o conseguiu porque a arrogância só é carismática quando nasce da positividade e não da prepotência. O cantor começou sua improvisação com uma espécie de minicachepô na mão, que o faria parecer o bêbado de turno da festa se não fosse sua presença majestosa. Ele é o primeiro a ser surpreendido pela receptividade do público e parece querer testar a obediência de seus fiéis, mas não o faz com superioridade (embora desfrute disso), mas convidando todo mundo para a festa.

Sim, sou extravagante, e se você não gosta, foda-se

A estrambótica energia Mercury sobre o palco provocou muitos comentários sobre sua sexualidade, mas ele não dava importância alguma. Outros artistas teriam sentido vergonha, mas Freddie se deixava levar pela teatralidade e pela grandiloquência, sempre procurando levar adiante o maior espetáculo do mundo. Ele sabia que o problema era dos outros. Se um artista resolve ser prudente e pisa no freio, conseguirá passar despercebido, mas nunca fará história.

Despreocupadamente atraente

Freddie Mercury não era bonito, mas exibia o bigode como poucos. Suas calças justas, seu gosto pelas camisetas regata e o suado com que terminava cada performance era assombrosamente atraente, precisamente porque ele não estava nem um pouco preocupado com isso.

Um minuto e 58 segundos, em que o mundo parou

Pouco antes de sua morte, Mercury lançou The Show Must Go On (O Show Deve Continuar) e tornou-se um credo. Para ele não era uma frase feita, mas um modo de vida. O show continuou, mas não o deixou para trás. Ele passou seus últimos dias obcecado em continuar a compor e a gravar, sentia a necessidade de alimentar seu legado. A verdade é que quando morreu, naquele 24 de novembro de 1991, Freddie Mercury já era muito mais do que um cantor: fazia parte da vida de milhões de pessoas. Recuperar hoje aquele espontâneo e afetivo jogo entre o rei e seus súditos faz com que, durante um minuto e 57 segundos, Freddie Mercury consiga parar o mundo de novo. E isso é o mais próximo que se pode estar da imortalidade.

 

Fonte: http://brasil.elpais.com