Há uma certa pompa na parceria dos remanescentes do Queen, Brian May e Roger Taylor, com Adam Lambert. Deu liga, é inegável. Mas existe uma série de elementos que permitam uma conexão mais forte entre o projeto e o público. Algo que vai além do musical.

Características de Adam Lambert como a própria persona, o estilo vocal e a relação dele com o público se assemelha, guardadas as devidas proporções, com as do insubstituível Freddie Mercury. Além disso, o cantor surgiu em um reality show muito conhecido – “American Idol” –, é americano – ou seja, cria-se uma “afinidade” com os Estados Unidos, que nem sempre deu a popularidade que o Queen merecia – e sua relação com a música pop promoveu a união Queen + Adam Lambert com o público que está ligado ao universo pop – até mesmo pela imprensa especializada neste gênero.

 

A aceitação da parceria Queen + Adam Lambert, no entanto, ofuscou outra tentativa, já passada: Queen + Paul Rodgers. Brian May e Roger Taylor se juntaram ao vocalista, consagrado por trabalhos com o Free e o Bad Company, em 2004. Ficaram juntos até 2009. De acordo com Rodgers, “durou mais que o esperado”, pois “era para ser apenas uma turnê europeia, por diversão”.

Hoje leio muitas críticas em relação à parceria entre Queen e Paul Rodgers, especialmente quando se compara com a atual tentativa, com Adam Lambert. Alguns dos argumentos são justos. O background de Rodgers, mais bluesy, é muito diferente do Queen e toda a sua pegada operística – apesar da clara conexão entre Rodgers e Freddie Mercury, que considerava o vocalista do Free e do Bad Company um de seus favoritos. Outros, no entanto, desmerecem a ousadia dos envolvidos em sair da zona de conforto.

Queen e Paul Rodgers fizeram duas turnês mundiais que renderam bons registros: “Return of the Champions” (2005) e “Live in Ukraine” (2009). Nas tours, obviamente, imperava o repertório do Queen. Mas algumas pérolas da extensa discografia do cantor também apareceram. Algumas faixas clássicas do Queen, na minha visão, caíram muito bem na voz de Rodgers, como “Fat Bottomed Girls” e “I Want It All”. Já as mais performáticas, como “The Show Must Go On”, parecem ter algo faltando. Do lado da banda, sem defeitos: Brian May, Roger Taylor e os demais fazem bonito nas canções de projetos passados do vocalista, como “All Right Now” (Free) e “Feel Like Makin’ Love” (Bad Company).

Um disco de estúdio também foi produzido durante os anos de parceria. “The Cosmos Rocks” tem, inicialmente, uma digestão difícil. Mas o estilo de Rodgers prevaleceu no momento autoral. É divertido ouvir especialmente Brian May em uma proposta mais blues, com a guitarra em um plano principal – e muitos momentos com violões também. E ele se sai bem, assim como Roger Taylor, que não brilha tanto nos backing vocals como costumava nos álbuns do Queen, mas não peca com as baquetas em mãos.

Há um “quê” de incompreensão em relação à parceria Queen + Paul Rodgers. Talvez por ser mais experimental e ousada do que a atual encarnação, com Adam Lambert. No entanto, vale olhar novamente para a proposta com atenção. Até porque, se é difícil imaginar Lambert, Brian May e Roger Taylor com um disco de inéditas hoje em dia, fica ainda mais complicado mentalizar algo tão fino como “The Cosmos Rocks”.

 

Fonte: http://whiplash.net

Após realizar uma série de shows pela europa com a “Summer Festival Tour” em maio/junho, Queen + Adam Lambert retornou aos palcos nessa segunda (12), onde a banda realizou pela primeira vez um show na cidade israelense de Tel Aviv.

Diferentemente dos shows da europa, a setlist trouxe algumas novidades, incluindo “Dragon Attack” e “Keep Yourself Alive”, além disso “The Show Must Go On” também voltou a ser performada. Lambert também trouxe novidades nos figurinos, apresentando vários inéditos, a grande maioria sendo na cor preta.

Queen & Lambert seguirão por grande parte do continente asiático, onde a “Asian Tour” passará por países como Japão, China e Cingapura, onde a banda irá se apresentar no GP de Fórmula 1 do país.

Para ver a galeria de fotos Clique aqui. Confira abaixo vídeos e a setlist completa do show dessa segunda-feira:

Vídeos & Setlist

Seven Seas Of Rhye
Keep Yourself Alive
Hammer To Fall
Stone Cold Crazy
Fat Bottomed Girls
Don’t Stop Me Now
Killer Queen
Somebody To Love (parcial)
Love Of My Life (parcial)
These Are The Days Of Our Lives
(Drum Battle)
Under Pressure
Crazy Little Thing Called Love
Dragon Attack
Another One Bites The Dust 1
I Want It All
(Guitar Solo)
Who Wants To Live Forever 1
The Show Must Go On
Tie Your Mother Down
I Want To Break Free
Bohemian Rhapsody
Radio Gaga
We Will Rock You/We Are The Champions

Fonte: http://glamilybrasil.com

Embora não seja muito fácil de compreender alguns textos, ao que parece o objetivo do usuário da conta do twitter que atende pelo nome すえきち foi criar um sitcom onde duas lendas, o vocalista Freddie Mercury e o ator e instrutor de artes marciais Bruce Lee, são grandes amigos, embora, até onde se saiba, eles nunca se encontraram pessoalmente. Confira abaixo algumas imagens selecionadas e visite o link a seguir para acompanhar as postagens. https://twitter.com/suekichiii

Ambos são bonecos Figura em Ação como publicamos o do Freddie aqui

Imagem

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Fonte: http://whiplash.net/

 

É 1982. É o histórico show Queen Live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem o público imponente: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We Will Rock You e muitos mais sucessos.

Dias e horários:

Sábado   17/09 às 14:00
Segunda 19/09 às   8:10


Músicas do show:

Flash
The Hero
We Will Rock You (Fast)
Action This Day
Play The Game
Staying Power
Somebody To Love
Now I’m Here
Dragon Attack
Now I’m Here (Reprise)
Love Of My Life
Save Me
Back Chat
Guitar Solo
Under Pressure
Fat Bottomed Girls
Crazy Little Thing Called Love
Bohemian Rhapsody
Tie Your Mother Down
Another One Bites The Dust
Sheer Heart Attack
We Will Rock You
We Are The Champions
God Save The Queen

 

Fonte: TCM

Em comemoração aos 70 anos de nascimento do Freddie Mercury a Bandai homenageou o artista de voz poderosa como uma figura incrível na linha S.H. Figuarts totalmente articulada e e repleta de detalhes e acessórios.

Com 14 centímetros de altura a figura em escala 1:12 possuí mais de 20 pontos de articulação espalhados pelo seu corpo o que é padrão da S.H. Figuarts da Bandai e foi colorido digitalmente durante mais de 300 horas de trabalho.

A figura Freddie Mercury Bandai foi baseado no concerto do Queen Live at Wembley Stadium, em 1986, e foi produzido vestindo a sua icônica jaqueta amarela, camiseta branca, calças brancas com listras coloridas e tênis Adidas. Inclui o característico microfone com cabo longo como acessório.

A peça está muito bem detalhada e retrata o Freddie Mercury perfeitamente, se você é um grande fã da banda Queen esta peça não pode faltar em sua coleção.

Possui
3 Cabeças com faces diferentes
3 pares de mãos
Microfone com pedestal
Microfone

 

Confira o vídeo abaixo:

 

O boneco pode ser encontrado no Mercado Livre, Ebay e Amazon.com

Freddie Mercury completaria 70 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro de 2016. Ele nasceu em 5 de setembro de 1946, na Cidade da Pedra, em Zanzibar, uma parte da Tanzânia.

Infelizmente, a trajetória de Freddie Mercury foi interrompida em 24 de novembro de 1991, quando faleceu em decorrência de complicações causadas pelo vírus da Aids. Apesar disso, o trabalho de Mercury em pouco menos de duas décadas com o Queen foi o suficiente para colocar seu nome na história da música.

Em homenagem a Freddie Mercury, foram selecionadas sete curiosidades sobre sua trajetória. Veja:

1) Melhores amigos

Há quem diga que o melhor amigo de Freddie Mercury dentro do Queen era o baixista John Deacon. Algo curioso, visto que Deacon tinha, na banda, uma postura completamente diferente da de Mercury: era discreto e não tinha nenhum perfil de liderança. Os créditos das composições dão noção deste detalhe: as músicas que não eram assinadas somente por Deacon, eram co-escritas por ele e Mercury.

2) Música erudita

A proximidade que Freddie Mercury tinha com a música erudita era evidente. Não só pelas composições do Queen, como também pelo álbum “Barcelona”, lançado por ele em 1988 ao lado da cantora lírica Montserrat Caballé. Mercury dizia que gravar com Caballé era seu sonho de muitos anos atrás. O disco foi concebido após Mercury ter sido convidado a fazer uma música que servisse de tema para os Jogos Olímpicos de 1992, realizados em Barcelona, na Espanha. O cantor morreu antes da realização do evento e, por isso, a canção não se tornou tema da competição, mas foi tocada durante sua cerimônia de abertura.

3) Substituto com aval

A escolha por Paul Rodgers para a versão do Queen “lançada” na década passada não foi por acaso. Freddie Mercury se dizia muito fã de Rodgers. Não precisa ser muito atento para perceber como o cantor do Free e do Bad Company influenciou o astro do Queen, especialmente em presença de palco.


4) Composição era um dos fortes

Compositor de mão cheia, Freddie Mercury é o autor de boa parte dos hits do Queen. Das 17 músicas presentes no disco “Greatest Hits” (1980), 10 são dele. Isso mostra a importância de Mercury nos anos iniciais da banda. Já na segunda etapa, contemplada em “Greatest Hits II” (1991), com músicas lançadas entre 1982 e 1991, Freddie é o autor de de duas e co-autor de quatro. Ele afirmava que gostava de acompanhar o que acontecia não só na música, mas também no cinema e no teatro para inspirar suas composições.

5) Reconhecido pela ciência

Um estudo conduzido pelo Dr. Christian Herbst (Universidade de Viena) descobriu o que todos sabiam: a voz de Freddie Mercury era única. No entanto, a pesquisa trouxe detalhes fundamentais sobre a voz de Freddie. Soube-se, por exemplo, que Mercury era um barítono, mas conseguia facilmente trabalhar como tenor. A pesquisa mostrou, também, que as pregas ventriculares de Mercury vibravam junto com as pregas vocais, algo que a maioria dos seres humanos não conseguiria executar. O vibrato é tão intenso que chegava a 7.04 Hz, enquanto o comum está entre 5.4 e 6.9 Hz, ultrapassando a vibração atingida por Luciano Pavarotti.

6) Tímido? Quem diria…

Freddie Mercury era um performer expansivo, mas tímido fora dos palcos. Era do tipo que dava poucas entrevistas e evitava se envolver em polêmicas. Mesmo sua vida boêmia não era de conhecimento público até sua morte, em decorrência de complicações geradas pelo vírus HIV.

7) Na ativa até pouco antes de morrer

A última aparição pública de Freddie Mercury havia sido em fevereiro de 1990, quando o Queen foi homenageado no Brit Awards. A última música gravada por ele foi “Mother Love”, presente no álbum póstumo “Made In Heaven”, de 1995. O registro foi feito em meados de outubro de 1991. Cada verso era cantado e gravado pelo menos quatro vezes, de forma separada, em função da saúde já debilitada. Ainda assim, Mercury não desistiu e permaneceu trabalhando até quando não conseguiu mais.

 

Fonte: http://whiplash.net

Na semana que se completam 30 anos da morte de Freddie Mercury, vamos repostar algumas publicações para relembrar o nosso querido frontman e celebrar  o seu legado.

 

Freddie Mercury, da infância na África ao estrelato mundial

 

Origens orientais
A antiga ilha de Zanzibar, na costa da Tanzânia Foto: Reprodução
Farrokh Bulsara‌ nasceu no Sultanato de Zanzibar, um arquipélago ao leste da África que na época era um protetorado britânico — e hoje é parte da Tanzânia. Seus pais, Bomi (1908–2003) e Jer Bulsara (1922–), eram indianos da região de Mumbai, seguidores do zoroastrianismo.

 

Infância na Índia

Enquanto o pai trabalhava em Zanzibar, o jovem Farroukh estudou em internatos em Mumbai. Na Índia, aprendeu a tocar piano e ganhou o apelido de Freddie. Além dos astros do rock da época, como Little Richards, uma de suas maiores influências musicais na infância foi a cantora de Bollywood Lata Mangeshkar.

Chegada à Inglaterra

Quando Freddie tinha 17 anos, sua família precisou fugir de Zanzibar, por causa da revolução que atingiu o país em 1964, derrubando o sultanato — e matando milhares de árabes e indianos. Eles foram morar em Feltham, Middlesex, na Inglaterra. Em 2009, uma placa em homenagem a Mercury foi inaugurada.
O logo do Queen
Formado em Artes e Design Gráfico na Ealing Art College, Freddie criou o logo do Queen combinando os signos dos músicos da banda: dois leões (Deacon e Taylor), um caranguejo (câncer, para Brian May) e duas fadas (virgem, para Mercury) em torno da letra Q. No centro uma coroa e, sobre tudo isso, uma fênix. Ufa!
 
 
Queen
Mercury se juntou à banda de Brian May e Roger Taylor em abril de 1970. Ele escolheu o nome Queen, apesar da resistência dos colegas: “É muito régio, obviamente, e soa esplêndido. É um nome forte, muito universal e imediato. Claro que eu estava ciente da conotação gay, mas essa era apenas uma das facetas.”, disse numa entrevista anos depois.
 
 
 
Um novo nome
Farroukh já usava o apelido Freddie e mudou o sobrenome de Bulsara para Mercury logo no início da carreira do Queen — antes ele tinha participado de duas bandas que não deram certo. Mesmo em seu passaporte o nome era Frederick Mercury.
 
 
 
 ‘Love of my life’

Mercury teve um longo relacionamento com Mary Austin nos anos 1970, que terminou apenas quando ele se assumiu gay. Ela foi, no entanto, a melhor amiga dele durante toda a sua vida e ficou com a maior parte de seus bens quando ele morreu. E sim, foi para ela que Mercury compôs ‘Love of my life’.

O companheiro

Em 1985 ele iniciou a relação com o cabeleireiro Jim Hutton, que recebeu diagnóstico de HIV positivo em 1990. Hutton acompanhou Mercury em seus últimos seis anos de vida e estava ao lado de sua cama quando ele morreu. A luta de Freddie contra a doença inspirou a canção ‘The show must go on’, escrita por Brian May.

‘Bohemian Rhapsody’

Mercury ficou amigo do DJ Kenny Everett em 1974. Um ano depois, quando o músico mostrou uma cópia de “Bohemian Rhapsody”, o DJ duvidou que qualquer rádio fosse tocar uma música de mais de 6 minutos. Mas quando ouviu pela primeira vez, teria dito: “essa será número 1 por séculos”.

A maior de todas as festas

Meses depois de descobrir que era HIV positivo, em 1987, Mercury comemorou seu aniversário de 41 anos no Pikes Hotel, em Ibiza, no que a imprensa britânica classificou como “o mais incrível exemplo de excesso já visto naquela ilha do Mediterrâneo”. Foram 700 convidados, 232 copos quebrados e um bolo de 2 metros que reproduzia a letra de “Barcelona”.

A Aids

Durante anos os tablóides britânicos perseguiram Mercury, tentando comprovar que ele tinha Aids. O cantor se recusava a falar sobre sua vida privada. Ele confirmou a doença apenas em 23 de novembro 1991, um dia antes de morrer, em casa, aos 45 anos. A causa oficial da morte foi broncopneumonia resultante da Aids.
 
 
 Zoroastro
O funeral de Mercury foi celebrado por um sacerdote do zoroastrismo. Entre os convidados, apenas a família e amigos próximos. O caixão foi carregado ao som de “Take My Hand, Precious Lord”/”You’ve Got a Friend”, de Aretha Franklin. O corpo foi cremado e as cinzas levadas por Mary Austin, que as enterrou num local nunca revelado.
A estátua
Uma estátua de 3 metros, feita por Irena Sedlecka, foi erguida em Montreux, na Suíça, em novembro de 1996. Na inauguração, estavam presentes o pai de Mercury, Montserrat Caballé, Brian May e Roger Taylor. Fãs visitam o lugar especialmente no 1º fim de semana de setembro, quando acontece o “Freddie Mercury Montreux Memorial Day”.

A réplica

Outra estátua ficou sobre a entrada do Dominion Theatre, em Londres, de 2002 a 2014, enquanto estava em cartaz o espetáculo “We Will Rock You”. A última aparição pública de Mercury foi nesse teatro, em 18 de fevereiro de 1990, quando o Queen recebeu um Brit Awards especial. Essa estátua hoje está no jardim de Roger Taylor.
Fonte: http://oglobo.globo.com

Vocalista, que faria 70 anos, era a alma da banda, famosa por sucessos como ‘Bohemian rapsody’ e ‘We are the champions’. Artista, que brilhou no Rock in Rio, morreu de Aids

Freddie Mercury nasceu Frederick Bulsara, na ilha africana de Zanzibar, próximo à costa da Tânzania, em 5 de setembro de 1946. Filho de um funcionário público da administração britânica, iniciou seus estudos em Bombaim, na Índia, retornando à Inglaterra em 1964, quando começou a estudar desenho no Earling College of Art e conheceu Brian May, Roger Taylor e John Deacon, que deram origem a uma das maiores bandas de todos os tempos, o Queen. Sucesso internacional, fizeram shows em todos os cantos do planeta e venderam milhões de discos ao longo dos 20 anos juntos.

O álbum de estreia surgiu em 1973, mas foi com “A night at the Opera” (1975) e o hit “Bohemian rapsody” que o grupo se firmou na cena do rock’n’roll. O disco quebrou recordes de permanência no primeiro lugar das paradas e o vídeo de promoção foi considerado um marco na indústria fonográfica.

O Queen esteve pela primeira vez no Brasil em março de 1981, lotando o Morumbi com 120 mil fãs no que foi um dos primeiros grandes shows na história do país. Voltaram no primeiro Rock in Rio, em 1985, quando se apresentaram duas vezes, e seu segundo show, em 19 de janeiro, teve um final apoteótico. Ali, naquele momento, parte da história do grupo musical Queen foi escrita. Freddie puxou um coro de dezenas de milhares de fãs que, em uníssono, cantaram “Love of my life”, em meio à chuva e à lama, numa noite inesquecível.

Uma vez, o músico se definiu como a Carmen Miranda do rock: um grande cantor, talentoso e exagerado. No entanto, era muito reservado quando se tratava da vida pessoal, embora sempre tenha deixado subentendida sua homossexualidade. Após muitos relacionamentos, com homens e mulheres, entre as quais se destaca Mary Austin, ele conheceu Jim Hutton em 1985, com quem manteve um relacionamento sério até o fim de sua vida. Jim ficaria ao seu lado durante toda a doença e estava junto dele na cama, quando o cantor faleceu.

Mercury compôs dezenas de canções inesquecíveis, como “We are the champions”, “Love of my life”, “Don’t stop me now”, “Crazy little thing called love”, entre tantas outras. Em 1988, ele gravou ainda o álbum “Barcelona”, com a soprano espanhola Montserrat Caballé.

Seu último disco com o Queen traz a música “The show must go on” (o show tem que continuar). Uma despedida. Em parte da canção ele pergunta “Alguém sabe porque estamos vivendo?/ Eu acho que estou aprendendo/ Eu preciso ser mais forte agora/ Em breve irei virar a esquina/ Lá fora o amanhecer está surgindo/ Mas aqui dentro no escuro estou sofrendo para ser livre/ O show deve continuar”.

Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991, de broncopneumonia em consequência da Aids, aos 45 anos. Sua morte ocorreu menos de 48 horas após ter admitido que estava com Aids. Até então dizia, através de seu assessor, que sofria de pneumonia. Apesar de saber da doença desde 1985, ele se resguardava da mídia, pois na época havia muita discriminação contra portadores do então chamado “câncer gay”.

Desde sua morte, o Queen buscou outros vocalistas, mas nenhum deles têm o brilho de Freddie Mercury. Ele não era só a voz do Queen, era sua imagem e alma.

O Rei. Freddie Mercury em show do Queen, em Budapeste: em suas apresentações, figurinos recebiam atenção especial
O Rei. Freddie Mercury em show do Queen, em Budapeste: em suas apresentações, figurinos recebiam atenção especial 1986 / Divulgação

Disco é o único a ter superado a marca de 6 milhões de cópias vendidas; veja o top 10

LONDRES — “Greatest hits”, do Queen, é o álbum mais vendido do Reino Unido nos últimos 60 anos, superando “Gold”, do Abba, e “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles.

A lista foi publicada pela Official Charts Company para celebrar o 60º aniversário do primeiro ranking de vendas do país, publicado no dia 22 de julho de 1956, quando “Songs of swingin’ lovers”, de Frank Sinatra, liderou as paradas britânicas. Desde então, cerca de 1.100 álbuns alcançaram o topo, seja em vinil, cassete, CD e download.

Lançado em 1981, “Greatest hits”, do Queen, segue como o único álbum a ter vendido mais de 6 milhões de cópias no Reino Unido e passou incríveis 729 semanas na lista de 100 mais vendidos, enquanto seu sucessor, “Greatest hits II”, aparece na décima posição, com quase 4 milhões de vendas.

O guitarrista da banda, Brian May, descreveu a novidade ao site OfficialCharts.com como “uma grande notícia para se ouvir ao acordar” e que “supera seus sonhos de infância”, enquanto o baterista Roger Taylor reagiu dizendo que a notícia era “incrível, maravilhosa”.

“Gold”, que compila os principais sucessos do Abba, vendeu cerca de 5,2 milhões de álbuns desde seu lançamento, em 1992, enquanto o oitavo álbum dos Beatles, lançado em 1967, é o outro a ter superado a marca de 5 milhões de cópias vendidas. “21”, de Adele (2011) e “(What’s the story) Morning glory?”, do Oasis (1995) aparecem na quarta e na quinta posição da lista, respectivamente. “Thriller”, de Michael Jackson, “The dark side of the Moon”, do Pink Floyd, “Brothers in arms”, do Dire Straits e “Rumours”, do Fleetwood Mac, também aparecem bem ranqueados.

Robbie Williams é o artista que mais vezes aparece no top 60, com quatro discos.

Os dez álbuns mais vendidos da história do Reino Unido:

1. “Greatest hits”, Queen

2. “Gold – Greatest hits”, Abba

3. “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, Beatles

4. “21”, Adele

5. “(What’s the story) Morning glory?”, Oasis

6. “Thriller”, Michael Jackson

7. “The dark side of the Moon”, Pink Floyd

8. “Brothers in arms”, Dire Straits

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9. “Bad”, Michael Jackson

10. “Greatest hits II”, Queen

Para consultar a lista os 60 mais vendidos, clique aqui.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com

“Aquarius” é um filme brasileiro dirigido por Kleber Mendonça Filho, que chegou aos cinemas no dia 1º de setembro. Tendo Sônia Braga como protagonista, o longa estreou em décimo lugar no ranking das maiores bilheterias no Brasil até o momento. Ele também concorrerá com 15 filmes para representar o país na cerimônia do Oscar em 2017.

Clara (Sônia Braga) é uma jornalista aposentada e viúva que tem três filhos já adultos. Moradora do Recife, ela vive em um prédio antigo chamado Aquarius. Uma construtora tem a pretenção de construir um empreendimento na área e já adquiriu quase todos os prédios presente ali, menos o dela. Mediante à ameaças e assédios, Clara passará por situações complicadas que a farão ou não mudar de ideia.


Fat Bottomed Girls – Queen

Formado em 1970, o grupo liderado por Freddie Mercury rapidamente se tornou referência em diversos estilos (principalmente o rock) e recordista de vendas de discos. Com diversos hits que fizeram e ainda fazem sucesso mundialmente, a banda lançou seu último disco inédito em 1995, quatro ano após a morte de seu vocalista.

Com uma letra considerada polêmica na época, o single vendeu mais de 250 mil cópias somente no Reino Unido. “Fat Bottomed Girls” foi escrita por Brian May, guitarrista da banda.


Another One Bites The Dust – Queen

Escrita pelo baixista John Deacon, o single integrou o disco “The Game”, de 1980. Foi um dos maiores sucessos do Queen, alcançou ótimo desempenho em diversos países, especialmente nos Estados Unidos.

 

Fonte: http://br.nacaodamusica.com

Chamada ‘A Kind of Magic’, mostra de fotos do líder da banda Queen fica aberta na Inglaterra até novembro

Freddie Mercury (Foto: Divulgação)

Um dos maiores astros da música, Freddie Mercury morreu precocemente em consequência do vírus HIV em 1991, com apenas 45 anos. Se estivesse vivo, Freddie teria completado 70 anos na segunda (5) e, por conta da data, uma exposição em homenagem ao líder da banda Queen foi aberta em Londres.

Intitulada A Kind of Magic: A Celebration of Freddie Mercury’s 70th Birthday, a homenagem pega carona em A Kind of Magic, álbum de enorme sucesso lançado pelo grupo em 1986. Já aberta a visitação na galeria Richard Young, em Kensington, Londres, a mostra permanece no local até o dia 5 de novembro.

Além de imagens, admiradores de Freddie e dos demais integrantes do Queen (Brian May, John Deacon e Roger Taylor) poderão conferir documentos, e curiosidades da vida do artista, famoso pelas festas de arromba e personalidade pra lá de extravagante. No acervo, fotos ainda inéditas – e descobertas recentemente – também poderão ser conferidas pelo público.

Confira algumas das imagens:

Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)


Freddie Mercury (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaquem.globo.com

Sabe quem é Reginald Kenneth Dwight? Sofia Villani Scicolone? E Farrokh Bulsara? Muitas estrelas hoje famosas impulsionaram a carreira com a ajuda de um pseudônimo.

 

Gordon Matthew Thomas Sumner  O roqueiro inglês deve o apelido a um suéter de listras amarelas e pretas que usava quando tocava nos pubs de Newcastle, no início da carreira. Um colega de banda achava que ele se parecia com uma vespa. Conta a lenda que a partir daí Gordon Matthew Thomas Sumner começou a ser chamado Sting (ferrão).
Gordon Matthew Thomas Sumner O roqueiro inglês deve o apelido a um suéter de listras amarelas e pretas que usava quando tocava nos pubs de Newcastle, no início da carreira. Um colega de banda achava que ele se parecia com uma vespa. Conta a lenda que a partir daí Gordon Matthew Thomas Sumner começou a ser chamado Sting (ferrão).

Sofia Villani Scicolone  Ela foi a musa nº 1 dos italianos, uma diva sedutora com cintura de vespa. Antes de fazer carreira no cinema, Sofia Villani Scicolone era modelo, ficando como segunda colocada. no concurso para Miss Roma de 1950. Na ocasião, ela conheceu o produtor Carlo Ponti, com quem casou. Foi ele que lhe deu o nome artístico Sophia Loren.
Sofia Villani Scicolone Ela foi a musa nº 1 dos italianos, uma diva sedutora com cintura de vespa. Antes de fazer carreira no cinema, Sofia Villani Scicolone era modelo, ficando como segunda colocada. no concurso para Miss Roma de 1950. Na ocasião, ela conheceu o produtor Carlo Ponti, com quem casou. Foi ele que lhe deu o nome artístico Sophia Loren.

Carlo Pedersoli  Ao iniciar a carreira no cinema, em 1967, o napoiltano Carlo Pedersoli não quis usar o nome com que havia se tornado famoso na natação. Sob o pseudônimo Bud Spencer, consagrou-se no gênero "western espaguete", ao lado de Terence Hill.
Carlo Pedersoli Ao iniciar a carreira no cinema, em 1967, o napoiltano Carlo Pedersoli não quis usar o nome com que havia se tornado famoso na natação. Sob o pseudônimo Bud Spencer, consagrou-se no gênero “western espaguete”, ao lado de Terence Hill.

Rosemarie Magdalena Albach  Romy foi seu apelido desde criança e Schneider era o sobrenome da mãe. Ela conquistou as telas de cinema nos anos 1950 no papel de Sissi. Seus três casamentos, a morte do filho de 14 anos e a própria morte aos 43 anos contribuíram para que Romy Schneider se tornasse um mito. A filha de pais atores estreou no cinema aos 14 anos ao lado da mãe, que controlou sua carreira até o primeiro casamento.
Rosemarie Magdalena Albach Romy foi seu apelido desde criança e Schneider era o sobrenome da mãe. Ela conquistou as telas de cinema nos anos 1950 no papel de Sissi. Seus três casamentos, a morte do filho de 14 anos e a própria morte aos 43 anos contribuíram para que Romy Schneider se tornasse um mito. A filha de pais atores estreou no cinema aos 14 anos ao lado da mãe, que controlou sua carreira até o primeiro casamento.

Paul David Hewson  Já nos tempos de escola o irlandês Paul David Hewson demonstrava talento para a música. Em referência à loja de aparelhos para surdez "Bonavox" ("boa voz" em latim), no centro de Dublin, os colegas o chamavam "Bono". E o apelido pegou.
Paul David Hewson Já nos tempos de escola o irlandês Paul David Hewson demonstrava talento para a música. Em referência à loja de aparelhos para surdez “Bonavox” (“boa voz” em latim), no centro de Dublin, os colegas o chamavam “Bono”. E o apelido pegou.

Farrokh Bulsara  Freddie Mercury nasceu em 1946 em Zanzibar. Seus pais eram parsis, originários da Índia. Embora tivesse sido batizado Farrokh Bulsara, já desde pequeno era chamado Freddie. O segundo nome vem de uma das primeiras músicas da banda Queen, de 1970: "Mother Mercury, look what they've done to me", diz a letra de "My Fairy King".
Farrokh Bulsara Freddie Mercury nasceu em 1946 em Zanzibar. Seus pais eram parsis, originários da Índia. Embora tivesse sido batizado Farrokh Bulsara, já desde pequeno era chamado Freddie. O segundo nome vem de uma das primeiras músicas da banda Queen, de 1970: “Mother Mercury, look what they’ve done to me”, diz a letra de “My Fairy King”.

Marie Magdelene Dietrich von Losch  Ainda menina, ela adotou o pseudônimo Marlene, a partir da junção de seus dois prenomes. A carreira no cinema e no teatro começou com papéis menores, em 1922. Em 1929 Josef von Sternberg a contratou para seu filme "O Anjo Azul", onde o papel de Lola e a canção "Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt" (Sou feita para amar, da cabeça aos pés) a consagrariam mundialmente.
Marie Magdelene Dietrich von Losch Ainda menina, ela adotou o pseudônimo Marlene, a partir da junção de seus dois prenomes. A carreira no cinema e no teatro começou com papéis menores, em 1922. Em 1929 Josef von Sternberg a contratou para seu filme “O Anjo Azul”, onde o papel de Lola e a canção “Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt” (Sou feita para amar, da cabeça aos pés) a consagrariam mundialmente.

Krishna Pandit Bhanji  O nome original do britânico Ben Kingsley é Krishna Pandit Bhanji. O pai, médico, era queniano de origem indiana, e a mãe, modelo e atriz de origem russa. Ele adotou um nome artístico por sugestão do pai, depois que foi recusado para um papel, aos 19 anos, apesar de ter feito uma boa audição. Com o novo nome, a carreira de ator deslanchou.
Krishna Pandit Bhanji O nome original do britânico Ben Kingsley é Krishna Pandit Bhanji. O pai, médico, era queniano de origem indiana, e a mãe, modelo e atriz de origem russa. Ele adotou um nome artístico por sugestão do pai, depois que foi recusado para um papel, aos 19 anos, apesar de ter feito uma boa audição. Com o novo nome, a carreira de ator deslanchou.

eorgios Kyriacos Panayiotou  Georgios Kyriacos Panayiotou nasceu em Londres. Seu pai, o restaurador cipriota Kyriacos, mudara o nome para Jack Panos ao chegar à Inglaterra, em 1950. A mãe, a inglesa Lesley Harrison, era dançarina. Em 1981 Georgios, agora Michael George, fundou com Andrew Ridgeley a dupla Wham!. A carreira solo começaria em 1987, com um dueto com a cantora de soul americana Aretha Franklin.
eorgios Kyriacos Panayiotou Georgios Kyriacos Panayiotou nasceu em Londres. Seu pai, o restaurador cipriota Kyriacos, mudara o nome para Jack Panos ao chegar à Inglaterra, em 1950. A mãe, a inglesa Lesley Harrison, era dançarina. Em 1981 Georgios, agora Michael George, fundou com Andrew Ridgeley a dupla Wham!. A carreira solo começaria em 1987, com um dueto com a cantora de soul americana Aretha Franklin.

Reginald Kenneth Dwight  Elton John foi batizado Reginald Kenneth Dwight. O nome artístico é a união dos nomes do saxofonista, Elton Dean, e do cantor, John Baldry, da banda Bluesology, com a qual Elton John se apresentou em 1966.
Reginald Kenneth Dwight Elton John foi batizado Reginald Kenneth Dwight. O nome artístico é a união dos nomes do saxofonista, Elton Dean, e do cantor, John Baldry, da banda Bluesology, com a qual Elton John se apresentou em 1966.

Fonte: http://www.dw.com/

Lembramos o antigo e carismático vocalista da banda britânica no dia em que este completaria 70 anos. “Ele tinha um apetite inesgotável”, diziam os amigos. Para o vocalista dos Queen, não havia limites para o prazer

 

Os amigos já sabiam, o meio artístico já suspeitava. Mas o resto do mundo foi apanhado de surpresa: a 23 de Novembro de 1991 Freddie Mercury revelava, por fim, que estava a morrer de sida. Um dia depois, falecia no quarto da sua mansão de Kensington, não resistindo a uma bronco-pneumonia.

Ao longo da maior parte da sua vida, Freddie Mercury vestiu a pele de estrela rock. Fora dos palcos, viveu uma vida de extravagâncias sem limites. A homossexualidade do cantor era conhecida no meio, mas durante sete anos Freddie viveu com uma mulher, Mary Austin, que conheceu ainda antes de os Queen chegarem à ribalta. A ruptura entre os dois dá-se no final dos anos 70, quando Freddie, incapaz de suster o segredo, lhe conta a verdade. Austin manteve-se próxima de Mercury até ao fim da vida deste e herdou a maior parte da fortuna do artista.

A lista de namorados de Freddie era, segundo os amigos, um inventário em permanente actualização. No documentário Freddie’s Loves, exibido na televisão inglesa em 2004, antigos parceiros sexuais puseram a nu pormenores íntimos da vida do cantor. Freddie fazia-se rodear permanentemente de ex-namorados, que praticamente viviam em sua casa e a quem apelidava de nomes femininos como Sophie ou Phoebe. Os quase 30 quartos da mansão de Kensington acolhiam um jardineiro (na verdade, o cabeleireiro Jim Hutton, último namorado de Freddie), assistentes pessoais (creditados mesmo em álbuns dos Queen), um cozinheiro (mais um ex-amante, o americano Joe Vanelli) e figuras pitorescas como um transformista negro (apelidado de Black Bitch) e Peter Straker, um histriónico cantor de musicais (o melhor amigo do cantor). Mary Austin, a namorada «enganada» de Freddie, desempenhava o papel de «enfermeira» e tê-lo-á ajudado, em 1982, a livrar-se da teia do LSD e da heroína. Todos os elementos da «família» tinham uma função e alguns deles acompanharam o cantor no momento da sua morte.

Este apetite «caseiro» (descrito pela imprensa como «reclusão» e que Mercury comparou à abstinência de uma freira) surge imediatamente a seguir à tomada de consciência da doença. Em 1987, Freddie descobre que dois homens com quem mantivera casos amorosos haviam falecido, vítimas de sida. Os jornais não tardam em colocá-lo em papel. Em Mercury & Me, Jim Hutton recorda o momento-chave: «normalmente, Freddie teria ignorado qualquer especulação da imprensa, mas aquilo parecia ter mexido com ele. Quando nos conhecemos, ele já tinha tido a sua dose de vida na alta-roda. Sexo, drogas e rock’n’roll, sempre com uma grande quantidade de estranhos e por uma noite só». As análises clínicas confirmariam o pior.

No início dos anos 80 com a descoberta dos clubes nova-iorquinos e a mudança para Munique, Freddie encontrou uma base para explanar a sua extravagância. «O excesso é parte da minha natureza. Preciso de perigo e excitação», cita o Mirror em 1991. Mas Mercury não conseguia manter uma relação por muito tempo e procurava, sobretudo, companheiros fugazes, a quem agradecia (pagava?) com um relógio Cartier. A vida sexual de Mercury era, de acordo com o próprio, uma roleta-russa: «já tentei os dois lados, homens e mulheres. Mas deu tudo errado. Nos “one-night stands” desempenho um papel. Posso ser um bom amante, mas não sou bom companheiro para ninguém».

O lado selvagem de Mercury era dominante na sua personalidade. «Estou atolado em dinheiro. É vulgar mas maravilhoso. Tudo o que quero da vida é ganhar dinheiro e gastá-lo», cita o Sun. E era imperioso gastá-lo em grande estilo, mesmo que para isso fosse preciso fretar um avião Concorde para atravessar o Atlântico e recrutar um «catering» de cocaína para servir os amigos. Os seus amantes mais duradouros foram agraciados com carros, diamantes e dinheiro. Mas, como nos piores contos de fadas, o lado glamoroso não bastava: «a fama e o sucesso deram-me tudo, excepto uma relação amorosa permanente. Eu devoro as pessoas e pareço destruí-las. Às vezes acordo com suores frios, com medo de morrer sozinho».

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

O “Asteroid 17473” tem agora um apelido: “Freddiemercury”. Uma homenagem do Minor Planet Center ao lendário cantor que completaria, esta segunda-feira, 70 anos.

É uma “shooting star” ou um asteróide? É Freddie Mercury

No dia em que celebraria 70 anos, Freddie Mercury recebeu uma prenda especial dos cientistas do Minor Planet Center, nos Estados Unidos. A organização da União Astronómica Internacional decidiu eternizar (ainda mais) o nome do lendário vocalista dos Queen, dando-o a um asteróide descoberto em 1991 – ano em que o cantor morreu.

A notícia foi divulgada através de uma mensagem vídeo pelo guitarrista dos Queen, Brian May, durante uma festa em honra do cantor, na Suíça. O ex-companheiro de banda de Freddie Mercury, também doutorado em astrofísica, disse que este asteróide é “apenas um ponto de luz, mas um ponto de luz muito especial”.

O agora “Asteroid 17473 Freddiemercury” viaja entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 500 milhões de quilómetros da Terra. De acordo com May, pode ser visto da Terra, mas só com um poderoso telescópio. A sua órbita, ligeiramente elíptica, nunca se aproxima a menos de 350 milhões de quilómetros da Terra, o que significa que o corpo celeste não representa um perigo iminente para o planeta.

Freddie Mercury junta-se assim a uma longa lista de personalidades que dão nome a corpos celestes. Antes do vocalista dos Queen, Davie Bowie, Frank Zappa, Bruce Springsteen, entre outros, baptizaram outros asteróides.

Fonte: http://rr.sapo.pt

Cantor do Queen faria 70 anos nesta segunda-feira, 5 de setembro

LONDRES — O guitarrista do Queen, Brian May, revelou que um asteróide na órbita de Júpiter recebeu o nome de Freddie Mercury nesta segunda-feira, quando o músico do Queen completaria 70 anos. Segundo May, o asteróide foi descoberto em 1991, ano da morte de Mercury, e ganhou o nome “Asteróide 17473 Freddiemercury.”

May, que tem doutorado em astrofísica pelo Imperial College, Londres, disse que o asteróide é “apenas um ponto de luz, mas é um ponto de luz muito especial”, reconhecendo o talento de Mercury.

Nascido em 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, Mercury se tornou um dos maiores astros mundiais do rock a partir dos anos 1970. Com a banda Queen lançou discos de muito sucesso, com hits como “Bohemian Rhapsody” e “We are the champions”, entre 1973 e 1991.

Fonte: http://oglobo.globo.com

Vídeo do Jornal Globo News sobre os 70 Anos de Freddie Mercury

Fonte: Globo News

Freddie nascido em 5 de Setembro de 1946 faria hoje 70 anos. Desejamos toda felicidade ao maior Frontman de todos os tempos!!! Parabéns Freddie!!!

Freddie Mercury nasceu como Farokh Bommi Bulsara, no dia 5 de setembro de 1946, em Zanzibar (atualmente parte da Tanzânia).


Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram persas.

No colégio os colegas começaram a chamá-lo de Freddie, nome que a família acabou adotando.

Dia 24 de novembro de 1991, Freddie morreu em sua casa em Londres, de pneumonia e decorrência da Aids, um dia após ter declarado publicamente que estava com a doença.

Em uma declaração um pouco antes de morrer, Freddie dá a melhor definição de si mesmo: “Você é a ultima pessoa com quem falo…. provavelmente vai ter a melhor entrevista, meu caro. Não quero mudar o mundo. O que mais me importa é a felicidade. quando estou feliz, meu trabalho reflete. No final, os erros e as desculpas são minhas. Gosto de sentir que estou sendo honesto. No que me compete, quero aproveitar a vida, a alegria, a diversão, o Máximo que puder, nos anos que ainda me restam. Pronto, já gravou? Agora, use. Foi o mais perto que cheguei a me emocionar em uma entrevista.”


PARABÉNS FREDDIE

Pesquisadores investigam o segredo do alcance explosivo do vocalista do Queen

Vocalista do Queen tinha um alcance e um controle incomuns da voz
Vocalista do Queen tinha um alcance e um controle incomuns da voz

Qualquer registro de performance da banda Queen, ao vivo ou em estúdio, demonstra que seu vocalista, Freddie Mercury, tinha uma voz excepcional. Os registros de gravações com seus vocais isolados dão a dimensão exata de sua potência vocal:

Para entender o segredo por trás da voz do cantor, pesquisadores da Áustria, República Tcheca e da Suécia se debruçaram sobre registros antigos para analisar seu estilo de cantar e a sua acústica vocal.

O estudo mostra que Freddie Mercury tinha um alcance vocal e era um mestre em técnicas para modular a voz. Ele usava recursos raros, como uma vibração na garganta que normalmente é utilizada apenas por cantores tradicionais da Mongólia.

A voz de Freddie também se caracterizava pela irregularidade no vibrato. O vibrato é quando um músico ou cantor segura uma nota por um tempo. Os vibratos do vocalista do Queen eram rápidos e irregulares:

Gráfico compara a técnica de vibrato de Freddie Mercury e Luciano Pavarotti. Mercury se caracterizava pela irregularidade

As faixas “Bohemian Rhapsody” e “We Are the Champions” são as que melhor demonstram a capacidade do vocalista. Nelas, é possível escutar o tipo de vibrato característico de Freddie:

Quando falava – o que pôde ser constatado ao analisar áudios de entrevistas – o tom de voz de Freddie tinha uma frequência de 117,3 Hz, típica de um cantor barítono. Mas o vocalista conseguia atingir até 37 semitons além de seu tom original.

Para os pesquisadores, Freddie tinha um amplo controle e sabia usar muito bem os recursos vocais que tinha. O sistema de produção de som do vocalista, como eles definiram sua voz, era levado aos seus limites – mas também era utilizado com elegância. Esses atributos, combinados ao vibrato rápido e irregular, ajudaram a criar o personagem que Freddie encarnava quando cantava.

“Eu sou apenas uma prostituta musical”, ele declarou em 1984, em uma frase destacada pelos pesquisadores que analisaram sua voz. Mercury morreu em 1991 devido a complicações da Aids.

 

Fonte: www.nexojornal.com.br