Cena de “We Will Rock You'', em cartaz em SP – Foto: Divulgação
Cena de “We Will Rock You”, em cartaz em SP – Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Que o Queen é uma das mais potentes bandas de rock não há como discordar. Logo, um musical com as canções imortalizadas pelo grupo britânico liderado por Freddie Mercury já larga com a vantagem dos hits do grupo que são parte do inconsciente coletivo mundial.

Contudo, para se tornar um espetáculo teatral harmonioso, é preciso que a dramaturgia e as atuações estejam à altura das músicas cantadas no palco. Isso não acontece em “We Will Rock You – O Musical do Queen”, supervisionado pelos integrantes remanescentes da banda Brian May e Roger Taylor.

A produção escrita e dirigida por Ben Elton, em cartaz no Teatro Santander, em São Paulo, aporta no Brasil após ter sido vista por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países, desde sua estreia em Londres, em 2012. Parte delas, fãs da banda.

Pensando neste perfil, o musical traz 24 músicas hits como “Radio Gaga”, “I Want to Break Free”, “Love of My Life” e “We Will Rock You”, que entremeiam uma história futurista que se passa daqui a 300 anos (mas que visualmente soa mais aos anos 1980), quando a música autoral não mais existe, estando os jovens mergulhados em produtos de entretenimento pré-fabricados e frias relações virtuais.

Apesar de bem intencionado e desejoso de criticar o “sistema”, o roteiro de Elton, que aqui tem o diretor residente Thiago Jansen de colaborador, tem um quê de “Super Xuxa contra o Baixo Astral”, com uma trama infantil mais para Sessão da Tarde do que para um musical roqueiro.

Conta a história dos jovens Galileo (Alírio Neto) e Scaramouche (Livia Dabarian), que se sentem um peixe fora d’água no mundo completamente globalizado e plugado, encontrando sua turma num submundo onde nostálgicos do rock que jamais chegaram a conhecer tentam fazer música “de verdade” para resistir aos desmandos de Killer Queen (Andrezza Massei, que se destaca).

Se canta muito bem, na hora das cenas dramáticas a maioria do elenco apela para um registro infantilizado. Muitas vezes as vozes faladas soam como dublagens do Disney Channel. A impressão é que a direção está mais preocupada com o show musical do que com o teatro, sendo notado um descuido na direção de atores.

Também chama a atenção as coreografias, assinadas por Philip Comley, mesmo com o palco repleto de artistas, muitas vezes serem estáticas: os dançarinos não saem de suas marcações no palco e pouco se movimentam em cena, o que daria mais exuberância ao musical.

É preciso, contudo, fazer uma importante observação: na parte musical, o espetáculo vai muito bem. As vozes são primorosas e a banda tem som pesado e virtuoso. Os músicos merecem ser citados e aplaudidos: Rodrigo Hyppolito, Thiago Rodrigues, Fernando Biral, Fábio Stamato, Lucas Vianna, Renato Leite, Yara Oliveira, Mario Gaiotto, Cauê Brisolla, Gabriel Lira Ramos, Kiko Woiski, Rubens Barbosa e Abner Paul.

“We Will Rock You” é um musical contraditório, já que reproduz na prática o que confronta em seu discurso. Na medida em que seu enredo tenta criticar ferozmente o aprisionamento da música em fórmulas comerciais, embaladas com laço de fita para venda a um público dormente de sentidos e ávido por consumir o próximo hit veloz, o musical acaba sendo ele próprio mais um exemplo disso.

“We Will Rock You” * *
Avaliação:
Regular

QuandoQuinta e sexta, 21h, sábado, 17h e 21h, domingo, 16h e 20h. 140 min. Até 31/7/2016
Onde: Teatro Santander – Complexo JK – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo, tel. 11 4003-1022
Quanto: R$ 40 (meia-entrada) a R$ 300
Classificação etária:
Livre

 

Fonte: http://blogdoarcanjo.blogosfera.uol.com.br/

Candidato usou ‘We are the Champions’ em campanha na TV americana. Rolling Stones, Neil Young, R.E.M e Adele também reclamaram com Trump.

O guitarrista do Queen, Brian May, exigiu do virtual candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, que pare de usar suas músicas em sua campanha eleitoral.

Na terça-feira à noite, Trump apareceu na televisão americana, tendo como música de fundo “We are the Champions”, a canção do grupo de rock britânico frequentemente usada como hino esportivo.

Em nota publicada em sua página na Internet, Brian May disse ter recebido “uma avalanche de reclamações” desde então. “Esta não é uma declaração oficial do Queen, mas posso confirmar que nenhum direito de utilização da nossa música foi pedido, ou acordado”, completou.

“Estamos consultando para saber que ação tomar para que isso não seja mais reproduzido. Independentemente das nossas opiniões sobre o programa de Trump, sempre foi contra nossa moral permitir a utilização da música do Queen para fins políticos”, acrescentou na mensagem.

O Queen é a última de uma longa lista de bandas que anunciaram seu repúdio a que sua música seja associada ao magnata americano. Rolling Stones, Neil Young, R.E.M e Adele foram alguns que exigiram que Donald Trump parasse de fazer uso de suas obras.

 

Fontes: Band News  |  www.globo.com

Matéria do programa “Estúdio i” da Globo News sobre o Musical WWRY

 

Vídeo completo da participação do Musical We Will Rock You no Altas Horas deste sábado 21/05/16

PS: O Youtube bloqueou o vídeo, estamos disponibilizando pelo player do Queen Net

[flashvideo file=http://www.alexandreportela.com/download/ahmwwry.flv /]

 

 

 

Dica: Tainara Taylor

Para ativar o patrocínio aos Jogos Rio 2016, comunicação criada pela Lew’Lara\TBWA conta com cobertura inusitada em real time das Olímpiadas, filme para TV e ações digitais que destacam atos de atrevimento.

Detalhe especial é a trilha utilizada, “Don’t Stop Me Now”, um dos sucessos da banda inglesa Queen que ficou mundialmente famosa. A estreia das versões de 60” e 30” acontece nacionalmente em TV aberta e fechada, além da internet.

 

Fonte: http://portaldapropaganda.com.br

Daniela Mercury comenta sobrenome igual ao do cantor da banda Queen (Foto: Ellen Soares/Gshow)
Daniela Mercury comenta sobrenome igual ao do cantor da banda Queen (Foto: Ellen Soares/Gshow)

Seria Daniela Mercury parente do saudoso Freddie Mercury? “Brinco o tempo inteiro que sou prima de Freddie (risos)”, comenta a Rainha do Axé. Quem acha que a jurada do SuperStar adotou o sobrenome como forma de homenagear o vocalista da banda Queen está enganado. Alguns internautas têm até comentado sobre isso nas redes sociais.

Daniela Mercury conta que as pessoas pronunciavam seu sobrenome de forma errada (Foto: Ellen Soares/Gshow e TV Globo)
Daniela Mercury conta que as pessoas pronunciavam seu sobrenome de forma errada (Foto: Ellen Soares/Gshow e TV Globo)

Ao Gshow, a baiana explica que não é bem assim. “Eu não mudei. Meu nome é Mercuri (leia-se Mercúri), de origem italiana. Resolvi ter uma diferença na escrita do nome artístico apenas. As pessoas não me chamavam assim. Fiquei tanto tempo consertando, mas acabei desistindo”, conta a baiana.

Além de Daniela, os familiares da jurada do SuperStar também adotaram o pseudônimo. “A minha família inteira virou Mercury (brinca). Mas isso foi por força do jeito como as pessoas falavam. Não deu para inverter”, declara.

 

Fonte: http://gshow.globo.com
Dica de: Marcos

Queen, a lendária realeza do Rock tem estado em nova fase com o cantor Adam Lambert há 6 anos, realizando shows pelo mundo todo. Pelos lugares aonde passam, as críticas recebidas têm sido positivas por diversos portais de mídia, além dos ingressos esgotados em estádios e arenas.
Embora a ativa da banda tenha sido um sucesso, um assunto comentado por toda parte é sobre Adam substituir o lendário Freddie Mercury, mas o cantor de 34 anos deixa claro em cada entrevista que apenas presta sua homenagem e honra ao seu ídolo. Confira abaixo, trechos de declarações feitas por Adam.

Adam Lambert: “Eu nunca nem pensei nisso (substituír Freddie)! Eu não sou o Freddie, não me atrevo a me comparar com ele. Ele é uma lenda, ele é único! Um homem como ele nasce a cada um milhão de anos! Sinto-me honrado em ser capaz de prestar minhas homenagens à memória de Freddie; ele é um herói pessoal meu, e eu sou profundamente grato pela oportunidade de cantar essas poderosas músicas para os fãs desta banda lendária.”

Ele cita também sua experiência no Queen:

Adam Lambert: “As coisas com o Queen têm sido loucas, eu tenho tanta sorte. Eu sou tão honrado de poder cantar em uma maiores bandas de rock de todos os tempos. Freddie Mercury é pessoalmente um herói pra mim. Como um cantor, ele era inigualável. Eu acho que ele foi um compositor incrível. E em um nível pessoal, no momento em que ele estava, sendo assumido (homossexual), ele tinha que manter algumas coisas privadas. É interessante, porque nós estamos em um tempo diferente na medida em que isso seja uma preocupação. E, de certa maneira, eu gosto disso, eu gosto de que eu possa ser assumido e orgulhoso enquanto celebramos sua música e sua vida.”

Lambert diz que sempre admirou a capacidade de Mercury de ir “ao extremo” sem alienar seu público.

Adam Lambert: “Se Freddie Mercury me deixou uma posição fabulosa para assumir? Claro. É por isso que eu uso coisas fabulosas na turnê. Mas, felizmente, Freddie e eu temos algumas coisas em comum. Nós somos cantores, grandes, altos, mas as nossas vozes são diferentes, assim, encontrar a minha própria voz nas canções foi um desafio interessante. É importante colocar a minha própria marca nelas, sem me afastar muito das originais. A chave é ser consciente da intenção original das músicas. Qual é o núcleo emocional desta canção? Que sentimento quer tentar despertar no ouvinte? Eu tento focar nisso.”

O que muitos não sabem é que Adam Lambert cresceu participando de teatro e musicais, e diz que tinha apenas nove anos quando Mercury morreu de uma doença relacionada à Aids em 1991.

Adam Lambert: “Me apaixonei por rock quando eu ouvi os discos antigos do Queen, e me ocorreu o quanto original eles eram. O que os diferencia de um monte de outras bandas icônicas é a sua diversidade. Há músicas funk, alguns heavy blues-rock, melodias pop, cativantes, músicas do glam-rock, teatrais, peças barrocas de opereta – eles realmente diversificam musicalmente”.

Além do Queen ser referência para diversos temas e tipos de pessoas, quando perguntado sobre a banda também ter importância para cultura gay em desbravar o mundo musical e quebrar paradigmas, ele responde:

Adam Lambert: “Eu aprovo. Mas a coisa engraçada sobre a conexão gay com Freddie é que, apesar do fato de que há um monte de referências veladas à sua sexualidade em suas letras, a maioria das pessoas estavam totalmente perdidas naquele momento. A única coisa que foi descaradamente ligada à comunidade gay foi um dos looks que ele apresentou, como o chapéu preto de couro, óculos de sol e bigode, que era um look fundamental no início dos anos 80 no cenário gay, em Nova York. Mas um monte de coisas que ele estava fazendo na década de 70 não foram consideradas gay, porque o glam rock já havia sido tocado com um monte de convenções de gênero. Pessoas como David Bowie, Lou Reed e Marc Bolan, todos mostravam looks andróginos, fossem eles gays ou não. Para a maioria deles, era apenas um look.”

Adam Lambert: “Às vezes essa ideia de dualidade confunde as pessoas na mídia de hoje. Eles nem sempre conseguem enxergar o fato de que o melodrama pode ser fabulosamente divertido. Mas eu realmente amo artistas que vão por esse caminho, e vão com convicção. Freddie era um mestre nisso. infelizmente, muitas bandas de rock contemporâneas perderam essa habilidade, no entanto, a teatralidade ainda vive com muitos artistas modernos, do sexo feminino com mudanças de figurino, dançarinos, e encenação temática elaborada – que é o que a música pop moderna é, e o Queen ajudou a criar o ambiente para isso.”

Sobre os shows que fizeram juntos nos últimos anos, Adam ressalta:

Adam Lambert: “A ideia desta turnê, realmente, é lembrar ao público do legado desta banda. Mesmo eu sendo um novo vocalista para eles, nós não queríamos fazer uma nova versão do Queen, mas apenas lembrar às pessoas o quanto tudo foi fantástico, sobre eles, em primeiro lugar”

Reviews sobre esses shows têm sido aclamadas para a banda em geral, e elogiando Lambert por “revitalizar a franquia”, colocando sua própria marca sobre as músicas enquanto canaliza a energia e sagacidade natural do saudoso Mercury.

Lembrando que nesse ano de 2016, a banda já está com shows marcados em vários festivais na Europa, como por exemplo o famoso Sweden Rock Festival, ROCK IN RIO LISBOA, entre outros lugares que podem ser vistos abaixo :

20/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Rock in Rio Lisboa, Parque da Bela Vista, Lisboa (Portugal)
22/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Palau Sant Jordi, Barcelona (Espanha)
25/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Steel City Festival 2016, Stadion Linz, Líncia (Áustria)
27/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – RheinEnergie Stadium, Colônia (Alemanha)
29/05 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Jelling Music Festival, Jelling (Dinamarca)
03/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – City Festival Park Live, Helsinki Kaissaniemi Park, Helsinque (Finlândia)
05/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Song Festival Grounds, Taillinn (Estônia)
09/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Sweden Rock Festival, Sölvesborg (Suécia)
12/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Isle Of Wight Festival 2016, Seaclose Park, Newport, Ilha de Wight (Reino Unido)
15/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Palais 12, Bruxelas (Bélgica)
17/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Rock the Ring 2016, Hilwill (Suíça)
19/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Life Festival, MOSiR Stadium, Oswiecim (Polônia)
21/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Constitutiei Square, Bucareste (Romênia)
23/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Georgi Asparuhov Stadium, Sofia (Bulgária)
25/06 – [SHOW] Queen + Adam Lambert – Hydrogen Festival, Anfiteatro Camerini Piazzola Sul Brenta, Pádua (Itália)

Box traz 5 DVDs

Sinopse

A série Special Edition reunirá shows emblemáticos dos maiores nomes da música internacional. Abrindo com chave de ouro esta nova série, o Box We Are The Champions traz três concertos que marcaram momentos distintos na trajetória do grupo britânico de rock Queen, um tributo ao inesquecível Freddie Mercury e ainda um DVD com vídeo clipes dos sucessos da carreira solo de um dos maiores vocalistas de todos os tempos.

Descrição do produto e ficha técnica

Faixas:

Disco 1 – We Will Rock You
1. We Will Rock You
2. Let Me Entertain You
3. Play The Game
4. Somebody To Love
5. Killer Queen
6. I’m In Love With My Car
7. Get Down Make Love
8. Save Me
9. Now I’m Here
10. Dragon Attack
11. Love Of My Life
12. Under Pressure
13. Keep Yourself Alive
14. Crazy Little Thing Called Love
15. Jailhouse Rock
16. Bohemian Rhapsody
17. Tie Your Mother Down
18. Another One Bites The Dust
19. Sheer Heart Attack
20. We Will Rock You (Reprise)
21. We Are The Champions
22. God Save The Queen

Disco 2 – Live At The Rainbow
1. Procession
2. Now I’m Here
3. Ogre Battle
4. Father To Son
5. White Queen (As It Began)
6. Flick Of The Wrist
7. In The Lap Of The Gods
8. Killer Queen
9. The March Of The Black Queen
10. Bring Back That Leroy Brown
11. Son And Daughter
12. Keep Yourself Alive
13. Seven Seas Of Rhye
14. Stone Cold Crazy
15. Liar
16. Big Spender
17. Modern Times Rock’n’roll
18. Jailhouse Rock
19. God Save The Queen

Disco 3 – Live At The Bowl
1. Flash
2. The Hero
3. We Will Rock You
4. Action This Day
5. Play The Game
6. Staying Power
7. Somebody To Love
8. Now I’m Here
9. Dragon Attack
10. Love Of My Life
11. Save Me
12. Back Chat
13. Get Down Make Love
14. Under Pressure
15. Fat Bottomed Girls
16. Crazy Little Thing Called Love
17. Bohemian Rhapsody
18. Tie Your Mother Down
19. Another One Bites The Dust
20. Sheer Heart Attack
21. We Will Rock You (Reprise)
22. We Are The Champions
23. God Save The Queen

Disco 4 – Tribute To Freddie Mercury
1. Tie Your Mother Down – Queen, Joe Elliot And Slash
2. I Want It All – Queen, Roger Daltrey And Tony Iommi
3. Las Palabras De Amor – Queen And Zucchero
4. Hammer To Fall – Queen, Gary Cherone And Tony Iommi
5. Stone Cold Crazy – Queen, James Hetfield And Tony Iommi
6. Crazy Little Thing Called Love – Queen And Robert Plant
7. Too Much Love Will Kill You – Brian May
8. Radio Ga Ga – Queen And Paul Young
9. Who Wants To Live Forever – Queen And Seal
10. I Want To Break Free – Queen And Lisa Stansfield
11. Under Pressure – Queen, David Bowie And Annie Lennox
12. All The Young Dudes – Queen, Ian Hunter, David Bowie And Mick Ronson
13. Heroes – Queen, David Bowie And Mick Ronson
14. ’39 – Queen And George Michael
15. These Are The Days Of Our Lives – Queen, George Michael And Lisa Stansfield
16. Somebody To Love – Queen And George Michael
17. Bohemian Rhapsody – Queen, Elton John And Axl Rose
18. The Show Must Go On – Queen, Elton John And Tony Iommi
19. We Will Rock You – Queen And Axl Rose
20. We Are The Champions – Liza Minelli And Cast

Disco 5 – Freddie Mercury Videos
1. Barcelona
2. The Great Pretender
3. I Was Born To Love You
4. Time
5. How Can I Go On
6. Made In Heaven
7. Living On My Own
8. The Golden Boy
9. In My Defense
10. Barcelona (Live Version)
11. The Great Pretender (Extended Version)
12. Living On My Own (1993 Remix

Título: Queen – We Are The Champions – Special Edition
EAN: 7898581832737
Banda: Queen
Estúdio: Coqueiro Verde
Data de lançamento: 13/05/2016
Tipo de mídia: DVD
Quantidade de discos: 5
Região: DVD Região 4 – América do Sul e Oceania
País de produção: Reino Unido
Duração: 414 minutos
Formato de tela: Widescreen
Sistemas de som: Dolby Digital 2.0, 5.1
Preto e Branco/Colorido: Colorido
Idiomas: Inglês
Peso: 450g
Dimensões: 190mm x 135mm x 75mm

 

O valor no site da Livraria da Folha esta por: R$ 64.90

 

Fonte: http://livraria.folha.com.br/

As técnicas vocais usadas por Freddie Mercury ao longo de sua carreira musical foram tema de uma pesquisa conduzida pela Universidade de Viena, na Áustria, com participação de estudiosos tchecos e suecos.

O resultado, publicado na mais recente edição do Logopedics Phoniatrics Vocology, indica que o cantor possuía uma voz descrita como “a força da natureza, com a velocidade de um furacão”.

Suas cordas vocais se moviam mais rápido que as de uma pessoa normal, alcançando um vibrato de 7.04 Hz, acima do comum, que transita entre 5.4 e 6.9.

Por conta desse poder vocal, apesar de ser considerado um tenor, o vocalista do Queen usava técnicas típicas de um barítono, algo jamais registrado na história da música.

O estudo completo (em inglês) pode ser lido neste link:http://www.tandfonline.com/doi/full/10.3109/14015439.2016.1156737

Fonte: http://www.radiorock.com.br/

Jornal da Globo – Nelson Mota 45 Anos do Queen

 

Matéria do Jornal da Globo do dia 31/03/2016 sobre o Musical We Will Rock You.

Dica de: Tainara Taylor

Por fabiana seragusa

A equipe do “Guia” teve acesso exclusivo ao Teatro Santander, que será inaugurado em 24/3 com a estreia de “We Will Rock You” —e também foi a primeira a assistir ao ensaio do espetáculo no local.

As obras estão a todo vapor para deixar o espaço —com capacidade para 1.100 pessoas— pronto, mas já dá para dizer que os assentos da plateia são muito confortáveis, com bom espaço entre as fileiras e também inclinação ideal, fazendo com que a visão seja boa de todos os lugares.

Mesmo enorme, o teatro é aconchegante. Um destaque é que as poltronas da plateia são móveis, então dá para fazer eventos nos quais o público fica em pé —nesse caso, abrigando 2.085 pessoas.

Assim como os funcionários da obra, a equipe e o elenco do musical também correm para acertar os últimos detalhes. E o que impressiona logo de cara é a qualidade do elenco de “We Will Rock You”, que foi escolhido pelos próprios integrantes do Queen —cujas canções guiam a trama. Os artistas cantam muito, e a acústica do local ajuda a criar esse clima de show de rock que se vê em cena.

Elenco escolhido pelo Queen

Brian May e Roger Taylor, que fizeram história ao lado de Freddie Mercury, receberam uma
série de fitas com os ensaios dos atores e da banda que acompanha a peça. Foram os dois que escolheram cada um dos intérpretes, conta a produtora-geral Almali Zraik, responsável por
trazer superproduções como “A Bela e a Fera” e “O Fantasma da Ópera” ao Brasil.

Ela diz que a preocupação da dupla era se encontrariam guitarrista ou baterista como eles queriam. “Eu até disse que estava aberta a trazer gente de fora, caso fosse necessário, mas que acreditava que no Brasil a gente tinha talento pra isso.” Depois de dois dias de audições estava tudo aprovado. “Eles não acreditaram, ficaram super honrados de ver tanta gente tocando tão bem o estilo deles. Disseram que é um dos melhores elencos que já tiveram.”

Escrita pelo comediante Ben Elton em parceria com o pessoal do Queen, a peça estreou em Londres em 2002 e foi vista por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países. Brian e Roger, segundo Almali, tinham confirmado presença na estreia, mas como a data foi adiada ficou difícil conciliar as agendas. Mas eles devem vir em algum outro dia da temporada.

Detalhes da peça

A história se passa 300 anos no futuro e mostra um planeta totalmente controlado pela Global Soft, uma empresa que elimina o rock do mundo, acaba com todos os instrumentos musicais e só libera canções enlatadas à população. Todo mundo ouve as mesmas coisas, veste o mesmo tipo de roupa, pensa do mesmo jeito. É tudo programado para que ninguém tenha ideias próprias.

Embalada por 24 sucessos do Queen, a trama acompanha o surgimento de um grupo de rebeldes chamados de Boêmios, que tentam se libertar dessa escravidão mental. Galileo, interpretado por Alirio Netto (entrevista abaixo), escuta vozes e se lembra de trechos de canções estranhas, proibidas no planeta, e busca entender o que está acontecendo. Tem citações bem-humoradas a hits pop como “macarena”, “show das poderosas” e “ritmo ragatanga”.

Nesse processo de descoberta, o rapaz se junta à jovem Scaramouche (Livia Dabarian) e a outros “rebelados” com um objetivo: seguir a lenda que diz que ainda existe um instrumento escondido, o único no mundo, que fica em uma pedra do rock. Eles querem suas personalidades de volta.

No elenco também estão nomes como Andrezza Massei, Fred Silveira, Felipe de Carolis, Nicholas Mais e Thais Piza, num total de 28 atores. A banda, que fica em destaque na parte de cima do palco, conta com Rodrigo Hyppolito (diretor musical assistente e teclados, Thiago Rodrigues (teclados), Mário Gaiotto (bateria), Fábio Stamato (guitarra), Lucas Vianna (guitarra), Renato Leite (baixo) e Yara Oliveira (percussão). A direção é de Uwe Petersen.
Alirio, o protagonista

Conciliando as carreiras de músico e ator, Alirio Netto diz que agora sua vida está perfeita, afinal, ele começou a cantar por causa de Freddie Mercury. Depois de fazer o Judas no musical “Jesus Cristo Superstar”, agora o artista é protagonista nesta superprodução que fala sobre rock e liberdade.

Para se transformar em Galileo, ele precisou cortar os longos cabelos que mantinha desde sempre —mas diz que gostou de como está agora. Em julho, ele deve lançar seu primeiro disco solo, que vai se chamar “João de Deus” e terá dez músicas em português, com participação do saxofonista Milton Guedes e do baixista Felipe Andreoli, entre outros nomes.

Sobre como recebeu a notícia da escalação

“Fiquei emocionado mesmo! Chorei pela conquista. O Queen sempre foi minha banda preferida, virei cantor por causa do Freddie Mercury. Junta isso com o teatro que é outra coisa que amo e a minha vida fica perfeita.”

Escolha feita pelo membros do Queen

“Isso foi o mais incrível de tudo. Você ter o Brian May e o Roger Taylor te escolhendo pra ser o protagonista de uma peça das músicas que eles escreveram. E acho que isso reflete em todas as pessoas do elenco. Claro que, pra gente, além da puta honra, tem o lance da responsa também, o que faz com que a gente trabalhe cada vez mais duro pra entregar esses personagens da maneira mais honesta e da melhor maneira possível.”

Músicas habituais

“Já sou bem familiar com o repertório. Eu tive um show que era só de Queen, inclusive um para voz e piano [feito há dois anos, projeto que ele espera retomar]. Mas, quando você está num musical, numa peça de teatro, existe uma diferença na interpretação, né, porque as músicas servem ao texto. Então você tem que inserir estes textos dentro da história. As músicas são quase todas com a mesma pegada das originais, mas tem algumas alterações de letras, pra entrar no contexto da peça. Então dá uma cara diferente pra tudo o que você já ouviu. É uma boa oportunidade pra qualquer fã do Queen reviver essas músicas de uma outra maneira.”

Cabelo curtinho

“Cortei meu cabelo por causa da peça. Isso é uma coisa que todo ator tem que fazer: se emprestar para o personagem, sair da zona de conforto e migrar para aquilo que ele tem que ser. O ator tem que servir a um propósito maior, que é a peça. Nunca mais deixo ele crescer, só se outro personagem pedir. Cansei de cabelo comprido. E minha namorada adora assim como está.”

Sentido da peça

“Ela reflete um pouco isso que a gente está vivendo hoje, onde as pessoas vivem com a cara no telefone, a internet dominando tudo. Então, nesse futuro, a música tocada com instrumentos de verdade foi banida, só vale música feita por computador.”

Crítica aos enlatados?

“Não somente à música enlatada, mas à ditadura musical imposta por um mercado e a uma geração preguiçosa e sem interesse de conhecer algo diferente daquilo que lhe é dito. O rock sempre foi transgressor e é isso que o torna tão especial e atemporal. Eu, como artista, sou apenas um veículo de comunicação. Meu desejo é que pelo menos as pessoas que venham ao teatro possam de alguma forma sair daqui com a ideia de que qualquer que seja sua forma de pensar sempre existem pelo menos algumas possibilidades distintas daquelas impostas —é isso pode ser interessante até para aqueles que se sentem presos. O rock liberta!”

Teatro Santander – av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2.041, Vila Nova Conceição, tel. 4003-1022. 135 min. Livre. Qui. e sex.: 21h. Sáb.: 17h e 21h. Dom.: 16h e 20h. Ingr.: R$ 40 a R$ 300. Ingr. p/ entretix.com.br.

Fonte: http://blogdoguia.blogfolha.uol.com.br

O Watchmojo.com, o maior canal do Youtube de listas Top 10, trouxe uma coletânea das 10 celebridades mais inteligentes do mundo e o guitarrista do QUEEN, Brian May, ficou em primeiro.

Para essa lista eles contaram qualquer celebridade com um histórico de esperteza maior do que a pessoa comum. Por outro lado, aqueles que obtiveram fama como resultado direto de sua inteligência acabaram ficando de fora, como Bill Gates ou Mark Zuckerberg.

May conseguiu seu PhD na Imperial College London em 2007, ele foi coautor em dois famosos livros de sua área, “Bang!” e “The Cosmic Tourist”, em 2015, ele foi um colaborador do time de ciências da NASA e é um especialista em “Zodiac Dust”.

Fonte: http://whiplash.net


Sacha Baron Cohen abriu o jogo sobre sua saída do filme sobre Freddie Mercury, lendário vocalista do Queen. Confirmando os boatos que da época do anúncio do afastamento, ele revelou que o problema todo foi a diferença entre o que ele queria mostrar e a história que os membros da banda queriam contar. Sacha gostaria de representar o Freddie polêmico, sem limites, intenso dentro e fora dos palcos, protagonista de casos bizarros como festas em que anões circulavam com pratos cheios de cocaína na cabeça; enquanto os músicos planejavam um longa sobre a carreira do cantor, sem sua vida pessoal. Pior, queriam um filme mais sobre a história da banda do que sobre Mercury em si. Palavras do ator em entrevista concedida a Howard Stern:

“Não deveria ter ficado tanto tempo envolvido, pois na primeira reunião, anos atrás, um dos membros da banda virou para mim e disse: ‘Este filme será ótimo, porque o que acontece no meio é excelente’. Perguntei o que seria e ele respondeu: ‘Freddie morre, ué’. Deduzi que seria como Pulp Fiction, em que o fim é o meio e o meio é o fim, mas ele disse: ‘Não, será normal’. Perguntei então o que teria na segunda metade da cinebiografia e ele explicou: ‘Você sabe, vamos mostrar como a banda seguiu em frente fazendo sucesso’. Aí eu falei: Cara, ninguém vai querer ver um filme em que o protagonista morre de AIDS no meio e a carreira de seu grupo continua.”

O mais incrível é que mesmo após essa conversa, ele continuou tentando desenvolver o filme por seis (6) anos! Ao longo desse tempo Peter Morgan (A Rainha, Além da Vida, Rush) escreveu o roteiro e os premiados diretores David Fincher e Tom Hooper se interessaram pelo projeto, mas não embarcaram.

Após Sacha dar o braço a torcer e finalmente desistir da cinebiografia, Brian May – guitarrista e compositor do Queen – declarou que estava aliviado, pois a enorme fama do ator prejudicaria o drama, e começou uma campanha para que Ben Whishaw assumisse o papel. Funcionou e o ator de A Garota Dinamarquesa entrou para o elenco, mas nem assim as ideias saíram do papel. Dexter Fletcher assinou contrato para dirigir e logo mudou de ideia após brigar com o produtor Graham King e agora, 2016, tudo que a cinebio de Freddie Mercury tem é Whishaw, talvez, e um novo roteiro escrito por Anthony McCarten (A Teoria de Tudo).

Ator de Irmão de Espião e Alice Através do Espelho, Baron Cohen revelou ao JoBlo que no momento está preparando um musical chamado The Lesbian. Baseado em fatos reais, contará a história de um bilionário que oferece US$ 65 milhões para o homem que conseguir transformar sua filha lésbica em hétero.

 

Fonte: http://www.adorocinema.com

Show é no Galpão R6, que abre as portas a partir das 22h. Som fica por conta do grupo cover Classical Queen.

Clássicos do rock da banda Queen serão reproduzidos em um show cover na noite desta sexta-feira (4), em Resende , no Sul do Rio de Janeiro. O som fica por conta do grupo Classical Queen, que sobe ao palco do Galpão R6 a partir das 22h.

No repertório estão canções que marcaram época, como “I Want to Break Free”, “Bohemian Rhapasody”, “We Are The Champions”, “We Will Rock You”, “Somebody to Love”, entre outras.

Os ingressos estão no segundo lote e custavam R$ 30 até a publicação desta reportagem. Na bilheteria da casa noturna, o valor subirá para R$ 35. O evento é para maiores de 18 anos, que precisam comprovar a idade com documento de identificação com foto.

Serviço
O quê: show da banda Classical Rock
Quando: 4 de março, a partir das 22h
Quanto: R$ 30 (segundo lote, antecipado); R$ 35 na hora
Quem pode: maiores de 18 anos
Onde: Galpão R6 — Rua do Rosário, nº 1356, no Centro

 

Fonte: http://g1.globo.com/rj

Mamonas-Assassinas-g-20100507E se o Queen incluísse em seu repertório de clássicos, o hit “Robocop Gay” dos Mamonas Assassinas? Bom, com a ajuda da galera do Golpe Baixo, qualquer coisa é possível. Veja o sincronismo da performance da banda.

Dica de: David Neto
Fonte: http://whiplash.net

A produtora CaradiBoi divulgou em suas redes sociais que o musical “We Will Rock You” estreia em São Paulo no dia 9 de março, no Teatro Santander. Construído no complexo empresarial do Grupo WTorre e localizado na avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041, na Vila Olímpia, o teatro tem capacidade para 1.200 espectadores sentados e 1.800 espectadores em outros formatos – os ingressos para o musical ainda não estão à venda.

O personagem principal, Galileo, será interpretado por Alírio Netto (Age of Artemis, HeavyPop, Khallice), que vai dividir a cena com Felipe de Carolis (Toca), Fred Silveira (Khashoggi), Livia Dabarian (Scaramouche), Andrezza Massei (Killer Queen), Nicholas Maia (Brit), Thais Pizza (Ozzy), Letícia Soares (Teacher) e outros 18 atores de apoio – o nome do personagem Galileo é uma referência a uma das mais famosas músicas do Queen, “Bohemian Rhapsody”.

“We Will Rock You” estreou em 2002 em Londres, na Inglaterra, e já foi visto por mais de 15 milhões de pessoas em 17 países. O espetáculo, que é baseado nas músicas do Queen e conta 24 sucessos da história da banda, mostra um grupo de rebeldes que luta em defesa da liberdade de pensamento. O musical foi escrito pelo comediante inglês Ben Elton em parceria com Brian May e Roger Taylor.

Maiores informações: www.facebook.com/wwrybrasil

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Tainara Taylor

Tony Iommi (Black Sabbath) e Brian May (Queen) estiveram presentes em uma cerimônia onde foi inaugurada uma placa comemorativa ao lendário baterista Cozy Powell no dia 7 de janeiro em Cirencester, na Inglaterra. Outros músicos que também estavam no evento são Don Airey (Deep Purple), Neil Murray e Bernie Marsden (Whitesnake).

A cerimônia foi filmada para ser incluída em um documentário sobre a vida de Cozy, “Dance With The Devil – The Cozy Powell Story”, que vêm sendo produzido há vários anos para mostrar a história do baterista que morreu em 5 de abril de 1998 após colidir seu carro a 167 kms/h.

 

 

http://whiplash.net

O The Voice Kids Brasil começou e surpreendeu pela grande quantidade de talentos mirins. Um deles chamou a atenção por ter escolhido uma música muito difícil e marcada pela incrível voz de Freddie Mercury.

João Pedro soltou a voz com “The Show Must Go On”, clássico do Queen, e conquistou todos os técnicos. Após escolher fazer parte do time de Carlinhos Brown, o participante de 11 anos falou sobre a escolha nos bastidores do The Voice Kids: “Escolhi o Brown porque ele tem uma energia muito boa. Já tinha pensado em escolhe-lo, se ele virasse”.

O sergipano João Pedro, de 11 anos, cantou “The Show Must Go On”, clássico do grupo Queen.

 Além de fazer com que Ivete e Carlinhos Brown virassem a cadeira vermelha, Pedro conquistou a simpatia de Brian May, guitarrista do grupo britânico. O músico fez um post em seu site oficial elogiando a performance do garoto.

 

Fontes: http://whiplash.net   |  http://www.opovo.com.br

Uma vaca que foi capturada pela polícia após fugir de um abatedouro na cidade de Nova York, nos EUA, foi adotada por um santuário de animais e recebeu o nome de Freddie Mercury, líder da banda Queen.

Vídeos postados nas redes sociais mostraram a vaca branca e marrom correndo pelas ruas e passando por lojas e restaurantes na última quinta-feira.

Mike Stura, fundador do Skylands Animal Sanctuary & Rescue, em Wantage, Nova Jersey, Mike Stura, recebeu a vaca na sexta pela manhã — data em que ela seria abatida.

Stura afirmou que Freddie terá “uma vida de lazer” na companhia de “amigas vacas”.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br