A Warner Bros. divulgou na madrugada desta terça-feira (19) o novo trailer de “Esquadrão Suicida”. O vídeo foi divulgado em primeira mão durante o especial DC Films Presents: Dawn of the Justice League, que passou no canal norte-americano CW.

No trailer, que conta com a trilha do clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen, podemos ver o tratamento dado aos vilões na prisão, além de ter uma visão melhor dos poderes de cada personagem.

A história mostrada no filme gira em torno de um grupo de vilões da DC que é contratado pelo governo para realizar um trabalho sujo demais para os super-heróis.

No elenco estão Adam Beach (Amarra), Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Cara Delevingne (Magia), Joel Kinnaman (Rick Flagg), Karen Fukuhara (Katana), Margot Robbie (Arlequina), Will Smith (Pistoleiro), Adewale Akinnuoye-Agbaje (Crocodilo) e Jay Hernandez (El Diablo), além de Jared Leto (Coringa).

Dirigido por David Ayer, o filme foi rodado em Toronto e tem estreia marcada para o dia 4 de agosto de 2016.

 

Fonte: www.ligadoemserie.com.br

Ben Whishaw, ator de ‘007 contra Spectre’, deve interpretar o cantor. Anthony McCarten, roteirista de ‘A teoria de tudo’, escreveu a cinebiografia.

Ben Whishaw em cena da série 'The hour' e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)
Ben Whishaw em cena da série ‘The hour’ e Freddie Mercury, do Queen (Foto: Divulgação)

Dois anos após surgirem especulações sobre uma cinebiografia de Freddie Mercury (1946-1991), o site The Tracking Board divulgou nesta quinta-feira (19) que as gravações do filme devem começar em 2016.

O ator inglês Ben Whishaw, protagonista de “Perfume: A história de um assassino” (2006) e intérprete do personagem Q em “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 contra Spectre” (2015), deverá interpretar o cantor do Queen.

Originalmente, quem estava escalado para o papel era Sacha Baron Cohen, de “Borat” (2006) e “O ditador” (2012). O humorista, contudo, desistiu em julho de 2013 do trabalho, e o motivo seria uma série de desentendimentos com com integrantes da banda.

O ator e diretor britânico Dexter Fletcher também teria sido confirmado para dirigir o longa. A trama do filme sobre Mercury será reescrita por Anthony McCarten, roteirista de “A teoria de tudo” (2014). O projeto estava inicialmente nas mãos de Peter Morgan, indicado ao Oscar de melhor roteiro por “A rainha” (2006) e “Frost/Nixon” (2008).

Segundo o jornal “The Independent”, o filme vai retratar a história do Queen, tendo como ponto alto o show no Live Aid, em 1985. Hits como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Another one bites the dust” estarão na trilha.

 

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Ruthênio

Canção mais famosa do Queen completa 40 anos; May fala sobre o processo de criação ao lado de Freddie Mercury.

Queen em apresentação no programa Top of the Pops, da BBC, na década de 1970. (Foto: BBC)
Queen em apresentação no programa Top of the Pops, da BBC, na década de 1970. (Foto: BBC)


Muitos músicos eventualmente se cansam de seus hits, já que passam boa parte da vida tendo que tocá-los em qualquer ocasião. Não é o caso de Brian May.

O guitarrista da banda de rock britânica Queen diz que nunca se cansará de ouvir “Bohemian Rhapsody”, uma das canções de maior sucesso da banda, que completa 40 anos em 31 de outubro.

A canção de seis minutos tem cinco partes – que incluem uma ópera – e ficou três vezes no topo das paradas britânicas, além de ter vendido mais de 6 milhões de cópias em todo o mundo.

Nada mal para uma música que a gravadora chegou a dizer que nunca tocaria no rádio.

Escrita pelo líder da banda, Freddie Mercury (1946-1991), Bohemian Rhapsody foi montada em um meticuloso processo, que levou a tecnologia existente nos anos 1970 ao seu limite. Os “bismillahs” e “scaramouches” sobrepostos durante a parte operática foram superpostos tantas vezes que a fita ficou quase transparente.

Mas a banda nunca perdeu a fé na canção. “Todos nos demos conta de que era algo maravilhoso e deveríamos dar coração e alma nela”, disse May em entrevista à BBC.

Para marcar o 40º aniversário da música, o guitarrista relembrou o processo de escrever a música, a concepção do surpreendente videoclipe e a ressurreição da música em um programa de comédia.

O início
“Não havia demo (gravação bruta da música). Estava tudo na cabeça de Freddie e em muitos pedacinhos de papel que ele usava para fazer suas anotações. E digo anotações literalmente. Ele colocava as notas lá, dó e ré em pequenos blocos.

Freddie tinha a estrutura em sua cabeça e, junto com Roger (Taylor, baterista) e John (Deacon, baixista) gravaram cada parte em uma faixa. Depois começamos a tecê-la.”

A gravação ‘daquele’ solo
“A parte mais pesada era uma grande oportunidade para que nós fôssemos uma banda de rock a todo vapor. Mas aquele riff (refrão de guitarra) veio de Freddie, não de mim. Era algo que ele tocava com a mão esquerda nas oitavas do piano. Então eu tinha isso como guia – e isso é muito difícil de fazer, porque Freddie tocava piano muito bem, mesmo que ele não achasse.

Na verdade, ele achava que era um pianista medíocre e por isso parou de tocar durante a nossa carreira.”

O caminho até tocar no rádio
“Nos disseram que seria difícil vender a música, mas acabou sendo fácil porque Kenny Everett (DJ britânico, que trabalhava na rádio Capital na época) roubou a fita de uma sessão que fizemos para lançar o disco “Night At The Opera” e decidiu tocá-la até cansar.

Isso fez com quem todo mundo prestasse atenção. O resto das emissoras de rádio pensou: “Ai, meu Deus, é melhor entrarmos nessa rápido ou vamos ficar para trás!”.

A criação do videoclipe
“Sei que foi chamado de primeiro videoclipe da história, mas é difícil definir estas coisas. Sei que os Beatles fizeram vídeos em 35mm de algumas músicas – mas o nosso era mais como um minifilme.

Foi filmado com o propósito expresso de mandá-lo para o (programa) Top of the Pops. Era um programa com classe, mas não tinha uma boa reputação entre os músicos. Ninguém gostava, na verdade.

Se a sua música tinha algum significado, ela parecia se esvaziar quando você estava em um estúdio com um bando de garotos e garotas em volta. Mas não podíamos recusar, porque era o único jeito de vender discos.”

Tocando a música nos shows
“Bohemian Rhapsody provavelmente não era a faixa mais difícil (do disco A Night At The Opera) de tocar ao vivo. Se tentássemos tocar “Good Company” ou “The Prophet’s Song”, por exemplo, seria muito mais difícil.

Achávamos que não fazia sentido tentar recriar ao vivo aquela seção enorme de ópera com apenas nós quatro. Então a solução que demos era sair do palco, mudar de roupa (enquanto a seção tocava) e voltar já na parte de rock mais pesado.

A seção da ópera geralmente era um show de luzes ou de vídeo em nossos shows – e eu prefiro isso do que ficar tropeçando nela para fazer algo que não vai ficar igual ao disco. Faz mais sentido para mim encará-la como uma performance de arte.”

Mas o que significa a letra?
“Acho que Freddie gostava do fato de haver tantas interpretações da letra. É uma música bizarra. Acho que está além das análises.

Não estou tentando ser evasivo, só acho que é por isso que gostamos de canções – elas conseguem fazer conosco algo que um texto apenas não consegue.

Tenho minhas próprias ideias e sentimentos sobre Bohemian Rhapsody, mas odeio falar sobre isso e geralmente me recuso.”

O legado
“Não me cansei (da canção). Não dá para reclamar de as pessoas ainda quererem falar sobre ela tantos anos depois.

Ainda gosto de ouvi-la. Se ela toca no rádio, eu aumento o volume e ouço. Mas não faço ‘guitarra aérea’. Já estou muito velho pra isso.”

 

Fonte: http://g1.globo.com/
Dica de: Digão

Apresentações da época foram as primeiras em que a banda tocou “Bohemian Rhapsody” ao vivo

 

O Queen anunciou o lançamento de um show gravado em 1975 em CD, vinil, DVD e Blu-ray, além da edição de luxo. Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975 chegará às lojas no Reino Unido em 20 de novembro, com 19 faixas ao total, incluindo clássicos como “Bohemian Rhapsody”, entre outros.

De acordo com site do semanário britânico NME, aqueles foram os primeiros shows em que “Bohemian Rhapsody”, à propósito, foi tocada ao vivo pelo Queen. A apresentação registrada fez parte da turnê britânica Queen Invite You To A Night At The Opera, que contou com 26 datas em 1975.

Abaixo, assista a uma amostra do filme da banda de Freddie Mercury.

No vídeo acima, o Queen apresenta A Night At The Odeon como possuíndo “o primeiro registro em áudio e vídeo de ‘Bohemian Rhapsody’ da história”, promovendo também o que seria o quadragésimo aniversário da canção – uma das mais emblemáticas canções da banda.

As versões em vídeo de Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975 trazem ainda um curto documentário, de 22 minutos, inédito, com gravações de arquivo de shows e apresentações na televisão nunca vistos. Entre o material exclusivo, está um vídeo raro ao vivo da banda no Budokan, no Japão, em 1975.

Tracklist de Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975
“Now I’m Here”
“Ogre Battle”
“White Queen (As It Began)” 
“Bohemian Rhapsody”
“Killer Queen”
“The March Of The Black Queen”
“Bohemian Rhapsody (Reprise)”
“Bring Back That Leroy Brown”
“Brighton Rock”
“Guitar Solo”
“Son And Daughter”
“Keep Yourself Alive”
“Liar”
“In The Lap Of The Gods… Revisited”
“Big Spender”
“Jailhouse Rock Medley”
“Seven Seas Of Rhye”
“See What A Fool I’ve Been”
“God Save The Queen”

São 7 versões de: CD, LP, DVD, Blu-ray, Box-set. Alguns duplos. Podem ser comprados em uma das lojas oficiais do Queen:

http://queen.shop.bravadousa.com/Dept.aspx?cp=39831_80149

http://www.queenonlinestore.com/Queen/A-Night-At-The-Odeon-Hammersmith-1975/

 

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br/
Dica de Rodrigo Baillo

O cantor Freddie Mercury, vocalista do Queen, morto em 1991
O cantor Freddie Mercury, vocalista do Queen, morto em 1991

O coro de milhões de pessoas regido por Freddie Mercury cantando “Love of my Life” em 1985 na primeira edição do Rock in Rio entrou para a história do Queen e do festival. Mas uma outra história, a da primeira turnê pela América Latina, em 1981, é bem menos glamourosa e quase não é lembrada pelos brasileiros e argentinos.

 

Reprodução

O livro “A Verdadeira História do Queen – Os bastidores e os segredos de uma das maiores bandas de todos os tempos” (Ed. Seoman – R$58), de Mark Blake, lançado no Brasil neste ano, revela que o grupo via o continente como um lugar exótico ou uma verdadeira selva.

O autor conta que a banda enfrentou diversas dificuldades tanto na Argentina como no Brasil, com promotores locais incapazes de bancar o alto cachê, além de policiais corruptos que exigiam suborno para tudo.

No Brasil, o Queen fez show só no Estádio do Morumbi, mas tentou várias vezes conseguir autorização para tocar no Maracanã. Todas as tentativas foram negadas pelo governador Chagas Freitas. Para tentar convencê-lo, a banda ofereceu em troca doações em dinheiro para obras de caridades da primeira-dama do estado. O governador, no entanto, declarou que o estádio só poderia receber “eventos de relevância desportiva, religiosa ou cultural” (como a visita do Papa e o show do Frank Sinatra, ambos em 1980).

A turnê começou pela Argentina. Freddie Mercury queria reproduzir no continente o mesmo show que fazia na Europa e nos Estados Unidos com as 100 toneladas de equipamentos. Para isso, a banda abriu um escritório em Buenos Aires que ficou responsável por negociar as apresentações na América Latina. Em uma declaração publicada no livro, o fotógrafo da banda, Peter Hince, disse que “as coisas se desenrolaram da maneira costumeira. Você paga a alguém e eles deixam você entrar. Todas as transações eram feitas em dólares norte-americanos, e o escritório do Queen providenciava para estes circulasse em quantidade suficiente”.

Quando finalmente os músicos chegaram na Argentina, eles foram alertados para não usarem drogas. Disseram para a banda: “Bem, isto aqui não é um paraíso para os usuários de drogas. As leis, aqui, são muito severas; e, por favor, não se esqueçam de que este é um país católico”.

 

Reprodução

A apresentação portenha ocorreu no campo do Vélez Sársfield e o Queen teve que trazer a própria grama artificial para cobrir “os preciosos campos dos estádios de futebol da América do Sul”. “Isso era apenas metade do problema”, disse o guitarrista Brian May. “A outra metade foi tentar obter permissão para que parte da plateia pudesse pisar no campo, propriamente dito”.

De acordo com o livro, o Queen ainda tinha apresentações marcadas em Córdoba e Belo Horizonte, mas que foram desmarcadas por “qualquer motivo”. Na ocasião, a Argentina passava por um período de reorganização política após os duros anos da ditadura militar. Por conta disso, pediram para a banda não tocar “Don’t Cry For Me Argentina”. “Havia uma preocupação de que, com uma plateia tão vasta, o evento pudesse assumir um caráter político”, disse Mercury.

No camarim, a banda foi apresentada a vários jogadores de futebol e autoridades. Um deles foi Diego Maradona, que posou para uma antológica foto em que Freddie Mercury aparece mostrando o traseiro para a câmera.

Sufoco no Brasil

Finalmente a vez do Brasil chegou e a banda tinha que transportar as 100 toneladas de equipamento por terra da Argentina até São Paulo “atravessando selvas”. “Ao chegarem à fronteira brasileira, os homens se depararam com oficiais alfandegários que pareciam estar determinados a examinar cada peça do equipamento. De algum modo, um acordo foi estabelecido – presumivelmente envolvendo certa quantidade de dólares norte-americanos”, diz o autor.

Os shows na capital paulista ocorreram nos dias 20 e 21 de março. “Em São Paulo, os guardas costas designados para o Queen havia sido recrutados dentre os membros do tristemente famoso ‘Esquadrão da morte’, uma ramificação extraoficial da polícia brasileira”, escreve o autor. “Eles eram aqueles policiais realmente brutais, capazes de matar pessoas por qualquer motivo banal”, disse Mercury.

Mas os problemas não acabaram por aí. No Morumbi, a iluminação pifou e foi preciso alugar novos spots. Eles perceberam que os spots alugados eram da banda Earth, Wind and Fire porque havia neles pinturas com o logo da banda. “Depois descobriu-se que se tratava de equipamento confiscado à banda homônima na turnê do ano anterior”, revela o autor.

Para também não terem os equipamentos confiscados, os produtores do Queen agiram logo que os shows acabaram. Uma equipe transportou as 100 toneladas direto para o aeroporto e um dos integrantes do staff da banda passou 18 horas montando guarda até que tudo pudesse ser embarcado em uma avião de carga para os Estados Unidos, com escala em Porto Rico.

Embora, de acordo com o relato do livro a turnê tenha sido um caos, o Queen ficou satisfeito com o resultado. Ao todo, o grupo lucrou US$3,5 milhões de dólares com a turnê pela América Latina. Em 1985 eles voltariam ao Brasil para o primeiro Rock in Rio e o resto é história.

 

Fonte: http://musica.uol.com.br

Chegou a vez dos músicos tentarem uma vaga no musical ‘We Will Rock You’, que estreia ano que vem em São Paulo! Lembrando que as inscrições para elenco vão até essa Sexta, 9 de Outubro!

Musical com canções do Queen abre audição em SP

We Will Rock You é um musical de jukebox baseado nas canções da banda Queen e nomeado a partir do single homônimo. O musical foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton, em parceria com os membros do Queen Brian May e Roger Taylor.

As inscrições para audição da montagem brasileira já estão abertas em São Paulo. Os interessados devem mandar currículo com dados pessoais, formação, experiência incluindo os 5 últimos trabalhos realizados e 2 fotos recentes para o email audicoes@wwry.com.br! Os ensaios acontecem em Janeiro de 2016 em São Paulo. Veja os perfis de cada personagem:

KILLER QUEEN (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Belter com excelente registro grave. Precisa ter um Mi grave com volume e potência. (Mi 2)

GALILEO (Homem):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Um tenor com pegada rock n’ roll que tenha um Dó agudo de voz plena.

SCARAMOUCHE (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Excelente atriz cômica com ótimo registro de Belt até o Mi. (Mi 4)

MEAT (Mulher):
Voz Rock n’ Roll potente e flexível. Belter com ótima extensão até Mi. (Mi 4)

BRITNEY (Homem):
Voz Soul ou Rock n’ Roll potente e flexível. Tenor ou Baritenor agúdo com pegada rock n’ roll que cante um La agúdo de voz plena.

KHASHOGGI (Homem):
Barítono com agúdos que cante um La agúdo de voz plena e que tenha um excelente falsette rock n’ roll.

POP (Homem):
Ótimo ator cômico com uma boa voz rock n’ roll.

ENSEMBLE e Atores/Cantores (Homens e Mulheres):
Atores e Cantores com excelentes vozes Rock n’ Roll. Com ótima noção de dança.

ENSEMBLE/Bailarinos (Homens):
Excelentes bailarinos com background de Jazz. Com ótimas vozes Rock n’ Roll.

 

Fonte: www.cenamusical.com.br
Dica de: Taynara Taylor

Descritivo
A Queen Bohemian Rhapsody foi produzida em homenagem aos 40 anos da música Bohemian Rhapsody, listada como “a mais importante música de todos os tempos”. O rótulo foi inspirado no escudo da banda, criado pelo próprio Freddie Mercury enquanto cursava design gráfico em Londres. Seguindo fielmente a receita das tradicionais Bohemian Pilsners, é uma cerveja leve, de coloração dourada, com aromas florais e amargura agradável.

Família: Lager
Estilo: Bohemian Pilsner
Volume: 355ml
Teor Alcoólico: 4,7%
Cidade de Origem: Pilsen
País: Rep. Tcheca
Cervejaria: Pivovar Protivín
Coloração: Dourada
Espuma: Média formação e persistência
Aparência: Límpida
Aromas: Notas florais, cereal e leve lúpulo.

Sugestão de Harmonização: Pratos leves da culinária japonesa, como sushis e frutos do mar, saladas, queijos frescos, pratos picantes e condimentados.

A cerveja encontra-se disponível em lojas especializadas, o valor é a partir de R$ 19.99

 

Fonte: www.clubedomalte.com.br
Dica de Digão

O polêmico clipe de “Bicycle Race”, do Queen

Há exatos 37 anos, em 17 de setembro de 1978, o Queen reunia na arena de Wimbledon, na Inglaterra, 65 modelos para gravar o que se tornaria o videoclipe mais polêmico da época, “Bicycle Race”.

Ao longo de todo o dia, as garotas foram filmadas nuas andando de bike, simulando uma corrida como sugere a letra da música, que foi criada por Freddie Mercury inspirado na Tour de France, enquanto produzia o álbum “Jazz”.

Mesmo com uma filmagem que tentou dar um clima artístico ao passeio de bicicleta com as mulheres sem roupas, o vídeo foi censurado em diversas partes do mundo e reeditado para que a campanha promocional do disco fosse levada adiante.

No entanto, o videoclipe editado de “Bycycle Race” conseguiu mostrar um pouco do que a letra da canção contém, um pedido de liberdade dos padrões sociais.

https://www.youtube.com/watch?v=xt0V0_1MS0Q

Fonte: http://www.radiorock.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Rock in Rio: Rihanna e Queen são os artistas mais comentados na internet

Dados do Twitter e Instagram foram levantados de 1º a 16 de setembro.
Foram 114 mil menções a atrações do festival, sendo a maioria do Rio.

Um estudo feito pela Scup by Sprinklr, agência de monitoramento de redes sociais para marcas, divulgado nesta quinta-feira (17), aponta que a cantora Rihanna e o grupo Queen são as atrações do Rock in Rio 2015 mais comentadas na internet.

Os dados, coletados do Twitter e Instagram, mostram quais são os artistas mais mencionados pelo público e de onde são as pessoas que estão falando. No monitoramento, foram coletados 114 mil itens, entre os dias 1º e 16 de setembro, sendo 91,44% do Twitter e 8,56% do Instagram.

Abaixo, veja os dados:

Total de menções coletadas (01/09 – 16/09)
114 mil

Atrações mais comentadas (porcentagem baseada nas menções que comentam alguns dos artistas)
Rihanna – 28,99%
Queen – 25,35%
Katy Perry – 15,91%
Metalica – 6,79%
System of a down – 4,35%
Rod Stewart – 2,77%

Pico de menções
11/09 – 13,375
14/09 – 11,862
15/09 – 12,847

Divisão por sexo
50% – feminino
50% – masculino

Divisão por estado
RJ – 46%
SP – 19,1%
MG – 7,2%
RS – 4,7%
Outros – 23,1%

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Resenha – Queen Symphonic Tribute

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Estava eu indo seguir o velho ritual de colocar a água pra fazer café no fogo. Ligo o notebook, abro o Spotfy e coloco aleatoriamente uma playlist, e começa a tocar “I Want to Break Free”, se foi coincidência ou provisão do universo para me inspirar, eu não posso dizer, mas que me ajudou muito a escrever essa resenha, certamente. Agora com o café já na xícara que repousa aqui ao lado, eu falarei pra vocês sobre um dos mais belos espetáculos que presenciei nos últimos meses – Queen Symphonic Tribute.
Quando noticiei aqui no Em Cartaz que haveria um tributo ao Queen, na Ópera de Arame, eu já imaginava que seria algo lindo, ainda mais vendo os nomes que cantariam as canções. O elenco foi composto por JesutonTobias CostaJenni Mosello. No coro lírico estavam Márcia KaiserDébora BergamoCristhyan Segala e Paulo Barato. Sem contar com as participações especiais de Marcelo DiasKaren Giraldi e Mônica Bezerra. A fórmula estava devidamente condimentada para que o lendário Queen fosse bem representado. Logo de primeira, a orquestraEruditu Phillarmonic Orchestra regida por Carlos Domingues mostraram um breve compilado de tudo que seria apresentado ali.
Um show emocionante, um espetáculo de arrepiar. O destaque certamente ficou para Jesuton, a jovem inglesa que parou os quarteirões do Rio de Janeiro e bombou no Youtube em 2012, parou também a Ópera de Arame que já estava boquiaberta. Márcia Kaiser é outro nome que marcou a noite, com toda a sua técnica e firmeza a soprano é uma das responsáveis pelo título que dei no início do texto, de “um dos mais belos espetáculos que presenciei nos últimos meses”. E é claro, eu não poderia finalizar esse texto sem citar o nome de uma das maiores promessas do cenário curitibano, Jenni Mosello mostrou presença de palco, desenvoltura e maturidade musical. Se onde Freddie Mercury está, é possível ouvir os ruídos emitidos nessa Terra, certamente ele se orgulhou muito.
E a noite foi assim, regida por um som marcante, emocionante, muita presença de palco. Uma festa, um tributo certamente digno do Queen.

Fonte: http://www.emcartaz.net/

Dica: RobertoMercury 

Queen volta ao Rock in Rio e lembra show de 85: ‘Inesquecível’

Banda volta ao festival 30 anos depois com o cantor Adam Lambert. 
Eles falaram sobre o show de 85 e a expectativa para 2015 ao Fantástico.

Em 1985, pela televisão, o Brasil comemorava o primeiro presidente eleito em 21 anos, se divertia com Sinhozinho Malta e Viúva Porcina, acompanhava uma invasão eletrônica e se emocionava com uma canção. O Queen foi a maior atração do primeiro Rock in Rio, há 30 anos atrás, e agora a banda está de volta.

“Estamos muito felizes de estar aqui mais uma vez”, conta o baterista Roger Taylor.

“A energia que veio do público, fazia você se sentir incrível”, conta o guitarrista Brian May.

“Segundo esses senhores aqui, o público brasileiro é o melhor do mundo”, diz o cantor Adam Lambert.

O americano Adam Lambert é quem assumiu os vocais que foram de Freddie Mercury, um dos maiores ídolos do rock, que morreu em 1991, um dia após divulgar ao mundo que era portador do vírus HIV.

“Nós nunca procuramos ninguém parecido com o Freddie. Na verdade, nunca procuramos ninguém. Esse cara caiu do céu”, conta Brian.

Na verdade, Adam saiu de um reality show da TV americana. Sua performance cantando Queen conquistou todo mundo. “O mundo inteiro mandou mensagem dizendo: ‘Vocês precisam ver esse cara’. E quando a gente foi ver, pensou: ‘Meu deus, esse cara realmente consegue fazer isso’”, lembra Brian.

Poliana Abritta: Como foi ser convidado para cantar com o Queen?
Adam: Foi uma honra. Essa é uma das maiores bandas de rock da história. Suas músicas fazem parte da vida de todos.

Mas como os fãs de Freddie tratam Adam? “Está melhorando. Você ainda vê algumas pessoas com os braços cruzados no meio da plateia. Mas você canta três, quatro, cinco músicas e eles pensam: ‘Ah, tudo bem’. No final estão todos rindo e dançando”, brinca o cantor.

Poliana Abritta: Tem alguma música em especial que quando você canta, conquista o público? Adam:‘Who Wants To Live Forever’ tem muita emoção.

“‘The Show Must Go On’ é incrível. O Freddie nunca teve a chance de cantar essa música no palco e o Adam canta de um jeito tão maravilhoso, o Freddie iria amar”, lembra Brian.

E a música que emocionou os brasileiros em 1985, ‘Love Of My Life’?

“Na verdade, essa é uma coisa especial. Foi o Brasil que meio que descobriu essa música. Se tornou um hino aqui no país”, conta Brian.

“O público tomou conta da música e cantou até o final”, lembra Roger.
Mas será que aqueles concertos foram tão épicos para eles quanto foram para a gente?

“Para a gente também foi inesquecível”, diz Brian.

“Foram dois shows e a plateia parecia que não tinha fim, cantando tão bonito”, lembra Brian.

E energia é o que não falta, para Adam e esses dois garotos com mais de 60 anos. “A gente ainda consegue fazer muita festa”, brinca Brian.

“Eu apenas tento acompanhar o ritmo desse daqui”, afirma Adam.

“O rock n’roll não vai morrer nunca”, diz Roger.

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Caso não consiga ver pelo Player Clique Aqui para assistir o vídeo

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Queen: As 10 músicas mais ouvidas no Spotify

Popular plataforma de streaming, o Spotify abriga discografias de músicos e bandas do mundo todo. Com quase 2 milhões de seguidores, o QUEEN é uma dos grupos musicais mais populares na plataforma, com sua música mais famosa, “Bohemian Rhapsody”, alcançando quase 100 milhões de execuções.

 

Abaixo, confira a lista das dez músicas mais ouvidas do QUEEN no Spotify.

1º: “Bohemian Rhapsody” – do álbum “A Night at the Opera” (1975)
2º: “Don’t Stop Me Now” – do álbum “Jazz” (1978)
3º: “Another One Bites the Dust” – do álbum “The Game” (1980)
4º: “Under Pressure” – do álbum “Hot Space” (1982)
5º: “We Will Rock You” – do álbum “News of the World” (1977)
6º: “I Want to Break Free” – do álbum “The Works” (1983)
7º: “We Are the Champions” – do álbum “News of the World” (1977)
8º: “Somebody to Love” – do álbum “A Day at the Races” (1976)
9º: “The Show Must Go On” – do álbum “Innuendo” (1991)
10º: “You’re My Best Friend” – do álbum “A Night at the Opera” (1975)

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 Fonte: http://whiplash.net/

Dica: Roberto Mercury

Análise: Queen sobrevive com altas doses de nostalgia, mas só

Após a morte de Freddie Mercury, Paul Rodgers e Adam Lambert ocuparam o posto de vocalista do grupo

 Quando o perfil oficial do YouTube do Queen atingiu a marca de 1 milhão de assinantes, no ano passado, comemorou com o vídeo intitulado Queen Still Rock You. A marca não se compara a fenômenos pop como Justin Bieber e Taylor Swift, cujas marcas chegam a 12 milhões e 15 milhões, respectivamente, mas é elogiável e diz muito sobre a sobrevivência da banda. 

 O Queen, instituição tanto do rock quanto do pop, conseguiu se manter vivo graças ao público que se mantém fiel a Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do grupo outrora formado também por Freddie Mercury (morto em 1991) e John Deacon (baixista aposentado). Não houve uma renovação, contudo. A nova geração, tão ligada no mundo digital – e sabe o que assinar um canal do YouTube significa, de fato –, não é tão interessada em Queen quanto a velha guarda poderia supor. 

 Freddie Mercury  se apresenta com o Queen no primeiro Rock in Rio / Foto: ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

Freddie Mercury  se apresenta com o Queen no primeiro Rock in Rio / Foto: ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

 A culpa de tudo isso recai justamente nos dois integrantes originais da banda. Tão interessados em manter o legado de Mercury vivo na memória de todos, os dois cometeram o pecado mortal da indústria fonográfica dinâmica do século 21: deixaram de olhar para frente.

 Nenhum novo vocalista foi acrescentado à banda, desde que eles decidiram voltar a tocar como Queen, nos anos 2000. Mantiveram o grupo intacto como entidade e criaram o Queen + Alguém. Primeiro, com Paul Rodgers. Depois (e atualmente), o jovem Adam Lambert foi o selecionado.  

Com Rodgers, o grupo lançou o álbum autoral chamado The Cosmos Rocks, em 2008, e deixou clara a ideia de se distanciar o máximo possível daquele Queen grandiloquente. Rodgers é cantor dos bons, mas de estilo oposto ao Mercury. Ponto para May e Taylor. Já Adam Lambert, que deveria rejuvenescer a base de fãs do Queen e não o fez, terá de encarar o palco do Rock in Rio no qual Freddie Mercury foi rei, 30 anos atrás. 

Fonte: http://cultura.estadao.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Queen chega ao Brasil para o Rock in Rio prometendo

honrar memória de Freddie Mercury

‘Eu tinha três anos, mas fiz minhas pesquisas e vi bem como é o publico brasileiro’,

diz Adam Lambert

 

Queen + Adam Lambert. O vocalista americano conheceu o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor em 2009, quando tocaram juntos no programa de TV “American Idol”; três anos depois, eles estariam saindo juntos em turnê – Divulgação

RIO — Brian May tinha 38 anos quando, ao violão, acompanhou Freddie Mercury e 200 mil pessoas ao som de “Love of my life”, no primeiro Rock in Rio, em 1985. Alheio a tudo isso, o pequeno Adam Lambert começava a vida, primeiro em Indianápolis, depois em San Diego, nos EUA. Ele faria 3 anos poucos dias após o festival. Ontem, a ordem dos fatores mudou: Brian May, 68 anos, cabelos totalmente grisalhos, mas com o mesmo corte volumoso de sempre, o baterista Roger Taylor (66 e farta barba de vovô)… e Adam Lambert, um garotão com pinta de astro sertanejo, chegaram juntos para uma entrevista coletiva no Copacabana Palace. Sexta que vem eles serão a principal atração da noite de abertura do Rock in Rio, com o nome Queen + Adam Lambert

— Eu tinha três anos, mas fiz minhas pesquisas e vi bem como é o publico brasileiro — brincou um simpático Adam, que chega com a assustadora missão de ocupar no palco o lugar que foi do vocalista, pianista e compositor Mercury, falecido em 1991, de AIDS.

— Ele não está tentando ser Freddie Mercury, de maneira alguma — assegurou Roger Taylor.

 
 — Não há nada que não possamos fazer com Adam. Algumas coisas, fazemos até melhor — completou Brian May, que sentiu voltarem ali, no Copacabana Palace (onde a banda se hospedou em 1985), memórias dos shows no Rock in Rio. — Foi chocante como o público entendia cada palavra de nossas canções, especialmente “Love of my life”. O Brasil criou algo especial naquela ocasião, que nos deu uma energia extra.

 NASCIDO NA TELEVISÃO

O Queen + Adam Lambert que toca no Rock in Rio e, antes disso, passa por São Paulo (dia 16, no Ginásio do Ibirapuera) e depois por Porto Alegre (dia 21, no Gigantinho) teve sua gênese em 2009. Brian e Roger (que encerravam naquele ano sua parceria em disco e shows, de cinco anos, com o cantor Paul Rodgers) foram convidados para se apresentar no programa de TV “American Idol”, tocando um clássico do Queen, “We are the champions”, com dois competidores nos vocais: Adam Lambert e Kris Allen.

‘Não fico mais tão intimidado. Ao contrário: estou animado com o desafio. Freddie estará presente em cada canção’

– ADAM LAMBERTcantor que vai assumir os vocais do Queen nos shows no Brasil

Kris acabaria vencedor daquela temporada do programa, mas foi Adam quem levou a melhor — a partir de 2012, ele, May e Taylor começaram a fazer shows juntos e, dois anos depois, anunciaram uma turnê do Queen + Adam Lambert com o baixista Neil Fairclough, o tecladista Spikey Edney (músico de apoio do Queen nos anos 1980, que Roger Taylor define como “o cara que lembra tudo o que esquecemos”) e o percussionista Rufus Tiger Taylor (filho de Roger, com quem ele faz duelos nos shows).

— A coisa aconteceu de forma gradual. Naquele momento, no “American Idol”, vimos que poderia ser interessante ter o Adam cantando conosco — contou Brian May. — Depois de um show para uma festa de premiação (em 2011, eles se apresentaram no MTV Europe Awards, em Belfast), uma porta foi aberta, e vimos que a coisa poderia realmente funcionar.

— E aí, quando nos demos conta, estávamos fazendo uma turnê mundial juntos — lembrou Roger Taylor.

A razão de o Queen + Adam Lambert ter chegado ao Brasil uma semana antes dos shows é uma só: uma série de ensaios a fim de preparar um espetáculo à altura da ocasião. Há seis meses eles não tocam juntos.

— Temos que entrar de novo na batida — explicou Adam, artista gay que, em sua primeira visita ao Rio, espera também poder conferir a programação noturna da cidade. — Mas prometo guardar a melhor parte da diversão para o palco, não para fora dele.

Os show brasileiros serão repletos de surpresas. Segundo Brian May, pode ser que eles se desviem dos hits aqui e ali para tocar coisas como “Dragon attack” (música funkeada menos conhecida — mas que Adam Lambert adora — do disco “The game”, de 1980). Já “Love of my life” será apresentada “de uma forma especial que envolve Freddie (Mercury)”. O novo vocalista jura que não sente mais o peso das comparações.

— Não fico mais tão intimidado. Ao contrário: estou animado com o desafio. Freddie estará presente em cada canção. E esses caras aqui ainda arrasam — disse Adam, confessando que sonha em poder um dia “tocar piano e compor como Freddie.”

Ciente de que estará tocando no Brasil para um público que em boa parte não era nascido quando o Queen viveu seu auge, Brian May não se acanha: — A garotada sabe bem quem somos.

— E mesmo que não saiba quem é cada um de nós, eles conhecem as canções — emenda Roger Taylor.

— O show do Queen é uma espécie de evento de família, que une as gerações — opina, por sua vez, Adam Lambert. — Mas, ainda assim, é rock’n’roll.

Antes da entrevista coletiva do trio, a vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina, falou um pouco sobre a importância do Queen para a história do festival.

— Eles foram a primeira banda a ser confirmada para o Rock in Rio. Essa atitude ajudou outras bandas a confirmarem suas participações naquela maluquice — disse. — E, além disso, eles emprestaram todo o equipamento de luz do festival. O Rock in Rio não teria sido o que foi sem o Queen.

Sobre o futuro da banda, Roger Taylor deu algumas pistas. Nada animadoras — embora em tom de brincadeira.

— Não sabemos por quanto tempo mais conseguiremos continuar tocando. Comprem seus ingressos! — disse, para logo ser informado de que eles estavam esgotados.

— Então guardem bem seus ingressos! — recomendou Adam.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Queen: ‘Adam trouxe uma nova energia’, diz Brian May

Grupo é o primeiro a chegar para o Rock In Rio e pretende ensaiar na cidade para ajustar o show principal da noite de abertura. Foto: Bruno Eduardo.

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Ainda faltam nove dias para o início do Rock In Rio, mas uma das bandas principais dessa edição já está na cidade. É o Queen, que volta ao festival 30 anos depois com o – que eles chamam de projeto – Queen + Adam Lambert.

Sem Freddie Mercury, morto em 1991, os remanescentes da formação original Brian May e Roger Taylor apostam no cantor, revelado numa das edições do programa de calouros americano “American idol”.

“Adam é ótimo, nos trouxe uma nova energia, tem uma voz incrível”, garante May aos fãs mais desconfiados, em uma entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta (10/9), em um hotel na zona sul do Rio. “Ele não é Freddie, mas acontece uma ótima conexão dele com esse repertório”, completa.

O metódico guitarrista explica que não foi amor a primeira vista, mas quase. “Foi um processo gradual. Primeiro nos encontramos no ‘American Idol’, quando tocamos três músicas, e ficamos de olho”, diz Brian May. Até aqui, essa nova formação já fez 67 apresentações dentro da turnê “Don’t Stop Them Now”, em menos de um ano, passando por Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania. E todas com ingressos esgotados, assim como a do Rock In Rio, na noite de abertura, dia 18.

“Vou aproveitar para conhecer a cidade, falar com a alguém que me indique o que fazer, já que é a minha primeira vez no Rio”, diz um animado Lambert ao responder uma repórter sobre trivialidades. “Mas a festa maior será no palco”, crava. “Me sentia intimidado há uns três anos”, admite o cantor. “Mas hoje fico super empolgado, estou muito feliz”.

O simpático vocalista tinha apenas três anos quando o Queen arrebentou na edição de estreia do Rock In Rio, tema recorrente na conversa com os jornalistas. “Ao entrar nessa banda faço minhas pesquisas e vi como foi”, diz Lambert, sem fugir do assunto no qual Brian May se sente muito à vontade.

“Foi um período incrível, as pessoas conheciam e cantavam todas as músicas, especialmente ‘Love Of My Life’. Era uma plateia muito grande fazendo muito barulho”, diz, saudoso. “Nessa época as pessoas não saíam da Inglaterra para tocar aqui, e o Rock In Rio depois se transformou em um fenômeno internacional”, completa, corroborando com a vice-presidente do festival, Roberta Medina, que fez as vezes de apresentadora da coletiva.

O baterista Roger Taylor é mais contido – “Até hoje guardo a imagem do público cantando emocionado”, diz -, mas o simples check in no Copacabana Palace já mexe com May. “Temos muita sorte de, 30 anos depois, com essa idade, podemos voltar aqui e tocar no Rock In Rio. Estamos de novo nesse hotel, que é diferente, da outra vez não ficamos aqui. Esse lugar nos trás muitas lembranças”, comentou. Reza a lenda que Freddie Mercury protagonizou muitas festanças no local.

Na última passagem pelo Rio, em 2009, quando o Queen saiu em turnê com o consagrado vocalista Paul Rodgers, ex-Bad Company e Free, entre outros, a hospedagem era mais modesta. Na ocasião, o show do Rio aconteceu na HSBC Arena e May se lembrou do Rock In Rio ao tocar “Love Of My Life” (veja como foi).

Perguntado sobre o que há de especial no show do próximo dia 18, May disse que “o especial é o show”, e que “os sucessos não vão faltar, mas sempre tocamos uma ou outra música menos conhecida da qual gostamos”, com o aprovo de Adam Lambert.

Já Roger Taylor confirmou que o seu filho, Rufus, toca percussão no show e tem um momento em que ambos duelam, cada qual em uma bateria. Se não houver alterações em relação a outros shows dessa turnê, a banda tem também, na formação, Spike Edney (guitarra e teclados) e Neil Fairclough (baixo).

Antes do Rock In Rio, Queen + Adam Lambert tocam em São Paulo, na quarta, dia 16, no Ginásio do Ibirapuera, com todos os ingressos esgotados. Depois, é a vez de Porto Alegre, no show do dia 21, no Gigantinho, ainda com entradas disponíveis. A turnê segue ainda por Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile.

No Rock In Rio, diariamente a música “Bohemian Rhapsody”, do Queen, será tocada antes do início dos shows, remixada com o tema oficial do festival, e junto com a tradicional explosão de fogos de artifício.

O Rock In Rio acontece na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro. As atrações principais desse ano no Palco Mundo, o principal, são MetallicaQueen + Adam Lambert, SlipknotSystem Of a Down,Faith No MoreMötley CrüeQueens Of The Stone Age e Mastodon, entre outros.

No Palco Sunset, o secundário, vão tocar, entre outros, KornDeftones e o guitarrista Steve Vai. Todos ingressos estão esgotados. Clique aqui para ver a programação completa.

Fonte: http://www.rockemgeral.com.br/

Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert mostra simpatia e atende fãs na porta de hotel no Rio

O cantor, que está na cidade para se apresentar com o Queen no Rock in Rio, fez muitas selfies. Brian May também atendeu os fãs.

Adam Lambert mostrou toda sua simpatia ao atender vários fãs na porta do hotel Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio, nesta quinta-feira, 10. O cantor, que está na cidade para se apresentar no comando do Queen, na primeira noite de Rock in Rio – na próxima sexta, 18 -, foi falar com um grupo que o aguardava no local, fez muitas selfies e deu muitos autógrafos. Tranquilo, contou apenas com o apoio de um segurança.

Brian May, pianista e veterano da banda, também fez questão de atender os que o aguardavam. Depois do encontro com os fãs, os dois foram almoçar no restaurante do hotel. Adam chamou atenção com as unhas pintadas, uma de suas características mais marcantes desde a época em que participou do “American Idol” e foi vice-campeão.

Queen e Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Queen e Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Brian May (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)
Adam Lambert (Foto: Gabriel Reis / Ag. News)

Fonte: http://ego.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

No Rio, Queen diz que Adam Lambert e Freddie Mercury têm ‘semelhanças’

Cantor, Brian May e Roger Taylor deram entrevista e acenaram para fãs.
‘Os dois têm uma voz espetacular’, comparou guitarrista do grupo inglês.

O cantor Adam Lambert e os integrantes da banda Queen, Brian May (guitarrista) e Roger Taylor (baterista), conversaram com jornalistas para falar do show que farão no primeiro dia do Rock in Rio. Na manhã desta quinta-feira (10), eles afirmaram que a expectativa é muito grande para se apresentar no evento 30 anos depois do show histórico em 1985.

Ao ser questionado sobre uma possível comparação entre o vocalista da banda, Freddie Mercury, e Lambert, May afirmou que Adam está desempenhando o papel no vocal muito bem. Segundo ele, Mercury e Lambert são diferentes mas “possuem algumas semelhanças”.”Adam tem um novo espírito, uma nova energia isso é bom. Os dois têm uma conexão com o público muito boa, têm uma voz espetacular, eles são diferentes e ambos são muito bons”, disse May. “Adam não quer substituir Freddie, cada um tem sua característica”, completou Taylor.

O cantor disse que ao subir no palco sente a presença do ex-vocalista do Queen. “Eu acho importante ter o Freddie presente, ele está comigo em toda música em cima do palco. Estar ao lado deles também é muito importante, são originais. É muito animador estar lá no palco e nós vamos arrebentar”, disse Lambert.

Adam Lambert disse que está entusiasmado com sua primeira visita ao Brasil. De acordo com o vocalista, ele pretende sair no Rio. “Eu vou sair na cidade com certeza. Ainda não sei o que vou fazer, mas irei deixar a melhor festa para o palco. Estou animado de estar aqui na cidade. É a primeira vez que venho para o Rio”, contou.

Em entrevista ao G1, Lambert disse que às vezes há fãs do Queen que “enchem o saco dele” durante os shows. “Algumas vezes, tipo duas ou três pessoas tentam tumultuar. Mas lá pela quarta música, eles estão dançando. Tem sido um desafio”, comentou.

Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do Queen, e o cantor Adam Lambert (centro), que substitui Freddie Mercury como vocalista, posam para fotos no Copacabana Palace, no Rio. O grupo será a atração principal do Rock in Rio no dia 18 (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
Brian May e Roger Taylor, integrantes originais do Queen, e o cantor Adam Lambert (centro), que substitui Freddie Mercury como vocalista, posam para fotos no Copacabana Palace, no Rio. O grupo será a atração principal do Rock in Rio no dia 18 (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
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Adam Lambert e o Queen posam no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Adam Lambert e o Queen posam no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Fãs do Queen gritam para a banda em hotel no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
Fãs do Queen gritam para a banda em hotel no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Fonte: http://g1.globo.com/

Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert e Queen chegam ao Brasil para série de shows

Grupo desembarcou no Rio de Janeiro na quarta-feira, 9, e se apresentará no Rock in Rio no dia 18 de setembro.

Adam Lambert e o grupo Queen desembarcaram no Rio de Janeiro na quarta-feira, 9, para dar início a uma série de shows no Brasil. No dia 18 de setembro, eles encerram o primeiro dia do Rock in Rio. Eles estão hospedados no hotel Copacabana Palace e foram bastante simpáticos na chegada ao local.

O músico Brian May chegou a posar com fãs antes de se dirigir ao hotel. O grupo já participou do festival em 1985, quando o então vocalista Freddie Mercury fez apresentação históricacolocando as cerca de 250 mil pessoas presentes para cantar seus vários clássicos, como “Love of my life” e “We are the champions”.

Agora, quem assume os vocais da banda é Lambert, que iniciou sua carreira no programa de calouros “American Idol”.

No dia 16 de setembro, eles se apresentam em São Paulo. Dia 18 o grupo abre o Rock in Rio e no dia 21 cantam em Porto Alegre.

Adam Lambert e Brian May  (Foto: AgNews)
Adam Lambert (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May (Foto: AgNews)
 Adam Lambert e Brian May  (Foto: AgNews)
Adam Lambert  (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May conversa com fãs (Foto: AgNews)
 Brian May  (Foto: AgNews)
Brian May na chegada ao hotel (Foto: AgNews)
Dica: Roberto Mercury

Adam Lambert diz que alguns fãs do Queen ‘enchem saco’ dele nos shows

Querem tumultuar, mas depois de quatro músicas conquisto eles, diz ao G1.
Queen no Rock in Rio terá vocalista ‘intenso, louco, engraçado e agressivo’.

Adam Lambert canta com o Queen (Foto: Reprodução/Site oficial)

Adam Lambert (Foto: Reprodução/Site oficial)

Adam Lambert sabia que seria uma missão difícil assumir o microfone que já foi de Freddie Mercury (1946-1991). Mesmo bem recebido pela maioria dos fãs do Queen, atração do primeiro dia do Rock in Rio, o cantor de 33 anos conta que às vezes costuma passar maus bocados.

Acompanhar o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor no projeto Queen + Adam Lambert pode também ser uma dureza. “Algumas vezes, tipo duas ou três pessoas tentam tumultuar”, conta Adam ao G1, em papo por telefone. “Elas querem me encher o saco durante os shows. Mas lá pela quarta música, eles estão dançando. Tem sido um desafio”.

“Eu estou animado, nunca fui para a América do Sul. O Rio é uma cidade animada. A única certeza que tenho é que todos vão cantar”, diz Adam, soltando uma risada contida no fim. “O Queen me permite ser maior do que a vida. No palco com eles, sou intenso, louco, engraçado e agressivo.”

Começo no ‘American Idol’
Adam Mitchel Lambert ficou famoso ao terminar com o segundo lugar no “American Idol”, em 2009. O Queen sempre esteve em seu repertório, voltado para músicas com pegada teatral.

“O programa me botou no mapa, me mostrou ao mundo. Eu sou grato eternamente. Sabia que meu futuro iria ser diferente. Eu não importava em ser primeiro ou segundo. Tinha mais a ver com oportunidade do que com ganhar.”

E existe alguma chance de ele, Brian e Roger gravarem um disco? “Eu não sei. Minha parceria com eles é uma experiência mais ao vivo”, responde. “Com este projeto, eu me tornei uma pessoa mais confiante, estou mais potente”.

Mas o microfone não é de Adam o tempo todo.Um dos momentos mais marcantes dos 30 anos de Rock in Rio, a balada “Love of my life” é cantada por Brian May. “Ele canta muito bem. É um momento lindo”, elogia.

Adam Lambert canta com o Queen (Foto: AP/CTK/Michal Kamaryt)

Adam tinha 10 anos quando ouviu o som “teatral” (palavra usada por ele) do Queen pela primeira vez. Em 2011, cantou com os remanescentes do grupo pela primeira vez durante o MTV Europe Awards, no que seria apenas uma colaboração.

A parceria deu muito certo, após turnê do Queen com outro cantor, o britânico Paul Rodgers, entre 2004 e 2009. Em 2012, fizeram os primeiros shows e depois uma turnê mundial. Agora passam pelo Rock in Rio, na sexta-feira (17); em São Paulo, na quinta (16), com ingressos esgotados; e Porto Alegre, no dia 21.

Carreira solo
Além do Queen, Adam mantém sua carreira solo e lançou recentemente o disco “The Original High”. Mas ele não reclama do excesso de trabalho. “O que posso te dizer é que não é algo chato ter duas carreiras ao mesmo tempo. Sou sortudo por isso”, garante. “Minha carreira solo é bem diferente do Queen, fico mais sensível e emotivo”, compara.

Adam diz que quando está criando canções como “Whataya Want from Me”, “Ghost Town” e “For Your Entertainment” tem como um dos principais objetivos fazer com que elas grudem na cabeça dos ouvintes. “Quero que se lembrem das minhas músicas”, resume.

Adam Lambert canta com o Queen no Rock in Rio (Foto: Divulgação/Site oficial)
Fonte: http://g1.globo.com/
Dica: Roberto Mercury

Canal TCM exibirá o show de 1982 “Queen on Fire – Live at the Bowl” e o canal Multishow  “Queen Live in Rio 1985”. Confira abaixo datas e horários.

Queen on Fire – Live at the Bowl

Canal: TCM
Dia: 07/09/2015 (Somente 1 dia)
Horários:  03:35  e  19:05
Sinopse fornecida pelo canal: É 1982. É o histórico show Queen: live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem com musicas: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We will rock you e muitos mais sucessos.


Queen Live in Rock in Rio

Canal: Multishow
Dias e Horários:
09/09/2015  –  18:00
12/09/2015  –  04:00  e  16:00
14/09/2015  –  06:30  e  14:00
16/09/2015  –  09:00           
Sinopse fornecida pelo canal: Histórico show do Queen realizado em 11 de janeiro de 1985 durante a 1º edição do Rock in Rio. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon desfilaram sucessos e empolgaram uma multidão de 300 mil pessoas.

 

Fonte: www.sky.com.br