Há exatos 69 anos nascia a lenda Freddie Mercury.
Parabéns Freddie!!


PES 2016 é o novo game de futebol da Konami, que volta com gráficos melhorados, elencos atualizados e jogabilidade caprichada. Mas as novidades não param por aí, a trilha sonora do game acaba de ser confirmada com canções de vários gêneros. Isso inclui, é claro, o retorno de “We Will Rock You’, do Queen, uma das músicas mais icônicas de todos os tempos.

Agendado para o dia 15 de setembro, com versões para Xbox One, PS4, Xbox 360, PlayStation 3 e PC, o game teve as faixas confirmadas pela própria desenvolvedora. O total é de 13 músicas de artistas e bandas de diferentes estilos.
De todas as canções, o destaque fica para o retorno de “We Will Rock You”. A obra marcou época e se tornou uma espécie de hino em estádios de todo o mundo, graças ao refrão grudento e a voz poderosa de Freddie Mercury. A música já foi trilha oficial do game no passado e deverá trazer boas lembranças aos fãs.
Confira a lista completa das músicas:
| Queen – “We Will Rock You” |
| Joywave – “Somebody New” |
| Broken Bells – “After the Disco” |
| Passion Pit – “Lifted Up (1985)” |
| Asgeir – “In Harmony” |
| St. Lucia – “Elevate” |
| Royal Blood – “Figure It Out” |
| Saint Motel – “My Type (Radio Edit)” |
| Dillon Francis and Sultan and Ned Shepard – “When We Were Young (featuring The Chain Gang of 1974)” |
| Clean Bandit – “Rather Be” |
| Madeon – “You’re On (featuring Kyan)” |
| Vinyl Theatre – “Shine On” |
| CTS – “Love the Past, Play the Future” |
Fonte: www.techtudo.com.br
A PEPSI é patrocinadora oficial do Rock in Rio 2015 e quer levar vocês, fãs de carteirinhas e seus amigos, para ver o ídolo cara a cara

Convide a galera do seu fã-clube a soltar a criatividade no Twitter respondendo a pergunta:
“O QUE PODE SER ÉPICO NO ROCK IN RIO?”.
As melhores respostas irão faturar 4 ingressos.
IMPORTANTE: As respostas devem ser acompanhadas da hashtag #PodeSerÉpico. O fã-clube que tiver mais participantes cadastrados ganhará um par de ingressos.
É simples: os participantes receberão um link para validar sua participação, marcar os amigos e indicar que participa do seu fã-clube. Como eles irão fazer isso? Usando esse código aqui: GMWELIQKTL
Criamos também um vídeo como homenagem a todos que levam a relação de ídolo e fã muito a sério. Podem compartilhar a vontade:
Vídeo com a participação super especial de Roberto Mercury
E o link para o site da promoção, no qual vocês encontram o regulamento, é esse aqui: http://bit.ly/1PHwxms
Então, vamos nessa? Quem sabe você não vai curtir esse Rock In Rio épico com a gente?
Boa sorte!
Agradecimentos a: Carol Guimarães

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À época da gravação de Hot Space, 10º álbum de estúdio do Queen, a banda não estava bem em termos de relacionamento e decisões criativas (embora este ainda não tenha sido o momento mais trágico desse relacionamento). As brigas haviam começado, por questões ainda não reveladas, no final das turnês de Jazz e já em The Game tomava mais tempo da banda do que era necessário. Em 1980, houve o lançamento de The Game (junho) e Flash Gordon (dezembro), sendo este último o verdadeiro encontro do quarteto com os sintetizadores, utilizados em grande quantidade e estilo, algo que não aconteceria no disco seguinte.
Apesar das turnês na América Latina, Estados Unidos e Japão, o clima geral entre os amigos era de “precisamos dar um tempo“. E 1981, Roger Taylor lançou o seu primeiro álbum solo, Fun in Space, o que aumentou alguns murmúrios na imprensa sobre a crise do Queen. Em entrevistas, os músicos nunca negaram as divergências (até o caso de que John Deacon abandonou uma das sessões de gravação de Hot Space sem nem discutir e deixou um bilhete escrito “fui para Bali por 10 dias” veio à tona) e jamais confirmaram a separação, nem aqui e nem na época de The Works, quando a situação alcançaria o seu ponto mais delicado, até voltar a se normalizar em A Kind of Magic, tendo daí para frente o velho clima de camaradagem entre o quarteto, todos unidos na luta de Mercury contra a AIDS (algo que, até então, só a banda sabia).
Mas apesar de divergirem no campo profissional e rumos dos álbuns, eles continuavam companheiros e aceitavam colocar os egos de lado para continuarem juntos. Então surgiu Hot Space, o álbum que, diz a história, influenciou Michael Jackson a conceber Thriller (1982).
Staying Power Ao Vivo (1982)
O ano de 1981 não teve lançamento de nenhum álbum do Queen, que passou parte do ano em turnê e em duas sessões de gravação de Hot Space. A primeira entre junho e julho e a outra em dezembro. O álbum, no entanto, só ficaria pronto após uma terceira sessão, em março de 1982, dois meses antes do lançamento oficial, que quebrava a linha de rock do Queen e adentrava ao cenário de diversos gêneros populares da época, como dance, funk, disco e new wave. A rigor, Hot Space é um álbum experimental, porque é justamente isso que a banda está fazendo nele. Experimentando. Com letras fortemente sexualizadas, uso de instrumentos de sopro, sintetizadores, bateria eletrônica e peso mínimo de guitarra, o disco acabou sendo o mais odiado, desprezado e esquecido da discografia do Queen. Particularmente, já odiei muito Hot Space e cheguei a avaliá-lo com zero estrela há alguns anos. Hoje, após me livrar de preconceitos, ouvi e reouvi o disco e cheguei à conclusão de que ele não é ruim. É um disco diferente. Regular. Com apenas uma canção brilhante. Mas não ruim.
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Começamos aqui com Staying Power, que dá o tom geral do álbum: menos harmonias, mais sintetizadores, mais batidas repetitivas, mais formatos sonoros repetitivos. Os ciclos dessa faixa são longos e dançantes, talvez até mais dançantes que Dancer, a música seguinte, que nem uns sopros de brincadeira possui, para alegrar um pouco os ouvidos… (percebeu alguma coisa no tom dessa frase?). Mas falando sério: tanto Staying Power quanto Dancer são boas canções. A primeira se afasta bastante de tudo o que o Queen já havia produzido, mas Dancer não é tão diferente assim, nem para o Queen nem para o rock mais ousado da época, que misturava batidas em ritmos dançantes a riffs criativos e uma letra despreocupada. Para um ouvinte qualquer que conhecesse apenas essas duas faixas e não o restante do álbum, talvez fosse insanidade a recepção de Hot Space por parte dos fãs. Mas aí esse mesmo ouvinte qualquer vai para a faixa três. E começa a entender o ódio.
Back Chat é uma estranha composição de John Deacon dentro da mistura entre soul, funk, rock e disco. E é uma composição estranha porque em termos de estrutura é bem difícil de se analisar. Além dos ciclos (com a repetição do título), temos pedrões instrumentais e vocais em andamentos sensivelmente diferentes, o que em alguns momentos nos chama a atenção positivamente mas depois enjoa. A bateria eletrônica aqui é um incômodo que poderia ter sido evitado (imagino a raiva de Roger Taylor ao ter que gravar uma coisa dessas) e o uso de sintetizador piora as coisas. Mas, como diz o ditado, se está ruim, pode piorar. E nesse caso, ela piora em níveis inimagináveis com a canção seguinte, a infame…
…Body Language. Que atrocidade! Sem guitarra, com três dezenas de repetição da mesma palavra (na forma lírica a faixa até tem semelhanças com outra canção de Mercury,
Get Down, Make Love) e com modulações bem gratuitas entre versos e estrofes, a faixa é, na minha opinião, a pior coisa já gravada pelo Queen e a pior composta por Mercury. E olha que tem uma ou outra música da banda que eu não gosto (são bem poucas) mas nada como essa aqui. E o mais engraçado é que ela alcançou 1º lugar nas paradas canadenses; 11º nos EUA e 25º no Reino Unido! As pessoas realmente gostaram dessa blasfêmia!
E se você achava que só a música era ruim, veja o clipe…
Este lado do disco termina com uma música de Roger Taylor, Action This Day, que tem um terrível saxofone no sinterizador e bateria eletrônica (de novo!), além de pretensiosos blocos tonais cuja intenção era dar maior riqueza às passagens entre as estrofes ou repetições, uma estratégia que funciona até certo ponto, mas o já (mal)dito sax sintético e a estranhíssima produção da faixa não nos deixam curti-la por inteiro sem encontrar algum defeito.
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Para mim, o lado B é o que faz o disco ser apenas regular e não ruim (isso, em avaliação recente). Para começar, temos a excelente Put Out the Fire, a faixa antibelicista de Brian May que nos lembra muito algumas obras do Queen em discos como Sheer Heart Attack ou News of the World. Ao lado de Under Pressure, essa é uma das faixas que eu não mudaria se pudesse mexer na produção de Hot Space.
O assassinato de John Lennon, em dezembro de 1980, mobilizou um grande número de colegas de profissão a lhe fazerem homenagens. O Queen também não ficou de fora e foi Mercury quem compôs a faixa Life Is Real (Song for Lennon), uma balada-tributo de forma bastante simples, arranjo simples (até o sintetizador é bem utilizado aqui), com piano, baixo e guitarra em pequenas e boas participações. As linhas harmônicas são fortes e a única coisa que talvez incomode um pouco é a repetição do verso life is real, mas isso faz parte da homenagem porque traz o formato mais comum de composição de Lennon.
Na sequência temos a pouco inspirada Calling All Girls, que tem raízes no filme THX 1138, de George Lucas, e mostra mais uma vez a paixão de Roger Taylor por ficção científica. A letra é inteiramente situada nesse gênero e a “mensagem de amor” é bem colocada nos versos, assim como a criação de um futuro distópico. Porém, comparada à balda de amor que temos logo na sequência, Las Palabras de Amor (The Words of Love), Calling All Girls perde força. Composição de Brian May, Las Palabras de Amor sempre me pareceu estranha por conta de seus versos em espanhol. E não digo que isso atrapalha a minha apreciação da música, que acho muito boa (afinal, é uma balada ao velho estilo Queen que bem conhecemos!), mas os versos em espanhol não me soam bem. E é legal vermos a preocupação da banda em mais uma vez homenagear seus fãs, aqui, os latino-americanos. Eles tinham passado bons (e maus) bocados na turnê pela América Latina, mas a lembrança das partes boas é que ficou e o resultado pode-se de ouvir aqui.
Agora… um momento de revelação. Digam o que disserem. Mandem me queimar nas fogueiras do funk, mas eu simplesmente amo Cool Cat. Juntamente com Under Pressure é a minha favorita do álbum. Acho-a sexy, maravilhosa de se ouvir; gosto muito da execução de John Deacon ao baixo (com um slap — a lateral do polegar batendo nas cordas a fim de gerar sons de percussão — que caiu bem à proposta da faixa) e falsettos elogiáveis de Mercury. Para mim, a canção mais sexy do Queen, na linha do dance e funk mais libidinoso que se multiplicaram ao final dos anos 1970.
E por fim, a gloriosa Under Pressure, em parceria com David Bowie (que também estava em Cool Cat, mas não gostou do resultado e pediu para tirar os seus poucos vocais de fundo da faixa). Só o encontro entre esses gigantes valeria a menção da música como uma das mais icônicas do Queen, com um gancho de baixo viciante e, mais uma vez, o retorno da banda ao seu território dos anos anteriores, com belas harmonias de guitarra e vocais.
Percebam que o lado B tem mais guitarra que o A e é mais parecido com algo típico da banda. O meu maior lamento em termos de faixas produzidas durante esse álbum e que não entraram na versão oficial (apenas como lado B do sigle Under Pressure) é a fenomenal Soul Brother, declaração de amor, amizade e irmandade de Mercury para Brian May. Em 2011, ela foi lançada remasterizada em um EP com outras 4 faixas de Hot Space, mas nunca recebeu lançamento oficial. Infelizmente. Ouçam só essa maravilha.
E aqui ficamos. Eu achei que seria muito penoso escrever sobre esse álbum que eu tanto odiei por muito tempo, mas não foi nada disso. Acho que eu precisava de alguns anos e audições sem preconceito para aceitar a obra. Ainda considero o pior do Queen, mas não é um disco ruim. E encerro aqui. Agora é a vez de vocês.
Aumenta!: Under Pressure
Diminui!: Body Language
Minhas canções favoritas do álbum: Under Pressure e Cool Cat
Hot Space
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 24 de maio de 1982
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Funk Rock, Rock, R&B, Dance, Pop Rock, Disco, New wave
Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

Campanha do Itaú para o Rock in Rio: um caixa eletrônico na areia se tornou uma espécie de karaokê no Rio de Janeiro
Diante de uma situação como essa, a curiosidade fica inevitavelmente aguçada. E quem teve a ideia de conferir do que se tratava foi convidado a cantar um clássico do rock, a música “Love of My Life”, da banda britânica Queen.
Quem topou o desafio e soltou a voz ao som desse símbolo do Rock in Rio de 1985 teve mais uma surpresa: o banco presenteou os participantes com ingressos para a próxima edição do festival, que este ano comemora 30 anos.
“A intenção do banco com essa linda ação é promover a cultura de viver a música e reconhecer quem o faz. Mais uma vez, investimos na trilha Love of My Life para dar o protagonismo às pessoas. Acreditamos que a cultura muda o mundo das pessoas, por isso apoiamos o Rock in Rio”, conta Andréa Pinotti, diretora de marketing do Itaú.
A campanha é assinada pela África.
Fonte: http://exame.abril.com.br/
Dica: Roberto Mercury
Setembro e outubro será quente para grandes shows! O Brasil receberá os maiores nomes da música mundial, entre eles Queen + Adam Lambert, A-ha, Rod Stewart, Katy Perry, Slipknot, System of a Down, One Republic, Magic!, Faith no More, Empire of The Sun, e mais. Todas essas mega apresentações fazem parte da Your Tour, A Turnê da Sua Vida, promoção incrível daBudweiser que rolou e levará os fãs vencedores aos shows escolhidos.
Desses astros, um dos mais esperados é sem dúvida o Queen + Adam Lambert, que vem ao país com a turnê Don’t Stop Them Now para tocar aqueles hits que tanto amamos e sabemos cantar de boca cheia: Bohemian Rhapsody, We Will Rock You, I Want To Break Free e tantos outros. Vai ser aquela comoção e lágrimas vão cair, certeza.
Quem é do classic rock, sabe que, antes de Adam Lambert entrar para o grupo, a banda inglesa teve uma história de peso no rock, na música e no comportamento das décadas de 70 e 80, com o inigualável Freddie Mercury e Paul Rodgers. Então, entre no túnel do tempo e relembre em gifs animados a saga de uma das mais importantes bandas da história. É um bom aperitivo para o show:
1. Lá em 1970, Roger Taylor e Brian May formaram a banda Smile, numa época pré-Queen. Foi onde tudo começou!


2. Com o fim do Smile, veio um cara chamado Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, e se juntou a eles. Nascia o Queen.=)

3. Rapidamente eles conquistaram as paradas mundiais com os singles Bohemian Rhapsody, We Will Rock You e We Are The Champions.
Vai dizer que nunca ouviu umas dessas?


4. Em 1985 aconteceu o milagre tão esperado: o Queen veio ao Brasil para tocar no Rock In Rio, o primeiro grande festival do país. Foi muita emoção!
Inesquecível é pouco!

5. No dia 13 de julho do mesmo ano, eles fizeram um de seus maiores shows no Live Aid, na Inglaterra. O festival arrecadou fundos em prol das famílias famintas da Etiópia.

Naquele momento o mundo estava aos pés do Queen, e seu vocalista era o Rei.

6. Então veio o boato que chocou a todos: Freddie tinha contraído o vírus da AIDS. Ele nunca admitiu publicamente ter a doença. Porém, sua condição física foi piorando e ele deixou o nosso plano terrestre em 1991. Um das maiores perdas da música.
Triste =/

7. Com o grupo sem vocalista, o Queen entrou em um hiato indefinido. Em 1992, o filme Wayne’s World (Quanto Mais Idiota, Melhor) homenageou a banda em uma das cenas mais marcantes da década.
Quem lembra?

8. Então, a luz no fim do túnel brilhou! Em 2004, Brian e Roger decidiram que o que é bom não podia ser esquecido e chamaram Paul Rodgers para os vocais, formando o Queen + Paul Rodgers. Eles até vieram ao Brasil em 2008.

9. Em 2010, o jovem Adam Lambert participou do reality American Idol. Na audição ele APAVOROU ao cantar Bohemian Rhapsody à capela e conquistou geral. Ali nascia um astro!

O cara tem ou não tem pinta de rockstar?

10. Brian e Roger não se aguentara e logo chamaram Adam para formar o Queen + Adam Lambert. Juntos se apresentaram ano passado no programa X-Factor para homenagear Freddie Mercury, e agora trazem esse show fantástico ao Brasil.
E você, está preparado para viver essa emoção?

SERVIÇOS:
Show: Queen + Adam Lambert
Cidade: São Paulo
Data: 16 de setembro, quarta-feira
Local: Ginásio do Ibirapuera (Rua Manuel da Nóbrega, 1361 – Ibirapuera, São Paulo)
Classificação etária 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal)
Ingressos: ESGOTADOS
Show: Queen + Adam Lambert
Cidade: Porto Alegre
Data 21 de setembro, segunda-feira
Local: Gigantinho (Avenida Padre Cacique, 891 – Praia de Belas, Porto Alegre)
Classificação estária: 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal)
Ingressos: Livepass
Fonte: http://virgula.uol.com.br/
Dica: Roberto Mercury

Lenine apresenta guitarras que serão leiloadas pelo Rock in Rio (Foto: Marcelo Elizardo/G1)
O Rock in Rio abre, a partir de quinta-feira (3), um leilão de guitarras autografadas para reflorestar a bacia do Rio Guandu, que abastece de água a Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. A meta é plantar 9 milhões de árvores na região para amenizar a crise hídrica. Artistas como Linkin Park, Maroon 5, Motorhead, Lenine e Paralamas do Sucesso vão participar do projeto.
O leilão será feito pelo site www.esolidar.com/rockinrio. Entre as atrações desta edição do Rock in Rio, algumas vão autografar a guitarra na frente do fã que arrematá-la em leilão. Os lances inciais variam entre R$ 500 e R$ 1500.
System of Down, Lenine, A-ha, One Republic, De La Tierra, Paralamas do Sucesso e CPM 22 vão fazer isso. A assinatura será feita no dia do show de cada artista.
Outras bandas já autografaram suas guitarras, que serão entregues pela produção do Rock in Rio a quem der o maior lance: Queen e Adam Lambert, Linkin Park, The Offspring, Limp Bizkit, Maroon 5, Motorhead, David Guetta e Arcade Fire.
“Um festival deste porte, desta dimensão e com essa marca pode entrar dentro de um processo de conscientização para uma visão mais abrangente, mais planetária da vida aqui e agora”, disse Lenine, um dos incentivadores da iniciativa.
A iniciativa tem parceria com a Conservação Internacional e Instituto E. Eles vão divulgar a causa ao público na Cidade do Rock. Produtores das instituições vão fazer um jogo com a plateia em um tablet. A pessoa vai ouvir um trecho de uma música e tentará adivinhar o nome da canção. Se acertar, vai marcar no mapa do Rio Guandu onde uma árvore será plantada com os recursos do leilão de guitarras.


Embora o conceito de “álbum” esteja defasado nos dias de hoje, em tempos nem tão distantes assim, os músicos conseguiam rentabilizar os seus recursos apenas com a vendagem de seus respectivos álbuns.
Quando se fala em vendagens de discos, sempre são encontradas algumas discrepâncias ou divergências de informações, geralmente, baseadas em dois métodos distintos. O primeiro leva em consideração os números estimados de vendas, porém sem comprovação dos órgãos responsáveis por medir estes dados. Em contrapartida, o segundo método é baseado apenas em números certificados e comprovados pelos órgãos responsáveis por realizar estas averiguações.
Após coletar informações disponibilizadas e divulgadas pelos mais variados órgãos de pesquisa do mundo, chegamos a um consenso quanto às vendagens oficiais dos artistas que representam o gênero e os subgêneros do rock, e o resultado pode ser conferido abaixo:
01 – THE BEATLES (600 milhões de cópias vendidas)
02 – ELVIS PRESLEY (550 milhões de cópias vendidas)
03 – LED ZEPPELIN (350 milhões de cópias vendidas)
04 – QUEEN (300 milhões de cópias vendidas)
05 – ELTON JOHN (250 milhões de cópias vendidas)
06 – PINK FLOYD (250 milhões de cópias vendidas)
07 – AC/DC (200 milhões de cópias vendidas)
08 – ROLLING STONES (200 milhões de cópias vendidas)
09 – AEROSMITH (150 milhões de cópias vendidas)
10 – U2 (150 milhões de cópias vendidas
11 – GENESIS (150 milhões de cópias vendidas)
12 – DAVID BOWIE (140 milhões de cópias vendidas)
13 – BON JOVI (130 milhões de cópias vendidas)
14 – EAGLES (120 milhões de cópias vendidas)
15 – BRUCE SPRINGSTEEN (120 milhões de cópias vendidas)
16 – DIRE STRAITS (120 milhões de cópias vendidas)
17 – RED HOT CHILI PEPPERS (120 milhões de cópias vendidas)
18 – METALLICA (110 milhões de cópias vendidas)
19 – GUNS N’ ROSES (100 milhões de cópias vendidas)
20 – KISS (100 milhões de cópias vendidas)
21 – PAUL MCCARTNEY (100 milhões de cópias vendidas)
22 – THE WHO (100 milhões de cópias vendidas)
23 – SCORPIONS (100 milhões de cópias vendidas)
24 – DEEP PURPLE (100 milhões de cópias vendidas)
25 – STATUS QUO (100 milhões de cópias vendidas)
26 – SANTANA (90 milhões de cópias vendidas)
27 – OZZY OSBOURNE (90 milhões de cópias vendidas)
28 – VAN HALEN (90 milhões de cópias vendidas)
29 – IRON MAIDEN (85 milhões de cópias vendidas)
30 – THE DOORS (80 milhões de cópias vendidas)
31 – R.E.M. (80 milhões de cópias vendidas)
32 – JOURNEY (75 milhões de cópias vendidas)
33 – GREEN DAY (75 milhões de cópias vendidas)
35 – NIRVANA (75 milhões de cópias vendidas)
36 – BOB DYLAN (70 milhões de cópias vendidas)
37 – BLACK SABBATH (70 milhões de cópias vendidas)
38 – FOREIGNER (70 milhões de cópias vendidas)
39 – MEAT LOAF (70 milhões de cópias vendidas)
40 – ROXETTE (70 milhões de cópias vendidas)
41 – BRYAN ADAMS (65 milhões de cópias vendidas)
42 – DEF LEPPARD (65 milhões de cópias vendidas)
43 – THE BEACH BOYS (65 milhões de cópias vendidas)
44 – PEARL JAM (60 milhões de cópias vendidas)
45 – JETHRO TULL (60 milhões de cópias vendidas)
46 – TOM PETTY (60 milhões de cópias vendidas)
47 – RITA LEE (55 milhões de cópias vendidas)
48 – MICHAEL BOLTON (53 milhões de cópias vendidas)
49 – BOB SEGER (51 milhões de cópias vendidas)
50 – LINKIN PARK (50 milhões de cópias vendidas)
51 – COLDPLAY (50 milhões de cópias vendidas)
52 – THE POLICE (50 milhões de cópias vendidas)
53 – OASIS (50 milhões de cópias vendidas)
54 – MOTLEY CRUE (50 milhões de cópias vendidas)
55 – THE MONKEES (50 milhões de cópias vendidas)
56 – JOHNNY CASH (50 milhões de cópias vendidas)
57 – ELECTRIC LIGHT ORCHESTRA (50 milhões de cópias vendidas)
58 – ALICE COOPER (50 milhões de cópias vendidas)
59 – NICKELBACK (50 milhões de cópias vendidas)
60 – INXS (50 milhões de cópias vendidas)
61 – STING (45 milhões de cópias vendidas)
62 – LENNY KRAVITZ (40 milhões de cópias vendidas)
63 – B.B. KING (40 milhões de cópias vendidas)
64 – RUSH (40 milhões de cópias vendidas)
65 – ALANIS MORISSETTE (40 milhões de cópias vendidas)
66 – THE CRANBERRIES (40 milhões de cópias vendidas)
67 – SIMPLE MINDS (35 milhões de cópias vendidas)
68 – THE OFFSPRING (34 milhões de cópias vendidas)
69 – THE CURE (30 milhões de cópias vendidas)
70 – AVRIL LAVIGNE (30 milhões de cópias vendidas)

Fonte:http://whiplash.net/
Dica:Roberto Mercury
Tumblr reúne ícones da música transformados em emojis

Se você conversa com alguém pela internet, seja pelo computador, pelo tablet ou pelo smartphone, é bem provável que use e abuse dos emojis. A palavra, de origem japonesa, pode ser traduzida como pictograma e define de forma bem precisa estes pequenos ícones que nós usamos para expressar melhor opiniões e sentimentos em um bate-papo.
Recentemente, inúmeras notícias vêm dando conta das atualizações dos principais pacotes de emojis do mundo. Isso acontece de forma relativamente constante, com novidades sendo adicionadas a fim de tornar suas conversas mais interessantes. Mas, apesar das atualizações, sempre fica a sensação de que falta algo.
Pensando nisso, o diretor de arte brasileiro Bruno Leo Ribeiro resolveu transformar alguns dos principais ícones da música mundial em emojis. Ele vem reunindo as suas criações no tumblr Music Emojis, que já conta com algumas imagens com bandas e artistas consagrados.
Confira agora algumas das principais publicações de Ribeiro:

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)

(Foto: Reprodução/musicemojis.tumblr.com)
Para ver o projeto completo, acesse musicemojis.tumblr.com.
Fonte: http://canaltech.com.br/
Dica: Roberto Mercury
Fundador do SEPULTURA, SOULFLY e CAVALERA CONSPIRACY, MAX CAVALERA revela para a revista Metal Hammer como um show do Queen em 1981 mudou sua vida e como três fãs do Motörhead foram os primeiros a simpatizar com o Sepultura.
Qual foi o primeiro disco que você comprou?
“Foi o ‘Live Killers’ do Queen. Eu acho que tinha uns 11 anos de idade na época. Era 1981 e o Queen veio ao Brasil para tocar em São Paulo. Um primo nosso levou a mim e a Igor para o show, e nós adoramos – ficamos pirados! No dia seguinte, eu fui até uma loja para achar qualquer coisa do Queen, e encontrei uma fita cassete de ‘Live Killers’. Igor comprou ‘Alive’, do Kiss também. Essas foram as duas fitas cassete que tínhamos no começo, e nós as ouvíamos sem parar. Alguns anos depois, esse mesmo primo nos apresentou aos Ramones, Ozzy Osbourne e Accept também. Na verdade, teve uma vez que ele estava tentando fazer com que eu me endireitasse e fosse um bom garoto, então ele me chantageou e disse que se eu cortasse meu cabelo, ele me daria o disco que eu quisesse. Eu queria ‘Ride The Lightning’, do Metallica, e acabei cortando meu cabelo por uma cópia, mas o cabelo cresceu de volta, e eu fiquei com o LP, então valeu a pena. No Brasil, dizemos que ‘se cabelo fosse importante, não cresceria na bunda! ’ Haha! Mas O Queen foi a primeira banda que eu descobri, eu sempre gostei de Queen. Não havia nada que aquela banda não pudesse fazer – eles faziam de tudo! E vê-los no auge em 1981 foi demais. “
Qual foi o primeiro single que você comprou na vida?
“Isso foi depois, e eu acho que foi ‘Haunting The Chapel’, o EP do Slayer. Você tem que tocar os singles a 45 rpm, certo? Mas nós o tocávamos a 33 e o som ficava lento, tipo Venom! Era incrível! Um amigo nosso levantou a lebre, ‘Eu acho que vocês estão tocando errado essa coisa’ e nós mudamos para 45 rpm e ficou ainda melhor. ‘Chemical Warfare’ ainda é uma de minhas canções favoritas de todos os tempos. “
Qual foi o primeiro show que você foi na vida?
“Foi esse do Queen em São Paulo em 1981. Nós não curtíamos música antes daquilo – éramos mais interessados em futebol. Mas aquele show do Queen mudou tudo porque tinha a energia do futebol, mas com algo a mais, que era o rock. Pra mim aquilo era muito empolgante, e aquele show mudou minha vida. No Brasil, naquela época, só havia um show internacional por ano, e depois que o Queen veio, rolou The Police, Van Halen e Kiss. Eu não vi nenhum desses, mas eu vi ao Queen. Eles foram os pioneiros do rock de arena, e Freddie Mercury era o mestre. Ele simplesmente sabia como controlar o show e fazer com que a plateia dissesse o que ele queria. El tinha carisma, voz, ele tinha tudo, cara; foi uma merda quando ele morreu. Eu sempre respeitei muito ao Queen. “
Qual foi o primeiro show que você tocou na vida?
“Na verdade, achamos algumas fotos do primeiro show do Sepultura dia desses, e nós a usamos para fazer um passe na turnê do Cavalera Conspiracy. Eu e Igor com lápis nos olhos, e Igor está com um capacete do Ozzy na cabeça. É uma foto muito engraçada! O show foi em um bar pequeno em Belo Horizonte e só tinha umas 20 pessoas lá. Das 20, três caras estavam com camisetas do Motörhead e eram os únicos que gostaram do que estávamos fazendo. Era apenas barulho na verdade – o Napalm Death ficaria orgulhoso! A minha guitarra estava totalmente desafinada, e o baixista nem apareceu, então era um power trio – eu na guitarra desafinada, Igor na bateria e Wagner Lamounier, nosso primeiro vocalista, na voz. Mas foi o começo, e nós tínhamos essa sensação no palco que nos dava a gana. Depois daquilo, queríamos mais. “
Como foi a primeira turnê do Sepultura?
“Essa foi com o Sodom, em 1989. Nunca tínhamos saído do Brasil antes, e tínhamos acabado de lançar ‘Beneath The Remains’. As pessoas estavam amando aquele disco, e fomos convidados para abrir para o Sodom na turnê europeia deles daquele ano. Eles estavam promovendo ‘Agent Orange’, que havia vendido muito bem na Europa, e os shows estavam lotados. Nós tocamos em lugares excelentes como o Marquee de Londres e o Gibus Club em Paris, muita gente disse que nós superamos em muito o Sodom, mas eu não sei. Eu gostava do Sodom e achava que eles eram uma banda boa, e todos nos demos muito bem – eles eram legais. Foi uma grande experiência como um todo. O momento mais chocante para mim foi chegar de ônibus em Viena e ver todas as camisetas do Sepultura. Nós não acreditávamos que as pessoas estavam usando nossas camisetas, não estávamos acostumados com aquilo, No Brasil, apenas nossos amigos vestiam nossas camisetas – nós não tínhamos um grupo de seguidores ou nada do tipo. Então aquela foi a primeira vez que nós meio que ficamos chocados, entende? Tipo, ‘Wow, isso está mesmo acontecendo, cara! Estamos entrando pra liga profissional agora! ’ Foi um período muito empolgante. “
Fonte: http://whiplash.net/
Dica: Roberto Mercury
Moldes e adereços criados pelo artista britânico Rob Harries também estão na lista


O grande porco inflável usado por Roger Waters em 1990 no show de The Wall em Berlim foi levado a leilão, assim como peças usadas por Rolling Stones, AC/DC e Queen, segundo informou a BBC. Os itens são do artista britânico Rob Harries, que os desenterrou após mudar o foco da sua obra das figuras infláveis para a argila.
Fonte: http://rollingstone.uol.com.br/
Dica: Roberto Mercury

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Lançado em dezembro de 1980, a aventura de ficção científica Flash Gordon viria, anos depois, a se tornar um dos clássicos cult de space opera. Seu estilo camp e até psicodélico seriam lembrados por anos, e muito desse status também se atribui à música original do Queen, que marcava aqui seu 9º álbum, além da primeira incursão da banda no gênero de trilha sonora cinematográfica.
https://www.youtube.com/watch?v=LfmrHTdXgK4
É importante salientar que, sendo da geração do final dos anos 90, não pude acompanhar o impacto cultural de Flash Gordon em seu lançamento. Porém, ao escutar a trilha sonora é impossível não se sentir dentro daquele contexto, especialmente em um mundo que começava a ser marcado pelos videogames em fliperamas e uma avalanche de sci fi aventuresca. Uma faixa empolgante como Football Fight captura com perfeição esse estilo de videogame dada sua mistura de efeitos eletrônicos (do teclado) com a guitarra de Brian May e o baixo de John Deacon, resultando no tom apropriado de uma cena de ação que definitivamente reforça que este não é um filme para levarmos a sério — afinal, Flash derrota uma tropa armada do Imperador Ming com nada além de uma bola de futebol.
Porém, ainda que o tom pitoresco camp marque boa parte do trabalho do grupo no filme, Love’s Theme revela-se surpreendentemente complexa na quantidade de sentimentos que promove: é ao mesmo tempo melancólica por acompanhar a súbita saída de Flash, sua namorada Dale e o Dr. Zarkov da Terra para a imensidão do espaço, sensível por demonstrar a beleza dos novos cenários e também onírica para capturar a estranheza e a psicodelia do planeta Mongo, construindo muito bem uma atmosfera palpável e que contribui com as imagens igualmente psicodélicas. Da mesma forma, Ming’s Theme é eficiente ao oferecer uma música ameaçadora ao vilão principal da narrativa, predominantemente através de um teclado eletrônico; assim como seu anel hipnotizador, em The Ring.
Mas quando pensamos em Queen e Flash Gordon, imediatamente nos vem à mente a icônica Flash, uma das poucas faixas do álbum que de fato traz o vocal de Freddie Mercury. É uma canção animada e que diverte pelas interjeições quase onomatopéicas de “Flash!“, além da acertadíssima percussão de piano e baixo que estabelece um bem-vindo clima de suspense, mas que logo é preenchido com uma letra que traz divertidas passagens como “Savior of the universe” e “He’s a miracle!“. A outra canção presente no álbum é The Hero, que encerra a trama com empolgação durante os créditos finais.
https://www.youtube.com/watch?v=iVNtNhzDN9k
Em uma época em que a música de space opera vinha se reinventando com valores tradicionais e operáticos com John Williams em Star Wars, o Queen se arrisca para criar uma trilha verdadeiramente original e que destoa de praticamente de todo trabalho do tipo daquela época, servindo também como uma pequena viagem sonora para o turbilhão dos anos 80.
Aumenta!: Flash
Diminui!: Arboria
Minha faixa favorita do álbum: Football Fight
Flash Gordon: Original Soundtrack Music
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 8 de Dezembro de 1980
Gravadora: EMI/Parlophone
Estilo: Trilha Sonora
Fonte: http://www.planocritico.com/
Dica: Roberto Mercury
Orquestra reproduz a música “Bohemian Rhapsody”, do Queen

Não, não é fácil imitar o mestre Freddie Mercury, cantor e fundador da banda de rock Queen. Uma das pessoas que não se deram bem nessa missão foi o rapper e produtor musical Kanye West. O seu cover da música “Bohemian Rhapsody“, no festival Glastonbury, na Inglaterra, não agradou os fãs da banda.
Confira se você gosta da interpretação de Kanye West.
No entanto, a versão reproduzida pela Orquestra da Universidade de Indiana (EUA), ficou demais. O vídeo divulgado pela gravadora Virgin Music mostra os músicos tocando o hit “Bohemian Rhapsody“, que está comemorando 40 anos do hit desde o seu lançamento em 1975. Essa canção é uma das mais conhecidas do grupo e já foi considerada uma das melhores de todos os tempos.
Confira a versão da orquestra.
E se você está com saudade do Queen, não pode perder o primeiro dia, 18 de setembro, do Rock in Rio Brasil 2015. O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, fundadores da banda, estão se apresentando com ator, compositor e cantor Adam Lambert.

Um novo single de Freddie Mercury será lançado em seu aniversário. A renda será toda revertida para sua fundação, que auxilia vários projetos pelo mundo. Little Freddie Goes To School contará com dois registros feitos durante as sessões de Barcelona. A jam “When This Old Tired Boy Wants To Sing” e uma versão a capela para The Golden Boy”. O lançamento acontece 5 de setembro, em Montreux. Dois dias mais tarde, será disponibilizado ao público.
Fonte: http://www.vandohalen.com.br/
Dica: Roberto Mercury

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Hungarian Rhapsody, show do Queen gravado em Budapeste, Hungria, em 27 de julho de 1986, foi uma das últimas apresentações com a formação original da banda. Parte da Magic Tour, que contou com 26 shows na Europa e foi realizada entre 7 de junho e 9 de agosto de 1986 (última turnê da banda com Mercury e Deacon no palco), a apresentação também se tornou notável pelo local onde aconteceu. O Queen foi uma das poucas bandas de rock a se apresentarem atrás da cortina de ferro (a “cortina ideológica” que dividia os países capitalistas dos países socialistas) e por isso mesmo sua estadia no país do “único idioma que o diabo teme” foi marcada por uma ampla divulgação midiática e por um público de 80.000 pessoas no Estádio Puskás Ferenc, em Budapeste.
Filmado com aparato cinematográfico e dirigido pelo cineasta húngaro János Zsombolyai, o show se enquadra dentro daquilo que nós esperamos do Queen: excelentes performances, excelente repertório e, no caso do trabalho em estúdio, seja no disco, seja no filme, excelente produção. Aqui, mesmo com 4 canções sendo encurtadas no DVD (Tie Your Mother Down, Love of My Life, Tutti Frutti e Crazy Little Thing Called Love), não estamos nem de longe no território de Live Killers ou Live Magic. A edição é muitíssimo bem feita e a ponte entre as canções funciona bem, tanto na imagem quanto no som. Eu fui conferir as canções na íntegra em sua versão de CD e pude comprovar que o encurtamento do DVD não prejudicou a apreciação das faixas. O único elemento ruim na diferença entre uma mídia e outra é que o CD tem 4 canções a mais que o DVD (Another One Bites the Dust, Looks Like It’s Gonna Be a Good Night, (You’re So Square) Baby I Don’t Care e Hello Mary Lou), dentre as quais, Another One Bites the Dust é a ausência mais lamentável, porque sua performance nesse show é sensacional. As outras três ausências não são tão importantes assim.
A tríade de início do disco é executada especialmente para colocar todo mundo para dançar. Primeiro vem One Vision, em uma versão já bastante conhecida de quem ouviu os álbuns ao vivo do Queen, o que não tira o brilho da faixa. Na sequência, a matadora Tie Your Mother Down e uma balada de “coro de estádio”, In the Lap of the Gods… Revisited, ao mesmo tempo contemplativa e animadora. A forma como a banda executa a canção ao vivo mostra um fulgor ainda maior do que a versão de estúdio, especialmente por ser acompanhada por centenas e centenas de vozes, assim como Now I’m Here, Love of My Life, Radio Ga Ga, We Will Rock You e We Are the Champions.
Preparado especialmente para o show, Mercury executa, com May ao violão, a tradicional húngara Tavaszi szél vizet áraszt (O Vento da Primavera Agita as Águas). Ele canta a primeira estrofe na íntegra e depois apenas os versos do meio, enquanto o público entoa a canção. Imagine o quão especial deve ter sido para os milhares de húngaros que estavam assistindo ao show. A melhor banda de rock do mundo, em um momento intimista de seu concerto, resolve cantar uma canção tradicional do país, algo equivalente ao nosso Peixe Vivo. A iniciativa é preciosa e mostra a preocupação da banda em dialogar com o público. Eis aí a grande receita e a justificativa para todo o amor que se tem em relação a eles.
Hungarian Rhapsody é um disco sensacional. Além da remasterização feita para o seu lançamento, em 2012, o público tem, mais uma vez, um grande show para ouvir, sem os incômodos problemas de edição ou interferências de estúdio. Mais um disco para se ter na playlist ou na prateleira, dependendo do tipo de ouvinte que você é. A certeza é que, em qualquer um dos casos, você estará ouvindo um álbum verdadeiramente notável.
Aumenta!: Who Wants to Live Forever
Diminui!: –
Minha canção favorita do álbum: Who Wants to Live Forever
Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 20 de setembro de 2012
Gravadora: Island, Hollywood
Estilo: Rock, Hard Rock
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Lançado em setembro de 2014 e tendo produção do trio Justin Shirley-Smith, Josh Macrae e Kris Fredriksson, Live at the Rainbow ’74 é a junção de dois registros de turnê: Queen II (gravado em 31 de março de 74) e Sheer Heart Attack (gravado em 19 e 20 de novembro de 74). As apresentações foram feitas no Teatro Rainbow, em Londres, em momentos diferentes de popularidade do Queen (e sim, estamos falando do mesmo ano!).
Alguns bootlegs existiam desse registro e a banda chegou a lançar alguns vídeos do show de novembro em VHS (o chamado Box of Flix, de 1991), mas toda a apresentação jamais fora lançada como álbum antes de 2014. E os fãs do Queen só podem agradecer por isso. Primeiro, porque um disco com a voz de Freddie Mercury, tanto tempo depois de sua morte, ajuda a matar um pouco a saudade. E depois porque mostra dois integrantes da banda, Brian May e Roger Taylor já maduros e com uma visão bem cuidadosa de como deve ser trabalhado um lançamento desse porte. E isso vemos pela magnanimidade do lançamento da obra, em DVD, SD Blu-Ray (não é em alta resolução), Vinil e CD duplo, com ótima remasterização, canções executadas na íntegra (elemento que faria de Live Magic um grande álbum ao vivo, mas naquela ocasião eles saíram picotando tudo) e mixagem inteligente entre as canções, além da sábia decisão em separar os discos pelos concertos de março e novembro.
O Disco 1, que abre com Procession e é seguido de Father To Son, Ogre Battle e Son And Daughter, mostra um Freddie Mercury ainda reticente no trato com a plateia, mas que fica muito à vontade ao final dessa canção e consegue liderar facilmente o público já após o solo de guitarra de May, a reprise Son And Daughter e a incrível execução de White Queen (As It Began), Great King Rat e The Fairy Feller’s Master-Stroke. É impressionante que canções tremendamente complexas são executadas quase com a mesma riqueza e com o mesmo alto rigor do estúdio (o último trio de canções citadas é um exemplo). Somando isso à voz simplesmente marcante e afinadíssima de Mercury, os excelentes vocais de apoio de May e Taylor (que mostra que tem um excelente e verdadeiro falsete) e a execução instrumental do grupo, temos um álbum para ouvir o tempo inteiro no último volume.
Já o Disco 2 é de uma qualidade e vigor de performance que se torna difícil colocar em palavras. Este é definitivamente o meu favorito ao vivo da banda, e compõe com graça o seu par um pouquinho mais humilde gravado alguns meses antes. Neste show de novembro, a banda já havia lançado Sheer Heart Attack então canções como Flick Of The Wrist, Bring Back That Leroy Brown (instrumental com excelente marcação jazzística) e Stone Cold Crazy fazem parte do repertório e levam o público à loucura. O mesmo padrão de execução rigorosa, como no estúdio, é adotado aqui, mas versões aceleradas de algumas cações, maior peso na guitarra, excelentes solos ou arranjos bastante peculiares coroam o espetáculo de maneira a torná-lo inesquecível.
Nós só temos a agradecer aos produtores e a maturidade de May e Taylor (com a bênção de Deacon) em tratar com o máximo respeito possível este show. E nos deixa esperançosos para que eles ainda nos tragam, com essa mesma linha de produção, outros registros ao vivo da banda que nunca foram mas merecem ser lançados, como Hyde Park ’76; Tóquio’ 75 e 85; Copenhague ’78; Buenos Aires ’81 e Stevenage ’86, além do há muito aguardado disco (ou discos) com canções gravadas pela banda mas nunca lançadas oficialmente. E acreditem, além da qualidade desse material existe ser alta, a quantidade é também muito grande. O Queen ainda tem muito para nos entregar…
Aumenta!: Todo o disco.
Diminui!: –
Minha canção favorita do álbum: White Queen (As It Began), Great King Rat e The Fairy Feller’s Master-Stroke (DICO UM) e Killer Queen, The March Of The Black Queen e Bring Back That Leroy Brown (DISCO DOIS).
Live at the Rainbow ’74
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 8 de setembro de 2014
Gravadora: Virgin EMI, Hollywood
Estilo: Rock, Hard Rock
Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

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Live Killers, o primeiro álbum ao vivo do Queen, foi lançado em 26 de junho de 1979, resultado da longa turnê de Jazz. O disco é uma espécie de memória viva da década de 1970 para a banda, contendo canções icônicas dos álbuns lançados até aquele momento. Gravado entre janeiro e março de 1979, Live Killers foi mixado na Suíça, com produção do próprio quarteto, que no final de tudo, não ficou contente com o resultado. Apesar disso, o disco foi o maior sucesso ao vivo já lançado pelo Queen, e tem a icônica e sempre reprisada versão de Love of My Life, gravada em 2 de fevereiro de 1979 em um show em Frankfurt, com uma multidão regida por Mercury, cantando a plenos pulmões.
Existem muitas críticas em relação a Live Killers, especialmente vindas do próprio Queen, como já dissemos anteriormente. A maior parte desse descontentamento está nas interferências de estúdio feitas na mixagem, o que levou Brian May a fazer piada com o fato, anos depois: “a única coisa ao vivo em Live Killers é o tambor baixo”. Mas a despeito disso, as 21 faixas do álbum não podem jamais ser deixadas de lado. Não é preciso dizer que a produção acaba perdendo pontos pelas intromissões de uma edição exagerada (os músicos parecem ter agido como crianças com um brinquedo novo quando escolheram o material e resolveram editá-lo), mas mesmo assim, ouvi-lo é um verdadeiro prazer.
Abrindo com uma versão rápida de We Will Rock You, passamos para uma tríade de “canções matadoras” da banda, todas com arranjos vocais e instrumentais marcantes para o palco (destaque absoluto para as execuções de Brian May): Let Me Entertain You, Death on Two Legs (Dedicated To…) e Killer Queen. É curioso que para as faixas que, em sua versão de estúdio, havia camadas e camadas de vocais ou complexas sobreposições instrumentais, a banda resolveu o problema com incursão de solos com os instrumentos em força maior ou arranjos para vocais de apoio que dão um tom interessante às canções, como é o caso de Bicycle Race, Keep Yourself Alive e Tie Your Mother Down.
Os maiores destaques dentre as músicas desse álbum vão para Love of My Life e Brighton Rock, a primeira por sua execução lírica e absolutamente contagiante e a segunda pela explosão vocal e instrumental do grupo, além de um epílogo (servindo de ponte para Bohemian Rhapsody — já com uso de tape para a parte operística, mas com execução questionável — que tem a ótima Mustapha como introdução e seguida de uma excelente versão de Tie Your Mother Down e uma engraçada performance de Sheer Heart Attack) de fazer cair o queixo, os olhos, os ouvidos. É aquele momento de virtuosismo e brincadeiras de cada um dos músicos, em que os ouvimos executar solos, dar gritinhos e cantarolar alguns trechos de canções. Não tem como ouvir uma vez só. Sem sombra de dúvidas é a melhor faixa do disco.
Aumenta!: Love of My Life
Diminui!: Bicycle Race
Minha canção favorita do álbum: Brighton Rock + ponte
Live Killers
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 26 de junho de 1979
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Rock, Hard Rock
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Gravado entre julho e agosto de 1986, durante a turnê The Magic Tour, Live Magic foi o segundo álbum ao vivo do Queen, lançado em dezembro de 1986. O disco teve uma novidade interessante na formação de pessoal, com o acréscimo do músico Spike Edney nos vocais de apoio e complementos de teclado, piano e guitarra durante os shows. Mas “grande” novidade aqui não é a positiva adição de um músico fora da banda. A “grande” novidade é [mais um] erro de edição do Queen e do produtor Trip Khalaf ao lançarem um produto final picotado e, na melhor das hipóteses, incompleto.
Enquanto ouvia Live Magic (a segunda versão, com inacreditáveis 2 minutos a mais que a versão em LP – hehehe) eu não pude deixar de pensar no quanto o disco seria maravilhoso se as canções fossem deixadas até o final. Nem que tivéssemos aqui um álbum de uma hora ou até mais de duração. No entanto, canções que definitivamente mereciam ter o seu complemento como Bohemian Rhapsody, A Kind of Magic e Another One Bites the Dust (percebam que não são canções qualquer!) foram impiedosamente cortadas. E de uma forma que não faz sentido algum dentro da progressão das faixas, um erro inadmissível para um álbum do Queen. É quase inacreditável.
De alguma forma, esse disco se parece com Live Killers, não só por ter sido estragado no estúdio mas por manter uma ideia interessante de organização das canções. Essa afirmação, no entanto, se torna um problema quando consideramos a continuidade dessas músicas no show, algo que até poderia ser consertado na edição, mas não foi. De todo modo, à parte o péssimo trabalho de mixagem, a organização é boa. E só para complementar a ideia de semelhanças com ao vivo anterior, vale dizer que Live Killers, mesmo com as interferências, resultou em um bom álbum, o que não é o caso aqui. E é sempre bom dizer que o problema de fato não é a performance do Queen – há algumas falhas no vocal de Mercury, mas não é nada grave – e sim o que eles fizeram com o material gravado na mesa de edição, o bastante para roubar metade da nota do produto final.
E só para não dizer que não existe nada de realmente bom, One Vision, Hammer to Fall e Radio Ga Ga (a minha favorita do disco, mesmo tendo passado por um corte grosseiro) são realmente muito boas ao vivo e receberam atenção o bastante no resultado final de Live Magic para valerem a pena. Alguns amigos já me perguntaram: “você não gosta muito desse álbum por causa da edição?” e a minha resposta é sempre “sim.”. O grande problema é você está curtindo um disco ao vivo e, de repente, a canção ser subitamente cortada e porcamente emendada em uma outra. Como gostar muito e completamente de um disco desses? Afinal de contas, o pacote inteiro é válido, não apenas uma parte dele…
Aumenta!: Hammer to Fall
Diminui!: Friends Will Be Friends
Minha canção favorita do álbum: Radio Ga Ga
Live Magic
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 1º de dezembro de 1986
Gravadora: EMI, Hollywood
Estilo: Rock, Hard Rock
Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury
Com Freddie Mercury, o Queen fez história, lançando hit atrás de hit e inspirando novos musicos até hoje. Agora com Adam Lambert nos vocais, a banda promete emocionar a legião de fãs brasileiros no #RockInRio. #SKYrocks.
Fonte: www.sky.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Brian May participa do novo álbum do Motörhead

Você sabe basicamente o que vai encontrar quando compra um álbum do MOTORHEAD, mas a banda ainda pode trazer algumas surpresas de vez em quando, como seu vindouro LP, “Bad Magic” com uma participação convidada de “Brian May” e um cover de “Sympathy for the Devil”, do ROLLING STONES.
O frontman da banda, Lemmy Kilmister, falou com o Loudwire sobre o álbum e foi até modesto quando comentou sobre o cover dos STONES, dizendo que “detonou”. Quando perguntado por que decidiram fazer essa faixa, ele revelou que veio do wrestler profissional Triple H: “Ele nos pediu para fazer algumas músicas cover para seu programa de TV. Ele tem um canal agora, então gravamos isso e decidimos ficar com ela.”
O envolvimento de May já estava chegando há muito tempo: “Ele subiu no palco conosco há 10 anos e tocou ‘Overkill'”, lembrou Lemmy rindo. “Ele ficou louco. Eu gosto de Brian. Ele fez essa coisa onde vinha correndo a 1.000 km por hora, e caiu de joelhos, como nos filmes. Eu fiquei muito surpreso. Fiquei bem feliz que conseguimos tirar isso dele.”
E como o frontman contou ao A.V. Club, a amizade de May com o guitarrista da banda, Phil Campbell, trouxe o último catalizador para essa aparição: “Eles se falaram pela Internet e ele sempre quis que Brian fizesse algo conosco. Dessa fez Phil fez uma ligação ou talvez só tenha ficado preguiçoso demais para fazer o solo sozinho.”
Fonte: http://whiplash.net/
Dica: Roberto Mercury

No site oficial do Rock in Rio, a história confirma que, antes do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985, o público brasileiro recebia pouquíssimas visitas dos grandes nomes, pois bandas como Iron Maiden, Police e Kiss, além de seus grandes empresários, não sentiam qualquer firmeza na economia brasileira e tinham mito receio de acreditar e investir na vinda dos astros.
O empresário e publicitário Roberto Medina, dono da agência Artplan, decidiu iniciar uma ideia ousada de realizar o primeiro megafestival, com a duração de dez dias. Junto com seus ex sócios Oscar Ornstein e Luiz Oscar Niemeyer, passaram todo o ano de 1984 percorrendo o mundo, tentando a duras penas trazer grandes artistas para o evento. Só para se ter uma ideia da dificuldade, das 70 reuniões iniciais que conseguiram marca, ouviram 70 nãos! Mas, prosseguiram com idealismo e muita garra para vencer.
Roberto Medina conta, no site oficial do megafestival, que o Queen foi o primeiro grupo a fechar contrato, mesmo com o empresário da banda tendo ficado bastante assustado com as promessas dos brasileiros. Era difícil visualizar, dentro da frágil economia do Brasil, “um megafestival que oferecia uma estrutura de 500 mil metros de área, heliportos, lanchonetes, shoppings, cobertura maciça da mídia, três palcos giratórios com 80 metros de boca de cena, nada visto antes parecido”, como conta Medina.
Graças a contratação do Queen, que deu o primeiro e tão suado voto de confiança ao Brasil, os ventos começaram a soprar a favor e outras bandas consagradas, como Iron Maiden (o segundo contratado), seguiram a “rainha” e aceitaram vir ao Brasil. Claro, o Queen mereceu receber o cachê mais alto, de US$ 600 mil (equivalentes a US$ 1,3 milhão atuais). Mais do que merecido, já que foram eles que puxaram todas as outras grandes atrações mundiais.
Medina conta que muitos astros internacionais aceitaram tocar até por metade de seus cachês, após a contratação milionária do Queen, que foi quem deu, de fato, a credibilidade para o Rock in Rio acontecer. A famosa fixação de Freddie Mercury por Dom Quixote o levou a presentear Roberto Medina com um fidalgo de La Mancha, assinado por Salvador Dalí, conforme ele próprio conta no site.
Depois do Queen, vieram Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Scorpions, AC/DC e Whitesnake, levando o heavy metal a ser a forte marca do primeiro Rock in Rio. Depois dos metaleiros, os três empresários saíram em busca de astros de outros gêneros musicais. Conseguiram fechar com o Yes Rod Stewart, Nina Hagen, Go-Go’s e B52′, em uma escalação internacional de respeito!
Além da histórica apresentação do Queen, de seu eterno hino do evento com o público cantando Love of My Life em um coral regido por Freddie Mercury, esse primeiro Rock in Rio também teve outros momentos memoráveis.
Há lembranças marcantes do show do Iron Maiden, por exemplo, que fez apresentação única devido a agenda lotada, e quanto todos os outros astros se apresentaram duas vezes.
James Taylor teve a oportunidade de se reerguer, com a carreira nitidamente em declínio. A gratidão do cantor foi tão grande, ao cantar para 250 mil pessoas por noite, que ele até escreveu a canção “Only a Dream in Rio”, como homenagem ao festival e a receptividade que teve na cidade,
Eterno janeiro de 1985. Foram dez noites memoráveis, e que conseguiram a façanha de reunir um público de 1,3 milhão de pessoas, vindas de todas as partes do mundo, e que guardam até hoje na lembrança as “90 Horas de Música e Paz”, um dos slogans do festival, em conformidade com as informações históricas contidas no site oficial do Rock in Rio.
Fonte: http://br.blastingnews.com/
Dica de: Roberto Mercury

Esse é um grande momento na vida do norte-americano Adam Lambert. O cantor de 33 anos já lançou três discos solo de sucesso e vem, desde 2012, se apresentando junto ao Queen, interpretando os vocais de Freddie Mercury, sua maior inspiração.
Saiba por que ele é o cara perfeito para assumir o posto de frontman da banda britânica:
Lambert ficou conhecido ao participar do American Idol, em 2009, cantando “Bohemian Rapsody” O destino foi certeiro: um cantor iniciante de 26 anos adentrou a sala de audições do reality show e, ao entonar as primeiras notas de um dos maiores clássicos do rock, ganhou a aprovação de todos os jurados, partindo para as próximas etapas da competição.

Na final do programa, ele tocou junto ao Queen
No último episódio daquela edição do reality show, Lambert cantou ao lado do outro finalista, Kris Allen, “We Are The Champions”, com os próprios caras do Queen tocando ao fundo. Lambert acabou ficando em segundo lugar, mas o que era seu estava guardado…

Lambert foi convidado por Roger Taylor e Brian May para assumir os vocais do Queen
Os próprios membros da banda convidaram o cara a cantar no lugar de Freddie Mercury. O baterista Taylor e o guitarrista May ficaram impressionados com a performance de Lambert. “Nós não procurávamos outro vocalista, mas Adam é como um presente de Deus. Ele tem uma habilidade técnica que supera 99,9% dos cantores no mundo. Você vê isso e se pergunta ‘o que aconteceria se abríssemos essa caixa novamente?’”, disse May ao The Telegraph.
A estreia da carreira solo de Lambert também foi um sucesso
O mérito é todo dele. O disco de estreia de Lambert, “For Your Entertainment”, de 2009, emplacou direto nas primeiras posições da Billboard 200 Albums. Esse foi o álbum do primeiro grande single do cara, “Whataya Want From Me”, que ficou em décimo lugar na Billboard Hot 100.
O segundo disco ficou em #1 na Billboard 200 Albums
“Tresspassing”, disco de 2012, repetiu o êxito do primeiro álbum de estúdio de Lambert, mas foi um pouco mais longe, ficando no topo da parada norte-americana. A faixa-título foi composta junto a Pharrell Williams:
Ele já trabalhou com vários nomes de peso
Além do Queen, outros artistas super renomados contribuíram para a carreira do cara: Lady Gaga, Pink, Matt Bellamy, Dr. Luke, Bruno Mars, Pharrell Williams e vários produtores influentes no mainstream.
Lambert honra o legado de Freddie Mercury
Como um grande fã, Lambert sabe da responsabilidade de assumir as performances do eterno líder do Queen e afirma que ficou surpreso quando surgiu o convite. “Claro que as comparações estão lá, mas eu não posso me comparar a Freddie. Ele é como um semi-deus. Os caras diziam ‘ei, você pode fazer isso, confiamos em você’. E eu ficava tipo ‘tem certeza?’. Mas eu tinha coisas em comum com Freddie como artista e como pessoa. Tinha alguma afinidade ali”, disse o cantor ao jornal londrino Evening Standard.
“The Original High”, seu novo álbum solo, também ganhou as paradas
Nesse ano, Lambert provou mais uma vez que tudo o que toca vira ouro – com ou sem o Queen. “The Original High”, seu terceiro disco de estúdio, foi lançado em junho e chegou às primeiras posições da Billboard 200 Albums. O primeiro single, “Ghost Town”, também entrou para a lista do Hot 100.
O novo disco do cara já está nas lojas e você também pode baixar pelo iTunes. Clique aqui e garanta o seu.
Fonte: www.warnermusic.com.br
Dica de: Roberto Mercury
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