Transmissão ao vivo do Rock in Rio 2015 na TV e Internet (O show do Queen apenas pela TV)

O Multishow vai transmitir ao vivo todos os shows dos Palcos Sunset e Mundo durante os sete dias de festival.

Que o Rock in Rio 2015 acontece nos dias 18192024, 2526 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, você já sabe. A novidade, porém, é para quem não vai conseguir ir ao festival: o canal Multishow vai transmitir ao vivo o Rock in Rio 2015 na TV e Internet.

A transmissão começará na TV sempre às 15h, com exceção do primeiro dia do festival, 18 de setembro, quando o Multishow chega mais cedo à Cidade do Rock e mostra todos os detalhes da abertura do evento, a partir das 14h.

O Palco Sunset será transmitido ao vivo na TV e na web, enquanto o Palco Mundo será transmitido apenas na TV (Palco que o Queen tocará). Além dos dois palcos principais, o Multishow ainda transmitirá ao vivo o que rola no Palco Street Dance.

Confira abaixo a agenda da transmissão do Rock in Rio 2015 na TV e Internet:

Queen + Adam Lambert

DIA 18/09, A PARTIR DAS 14H
Palco Sunset (TV/WEB) e Palco Mundo (TV) 

DIAS 19, 20, 24, 25, 26 e 27/09, A PARTIR DAS 15H
Palco Sunset (TV/WEB) e Palco Mundo (TV) 

 

Fonte: www.guiadasemana.com.br

Análise Vocal – Adam Lambert x Freddie Mercury

Studio Vocal Márcio Markkx fez a analise vocal de Adam Lambert e de Freddie Mercury.

 

Análise Vocal – Adam Lambert

Alcance Vocal: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Voz Plena: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Alcance Controlado: A2 – A5 ( Lá 2 – Lá 5).

Oitavas: 3 Oitavas.

Tessitura Vocal: D3 – B4 (Ré 3 – Sí 4).

Oitavas: 1 Oitava e 5 Notas.

Gêneros Musicais: Pop Rock.

Adam Lambert, atualmente, é um modelo de bom performer vocal ao vivo dentre os mais extravagantes nomes masculinos do meio. Sua carreira ganhou maior visibilidade após participar de um famoso Reality Show estadunidense e terminar em segundo lugar mesmo sendo, aparentemente, o favorito da massa. Posteriormente lançou um álbum em 2009 que foi sucesso de vendas nos Estados Unidos da América, parte da Europa e Oceania.

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Timbre e Registros

Seu timbre é comumente demonstrado de forma agressiva e intensa, produzindo um som mais dramático e grandioso por conta de seu repertório de considerável complexidade. Cantando em uma tessitura extremamente alta para um homem de sua idade, Adam ostenta uma voz metálica, vibrante e álgida que se adéqua a sua persona on stage em detrimento de seu natural tom de emissão sem efeitos vocais complexos. Em suas interpretações os Eus Líricos em grande parte das canções são encorporados de forma deveras teatral e emotiva, abrindo margem para sua voz de considerável tamanho brilhar com suas distintivas notas agudas “beltadas”.

Seu registro agudo pleno é extremamente extenso, potente, metálico e descoberto, porém não aparenta ser primorosamente dúctil, já que só é demonstrado em notas da base da quarta e toda a quinta oitava em dinâmicas de F (Forte) em diante e nunca em P, PP, PPP (Piano, Pianíssimo, Molto pianíssimo) – vale ressaltar que sem recorrer ao falsete ou voz de cabeça  (Fazendo uso apenas do registro misto) Adam atravessa praticamente toda a quinta oitava e não adentra a sexta por conta de 2 tons. Falsete e voz de cabeça marcam presença em poucos momentos de seu canto, o que não significa que não poderia desenvolver certa perícia na execução de ornamentos neste registros – em algumas raras ocasiões pode-se conferir que o interprete não demonstra significativo revés com o passaggio – mas mesmo assim são deixados de lado para dar lugar a um som mais característico do rock.

Sua região média é naturalmente quente, delicada, emotiva e mesmo seu repertório e personalidade não explorando tais qualidades com afinco, estas características de seu timbre são perceptíveis em melodias de andamentos mais vagarosos e ralentados. Sua emissão se faz sólida e plástica até por volta de um A agudo acima do centro C, se iniciando em um G# da terceira oitava, tendo é claro predominância do registro de peito em sua emissão enquanto se mantém nesta faixa de notas, a fim de corroborar sua personalidade vocal – que usa do belting boa parte do tempo para evitar, de forma salubre, a passagem da voz para o falsete/voz de cabeça, lhe proporcionando um condicionamento vocal superior ao da média de interpretes Pop em acuidades semelhantes com respeito a seus respectivos tipos vocais e tessituras.

A região grave de sua voz é decentemente emitida, mas por manter-se em tons bastante agudos a maior parte do tempo, Adam tende a ficar ofegante por conta do aumento de ar que as notas graves exigem em sua execução e acaba perdendo significativamente ressonância e estamina quando tem de adentrar a base da terceira oitava.

Histórico Vocal

Ainda de cabelos loiros, na graduação do High School, em 2000, Adam e seus 18 anos já demonstravam grande conforto em performances ao vivo, cantando em uma estética mais contida e com um timbre mais aveludado, rico e quente. Neste período não existem gravações suficiente para traçar um perfil fidedigno de seu canto, apenas uma performance em sua formatura.

Já em 2004 podemos conferir uma performance mais teatral em um DVD de um musical que tornou-se viral depois de seu sucesso, demonstrando o timbre de Adam de forma mais próxima da que o consagrou em 2009. Aqui, seu registro superior já pode ser conferido na costumeira forma metálica e potente que perpetuou as rádios em seu apogeu comercial.

Já em 2009 seu timbre demonstrava estar mais frontal e agressivo. Adam demonstrava maior identidade artística neste período por dispor de maior liberdade e até mesmo necessidade para tal já que competia em um Reality. A agilidade no topo de sua tessitura e alcance marcava presença de forma mais extravagante, assim como o drive nas notas agudas em registro misto, tudo em prol de uma postura mais imponente e segura.

Atualmente sua voz segue a mesma premissa. Seu timbre, habilidades vocais ou cênicas não sofreram alterações significativas neste período de tempo.

Pontos Negativos

Apesar de dispor de um registro misto incrivelmente firme e extenso, o topo de sua extensão no mesmo pode estar sendo exposto com uma questionável técnica de emissão, já que foge em quase uma oitava a faixa de notas de um interprete masculino com uma voz naturalmente aguda, evitando exageradamente o passaggio para um registro mais leve com o “agravante” de uma embocadura que foge ao ideal em um padrão ótimo de emissão de canto (O famoso formante redondo). O posicionamento de sua língua durante a execução das citadas notas agudas é sempre frontal e reto para evidentemente evitar tensão na base da mesma para facilitar a execução do mix em acuidades estratosféricas, porém é perceptível em algumas performances que este posicionamento torna-se levemente exagerado cobrindo até mesmo os dentes inferiores.

Resolução dos Pontos Negativos

Previamente é necessário frisar que cada interprete dispõe de peculiaridades extremamente particulares com respeito a suas habilidades como cantores e que o senso comum em técnica convencional salubre é sim relevante e cientificamente provado e aprovado por profissionais capacitados, mas nem sempre uma afirmação que não está sujeita a exceções. Adam pode não estar sofrendo consequências negativas na execução de boa parte das notas de sua emissão na quinta oitava, mas os extremos e o formante “espalhado” da boca podem ser evitados visando longevidade vocal, adotando uma embocadura mais oval. Um repertório que vise valorizar outras regiões e dinâmicas de sua voz com o decorrer dos anos também pode contribuir para um envelhecimento saudável de suas pregas vocais.

 

Análise Vocal – Freddie Mercury

Freddie Mercury ao vivo em 1982

Alcance Vocal:  F2 – F6 (Fá Dois – Fá Seis).

Oitavas:  4 Oitavas.

Voz Plena:  F2 – A5 (Fá Dois – Lá Cinco).

Oitavas:  3 Oitavas e 2 Notas.

Alcance Controlado:  F2 – D6 (Fá Dois – Ré Seis).

Oitavas:  3 Oitavas e 5 Notas.

Tessitura Vocal:  C3 – A4 (Dó Três – Lá 4).

Oitavas:  1 Oitava e 5 Notas.

Sendo atualmente um dos músicos mais lembrados do fim da segunda metade do século XX, Freddie Mercury tornou-se uma inspiração para interpretes diversos por conta do sucesso alcançado em sua jornada de mais de 20 anos como cantor, compositor e instrumentista – sobretudo em seu tempo de atividade na banda britânica de rock Queen. Sua entrega em performance e sua singular forma de interpretar seu repertório deixou saudade nos corações dos fãs, que viram seu ídolo falecer no ano de 1991 na casa dos 40 anos de idade.


Freddie-mercury-analise vocal

Registros

A região superior da voz de Freddie em seu registro misto era: Vibrante, gélida, metálica e rica. Entre seus contemporâneos era algo apreciado e popular o som do famosos drive, fielmente entoado em praticamente todos os momentos de clímax de suas canções ao vivo com bastante plasticidade até o A4 (Lá 4) acima do centro C (Dó 4) e em estúdio até os limites de seu registro misto (Que abrangia quase todas as notas da quinta oitava no mix head voice e abrangia o famoso dó de peito dos Tenores). No falsete Freddie já alcançou ao vivo um Ré de Soprano (D6) com controle e agilidade considerável para um interprete do sexo masculino; também sendo adepto do whistle register em raras, mas válidas, ocasiões é indiscutível seu virtuosismo em controlar sua grande extensão vocal.

Seu registro médio era escuro, metálico e de grande dimensão. Freddie era um interprete de voz masculina aguda e cantava habitualmente entre um D3 (Ré 3) até um A4 (Lá 4) em voz de peito e presava bastante por um som agressivo e emotivo, o que não o impedia de demonstrar colorações mais delicadas (Principalmente dentre as texturas diversas das gravações de estúdio).

Em estúdio o registro inferior era extenso e bem emitido para um homem que não dispõe de uma voz naturalmente tão grave. Notas da segunda oitava eram comumente executadas entre vocais harmonizados e uníssonos para corroborar o clímax de suas canções, porém já apareceram em linhas melódicas monofônicas sem problemas de soprosidade ou estabilidade com frequência.

Histórico Vocal

Em suas performances ao vivo Freddie sempre demonstrou grande facilidade em entoar canções gravadas em estúdio com fidelidade considerável quando precisava cantar até os limites de sua tessitura. Com seu pedestal pela metade e extravagantes roupas dos anos 70, o vocalista do “Queen” esbanjava estamina ao vivo, se movimentando de forma frenética sem deixar as linhas melódicas serem emitidas com ofegância em meio aos arranjos criados especialmente para performances ao vivo pela banda.

No início dos anos 70 seu repertório requeria uma voz extremamente metálica, com grande facilidade de emissão na região do topo da terceira e parte da quarta oitava em voz de peito, com aptidão também a se estender a notas do topo da quarta oitava em rápidos picos ao vivo a maior parte do tempo e em notas da quinta oitava sustentada em estúdio (Na canção “My Fairy King” podes encontrar um sustentado G5 ligado em glissando a um A5 em registro misto, depois um outro A5 em sustentado). Em canções como “Doing All Right” – de seu álbum debut – a coloração delicada de sua voz também é demonstrada de forma emotiva e delicada com direito até mesmo ao falsete (Registro este pouco utilizado por Freddie para cantar versos claros ou em notas sustentadas, notas estas que também aparece em “Great King Rat” em um A5 e em “My Fairy King”, novamente em sua região média de canto).

Na segunda metade dos anos 70 Freddie Mercury apresentava um timbre levemente mais rico e passa a cantar com uma postura mais adequada e requintada, valorizando sua emissão em performances ao vivo e sua desenvoltura em palco. Mas foi nos anos 80 que sua voz adquiriu o timbre dramático, escuro e rouco, que combinado a seu já famoso vibrato extremamente rápido e fluido, lhe conferiu tanta credibilidade em meio aos fãs de grandes vozes do passado – para muitos fãs este é o apogeu de seu timbre em gravações de estúdio.

Segunda metade dos anos 80, Freddie está próximo de parar de se apresentar em performances ao vivo em decorrência de sua doença. Não existem gravações que demonstrem o deterioramento vocal de Freddie, mesmo nas tardias gravações de estúdio sua voz só era entregue ao público demonstrando um padrão altíssimo de qualidade, e isso inclui o álbum “Made In Heaven” – gravado ao fim de sua vida, próximo ao apogeu de sua debilidade, e lançado após sua morte. O álbum, de forma alguma, demonstra vocais que entregassem facilmente seu estado físico e psicológico (Ouvidos treinados certamente percebem que as terminações de frases estavam ofegantes, o timbre menos rico, o falsete mais fraco e instável e os legatos de difícil acesso, mas estes defeitos técnicos evidentemente foram ocasionados pela doença do vocalista e não por sua conduta em palco).

Sempre exibindo umas musicalidade impar, cantar e tocar ao vivo nunca foi problema aparente em seus dias de glória, as duas funções distintas fluíam com grande facilidade e naturalidade, tendo como destaque o não detrimento de seu canto emotivo por conta dos acordes a serem executados ao piano. Seu senso de ritmo é outra questão a ser relatada, já que em seu período de atuação o retorno eram deveras mais obsoleto que em dias hodiernos, dificultando a execução de um repertório tão diversificado e árduo em meio a um ambiente onde alarido é algo tão comum.

Pontos Negativos

Freddie Mercury foi um interprete que realmente se entregou bastante a suas performances ao vivo, porém evitava algumas notas agudas, colocando interlúdios no lugar de alguns versos cantados, o que lhe conferia mais longevidade vocal em meio a uma agenda extremamente lotada de shows, mas deixava de mostrar a proposta gravada.

 

Fontes:
www.facebook.com/vocalpop

http://studiomarciomarkkx.com.br/analise-vocal-adam-lambert

http://studiomarciomarkkx.com.br/analise-vocal-freddie-mercury

Dica de: Roberto Mercury

Queen, Metallica, Rihanna… veja quais hits do line up não vão faltar.

Evento acontece de 18 a 27 de setembro na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, em uma área com mais de 150.000 metros quadrados.

A 6ª edição do Rock in Rio, festival que comemora 30 anos em 2015, acontece nos dias 181920242526 e 27 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, em uma área com mais de 150.000 metros quadrados.

Se você já está com os ingressos na mão, ou se com certeza irá ver em casa, já deve estar ansioso para o evento. E nada como fazer um esquenta para o Rock in Rio ouvindo as principais
bandas do line-up!

Confira abaixo 15 músicas que, sem dúvida, estarão no Rock in Rio 2015:

Queen – Love of My Life (18/09 – 00:00 – Palco Mundo)

A parceria Queen + Adam Lambert faz em seus shows uma versão para ninguém botar defeito de Love of My Life, na voz de Brian May. A apresentação ao vivo ainda conta com uma imagem de Freddie Mercury cantando a música junto, impossível não se emocionar.

OneRepublic – Counting Stars (18/09 – 22:30 – Palco Mundo)

Apesar de muita gente lembrar do OneRepublic pelo seu primeiro single, Apologize, a banda voltou com tudo nos últimos tempos com um hit ainda melhor e animado. Vai ser impossível não cantar Counting Stars.

Homenagem à Cássia Eller – All Star (18/09 – 20:00 – Palco Sunset)

Xis, Nando Reis, Mart’Nália, Marcio Mello, Filipe Catto, Emanuelle Araújo, Arnaldo Antunes, Zelia Duncan, Julia Vargas, Fabio Allman e Tacy de Campos subirão o Palco Sunset para homenagear Cássia Eller. Com certeza teremos o prazer de ouvir All Star na voz de Nando Reis.

Metallica – Enter Sandman (19/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Difícil dizer qual o momento mais esperado do show do Metallica, com tantos hits famosos, podemos dizer que Enter Sandman vai ser um momento histórico, já que eles costumam guardar esse clássico mais para o finzinho do show, para encerrar com chave de ouro.

Korn – Freak On A Leash (19/09 – 20:00 – Palco Sunset)

Uma das atrações mais esperadas do dia 19, dia do metal no RIR, é o Korn. E impossível pensar na banda e não lembrar de Freak On A Leash, que parece ficar ainda mais energizante ao vivo.

Rod Stewart – Da Ya Think I’m Sexy?  (20/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Os hits são muitos, mas Da Ya Think I’m Sexy? com certeza vai ser um momento épico e divertido do show de Rob Stewart.

Elton John – Your Song (20/09 – 22:30 – Palco Mundo)

A última vez que Elton John se apresentou pelo Rock in Rio foi na edição Brasileira de 2011, ele estará de volta agora em 2015 e uma coisa não mudou: a multidão que vão se emocionar ao ouvir Your Song.

System of a Down – Chop Suey (24/09 – 00:00 – Palco Mundo)

O System esteve no RIR de 2011 e voltam mais uma vez pra alegria dos fãs. E, claro, o hit Chop Suey não faltará. Nos resta tentar acompanhar a letra complicada!

Slipknot – Surfacing (25/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Tá aí mais uma banda que esteve no RIR de 2011. É difícil escolher uma música que marca o show do Slipknot, mas Surfacing com certeza foi uma das mais marcantes da outra edição e esperamos que encerre novamente a apresentação!

Faith No More – Epic (25/09 –22:30 – Palco Mundo)

Epic foi (e ainda é!) uma das músicas que marcou a cena do rock por anos e é lembrada até hoje como um grande clássico do rock dos anos 90. Não pode faltar, é claro!

Sam Smith – Surfacing (26/09 – 22:30 – Palco Mundo)

No Brasil pela primeira vez, não vemos a hora de cantar Stay With Me juntinho da voz maravilhosa do Sam Smith!

Lulu Santos – Tempos Modernos (26/09 – 19:00 – Palco Mundo)

Você pode até não ser um grande fã de Lulu Santos, mas quando Tempos Modernos tocar queremos ver você resistir e não cantar esse clássico da música brasileira.

Rihanna – Bitch Better Have My Money (26/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Com tantos sucessos, Rihanna fará com certeza um show de hits famosos. Mas a grande novidade que com certeza não faltará no show é a polêmica Bitch Better Have My Money, que foi pouquíssimo apresentada ao vivo ainda, estamos curiosos!

A-ha – Take On Me (27/09 – 22:30 – Palco Mundo)

O A-ha é uma banda maravilhosa, mas não tem como ficar o show todo ansioso por uma música em especial: Take On Me. E, claro, eles vão deixar este grande momento para o final.

Katy Perry – I Kissed a Girl  (27/09 – 00:00 – Palco Mundo)

Já tivemos a oportunidade de ver Katy Perry cantando I Kissed a Girl em 2011, mas mesmo com tantos hits lançados de lá para cá, essa música continua sendo uma das mais marcantes de sua carreira e não pode faltar!

 

Fonte: www.guiadasemana.com.br

O vídeo Oficial de “Don’t Stop Me Now” ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações no You Tube!

“Don’t Stop Me Now” é um single lançado em janeiro de 1979. A canção escrita por Freddie Mercury, foi lançada pela primeira vez no álbum Jazz.

Possui uma melodia mais voltada ao rock puro, diferente de outras canções da banda que tinham um caráter mais melancólico e melódico. A sua letra possui um caráter eufórico e poético: o narrador diz nunca querer parar de viver tão intensamente usando várias metáforas. Por ser uma canção extremamente conotativa, há várias formas de interpretação dessas metáforas.

Fonte: www.queenonline.com   |   www.wikipedia.org

Por Tiago Abreu, Fonte: Is This The Real Life?


Uma das canções mais famosas do QUEEN, especialmente em território nacional, é “I Want to Break Free” também é uma das músicas mais incompreendidas da banda. Lançada em 1984, no álbum “The Works”, foi escrita por John Deacon.

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Anteriormente ao disco, a banda estava em turnê do questionado álbum “Hot Space” e, neste período, o grupo estava cansado de digressões. Nesta época, Brian May gravou um disco com EDDIE VAN HALEN, Roger Taylor preparou um segundo disco solo e Freddie Mercury passou a trabalhar em seu futuro primeiro LP solo. John Deacon, por sua vez, foi descansar com sua família.

Em meados de 1983, John Deacon escreveu a canção. A respeito de suas composições, o baixista disse, em uma entrevista no ano anterior, que normalmente escreve canções criando personagens e temas cujas reflexões os permeiam. Assim, é comumente aceito que “I Want to Break Free” trata, simplesmente, de alguém que deseja se libertar de dificuldades. Em entrevista a Globo, no famoso diálogo com Glória Maria, Freddie Mercury diria que “tem a ver com todos. É alguém que tem uma vida difícil e quer se livrar de seus problemas”.

Durante as gravações do álbum, a banda estava em crise, mas decidiram seguir em frente. Para a divulgação do disco, foram lançados quatro singles, cada um escrito por um dos membros: “Radio Ga Ga” (Roger Taylor), “It’s a Hard Life” (Freddie Mercury), “Hammer to Fall” (Brian May) e “I Want to Break Free” (John Deacon).

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Uma curiosidade sobre o single é que ele veio em várias capas distintas. Uma delas tinha a foto dos quatro membros, e outras quatro capas com fotos individuais. Para a divulgação da canção, surgiu a ideia de gravar o seu clipe.

A ideia do videoclipe veio da então namorada de Roger Taylor, Deborah Leng (que aparece no clipe de “Breaktru”), que sugeriu a banda uma paródia da novela Coronation Street, caracterizados como drag queens. Taylor levou a ideia para os demais, que aceitaram em fazer algo bastante humorístico e irônico.

No DVD de clipes da banda, lançado em 2003, Roger disse que ele e o diretor David Mallet chegaram a fingir um namoro na chegada da namorada de David ao local de gravação. Nas cenas, Taylor está vestido como uma jovem estudante. Brian, no mesmo material, diria que praticamente ninguém fora da Inglaterra entenderia que o vídeo se trata de uma paródia escrachadamente humorística.

Nas cenas seguintes, principalmente pensadas por Freddie e David Mallet, os quatro membros estão em um local escuro, juntamente a mineiros. Mais tarde, Freddie surge sob uma série de pessoas, fazendo outra referência, desta vez a uma peça feita pelo Nation Ballet, em que o vocalista surge como Puck, um ser mitológico que faz travessuras.

O clipe da canção foi muito bem recebido no território britânico – onde Coronation Street era exibida – e no território norte-americano, o vídeo chegou a ser recusado em algumas emissoras porque era “impróprio”.

A canção tornou-se um sucesso, e foi tocada no Rock in Rio de 1985, aqui no país. Nesta ocasião, surgiu-se muitos boatos acerca da canção, inclusive reproduzida erroneamente em livros. No entanto, “I Want to Break Free”, no Brasil, foi executada e recebida com êxito.

Mesmo depois de 30 anos correndo pelo mundo, a música ainda é interpretada, por muitos, como apologética ao mundo LGBT, o que não procede.

 

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Kerrang: os 50 álbuns para ouvir antes de morrer

A equipe da Kerrang! trouxe uma lista dos 50 álbuns para ouvir antes de morrer.

Confira abaixo:

 

50: BLINK 182 – “Take Off Your Pants And jacket”

49: LIFETIME – “Hello Bastards”

48: THIRD EYE BLIND – “Third Eye BLind”

47: Rowland S Howard – “Teenage Snuff Film”

46: BLACK SABBATH – “Sabotage”

45: KINGS X – “Gretchen Goes To Nebraska”

44: Jimmy Eat World – “Futures”

43: THE DISTILLERS – “Coral Fang”

42: EXODUS – “Bonded By Blood”

41: PARAMORE – “Paramore”

40: PANTERA – “Far Beyond Driven”

39: YES – “Close To The Edge”

38: DISSECTION – “Reinkaos”

37: PANIC! AT THE DISCO – “A fever You Can’t Sweat Out”

36: BLINK 182 – “Blink 182”

35: AC/DC – “AC/DV Live”

34: FALLOUT OU BOY – “Take This To Your Grave”

33: BLACK SABBATH – “Sabbath Bloody Sabbath”

32: BUSH – “Sixteen Stone”

31: SLIPKNOT – “Vol. 3: (The Subliminar Verses)”

30: MACHINE HEAD – “Burn My Eyes”

29: AC/DC – “Black Ice”

28: METALLICA – “…And Justice For All”

27: REUBEN – “In Nothing We Trust”

26: BLACK SABBATH – “Paranoid”

25: PANTERA – “Cowboys From Hell”

24: NIRVANA – “In Utero”

23: KILLSWITCH ENGAGE – “The End Of Heartache”

22: AC/DC – “Powerage”

21: CONVERGE – “Jane Doe”

20: REFUSED – “The Shape Of Punk To Come”

19: FAITH NO MORE – “Angel Dust”

18: BLINK 182 – “Enema Of The State”

17: SLIPKNOT – “Iowa”

16: BRAND NEW – “The Devil And God Are Raging Inside Me”

15: AVENGED SEVENFOLD – “City Of Evil”

14: AC/DC – “Highway to Hell”

13: PEARL JAM – “Ten”

12: MY CHEMICAL ROMANCE – “Three Cheers For Sweet Revenge”

11: GREEN DAY: “Dookie”

10: IRON MAIDEN – “Number Of The Beast”

09: GUNS N’ ROSES – “Appetite For Destruction”

08: RAGE AGAINST THE MACHINE – “Rage Against The Machine”

07: PANTERA: “Vulgar Display Of Power”

06: SLAYER – “God Hate Us All”

05: METALLICA: Black Album

04: SLIPKNOT – “Slipknot”

03: AC/DC – “Back In Black”

02: NIRVANA – “Nevermind”

01: QUEEN – “Queen II”


Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Em breve será lançado um novo livro sobre o Queen, chamado: “A verdadeira História do Queen”, do autor Mark Blake.

Clique para AmpliarApós 45 anos de uma carreira brilhante, prepare-se…pois a “Rainha” ainda tem muita coisa pra contar. 

Este ano é comemorado os 45 anos da banda e os 30 anos do último show do Queen no Brasil.

A banda se apresentará este ano no Rock in Rio, e inclusive a trilha de divulgação do evento é a música “love of my life”, do Queen.

Em breve…a biografia que finalmente revelará os bastidores e os maiores segredos da banda. Aguarde…

 

Facebook da Editora: www.facebook.com/editorajangada

Site da Editora: www.editorajangada.com.br

 

 

 

Fonte: http://www.editorajangada.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Originalmente lançado em 2011, o livro “Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock” foi relançado este mês em uma versão revisada e atualizada: “Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock”.

O livro é repleto de fotos da banda fora e dentro do palco de toda sua carreira, dezenas delas inéditas, bem como panfletos, cartazes, ingressos, camisetas, LPs, singles e outras recordações de todo o mundo.

Com mais de 500 fotos e artefatos, conta com contribuições de alguns dos maiores jornalistas de rock da Europa e América do Norte.

Apresenta uma história cronológica da banda com revisões de todos os álbuns de estúdio e ao vivo, datas das turnês completas, discografia. Bem como reflexões sobre a banda e sua música por alguns dos maiores músicos de rock do passado e presente, incluindo Slash, Tommy Lee e Billy Squier.

Este livro é a história visual definitiva para fãs do Queen de todo o mundo!

Sobre o autor: Phil Sutcliffe é jornalista, mora em Londres, escreve sobre rock desde 1974. Já entrevistou grandes nomes do rock como: Paul McCartney, Bruce Springsteen, Nirvana, e Queen. Phil também é o autor de “AC/DC: High-Voltage Rock ‘n’ Roll: The Ultimate Illustrated History”.



Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Autor: Phil Sutcliffe
Páginas: 296 páginas

Editora: Voyageur Press; Rev Upd edition
Data de lançamento: 01 de agosto de 2015
Idioma: Inglês


Abaixo a capa da primeira edição e da nova edição revisada

Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock Lançado em 29 de Abril de 2011
Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Lançado em 29 de Abril de 2011

Queen, Revised and Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock Lançado em 01 de agosto de 2015
Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Lançado em 01 de agosto de 2015

Ambos os livros estão disponíveis na Amazon:

Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Clique Aqui para ver na Amazon (este está disponível na Loja do Queen Net)

Queen, Revised & Updated: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock
Clique Aqui para ver na Amazon

 

Fonte: www.amazon.com

Não comprou seu ingresso para ver Queen + Adam Lambert no Rock in Rio? Você tem uma última chance!!

Um novo lote de ingressos para o festival começará a ser vendido, somente pela internet, às 10 horas desta terça-feira 11/08/15, segundo a organização do evento.

Os ingresso esgotaram desde abril, mas alguns compradores que reservaram seus ingressos para pagamento por boleto não efetuaram o pagamento e a compra foi cancelada, por isso há mais ingressos disponíveis.

Os preços serão os mesmos: R$ 350.00 (inteira) e R$ 175.00 (meia-entrada).

Queen + Adam Lambert, Metallica, Rod Stewart e Rihanna estão entre as principais atrações do Rock in Rio que acontece de 18 a 27 de setembro.

Maiores Detalhes:

www.rockinrio.com/rio

www.rockinrio.ingresso.com/hotsite

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Biografia mostra personalidade e determinação de Freddie Mercury

Freddie Mercury – A Biografia
Laura Jackson
Editora: Record

Por Marcos Lauro

Uma das grandes críticas ao atual cenário do rock é a falta de presença de palco, especialmente dos vocalistas. Sim, há grandes nomes, como Matthew Bellamy (Muse) e Jack White entre a nova geração. Mas se olharmos para os anos 1970, 1980, os nomes se multiplicam. E um dos grandes, tido por muita gente como o maior que já existiu no quesito “espetáculo”, é Freddie Mercury.

Laura Jackson, jornalista e autora de diversas biografias, resolveu contar a vida do líder do Queen no livro Freddie Mercury – A Biografia(ed. Record). Em quase 300 páginas, ela narra a história desde o pequeno Farrokh Bulsara, nascido no Zanzibar, até o consagrado Freddie, que encantou multidões por onde se apresentava com sua banda.

Freddie, como personagem, é ótimo. Persistente e determinado, ele tinha um objetivo: ser uma estrela do rock. E batalhou para isso. Quando o Queen já existia, com o nome de Smile e sem Mercury, o cantor já era amigo de Brian May e Roger Taylor. Outros amigos em comum, segundo a biografia, chegavam a achar Freddie Mercury um chato de tanto que ele insistia para entrar no Queen. Enquanto não conseguia, ficava na órbita dos outros integrantes e chegou a montar sua própria banda, que sbriu shows do Smile.

O livro vai fundo nas histórias que até então pareciam lendas. Uma festa com anões entregando cocaína em bandejas? Verdade. A autora entrevista diversos personagens que estiveram em festas do tipo e há até uma foto de Mercury autografando o corpo seminu de uma garçonete. Os excessos, para Freddie Mercury, faziam parte do espetáculo.

O texto não é de fácil leitura. A autora escolheu dar voz a muitos dos entrevistados com citações diretas. Ou seja: você está lendo a história e a biógrafa para seu texto para as respostas dos entrevistados. Isso deixa o texto cansativo e truncado. Curiosamente, conforme o Queen vai avançando em sua trajetória e se tornando uma grande banda, esse tipo de citação vai diminuindo e o texto se torna mais fluido. Talvez Laura tenha se preocupado demais de detalhar como tudo começou e mostrar que ouviu muita gente que viveu esse período. Conforme o Queen foi se tornando popular, a chancela que dá a voz de alguém que esteve lá se torna menos necessária – ninguém que conhece minimamente a cultura pop precisa que alguém explique o contexto de músicas como “Bohemian Rhapsody” ou “We Will Rock You”.

O livro ganha tensão quando narra o fim da vida de Mercury. Promíscuo e bon-vivant, Mercury vai ficando cada vez mais recluso conforme seus amigos vão morrendo de doenças causadas pela AIDS. O livro narra com detalhes o período em que Mercury, já sabendo da sua doença, tenta esconder de tudo e de todos a sua realidade até chegar num ponto em que as manchas na pele e o pouco peso denunciam a síndrome.

Freddie Mercury – A Biografia é para fãs do cantor, mas também para quem quer entender um pouco mais sobre o processo do Queen de se tornar uma das maiores bandas de rock do seu tempo.

 

Aproveite e clique aqui para ouvir as 10 músicas mais populares do Queen no Spotify

 

Fonte:: http://www.billboard.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

A Ultimate Classic Rock listou os álbuns do Queen, do pior para o melhor.

Confira no link a seguir a matéria explicando as escolhas (em inglês) e a lista mais abaixo.

http://ultimateclassicrock.com/queen-albums-worst-to-best/

15 – “Made In Heaven” (1995)
14 – “Hot Space” (1992)
13 – “The Miracle” (1989)
12 – “Flash Gordon” (1981)
11 – “Innuendo” (1991)
10 – “A Kind Of Magic” (1986)
09 – “Queen” (1973)
08 – “The Works” (1984)
07 – “A Day At The Races” (1976)
06 – “Queen II” (1974)
05 – “News Of The World” (1977)
04 – “The Game” (1980)
03 – “Jazz” (1978)
02 – “Sheer Heart Attack” (1974)
01 – “A Night At The Opera” (1975)

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Já imaginou percorrer, com dois amigos, o Brasil em uma turnê inesquecível ao lado de grandes artistas do mundo, como um verdadeiro “Rockstar”? Kate Perry, Queen + Adam Lambert, Rod Stewart, Slipknot, A-ha, System of a Down, OneRepublic, Magic!, Faith no More e Empire of the Sun são os shows que fazem parte da ação.

A marca, que é a cerveja oficial dos maiores shows internacionais, vai proporcionar uma experiência única aos fãs de música

Já imaginou percorrer o Brasil em uma turnê inesquecível, ao lado de grandes artistas do mundo, como um verdadeiro “Rockstar”?  Budweiser, a cerveja oficial dos melhores shows internacionais do País, lança a Your Tour, a turnê da sua vida. O projeto, que vai proporcionar uma experiência única para fãs de música criarem sua própria turnê, nasceu do conceito de que tanto o artista quanto o fã são importantes pra fazer com que um show seja realmente inesquecível. Os vencedores serão anunciados, após sorteio, que acontecerá no dia 3 de setembro.

“Não é apenas o que acontece no palco que faz um show ser memorável. Cada pessoa pode viver cada show do seu jeito e também transformá-lo em algo épico. Queremos reforçar a conexão autêntica e duradora de Budweiser com a música, proporcionando uma experiência que será quase um festival de grandes shows internacionais”, comenta Diana Maranhão, gerente de marketing de Budweiser.

Kate Perry, Queen + Adam Lambert, Rod Stewart, Slipknot, A-ha, System of a Down, OneRepublic, Magic!, Faith no More e Empire of the Sun são os shows que fazem parte da ação.

Para participar e viver a experiência junto com alguns desses artistas, é necessário entrar no site (www.budweiser.com.br), fazer cadastro, escolher três artistas, e nomear dois amigos que viverão junto essa turnê inesquecível, que pode dar direito, ainda, a acesso ao backstage, transporte VIP (para levar aos shows), entre outros ‘mimos’ típicos de um rockstar.  

No site da ação, os cadastrados irão também customizar um pôster, prática comum em todas as grandes turnês.  Uma renomada turma de artistas e agências de design, como Hydro 74, Bicicleta sem freio, Andre Maciel, Fernando Volken, entre outros, de diferentes estilos de arte, foram convidados para criarem as ilustrações inspirados em vários estilos musicais.

Serão 100 pessoas sorteadas, que já terão indicado dois amigos para participar do Your Tour durante o cadastro, totalizando 300 contemplados pelo projeto.

Campanha

Para comunicar a ação para o grande público, a Agência Africa criou uma campanha convidando as pessoas a participarem e criarem a sua própria turnê. São três versões diferentes do filme, divididas por estilos musicais: classic rock, pop e metal, que mostram a experiência da Your Tour pelo ponto de vista dos ganhadores, já que toda produção foi filmada em “point of view”.

Ao todo, foram três dias de filmagens em São Paulo, entre 14 e 16 horas de trabalho por dia e mais de 150 profissionais envolvidos. As cenas foram rodadas dentro do L’Hotel, em uma loja de heavy metal na Rua Augusta, uma casa em Higienópolis, em um show, e finalizado em estúdio. Os filmes contaram com 100 figurantes, sendo que metade deles vive no mundo da música, como Djs, bateristas, vocalistas e produtores.  

A trilha sonora também mereceu cuidado especial. As músicas foram especialmente criadas e produzidas para cada versão de filme, inspiradas em bandas famosas. A produção e as gravações aconteceram em diferentes cidades. Além dos produtores do Big Foote music, em São Paulo e em Nova York, os bateristas foram gravados em Nashville e Boston, os cantores em Los Angeles e no Brooklyn, e os guitarristas e baixistas no Rio de Janeiro e em São Paulo. No total, foram mais de 10 pessoas envolvidas.

O resultado poderá ser conferido em uma completa campanha de comunicação composta por TV, mídia exterior, web e ações específicas para ponto de venda. Toda a campanha foi desenvolvida pela agência, em parceria com a XYZ Live.


Ficha Técnica
Título: Your Tour
Agência: Africa São Paulo Publicidade LTDA
Anunciante: Ambev S.A.
Produto: Budweiser
Duração: 120”
Diretor Geral de Criação: Sergio Gordilho
VP de Criação: Rafael Pitanguy, Eco Moliterno
Diretor de Criação: Matias Menendez, Nicolas Ferrario
Redator: Nicolas Ferrario
Diretor de Arte: Matias Menendez
Produção/agência: Rodrigo Ferrari, Patricia Gaglioni
Atendimento: Carolina Boccia, Heloisa Pupim, Junior Souza, Bruno Barella    
Mídia:  Antonio Arbex, Gabriel Roveri, Thiago Aimi
Planejamento: Daniel Prestes, Ronaldo Pegoraro, Quentin Mahe
Produtora de Imagem: Landia / Movie&Art
Direção: Robert LLauro
Co- Direção: Juliana Curi
Produção:  Carolina Dantas / Sebastian Hall 
Direção de Produção:  Camilla Bastos
Diretor de Fotografia:  Nico Hardy
Diretor de Arte:  Gizele Muller
Montagem: Thiago Gil
Finalizador: Rafael Malavazi / Henrique Gomes
Pós Produção: Tribbo Post
Produtora/som:  Big Foote
Atendimento/som:  Lu Fernandes/Xanna D’Aguiar
Produção/som: Chris Jordão e equipe
Aprovação/cliente: Paula Lindenberg, João Chueiri, Diana Maranhão, Lucas Oliveira
Data da primeira veiculação: 03/08/2015
Produção Digital: Guilherme de Oliveira, Eduardo Furbino, Rafaela Madeira
Produtora Digital: WebCore
Criação digital: Nivea Masumi
Cartazes: Matias Menendez, Fernando Lyra, Bruno Valença, Marcelo Almeida, Daniel Matsumoto
Ilustrações: Bicicleta sem freio, Hydro 74, André Maciel, Piano Fuzz, Nelson Baladan, Mago, Fernando Volken Togni, Marcelo Almeida

 

Fonte: www.portaldapropaganda.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Se o grande vocalista do Queen estivesse vivo, o que ele cantaria sobre a atual situação do Brasil?

Humorista Gustavo Mendes faz paródia de “We Are The Champions”

Gustavo Mendes, atualmente integra o elenco do “talk show” “Agora É Tarde” (Band). Já passou pelos programas “Zorra Total” e “Casseta & Planeta – Vai Fundo!”, ambos da Globo.

Há alguns anos criou a imitação da presidente Dilma Rousseff e faz sucesso na internet e em shows pelo Brasil. Suas participações em vídeos do canal do YouTube Parafernalha somam mais de 21 milhões de visualizações.

 

Fonte: https://www.youtube.com/user/gustavommendes
Dica de: Roberto Mercury

PPCorn: as 5 maiores vozes do Rock – Freddie Mercury não é o 1º

O PPCorn elaborou uma lista com as cinco maiores vozes da história do rock. O critério? Possuir um vocal poderoso, distintivo e inesquecível. Sim, existem muitos e muitos vocalistas que se encaixam nesta categoria, então vamos considerar que as escolhas que estão mais abaixo foram pessoais. Seja como for, para ler a matéria original com comentários em inglês basta acessar o link a seguir.

http://ppcorn.com/us/5-greatest-voices-history-rock-music/

Imagem

5 – Freddie Mercury (Queen)
4 – Steve Perry (Journey)
3 – Brian Johnson (AC/DC)
2 – Tina Turner
1 – Axl Rose (Guns N’ Roses)

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Simplesmente Imperdível!!

Uma banda tributo de fãs do Queen fazendo na íntegra o álbum “A Night at the Ópera”. Contando com a participação especial do Madrigal Ever Dream e suas belíssimas vozes sob a regência da maestrina Arya Medeiros Cappia!…e encerrando a noite o guitarrista Marcio Sanches e sua banda!

Serviço:

Quando: 10 de setembro de 2015 (Quinta-feira) às 20:00
Onde: Manifesto Bar (São Paulo – SP)
Endereço: Rua Iguatemi n°36 Itaim Bibi, 01451010, São Paulo

A Banda:

Aless Scaranto – Voz, violão e guitarra
Roberto Bosniac – Piano, teclados e vocais
Rodrigo Vicentini – Baixo e vocais
André Renato – Guitarras e vocais
Ricardo Burin – Bateria

Maiores Informações:

Página Oficial: www.theroyalqueentribute.com
Facebook: https://www.facebook.com/RoyalQueenTribute
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/412958652226862/
E-mail: contato@theroyalqueentribute.com


Abaixo um pedacinho do que vai rolar dia 10/09…
“Good Company”…Ukalele Solo


E uma pequena amostra da banda


Fotos da banda

 

Agradecimentos a: Aless Scaranto

O jovem produtor Wesley Henriques do Home Studio 7 Gravações, de Itaporanga/PB, está provando no Soundcloud que a zueira não tem mesmo limites. Wesley publicou uma série de “mashups” que misturam clássicos do Rock com Forró.

Confira abaixo uma inusitada versão para “We Are The Champions”, do Queen.

[soundcloud url=”https://api.soundcloud.com/tracks/217043722″ params=”auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&visual=true” width=”100%” height=”450″ iframe=”true” /]

 

Fonte: https://soundcloud.com/
Dica de: Roberto Mercury

O português Andre Antunes resolveu fazer um vídeo sensacional mostrando como seriam as versões de “Get Lucky”, do Daft Punk, se fossem tocadas por alguns dos melhores guitarristas do mundo.

A lista inclui: Carlos Santana, Steve Vai, Kurt Cobain, Angus Young, Slash, Brian May, Mark Knopfler, Joe Satriani, Eddie Van Halen, Tom Morello.

Veja só que show:

 

Fonte: http://uhull.virgula.uol.com.br
Dica de: Digão

Qual será a mais cantada no Rock in Rio? Essa foi a manchete publicada no Portal do G-1, com as supostas canções mais cantaroladas pelo o público.

O cast de atrações que conta desde Rihanna, passando por nomes que fizeram parte da 1ª edição do festival em 1985, como; QUEEN, e Rod Stewart, e posteriormente, por outras edições, METALLICA, FAITH NO MORE, A-HÁ, Elton Jonh, Lulu Santos e Kate Perry. A novidade do Festival é o show da banda de Hard ‘n Heavy Californiana, MOTLEY CRUE, que faz sua última turnê, depois do anúncio sob o encerramento das atividades.

Confiram as canções e vote Clicando Aqui

 

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Resenha do show da banda “Maestrick” que tocou o álbum Queen II na íntegra.

Por: Kiko / Marcos Imamura

Assim que soube que soube que haveria um show no SESC de São José do Rio Preto, onde moro, em que uma banda tocaria o álbum Queen II na íntegra, é claro que fiquei doido. Além de mais que fã do Queen, o álbum Queen II é o meu preferido e contém a minha música preferida também, The March of the Black Queen. Fui, então, pesquisar quem era a banda que iria tocar. Quando descobri que a Maestrick era local, de S.J. Rio Preto, procurei contato na hora e conversei um pouco pelo facebook com o vocalista, Fábio Caldeira. Cara gente finíssima, já busquei mais informações sobre o show e, de cara, já dei os parabéns pela iniciativa e pela coragem, porque só querer assumir essa responsabilidade já indica muito da capacidade da banda.

O Maestrick é uma banda com trabalho autoral próprio, caindo mais pro rock pesado, mas com um som bem eclético, que passa por ritmos e estilos variados, mesmo dentro de uma mesma música, mas sempre com um cuidado especial com os vocais, como se pode ver nas duas músicas próprias que tocaram no show também (vejam os vídeos no final). Por esse estilo é que o Queen II se encaixa muito bem no perfil da banda.

A banda foi formada aqui na cidade de São José do Rio Preto/SP, no ano de 2006, e é formada por Fabio Caldeira (vocal e piano), Renato “Montanha” Somera (baixo e vocal), Heitor Matos (bateria e percussão) e Paulo Pacheco (guitarra). No show do Queen II, a banda esteve acompanhada de Maurício Lopes (teclados/backing vocals), Dani Castro e Carol Penhavel (backing vocals) e Rubens Silva (guitarra).

Quem tiver interesse em conhecer mais da banda, pode ver o site deles (www.maestrick.com.br) e ver também os dois últimos vídeos aqui deste post, com músicas autorais deles que tocaram no SESC. Também podem ouvir algumas das músicas na página da banda no Soundcloud: https://m.soundcloud.com/powerprog/sets/maestrick-h-u-c-ep

Enfim, como não podia deixar de ser, o show caiu nos ouvidos dos fãs de carteirinha do Queen, alguns porque fiz propaganda, outros por outros meios. Fato é que algumas pessoas me pediram pra gravar o show inteiro, já que não poderiam estar presentes. Depois, o Hélio Lima, do grupo Queen Eternamente, do facebook, me pediu pra escrever uma resenha sobre o show, que é o que estou cumprindo agora com esse post 🙂

No dia do show, estava viajando a trabalho e só cheguei em S.J. Rio Preto quase 20h. Fui pra casa, tomei banho, peguei a câmera e o tripé e fui pro SESC. De cara já fiquei impressionado como estava cheio. Acredito que a maior parte de pessoas que já conhecem e reconhecem o trabalho do Maestrick, além dos fãs do Queen e de rock, claro.

Arrumei tudo bem na frente do palco, mas a organização não me deixou usar o tripé, dizendo que atrapalharia a circulação. Então, desmontei o tripé e filmei tudo com a câmera na mão mesmo (o que justifica tremidas, principalmente nas músicas que curto mais :D).

Antes do show estava ansioso, imaginando se tocariam o álbum todo direto, como no disco. No final, algumas a banda emendou, em outras fez parada entre as músicas. De certo modo, faz sentido ter dado as quebradas para poder falar com o público. Mas, o mais importante foi ter mantido a sequência das músicas do disco no show.

Vale destacar também as ótimas explicações do Fábio (vocalista) sobre o disco, o conceito, a diferença entre os lados, e também sobre as músicas, em especial sobre a Fairy Feller’s Master Stroke, excelente. Isso tudo foi perfeito para o projeto que se pretendia, de tocar o Queen II na íntegra.

Antes de falar um pouco mais de cada música, algumas ressalvas. Primeiro, o show foi foooodaaaaaa. Não tem o que falar dos caras. Como disse, só de topar tocar o Queen II, os caras já merecem aplausos. E o Maestrick deu conta do recado. Veria o show e verei o show quantas vezes puder. No geral, os arranjos muito bem trabalhados, preocupação merecida com os vocais, timbre das guitarras muito bem arranjados à la Brian, o Fábio mandando hiper bem na árdua e dificílima tarefa de ser a voz de Freddie Mercury, e sem contar o super profissionalismo da banda.

Dito isto, minha maior ressalva é: vou fazer comentários e críticas ao show, críticas de um fã fanático pelo Queen, com anos de experiência ouvindo Queen no detalhe, e que, como tal, acha coisas pra criticar mesmo num show excelente como foi esse. Então, ressalto que nada das minhas críticas tira o mérito da banda e do show. São coisas bem pontuais, mas que espero possam ser construtivas pra banda (para as próximas apresentações do mesmo show).

QUEEN II

Procession

O show começou com a gravação de Procession. Tudo bem que o Queen usava o áudio da gravação original para abrir os shows na época. Mas eu teria tocado a música ao vivo no show. Tá certo que não é fácil a orquestração da guitarra, mas, bem ou mal, a banda estava com dois guitarristas, mais o tecladista que podia dar um apoio com teclado ou guitarra. Eu arriscaria e seria um diferencial legal logo de cara.

Father to Son

Logo quando o show mesmo ia começar, entrou por acidente uma música nada a ver e quebrou um pouco a expectativa. Mas acontece. Talvez pelo nervosismo, o primeiro acorde da guitarra já foi desencontrado com a bateria.

Aliás, um aparte ao show. Como fã e também como baterista fanático por Queen, uma coisa que não gosto, e sei que isso é normal mesmo para as bandas tributo ao Queen, é que o cuidado que as bandas têm de tocar as guitarras, pianos, baixos e etc igual ao Queen acaba faltando pra bateria. Parece que a bateria não tem arranjo próprio, mas pra mim tem. Aliás, por isso que gosto tanto do Neil Peart, do Rush. O cara toca um arranjo na bateria. Não é nada aleatório.

Em Father to Son, por exemplo, senti muita falta de a bateria ser como a da gravação. Isso faz falta principalmente nos momentos em que é a bateria que faz a transição entre algumas variações da música.

Ponto alto da música foram os vocais, que ficaram excelentes, e o som das guitarras, e também os solos, que ficaram muito bem encaixados.

White Queen

A música já começou bem demais, com os efeitos na guitarra excelentes, no clima exato da gravação. Ficou perfeito. O uso do teclado para fazer os vocais antes da parte pesada da música também ficou perfeito.

De novo, me dói a bateria não ter sido igual à da gravação. Mas, em White Queen isso não pesou muito.

As improvisações no meio da música ficaram muito boas. A banda sacou bem que a música permitia isso e aproveitou bem para os solos improvisados de guitarra.

E a música terminou perfeita, as it began! 🙂

Some Day One Day

O violão inicial ficou excelente, assim como a guitarra.

Apesar de o estilo ser muito diferente do Freddie, a voz do Fábio coube bem na música também como Brian May.

Pode parecer detalhe, mas o pandeiro tocado pela backing vocal ficou perfeito, principalmente no final da música. Excelente.

Só achei que a finalização da música ficou estranha. Senti falta da volta da música depois da parada. Mas dá pra entender, porque se voltasse, seria difícil também fazer um final da música, no lugar de ir abaixando o som.

The Loser in the End

Confesso que essa é a música que menos curto do disco. Na verdade, confesso que isso é comum pra mim, porque até o final dos anos 70, as músicas do Roger (e olha que eu sou baterista por causa dele) sempre foram as que menos me atraíram nos discos do Queen (tipo Drowse, Fight from the Inside, More of that Jazz), apesar das ótimas exceções tipo Sheer Heart Attack e I’m In Love with My Car.

Mas, voltando ao show, justamente por ser do Roger é que, nessa música, fez falta a bateria ser exatamente como no disco. O início da música, por exemplo, pra mim, não permitia improvisações ou mudanças. Pra mim, tirou a caracterização da música.

Também por ser música do Roger, o vocal ficou prejudicado. Não é culpa do Fábio, mas o timbre e altura da voz do Roger dificultam qualquer um de cantar no estilo parecido.

Apesar de as guitarras estarem como no arranjo do disco, faltou uma cama de som no fundo, um teclado talvez, como se percebe no disco. Acabei sentindo que as guitarras soaram muito em socos, quebrando um pouco a música de um jeito que não tá no disco.

Houve umas falhas da banda no arranjo, como o desencontro da guitarra com a bateria no final, mas nada comprometedor.

Ponto alto foi a banda ter aproveitado bem que o final da música libera pra uma improvisação e fizeram ótimos solos de guitarra.

Ogre Battle

Começo da música excelente, como o Queen fazia ao vivo, mas com um pequeno erro na guitarra, que cortou um pedaço da música. Tirando isso, a música inteira foi boa demais, pesada como deveria!

The Fairy Feller’s Master Stroke

O instrumental e os vocais ficaram fenomenais. As meninas cantando a parte alta da música também ficou excelente! E o ponto alto da música, e um dos melhores do show, foi o trecho só em vocal no meio da música. Excelente ideia da banda e muito bem executada.

Nevermore

Essa eu realmente gostaria que já tivesse efetivamente começado emendada com Fairy Feller’s, sem espera, porque acho que faz parte do “pacote” de Fairy Feller’s. Tirando isso, a música foi muito bem executada. Acho só que os vocais ficaram um pouco sumidos. Podiam ter tido um pouco mais de foco, estarem mais altos, porque são ponto alto desta música pra mim.

The March of the Black Queen

Minha música preferida do Queen. O vídeo está bem mais tremido porque eu estou realmente na curtição da música.

Destaque para o piano perfeito que ficou! Timbre das guitarras perfeito também. Só houve umas falhas de algumas notas nos solos de guitarra.

A parte vocal na parte mais lenta no meio ficou muito boa, principalmente considerando a dificuldade que é de fazer esses vocais.

Outro detalhe muito bom foi a voz do tecladista (Maurício) fazendo a parte do Roger depois que volta o rock pesado. Caiu muito bem.

Enfim, uma bênção ouvir ao vivo minha música preferida tocada neste nível de qualidade.

Funny How Love Is

Nessa ficou perfeita a emenda com March of the Black Queen. Ficou perfeito com as backings cantando. O arranjo ficou muito bom também.

Seven Seas of Rhye

O timbre do teclado soou um pouquinho estranho no começo e houve uns desencontros no arranjo no meio da música. Mas a música ficou muito boa.

No final, como sugestão, acho que seria legal terminar o show com a gravação de “”Oh, I do like to be beside the seaside”, como no final do disco do Queen. Acho que daria um clima bem legal pra encerramento da apresentação, fechando o álbum (ainda mais que começou também com a gravação inicial de Procession).

BÔNUS

Além das músicas do Queen II, o Maestrick deu de lambuja no show mais duas músicas do Queen: Love of My Life e Bohemian Rhapsody.

Love of My Life

Não tinha como ser diferente. A música é linda e com o local lotado e cantando junto, a apresentação ficou ótima. Só o arranjo foi modificado, não sei se por erro ou propositalmente.

Bohemian Rhapsody

O Maestrick encerrou a apresentação da melhor forma possível, com uma ótima rendição de Bohemian Rhapsody. A backing vocal cantando parte da música caiu muito bem também.

Mérito também de terem feito ao vivo a parte da ópera no meio. A minha banda, Bohemian Queen, sempre tocou ao vivo Bohemian Rhapsody na íntegra, inclusive a ópera, e sei muito bem a complexidade que é fazer isso. Claro que ajudou o fato de ter backing vocals, que facilita, mas o trabalho não fica menos complexo. E ainda fizeram o vocal inicial da música. Bom demais.

MÚSICAS AUTORAIS

O Maestrick apresentou no show duas músicas de composição própria, Puzzler e Aquarela. As duas estão no Soundcloud pra quem quiser ouvir.

Puzzler

Essa música é um bom exemplo da complexidade que é o Maestrick. Ao mesmo tempo que a música é pesada, o ritmo soa praticamente regional brasileiro, permitindo a brincadeira até com o público cantando Puzzler.

Aquarela

Os vocais da música são muito bons e a música é cativante. Dá vontade de sair cantando. Os arranjos variados e bem elaborados ao longo da música. Deu pra ver no show também que o público conhece a banda e sabia cantar a música já.


VÍDEOS

Procession + Father to Son + White Queen (primeira parte)

 White Queen (continuação)

 Some Day One Day

 The Loser in the End

 Ogre Battle

 The Fairy Feller’s Master Stroke + Nevermore

 The March of the Black Queen + Funny How Love Is

 Seven Seas of Rhye

 Love of My Life

 Bohemian Rhapsody

Puzzler

 Aquarela

 

 

Fonte: https://pianobranco.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Durante os anos em que o QUEEN esteve ativo, em sua formação clássica, algumas canções foram gravadas sem quaisquer participações de Freddie Mercury, seja como vocalista, compositor ou vocal de apoio. Veja e ouça músicas que constam nestes exemplos.

Good Company

A décima faixa do clássico “A Night at the Opera”, gravada pelo trio Brian May, John Deacon e Roger Taylor, foi escrita por Brian. Sua sonoridade, que de certa forma emula a Original Dixieland Jass Band, tornou-se um destaque no estilo de May, o qual se destaca no ukelele.

Fight from the Inside

“Fight from the Inside” foi escrita por Roger Taylor, que a grava quase completamente sozinho, ficando responsável, além da bateria, pelo baixo, guitarra base e vocais. Brian May aparece em alguns momentos, no entanto, não há participação de John Deacon e Freddie Mercury.

More Of That Jazz

De autoria do baterista Roger Taylor, mais uma vez contém sua participação predominante e tocando quase todos os instrumentos. No meio de “More Of That Jazz” ainda há recortes de outras músicas do álbum “Jazz”.

Hijack My Heart

Depois do álbum “Jazz”, o único disco que teria alguma canção sem a participação de Mercury seria “The Miracle”, de 1989. Nele, várias canções a mais foram gravadas, algumas delas destinadas a serem B-sides de singles, outras arquivadas. “Hijack My Heart” foi escrita e gravada por Roger Taylor, músico que, nesta época, também mantinha projetos paralelos.

Sleeping on the Sidewalk

De autoria de Brian May, “Sleeping on the Sidewalk” faz parte do “News of the World” e é outra canção do disco gravada sem Mercury. Brian, John e Roger tocaram o instrumental da faixa ao vivo no estúdio, e mais tarde, May gravou os vocais.

Leaving Home Ain’t Easy

“Leaving Home Ain’t Easy”, do álbum “Jazz”, é outra de Brian May. De condução suave, a balada conteve exclusivamente seus vocais.

Chinese Torture

Uma das poucas faixas instrumentais do Queen, “Chinese Torture” foi gravada pela cozinha da banda, sob a condução de Brian May. O registro ocorreu durante as sessões de “The Miracle”.

Lost Opportunity

Ficando de fora do álbum “Innuendo”, por conta da música “Delilah”, “Lost Opportunity” é um blues rock cantado por Brian May, numa época em que estava sofrendo de depressão. A canção é uma das mais melancólicas desta época.

No-One but You (Only the Good Die Young)

Gravada em 1997 como single da coletânea “Queen Rocks”, “No-One but You (Only the Good Die Young)” foi escrita por Brian e Roger, com a participação de John Deacon. A canção, em homenagem a Freddie, foi uma das últimas de toda a carreira do Queen.

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