Canal Bis tem programação especial no Dia dos Pais

Canal exibirá shows do Deep Purple, AC/DC, Iron Maiden e Queen no dia 9 de agosto, a partir das 19 horas.

No Dia dos Pais, o Canal Bis preparou uma programação especial! No dia 9 de agosto, a partir das 19 horas, grandes nomes do rock dominam a tela da TV em apresentações históricas.

E depois de ir ao ar na TV, o especial ficará disponível no Bis Play até o dia 24 de agosto.

Confira:

19h – Deep Purple: Perfect Strangers 1984
1984 marcou o retorno das atividades da banda com sua formação clássica, a Mark II, composta por Ian Gillan, Ritchie Blackmore, Jon Lord, Roger Glover e Ian Paice. Eles gravaram um novo álbum de estúdio, “Perfect Strangers”, e saíram em turnê. Esse show, gravado na Austrália, é o filme-concerto que registra esse momento, um show impressionante com a banda em sua melhor forma e um setlist que mistura faixas do agora cônico álbum “Perfect Strangers”, com favoritas do início dos anos 1970, culminando com “Smoke On The Water” em um final épico.

20h – AC/DC: Live At Donington 1991
Filmado em 35mm, esse registro histórico de duas horas do show que o AC/DC fez na Inglaterra não deixa de fora nenhum clássico da banda.

21h – Iron Maiden: En Vivo Live
O show filmado em 2011 conta com a presença de mais de 50 mil fãs em êxtase no Estádio Nacional, em Santiago do Chile, durante a Round The World In 66 Days, uma perna da turnê The Final Frontier World Tour.

22h – Queen Live In Rock In Rio 1985
Histórico show do Queen realizado durante a 1ª edição do Rock in Rio, em 1985. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon desfilaram sucessos e marcaram a memória de muita gente com a apresentação inesquecível de Love of My Life.

 

Fonte: http://canalbis.globo.com/
Dica de: Roberto Mercury

Rádio ‘Antena 1’ traz a banda Dios Salve a la Reina dia 28/08/2015 a São Paulo e sorteará 2 ingressos

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Fonte: www.antena1.com.br
Dica de: Roberto Mercury

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Por: | www.planocritico.com


queen jazz

estrelas 5,0

Sétimo álbum de estúdio do Queen, Jazz (1978) é uma provocação sem fim, a começar pelo título. Como se disse tempos depois, era muita petulância uma banda de rock lançar um disco chamado Jazz e não colocar um único jazz nele. Tem até uma canção chamada More of That Jazz, que fecha o disco, mas ela é uma new wave experimental (proto-Hot Space — só que com qualidade — juntamente com Fun It) baseada em ostinatos de vocais deliberadamente não melódicos e montagem-sumário que aparece e some de forma abrupta, apresentando-nos pedaços de Dead On Time, Bicycle Race, Mustapha, If You can’t Beat Them, Dead On Time, Fun It e Fat Bottomed Girls.

Não é de se espantar que um crítico como Dave Marsh tenha se sentido tão bravo e tão “agredido” pela banda que não se fez de rogado em publicar um dos textos mais agressivos que já escreveram sobre o Queen (revista Rolling Stone, fevereiro de 1979). Ele simplesmente comprou e levou a sério toda a provocação musical que o quarteto da rainha fez em Jazz.

Gravado na França e na Suíça, Jazz foi o primeiro disco do Queen realizado fora do Reino Unido, uma medida encontrada pelo contador do grupo para que eles fugissem dos altos impostos de sua terra natal. Contando o período de turnê e os 4 meses de trabalho em estúdio, a banda passou praticamente um ano longe de casa.

O conceito para a capa veio de um grafite visto por Roger Taylor no Muro de Berlim, em 1978.

O conceito para a capa veio de um grafite visto por Roger Taylor no Muro de Berlim, em 1978.

Voltando a trabalhar na produção com Roy Thomas Baker, o Queen seguia de forma mais ambiciosa com a virada de jogo feita em News of the World (1977), quando se afastaram do operístico e abraçaram vertentes próximas ao pop e novidades dos gêneros e questões populares que então chamavam a atenção da cena musical na década. É assim que explicamos, por exemplo, a presença de um funk em Jazz, a canção Fun It, de Roger Taylor; ou o belíssimo tributo de Brian May a Elvis Presley, falecido um ano antes, em um blues de arranjos jazzísticos chamado Dreamers Ball.

A mudança de produção musical permanece aqui, em um nível bem mais alto, mais pomposo, quase flertando com os intricados discos da fase operística. Mas, diferente de
NOTW, a banda não estava mais tão insegura quanto aos novos rumos. Talvez pela presença de Roy Thomas Baker na co-produção ou talvez porque eles eram verdadeiros camaleões, mas o fato é que à exceção de Fun It, que é uma canção muito boa, mas causa algum estranhamento na maioria dos ouvintes, não existem desacertos ou desníveis musicais em Jazz, mesmo se considerarmos a grande “estranheza-surpresa” do álbum, Mustapha, cantada em inglês, árabe e persa e com um arranjo misto de cantos árabes e rock, com direito a longos ciclos executados vocalmente em ritmos “desorientados”. Trata-se de uma faixa curiosíssima, perfeita para abertura do disco, um pequeno eco dos experimentos da banda até
A Day at the Races.

Mas as faixas que mais marcam a presença do Queen fora do Reino Unido e mostram influências do ambiente em que estavam morando ou a gigantesca fama que gozavam nesse momento de sua carreira vem com uma tríade aberta por Fat Bottomed Girls, uma das “músicas de seções” de Brian May, com elementos de rock, um pouco de blues & coro em ritmo intricado, apesar da melodia simples; seguida por Bicycle Race, que gerou polêmica pelo vídeo com as ciclistas nuas no Wimbledon Stadium, um clipe que é quase uma piada pronta:

_ Ei, quer ouvir uma música sobre corrida de bicicletas?

_ Nah, to de boas.

_ Tem mulher pelada no clipe.

_ Quero.

Mercury escreveu a letra enquanto gravavam o disco. Sua inspiração veio após assistir ao Tour de France 1978, e ele aproveitou a ocasião para adicionar um grande número de referências culturais à canção, como os files Tubarão e Star Wars, além de citar o caso Watergate, a Guerra do Vietnã e aos personagens Peter Pan, Frankenstein e Superman. Mas para além da letra interessantíssima, Bicycle Race é uma aula de como unir sessões de diferentes escalas, tempos e estilos; uma verdadeira corrida musical que se tornou, merecidamente, um instantâneo hit.

A “trilogia da estadia no estrangeiro” termina com Don’t Stop Me Now, outra de Mercury, que além de ter uma letra metricamente perfeita, possui bons detalhes de produção (destaque para o coro de arranjos instrumentais de diversas fontes) e se constitui um dos mais queridos piano-rock desde então. E ainda nesse ambiente, é necessário citar a bela e obscura Jealousy, que não só é uma das melhores músicas do disco como também uma das melhores representações do ciúme que já tivemos na história do rock. May usou aqui o mesmo efeito para violão acústico que usara em White Queen, criando vibrações nas cordas que dão um efeito sonoro parecido com o de uma cítara, tornando a balada ainda mais rica e “exótica” musicalmente, indo de encontro ao complexo estado de sentimentos do eu-lírico.

Perceba que o conjunto das faixas de Jazz é perfeitamente digerível por todos os públicos, não só pela enorme variedade de gêneros musicais como também pela qualidade técnica das canções, que, sendo nos vocais de Mercury, Taylor ou May, possuem interpretações inspiradas, bem realizadas e muito bem integradas.

Dentre as mais calmas do disco, por assim dizer, há duas do Lado B para citar, In Only Seven Days, a delicada balada de “fim de verão” de John Deacon, a única das 13 canções sem harmonias vocais do disco. Esta e a outra composição dele para Jazz, If You Can’t Beat Them, possui um um encanto vocal e harmônico impressionantes, tendo a última um dos mais longos solos de guitarra da banda. A outra faixa dentre as “mais calmas do disco” é também uma delicada balada, só que no gênero folk, chamada Leaving Home Ain’t Easy.

A versatilidade de composição, em forma e estilo, já tinha alcançado maturidade em Brian May a essa altura de sua carreira e isso é perceptível não só na diferença gigantesca entre as canções — e não me refiro apenas ao básico mas em toda a concepção das faixas –, basta ouvir à já citada Leaving Home Ain’t Easy e ao originalíssimo rock Dead on Time que porta um dos melhores trabalhos instrumentais de May e uma das definitivas performances de Roger Taylor em estúdio. Sério. Ouçam com atenção a bateria dessa música.

Para muitas pessoas, Jazz dificilmente estará na lista de “grandes álbuns” do Queen (e quero deixar claro, embora creio que já tenha ficado, que eu não sou uma delas). A “concessão” que faço é ao funk de Roger Taylor, que até cito no “Diminui!” abaixo com um grande TALVEZ, mais como olhar crítico geral do que como opinião pessoal.

Acho que o segredo para mergulhar com tudo nesse disco é ouvir de verdade o que Mercury pede em Let Me Entertain You, seu hard rock cíclico com dois tempos pesados e dançantes, dirigidos à plateia e com referência ao próprio estilo da banda, trazendo até uma menção nas entrelinhas a Teo Toriatte, de
A Day at the Races: deixe-se entreter. E impressione-se.

Aumenta!: Don’t Stop Me Now

Diminui!: TALVEZ Fun It, dependendo do ouvinte. Eu, particularmente, adoro a música, mas sei que tem muita gente que a acha a pior do disco.

Minha canção favorita do álbum: Jealousy

Jazz
Artista: Queen
País: Reino Unido
Lançamento: 10 de novembro de 1978
Gravadora: EMI, Parlophone
Estilo: Rock

Por: | www.planocritico.com


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Fonte: http://www.planocritico.com
Dica de: Roberto Mercury

21 anos de comoção do maior ídolo da história do esporte Nacional, quiçá Mundial, “Ayrton Senna da Silva”, “Ayrton Senna do Brasil”.

O respeito e reconhecimento permanecem mais vivos que nunca, com o registro de fãs do piloto pelo mundo afora, através de vídeos de clássicos do Rock que representam todo espírito de idolatria e orgulho.

Os vídeos representam diferentes momentos da trajetória do piloto, como vitórias inesquecíveis, como a lendária ultrapassagem no GP da Europa, o famoso título ‘a maior volta de todos os tempos’, no circuito de Donnington Park, em 1993, quando o Senna ultrapassou 4 carros em apenas 1 volta, largando na 5º posição, em uma corrida tida por muitos especialistas, como um circuito sem ponto de ultrapassagens, que posteriormente, Senna mostrou o contrário, vencendo o GP e marcando a história da história da F-1, mesmo não tendo o melhor carro no momento, supostamente.

Prestígio e reconhecimento que veio em forma de homenagem, com uma estátua do piloto.

A compilação descreve os momentos épicos citados, até o fatídico dia, 1º de maio, acidente que vitimou além do ídolo eterno, “Ayrton Senna”, também teve a perda do Austríaco “Roland Ratzenberg”, no GP de Imola (Itália), conhecido como um dos prêmios mais trágicos da história da F-1.

A compilação de vídeo conta com, desde: BON JOVI, SURVIVOR, AEROSMITH, QUEEN, passando por TINA TURNER, entre outros.

Confiram os vídeos:

“I want it all”, QUEEN

“Who wants to live forever”, QUEEN

“The show must go on”, QUEEN

“Thank you for loving me”, BON JOVI

“I don’ t wanna miss a thing”, AEROSMITH

“Eye of tiger”, SURVIVOR

“We don‘ t need another hero”, TINA TURNER

“Simply the best”, TINA TURNER

Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Queen: As 10 melhores composições de Brian May

 

Assim como ocorria nos Beatles, o Queen destacou-se por possuir quatro integrantes que contribuíam individualmente para o processo de composição.

John Deacon, Roger Taylor, Brian May e Freddie Mercury não limitavam-se apenas às suas respectivas funções. Todos os músicos envolvidos compunham e cantavam, podendo-se concluir que um dos melhores compositores da banda era o guitarrista Brian May.

Imagem

Apenas Freddie Mercury compôs mais do que Brian May na banda. Ao longo dos anos, o guitarrista concebeu algumas das canções mais emblemáticas e populares do Queen.

Sob essa ótica, o “Ultimate Classic Rock”, concebeu uma lista com aquelas que o portal considera as melhores composições de Brian May.

Confira:

10. HAMMER TO FALL [THE WORKS – 1984]

O álbum The Works (1984), contou com quatro singles de sucesso, cada um deles concebidos por um integrante diferente. “Hammer to Fall” é uma composição de Brian May, e destila musicalidade e uma sonoridade calcada no hard rock, com timbres e riffs que se tornaram características primárias da sonoridade da Red Special de Brian May.

Mas a canção não fica restrita apenas à uma melodia arrebatadora. A letra também expõe as qualidades de compositor de Brian May. Astrofísico, músico e professor, May fala sobre holocausto nuclear que pairava sobre várias gerações na Guerra Fria.

09. WHO WANTS TO LIVE FOREVER [A KIND OF MAGIC – 1986]

O álbum A Kind Of Magic foi a trilha sonora para o filme Highlander, e de todas as composições memoráveis do álbum, nenhuma captura o tema subjacente do filme como a pungente “Who Wants To Live Forever”.

Esta composição de Brian May é exuberante e apresenta um apoio no campo sinfônico, repleto de overdubs nas vozes dos quatro integrantes da banda, que juntos criavam a plataforma perfeita para que a canção chegasse ao climáx, quando Freddie Mercury eleva a sua voz e a canção ganha contornos de rock n’ roll, com Brian May abandonando o teclado por alguns instantes e entoando a sua guitarra com precisão cirúrgica.

08. KEEP YOURSELF ALIVE [QUEEN I – 1973]

Proveniente do álbum de estréia da banda, o primeiro single do Queen não fora um sucesso absoluto no Reino Unido, porém, serviu para mostrar o potencial de Brian May como guitarrista e compositor, além de externar a capacidade da banda para trabalhar todos os meios envolvidos em uma gravação de estúdio, desde as orquestrações “multi-tracks” até overdubs e reverbs.

“Keep Yourself Alive” foi o primeiro passo de Brian May e companhia para mostrar ao mundo do que eram capazes. A forma clássica com que Brian May entoa a sua guitarra nos riffs iniciais são o ponto alto da canção.

07. GOOD COMPANY [A NIGHT AT THE OPERA – 1975]

Com todo respeito à bombástica “The Prophet’s Song” e à folclórica canção científica “39”, a canção de A Night At The Opera que melhor externa os talentos de compositor de Brian May, é a contagiante “Good Company”.

A canção foi escrita em homenagem ao pai de May, e traz uma levada folk contagiante e divertida, com arranjos sendo tocados por um ukelele de seu pai que May carregava desde a infância. “Good Company” têm alguns elementos que à remetem ao jazz de grupos como o Dixieland. As guitarras e todos os seus efeitos meticulosos complementam a canção de forma brilhante.

06. BRIGHTON ROCK [SHEER HEART ATTACK – 1974]

“Brighton Rock” mostrou que Brian May era, de fato, um dos maiores guitar-hero dos anos 70. Sempre preocupada em esculpir épicas canções, nem sempre o Queen deixava espaço suficiente para Brian May demonstrar todo o seu talento como guitarrista.

Esta mágica canção “guitarrística” trazia elementos mágicos e auto-indulgentes, trazia um Brian May mais solto e pronto para mostrar todo o seu talento diante de sua Red Special, extrapolando magistralmente os limites iniciais, e contando com a contribuição espetacular de Roger Taylor no arranjos rítmicos.

 

05. TIE YOUR MOTHER DOWN [A DAY AT THE RACES – 1976]

A letra “humorada” de “Tie Your Mother Down”, provava que May podia ser tão pernicioso quanto Freddie Mercury. A canção traz riffs simples, certeiros e diretos, e fora a primeira canção a ser executada por May e sua banda, após a morte de Freddie Mercury.

A canção encaixou-se espetacularmente bem em sua voz e tornou-se uma de suas canções mais notáveis.

 

04. FLASH’S THEME [FLASH GORDON – 1981]

Embora seja phD em astrofísica e um geek viciado em ciência, foi na composição desta trilha sonora para o filme “Flash Gordon”, que May diz ter se encontrado.

Ele foi o capitão à levar o Queen ao planeta Mongo e derrotar o impiedoso imperador Ming com suas armas musicais.

03. FAT BOTTOMED GIRLS [JAZZ – 1978]

Aqui vemos outro exemplo que vêm coroar um lado insolente de Brian May como como compositor. “Fat Bottomed Girls” apresenta riffs abrasadores e um refrão espetacular.

Embora tenha recebido críticas de mulheres acima do peso, a canção e o seu tom cômico foi um sucesso nas paradas.

 

02. NOW I’M HERE [SHEER HEART ATTACK – 1974]

“Now I’m Here” é uma das composição amadas de Brian May, pois ela contrata, de forma sublime, passagens calmas, explosivas e dramáticas.

Nada mal para uma música que Brian May compôs enquanto estava doente, né?

Sim, a canção têm um processo de composição curioso. May a compôs enquanto estava internado em um hospital, recuperando-se de uma hepatite.

Desde então, a canção se fez presente em boa parte dos shows da banda, e tornou-se um marco por trazer quase todos os elementos que faziam do Queen uma das melhores bandas do mundo.

 

01. WE WILL ROCK YOU [NEWS OF THE WORLD – 1977]

Porque se contentar com apenas uma faixa para coroar o top 10 de composições de May, quando temos duas versões diferentes de “We Will Rock You”.

A versão original é ritmada inteiramente em palmas e vozes em uníssono, que transformavam esta canção d arranjo simples, em uma das mais poderosas já feitas. Um verdadeiro hino, aclamado em estádio do mundo inteiro.

 

A segunda versão é um hard rock envolvente, rápido e pesado, já tendo recebido releituras de inúmeros aristas, como André Matos e Guns N’ Roses. Aqui vemos um rock n’ roll mais tradicional e um excepcional trabalho de guitarra de Brian May.

 

 

Dica de Roberto Mercury

FONTE: http://whiplash.net

A música “We Will Rock You” aparece em 3 novos vídeos! Uma no novo comercial da Pampers “Total Confort o Sono do Bebê Sequinho”, e em dois trailers dos filmes: “Pixels” e “Carrossel – O Filme”.

Confira!! 

Comercial: “Pampers Total Confort o Sono do Bebê Sequinho”


Trailer do Filme: “Pixels”


Trailer do Filme: Carrossel – O Filme

 

Dica de Roberto Mercury

Um grupo de investigadores da Universidade de Cambridge decidiu levar a música até à ciência e explica agora como o estilo musical de eleição pode espelhar o tipo de pensamento de cada pessoa

O estilo de pensamento determina a escolha musical. Ou melhor, o gosto musical explica como o cérebro trabalha. Esta é a conclusão de um recente estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista científica PLoS One.

Para este estudo e de forma a determinar o estilo de pensamento das pessoas, os investigadores britânicos dividiram a personalidade nos dois grupos da teoria da empatia-sistematização, desenvolvida e eternizada por Baron-Cohen.

Conta o CNet que nesta investigação participaram 4.000 voluntários, que definiram a sua personalidade numa aplicação no Facebook e participaram num teste em que tinham que ouvir e avaliar 50 peças musicais compostas por 26 géneros e subgéneros.

Depois de analisarem os traços de personalidade e os gostos musicais apresentados, os investigadores notaram que:

As pessoas com alta pontuação na empatia mostraram uma maior preferência por sonoridades sensuais e reflexivas, que expressassem emoções negativas ou que tivessem mensagens escondidas nas entrelinhas. Aqui incluem-se os estilos rhythm and blues, música eletrónica suave, country, soft rock ou canções mais calmas dos anos 80. Heavy metal e punk não faziam, de todo, parte dos gostos musicais.

Já aquelas que apresentaram maiores níveis na sistematização apresentaram um gosto particular por sonoridades enérgicas, intensas a nível sonoro e com um maior grau de complexidade, fator que fez com que os investigadores incluíssem a música clássica no leque de estilos das pessoas mais sistemáticas. Estes inquiridos mostraram-se amantes de sonoridades mais pesadas, como heavy metal, metal, hard rock e punk. Já sonoridades nacionais, melodias calmas e suaves não pertenciam ao reportório.

Para se ter uma melhor noção dos tipos de música que foram colocados nos testes, os investigadores revelaram as canções preferidas de ambos os grupos. Deste modo, os inquiridos que apresentaram um pensamento mais empático deram pontuações mais altas aos temas ‘Hallelujah’ de Jeff Buckley, ‘Come away with me’ de Norah Jones, ‘All of me’ de Billie Holliday e ‘Crazy little thing called love’ do Queen. Já os que tinham um pensamento mais sistemáticos preferiram ‘Concerto in C’ de Antonio Vivaldi, ‘Etude Opus 65 No 3’ de Alexander Scriabinm ‘God save the Queen de The Sex Pistols e ‘Enter Sandman’ de Metallica.

Para o mentor deste estudo, Jason Rentfrow, a investigação vem provar que a música “é um espelho do eu” e “uma expressão de quem somos emocionalmente, socialmente e cognitivamente”.

 

A Teoria de Baron-Cohen

A teoria da empatia-sistematização defende a existência de um pensamento de empatia – ou feminino e capaz de reconhecer sentimentos alheiros e reagir com as emoções adequadas – e um pensamento sistemático – ou masculino, capaz de responder automaticamente às mais variadas situações e de forma metódica.

Segundo Baron-Cohen, todas as pessoas possuem estes dois tipos de pensamento, mas um deles é mais predominante.

 

Fonte: www.noticiasaominuto.com
Dica de: Roberto Mercury

Brendon Urie é vocalista e guitarrista da banda “Panic! At the Disco”. Ele é um showman!! E foi também o mais ousado ao fazer um cover de “Bohemian Rhapsody” no “Alternative Press Music Awards 2015”, na última quarta-feira.

A escolha valeu a pena. Urie sentou-se em seu piano e cantou as palavras de Freddie Mercury dominando  cada segundo da música.

 

www.cleveland.com
Dica de: Digão

“Um dia, ela simplesmente apareceu na sala dormindo e cantou a música ‘Bycicle Race’ e voltou para a cama”

Gente sonâmbula faz muita coisa esquisita. Tem gente que anda por aí, gente que cozinha, gente que “vê” TV… Mas uma menina chamada Kiwi Isabelle, de apenas 12 anos, faz algo extremamente bizarro: ela toca piano. Pois é, a menina simplesmente levanta, cai com a cara no instrumento, e começa a tocar. Sua família, ao pegá-la no ato, resolveu fazer um vídeo, que começou a despertar diversas teorias pela internet. Clique aqui para ver o vídeo, mas este não é o vídeo em que ela toca Queen, pois não está disponível.

Há quem diga que a menina está possuída pelo espírito de um músico. Já outros, acreditam que ela tenha sofrido abuso de algum professor de música e que essa talvez seja a manifestação de seus sentimentos reprimidos.

Seus pais contam que ela já teve muitos episódios semelhantes. “Um dia, ela simplesmente apareceu na sala, dormindo, cantou a música ‘Bycicle Race’, do Queen, e voltou para a cama”, conta o primo do pai da menina, James Hodgson. “No dia seguinte, ela contou que sonhou que estava em um palco cantando lado a lado com Freddie Mercury”.

Fonte: http://boainformacao.com.br

No programa “Pânico na Band” do último domingo (19/07/ 2015) a música “How Can I Go On” foi tocada em uma matéria.

Já na segunda-feira (20/07/15) no programa do SBT “Máquina da Fama”, o candidato Rick cantou e interpretou Freddie Mercury com a música “The Great Pretender”. Abaixo os dois vídeos.

“How Can I Go On” no programa “Pânico na Band

Rick canta e interpreta Freddie Mercury com a música “The Great Pretender”

Com Dicas de: Tainara Taylor e David neto

No programa “The Late Late Show”, em comemoração ao quinquagésimo programa, Adam Lambert fez uma paródio de “We are the champions” e cantou seu mais recente single “Ghost Town”, de seu terceiro álbum de estúdio.

Adam Lambert foi um dos convidados especiais do The Late Late Show, apresentado pelo comediante James Corden, nisso, em comemoração ao quinquagésimo programa, ele apresentou uma paródia do hino “We Are The Champions” da banda Queen, onde mudou a letra para homenagear James.

Além disso, é claro que ele não deixaria de divulgar a faixa dançante, “Ghost Town”, o primeiro single de seu terceiro álbum em estúdio, intitulado “The Original High”, lançado recentemente e que conseguiu estrear no TOP 3 dos 200 álbuns mais vendidos dos charts da Billboard.

Vale ressaltar que Adam está à frente da lendária banda de Freddie Mercury, onde realizarão uma série de shows pelo Brasil em Setembro deste ano, inclusive no primeiro dia do aniversário de 30 anos do festival Rock In Rio. Mal podemos esperar!


 Assista abaixo os vídeos (paródia de “We Are The Champions” e o single “Ghost Town”)

Paródia de “We Are The Champions”

single “Ghost Town”

 

Fonte: http://sobrepop.com
Dica de: Roberto Mercury

Tendo se passado mais de 23 anos desde a morte de Freddie Mercury, o Queen ainda continua faturando alto.

Dos anos 70 e 80 e até agora eles mais que duplicaram seus ganhos – passando de menos de 22 milhões de libras em 2013 para 48,5 milhões de libras no ano passado.

As turnês esgotadas do Queen, que vêm acontecendo desde 2012 (então com Adam Lambert como vocalista), contribuíram com 16,6 milhões (cerca de 81 milhões de reais), do total dos 48,5 milhões de libras (cerca de 237 milhões de reais).

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Uma caixa com toda a discografia do Queen em vinil será lançada em 25 de setembro deste ano
Uma caixa com toda a discografia do Queen em vinil será lançada em 25 de setembro. O box trará os 15 álbuns de estúdio da lendária banda em 18 discos – “Queen II” (1974), “Innuendo” (1991) e “Made In Heaven” (1995) serão lançados como álbuns duplos. Cinco anos foram necessários para se preparar o pacote que no Reino Unido custará cerca de R$ 1.500.

Todo o material foi remasterizado para soar da melhor forma possível em vinil e as capas reproduzirão fielmente as edições originais. Um livro em capa dura com 108 páginas com fotos raras, letras escritas à mão, informações sobre singles e vídeos e muitas informações sobre o quarteto também estarão na caixa.

Para completar, a renomada fábrica “Rega” anunciou que em conjunto com os remanescentes da banda, irá lançar um toca-discos temático especial do grupo.

Abaixo vídeo do trailer Oficial do Box Set. E mais abaixo fotos do Box Set e do toca-discos.

Trailer Oficial “Queen: The Studio Collection”

 


Fotos Box Set “Queen: The Studio Collection”

 


  Fotos Toca-discos: “Queen by Rega Turntable”

   

 

 

Fonte: www.vagalume.com.br

Partindo da premissa de que listas são normalmente polêmicas, tentarei apresentar uma argumentação plausível para justificar os músicos escolhidos.

Elaborar uma lista requer um processamento de dados relativamente simples, entretanto, dificilmente vemos alegações embasadas, fundamentadas, sólidas e convincentes acerca dos escolhidos.

Por isto, apresentarei argumentos, abordarei conceitos técnicos e, por fim, elencarei os dez melhores vocalistas da história do rock.

Por Danilo F. Nascimento


01. FREDDIE MERCURY (QUEEN)

Freddie Mercury é o vocalista definitivo do rock. O músico era performático, e podia cantar qualquer coisa. Hard Rock, Heavy Metal, Soul, Blues, Jazz, Folk, Pop, Opera, não importa a vertente ou gênero, se Mercury fosse o interprete, certamente não desapontaria.

Freddie Mercury tinha uma voz extremamente versátil, capaz de transitar, com a mesma competência, por regiões graves, médias e agudas. Por muito tempo, acreditou-se que Freddie era contratenor, ele tinha um histórico invejável, com a excelente área de 3 oitavas e uma sexta maior, incluindo seu falsete (F1 – D5) Como o falsete não conta como parte da faixa real de uma pessoa, o seu alcance real na voz plena era de três oitavas (F1 – F4).

Mas, na realidade, Freddie, segundo a cantora lírica Montserrat Caballé, era barítono, e não tenor. Sua gama mais grave (abaixo de C2) não faz parte da gama de um tenor. Freddie fora um barítono, que cantou a maior parte de sua carreira na tessitura de um tenor, principalmente nos anos 70. Normalmente mantinha sua voz entre G2 e G3.

Com o decorrer de sua carreira, Freddie permitiu-se transitar com a sua voz entre E2 e F # 3 (uma terça menor abaixo do seu recorde anterior), embora tenha demorado um pouco para chegar à esta marca confortavelmente. Freddie costumava transitar com sua voz de cabeça entre D3 e F # 3, sendo que o seu falsete, normalmente, transitava entre F3 e G3. Seu alcance vocal natural está entre F1 a D5.

A voz do Freddie pode ser dividida em três fases distinta:
– 1972 até 1974 (Predominância de falsetes e voz de cabeça)
– 1975 até 1980 (Predominância de voz mista e voz de cabeça)
– 1980 até 1991 (Predominância de voz de peito e voz mista)

Com o passar dos anos a voz de Freddie tornou-se mais encorpada e dificilmente o vocalista conseguiria cantar boa parte de suas canções (em seus tons originais) nos dias de hoje, em parte pela mudança natural que a voz humana passa ao longo dos anos, e em outra parte pelo fato de Freddie sempre ter exagerado no consumo de álcool e cigarros, fatores determinantes para deteriorar a voz a médio e longo prazo.


02. ROBERT PLANT (LED ZEPPELIN)

Robert Plant está longe de ser o vocalista mais técnico da lista. Entretanto, sem ele, talvez, todos os vocalistas já citados na lista não existiriam. Sua voz aguda e poderosa influenciou praticamente todos os vocalistas de hard rock e heavy metal que vieram depois dele.

Plant cantava com o coração, influenciado por seus cantores de blues favoritos, e imprimindo a sua própria personalidade e interpretação em suas canções. Sua gama vocal é considerável, e sua extensão e tessitura são dignas de nota.

Porém, em 1992, ao participar do tributo ao Freddie Mercury, Plant foi duramente criticado, e estes críticos alegavam que ele não tinha voz para interpretar nenhuma canção de Freddie Mercury. Mais tarde, Plant admitiu que sua performance fora desastrosa e pediu para que Brian May a retirasse do DVD oficial do concerto, a mesma só pode ser encontrada em VHS pirata ou no youtube, é claro.

Sobre as mudanças em sua voz, Plant chegou a declarar ao VH1:

Cantar é como tocar uma guitarra, quanto mais você toca, mais você se torna habilidoso, mais seus dedos se movem mais rapidamente e todo esse tipo de coisa. Minha voz mudou, mas, ocasionalmente, eu ainda posso atingir tons e notas mais altas em canções específicas, mas é claro que não dá pra fazer isto o tempo todo, não sou mais um garotinho [risos].

Até 1973, a voz de Plant era clara, limpa e cristalina. Porém, no final deste mesmo ano, o vocalista danificou seriamente suas pregas vocais, sendo preciso intervenção cirúrgica para que voltasse a cantar. É evidente que sua voz (principalmente ao vivo) nunca mais foi a mesma desde então, mas isso de forma alguma tira o brilho do vocalista que foi e é Robert Plant.

Sua voz é inconfundível, e sobre as técnicas utilizadas, é possível observar que na execução de notas agudas, Plant usufrui de sua voz mista, ora com predominância de TA (Músculo Tireoaritenoídeo) com belting pleno, ora com sinergia de TA (Músculo Tireoaritenoídeo), e CT (Músculo Cricotireóideo) na maioria das vezes com abaixamento do palato mole (voz nasalada e estridente), além do yodel de finalização em algumas oportunidades.

Porém, em algumas outras, Plant utiliza com drive laríngeo (constrição das paredes laríngeas – tecnicamente inadequado).

Com o passar dos anos, Plant adotou uma nova maneira de cantar, e quando se vê na obrigação de cantar algo do Led Zeppelin, sempre o faz em tons mais baixos.

O vocalista é peça importantíssima dentro do hard rock e do heavy metal. Sua voz é originalíssima, tendo sido emulada e até imitada por muitos cantores dos gêneros. Sem ele, provavelmente, os vocalistas desta lista não existiriam. Robert deu identidade ao gênero e tornou-se um ícone cultuado em todo o mundo. E é por essas e outras, que Robert Plant é o segundo melhor vocalista de rock de todos os tempos.


03. RONNIE JAMES DIO (BLACK SABBATH, DIO)

Ronnie James Dio é o melhor cantor de heavy metal de todos os tempos. E isto é fato (há quem discordará)!

O timbre de Ronnie James Dio é uma incógnita. Em muitas oportunidades, sua voz soa como a de um barítono, entretanto, acredito que o vocalista seja tenor, pois alcança notas muito altas (sem a utilização de falsete) para um barítono.

O vocalista desenvolveu um ótimo domínio de sua respiração diafragmática ainda muito cedo, aos 5 anos de idade, quando aprendeu a tocar trompa, instrumento dificílimo e que exige uma respiração primorosa para execução.

A voz de Dio é naturalmente ressonante, e ele canta com um “ligado” impecável, sua dicção é clara e dá pra sentir a consistência de sua vibração orgânica. Geralmente, Dio organiza seu espaço de ressonância para criar um leve rosnado, sem apresentar qualquer resistência à sua respiração. Dá pra notar o quão saudáveis eram suas performances, ele entra e sai de breve momentos de harmonia com entonação impecável, não sendo possível notar qualquer tensão em suas pregas vocais.

As performances arrebatadoras de Dio são proporcionadas por um conjunto de técnicas, e dentre elas é possível citar o drive de epiglote (este drive era a marca registrada de Dio, seu cartão de visita, sendo produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe) e o seu domínio na utilização de sua voz mista (junção de voz de cabeça com voz de peito).

E é por essas e outras que é desse baixinho talentoso, a terceira colocação do meu ranking de melhores vocalistas da história do rock.


04. DAVID COVERDALE (WHITESNAKE)

ImagemOutro grande vocalista da história do rock. Dono de trabalhos e performances primorosas, acima de qualquer suspeita. David Coverdale é barítono e seu alcance pode variar entre F1 e A5.

O vocalista começou a ter as primeiras aulas de canto em 1974, tendo concedido inúmeras entrevistas na época alegando que havia aprendido a cantar com o estômago.

E cantar com o estômago, nada mais é do que cantar com o diafragma. Apoio e sustentação devem ser itens básicos na formação de qualquer cantor que se preze, e sem trabalhar a respiração diafragmática corretamente, é impossível obter resultados satisfatórios em médio prazo. Há de se salientar que, a melhor fase da voz de Coverdale fora em 1987, época em que o vocalista já tinha quase 40 anos de idade, ou seja, sem aprimorar a respiração, o vocalista jamais teria chegado a essa idade cantando como cantava, palavras de Steve Vai, guitarrista do Whitesnake no final dos anos 80.

Coverdale fazia inúmeros vocalizes e exercícios de respiração antes dos shows. Em um deles, para garantir apoio e sustentação, o vocalista respirava tão profundamente quanto possível e empurrava seu estômago para fora, em seguida repetia o exercício de forma ainda mais profunda, e ao expirar, contava os segundos (ou minutos) o mais alto possível, mas é claro, sem berrar ou tencionar a garganta.

O vocalista é conhecido por sua habilidade na utilização dos mais variados tipos de drives, dentre os quais é possível citar o drive creaky voice (que produz um efeito de uma voz estridente e rasgada) e o drive de epiglote (que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe).

Além disto, Coverdale domina com precisão técnicas como belting pleno (Voz mista com predominância de musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas) e o half belting (voz mista com predominância de músculos cricotireóideos, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas, comparadas à típica voz de cabeça).

A partir dos anos 90, Coverdale apresentou um caso grave de infecção crônica e sua voz nunca mais foi a mesma. Porem, em 2004, o vocalista se submeteu a um pequeno procedimento cirúrgico chamado voicelift, processo que rejuvenesce as pregas vocais (o vocalista Steven Tyler também passou pelo mesmo procedimento nos anos 90). O resultado pôde ser visto em 2006, quando realizou uma turnê em que sua voz estava soberba.

Mas, Coverdale descuidou-se no decorrer dos anos e apresentou novos problemas em suas pregas vocais, o que, de forma alguma, denigre tudo o que já fez pela música. E é por sua voz e seu talento acima de qualquer suspeita, que considero Coverdale o quarto melhor vocalista da história do rock.


05. GLENN HUGHES (DEEP PURPLE)

Glenn Hughes é um caso raro. O vocalista é como vinho, quanto mais velho, melhor canta. Talvez seja um dos pouquíssimos vocalistas da história que, hoje, canta melhor do que em sua fase áurea.

Hughes é multi-instrumentista e um cantor talentosíssimo, que domina técnicas oriundas das mais variadas esferas da música. Hughes pode cantar com tranquilidade todas as vertentes do rock, e até fora dele, como soul, folk, jazz, blues e reggae.

Seu timbre pode ser classificado como tenor, e seu alcance pode variar entre D2 e D6. Hughes possuí uma tessitura e uma extensão invejável, e sua respiração diafragmática é perfeita, graças ao trompete que aprendeu a tocar ainda quando criança.

Hughes diz que nunca estudou canto com um professor e sempre cantou de forma intuitiva. O músico cantava em um coral de sua escola, o que lhe deu uma boa base de aprimoramento para o seu talento. O vocalista tem total controle sobre sua voz de peito e de cabeça, além de dominar o belting, falsetes e de quase sempre cantar com a máscara de voz.

Ao utilizar drive, Hughes o faz por meio de drives estruturais, que são os False chords e o drive de epiglote (drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico).

O vocalista canta, ora com abaixamento do palato mole (efeito de estridência e nasalidade), ora com elevação do palato mole (espaçamento laringo-faringeo e enriquecimento dos harmônicos da voz).


 06.ROB HALFORD (JUDAS PRIEST)

Comumente conhecido como “Deus do Metal”, Rob Halford é um exímio cantor, dono de uma versatilidade incalculável, que lhe permite transitar com facilidade por regiões médias, graves e agudas. Suas maiores influências são Ian Gillan, Robert Plant e Freddie Mercury.

Seu timbre pode ser classificado como baixo-tenor, e sua extensão pode variar entre C2 e C♯6. Sua marca registrada são os seus agudos penetrantes, resultado que Halford consegue atingir quando “estica” as suas pregas vocais.

Halford possui um fabuloso espectro de cores e efeitos vocais para escolher. Sua dicção é fácil de entender e seu fraseado é impecável. E é impressionante como a forma de cantar de Halford pode variar, podendo passar por tons altos e ressonantes, passando por tons baixíssimos que só um barítono ou baixo poderia alcançar.

O vocalista costuma cantar com sua laringe elevada, e seu maior problema talvez seja conseguir integrar melhor todas as suas características vocais em unidade sólida. Com esta integração ele poderia incorporar a profundidade e a ressonância de sua natural voz baixa às partes mais altas.

Halford domina técnicas como o half belting (voz mista com predominância de músculos cricotireóideos, resultando, acusticamente, em notas agudas e encorpadas, comparadas à típica voz de cabeça), drive false chords (drive manipulado nas pregas vocais falsas) e drive de epiglote (drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico).


07. IAN GILLAN (DEEP PURPLE)

ImagemPara muitos, o timbre de Ian Gillan é uma incógnita. O vocalista já foi apontado como tenor e até barítono, tornando um pouco difícil a sua classificação real, já que em entrevistas passada Gillan já entrou em contradição, ora alegando que era barítono, ora tenor. Porém, ao levar em consideração a sua voz falada, tenho a impressão de que Gillan é barítono, embora, tenha conseguido realizar performances condizentes com um tenor em algumas oportunidades, assim como Matijevic, que embora seja tenor, há registros que chegam a soar como soprano (classificação de timbre feminino).

Gillan entrou no Deep Purple em 1969, e chamou atenção rapidamente, e devido ao poder de sua voz foi convidado à integrar o elenco do musical “Jesus Christ Superstar”, em 1972.

A voz de Gillan pode ser dividida em dois ciclos: anos 70 e 80, e anos 90 e 00.

Nos anos 70 e 80, Gillan sofria instabilidade nas zonas de passagem, além de utilizar voz de garganta em algumas oportunidades, tensionando-a demasiadamente em alguns momentos. Nos anos 90 e 00, o vocalista apresentou uma voz mais encorpada e volumosa, porém, sem quaisquer resquícios dos registros agudos onipresentes em outrora.

Ao longo dos anos, Gillan desenvolveu um bom apoio na ressonância e na faringe, o que lhe permitiu acomodar habilidades e técnicas vocais imprescindíveis para a sua performance, entre as quais podemos citar o seu “falsete de sino” (aqui Gillan apresenta um tipo de falsete raro e incomum, onde o seu músculo palatoestafilino avança consideravelmente), belting (aqui Gillan posiciona a sua laringe para cima, abrindo a boca e a voz de forma considerável) e máscara de voz (aqui Gillan projeta sua voz para cima, tirando-a da garganta), além é claro, de bom domínio no que tange a sua voz de peito e de cabeça.


08. BRUCE DICKINSON (IRON MAIDEN)

Bruce Dickinson possui uma das maiores vozes do Heavy Metal, de modo geral. O primeiro contato de Dickinson com o rock foi através dos Beatles. O vocalista aprendeu a tocar violão aos 10 anos de idade. Sua banda favorita é o Deep Purple, e Ian Gillan é uma de suas grandes inspirações, segundo ele próprio.

Embora nunca tenha estudado formalmente com um professor, Bruce é um vocalista extremamente técnico e versátil. Sua voz pode variar de suaves rosnados, até a sustentação de tons e notas mais altas. Além disso, sua dicção é facilmente inteligível. Ele consegue cantar as letras de forma ritmicamente intensa sem perder o ‘ligado’ e a dinâmica musical, algo que muitos cantores clássicos lutam para conseguir.

Suas performances trazem intensidade visceral e dramática, ora cantando de forma limpa, ora produzindo uma sonoridade de “irritação” que ocasionalmente colore o som de suas interpretações. O vocalista apresenta algo totalmente diferente de uma prega vocal tensionada, toda a sua laringe e garganta são manipuladas de uma forma que as faz ficarem completamente soltas e livres para responder às interpretações de Dickinson.

Entre as técnicas que mais utiliza, é possível citar o belting pleno (Voz mista com predominância da musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno) e o drive false chords (aqui Bruce canaliza o drive em suas “falsas” pregas vocais), além é claro, de sua impostação primorosa, onde o vocalista amplia as ondas de frequência por meio dos ressonadores superiores, realizada pela elevação e sustentação do palato mole com auxílio da abertura das narinas. O vocalista pode ser classificado como tenor, e têm um alcance que poder ir de A1 à B5. É de Bruce Dickinson a oitava colocação.


09. MILJENKO MATIJEVIC (STEELHEART)

Embora seja pouco conhecido no Brasil, Miljenko Matijevic possuí uma das vozes mais apuradas e técnicas da indústria fonográfica. É de Matijevic, os registros vocais mais agudos do hard rock. Mas é claro, levando-se em consideração os registros atingidos sem falsete. Se formos considerar falsetes, Jim Gillette (NITRO) é quem têm os registros vocais mais agudos do gênero. Além dos agudos onipresentes, o vocalista consegue transitar de forma formidável pela região média e até grave. Seu timbre pode ser classificado como tenor, e seu alcance pode variar entre E♭2 e B5.

Matijevic passou a frequentar aulas de canto nos anos 80, com a experiente professora Elizabeth Sabine, responsável por orientar as vozes de Michael Sweet (STRYPER), Axl Rose (GUNS N’ ROSES) e muitos outros. Entretanto, ao contrário de Rose, que praticamente não comparecia às aulas mesmo que as mesmas estivessem sendo custeadas pela gravadora Geffen Records, Sweet e Matijevic levaram as orientações de Sabine a sério, e continuam em excelente forma até os dias de hoje. Matijevic tornou-se uma figura conhecida nos Estados Unidos em 1990, com o lançamento do álbum homônimo de sua banda, o Steelheart.

Entretanto, foi em 2001 que Matijevic tornou-se mundialmente conhecido, ao “emprestar” a sua voz para o personagem Chris “Izzy” Coles (interpretado por Mark Wahlberg), do filme Rock Star. Inicialmente, o longa tinha a intenção de contar a história do Judas Priest, mais precisamente, na fase em que Tim Owens substituiu o ídolo Rob Halford. Entretanto, a direção do filme não obteve sucesso nas negociações com o Priest. Porém, manteve o enredo inicial, fazendo com que o personagem Izzy também substitui-se um ídolo no filme, na banda fictícia Steel Dragon.

Mas antes disso, em 31 de outubro de 1992, Matijevic passou por sérios apuros, quando sofreu um acidente em meio à um concerto realizado em Denver, no Colorado. O vocalista havia subido em uma coluna de suporte que não estava fixa ao chão. Quando o poste cedeu, Matijevic foi abaixo. O vocalista enfrentou o coma durante quase um ano, além de mais dois anos de fisioterapia intensiva, voltando à cantar apenas em 1996. Durante o filme Rock Star há uma cena que faz menção ao acidente de Matievic, quando o personagem Izzy sofre um acidente no palco e fica inconsciente.

O nono lugar vai para Miljenko Matijevic, vocalista que domina com maestria inúmeras técnicas vocais, dentre as quais é possível citar a máscara de voz (aqui as notas mais altas de Matijevic vibram sistematicamente nas regiões do rosto, nariz e cabeça, de forma frontal e esfenoidal, facilitando a projeção que viabiliza o alcance destas notas) e o belting (aqui, Matijevic posiciona a sua laringe um pouco acima do normal, utilizando ampla abertura vocal, o que lhe proporciona um timbre agudo e limpo).


10. MIKE PATTON (FAITH NO MORE)

O dono da décima colocação é um dos cantores mais versáteis da história da música. Embora não seja músico de formação clássica, capaz de ler partituras, Patton é dotado de uma habilidade outiva única e perspicaz.

O vocalista moldou a sua voz por intermédio de suas inúmeras influências musicais, que vão desde o Soul de músicos da Motown até a ópera de Pavarotti e Nicola Vaccai, passando por grupos alternativos como Living Colour e até clássicos como Queen e The Who.

O “Senhor das Mil Vozes” é conhecido pelo seu trabalho à frente do grupo alternativo FAITH NO MORE, mas o vocalista possuí inúmeros outros projetos paralelos onde apresenta toda a sua versatilidade e gama vocal privilegiada. Seu timbre pode ser classificado como barítono, sua voz têm predominância nas regiões médias e graves, e o seu alcance pode variar entre E♭1 e F♯7.

Embora nunca tenha estudado canto formalmente com um professor, Patton domina técnicas como o belting pleno (muito utilizada em teatros de norte-teatros americanos, Patton utiliza com maestria, trazendo a sua voz de peito para registros acima do normal) e voz mista, que, basicamente, é a junção da voz de peito (é a voz mais grave de um individuo, ressoa mais na cavidade torácica com a voz de cabeça até a altura da boca) e voz de cabeça (é a voz mais aguda de um individuo sem a utilização do artificio falsete, ressoa da parte de cima do nariz até as cavidades do rosto).

E é pela sua versatilidade, que o faz ter facilidade de cantar inúmeras vertentes distintas, que é de Mike Patton a décima colocação.


 

 

Fonte: http://whiplash.net

O dia 13 de julho é conhecido como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu em 1985, organizado por Bob Geldof

A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “Dia Mundial do Rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como: Queen, Paul McCartney, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, David Bowie, The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Joan Baez, BB King, Sting, Scorpions, U2, Eric Clapton, Black Sabbath, entre outros.

O objetivo principal do evento era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época.

Então, neste dia tão especial, nada melhor que relembrarmos o que é considerado por muitos críticos a melhor apresentação do Queen de todos os tempos!! Queen no Live Aid!!

Antes, algumas curiosidades sobre a apresentação do Queen no Live Aid:

  • Antes da apresentação do Queen, foi pedido para que o som fosse aumentado.
  • Bob Geldof sugeriu ao Queen que não tentasse apresentar novas músicas ou singles, pois o público não era basicamente do Queen. O Queen concordou e optou por fazer um Medley de 21 minutos com alguns de seus maiores hits. Ao final do evento Freddie e Brian voltaram ao palco para tocar Is this the world we created.
  • A apresentação do Queen foi tão forte que o próximo artista a se apresentar teve de esperar cerca de 20 minutos para entrar ao palco.
  • Após a apresentação do Queen é quase impossível lembrar quem se apresentou antes e depois deles.

Vamos Ao Queen!! E Feliz dia do Rock a Todos!!!

 

 

Parte do texto via https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_mundial_do_rock

O Dia Mundial do Rock será comemorado nesta segunda (13). Mas para alguns fãs e músicos do ritmo, a cultura “rock n’ roller” ocupa espaço e promove emoções na vida deles é todo dia – mesmo quando as luzes do palco se apagam. Esta presença diária é feita por meio de objetos inusitados e raros, autógrafos, coleções de ingressos de shows inesquecíveis e até da lembrança dos “15 minutos de fama” de um fã. Afinal, rock n’ roll é mais que um ritmo, é um estilo de vida.

Queen: Guitarra ‘Special’
 
Dois mil dólares! Este foi o preço pago pela banda Lurex por uma guitarra preciosa. Há 15 anos, a banda mineira faz tributo ao Queen e o instrumento específico e raro chegou para trazer mais legitimidade ao som do grupo.
 
“É uma ‘Red Special’. O projeto desta guitarra foi feito por Brian May juntamente com o pai dele. Apenas uma empresa no mundo tem autorização para fabricá-la”, diz o contrabaixista Fran Lurex.
 
O cabeludo May, hoje com 67 anos, é um dos fundadores do Queen, ao lado de Freddie Mercury (1946-1991) e, além de músico, também era astrofísico.
 
O projeto da guitarra é do final dos anos 1970. A guitarra do Lurex foi comprada na Inglaterra, no evento do fã-clube oficial do Queen. “Tem assinatura. É específica para nós”, justifica o músico mineiro.
 
Mesmo com a denominação de “mundial”, o Dia do Rock é comemorado apenas no Brasil desde meados dos anos 1980. Na época, radialistas paulistas escolheram a data devido a um acontecimento inédito na história.


Facebook banda Lurex: www.facebook.com/LurexQueen


Elvis “namoradeiro”
 
Em uma delas, um alemão amigo dele lhe presenteou com um busto do Elvis, que se assemelha àquelas namoradeiras de barro colocadas em janelas de casas do interior mineiro. Porém, o curioso objeto também pode ser instalado na janela de um carro – e foi esta característica que completou a façanha.
 
“Ele (o alemão) arrumou uns cinco carros antigos e pediu que eu e outros amigos fôssemos dar um rolê pela Savassi com o busto do Elvis na janela de um dos veículos. O molde do busto veio da Alemanha, onde Elvis serviu, entre 1958 e 1960, junto a um contingente de outros soldados mantido pelo exército americano”, lembra Guilly.
 
Desnecessário dizer que todo mundo que estava pela região parou para ver a parada sobre rodas. O alemão se divertia com o sonho realizado. Guilly ria de tudo. Hoje, o “namoradeiro” Elvis ocupa lugar de honra na sala do intérprete.
Celebrado apenas no Brasil, Dia Mundial do estilo surgiu após festival ‘Live Aid’
 
Afinal, de onde veio a explicação para o Dia do Rock? A resposta está no acervo do empresário Cássio Fonseca Boucinhas, dono de uma loja on-line de discos, a CD Point. Ali, ele guarda um box importado com quatro DVDs do festival “Live Aid”, que nesta segunda (13) completa 30 anos de sua realização, que reuniu gente do naipe de Elton John, Paul McCartney e Mick Jagger.
 
Artistas que se reuniram para arrecadar dinheiro para a Etiópia, lembra Fonseca. Foi um marco: nunca havia acontecido mobilização tão grandiosa de famosos em favor de uma causa humanitária.
 
O festival foi idealizado pelo músico Bob Geldof, depois que assistiu uma reportagem sobre a miséria no “continente irmão”. No impulso de “fazer a sua parte”, ele gravou o single “Do They Know It’s Christmas”, ao lado de famosos dos anos 1980. A música arrecadou oito milhões de libras para a causa.
 
O festival veio em seguida e foi realizado simultaneamente em dois estádios de Londres e da Filadélfia (EUA). “Tive vontade de ir, mas, naquele tempo, não tinha condição. É um dos discos mais raros e um dos melhores da minha coleção”, diz o empresário, que na época tinha 17 anos e assistiu apenas a alguns trechos pela TV.
 
Pandora do Keta
 
Quem também entende de show inesquecível é o músico Keta, da banda “It’s Only Rolling Stones”. Em casa, ele guarda uma espécie de “caixa de Pandora” com os ingressos dos shows “top de linha” a que assistiu. “É a minha caixa de relíquias. Já fui a uns dez shows dos Stones. Também tem ingresso do Pink Floyd, Robert Plant e do Grateful Dead”.
 
A mais engraçada das histórias aconteceu em um show do Pink Floyd, nos Estados Unidos, a que assistiria de arquibancada. Porém, tudo mudou com uma leve jogada que levou Keta e mais dois amigos ao “gargarejo”. “Um dos meus amigos mostrou a credencial do Grande Prêmio de Fórmula 1 e o outro, a carteira do PIC e uma credencial para o Show da Xuxa. E entraram! Eu, em um português bravo, gritei que estava com eles e entrei também”, diverte-se.
 
Guns celeste
 
Entrar na área “premium” pode ser difícil, mas convencer um ídolo do rock a usar algo no palco, sem nunca ter falado com ele na vida, é muito mais. O administrador Gabriel Novaes Viegas conseguiu a façanha.
 
Ele conta que, na Copa do Mundo de 2010, estavam vendendo muitas bandeiras do Brasil com símbolos dos times nacionais. Cruzeirense que sempre foi, Gabriel comprou uma versão do time do coração, uma lata de spray, escreveu “Guns N’ Roses”, foi ao show da banda em BH e, bem perto do palco, jogou o “manto sagrado” aos pés do vocalista Axl Rose.
 
“Ele pegou, pôs nas costas e, no outro dia, foi capa de jornal. Me ajoelhei no chão e comecei a agradecer. Sou muito fã. Tenho um Slash tatuado na perna”, diz, sobre o guitarrista da banda.
 
O momento, diz, virou “relíquia que guarda na lembrança”, para contar aos netos, certamente, futuros roqueiros – e cruzeirenses – como ele.
 
Depois do “Live Aid”, os olhares se voltaram para a África com outras mobilizações contra a miséria de lá. No mesmo ano, por exemplo, Michael Jackson, Tina Turner, Bruce Springsteen, entre outros artistas, gravaram outro hit humanitário: “We Are The World”.


Deals Death é uma banda de death metal composta pelo vocalista Olle Ekman, o gutarrista Erik Jacobson, Kammo Olayvar no baixo e pelo baterista Janne Jaloma

A equipe do Metal Interview fez uma entrevista exclusiva com Olle Ekman, também conhecido por substituir o vocalista Enrik Englund, do Amaranthe, na turnê da banda pelos EUA.

Bastante simpático e acessível, o músico nos mostrou a carreira da banda, falou sobre a cena heavy metal no seu país, influências musicais e também demonstrou conhecer alguns esportistas brasileiros, como a família Gracie!

Abaixo a parte em que Freddie é citado:

Metal Interview: Como um cantor de Death Metal, você usa a sua voz de forma bastante específica. Como você costuma manter a voz para suportar todo o show sem desgastar a voz durante as turnês? Teve aulas com um professor, coach ou foi lidando com a música de forma mais independente e experimental? Exitem cantores que te influenciaram ou que você admira, ainda que possuam um estilo diferente?

Olle Ekman: Eu uso bastante apoio de diafragma quando eu canto da mesma forma que qualquer cantor que use bastante volume de voz canta. Eu não tenho problemas vocais durante as turnês e nunca aqueço a voz antes dos shows porque tocar todos os dias é todo o aquecimento que preciso. Eu não tive qualquer aula de canto, mas seria legal tentar também! Chuck Schuldiner é uma grande influência e uma coisa engraçada é que nascemos no mesmo dia! Freddie Mercury é o meu maior herói acima de tudo.

 

Para ver a entrevista completa Clique Aqui

 

Fonte: http://whiplash.net

Em bate papo com Mitch Lafon, Phil Anselmo (Superjoint, Down e Pantera) falou sobre a importância de Brian May (Queen) para o Rock:

“Sem Brian May não haveria Randy Rhoads, Eddie Van Halen e até mesmo o Dimebag”.

Ouça o áudio da entrevista abaixo, em inglês.



 

Fonte: http://whiplash.net

No mês em que se comemora o dia mundial do Rock, teremos muito Queen nos canais de TV a cabo. O Canal TCM exibirá show “Queen on Fire – Live at the Bowl” e o Canal BIS exibirá “Queen Hungarian Rhapsody”, Confira dias e horários

CANAL TCM  –  Queen: Live at Milton Keynes (Queen on Fire – Live at the Bowl)

É 1982. É o histórico show Queen: Live at Milton Keynes, na Grã-Bretanha. As músicas mais arrebatadoras de todos os tempos estremecem o público: Love of my life, Bohemian Rhapsody, Somebody to love, We will rock you e muitos mais sucessos.

Datas e Horários:

              Dia              Horário

Domingo       12/07      02:50
Domingo       19/07      00:05
Domingo       19/07      20:40
Terça-feira     21/07      09:10
Quarta-feira   22/07      04:35

 


CANAL BIS  –  Queen: Hungarian Rhapsody – Live in Budapest

Hungarian Rhapsody: Queen Live in Budapest é um filme da banda britânica de rock Queen, gravado em Budapest, Hungria, em meados de 1986. O show é um dos últimos na história da banda. Pertencente à Magic Tour.

Datas e Horários:

        Dia                        Horário

Segunda-feira  13/07       19:30

 

 

 

 

Fonte: www.sky.com.br