Que o Queen fez história no Rock in Rio não é novidade para ninguém: headliner desde a primeira edição do festival, em 1985, o grupo britânico fez dois shows inesquecíveis na Cidade do Rock

RIO – A imagem mais forte do primeiro Rock in Rio será lembrada na edição deste ano do festival, que comemora 30 anos. Sem o cantor Freddie Mercury, morto de Aids em 1991, o Queen, que se apresentou para 250 mil pessoas em cada uma das noites em que foi a principal atração do evento (11 e 18 de janeiro), será o responsável pelo encerramento da noite de abertura do festival, no dia 18 de setembro.

 

Hoje em dia, além de Mercury, o Queen não tem mais o baixista John Deacon, aposentado; o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor tocam o barco. Na primeira década do atual século, a dupla recrutou um artista de sua geração, o cantor Paul Rodgers, conhecido das bandas Free e Bad Company. Com ele, May e Taylor gravaram o disco “The cosmos rocks” (2008) e voltaram a viajar pelo mundo, tendo passado pelo Brasil em novembro daquele ano. A colaboração durou cinco anos, de 2004 a 2009.

 

Atualmente, a voz que canta clássicos do rock como “We will rock you”, “I want to break free” e “Under pressure” é a do americano Adam Lambert, de 33 anos. A parceria começou em 2009, no programa de TV “American Idol”, que tinha o cantor como um de seus concorrentes. Os dois veteranos ingleses foram convocados e atenderam ao chamado, tocando “We are the champions” com Lambert. Após o fim do concurso (Lambert foi à final, mas acabou perdendo para Kris Allen), o trio voltou a se apresentar junto em 2011, fez uma pequena turnê europeia em 2012 (já com o nome Queen + Adam Lambert), e em 2014 rodou o mundo. A banda foi a atração do réveillon na rede BBC.

 

Lambert, Taylor e May se disseram empolgados com a vinda ao Rock in Rio.

 

— Será um retorno triunfal para eles, e a minha primeira vez na América do Sul — disse o cantor em um comunicado da banda.

Os ingressos começarão a ser vendidos em abril.

Abaixo vídeo da matéria no Jornal Nacional de quinta-feira 26/02/2015

ou pelo link
https://www.youtube.com/watch?v=Z1p_K09XmVU

Fontes: www.globo.com  |  www.rockinrio.com | http://oglobo.globo.com

Há 30 anos, em 11 de janeiro de 1985, a primeira edição do Rock in Rio foi aberta com show da banda britânica Queen, para 250 mil pessoas.

Agora, para reforçar a comemoração do aniversário de três décadas, uma nova apresentação do grupo –desta vez, porém, sem Freddie Mercury (1946-1991)– foi anunciada nesta quinta (26) pela organização do festival para a sua edição carioca, em setembro.

Com o cantor americano Adam Lambert, 33, nos vocais, o grupo será a atração principal do palco Mundo na primeira noite de evento, em 18 de setembro –o festival será realizado também em 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro.

Conhecido após terminar a oitava temporada do “American Idol”, em 2009, como o segundo colocado, Lambert cantou pela primeira vez com o Queen justamente no palco do programa de calouros, na final, apresentando “We Are the Champions”. Após esse contato, voltaram a se reunir para shows a partir de 2011.

Recentemente, a parceria rendeu uma turnê de 26 shows esgotados em dez países.

 

Fonte: www.uol.com.br

Programa Wikimetal, Episódio 4: Queen

Chegou o novo episódio do Wikimetal! Nesta semana, focamos a nossa conversa em uma das maiores bandas de Rock de toda a história: Queen!

No quarto episódio do programa Wikimetal nós falamos da carreira do Queen e de seu inesquecível vocalista, Freddie Mercury. Comentamos os cantores que já passaram pelo Queen e discutimos quais músicos ainda poderiam se encaixar na banda. Ainda trazemos uma entrevista com Jeff Scott Soto, o músico que leva seu show tributo ao Queen pelo mundo.

No Orgulho Nacional conversamos com B.J, vocalista do Tempestt que toca com Soto em sua banda tributo e ainda fomos até Londres conhecer um colecionador de memorabilia do Queen, que já participou de quatro clipes da banda.

Todas as quintas-feiras, às 19h, um novo episódio acontece no Canal do Wikimetal no YouTube

O programa está dividido em 3 partes,
Abaixo a playlist com os três blocos!!

Para assistir no site Wikimetal e compartilhar sua opinião por lá Clique Aqui

Fonte: http://wikimetal.uol.com.br
Sinceros Agradecimentos a: Julia Sabbaga

Programa “Wikimetal” fará nesta quinta-feira, 13/11/14, às 19hrs, um Especial sobre o Queen e Freddie Mercury

O episódio 4 do programa Wikimetal com Gastão Moreira foca na carreira de Freddie Mercury e no Queen.

No programa conversamos sobre as melhores músicas da banda, discutimos os vocalistas que passaram pelo Queen depois de Mercury e ainda conta com externas em Londres e no Brasil para conhecer seus fãs de carteirinha!!!

O programa do Wikimetal vai ao ar toda semana no canal do YouTube:
www.youtube.com/wikimetalbrasil

Abaixo a chamada do programa:

O programa do Wikimetal vai ao ar toda semana no canal do YouTube:
www.youtube.com/wikimetalbrasil

 

Agradecimentos a: Júlia Sabbaga
www.youtube.com/wikimetalbrasil

Under Pressute no Trailer Oficial do filme “Minions”

“Minions”, história da Universal Pictures e da Illumination Entertainment, tem seu início na aurora do tempo. Surgindo como organismos unicelulares amarelos, os Minions evoluem ao longo do tempo, eternamente servindo o mais desprezível dos mestres.

Depois de várias parcerias mal sucedidas – que vão desde T. Rex a Napoleão – os MInions se encontram em uma profunda depressão quando percebem que não têm mais a quem servir. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano: ao lado do adolescente rebelde Stuart e do pequeno e adorável Bob, ele decide sair pelo mundo à procura de um novo chefe malvado para que seus irmãos tenham a quem servir novamente.

O trio embarca, então, em uma emocionante jornada que os levará a conhecer seu novo mestre em potencial, Scarlet Overkill (a vencedora do Oscar Sandra Bullock), a primeira supervilã do mundo. Eles viajam da Antártida para Nova York, em 1960, e terminam em Londres, onde terão que enfrentar o maior desafio de suas vidas: salvar todos os Minions… da aniquilação.

Com hits dos anos 60 que ainda permanecem em nossa cultura, Minions é produzido por Chris Meledandri e Janet Healy, da Illumination, e dirigido por Pierre Coffin e Kyle Balda. O roteiro é de Brian Lynch e a produção executiva de Chris Renaud.

 

Dica de: Rodrigo Baillo

BBC: as canções com maior poder de cura da história

 

Em uma pesquisa realizada pela BBC entre 1000 pessoas, a música “Bohemian Rhapsody”, lançada originalmente em 1975 pela banda Queen, foi eleita como a melhor para se ouvir quando alguém está doente ou se sentindo para baixo.

A referida canção foi Nº 1 duas vezes no UK Singles Chart, sendo a primeira no ano de seu lançamento, e a segunda, em 1991, quando o vocalista Freddie Mercury morreu em decorrência de complicações da Aids.

Imagem

Em segundo lugar na pesquisa ficou “Dancing Queen”, originalmente lançada em 1976 pela banda Abba. Com uma letra simples, a canção fala sobre uma uma jovem de dezessete anos, muito popular entre os homens, que adora dançar e passar noites divertidas. Confira como ficou o resultado final.

Top 10

01 – Queen: Bohemian Rhapsody
02 – ABBA: Dancing Queen
03 – Pharell Williams: Happy
04 – Música Clássica
05 – The Beatles: Let It Be
06 – Bob Marley: Three Little Birds
07 – Robbie Williams: Angels
08 – Michael Jackson: Billie Jean
09 – Elvis Presley: The Wonder Of You
10 – Frank Sinatra: My Way

FONTE: http://whiplash.net

Dica de Roberto Mercury

Dudu e Isadora cantam “How Can I Go On” sucesso com Mercury e Caballé

 (Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)
(Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)

Em uma apresentação que emociona técnicos, assistentes e plateia, Dudu Fileti e Isadora Morais revivem parceria imortalizada na década de 1980 nas vozes de Freddie Mercury e Monserrat Caballé: a canção “How Can I Go On”. Dudu permanece no time de Lulu Santos. Já Isadora Morais vai para o grupo de Carlinhos Brown pelo Peguei.

O programa foi ao ar na última quinta-feira, 30/10/2014.

O vídeo foi bloqueado no youtube, então colocamos diretamente no player doQN:

play-sharp-fill

 

Fonte: http://gshow.globo.com/programas/the-voice-brasil

HARMONIA PERFEITA: O CLÁSSICO E O ROCK´N´ROLL NO QUEEN SYMPHONIC TRIBUTE

“Ingressos já estão à venda para a superprodução em homenagem ao Queen, que será realizada em Curitiba, nos próximos dias 14 e 15 de novembro, na Ópera de Arame. São 50 artistas nacionais e internacionais, que vão apresentar uma coletânea de 16 clássicos antológicos da banda inglesa com nova roupagem. Participações especiais de Ana Cañas e Tiago Iorc”.

 

 Em novembro, Curitiba será palco para uma grande homenagem ao Queen, para junto aos fãs celebrarem as canções imortalizadas por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon em uma superprodução que reunirá 50 artistas, entre nacionais e internacionais. O Queen Symphonic Tribute segue  o conceito dos grandes espetáculos europeus, e vai promover o encontro do rock com a música clássica em um dos cartões-postais da cidade em duas noites inesquecíveis. Com apresentação da Tradener e realização da Sunset Cultural, o evento será realizado nos próximos dias 14 e 15 de novembro, na Ópera de Arame (R: João Gava, 970) às 21horas.

O espetáculo será em formato sinfônico acompanhado por banda de rock, cantores e coro, com arranjos exclusivos do renomado Maycon Ananias sob-regência do maestro Carlos Domingues. Vai unir no mesmo palco, o tradicional trio guitarra-baixo-bateria do rock´n´roll com os acordes de violinos, metais e cordas da Eruditu Phillarmonic Orchestra – formada por músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba e Paraná Brass – para um tributo emocionante à banda inglesa.

As canções serão interpretadas pelas cantoras Jennifer Mosello e a inglesa Jesuton, pela soprano Márcia Kaiser, pelo barítono Paulo Barato, pelo tenor Cristhyan Segala, pela contralto Débora Bergamo,dentre outros. Além disso, terá participações especiais  de Ana Cañas, no primeiro dia, sexta (14), e Tiago Iorc, no sábado (15).   

 O Queen representou um marco histórico não só no rock, mas na música em geral. Como eles têm influência da música clássica, da ópera, as melodias ganham uma roupagem nova quando adaptadas para orquestra, coro e banda. O show, com cerca de duas horas de duração, contempla uma coletâneas de 16 clássicos antológicos do quarteto inglês, como “A Kind of Magic”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “I Want to Break Free” e “We Are The Champions”.

Os ingressos já estão disponíveis e custam R$85,00 (meia-entrada) e R$170,00 (inteira) + R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).  Assinantes da Gazeta do Povo possuem 50% na compra de até dois bilhetes por titular. Portadores do cartão fidelidade Disk Ingressos possuem 30% na compra de até dois bilhetes por titular. Funcionários do grupo O Boticário possuem 30% de desconto na compra de até 4 bilhetes) ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.  É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos (Loja Palladium – de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, –  e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação – de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h)Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Positivo (de segunda a sexta, das 9h às 21h, e aos sábados, das 9hs às 18hs), na bilheteria do teatro Guaíra (de terça a sábado, das 12h às 21h)  e pelo portal www.diskingressos.com.br.

O Queen Symphonic Tribute conta com apoio cultural do Pátio Batel, Lumen FM e Torriton Beauty & Hair.

SERVIÇO:
Tradener apresenta

QUEEN SYMPHONIC TRIBUTE
Quando: 
de 14 e 15 de novembro de 2014 (Sexta e Sábado)
Local: Ópera de Arame (R: João Gava, 970)
Horários:  Abertura dos portões: 20hs / Início do show: 21hs
Duração do show: 
cerca de 120min

Ingressos
Valores: R$85,00 (meia-entrada) e R$170,00 (inteira) + R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos.
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).
– Portadores do cartão fidelidade Disk Ingressos  possuem 30% na compra de até dois bilhetes por titular.
– Funcionários do grupo O Boticário possuem 30% de desconto na compra de até 4 bilhetes)
***
Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.
É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada da Ópera de Arame.

Forma de Pagamento: Dinheiros e cartões de crédito/débito Visa e Mastercard.

Pontos de Venda: Disk Ingressos (Loja Palladium – de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, –  e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação – de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h)Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Positivo (de segunda a sexta, das 9h às 21h, e aos sábados, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Guaíra (de terça a sábado, das 12h às 21h)  e pelo portal www.diskingressos.com.br.
**Entrega em domicílio com taxa de entrega.
Classificação etária: 07 anos
Informações p/ o público: (41) 33150808 / www.queensymphonic.com.br
Realização: Sunset Cultural
Apoio Cultural: Pátio Batel, Lumen FM e Torriton Beauty & Hair.

 

Informações para Imprensa:
Evidência Comunicação
Ana Paulla Righetto
41  78127109 / ID: 135*1373
nanarighetto@gmail.com

Queen Symphonic Tribute

A MAIS ESPETACULAR PRODUÇÃO EM HOMENAGEM À BANDA
Um espetáculo intenso e emocionante

União do Clássico & do Rock

Eruditu Philharmonic Orchestra e banda de Rock

Datas14, 15 e 16 de Novembro de 2014

LocalTeatro Ópera de Arame – Curitiba

ProduçãoSunset cultural


Produção

Um Grande Time

Da produção ao arranjo musical tudo foi pensado para você

Paulo Berlitz
Diretor Executivo
Rogério Mendes
Diretor Produção

Maycon Ananias
Diretor Musical e Arranjos

Carlos Domingues
Maestro Regente

 
Fábio Borba
Produtor Executivo


16
Sucessos do Queen
3
Noites de Shows
4500

Lugares
+40
Profissionais Envolvidos

Links e Redes Sociais do Espetáculo

A venda dos ingressos para o espetáculo já estão disponíveis no Disk Ingressos:

www.diskingressos.com.br/busca/queen/

Site e Redes de Relacionamento:

www.queensymphonic.com.br

www.facebook.com/queensymphonictribute

www.instagram.com/queen_symphonic

www.twitter.com.br/queensymphonic

Pontos de venda:

Loja Disk Ingressos Shopping Palladium
Horário: Segunda à sexta de 11h a 23h
Sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Quiosque Shopping Estação
Horário: Segunda à sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Quiosque Shopping Mueller
Horário: Segunda à sábado de 10h a 22h
Domingo de 14h a 20h

Call Center Disk Ingressos “receba em casa”
(41) 3315-0808
Horário: Segunda à sábado de 9h a 21h
Domingo de 9h a 18h

Bilheteria Teatro Positivo
Horário: Segunda-Feira a sexta-feira: 9h às 21h Sábado: 9h às 18h
Telefone: (41) 3317-3283

Bilheteria Teatro Guaíra
Rua XV de Novembro, 971
Horário: Todos os dias de 10h a 22h


Maiores Informações acesse o Site Oficial do Espetáculo:

www.queensymphonic.com.br


Fonte: www.queensymphonic.com.br
Agradecimentos a: Paulo R. Berlitz e Rogério Mendes

Teatral, bombástico, brilhante: nunca mais existiu outra banda como o Queen ou um frontman como Freddie Mercury

por Mikal Gilmore

Rolling Stone - Edição 95 - 2014
Rolling Stone – Edição 95 – 2014

Foi um renascimento inesperado. No instante em que Freddie Mercury e os outros integrantes do Queen – o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon – subiram ao palco do Estádio de Wembley, em Londres, em 13 de julho de 1985 para o histórico show do Live Aid, a banda ganhou o dia. Mercury se posicionou ao piano e tocou a bela e exótica “Bohemian Rhapsody”, com a banda trovejando atrás dele em um andamento majestoso. O público de 72 mil pessoas cantou a letra em uníssono como se tivesse esperado por aquilo a vida inteira. Depois, o vocalista agarrou o pedestal do microfone enquanto os companheiros tocavam “Radio Ga Ga”. A multidão reagiu com um gesto coletivo, batendo palmas acima da cabeça e cerrando os punhos enquanto Mercury os agitava poderosamente. Algumas pessoas acharam assustadora a visão daquele movimento espontâneo da massa, como uma maré humana. Era muita potência, tudo sob o comando de uma banda e uma voz. O fato de o Queen conseguir isso espantou a todos. Naquele momento, a banda parecia já estar chegando ao fim.

Depois do épico A Night at the Opera (1975), o quarteto tinha lançado sucesso atrás de sucesso em formatos estilisticamente diversificados: do pop barroco ao rock pesado, rockabilly e funk. Então, em meados dos anos 1980, o destino havia mudado – em parte porque muitos fãs tinham dificuldade em aceitar a aparente homossexualidade de Mercury. Depois de um erro de julgamento em 1984, quando o Queen decidiu fazer uma série de shows em uma África do Sul marcada pelo apartheid, o grupo parecia ter se tornado uma espécie de pária até em sua Inglaterra natal. Mas, depois do Live Aid – que exemplificou tudo o que era extraordinário no Queen, a abrangência, o virtuosismo, o domínio de palco –, todos só queriam mais. Anos mais tarde, May disse: “Aquilo aconteceu graças ao Freddie. O restante de nós tocou bem, mas ele entrou e levou as coisas para outro nível”.

Hoje, quase 23 anos depois da morte de Freddie Mercury devido a uma broncopneumonia relacionada à aids, o legado do Queen como uma das maiores e mais polêmicas bandas do rock continua inseparável do vocalista. Quando Taylor e May falam sobre os anos com Mercury (Deacon se recusa a comentar), às vezes parece que ainda estão espantados com como aquilo tudo foi maravilhoso – e, ao mesmo tempo, horrível. “Éramos próximos como banda”, afirmou Taylor dias após a morte do cantor. “Só que mesmo assim não sabíamos tudo sobre Freddie.”

Nos primeiros anos do Queen, persistiu a lenda de que a banda tinha passado um ano ou dois mapeando estratagemas antes que qualquer pessoa pudesse ouvir a música deles. Para Mercury, não havia plano B. May, Taylor e Deacon poderiam recorrer à carreira acadêmica, embora o cantor tenha convencido os integrantes de que valia a pena abdicar de qualquer outra carreira.

Quando o quarteto lançou Queen, o álbum de estreia, em julho de 1973, o material já parecia velho para os integrantes. Mercury não tinha paciência para improvisos ou caprichos. Ele acreditava que se você quisesse que as pessoas ouvissem o seu trabalho, tinha que fazê-lo memorável – e que a aparência, como se vestir e se mexer no palco, era igualmente importante. Com as unhas negras, macacões de arlequim e mantos com asas de anjo que acentuavam seus movimentos atléticos e circulantes nos shows, Mercury se banhava de um esplendor andrógino. Esses atributos eram parecidos com o estilo forjado na época por David Bowie, T. Rex, Roxy Music e Mott the Hoople – e isso, para a banda, era preocupante. “Gostávamos do rock glam antes de aparecerem o Sweet e o David Bowie”, May disse na época, “e agora estamos encucados, porque podemos ter chegado tarde demais”.

O tempo passou e, com os dois álbuns seguintes, Queen II e Sheer Heart Attack (ambos de 1974), o Queen evoluiu com sucesso. A banda estabeleceu as bases para o som extravagante e complexo que marcou o primeiro período triunfante do grupo. No palco, Mercury era o ponto focal. A imprensa britânica odiou os maneirismos debochados e teatrais do cantor, mas ele estava construindo um laço poderoso e incomum entre a banda e o público. “O que você precisa entender”, ele disse certa vez a outro cantor, “é que minha voz vem da energia da plateia. Quanto melhor ela for, melhor eu fico.”

Enquanto gravava o quarto disco, A Night at the Opera (1975), Mercury revelou planos para uma faixa épica. O produtor Roy Thomas Baker contou a história sobre a primeira vez em que ouviu “Bohemian Rhapsody”: “Freddie estava sentado no apartamento dele e falou: ‘Tenho uma ideia para uma música’. Então, começou a tocá-la no piano… e, de repente, parou e disse: ‘Queridos, aqui é onde a parte de ópera entra’”. Do trecho de balada na abertura, a música ascendia em uma opereta, virava um rock intenso e voltava para uma balada. Quando “Bohemian Rhapsody” ficou pronta, a banda quis que ela fosse o primeiro single de A Night at the Opera. John Reid, empresário do Queen na época, exigia que a faixa de quase seis minutos de duração fosse editada. Deacon também achava isso, mas Taylor e May compartilhavam da determinação do vocalista. Qualquer dúvida foi eliminada quando Mercury e Taylor tocaram a gravação final para Kenny Everett, radialista da BBC, que ajudou a divulgá-la. Assim, “Bohemian Rhapsody” se tornou o primeiro single do Queen a alcançar o topo da parada britânica. Também chegou ao Top 10 nos Estados Unidos. Mercury não tinha paciência com quem lhe perguntava sobre o significado da música; é possível que a faixa tenha algo que seu criador ainda não estivesse pronto para divulgar. “As letras de Freddie eram veladas”, May afirmou mais tarde. “Mas dava para perceber, mesmo em pequenos vislumbres, que muitos dos pensamentos particulares dele estavam ali.”

Mercury protegia ferozmente a intimidade, porque ele sentia que precisava ser assim. Durante um tempo, ele manteve um relacionamento passional com Mary Austin, uma jovem glamourosa que conheceu no circuito de moda em Londres. “Ele achava que gostava de mulheres”, um conhecido de Mercury dos tempos de colégio disse à biógrafa Lesley-Ann Jones. “Levou um tempo para ele perceber que era gay… eu acho que ele não conseguia enfrentar os sentimentos que isso causava nele internamente.”

Então, na época do lançamento de A Day at the Races (1976), o cantor começou a agir de forma estranha com a namorada, Mary. “Dava para ver que ele se sentia mal com relação a algo”, ela disse no documentário Freddie Mercury, The Untold Story. Finalmente, Mercury conseguiu contar a ela sobre sua nova compreensão de si mesmo. “Foi um alívio ouvir aquilo dele próprio”, afirmou. Mercury continuaria próximo da amiga pelo resto de sua vida, contratando-a como secretária pessoal e conselheira. Até referia-se a ela como esposa. O fato é que, a partir daquele momento, ele não sentiu obrigação de explicar sua sexualidade a ninguém.

Você continua lendo esta matéria na edição 95 da Rolling Stone Brasil, Agosto/2014.

Fonte: http://rollingstone.uol.com.br


O episódio fala da trajetória dos integrantes do Queen. Jornalistas contam que Freddie Mercury tinha influência direta de Jimmy Hendrix, até mesmo na forma de se comportar. Todos os integrantes da banda tinham autonomia para compor singles de sucesso

Jornalistas e críticos musicais falam da conexão que Freddie Mercury conseguia estabelecer com o público e do início da carreira musical do líder do Queen.

Nascido em Mumbai, onde começou a tocar teclado “por instinto”, ele teve influências de Little Richard como tecladista, Lata Mangeshkar como vocalista e Jimi Hendrix em sua postura no palco.

O episódio passa ainda pelos discos lançados pela banda e conta sobre como os integrantes do Queen se conheceram. O jornalista John Aizlewood comenta ainda a habilidade de compor que todos eles tinham.

Clique Aqui para assistir em nosso Canal no Youtube

Music by  Brian May
SINOPSE
O filme conta a história de Damon Miller (Moritz von Zeddelmann), criador do filme, cuja tarefa é capturar os últimos momentos de vida na Terra antes de colidir com um asteróide.
Enquanto Damon luta para pagar as contas, um novo trabalho vai mudar a sua vida, Damon é introduzido ao Professor Richards (Steve Nallon), astrofísico envolvido na pesquisa perturbadora sobre objetos próximos à Terra. Damon tem um grande interesse em que o perigo representado por asteróides coledindo com a Terra, e acredita ter finalmente descoberto o tema ideal para um documentário.

Seguindo seus instintos ele começa a pesquisar sobre o tema e descobre que a Terra está à beira de um desastre extraterrestre.


Perseguindo pelas autoridades britânicas, eles informam Damon que o mundo vai acabar em menos de três semanas, quando uma série de asteróides vai atacar a Terra. No entanto, um vislumbre de esperança permanece na forma de uma estação espacial em órbita da Terra segredo que pode abrigar até 2.000 pessoas.
Em troca de um ingresso para esta estação espacial, que Damonn tem a tarefa de documentar os momentos finais que antecederam o asteroide, vendo a oportunidade para salvar Ann e seu filho por nascer, a chance de consertar a brecha sua obsessão criou, Damon aceita a missão.
Ao descrever os eventos cataclísmicos através da perspectiva de um indivíduo, o escritor / diretor Grigorij Richter consegue elaborar uma história verdadeiramente humana sobre o amor, a desilusão e a obsessão em face de forças cósmicas esmagadora.
 Estréia do filme: 14 de novembro 2014.

Trilha Sonora

51 Degrees.  trilha Composta e tocada pelo guitarrista Brian May com a equipe de produção no 
                                           Sarm Studios depois de uma sessão de gravação.

Eu fui inspirado pela visão dos ataques, fui honrado com o convite para criar a música para o filme.  Este é um tipo completamente diferente de filme catastrófico. Não há Bruce Willis, que irá salvar a Terra da extinção. Este filme é uma mudança de perspectiva – e agora, quando estamos conscientes de uma alta probabilidade de um ataque do espaço, este é realmente o aviso atual. 
– Dr. Brian May, o compositor de 2014
CREW
BRIAN MAY, CBE
Compositor
Brian May, CBE, tem um PHD em astrofísica do Imperial College , e foi chanceler da Liverpool John Moores University 2008-2013. Ele também tem publicado artigos de investigação no domínio da energia solar Zodiacal nuvem de poeira. Dr. May é mais conhecido como guitarrista e membro fundador da lendária banda de rock Queen .Ele é um ativo defensor dos direitos dos animais e foi nomeado vice-presidente de bem-estar animal caridade a RSPCA , em setembro de 2012.


Fonte: http://wnilsen.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

_

Está disponível em 4 formatos (CD, DVD, Blu-ray, LP, Box) o show Queen: Live At The Rainbow ’74”

Domingo 31 de março de 1974 é uma data marcante na história da música e do rock.

Comemorado com o lançamento em vários formatos de uma gravação rara do Queen feita no lendário teatro de Londres “The Rainbow”, poucos dos que foram para o desempenho icônico poderiam prever que o show viria a  tornar, sem dúvida, a melhor e mais bem sucedida banda de rock do mundo, embora muitos possam ter imaginado após este show deslumbrante.

Este lançamento único traz mais de uma dúzia de músicas ao vivo nunca lançadas anteriormente em qualquer álbum oficialmente.

Agora, 40 anos depois, “Queen: Live at the Rainbow ’74”, finalmente é lançado proporcionando um registro inestimável de ‘superstars emergentes’ demonstrando todo seu talento.

O Queen e a Virgin Records estão orgulhosos de anunciar que o “Queen: Live at the Rainbow ’74” será lançado em 08 de setembro de 2014, em uma variedade de formatos (alguns Limitados) e todos recém mixados e masterizados para o mais alto padrão.

Todas os formatos estão disponíveis no Shop Oficial do Queen.

São eles:

[Blu-ray] Live At The Rainbow ’74

[DVD] Live At The Rainbow ’74

[CD] Live At The Rainbow ’74 ( Live at the Rainbow, November ’74)

[CD – Duplo] Live At The Rainbow ’74 (Live at the Rainbow, March ’74  |  Live at the Rainbow, November ’74)

[LP – Duplo] Live At The Rainbow ’74 ( LP 1: Live at the Rainbow, March ’74  |  LP2: Live at the Rainbow, November ’74 )

[Box] Live At The Rainbow ’74 (4LP Box Set)

[Box] Live At The Rainbow ’74 (Super Deluxe Box Set)

[Box] Live At The Rainbow ’74 (Super Deluxe Box Set) + T-Shirt Bund

As edições de luxo são Limitada e trazem:

  • Dois CDs, disco 1 com o show de Março e disco 2 com o show de novembro
  • DVD e SD Blu-Ray do show de novembro com 4 músicas bônus do show de março
  • Livro de capa dura com 60 páginas, trazendo muitas fotos inéditas, e (entre outros itens) dois reviews – um do The Times e outro do Disc and Music Echo.
  • Reproduções dos dois ingressos do show de março (Os originais usado pelos pais do Brian)
  • Reprodução do itinerário da turnê do show de março do promotor Mel Bush, incluindo uma carta instruindo a banda a não “quebrar” o quarto do hotel ou haveria consequências terríveis!
  • Dois broches – reproduções de itens disponíveis no show
  • Reprodução do cartaz do show de março
  • Reprodução de um ensaio fotográfico, de moda, para revista “The Telegraph”, com a banda como modelos
  • Reprodução do acesso ao backstage do show de março.

 


Abaixo a lista  de músicas de ambos os shows e bônus

DVD e SD Blu-RaySHEER HEART ATTACK TOUR
Live at the Rainbow, November ’74Procession
Now I’m Here
Ogre Battle
Father To Son
White Queen (As It Began)
Flick Of The Wrist
In The Lap Of The Gods
Killer Queen
The March Of The Black Queen
Bring Back That Leroy Brown
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Stone Cold Crazy
Liar
In The Lap Of The Gods… Revisited
Big Spender
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock
God Save The QueenBONUS TRACKS

QUEEN II TOUR
Live at the Rainbow, March ’74

Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Modern Times Rock ’n’ Roll

CDs

CD1:
QUEEN II TOUR
Live at the Rainbow, March ’74
Procession
Father To Son
Ogre Battle
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
White Queen (As It Began)
Great King Rat
The Fairy Feller’s Master-Stroke
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock (Medley)
Stupid Cupid (Medley)
Be Bop A Lula (Medley)
Liar
See What A Fool I’ve Been
CD2:
SHEER HEART ATTACK TOUR
Live at the Rainbow, November ’74Procession
Now I’m Here
Ogre Battle
Father To Son
White Queen (As It Began)
Flick Of The Wrist
In The Lap Of The Gods
Killer Queen
The March Of The Black Queen
Bring Back That Leroy Brown
Son And Daughter
Guitar Solo
Son And Daughter (Reprise)
Keep Yourself Alive
Drum Solo
Keep Yourself Alive (Reprise)
Seven Seas Of Rhye
Stone Cold Crazy
Liar
In The Lap Of The Gods… Revisited
Big Spender
Modern Times Rock ’n’ Roll
Jailhouse Rock
God Save The Queen
Live At The Rainbow ’74 [DVD]
Live At The Rainbow ’74 [Blu-ray]

Live At The Rainbow ’74
(Super Deluxe Box Set) + T-Shirt Bundle Queen
Live At The Rainbow ’74
(Super Deluxe Box Set)

Queen
Live At The Rainbow ’74 (2LP)
Queen
Live At The Rainbow ’74 (1CD)Queen
Live At The Rainbow ’74 (2CD)Queen
Live At The Rainbow ’74 (4LP Box Set)
Queen

Para maiores informações e comprar: www.queenonlinestore.com/Queen/Live-At-The-Rainbow-74

 

 

Fonte: www.queenonline.com (Dica de David Neto)

 

Show Completo “Queen+ Adam Lambert at iHeartRadio” de 16/06/2014.

O show foi privado aos membros dos fãs-clubes do Queen e de Adam Lambert, no teatro do iHeartRadio, em Burbank (CA).

Fonte: (Dica de Roberto Mercury)

Na segunda-feira (16) aconteceu o show íntimo e privado para os membros dos fãs-clubes de Queen e de Adam Lambert, no teatro do iHeartRadio, em Burbank (CA). E, antes do show, durante a madrugada, Brian May foi ao Twitter para agradecer as mensagens de boa sorte recebidas dos fãs. Confiram abaixo o tweet de Brian:

Obrigado pelas mensagens de boa sorte, rapazes. E assim começa. Acho que nunca trabalhamos tão duro em um show. A adrenalina está fluindo. Bri

E a respeito de postar fotos dos equipamentos da banda, Brian twittou:

Na verdade, estou morrendo de vontade de twittar fotos do equipamento, mas iria estragar a surpresa. É uma produção incrível. O véu cai em Chicago!

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br (Dica de Roberto Mercury)

Foi lançado na data de 10 de junho de 2014 um novo DVD do Queen, chamado “Queen In The 70s”. Na descrição do DVD, é informado que a compilação foi realizada pelo “Silver and Gold Studios”, que teve como objetivo mostrar os grandes hits da banda nos anos 70, e dar uma dimensão de que a banda não explodiu apenas nos anos 80 com os sucessos conhecidos mundialmente, e provar que desde 1973, ano em que a banda debutou, seus hits já surgiram no primeiro album.

O dvd está a venda no seguinte site: www.cduniverse.com

Fonte: Queenzone.com

Muitos foram surpreendidos em 2004, quando Brian May e Roger Taylor anunciaram que fariam uma turnê do QUEEN com Paul Rodgers nos vocais. Cinco anos após a saída de Rodgers, enquanto se preparam para uma nova turnê com Adam Lambert, May e Taylor admitiram, ainda que diplomaticamente, que a idéia não deu muito certo.

Imagem

“Paul tem uma das maiores vozes do rock, mas ele é mais blues e soul, eu deveria ter notado isso antes”, disse Taylor ao Toronto Sun. “Eu diria, com todo o respeito a Paul, que Adam é mais adequado para grande parte do nosso material e que embora tenhamos tido grandes turnês com Paul, acho que Adam está, naturalmente, em casa com a gente”.

Com Rodgers à frente, o Queen embarcou em duas turnês mundiais e lançou um álbum, “The Cosmos Rocks”, em 2008. Eles amigavelmente se separaram um ano depois, quando Rodgers voltou ao BAD COMPANY, coincidindo perfeitamente com a ascensão de Lambert para a fama através do ‘American Idol’. May concorda que os vocais de Lambert e sua presença de palco tem muito mais a ver com o vocalista original, Freddie Mercury.

“Sim, eu acho que os estilos correspondem mais de perto, em certo sentido”, disse May. “Mas nós tivemos um grande momento com Paul, não há dúvida e chegamos a novas fronteiras e eu acho que foi uma boa experiência. Mas Adam é realmente como nós, ele tem muitos, muitos timbres, e podemos explorar isso em algumas dessas turnês que o Queen gosta de fazer”.

Fonte: whiplash.net

waynesworldbohemianrhapsody1

Apesar de ter sido lançado três meses após sua morte, Freddie Mercury assistiu a hoje lendária cena em homenagem ao Queen no filme “Quanto Mais Idiota Melhor”.

Na passagem, Wayne e seus amigos cantam “Bohemian Rhapsody” no carro, com direito a interpretação dramática. “Mike Myers queria que Freddie visse. Ele não estava muito bem, então levei uma fita até sua casa. Assistimos, ele riu e aprovou”, revelou o guitarrista Brian May ao programa australiano Sunday Night.

Fonte: http://www.vandohalen.com.br/(dica de Roberto Mercury)

Depois de incorporar Adam Levine, Lady Gaga e Willie Nelson, o ex-vocalista do SKID ROW Sebastian Bach apresentou-se como ninguém menos que a lendária figura do QUEEN, Freddie Mercury.

A performance, assim como as anteriores, foi ao ar no programa “Sing your face off”, na edição desse sábado. Confira abaixo a performance de Bach, em vídeo:


Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)