O guitarrista Brian May confirmou, em recente entrevista a rádio Wales da BBC, os planos de lançar em breve um disco com material inédito do Queen. Segundo Brian, o álbum tem o nome provisório de “Queen Forever” e trará canções gravadas por Freddie Mercury, que até então são desconhecidas do público.

Desde janeiro, o guitarrista tem dado dicas sobre o trabalho de inéditas e agora May divulgou mais detalhes sobre o projeto. “Nós achamos mais algumas faixas com Freddie cantando e com todos nós tocando que são lindas. As pessoas devem ouvir esse trabalho até o final do ano”, adiantou.

“Vamos colocá-las em um álbum que provavelmente se chamará ‘Queen Forever’. Será uma compilação mas também terá esse material que nunca ninguém no mundo ouviu. Acho que as pessoas vão realmente gostar”, contou.

Quando questionado sobre a data de gravação das canções, Brian disse que a maioria são datadas dos anos 80. “São bem emocionantes. São do tipo, grandes, grandes baladas com uma sonoridade grande e épica. Mas elas não seriam assim se eu não tivesse conseguido restaurá-las”, disse o guitarrista.

Enquanto “Queen Forever” não é lançado, o Queen voltará aos palcos com o cantor Adam Lambert nos vocais. A banda começará sua excursão no dia 19 de junho, em Chicago.

Fonte: http://www.cifraclubnews.com.br/ (dica de Roberto Mercury)

A coisa mais comum no rock ‘n roll são as bandas que prestam tributos às grandes lendas da música, o que é geralmente feito por fãs inspirados. Fugindo da regra, o baterista do Queen, Roger Taylor, cansado das bandas “medonhas” que já viu prestando tributo a banda da qual integrou, resolveu participar da sua própria “banda cover”. Em entrevista ao The Express, Taylor falou mais sobre a ideia inusitada: “Dos tributos do Queen, alguns são muito engraçados e outros nem tanto. Esses medonhos são como pastiches nada sutis de ópera, nada mais do que vestir-se com uma peruca do Brian May e um bigode do Freddie Mercury, esquecendo o fato de que a música é bastante complicada e, na verdade, não é nada fácil de realizar”.

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O Queen Extravaganza, projeto tributo escolhido pelo próprio Queen no programa American Idol, já se apresentou algumas vezes com o guitarrista Brian May, uma delas no próprio programa (ver vídeo abaixo). Taylor já chegou a produzir alguns trabalhos da banda e conta como foi a experiência: “Passei algumas semanas com eles no Canadá ensaiando, mas eles sabem como funciona e isso é bom, eles tem alguns arranjos brilhantes de muita coisa do nosso material antigo e eu tenho a sorte de deixá-los com isso agora”. Taylor ainda não falou sobre quando pretende se unir aos músicos do Queen Extravaganza em um show ao vivo, que estarão em turnê no Reino Unido a partir de setembro. Enquanto isso, o verdadeiro Queen estará em turnê na América ainda nesse ano a partir do mês de junho junto com o cantor Adam Lambert.

Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)

Freddie Mercury vira monstro em anúncio da Transamérica

São Paulo – Para celebrar a diversidade da Rádio Transamérica, a We, agência responsável por toda a comunicação da emissora, decidiu promover uma verdadeira invasão de monstros da música à cidade.

A partir desse mês, os fãs do rock e do soul poderão conferir cartazes que trazem alguns dos maiores nomes da história desses estilos, Freddie Mercury e James Brown, transformados em monstros, por meio de ilustrações que remetem à estética dos cartazes de filmes antigos de terror.

As peças trazem os títulos “Monstros do Rock” e “Monstros do Soul” e estarão expostas em diferentes mídias.

Confira:

Freddie Mercury vira monstro em anúncio da Transamérica

James Brown vira monstro em anúncio da Transamérica

Fonte: exame.abril.com.br (dica de Roberto Mercury)

No final de Abril (28), Brian May, guitarrista do Queen, foi entrevistado via telefone por Damien St John da The Breeze Radio Network. Mais uma vez Brian elogia Adam Lambert, insistindo em afirmar que seu amigo Freddie Mercury teria amado Adam Lambert e suspiraria com as coisas que ele é capaz de fazer. Confira a descrição do dialogo:

Damien St John: Como está a preparação para a turnê norte-americana?
Brian May: Estamos em boa forma. Nós temos que começar bem cedo com esse tipo de coisa, então estivemos falando sobre a produção e o design já há alguns meses. O que falta é deixar nossas mentes e corpos em forma.
Damien: Como você faz isso? Ioga? Porque eu acabei de começar a fazer ioga.
Brian: Bem, ioga é ótimo. Eu não sigo ioga muito bem. Talvez eu devesse. Eu tenho um regime de exercícios que estou voltando a fazer. Acho que estou ocupado demais para fazer ioga. É um problema.
Damien: Se você consegue se alongar, Brian, você consegue fazer ioga.
Brian: Alongamento seria muito bom para mim. Ok, você me convenceu, voltarei a praticar ioga.
Damien: Agora na conferência de imprensa para anunciar sua turnê norte-americana, você disse “Os fãs querem que façamos isso, então faremos mais uma vez”. Essa é a última vez?
Brian: Eu sinto que sim. Nós não poderemos fazer isso para sempre. Nossos corpos não estão os mesmos de quando tínhamos 35 anos. Independente disso, estou animado por ter essa oportunidade. É fantástico termos essa chance. É incrível que a turnê se esgotou quase que instantaneamente. Esses lugares são grandes. É uma turnê do mesmo nível que fizemos com Freddie em 1986. Então é algo grande, e você tem que levar a sério. Nós, felizmente, não somos tão sérios, mas tratamos com seriedade o trabalho, será algo gigante – e especial, acho.
Damien: E Adam Lambert estará junto nos vocais.
Brian: Ele estará.
Damien: E o que mais me impressiona – porque eu sigo sua carreira desde o American Idol…
Brian: É, o American Idol.
Damien: Ele tem controle das músicas – e eu, como fã, acho que Freddie tinha isso, porque ele não cantava só por cantar. Ele dançava, para cima e para baixo. Adam também parece fazer isso.
Brian: Ele faz. Ele é um ótimo artista, com um fantástico instrumento. É uma voz em um bilhão. Eu sei que Freddie suspiraria com as coisas que Adam pode fazer. Freddie foi um dos maiores cantores de todos os tempos, não tem discussão, mas ele teria visto Adam e dito “Meu Deus, esse garoto tem algo”. E Adam é uma pessoa legal de se trabalhar, o que é muito importante. Você não pode viajar pelo mundo com pessoas que não gosta. Nós tivemos muita sorte, principalmente por poder trabalhar com ótimas pessoas.
Damien: Então arrase. Mais uma vez.

Fonte: adamlambertbrasi.com.br (dica de Roberto Mercury)

SOLITARY

 
 
Algumas semanas Sarina Taylor vem postando tweets sobre o filme Britanico Solitary.
Solitary é um filme estrelado por Sarina Potgieter ( Sarina Taylor, esposa de Roger).
Também trabalham  no filme  Anita Dobson (esposa de Brian) e Felix (filho de Roger), a pelicula deve  estrear no dia  30 Setembro 2014 na Inglaterra. Na trilha sonora  temos Roger Taylor.
 Roger Taylor  e Joshua Macrae trabalhando na trilha sonora the Solitary
Sumário
Quando  a party-girl(baladeira) Nora é forçada a voltar para casa com o seu velho  pai, e tudo parece  que a vida não podia ficar pior. Mas dentro de sua casa de infância, os fantasmas de seu passado continuam a assombrá-la, até que o segredo que ela enterrou há tanto tempo é finalmente revelado.”A história de recursos ‘Solitários’ para mim a nível intestinal. Ele se concentra em uma família vivendo vidas nitidamente separadas em uma cidade litorânea na costa sul da Inglaterra. É uma história sincera povoada por personagens que são assombrados por perdas e lembranças dolorosas , mas ainda se apegam à esperança de que eles podem de alguma forma se reconectar e tornar-se uma verdadeira família “. Sasha Krane, Diretor
Ficha técnica
Diretor: Sasha Krane
Escrito por : Katharine Lee McEwan
Estrelado por: Anna Skellern, Sam Hoare, Michael Wildman
Produtor  Executivo : Roger Taylor
Produtora /Produtora Executiva Sarina Taylor
Music by  Roger Taylor
Papeis
Anita Dobson  no papel  de Nurse Mary
  
Sarina Taylor  no papel de Shannon
 
Felix Taylor  no papel de   Gary
 
Fonte: http://wnilsen.blogspot.com.br/ (dica de Roberto Mercury)

O texto abaixo é a tradução livre de uma postagem feita no site/fórum interativo REDDIT por um usuário logado sob a alcunha ‘SexWithTwins’ na noite de ontem, [27 de abril].

O autor [ou autora] do post afirma ter comparecido a um evento social durante o qual interagiu com um ex-funcionário de gravadora ligado ao icônico grupo bretão QUEEN. Certas passagens da conversa citadas por ele não são exatamente precisas, mas há de se levar em consideração que ele possivelmente consumiu certa quantidade de álcool e não é, por profissão, um jornalista.

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O conteúdo da epistola a seguir pode ser de conhecimento de fãs mais ferrenhos da banda, mas fogem ao domínio de admiradores mais casuais de Freddie, John, Brian e Roger.

[…]

“Sem dar maiores informações, e para resumir uma longa história, eu acabo de voltar de uma festa de lançamento de um disco de uma banda para a qual trabalho, e engatei na conversa com um cara das antigas da empresa de licenciamento. Acabou que ele trabalhava para o Queen lá atrás, e ainda tem contato com algumas das pessoas que trabalham com eles hoje em dia. Naturalmente, eu quis perguntar a ele várias coisas, mas não queria aborrecê-lo demais. Então pensei comigo mesmo, ‘O que os fãs gostariam de saber? ’, e daí o indaguei sobre John Deacon.

Nós, megafãs da banda, não gostam lá muito de pensar sobre isso, mas já é uma questão de registro público que Roger e Brian não se davam muito bem com John. Acaba que isso se devia a algo que ocorrera durante a turnê de 1978/1979, e que resultara basicamente em Brian e Roger quererem chutar John para fora do grupo. John havia se interessado em música eletrônica e sequenciamento em MIDI, e queria seguir um direcionamento sonoro mais ‘disco’. Assim como Freddie.

Freddie então dedicou seu tempo para concentrar-se em sua carreira solo [o que acabou tomando quase 5 anos para se concretizar e custou muito dinheiro] e o Queen basicamente deixou de existir. MAS, eles ainda deviam três álbuns à gravadora – e alguns promotores de shows também haviam dito que tomariam as medidas legais cabíveis caso esses discos não fossem promovidos por uma turnê. Então, por Freddie ter permanecido neutro na arenga com John, este só trabalhou nas demos de pré-produção de ‘The Game’/’Flash’/’Hot Space’ com Freddie e um amigo dele, um assistente de produção/tecladista/programador de MIDI chamado Fred Mandel – que ajudara John a gravar uma faixa intitulada ‘Another One Bites The Dust’, que, para o desgosto de Brian e Roger, tornou-se o primeiro single da banda a atingir o #1 das paradas dos EUA. Isso deu a John cacife para trabalhar quase independentemente do resto do grupo. Uma vez que as trilhas fantasmas fossem completadas e fosse a hora de adicionar as guitarras, vocais e bateria, John simplesmente não participava. Ele ia mais para o fim para fazer quaisquer mudanças fossem precisas para as músicas que ele compusera, mas isso se dava sempre nos dias em que Brian e Roger não estavam no estúdio.

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O álbum ‘The works’, com o produtor Reinhold Mack, foi o último disco que eles eram obrigados por contrato a fazer para a EMI, e eles basicamente o fizeram sem John, que gravara a maior parte de ‘I Want To Break Free’ em seu estúdio caseiro. Eles conseguiram criar caso até com isso, porque John descobrira que Brian tinha adicionado um solo de guitarra à faixa e John queria que a música fosse inteiramente composta por instrumentos eletrônicos. Até a bateria nela é uma bateria eletrônica Roland [ou possivelmente Linn]. O acordo sobre o solo de guitarra era que Brian o tocaria através de um controlador MIDI – daí aquele som aloprado ‘dow dow dow dow daaaw’.

Depois de a turnê de ‘The Works’ se encerrar, eles basicamente acabaram com o Queen sem fazer nenhum anúncio coletivo à imprensa. Daí veio o Live Aid, e eles passaram de banda gigante a um dos grupos que mais faturavam em toda a indústria fonográfica. Quando ‘A Kind Of Magic’ e sua turnê se encerraram, John vinha tentando sair do Queen fazia quase 10 anos – mas eles simplesmente não paravam de crescer. Então, ao fim do último show da turnê, John quebrou o braço de seu baixo golpeando-o contra sua pilha de amplificadores, montou na limusine, e desapareceu. Por cinco anos.

Não fosse por Freddie ter adoecido, ‘The Miracle’ e ‘Innuendo’ nunca teriam acontecido. Freddie basicamente pegou John, Brian e Roger e disse, ‘vamos trabalhar juntos até que eu não consiga mais, e vocês vão se dar bem uns com os outros de qualquer jeito’ e eles não tiveram escolha a não ser concordar, pelo bem de seu amigo. É por isso que não vemos nem a cor de John hoje em dia. Quanto ao show-tributo a Freddie Mercury [em 1992], ele efetivamente abriu mão de seu direito de voto na produtora, e só retém os direitos das músicas que ele compôs. Ele ganha quase zero do musical de teatro ‘We Will Rock You’, e, até onde se sabe, nem foi assisti-lo.

Ele não foi convidado para juntar-se ao grupo acrescido de Paul Rodgers, e não está envolvido com a cinebiografia de Freddie, que deveria ter sido feita com Sacha Baron Cohen. Ele simplesmente não foi solicitado.

Fonte: whiplash.net (dica de Roberto Mercury)

A lista a seguir reúne nomes icônicos que quase entraram em outras bandas. Músicos que se consagraram com outros trabalhos que poderiam ter a história cruzada com grupos, inclusive, de estilos diferentes.

Zakk Wylde no Guns N Roses: imagine os poderosos harmônicos artificiais com vibratos (guitarristas entenderão) que tornaram Zakk Wylde notável em seu instrumento em solos de músicas como “Nightrain” e “Sweet Child O Mine”?

Zakk já revelou em algumas entrevistas o que aconteceu na época em que era sondado para entrar na banda. O guitarrista chegou a fazer alguns ensaios com o Guns N Roses e acabou ficando balançado com a possível proposta de entrar para o grupo, que estava sofrendo uma das tentativas de reformulação já em meados de 1995. Wylde havia gravado “Ozzmosis” com Ozzy Osbourne e estava para embarcar em uma longa turnê de divulgação, mas acabou não resolvendo e o Madman optou por contar com Alex Skolnick (Testament, Savatage) provisoriamente e Joe Holmes (Lizzy Borden, David Lee Roth) em definitivo para as seis cordas.

O fato mais curioso é que Zakk Wylde não substituiria Slash. O guitarrista da cartola ainda estava na banda. Ele entraria no lugar de Gilby Clarke. Em uma das entrevistas, Wylde comentou que “seria o Guns sob efeito de esteróides”. O peso era evidente, de acordo com os músicos envolvidos.

Axl Rose nunca deu uma resposta definitiva para Zakk Wylde, que ficou sem Guns e sem Ozzy. Momento para se dedicar mais ainda a seus projetos solo, em especial ao Black Label Society. Mas se, pelo lado do peso, seria inimaginável ter Wylde no GNR, por outro lado, não é tão fora de mão: em termos de escalas e opções melódicas, Zakk tem opções bem semelhantes às de Slash. Basta mudar a distorção e os captadores da guitarra do loirão para chegar a essa conclusão.

Richie Sambora no KISS: um milhão de músicos quase entraram para o KISS, mas talvez o mais famoso seja Richie Sambora. O assunto era algo comentado apenas entre os fãs mais diehards do KISS e do Bon Jovi, mas se tornou um pouco mais público após uma declaração em vídeo de Sambora, com certa dor de cotovelo por ter sido rejeitado na audição.

O guitarrista participou das audições feitas na época em que Ace Frehley deixou a banda, em 1982. Na época, essas audições coincidiam justamente com as gravações do álbum “Creatures Of The Night”, tanto é que alguns dos músicos testados, como Robben Ford, Steve Farris e Vinnie Vincent – o vencedor da vaga – chegaram a participar do disco.

De acordo com Sambora, ele sequer sabia as músicas do repertório da banda, o que incomodou Paul Stanley, Gene Simmons e Eric Carr. “Eu não queria, estava tentando só por ser algo lucrativo”, disse o músico. Seria uma mistura curiosa, visto que as influências de Richie Sambora estão bem orientadas para o blues, enquanto Stanley e Simmons são meio beatlemaníacos, meio zeppelianos. Mas cairia bem pelo menos para os anos 1980, já que o Kiss mergulhou no hair metal da época – estilo em que o músico se destacou no Bon Jovi.

Eric Clapton nos Beatles: os inviáveis conflitos entre os quatro integrantes dos Beatles vieram a findar a banda em 1970. Mas as tretas começaram um pouco antes. Em janeiro de 1969, George Harrison saiu do grupo. John Lennon quis que Eric Clapton, destacado na época principalmente pelo seu trabalho com o Cream, assumisse a vaga.

Clapton não era um completo estranho para os Beatles. Ele participou das gravações justamente de uma música cantada e composta por Harrison, “While My Guitar Gently Weeps”, do White Album, de 1968. Obviamente, Eric impressionou o Fab Four assim como já havia impressionado o mundo.

A proposta não chegou a ser feita, apesar de Lennon afirmar que Clapton sairia do Cream – “todos são solistas no Cream”, disse Lennon, de acordo com entrevistas concedidas pelos ex-Beatles. Paul McCartney, que havia brigado com Harrison na época e foi o catalisador de sua saída, foi o responsável por acalmar os ânimos dos músicos remanescentes.

Por mais que todos fossem solistas no Cream, Eric Clapton com certeza tinha mais liberdade na banda em questão do que teria nos Beatles. Sempre foi clara a liderança de Lennon e McCartney. Duvido muito que Clapton ficaria 100% confortável, mas seria, obviamente, um casamento genial. Dá arrepios de imaginar o que poderia ter saído disso aí.

Slash no Poison: talvez a mais inusitada da lista. O Poison estava começando a ganhar forma quando o guitarrista Matt Smith deixou o grupo, porque ele iria ser pai e preferiu levar uma vida mais “normal”. Em busca de um substituto, apareceram C.C. DeVille (que ficou com a vaga), Steve Silva (do Joe Perry Project) e Slash, que revelou em entrevistas posteriores que odiava a banda.

O guitarrista, que se consagrou anos depois com o Guns N Roses e de fato atingiu uma fama muito maior do que o Poison, não foi efetivado no grupo por questões estéticas. Slash era considerado feio e desleixado para a banda, que inegavelmente tinha um apelo visual muito forte e trabalhava com maquiagem, laquês e toda a pompa oitentista.

Jeff Scott Soto no Queen: não é de hoje que JSS é um cantor muito consagrado no Rock e Metal. Desde sua entrada na banda de Yngwie Malmsteen, no início da década de 1980, o vocalista lança trabalhos incríveis, seja em carreira solo ou com bandas do porte de Talisman, Axel Rudi Pell, W.E.T., Soul Sirkus, entre muitas outras. Trata-se de um workaholic. 

Mas nenhum outro trabalho do cantor teve ou teria a mesma projeção em comparação a uma possível entrada no Queen. Ele chamou a atenção de Brian May no início dos anos 2000, quando começou a fazer participações com o guitarrista, o que gerou uma duradoura amizade. JSS chegou a se apresentar algumas vezes com May e Roger Taylor (veja aqui os caras mandando “Stone Cold Crazy”), além de performances com a banda de Spike Edney, uma espécie de “quinto integrante do Queen” por muitos anos. 

No entanto, a entrada de Jeff Scott Soto não aconteceu justamente pelo cantor não ser muito famoso. De acordo com Brian May, a entrada de Paul Rodgers (Free, Bad Company) garantiria uma projeção muito maior para o novo grupo, que lançou apenas um disco, “The Cosmos Rocks”, em 2008. 

Ele chegou a fazer show com o Brian May e Roger Taylor em convenções. Segundo o próprio, o Brian garantiu que o cogitaria para uma possível reunião, mas acabaram optando pelo Paul Rodgers por ser um cara mais conhecido, que teria impacto maior na mídia. Mas para quem gostaria de conferir como JSS se sairia no grupo, basta ouvir o “Live At The Queen Convention 2003”, em que o cantor realmente mostra que era merecedor da vaga. 

Fonte: cifra.com.br (dica de Roberto Mercury)

 

freddie mercury No Dia Mundial da Voz, os Top 10 vocalistas de rock da história

No blog “Homem de Palavra”, comandado por Felipe Machado, que faz comentários sobre musica em geral, trouxe de acordo com sua opinião os melhores vocalista do rock de toda a história:

1. Freddie Mercury (Queen)

2. Robert Plant (Led Zeppelin)

3. Mick Jagger (The Rolling Stones)

4. Bono (U2)

5. Ronnie James Dio (Black Sabbath, Dio)

6. Ian Gillan (Deep Purple)

7. Bruce Dickinson (Iron Maiden)

8. Chris Cornell (Soundgarden, Audioslave)

9. David Bowie

10. Elvis Presley

 

Fonte: Blog Palavra de Homem (dica de Roberto Mercury)

A vida do vocalista do Queen, Freddie Mercury, agora é assunto de história em quadrinhos, nos Estados Unidos. ‘Tribute – Freddie Mercury’ trará curiosidades da infância dele, ainda em Zanzibar, na Tazmânia, e também da carreira meteórica do Queen. O lançamento aconteceu em 16 de abril de 2012. Aqui no Brasil, ainda não há previsão de venda.

 

Fonte: Uol Mais (dica de Roberto Mercury)

Mesmo enquanto Freddie Mercury lutava por sua vida, ele não deixava de trabalhar nas canções do Queen. Sempre houve esperança, ao menos parecia, de que algo bom pudesse ser feito nesses últimos momentos musicais dele. Mas, como lembra o guitarrista Brian May, nem sempre era fácil. Por volta de 1990, Mercury tornou-se notavelmente mais magro enquanto batalhava contra a AIDS. Mas Mercury estava disposto a dar tudo o que podia, até o último momento.

Freddie Mercury AIDS

Brian May e Freddie Mercury

Eu escrevia um verso e cantava pra ele“, disse May a Herman Grech, do The Times, “porque a canção não estava pronta ainda. Então para cada linha ele fazia quatro takes. Daí nós faríamos outro verso. E aí ele dizia ‘Me dê uma vodka.”. E aquilo deu forças a ele. Depois de cada dose ele dizia ‘Me dê mais letras, versos. Mais, mais e mais. Eu quero fazer isso’. Ele estava muito focado e sabia que não ficaria mais ali por muito tempo.

Essa seção ocorreu por volta de um mês antes de Mercury sucumbir à doença. A canção, intitulada “Mother Love” apareceria eventualmente no álbum póstumo de 1995, o “Made in Heaven”. “Aquela foi a última coisa que fizemos juntos. Freddie estava muito mal. Havia poucos momentos em que ele se dizia bem, que pudesse levantar e cantar. Mas ele estava disposto a trabalhar. Ele amava trabalhar. Acho que era isso o que realmente o fazia sorrir.”, contou May.

 

Fonte: themenestrel.wordpress.com (dica de Roberto Mercury)

 

 

 

 

 

 

Em entrevista à Rolling Stone no início do último mês, além de comentarem, com certo entusiasmo, a nova turnê do QUEEN com Adam Lambert, os integrantes remanescentes do conjunto divulgaram informações a respeito de John Deacon, baixista que não se apresenta com o QUEEN desde a década de 90. Roger Taylor disse: “Ele está completamente aposentado de qualquer contato social. Acho que ele é um pouco frágil e é exatamente por isso que [John] não queira saber de nada do mundo da música […] Isso é justo. Nós respeitamos isso”.

Brian May, guitarrista do QUEEN afirmou que apesar de John estar “privado em seu próprio universo” continua a estar envolvido nas finanças do grupo, e que nenhuma decisão é tomada sem a aprovação de John. “Entre as turnês e minha vida pessoal, eu levo uma vida meio esquizofrênica”, disse John Deacon em 1989.

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Durante a carreira do Queen, o baixista John Deacon sempre mostrou-se tímido, embora sua participação no grupo britânico tenha sido enorme. Tem-se dito que após a morte de Freddie Mercury, Deacon esteve com depressão. Deacon é casado desde 1975 com Veronica Tetzlaff, e juntos tiveram 6 filhos.

 

Fonte: http://whiplash.net (dica de Roberto_Mercury)

Escute Abaixo

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ou escute diretamente pelo recantoadormecido.com.br


Cabô é agora! Vocês pediram e BrunãoSlow e Eugenio convidam o colunista, escritor e músico Marcelo Facundo para falar de Queen!

 Vamos passar por todas as épocas e desmembrar a história dessa que é uma das bandas mais importantes do cenário mundial.

Não deixe de curtir nossa página no facebook, onde postamos críticas sobre filmes e nossa novidades. Vem com a gente!

Tempo de duração:   102 min

COMENTADO NO CAST:

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Fonte: http://recantoadormecido.com.br/2014/03/23/zicast-44-especial-queen/

Quatro amigos empenhados em criar suas próprias versões de grandes canções da música pop internacional.

Quatro jovens revivendo cada momento de inesquecíveis hits de artistas clássicos e atuais como Queen, The Beatles, Jason Mraz, Adele, Seal, Tears For Fears, Elton John, Nirvana, Bob Marley, Stevie Wonder, Eagles e muito mais, com arranjos que surgem de suas criatividades natas. “Nós reinventamos as músicas que todo mundo gosta e tocamos do nosso jeito”. Isto é o Quadriphonix!!!

O CD e DVD trazem uma belíssima versão de Somebody to Love. E há promessa de uma próxima versão, de Bohemian Rhapsody!!

Lista de Músicas CD e DVD

DVDCD
1. Crazy
2. Hotel California
3. I’m Yours
4. Everybody Wants To Rule The World
5. Don’t Worry Be Happy / Three Little Birds
6. Losing My Religion
7. Just Dance
8. Sowing The Seeds Of Love
9. Superstition
10. Come As You Are
11. Billie Jean
12. Modern Love
13. I Guess That’s Why They Call It The Blues
14. Everybody’s Changing
15. Wouldn’t It Be Nice
16. Ticket To Ride
17. Come Together
18. Rolling In The Deep / Crazy
19. Somebody To Love
1. Crazy
2. Hotel California
3. I’m Yours
4. Everybody Wants To Rule The World
5. Don’t Worry Be Happy / Three Little Birds
6. Losing My Religion
7. Just Dance
8. Sowing The Seeds Of Love
9. Superstition
10. Come As You Are
11. Billie Jean
12. Modern Love
13. I Guess That’s Why They Call It The Blues
14. Everybody’s Changing
15. Wouldn’t It Be Nice
16. Ticket To Ride
17. Come Together
18. Rolling In The Deep / Crazy
19. Somebody To Love

Para maiores informações:

Agradecimentos a Flavio Marchesin do Quadriphonix

Após perder o protagonista Sacha Baron Cohen (‘Borat’), que assinou contrato há dois anos para interpretar o roqueiro, mas veio enfrentando conflitos criativos com os membros da banda Queen, a cinebiografia perde seu diretor.

Segundo o Deadline, o diretor Dexter Fletcher se afasta da produção pelo mesmo motivo.  Enquanto os ex-companheiros de Freddie querem um filme que seja focado na banda, Cohen e o diretor queriam se aprofundar na vida pessoal de Freddie, incluindo sua bissexualidade.

Ben Whishaw (’007: Operação Skyfall’) continua contratado para viver o protagonista, e um novo diretor será procurado. Whishaw foi aprovado pelos membros do Queen, que tinham o ator como preferido.

A Sony Pictures e a GK Films querem Tom Hooper (‘Os Miseráveis’) na direção da cinebiografia, se ela ainda acontecer. O diretor, que concorreu ao Oscar de Melhor Direção por ‘O Discurso do Rei‘, é considerado a nova escolha do estúdio.  

Ainda sem título, o filme tem roteiro de Peter Morgan (também de ‘A Rainha’, e ‘O Último Rei da Escócia’).

Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.

 

Fonte:  http://cinepop.virgula.uol.com.br

Já está disponível, em pré-venda, as versões em DVD+CD e Blu-ray+CD “Brian May & Kerry Ellis The Candlelight Concerts – Live At Montreux 2013”

A Eagle Rock Entertainment lançará em 31 de março de 2014, o show de Brian May e Kerry ellis “The Candlelight Concerts – Live At Montreux 2013”.

O show estará disponível em três versões: DVD+CD, Blu-ray+CD e em formato digital, trazendo um variado repertório: “Born Free”, “I Who Have Nothing”, The Way We Were” e clássicos como “Tie Your Mother Down”, “We Will Rock You”, “Crazy Little Thing Called Love” e muito mais.

As versões em DVD+CD e Blu-ray+CD podem ser adquiridas, em pré-venda, pelo Shop Oficial do Queen ou da amazon.

Músicas:

DVD:
1) I Who Have Nothing 2) Dust In The Wind 3) Born Free 4) Somebody To Love 5) Nothing Really Has Changed 6) Life Is Real 7) The Way We Were 8) ’39  9) Something 10) Last Horizon 11) Love Of My Life 12) The Kissing Me Song 13) Tie Your Mother Down 14) We Will Rock You 15) No One But You   16) Crazy Little Thing Called Love

CD:
1) Born Free 2) I Loved A Butterfly 3) I Who Have Nothing 4) Dust In The Wind 5) The Kissing Me Song 6) Nothing Really Has Changed 7) Life Is Real 8) The Way We Were  9) Something 10) Love Of My Life 11) I’m Not That Girl 12) I Can’t Be Your Friend 13) In The Bleak Midwinter 14) Crazy Little Thing Called Love 15) No One But You (Only The Good Die Young).


 Abaixo vídeo (amador) de parte de Tie your mother down

 

Fontes: www.queenonline.com   |   www.vandohalen.com.br
Com dica de: Roberto Mercury

Em entrevista à Planet Rock Radio, Brian May foi questionado sobre qual música tem suas guitarras preferidas. E escolheu “Since You’ve Been Gone”, composição de Russ Ballard, eternizada pelo Rainbow no álbum Down To Earth e registrada pelo guitarrista do Queen em Live At Brixton Academy.

“Alguns dirão que ela é Pop, mas a considero simplesmente descomprometida com estilos. As pessoas não falam tanto sobre Ritchie Blackmore, mas ele é um desbravador, com uma técnica incrível. Trata-se de um músico imprevisível. Isso faz a diferença. Você nunca sabia o que ele ia tocar em um show do Deep Purple ou Rainbow”.

Tanto na versão original como na registrada por Brian May, o baterista era Cozy Powell. “Foi uma experiência maravilhosa trabalhar com ele. Cozy tinha o Rock and Roll percorrendo todas as partes de seu corpo. Era um cara incrível”, lembrou o músico.

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Queen renovou sua parceria com a Universal Music. A companhia cuidará da promoção do álbum de inéditas que o grupo lançará, além do filme sobre a vida de Freddie Mercury e outras promoções futuras.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 

O Grammy é definitivamente uma das maiores premiações da música. Receber um Grammy é o reconhecimento máximo do valor de sua obra. Mas nem sempre isso acontece.

Alguns músicos já fizeram verdadeiras coleções de Grammys, como é o caso de Kanye West, que já ganhou 21 vezes, e de Beyoncé, que ganhou 17. Quando se trata de bandas de rock, os recordistas são o U2, que já juntaram 22 gramofones ao longo da carreira.

Enquanto isso, de acordo com a lista abaixo, vários grande nomes do rock mundial, nunca receberam um Grammyzinho sequer e acabaram com um espaço vazio na estante da sala.

Injustiça não é mesmo? Veja quais são os nomes do rock que nunca foram lembrados pela premiação.

Queen

Difícil de acreditar, mas a banda que era liderada por Freddie Mercury não levou o gramofone dourado para casa. Eles até chegaram a ser nomeados em 1976 por “Bohemian Rhapsody” e de novo em 1980 por “Another One Bites The Dust”, mas prêmio que é bom, nada!

The Who

Você pensa que depois de tantos anos de carreira gloriosos, o mínimo merecido pelo The Who era um Grammy. Mas não, eles nunca ganharam.

The Doors

Mesmo com singles extremamente populares como “Light My Fire” e L.A. Woman”, o The Doors foi completamente esnobado pelo Grammy. Pelo menos até 2007, quando na cerimônia do Grammy, receberam o prêmio pelo conjunto da obra e uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Será que o antes tarde do que nunca se aplica aqui?

Led Zeppelin

Sim, a banda que criou “Stairway To Heaven” nunca ganhou um Grammy. Tudo bem, eles foram indicados em 1970, como “Melhor artista novo” mas isso foi o mais perto que eles chegaram. Jimmy Page e Robert Plant conquistaram seus próprios Grammys individuais depois que a banda chegou ao fim. Mas aí fica a pergunta, por que não juntos?

Jimi Hendrix

Pois é, nem o mestre da guitarra Jimi Hendrix foi digno de um Grammy, já que em toda sua carreira foi apenas nomeado uma única vez.

Oasis

Os rancorosos irmãos Gallagher não devem ter engolido essa até hoje, mas não, eles nunca conseguiram ganhar um Grammy! Por mais osso duro que eles possam ser, justiça seja feita, eles mereciam. Apesar de nem todo mundo ser fã do temperamento difícil dos irmãos, eles são donos de hits inesquecíveis. O álbum “(What´s The Story) Morning Glory” de 1995 é lembrado até hoje como um dos melhores de todos os tempos.

The Killers

Ok, não dá realmente para comparar os nomes acima com o The Killers, mas é simplesmente difícil de entender porque os rapazes de Las Vegas não ganharam um Grammy, já que foram indicados 7 vezes para o mesmo, incluindo “Melhor álbum de rock” para “Hot Fuss”.

The Smiths

Os britânicos percursores do indie rock na década de 80, foram responsáveis por uma forte influência em toda uma geração, apesar da banda em si ter durado apenas cinco anos. Nem o icônico álbum “The Queen is Dead”, foi capaz de garantir o prêmio aos ingleses.

Bob Marley

O ícone jamaicano nunca ganhou um Grammy, mas diferentemente dos casos acima, não foi por ter seu talento desmerecido. O que acontece é que Marley morreu em 1981, e o Grammy Awards apenas acrescentou uma categoria para reggae em 1985. Mesmo sem ter recebido o prêmio, em 2013, a premiação homenageou Marley com a presença de seus filhos, Ziggy e Damian.

 

Fonte:
Dica de: Roberto Mercury

Bruce Springsteen no topo da parada britânica com High Hopes
Bruce Springsteen no topo da parada britânica com High Hopes

Pela décima vez Bruce Springsteen chegou ao topo da parada britânica de álbuns. O disco responsável pelo feito foi “High Hopes”, o décimo oitavo trabalho de estúdio do veterano astro. O cantor agora deixou para trás nomes como ABBA, Queen, David Bowie e Michael jackson e está empatado com os Rolling Stones, U2 e Robbie Williams.

Em um mercado que segue em ritmo lento depois das festas de final de ano, o top 100 britânico segue sem maiores novidades, e com pouquíssimos lançamentos chamando a atenção do público. Com isso, o resto do top 5 segue mais ou menos previsível. “Halcyon” de Ellie Goulding agora está na vice colocação e o álbum homônimo de Beyoncé na terceira. Ambos discos caíram uma posição em relação à semana passada.

“Bad Blood” do Bastille subiu do quinto para o quarto lugar e “Since I Saw You Last” de Gary Barlow na quinta colocação segue firme no top 5 depois de oito semanas, mesmo sem jamais ter alcançado o primeiro lugar – um fato cada vez mais raro.

Singles

A parada de singles também não teve muitas alterações em relação à última semana. “Happy” de Pharrell Williams, “Timber (Feat. Ke$ha)” de Pitbull, “Hey Brother” de AVICII e “Trumpets” de Jason Derulo mantiveram-se nos quatro primeiros lugares. A novidade foi a entrada na quinta posição de “Do It All Over Again” do jovem Elyar Fox.

 

Fonte: www.vagalume.com.br