Todos esses anos de rock devem ter começado a cobrar o preço em Brian May: Após poucos meses de sofrer um transplante de joelho, o guitarrista do QUEEN está sofrendo de terríveis dores nas costas.

May compartilhou as notícias pelo seu twitter, dizendo que passou por um MRI que revelou “problemas em dois discos, que estão pressionando um nervo.

Como reporta o Daily Express, May procurou tratamento porque estava “sofrendo de agonizantes dores nas costas e nos músculos das nádegas”, desde que tocou no iHeart Radio Music Festival em setembro, ou como May colocou em um Tweet no dia 15 de dezembro: “Estou tendo um péssimo dia. As dores nas costas agora estão caminhando para meus glúteos, que eu sinto desde o iHeart de Vegas. Agora meu iPhone morreu. Ótimo.”

May não divulgou as recomendações médicas para tratamento da lesão, mas em muitos casos, cirurgia é usada como último recurso para recuperação de discos espinhais lesionados – descanso e exercícios específicos são usados também para curar o paciente. Por enquanto, May soa feliz apenas de saber o que estava acontecendo: “Bem, ao menos eu sei agora que não estava imaginando essas dores”, falou no Twitter.

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Queen na revista “This is Rock” de Agosto de 2013

Embora a Edição não seja deste mês e sim de agosto deste ano, como não havíamos publicado, resolvemos publicar e trazer junto outras edições da revista em que o Queen foi capa.

Todas as revistas estão à venda ao valor de € 4.00 (aproximadamente R$ 13.00, sem a taxa de envio).

CapaTítulo da Capa | N° da Edição | Mês/Ano
De Los Ángeles al Fin del Mundo – The Queen
N° 110° | Agosto de 2013


Na transição dos anos 70 para os 80 o som do Queen sofreu uma mutação aos olhos da crítica e do público. A banda de rock tornara-se eclética, combinando com o pop, o que poderia vir a enterrar seu lado hard rock.
1983 foi o ano em que os presságios do fim da monarquia começou a tomar consistência. 

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Mercury – El Mensajero de los Dioses
N° 103 | Janeiro de 2013

Traz uma crônica da vida e obra de Freddie Mercury até o ano de 1988. Ignacio Rey leva os leitores a uma viagem que começa na África, com uma passagem breve pela Índia, e por lugares fixos; Nova York, Munique, Montreux, terminando em Barcelona e Londres, mostrando a jornada de um homem que escolheu ser um mensageiro dos deuses. 

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Queen – News of the World – Del Barroco al Arena Rock
N° 84 | Junho de 2011



O movimento punk estava mudando tudo no mundo do rock, e o Queen teve a visão e sabedoria para percebe que se não lançassem outro álbum no estilo de “A Day At The Races” perderia uma grande parte de seus seguidores.O desafio era enorme para uma banda com apenas cinco anos de existência, então ‘News Of The World’ foi muito mais do que ‘o próximo álbum do Queen’.Esta é a história de um disco que consolidou um futuro glorioso de uma banda que sabia como usar todas suas armas com sabedoria e tirar o máximo proveito de todos seus recursos. É a história de como o rock mais clássico conseguiu sobreviver à fúria do punk sem perder a sua identidade e qualidade.

 

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Queen – Ascension a un Reinado
N° 66 | Dezembro de 2009
 

Falar da “rainha” Freddie Mercury, sem diminuir o extraordinário talento de seus companheiros, é dizer que no começo foi ainda mais presente o seu “fator X” para as canções com estruturas complexas, harmonias e arranjos cuidadosos, a própria sensibilidade e rock pesado, o legado de uma imagem de glamour que poderia ganhar a imortalidade.

É injusto pensar que o Queen começou com ‘Bohemian Rhapsody’, pois antes dela existiam três álbuns fundamentais para se entender e apreciar as músicas criadas por 4 corações que batiam na mesma sintonia.


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Queen – Le Grand Finale de una Reina
N° 42 | Dezembro de 2007

 

Para uma banda bem versátil, embora uma banda de rock de sucessos mutantes, a década de 80 foi como um abismo profundo em busca de saciar sua sede de estilos. Além de seus flertes habituais com o pop, a banda cruzou fronteiras musicais e assim reuniu uma maior, e heterogênea, aglomeração de fãs muito diferentes.


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GRANDES GIRAS DEL ROCK
Nº 06 Dezembro de 2004


O Maior Espetáculo da Terra. As grandes turnês que marcaram e mudaram a história do rock.

QUEEN, U2, LED ZEPPELIN, DEEP PURPLE, AC/DC, BON JOVI, GUNS N’ ROSES, METALLICA, ROLLING STONES, IRON MAIDEN, KISS, PINK FLOYD, THE WHO y VAN HALEN.

 

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Fonte: http://thisisrock.net
Dica de: David Neto

Ben Stiller estrela e dirige o remake

A Vida Secreta de Walter Mitty (The Secret Life of Walter Mitty), comédia de fantasia que Ben Stiller estrela e dirige para a 20th Century Fox, remake de O Homem de Oito Vidas (1947), ganhou um novo trailer, ao som de “Bohemian Rhapsody”:

Na trama, Walter Mitty (Stiller) é um homem que sonho com grandes aventuras e deixa sua vida de fantasias para buscar uma fotografia perdida para a última edição da revista Life.

Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento), Shirley MacLaine (A Feiticeira), Adam Scott, Sean Penn e Patton Oswalt também estão no elenco do remake. O filme escrito por Steve Conrad (À Procura da Felicidade) é o primeiro longa de Stiller atrás das câmeras desde Trovão Tropical, que ele dirigiu em 2008.

A Vida Secreta de Walter Mitty estreia em 27 de dezembro no Brasil.

 

Fonte: http://omelete.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Free Pass Entretenimento confirmou uma nova turnê sul-americana de dois dos maiores vocalistas norte-americanos de todos os tempos: Eric Martin (Mr.Big) e Jeff Scott Soto (Journey, Malmsteen, Talisman). Após uma tour conjunta de muito sucesso em 2010, os artistas retornarão ao Brasil para realizar shows em conjunto – e separadamente por diversas capitais.

Enquanto JSS executará um tributo especial a banda Queen, Eric Martin apresentará um set recheado de muito Mr.Big e também algumas surpresas.

A turnê acontecerá no mês de Março de 2014, com algumas datas já confirmadas:

08/03/2014 – JSS Queen Tribute + Eric Martin – Rio de Janeiro (RJ)
09/03/2014 – JSS Queen Tribute + Eric Martin – Porto Alegre (RS)
13/03/2014 – JSS Queen Tribute – Motorcycle Rock Cruise (SP)
14/03/2014 – Eric Martin – Belo Horizonte (MG)
15/03/2014 – JSS Queen Tribute + Eric Martin – Vinhedo (SP)
16/03/2014 – JSS Queen Tribute + Eric Martin – São Paulo (SP)

Em breve mais informações sobre locais dos shows e ingressos.
Para contratar os shows: booking@freepass.art.br

Produção e realização:
Free Pass – www.freepass.art.br

Assessoria de Imprensa
Heloisa Vidal
press@frepass.art.br

Mais em:
www.jeffscottsoto.com
www.ericmartin.com

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

O músico Roger Taylor, o lendário baterista do Queen, buscou com seu mais recente álbum solo, “Fun on Earth”, criar um trabalho “eclético”, que ele mesmo compara a uma “montanha-russa”.

O quinto projeto solo de Taylor será lançado junto com a coleção completa de seus catálogos, “The Lot”, que reúne seus cinco álbuns de estúdio, três com The Cross – a banda que fundou em 1987, quatro singles e versões inéditas.

Em entrevista à Agência Efe em Londres, o músico reconhece que “sente saudades” do carismático Freddie Mercury e se confessa “orgulhoso” de ter feito parte da lendária Queen, que arrasou nos anos 70 com sucessos como “Sheer Heart Attack” (1974) e “Night At The Opera” (1975).

Taylor fala de “Fun on Earth” visivelmente esperançoso, mas confessa que está inquieto esperando ver a reação do público, que levará em conta para decidir se embarca ou não em uma turnê: “Qualquer músico que diz que toca para ele mesmo, mente”, garante.

Gravado no estúdio Priory, as 13 canções foram gestadas durante um “longuíssimo” período de cinco anos nos quais o cantor e baterista trabalhou “muito, mas sem pressões” com a ambição de criar músicas “que fossem muito diferentes entre si”.

“Cada canção é totalmente diferente das outras, mas é exatamente o que eu queria. Tinha em mente um álbum eclético e que fosse como uma montanha-russa”, disse Taylor, um dos “pulmões” do Queen e autor de clássicos como “Radio Ga Ga” e “A Kind of Magic”.

Com seis décadas de trajetória, o músico aproveitou a conjuntura para “regravar” a seu gosto “Small”, música do Queen e Paul Rodgers que não o tinha agradado a princípio, e arrancou críticas promissoras com “Sunny Day”, o primeiro single.

Taylor ficou muito à vontade para falar contra a política britânica em “The Unblinking Eye”, uma canção escrita “quando este país era um terrível desastre” há três anos.

“Continua sendo agora, mas não está tão mal. Na época tinha a sensação de que alguma coisa tinha se quebrado; que os cidadãos não tinham nenhum poder. Agora os políticos tiveram que escutar”, disse.

Com “The Lot” admite sua “satisfação” ao ter todo seu trabalho “em uma caixa” e diz que sente que “encerra um ciclo”.

“Agora me sinto mais com os pés na terra, completo, e não digo que não vou fazer nada mais depois, mas agora tudo está em uma caixa e para mim é muito satisfatório”, confessou Taylor, que com os anos acredita que é “melhor músico, mais maduro e muito mais crítico”.

“‘The Lot’ é obviamente muito mais pessoal do que qualquer trabalho do Queen, o produto de quatro pessoas muito diferentes”, comentou Taylor.

Ainda o surpreende pensar que se passaram 22 anos desde a morte de Freddie Mercury: “Sinto saudades de sua presença. Vivíamos tão perto, sabíamos o que o outro pensava. Frequentemente tenho a sensação que ele está ali na esquina”, admitiu Taylor, para quem “sair em turnê” com ele era “um trabalho completo”.

Sobre Mercury, Taylor disse que o cantor “teria adorado” Adam Lambert, o ex-participante de “American Idol”, escolhido por ele e pelo guitarrista Brian May para tocar com o Queen.

“Freddie teria dito: ‘Deus, seu tom vocal é incrível. Era louco por Prince e adorava Michael Jackson; era muito generoso com o que o agradava”, lembrou o baterista.

Outro dos projetos que mantém Taylor ocupado é a turnê de The Queen Extravaganza, banda cover que está agora no Reino Unido e que é um projeto pessoal de Taylor.

Após ver “muitíssimas bandas ruins, covers, todas com perucas encaracoladas e bigodes colados, que pareciam uma piada”, Taylor pensou que o melhor era formar um grupo “fantástico, que não tivesse que parecer com a gente, cada um com sua personalidade, mas que representassem nossa música de maneira brilhante”.

Também não descarta um novo álbum com material inédito do Queen, no qual trabalha atualmente com Brian May: “Há algumas coisas que gravamos juntos e não terminamos ou que não nos pareceu suficientemente bom; deve ter quatro ou cinco canções que as pessoas não ouviram”, finalizou Taylor.

 

Fonte: www.uol.com.br

David Richards, que produziu e co-produziu álbuns do Queen, David Bowie, Iggy Pop e outros, morreu na última sexta-feira depois de uma longa batalha contra uma doença não revelada

Brian May, Roger Taylor, Claude Nobs, Freddie Mercury, David Richards e John Deacon
Brian May, Roger Taylor, Claude Nobs, Freddie Mercury, David Richards e John Deacon

Richards nasceu em 1956. Conseguiu seu primeiro emprego na música no Chappell Studios, em 1973. Dois anos depois mudou-se para Montreux, Suíça, para trabalhar no agora famoso Mountain Studios. Em 1977 se tornou engenheiro-chefe e em 1993 comprou o estúdio.

Ele produziu os quatro últimos álbuns do Queen com Freddie Mercury, incluindo o póstumo “Made in Heaven” e trabalhou em dois álbuns ao vivo. Richards também produziu em 1986 o álbum de Iggy Pop “Blah Blah Blah” e os álbuns ‘Never Let Me Down’ e ‘Outside’ de David Bowie.

O site Oficial do Queen postou uma nota: “Richards será lembrado por muitos como um bom amigo. Ele era engraçado, generoso e um homem de grande talento que tinha um ‘toque mágico’ no estúdio de gravação. Suas produções criativas serão lembradas por anos.”

 

Fonte: http://ultimateclassicrock.com

John Hollenbeck retorna a suas canções preferidas. Músico transita com desenvoltura por todos os ritmos

Aos 44 anos, o baterista norte-americano John Hollenbeck está no auge de uma carreira diferenciada. Não se pode chamá-lo de baterista de jazz, nem de músico erudito contemporâneo. Mais absurdo ainda é etiquetá-lo como músico popular. Mas o que ele faz que o torna tão diferente?

Hollenbeck transita com desenvoltura em todos os rótulos da música. Passa do improviso para composições escritas refinadas. Isso sem falar nos arranjos, de uma sofisticação sem paralelo. Já trabalhou com o pianista Fred Hersch, nomes ilustres da vanguarda (Meredith Monk) e com expoentes do free (Kenny Wheeler). Encontrou no pianista Gary Versace e no vocalista Theo Bleckmann parceiros chaves de seus projetos da última década. Lidera o Claudia Quintet, um dos mais radicais grupos da música instrumental contemporânea.

E agora lança o CD Songs I Like a Lot, ou as minhas canções preferidas. Aos 16 músicos da Frankfurt Radio Big Band, Hollenbeck acrescenta Bleckmann e Versace. E, como cereja neste bolo refinado, uma convidada inesperada, a cantora Kate McGarry. Kate é convencional, está esteticamente longe do universo de Hollenbeck, mesmo tendo estudado com o saxofonista avant-garde Archie Schepp. Deu-se com venerandos gênios do jazz, como o trompetista Clark Terry e o pianista Hank Jones no início de carreira, nos anos 90. Trocou Los Angeles por Nova York, assinou com a Palmetto e tem feito gravações previsíveis, mas talentosas (a mais recente, de 2012, Girl Talk, pode ser ouvida em streaming no site da Palmetto).

Democrático, Hollenbeck telefonou para os músicos e pediu-lhes listas de suas canções preferidas. Checou com as suas próprias e com os oito clássicos do CD, nos quais imprimiu marca fortíssima. São canções conhecidas, que se transfiguram em arranjos de refinamento superior. Fazem esquecer as matrizes de tanto sucesso popular no passado. E ainda assim arrepiam, tamanho o impacto.

Ele abre com Wichita Lineman, canção que seu pai adorava, composta por Jimmy Webb e lançada em 1968 por Glen Campbell. McGarry é a primeira voz que se ouve. Mas um delicado contraponto de saxes e clarinetas dá o tom inicial. Kate contracena com Theo Bleckmann, que evoca a voz de Campbell. Outro toque de simplicidade é a guitarra evocando o simplório toque da guitarra original no registro de 1968. Em geral, em seus arranjos Hollenbeck captura e isola pequenos motivos da canção original. Usa-os como pontos de partida para as orquestrações.

A segunda surpresa ainda gira em torno de Jimmy Webb: trata-se de The Moon’s a Harsh Mistress, canção de 1974 que usa o mesmo título da novela de ficção científica de Robert Heinlein, de 1966. Foi Bleckmann quem a mostrou a Hollenbeck. O resultado é incrível. A performance dura quase 15 minutos: começa com o piano minimalista de Gary Versace, solitários acordes pairando no ar; depois do primeiro minuto, Kate enuncia a melodia da canção, ainda só com piano. Na altura de 1’48” entram duas flautas sinuosas e as escovas discretíssimas de Hollenbeck. Dali em diante, há um longo interlúdio instrumental, em que as vozes não mais entoam letras, mas juntam-se aos instrumentos como seus iguais, em scats discretíssimos, até um breve solo de saxofone a 3 minutos do fim; só então Kate e Theo retornam para nos lembrar da canção original. Autêntica reinvenção.

Transfiguração mesmo acontece no clássico Man of Constant Sorrow de Bob Dylan. O primeiro minuto e meio dos mais de 11 é preenchido com os metais em uníssono sob uma barragem percussiva meio sombria. Só então se inicia o pulso regular, longe, porém, do clima country do original. Um Hammond saltitante aqui, um sax improvisando acolá – e as vozes de Kate e Theo movimentam-se na melodia tão conhecida. Espaços largos para improvisos instrumentais, acolchoados por uma bateria irrequieta e polirrítmica.

Descrevi duas faixas apenas. Em Bicycle Race, clássico do Queen assinado por Freddie Mercury, Hollenbeck usa uma bike como instrumento de percussão e este é seu único solo no disco inteiro. As demais canções favoritas do baterista incluem Canvas, de 2009, da cantora e compositora britânica pop Imogen Heap; All My Life, possivelmente a mais inusitada inclusão, porque é tema composto pelo grande criador do free jazz, Ornette Coleman; outra inclusão inesperada é FallsLake, do dublê de DJ, eletropunk e compositor japonês Nobukazu Takemura. Hollenbeck arrisca apenas uma composição própria, a lírica Chapel Files, inesperadamente convencional.

 

Fonte: www.estadao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O ator inglês Ben Whishaw, o novo Freddie Mercury no cinema / Foto: Divulgação
O ator inglês Ben Whishaw, o novo Freddie Mercury no cinema / Foto: Divulgação

Quando o ator inglês Ben Whishaw foi anunciado como o substituto de Sacha Baron Cohen no papel de Freddie Mercury no cinema, muita gente ficou sem perguntando quem ele era. De uma hora para outra, todo mundo queria saber quais papeis ele já havia feito e se ele ia dar conta do recado. A gente te mostra alguns dos momentos mais importantes da carreira do ator. Mas adiantamos: ele é bastante talentoso e tem tudo para se dar muito bem na pele do vocalista do Queen.

Whishaw começou a carreira no teatro, onde foi reconhecido como um dos maiores talentos da nova geração. Participou de uma elogiada adaptação do clássico livro “É Isto um Homem“, de Primo Levi, e foi indicado a prêmios importantes por sua atuação como Hamlet, em uma montagem de 2004.

Seu primeiro papel no cinema foi no filme de guerra “The Trench“, de 1999, ao lado de Daniel Craig. Em 2001, participou de “My Brother Tom” e conquistou alguns prêmios britânicos para atores novatos. Interpretou Keith Richards, o lendário guitarrista dos Rolling Stones, no longa “Stoned“, de 2005, que conta a história da morte de Brian Jones, o outro guitarrista da banda.

Um ano depois, conquistou seu primeiro grande papel: viveu Jean-Baptiste Grenouille, o protagonista de “Perfume: A História de um Assassino“. Foi indicado a alguns prêmios europeus e passou a ser chamado para outras produções bem interessantes, como “I’m Not There“, sobre a vida de Bob Dylan, em que aparece como uma versão do poeta Arthur Rimbaud.

Ben Whishaw como Q no último filme de James Bond / Foto: Reprodução
Ben Whishaw como Q no último filme de James Bond / Foto: Reprodução

Mas o grande ano de Whishaw foi 2012. O ator ficou bem mais conhecido principalmente por conta de sua participação em “007: Operação Skyfall“, em que aparece como o inventor Q. Logo em seguida, interpretou vários papeis em “Cloud Atlas“, o grande épico de ficção científica dos irmãos Wachowski.

Na televisão, o ator participou de algumas séries da BBC. Em 2008, gravou “Criminal Justice” e foi indicado a alguns prêmios e ganhou o Emmy de Melhor Ator. Entre 2011 e 2012, participou do drama “The Hours“. Em 2012, viveu o rei Ricardo II na adaptação televisiva da peça de William Shakespeare.

2014 promete ser bastante especial para o ator também. Além de seu papel como Freddie Mercury, ele vai viver o grande escritor americano Herman Melville, autor de “Moby Dick“, no longa “In the Heart of the Sea“.

 

Fonte: http://colheradacultural.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Cantor americano se apresenta com o guitarrista Brian May em festival realizado em setembro Foto: Getty Images
Cantor americano se apresenta com o guitarrista Brian May em festival realizado em setembro Foto: Getty Images

O ano de 2014 será de celebração para os fãs do Queen. Em entrevista ao site canadense Canoe, o baterista Roger Taylor afirmou que um disco com músicas inéditas será lançado em breve e completou: ao lado do guitarrista Brian May, a dupla planeja voltar a excursionar com Adam Lambert, participante do American Idol de 2012 com quem chegaram a tocar em 2012 e no iHeartRadio Music Festival, em setembro.

“Não são demos, mas material que realmente gravamos”, disse o músico de 64 anos, que em novembro lançou seu quinto álbum de estúdio, Fun on Earth, a respeito das canções, incluindo dois duetos de Freddie Mercury com Michael Jackson – que dependem da autorização dos herdeiros do rei do pop para chegarem às lojas.

“Admito que tinha esquecido da maioria delas, porque você trabalha em uma nova canção todos os dias e acaba deixando pra lá. Mas Brian está trabalhando nelas agora e vamos nos reunir no ano novo para saber em que formato as lançaremos”, afirmou.

Novos shows também estão sendo programados. “Adam Lambert atuou fantasticamente bem conosco. Ele é uma força sombria, uma pessoa teatral e que interpreta realmente de forma brilhante nossas canções”, Taylor elogiou. “Sua voz é imbatível. Então acho que trabalharemos juntos no próximo ano, sim.”

 

Fonte: http://musica.terra.com.br

Jacquie Lee foi a primeira a subir ao palco, ela convidou Matthew Schuler, Caroline Pennell, James Wolpert e Cole Vosbury a se juntar a ela para cantar “Bohemian Rhapsody”. Jacquie soube com certeza como montar uma equipe, reunindo um fantástico grupo de vozes. 

Fonte: http://popdust.com
Dica de: Cláudia e Rodrigo

O baixista John Deacon não estará envolvido na cinebiografia do vocalista Freddie Mercury, que está em curso. Segundo o guitarrista Brian May, seu parceiro no Queen, Deacon não tem interesse em participar. “Nós meio que lutamos para que John participasse. Apesar dele ter lido o roteiro e ter dado a sua aprovação, prefere não se envolver no projeto. Ele está vivendo o seu momento e nós respeitamos isso. É uma pena porque gostaríamos de tê-lo de volta.”

Apesar disso, a cinebiografia de Freddie Mercury começou a sair do papel. Enfim, foi escolhido o ator que dará vida a Mercury: o britânico Ben Whishaw, que já trabalhou em “A Viagem”, “Perfume: A história de um assassino”, e recententemente deu vida ao jovem Q em “007: Operação Skyfall”. O ator vinha sendo cotado para o papel desde outubro, e segundo o site Deadline, já assinou o contrato para a produção do filme.

Em julho, Sacha Baron Cohen desistiu de interpretar Freddie Mercury no cinema por discordar do enfoque do roteiro do filme. O ator e comediante queria retratar a vida gay, turbulenta e brilhante do cantor, que morreu em 1991 com apenas 45 anos, em decorrência de complicações causadas pelo HIV. Já Brian May e o baterista Roger Taylor, que estão no controle do longa, querem um filme mais voltado para as famílias, com classificação livre.

 

Fonte: http://portalrockline.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O pop e o rock parecem ser estilos musicais de planetas diferentes em certos momentos. Mas o guitarrista Brian May revelou uma admiração entre dois grandes nomes que representam cada um dos estilos.

Michael Jackson (foto) tinha grande admiração por Freddie Mercury (Getty Images)
Michael Jackson (foto) tinha grande admiração por Freddie Mercury (Getty Images)

Considerado o “rei do pop”, Michael Jackson tinha grande admiração por Freddie Mercury, vocalista do Queen, de acordo com May. O guitarrista falou sobre a relação entre Jackson e Mercury em entrevista recente à Rolling Stone.

“Michael costumava vir nos ver muito. Ele era um grande fã do Queen, especialmente de Freddie, e eles se davam muito bem. Michael ficou impressionado com nosso equipamento de iluminação, não lembro de qual turnê, com luzes móveis. Ele usou algo bem parecido na turnê de Victory”, afirmou May.

De acordo com o guitarrista, Jackson tinha um apreço muito grande pelo rock n roll. “Michael realmente gostava muito de Freddie e meio que o idolatrava. Ele queria ser uma estrela do rock”, disse.

Atualmente, em parceria com o baterista Roger Taylor, May trabalha em duetos inéditos gravados por Michael Jackson e Freddie Mercury, que devem ser lançados em 2014. “A maioria dessas músicas foram gravadas no estúdio de Michael. Eu nunca trabalhei em estúdio com ele pessoalmente”, afirmou o guitarrista.

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br

Uma exposição recém-inaugurada em Montreux aborda a presença da famosa banda inglesa “Queen” e as várias canções de sucesso gravadas em estúdios no pequeno vilarejo às margens do lago de Genebra. Além de trajes, instalações de vídeos, instrumentos, a mostra permite também aos fãs de mixar alguns hits cantados por Freddie Mercury.

 

Fonte: www.swissinfo.ch

O guitarrista Brian May falou à Rolling Stone sobre como os caminhos do Queen e Michael Jackson se cruzaram. Junto de Roger Taylor o músico está trabalhando em faixas que o Rei do Pop e Freddie Mercury registraram nos anos 1980. “Ele ia muito aos nossos shows e se impressionava com nosso jogo de luzes. Chegou a usar nossa ideia do grid móvel na turnê Victory. Michael era muito gentil e idolatrava Freddie, queria ser um rockstar”.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quadro do programa da Eliana, no SBT, “Fenômenos do YouTube”: Daniel, o Freddie Mercury.

 

Fonte: www.sbt.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O mundo inteiro está ansioso pela volta do Queen com apresentações ao vivo. Os Glamberts em especial, quando há a possibilidade deles se apresentarem novamente com Adam Lambert, o que parece, pode vir a se tornar realidade mais uma vez.

Confira no vídeo abaixo o que Brian May, guitarrista do Queen, revelou recentemente (dia 13/12), com exclusividade, à Rádio Planet Rock, e a respectiva tradução, abaixo:

Liz Barnes: O Queen está se preparando para uma série de shows ao vivo no próximo ano. Brian May revelou, exclusivamente para a Planet Rock, que os planos estão caminhando para trazer a banda de volta com o cantor, Adam Lambert, como vocalista. Não há detalhes sobre onde ou quando, mas isso foi o que nos disse Brian:

Brian May: Eu provavelmente não deveria dizer nada, mas (risos) nós estamos trabalhando para alguma coisa, você sabe, e, é claro, Adam Lambert é um grande vocalista e já sabemos que dá certo, por isso estamos planejando fazer alguns shows com o Adam, eu espero. Então, eu estou animado sobre isso… se isso acontecer.

Liz: E nós vamos deixar você saber assim que tivermos mais detalhes sobre o retorno ao vivo do Queen.

 

Fonte: http://adamlambertbrasil.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Freddie Mercury gravou algumas músicas que nunca foram lançadas. A revelação foi feita por Brian May à revista ‘Mojo’, adiantando que existem mais gravações inéditas de Mercury do que as que a banda inicialmente previa.

“Descobrimos mais coisas nos arquivos do Queen do que poderíamos imaginar”. As gravações em questão, que estão sendo restauradas, são de 1983 e incluem três duetos com Michael Jackson. Um futuro lançamento está sendo planejado por Brian May.

Fonte: www.vidas.xl.pt

Enquanto se aguarda para saber qual será a música N° 1 da parada de natal deste ano, celebramos todas as canções líderes dos  últimos 60 anos!

O Christmas Number 1 é o gráfico que traz a batalha mais esperada do ano, e no domingo, dia 22, será revelado o vencedor da corrida para o Official 2013 Christmas Number 1, ao vivo pela BBC Radio 1.

Quem irá se juntar a lendas pop como;  Beatles, Queen, Sir Cliff, Spice Girls e Mr Blobby?

Enquanto esperamos para ver quem vai estar sentado no topo dos singles oficiais, vamos dar uma olhada em todas aquelas músicas que sabem exatamente como é estar lá. Sim!! É a lista oficial de todos os singles do Official Christmas Number 1 do Reino Unido.

A única música que conseguiu estar por duas vezes no Official Christmas Number 1 é Bohemian Rhapsody do Queen. A primeira vez liderando a parada de Natal de 1975 e voltando ao top 16 anos depois, em 1991, após a morte de Freddie Mercury.

Abaixo a lista de todas as músicas do Official Singles Chart Christmas Number 1s

ANOMÚSICAARTISTA
1952HERE IN MY HEARTAL MARTINO
1953ANSWER MEFRANKIE LAINE
1954LET’S HAVE ANOTHER PARTYWINIFRED ATWELL
1955CHRISTMAS ALPHABETDICKIE VALENTINE
1956JUST WALKIN’ IN THE RAINJOHNNIE RAY
1957MARY’S BOY CHILDHARRY BELAFONTE
1958IT’S ONLY MAKE BELIEVECONWAY TWITTY
1959WHAT DO YOU WANT TO MAKE THOSE EYES AT ME FOR?EMILE FORD & THE CHECKMATES
1960I LOVE YOUCLIFF RICHARD & THE SHADOWS
1961MOON RIVERDANNY WILLIAMS
1962RETURN TO SENDERELVIS PRESLEY
1963I WANT TO HOLD YOUR HANDTHE BEATLES
1964I FEEL FINETHE BEATLES
1965DAY TRIPPER/WE CAN WORK IT OUTTHE BEATLES
1966GREEN, GREEN GRASS OF HOMETOM JONES
1967HELLO, GOODBYETHE BEATLES
1968LILY THE PINKTHE SCAFFOLD
1969TWO LITTLE BOYSROLF HARRIS
1970I HEAR YOU KNOCKINGDAVE EDMUNDS
1971ERNIE (THE FASTEST MILKMAN IN THE WEST)BENNY HILL
1972LONG HAIRED LOVER FROM LIVERPOOLJIMMY OSMOND
1973MERRY XMAS EVERYBODYSLADE
1974LONELY THIS CHRISTMASMUD
1975BOHEMIAN RHAPSODYQUEEN
1976WHEN A CHILD IS BORN (SOLEADO)JOHNNY MATHIS
1977MULL OF KINTYRE/GIRLS’ SCHOOLWINGS
1978MARY’S BOY CHILD – OH MY LORDBONEY M
1979ANOTHER BRICK IN THE WALL (PART 2)PINK FLOYD
1980THERE’S NO ONE QUITE LIKE GRANDMAST WINIFRED’S SCHOOL CHOIR
1981DON’T YOU WANT METHE HUMAN LEAGUE
1982SAVE YOUR LOVERENÉE AND RENATO
1983ONLY YOUTHE FLYING PICKETS
1984DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID
1985MERRY CHRISTMAS EVERYONESHAKIN’ STEVENS
1986REET PETITEJACKIE WILSON
1987ALWAYS ON MY MINDPET SHOP BOYS
1988MISTLETOE AND WINECLIFF RICHARD
1989DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID II
1990SAVIOUR’S DAYCLIFF RICHARD
1991BOHEMIAN RHAPSODY/THESE ARE THE DAYS OF OUR LIVESQUEEN
1992I WILL ALWAYS LOVE YOUWHITNEY HOUSTON
1993MR BLOBBYMR BLOBBY
1994STAY ANOTHER DAYEAST 17
1995EARTH SONGMICHAEL JACKSON
19962 BECOME 1SPICE GIRLS
1997TOO MUCHSPICE GIRLS
1998GOODBYESPICE GIRLS
1999I HAVE A DREAM/SEASONS IN THE SUNWESTLIFE
2000CAN WE FIX IT?BOB THE BUILDER
2001SOMETHIN’ STUPIDROBBIE WILLIAMS & NICOLE KIDMAN
2002SOUND OF THE UNDERGROUNDGIRLS ALOUD
2003MAD WORLDMICHAEL ANDREWS & GARY JULES
2004DO THEY KNOW IT’S CHRISTMAS?BAND AID 20
2005THAT’S MY GOALSHAYNE WARD
2006A MOMENT LIKE THISLEONA LEWIS
2007WHEN YOU BELIEVELEON JACKSON
2008HALLELUJAHALEXANDRA BURKE
2009KILLING IN THE NAMERAGE AGAINST THE MACHINE
2010WHEN WE COLLIDEMATT CARDLE
2011WHEREVER YOU AREMILITARY WIVES WITH GARETH MALONE
2012HE AIN’T HEAVY, HE’S MY BROTHERTHE JUSTICE COLLECTIVE
2013WHO KNOWS? IT’S UP TO YOU!FIND OUT ON 22 DECEMBER 2013

 

Fonte: www.officialcharts.com

Brian May aceitou convite para substituir Sir Patrick Moore, que morreu ano passado

O cientista Brian, poucos sabem ou talvez considerem sem muita importância, mas Brian May não é apenas um guitarrista incrível. O músico que escreveu a história da música pop-rock com o Queen de fato teve uma carreira como professor, como acadêmico (desde que se formou no Imperial College London em 2008) e escreveu dois livros de astrofísica (“Bang! The Complete History of the Universe” e “The Cosmic Tourist: The 100 Most Awe-inspiring Destinations in the Universe”).

Brian May e Sir Patrick Moore
Brian May e Sir Patrick Moore

Mas se a paixão pela música sempre foi muito conhecida, para provar seu amor e seu apoio a astronomia May decidiu tornar-se patrono de um museu, o Museu ‘Herschel Museum of Astronomy’, em Bath no Reino Unido. A notícia foi dada pelo escritório do museu: “O Dr. Brian May aceitou graciosamente o cargo no lugar de seu antecessor Sir Patrick Moore , que morreu no ano passado”. Sir Patrick era amigo de Brian e foi co-autor do primeiro livro do roqueiro.

“Museu rock”. A decisão de May para apoiar o museu criou um grande entusiasmo entre os funcionários, como a curadora Debbie James que disse estar feliz com a escolha de Brian, que o transformará em uma espécie de embaixador do museu no mundo. Há uma forte ligação entre a comunidade científica e a música, o mesmo Herschel chegou à Inglaterra, vindo da Alemanha, como músico, tornando-se um estudante de astronomia mais tarde. “Brian trará uma continuidade entre a música e as estrelas , não há ninguém que possa desempenhar esse papel melhor do que ele”, disse James.

 

Fonte: www.105.ne