Capa do álbum "Fun on Earth", de Roger Taylor
Capa do álbum “Fun on Earth”, de Roger Taylor

O músico Roger Taylor, o lendário baterista do Queen, buscou com seu mais recente álbum solo, “Fun on Earth”, que será lançado nesta segunda-feira, criar um trabalho “eclético”, que ele mesmo compara a uma “montanha-russa”.

O quinto projeto solo de Taylor será lançado junto com a coleção completa de seus catálogos, “The Lot”, que reúne seus cinco álbuns de estúdio, três com The Cross – a banda que fundou em 1987, quatro singles e versões inéditas.

Em entrevista à Agência Efe em Londres, o músico reconhece que “sente saudades” do carismático Freddie Mercury e se confessa “orgulhoso” de ter feito parte da lendária Queen, que arrasou nos anos 70 com sucessos como “Sheer Heart Attack” (1974) e “Night At The Opera” (1975).

Ben Pruchnie/Getty Images
O quinto projeto solo de Taylor será lançado junto com a coleção completa de seus catálogos, “The Lot”

Taylor fala de “Fun on Earth” visivelmente esperançoso, mas confessa que está inquieto esperando ver a reação do público, que levará em conta para decidir se embarca ou não em uma turnê: “Qualquer músico que diz que toca para ele mesmo, mente”, garante.

Gravado no estúdio Priory, as 13 canções foram gestadas durante um “longuíssimo” período de cinco anos nos quais o cantor e baterista trabalhou “muito, mas sem pressões” com a ambição de criar músicas “que fossem muito diferentes entre si”.

“Cada canção é totalmente diferente das outras, mas é exatamente o que eu queria. Tinha em mente um álbum eclético e que fosse como uma montanha-russa”, disse Taylor, um dos “pulmões” do Queen e autor de clássicos como “Radio Ga Ga” e “A Kind of Magic”.

Com seis décadas de trajetória, o músico aproveitou a conjuntura para “regravar” a seu gosto “Small”, música do Queen e Paul Rodgers que não o tinha agradado a princípio, e arrancou críticas promissoras com “Sunny Day”, o primeiro single.

Taylor ficou muito à vontade para falar contra a política britânica em “The Unblinking Eye”, uma canção escrita “quando este país era um terrível desastre” há três anos.

“Continua sendo agora, mas não está tão mal. Na época tinha a sensação de que alguma coisa tinha se quebrado; que os cidadãos não tinham nenhum poder. Agora os políticos tiveram que escutar”, disse.

Com “The Lot” admite sua “satisfação” ao ter todo seu trabalho “em uma caixa” e diz que sente que “encerra um ciclo”.

“Agora me sinto mais com os pés na terra, completo, e não digo que não vou fazer nada mais depois, mas agora tudo está em uma caixa e para mim é muito satisfatório”, confessou Taylor, que com os anos acredita que é “melhor músico, mais maduro e muito mais crítico”.

“‘The Lot’ é obviamente muito mais pessoal do que qualquer trabalho do Queen, o produto de quatro pessoas muito diferentes”, comentou Taylor.

Ainda o surpreende pensar que se passaram 22 anos desde a morte de Freddie Mercury: “Sinto saudades de sua presença. Vivíamos tão perto, sabíamos o que o outro pensava. Frequentemente tenho a sensação que ele está ali na esquina”, admitiu Taylor, para quem “sair em turnê” com ele era “um trabalho completo”.

Sobre Mercury, Taylor disse que o cantor “teria adorado” Adam Lambert, o ex-participante de “American Idol”, escolhido por ele e pelo guitarrista Brian May para tocar com o Queen.

“Freddie teria dito: ‘Deus, seu tom vocal é incrível. Era louco por Prince e adorava Michael Jackson; era muito generoso com o que o agradava”, lembrou o baterista.

Outro dos projetos que mantém Taylor ocupado é a turnê de The Queen Extravaganza, banda cover que está agora no Reino Unido e que é um projeto pessoal de Taylor.

Após ver “muitíssimas bandas ruins, covers, todas com perucas encaracoladas e bigodes colados, que pareciam uma piada”, Taylor pensou que o melhor era formar um grupo “fantástico, que não tivesse que parecer com a gente, cada um com sua personalidade, mas que representassem nossa música de maneira brilhante”.

Também não descarta um novo álbum com material inédito do Queen, no qual trabalha atualmente com Brian May: “Há algumas coisas que gravamos juntos e não terminamos ou que não nos pareceu suficientemente bom; deve ter quatro ou cinco canções que as pessoas não ouviram”, finalizou Taylor.

 

Fonte: http://musica.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Cech toca bateria e defende o gol do Chelsea
Cech toca bateria e defende o gol do Chelsea

Em tudo há exceções, mas é difícil encontrar alguém que aprecia rock e não gosta de Queen. Se você toca algum instrumento, deve ter sonhado, mais de uma vez, que estava no palco de Wembley, ao lado de Freddie Mercury, Brian May e companhia. O goleiro Petr Cech, confesso fã desse tipo de música, não chegou a entreter 100 mil pessoas, mas conseguiu tirar uma palhinha com o baterista Roger Taylor.

Cech toca bateria. E bem. Já participou de um festival de música na República Tcheca tocando Smells Like Teen Spirit, da banda americana Nirvana. Ano passado, publicou um vídeo mandando Eye of the Tiger, do Survivor, música tema do filme Rocky III.

A ideia da emissora britânica BBC foi reunir os dois, já que Taylor é torcedor do Chelsea, para um bate-papo. Em um teaser, eles discutem futebol e música e comparam formas de se preparar para uma partida ou um show. Cech diz que os jogadores costumam ouvir música ou ficar em silêncio. Taylor conta que faz quase a mesma coisa, com o acréscimo de duas doses grandes de whisky.

Cech toca Eye of the Tiger:

 

Fonte: http://trivela.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Ator viveu o personagem Q em 007: Operação Skyfall

Depois de desistirem de Sasha Baron Cohen para viver o vocalista Freddy Mercury em uma cinebiografia, os integrantes sobreviventes do Queen querem Ben Whishaw (007: Operação Skyfall) para o papel do icônico músico, morto em 1991. Quem revelou a preferência do grupo foi seu baterista, Roger Taylor.

Em entrevista ao The One Show on Friday, nesta sexta-feira (18), Taylor disse que as iniciais do ator favorito para o papel eram B e W. O apresentador Alex Jones citou o nome de Ben Whishaw, e Taylor respondeu, “Eu espero que seja”.

Em julho, o Queen desistiu de ter Sasha Baron Cohen (ator de Borat e O Ditador) para protagonizar o filme. Taylor explicou, “Nós sentimos que Sasha provavelmente não era a pessoa certa, no final. Não queríamos que fosse uma piada. Queremos que as pessoas fiquem comovidas”. Os músicos têm a palavra final sobre a escolha do diretor e do roteirista do longa-metragem.

 

Fonte: http://virgula.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Psy revela que está trabalhando com Steven Tyler e fala sobre admiração por Freddie Mercury

Parece que o sul-coreano Psy, realmente quer se infiltrar no mundo do rock n´roll. Em junho já havíamos noticiado que ele chegou a se encontrar com Brian May para discutir uma possível parceria musical. Agora o cantor de K-pop está colaborando com outro astro do rock, o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler.

Em entrevista a revista L’Uomo Vogue, ele revelou: “Eu acabei de terminar a gravação da minha próxima música com o lendário Steven Tyler do Aerosmith. Quando eu estava no ensino médio, eu literalmente chorava quando eles tocavam “Crazy”, “Amazing” ou qualquer outra música. Eles eram meus exemplos de vida, e agora eu estou colaborando com Steven Tyler, dá pra acreditar nisso? Eu amo minha vida.” disse.

O cantor ainda foi além e afirmou que outras parcerias com artistas famosos também podem estar presentes em seu novo registro.
“Eu estou fazendo muitas gravações de estúdio em Los Angeles, e eu tenho muitas relações e transações em andamento com muitos artistas americanos.” Segundo Psy, os fãs podem esperar para ouvir um novo material “talvez em novembro”.

Psy ainda falou sobre sua admiração pelo rock n´roll em geral, citando nomes como Bon Jovi e Guns n´Roses. Em especial mencionou Freddie Mercury como principal inspiração. “Eu não posso nem me aproximar de suas habilidades para composição, mas seu carisma e tudo que sei sobre o palco, aprendi a partir de seus vídeos.” Concluiu.

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Texto como Original, em português de Portugal

O Music Hall Of Fame, em Camden, Norte de Londres, dará aos visitantes a oportunidade de atuarem com os hologramas de alguns dos maiores nomes da música de sempre, sendo que os visitantes terão também a possibilidade de levarem para sua casa, em DVD, como lembrança da sua visita, a gravação da sua performance.

“Tu podes ser transportado para um momento específico da música ou tocar com artistas que já não estão vivos, e até tocar back-to-back com um holograma”, explica o manager do projeto, Lee Bennett, em entrevista ao “The Evening Standard”. “Eu estive no festival de Coachella a ver o Tupac e isso fez a mente das pessoas explodir”, contou, referindo-se à edição 2012 do evento.

“Tu podes atuar com as tuas bandas favoritas – podes estar com os Nirvana, tu podes estar com o Morrissey em palco”, revelou, por sua vez, o perfeito de Camden, Jonathan Simpson, sobre a iniciativa.

 

Fonte: http://palcoprincipal.sapo.pt
Dica de: Roberto Mercury

Imagina um Street Fighter musical aonde você pudesse escolher entre os lutadores músicos como Amy Winehouse, Axl Rose ou Freddie Mercury?! Foi o que propôs uma agência de publicidade baiana em uma campanha de uma das festas promovidas por um bar em Salvador:

E aí, quem ganharia esses combates?!

 

Fonte: http://blog.idealshop.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Guitarrista do Queen afirma que o ator poderia distrair audiência

Mais um voto contra a indicação de Sacha Baron Cohen para viver Freddie Mercury nos cinemas. Outro nome de peso destaca sua opinião: Brian May, guitarrista do Queen.

Numa entrevista ao site do The Guardian, o músico afirmou que a imagem de Cohen poderia distrair a audiência em relação à história principal.

“Parecia uma boa ideia no começo mas, de fato, ele é muito conhecido. Tem estilo e personalidade muito próprias. Acho que causaria muita distração. Esta é a conclusão a que chegamos.”

Brian May consta como um dos produtores da cinebiografia de Mercury ao lado dos outros membros da banda e foi o segundo a questionar a possível indicação de Cohen para o papel principal.

Roger Taylor, baterista, comentou no mês passado que o ator teria sido dispensado porque a equipe não queria que o filme fosse uma piada.

Por outro lado, o astro Daniel Radcliffe (Harry Potter) fugiu do papel por se considerar a pessoa mais inadequada para tal interpretação. Agora, é esperar para ver – e ouvir – quem fará Mercury nos cinemas.

 

Fonte: www.cineclick.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Mountain Studios, em Montreaux, na Suíça, vai virar um museu do Queen. O projeto ganhou o nome de “Queen – The Studio Experience” e vai exibir a relação que a banda teve com a cidade, além de contar mais sobre os álbuns gravados ali entre 1979 e 1996, anos que o estúdio pertenceu a Freddie Mercury e companhia.

Os fãs também encontrarão fotos e objetos pessoais do Queen. A sala de gravação foi mantida como na época, com a exceção da mesa de controle, que foi substituída por uma reprodução que permite que os visitantes façam seu próprio remix das músicas da banda. Também há uma sala chamada “Made In Heaven”, onde Freddie gravou a sua última música.

O museu deve abrir para o público no início de dezembro.

 

Fonte: www.mtv.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Quando começou a cantar, integrantes da banda não o queriam como líder

Roger Taylor, que era baterista da banda Queen na época de Freddie, admite que ele e o guitarrista Brian May tiveram várias reuniões para conversar sobre a possibilidade de o aspirante a estrela entrar na banda Smile, nome anterior da famosa Queen, pois suas habilidades vocais eram bem limitadas.

Ao descrever o líder cantando, ele disse: “Como uma ovelha. Como uma ovelha gritando bem forte. Não era bom. Mas ele era produto de sua energia enorme, um tributo à ideia de que se você acredita muito em alguma coisa, você pode fazer aquilo acontecer. Freddie era obcecado por Hendrix e queria ser uma figura parecida com ele. Ele acreditava em si mesmo e acreditou na gente”.

Porém, o cantor de We Will Rock You se tornou o líder perfeito, quando a banda começou a crescer, desenvolvendo um jeito único de interagir com o público. “Além de ser o líder perfeito, ele foi o catalizador para ligar a banda ao público”, acrescentou Brian.

Vale lembrar que, recentemente, Daniel Radcliffe, que foi cogitado para viver a lenda do rock nos cinemas, negou que substituirá o ator Sacha Baron Cohen no novo filme biográfico sobre o vocalista da banda, insistindo que ele não seria capaz de retratar adequadamente o músico exibicionista.

“Todo mundo que está dizendo na internet que sou completamente errado para o papel está certo. Eu sou completamente errado para o papel”, disse à revista Empire.

Os rumores sobre a possibilidade de Radcliffe interpretar o cantor surgiram depois que o astro de O Ditador, Sacha Baron Cohen, que foi escolhido para viver Mercury em 2010, deixou a produção no início deste ano, em meio a desentendimentos com os membros remanescentes da banda que vão produzir o filme.

 

Fonte: www.ofuxico.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: Andre Barcinski  –  http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br

A música pop dos anos 80 é sempre lembrada como uma caricatura: cabelos engraçados, canções ruins e roupas esquisitas de cores berrantes.

Mas duas autobiografias lançadas recentemente mostram um lado mais sombrio do pop oitentista. A primeira é “Le Freak”, de Nile Rodgers, livro espetacular que já citei no blog (leia matéria aqui). A segunda é “In The Pleasure Groove – Love, Death & Duran Duran”, de John Taylor.

Filho único e mimado de uma família classe média de Birmingham, o baixista fundou o Duran Duran em 1978/79, inspirado pela elegância do Roxy Music e pelos grooves do Chic.

Desde o início, a banda sabia o caminho do sucesso. Em vez de penar por anos em clubinhos vagabundos, investiu em roupas caras, criou um visual moderno e um som limpo e dançante, na contramão do punk. Um ano depois do primeiro show, já tinha muitos fãs e um contrato com a EMI.

O Duran Duran foi dos primeiros grupos a perceber o potencial da MTV – inaugurada em 1981 – e tratou de investir em videoclipes caros e sofisticados para a época, muitos dirigidos pelo australiano Russell Mulcahy, que depois ficaria famoso pelo filme “Highlander”.

“Videoclipes, para nós, eram tão importantes quanto o estéreo era para o Pink Floyd”, disse o tecladista Nick Rhodes.

O grupo surgiu numa época de mudanças na indústria musical. Em 1979, as gravadoras sofriam com uma grande queda de vendas, causada pela decadência da discoteca e pela segunda crise do petróleo, que encareceu a matéria-prima para fabricação de vinis.

Gravadoras começaram a enxugar seus “casts”, mantendo só artistas com grande potencial de vendas. Foi o início da “Era Michael Jackson” – contratos milionários, investimentos maciços em publicidade e orçamentos ilimitados para videoclipes, discos e turnês. Foi aí que Madonna, Elton John, Bruce Springsteen, Prince, George Michael e outros viraram superastros. Além do Duran Duran, claro.

Foi também uma época de drogas em excesso – especialmente cocaína – e de fãs em histeria beatlemaníaca, amplificada pelo sucesso da MTV e pela superexposição dos astros. O próprio Taylor foi um dos maiores ídolos “teen” dos anos 80. “Logo descobri uma coisa incrível: meninas de todos os idiomas adoravam tomar drogas comigo!”, escreve o músico.

Taylor vivia uma espiral ininterrupta de cocaína, álcool e festas. Toda manhã, o “tour manager” do Duran Duran mandava colocar debaixo da porta do baixista um aviso com informações sobre o que ocorria no mundo real: “HOJE É SEXTA-FEIRA. VOCÊ ESTÁ EM CHICAGO. HOJE À NOITE TEM SHOW. PASSAGEM DE SOM ÀS 4 DA TARDE.”

O livro é muito engraçado. Não sei se foi o próprio Taylor que escreveu ou se teve ajuda de alguém, mas algumas passagens são hilariantes. Numa das melhores, Taylor descreve uma entrevista para a TV em que chegou ao estúdio chapado depois de uma noite farreando com Freddie Mercury e conseguiu insultar toda a população de Birmingham. Para piorar, ainda levou um pito de Bryan Adams no camarim: “John, tem certeza que você está bem?”

Em outro trecho, o baixista dá uma espinafrada em Sting, narrando um show do Police em 1978, abrindo para o Heartbreakers, grupo de Johnny Thunders, ídolo de Taylor.

Sting: Daqui a pouco teremos aqui no palco o Heartbreakers!

Taylor (na platéia): Yeah!!

Sting: Eles não sabem tocar, vocês sabem, né?

Taylor: Vai se f…, seu babaca!

Sting: É verdade. Eles são caras legais, mas não tocam p… nenhuma!

Mesmo que você não seja fã do Duran Duran, vale a pena ler o livro para entender as engrenagens que moveram o pop dos anos 80, época em que a indústria da música fincou os pés, definitivamente, no “material world”.

 

Fonte: http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Foram conhecidos os nomeados para a 41ª entrega dos Emmy Internacional (2013). O documentário “Freddie Mercury: The Great Pretender” concorre na categoria Melhor programa artístico, abaixo os nomeados:

Melhor programa artístico

Hello?! Orchestra
MBC / SAN Media
Coreia do Sul

Soundtrack
Geronimo BVBA
Bélgica

Multiple Views – La Máquina Loca (The Crazy Machine)
TV UNAM / El Caiman Films / Alebrije
México

Freddie Mercury: The Great Pretender
EMP / Mercury Songs co-production for Eagle Rock Entertainment
Reino Unido

A cerimónia de entrega dos Emmy Internacional 2013 é realizada no dia 25 de novembro, diretamente de Nova Iorque, EUA.


Para ver todas categorias Clique Aqui

 

Fonte: www.zapping-tv.com
Dica de: Roberto Mercury

MTV Europe Music Awards 2011 - Exclusive Getty Backstage BoardsEnquanto vários fãs do Queen ainda não conseguem assimilar a participação de Adam Lambert, Brian May é definitivo: “Ele é extraordinário. Sua voz fala por si, é um registro que só um em um bilhão possui. Adam pode fazer coisas que nunca ouvi alguém fazer antes em toda minha vida”, disse o guitarrista à iHeart Radio.

 

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Depois de Sacha Baron Cohen desistir e o Harry Potter negar qualquer ligação com o filme…

dominc-580x386Muito bafafá se criou quando foi anunciada a produção de um filme baseado na vida de um dos maiores (se não o maior) frontmen da história da música; afinal, não é todo dia que um ídolo do calibre de Freddie Mercury ganha sua própria cine-biografia.

O projeto inicial contava com Sacha Baron Cohen, o Borat, como vocalista do Queen na telona, mas divergências sobre a classificação indicativa da película fizeram o comediante inglês pular fora do barco. Depois surgiu o rumor de que Daniel Radcliffe seria o bigodudo; o eterno Harry Potter fez questão de afastar qualquer possibilidade de isso acontecer. Então chegamos ao próximo possível intérprete de Freddie: Dominic Cooper.

Cooper é um ator britânico com experiência no rádio e teatro antes de se aventurar na tela grande. Seus trabalhos mais conhecidos são como Howard Stark no filme do Capitão América e como o sósia atormentado do filho de Saddam Hussein no FODÁSTICO Dublê do Diabo, além do musical Mamma Mia, em que pôde mostrar seus dotes vocais.

AINDA é um rumor, direto dos nossos amigos do Latino Review , e ainda não há nada confirmado, mas pelo menos Dominic pode passar por Freddie e sabe cantar.

Se o filme, ainda sem previsão de lançamento, tiver METADE das polêmicas e histórias envolvendo o Queen, já teremos uma baita biografia.

 

Fonte: www.judao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

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O icônico espartilho de Madonna, desenhado por Jean-Paul Gaultier, e um blazer de Brandon Flowers, vocalista da banda The Killers, da Dior, são algumas das peças que mostram a estreita relação entre o rock, o pop e a moda, em uma exposição que estreia nesta sexta-feira em Paris.

Coincidindo com a Semana da Moda, o Hard Rock Café da capital francesa traz uma mostra de vinte peças inesquecíveis da história da música.

Além do espartilho pontudo que enlouqueceu plateias de todo o mundo cantando “Like a Virgin”, em 1990, a jaqueta e calça bordados com flores e incrustações em Swarovski de Madonna estão na exposição.

O casaco preto de Brandon Flowers com plumas nos ombros é o resultado da admiração do cantor de The Killers pelos desenhos de Hedi Slimane para a Maison Dior.

A jaqueta de couro vermelha que Michael Jackson vestia no videoclipe de “Beat It”, cheia de tachas e ombreiras metalizadas, está exposta junto do macacão branco com raios negros que deixava nu o torso de Freddie Mercury durante sua turnê em 1978.

São algumas peças que entraram no imaginário popular e que são também um pouco da história da música, como o macacão puído nos shows do Kiss, que chegou a ser chamuscado por faíscas que saíam da guitarra durante o espetáculo.

O jaqueta marrom usada por John Lennon na capa do álbum “Rubber Soul” (de 1965) testemunha o rumo os Beatles estavam tomando: canções mais maduras que deixavam para trás uma estética mais formal.

Quem não se lembra de Elvis Presley com sua roupa branca, as calças boca de sino, com um cinto de tachas, tão ao estilo de Las Vegas? É a ilustração dos últimos anos de glória de quem tinha conquistado a massa com uma indumentária bem ousada.

Do início da carreira de Elvis, nos anos 50, está a jaqueta que vestiu no célebre filme “Prisioneiro do Rock and Roll” (“Jailhouse Rock”, de 1957), de couro com botões metálicos e seu número de identificação.

O modelo biker que Sid Vicious, dos Sex Pistols, praticamente não tirava do corpo, e os trajes extravagantes que John Lennon fez sob medida, a partir de um quadro do pintor inglês Thomas Gainsborough, bem ao estilo do século XVIII, também estarão expostas.

A exposição “Hard Rock Couture” mostra uma seleção das 77 mil peças que a cadeia americana restaurantes tem no acervo, que começou com uma guitarra doada por Eric Clapton para deixar claro qual era sua cadeira no local.

A exposição traz também as últimas tendências do mundo da música, como apontam os vestidos de ousadíssima Lady Gaga, de Katy Perry – lantejoulas pretas e plumas rosas, e de Shakira. EFE

 

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com
Dica de Roberto Mercury

Dia: 29 novembro 2013
Horário: 18:00 às 21:00

Local: Carioca Club
Tipo de evento: locação
Organizado por: Alive Concerts

Ingressos estão à venda pelos site www.clubedoingresso.com, nas bilheterias da casa e na Die Hard (Loja 312 – Galeria do Rock).

Descrição do evento

GOD SAVE THE QUEEN

Única apresentação em São Paulo

Atendendo a pedidos, a melhor e mais consagrada banda de tributo ao Queen, God Save The Queen, volta à São Paulo para se apresentar dia 29 de novembro no Carioca Club.

Formada na na cidade de Rosário, Argentina, em 1998, God Save The Queen é composta por Pablo Padin (vocal), Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria).

Em seus shows, o God Save The Queen procura reproduzir com exatidão de detalhes e apurado senso artístico as características que marcaram o Queen durante seus 20 anos de carreira, entre 1971 e 1991.

O cantor Pablo Padin consegue incorporar Freddie Mercury com tanta fidelidade, tanto nos trajes e trejeitos que costuma arrancar lágrimas dos fãs da célebre banda britânica, arrebatando uma legião de fãs saudosos e apreciadores de boa música.

Em sua última apresentação na Europa, obtiveram um êxito de público e crítica tão grande, que o próprio Brian May, guitarrista original do Queen, foi ao encontro deles para elogiar e mostrar sua satisfação com o grupo.

O repertório do God Save The Queen passa pelos maiores sucessos de Mercury e cia, incluindo clássicos como We Will Rock You, Radio Ga Ga, Under Pressure e Love Of My Life, entre outras.

Para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de ver Queen ao vivo, ver God Save The Queen, será sem dúvida, a maior aproximação possível do que foi um show dos lendários do Queen

Os ingressos estão à venda pelos site www.clubedoingresso.com ,nas bilheterias da casa e na Die Hard (Loja 312 – Galeria do Rock).

 

Fonte: www.cariocaclub.com.br
Dica de: Roberto Mercury

HERBERT VIANNA tem motivos para se sentir realizado. O líder d’OS PARALAMAS DO SUCESSO, além de se consagrar como músico, teve o privilégio de conhecer e até trabalhar com alguns de seus ídolos e mestres da guitarra.

HERBERT VIANNA tem motivos para se sentir realizado. O líder d’OS PARALAMAS DO SUCESSO, além de se consagrar como músico, teve o privilégio de conhecer e até trabalhar com alguns de seus ídolos e mestres da guitarra.

BRIAN MAY – Em 1994, OS PARALAMAS estavam na Inglaterra gravando o álbum experimental “Severino”. Para a alegria da banda, eles contaram com a participação do guitarrista BRIAN MAY, ex-QUEEN. O famoso britânico inseriu sua inconfundível guitarra na faixa “El Vampiro Bajo El Sol”. Além de seu característico solo, ele ainda tocou guitarra base e participou de um breve coro que lembra os feitos por sua extinta banda. Conta-se que o clima das gravações foi tão descontraído que o trio brasileiro baixou as calças de BRIAN durante um dos takes. Por influência do ex-QUEEN, HERBERT trocou todo o seu equipamento de palco e adquiriu uma guitarra Red Special igual a de BRIAN (veja “Vamo Batê Lata”). Anos depois, quando HERBERT sofreu o acidente de ultraleve, BRIAN MAY enviou-lhe um telegrama desejando uma boa recuperação.

JIMMY PAGE – Ainda nos anos 90, HERBERT VIANNA passou uma tarde com um dos guitarristas mais aclamados do Rock: JIMMY PAGE, o executor das seis cordas no LED ZEPPELIN. Durante o encontro, a conversa não poderia ser outra senão sobre guitarra. PAGE mostrou a afinação DADGAD usada em “Kashmir” e estranhou quando pegou a guitarra de HERBERT e deparou-se com uma afinação diferente desenvolvida pelo brasileiro na sequência EAEDAE. De acordo com VIANNA, o lendário guitarrista inglês anotou a afinação alternativa. HERBERT possui uma guitarra Gibson de dois braços que foi assinada por JIMMY PAGE naquele dia.

MARK KNOPLER – Em 2000, o líder dos DIRE STRAITS esteve no Brasil divulgando seu álbum solo “Sailing to Philadelphia” e foi entrevistado por HERBERT VIANNA para o Vídeo Show da Rede Globo. Obviamente, a paixão de ambos por guitarras foi o assunto central. KNOPLER é conhecido por seu estilo de tocar sem palheta e o músico deu uma pequena demonstração de seu talento em uma guitarra levada pelo Paralama. HERBERT ainda deu de presente para o ídolo uma craviola, um instrumento brasileiro que a Giannini costumava fabricar. A entrevista está entre os vídeos abaixo.

PARALAMAS – “El Vampiro Bajo El Sol” (com BRIAN MAY)

PARALAMAS – “Whole Lotta Love” (LED ZEPPELIN cover)

HERBERT VIANNA entrevista MARK KNOPFLER

 

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

 

Fotos por Richard Young
Fotos por Richard Young

Neste documentário “Celebrity Exposed”, de aproximadamente uma hora e meia, o cineasta Don Letts celebra a vida e obra de Richard Young, o mais famoso fotógrafo de celebridades do mundo, revelando as histórias por trás de algumas das fotografias mais conhecidas de todos os tempos.

Nós editamos parte do documentário, deixando uma parte da introdução (que fala do começo de sua carreira), uma parte de como ele se tornou tão respeitado e querido no meio das estrelas, e partes em que Freddie aparece (tendo uma parte especial da festa de seu 39º aniversário, festa que originou o clip de Living on my own).

Ficha técnica:
Celebrity Exposed
Direção:  Don Letts

País:  Grã-Bretanha
Ano: 2011
Duração:  86 min

 

 

Daniel Radcliff, para sempre Harry Potter, negou que irá interpretar Freddie Mercury no cinema. De acordo com informações do jornal britânico Daily Star, o inglês estaria negociando o papel após Sacha Baron Cohen abandonar o projeto, em julho deste ano.

Durante uma entrevista ao podcast da revista Empire, Radcliffe afirmou não haver esta negociação. “Isso é uma daquelas coisas muito engraçadas. O rumor saiu de uma história no Daily Star, e então você vê jornais como o Guardian usando o The Star como fonte e o boato cresce. É algo que eu nunca faria. Sou a pessoa completamente errada para esse papel!”, declarou o ator.

O inglês continou: “É o tipo de coisa que acontece comigo e isso acontece com Emma (Watson) e com o filme de Cinquenta Tons de Cinza. Quando alguém tem centímetros de coluna para preencher, eles só escolhem um de nossos nomes”.

Depois que Cohen deixou o projeto, o roteirista Peter Morgan (A Rainha) chegou a dizer que o filme não seria mais rodado. Por outro lado, o produtor Graham King afirmou que o longa sairá. Baron Cohen estava definido no papel desde 2010.

Atualmente, Radcliffe está em outra cinebiográfia, Kill Your Darlings. O filme é sobre o poeta americano Allen Ginsberg. Ainda sobre os boatos a respeito do filme de Freddie Mercury, o inglês declarou: “Se fosse um rumor sobre interpretar Iggy Pop, eu pensaria que poderia ser divertido. Mas Freddie Mercury? Não. Eu nem sei quem vai ser o diretor”.


Harry Potter das telonas, segundo rumores, ator faria o cantor nos cinemas. Vaga foi aberta após desentendimento entre Queen e Sacha Baron Cohen.

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O ator Daniel Radcliffe, conhecido por ter interpretado o personagem Harry Potter nos cinemas, desmentiu que tenha sido escolhido para dar vida ao cantor Freddie Mercury na cinebiografia do líder do grupo britânico Queen.

Em entrevista à revista “Empire”, Radcliffe disse não “haver verdade nisso de forma alguma”. “Isso é uma daquelas coisas muito, muito engraçadas: surge uma história no ‘Daily Star’ e então você vê jornal como o ‘The Guardian’ usando o ‘Star’ como fonte, e isso cresce e cresce até que ‘Dan Radcliffe está interpretando Freddie Mercury’, o que eu nunca vou fazer”, falou.

No festival Sundance, realizado em janeiro deste ano, Radcliffe divulgou seu novo filme, “Kill Your Darlings”, sobre a juventude do poeta Allen Ginsberg, um dos ícones da Geração Beat. Durante o festival a Sony Pictures comprou os direitos do longa e irá distribui-lo.

 O filme contará a iniciação de Ginsberg, então com 17 anos, no momento em que conhece Lucien Carr (Dane DeHaan), William S. Burroughs (Ben Foster) e Jack Kerouac (Jack Huston), que mudariam sua visão de mundo e seriam seus parceiros na fundação do movimento beatnik.

Em julho, o ator Sacha Baron Cohen, de “Borat”, desistiu de ser Freddie Mercury nos cinemas, após se desentender com os integrantes ainda vivos do Queen.

De acordo com o site Deadline, os antigos colegas de Mercury querem que o longa foque a trajetória da banda e tenha um tom mais leve, enquanto o ator insistia para que o roteiro tivesse o vocalista como personagem principal.

Além disso, Cohen queria que a vida pessoal do cantor, que morreu em 1991, fosse retratada de forma mais adulta, sem qualquer restrição ao seu envolvimento com drogas e sua homossexualidade, o que provavelmente elevaria a classificação indicativa.

 

Fontes:  www.cineclick.com.brhttp://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury