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 Entrada do Rock in Rio 1985

 O Rock in Rio é um dos maiores festivais de música do mundo. São quase 30 anos de história, sonhos e realizações, desde que Ney Matogrosso subiu ao palco para a primeira apresentação na primeira edição do Rock in Rio.

O grande sucesso do evento deveu-se ao fato de que as celebridades da música internacional de então não costumavam fazer shows na América do Sul. Assim, o público local tinha ali a primeira oportunidade de ver de perto seus ídolos.

Com 12 edições realizadas, e mais de 6 milhões de pessoas reunidas, o Rock in Rio conquistou não só o Brasil, mas também Portugal e Espanha. O Brasil recebeu o evento quatro vezes, Portugal cinco e Espanha três. Pela primeira vez, em 2008, foi realizado em dois locais diferentes: Lisboa e Madrid.

Programação do que viria a ser o maior festival de música do mundo.

O Rock in Rio foi realizado pela primeira vez na cidade do Rio de janeiro, entre 11 e 20 de janeiro de 1985, ano que e o Brasil passava por grandes transformações. Após 21 anos de ditadura civil-militar, o Brasil era um país dividido entre as esperanças depositadas em sua redemocratização e os temores oriundos da permanência da crise econômica que assolou o país nos anos 1980.

Contando em sua programação com uma mistura de astros nacionais como Ivan Lins e bandas que ainda iniciavam então sua trilha ao sucesso, caso do Barão Vermelho, o Rock’n Rio em sua primeira edição trazia ainda nomes de peso da cena musical internacional em seu auge, como Ozzy Osburne e AC/DC.

Sucesso de público em todos os dias de apresentações, o festival não deixou de contar com problemas oriundos da inexperiência de então de seus organizadores em eventos deste porte.

Um dos casos mais notórios se deu com Erasmo Carlos em sua apresentação. Um dos astros da juventude dos anos 1960 por fazer parte da Jovem Guarda, Erasmo Carlos teve de lidar com um público quase que inteiramente hostil ao seu som, formado por jovens ansiosos para ouvir o som pesado de Iron Maiden e Queen que fizeram questão de o vaiar durante toda a sua apresentação.

Junto com o evento nasceu a Cidade do Rock, uma área de 250 mil metros quadrados, construída especialmente para receber o publico do festival. Logo após o fim do Rock in Rio, a “Cidade do Rock” foi demolida por ordem de Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro. Os organizadores do festival pediram a ocupação provisória do terreno, com o intuito de manter sua posse, após o término do evento. No entanto, Brizola decretou sua demolição para efetuar a reintegração de posse do terreno ao patrimônio do município do Rio de Janeiro.

Falecido em 2004, Leonel Brizola levou consigo a resposta a uma pergunta: quais foram os motivos que o fizeram demolir a Cidade do Rock, logo após o término do primeiro Rock in Rio, quando ainda era o chefe do Executivo do estado do Rio de Janeiro?

Roberto Medina onde foi construída a Cidade do Rock. (Manuel Pires/Folhapress)

CURIOSIDADES A RESPEITO DO ROCK IN RIO I

Um ano antes, a banda Man At Work chegou a receber parte do cachê para tocar no festival, porém, a turma liderada por Colin Hay estava prestes a encerrar suas atividades. O grupo Gogo’s foi à atração convocada para substituir os australianos.

Salão de cabeleireiro para os frequentadores do evento. (U. Dettmar/Folhapress)
Pulseiras, cintas, guarda-chuvas, faca e até um nunchaku estavam entre os itens apreendidos pela segurança no primeiro Rock in Rio. (U. Dettmar/Folhapress)

Enquanto o casal Baby Consuelo e Pepeu Gomes subiram ao palco esperando o nascimento de seu filho Kriptus, o grupo The Pretenders recusou o convite para participar do festival porque a vocalista Chrissie Hynde estava grávida.

Espaguete, refrigerantes e chopp a venda na praça de alimentação do Rock in Rio. (U. Dettmar/Folhapress)
Cartaz avisa os fotógrafos sobre proibição imposta pelo roqueiro Rod Stewart no Rock in Rio de 1985. (U. Dettmar/Folhapress)

A banda britânica  Deff Leppard era uma das principais atrações do festival, mas na noite do ano novo de 1985, o baterista Rick Allen sofreu um acidente de carro que o fez perder um dos braços. O Whitesnake, de férias, foi chamado para substituí-lo.

O sino usado pelo AC/DC veio para o Brasil de navio, mas ficou escondido nos bastidores. O que o publico viu foi uma réplica de gesso, pois o original era muito pesado e os cenógrafos decidiram não arriscar pendurá-lo nas estruturas do palco. 

Mapa da Cidade Do Rock do Rock in Rio de 1985.

Em 1984 a Globo já transmitia a chamada para o evento:

Veja outras imagens que marcaram a primeira edição do Rock in Rio:

Freddie Mercury numa das principais atrações da primeira edição de Rock in Rio. (Foto: Luiz Pinto / O Globo)
Cazuza quando ainda fazia parte do grupo Barão Vermelho. Foto: Ricardo Leoni / O Globo
Rod Stewart se apresentando. Foto: Ricardo Leoni / O Globo
Herbert Vianna quando se apresentou com o Paralamas. Foto: Maurício Valadares / O Globo
Ingresso do Rock in Rio 1985. Autor desconhecido.

A história do festival está contada no livro “Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo”, lançado pelo jornalista Luiz Felipe Carneiro em 2011.

 

Fonte: www.jornalestrondo.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em 1992, durante a turnê dos álbuns Illusions, AXL fez uma pausa e deu uma longa entrevista ao amigo e parceiro DEL JAMES da Revista RIP. AXL fala de drogas, bastidores de Use Your Illusion, atrasos, agradecimentos ao NIRVANA e muito mais.

O tributo à Freddie Mercury foi super legal. Como foi tocar junto com lendas como Queen e Elton John?

Foi a experiência mais reveladora da minha vida. Foi super intenso. Quando nos encontramos pela primeira vez com BRIAN MAY no verão passado, foi demais. Nenhum de nós queria deixá-lo sair da sala, ele é uma das pessoas mais legais que já conheci.

Quando cantei “Bohemian Rhapsody”, nós não tínhamos ensaiado. O BRIAN me pediu para fazer isso naquele dia, e eu me senti bem. Conversei com ELTON antes do show, ele estava intranquilo pelo fato de se encontrar comigo – você sabe, sou supostamente o cara mais homofóbico da Terra. Quando nós conversamos, eu estava excitado mas sério, e disse a ele o quanto sua música significava para mim. No final, ele estava tipo “Opa”. No palco, eu tentava me mostrar o mais respeitoso possível. Eu estava vibrando e se você olhar de perto, pode ver algumas vezes quanto amor e respeito tenho por ELTON. Havia um contato olho a olho rolando. Foi impressionante. O JOHN NORRIS da MTV ficou dizendo “Essa pode ser a última vez que você vê ELTON JOHN com AXL ROSE juntos no palco”. Não que eu tivesse alguma coisa com isso.

A entrevista completa, em português, pode ser lida no site do whiplash, ela está dividida em 2 partes:

Parte 1: Axl Rose: drogas, atrasos, agradecimentos ao Nirvana e muito mais

Parte 2: Axl Rose: Izzy, Adler, Gilby, Slash, U2 e abuso sexual

 

Fonte: http://whiplash.net

Na sua quinta edição em terras cariocas, o Rock In Rio tem no currículo alguns momentos inesquecíveis da cobertura da mídia. No programa 5+ dessa semana relembre as matérias e as entrevistas mais constrangedoras do evento.

 

 

Fonte: http://tvuol.uol.com.br

Cantora baiana cantou ‘Love of My Life’, sucesso do grupo Queen, a exemplo do que já havia feito na edição de 2011 com Extreme e The Commodores

Se Freddie Mercury ficaria feliz, ou não, com a homenagem, esta é uma pergunta que jamais será respondida. O fato é que Ivete Sangalo, ao esquecer que a primeira noite do Rock in Rio é essencialmente pop, sem a necessidade de mostrar qualquer tipo de “veia rock and roll” para conquistar o público, voltou a abusar de um cover de um hit internacional ao fazer uma versão melancólica de Love of My Life, clássico do Queen, tocado ao vivo na primeira edição do festival, em 1985.

 Ao relembrar a canção que até hoje é marca registrada das duas apresentações dos ingleses na década de 1980, no Rio de Janeiro, quando, aliás, o brasileiro não estava acostumado com atrações internacionais, a cantora baiana perdeu a oportunidade de focar sua apresentação no que sabe fazer de melhor: colocar os fãs para dançar com seus clássicos do axé.

Não que canções como Festa, Na Base do Beijo e Arerê tenham ficado de fora do repertório, agitando a multidão, mas a versão com lágrimas nos olhos, junto com a imagem de Mercury (morto em 1991 vítima de AIDS) no telão, beirou a cafonice. Tudo isso, vale lembrar, depois que Ivete avisou em sua conta pessoal no Twitter que sua apresentação seria “totalmente Brasil”.

 Outro exagero da noite foi o “playback do passado”: usando o aúdio original do público da edição de 1985, cantando o hit histórico dos ingleses, Ivete perdeu, desta vez, a oportunidade de deixar esta missão nas mãos dos próprios fãs de 2013, que ela sempre teve nas mãos, sob controle.

 Antes disso, ela já tinha conversado com o público dizendo que “a gente é o poder”, e que “eu amo as pessoas do Brasil”, em clara referência às manifestações populares pelas ruas do País desde junho deste ano. Os fãs, que ainda aguardam o DJ francês David Guetta e a diva pop americana Beyoncé, menos crítico, ovacionaram e cantaram todo o tempo com a soteropolitana.

Ivete usou a mesma tática de 2011, quando tocou na noite de Shakira e também levou ao palco o recurso de usar covers de hits internacionais em seu repertório. Na ocasião, ela assumiu o violão para uma questionada versão de More Than Words, do Extreme, e ainda lançou mão de Easy, clássico dos The Commodores, também já gravado pelos americanos do Faith No More.

 Mas a cantora baiana, que celebra este ano seu vigésimo aniversário de carreira, tinha a multidão na palma da mão e ficou responsável pela primeira grande apresentação da edição 2013 do Rock in Rio. Da beira do palco aos confins da pista, quase na saída da Cidade do Rock, a reação do público beirava a devoção: Ivete pede, Ivete tem.

 

Para ver o vídeo com Ivete Sangalo cantando love of my life Clique Aqui

 

Fonte: http://musica.terra.com.br

De 1985 a 2011: confira a linha do tempo do Rock in Rio

1985
Queen
O primeiro Rock in Rio aconteceu entre os dias 11 e 20 de janeiro de 1985 em um terreno em Jacarepaguá, que logo foi apelidado como Cidade do Rock. O Rock in Rio I ficou famoso por trazer nomes internacionais que raramente vinham até o hemisfério sul como Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Rod Stewart, Whitesnake e outros. Os brasileiros foram representados por Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Ivan Lins e Pepeu Gomes.

Clique e Veja a Linha de Tempo Completa

Clique e Veja a Linha de Tempo Completa
Clique e Veja a Linha de Tempo Completa

 

Fonte: www.terra.com.br

A OSB toca no Palco Mundo um medley de Queen (Love Of My Life), Beatles (Eleanor Rigby), Legião Urbana (Será), R.E.M. (Losing My Religion), U2 (Sunday Bloody Sunday), Guns ‘N’ Roses (Sweet Child O’ Mine) e Barão Vermelho (Pro Dia Nascer Feliz).

Fonte: http://multishow.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Queen em propaganda, da Globo, do Rock in Rio 2013

Com ‘emoção louca’, Ivete imita Beyoncé e homenageia Queen
Ela fez poses com ventilador e coreografia da popstar americana. Show teve cover do Queen; ela ficou emocionada em ‘Love of my life’.

Como em 2011, Ivete soube esquentar uma plateia de fãs de música pop, ao abrir para uma popstar gringa. O papel que teve na edição anterior, no dia de Shakira, foi repetido nesta noite de Beyoncé. Ivete aproveitou seu maior sucesso mais recente, “Dançando”, para brincar com a cantora americana. Imitou as poses que Beyoncé faz com ajuda de ventiladores e até tentou repetir alguns passos de dança conhecidos com a mulher de Jay Z.

Quem é fã de Beyoncé gostou. Quem é fã de Ivete gostou mais ainda. Ivete sabe que o povo gosta de uma palhaçada ou outra. E ela é especialista em fazer isso sem que o gracejo pareça forçado. A noite também foi de homenagem para o Queen. Ivete cantou “Love of my life” e se emocionou com a reação de seus fãs e com imagens de Freddie Mercury no telão. “Filho eu te amo, você é minha força. E Deus mandou você pra mim”, disse a cantora antes de cantar a versão.

 

Fonte: http://g1.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Brian postou uma foto do casamento de sua filha Emily Ruth e comentou:

Ah! Esta é a minha linda filha que casou na semana passada. Foi um grande casamento … com uma recepção luxuosa no Museu de História Natural.

Esta é nossa chegada a igreja (atrasados, claro!). Eu era o orgulhoso pai da noiva, e apenas três semanas após a cirurgia em minha perna consegui levá-la ao altar sem uma bengala.

Brian

 

Fonte: www.brianmay.com

A partir deste sábado, 14 de setembro, às 22h15, o SBT abre as portas da sua fábrica dos sonhos para os covers que andavam escondidos por aí. O “Famoso Quem?” vai receber todos aqueles que desejam cantar como artistas famosos e escolher, a cada programa, quatro candidatos para viver uma transformação completa.

Nesta semana, o programa traz na sua estreia muita diversão, surpresa e emoção com as apresentações de covers de todos os tipos, de Elvis a Michel Teló, de Janis Joplin a Beyoncé e muito mais.

O “Famoso Quem?” conta com Thammy Miranda como repórter. Ela estará em busca das histórias por trás de cada cover. Os candidatos serão analisados durante as audições pelo time de jurados formado pelo ator e humorista Paulinho Serra, o produtor de musicais Diego Ramiro e Bruna Tang, uma artista sem preconceitos.

Após as audições, os jurados escolherão quatro covers para passar pelo processo de transformação de anônimo para estrelas. A partir daí os quatro escolhidos serão treinados pelo especialista vocal e cênico Marcello Boffat e a bailarina Lola Melnick para voltarem ao palco do “Famoso Quem?” e se apresentarem como seus ídolos em um show de verdade.

Ao final de cada episódio um vencedor é escolhido pelos jurados para ganhar R$ 5 mil em ouro e garantir uma vaga na grande final. Ao término da temporada todos os covers que venceram o programa voltam para disputar um carro 0Km e se consagrar como o melhor cover que passou pelo palco do “Famoso Quem?”.

Abaixo vídeo mostra making of do “Famoso Quem?”

[flashvideo file=http://webcast.sambatech.com.br/80245F/origin1/account/37/2/2013-09-02/video/11f0820fe7a7bfedd1d887f3f7dc0452/FQ_MAKING_OF__PROGRAMA.mp4 /]

Fonte: www.sbt.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Segundo o guitarrista, ‘muita coisa tem aparecido a partir de várias fontes’

img-qn-2013-09-bmngUm novo álbum do Queen com canções inéditas pode ser lançado em breve, incluindo os duetos gravados por Freddie Mercury e Michael Jackson, em 1983. A revelação foi feita pelo guitarrista Brian May durante uma entrevista a iHeart Radio, no início do mês.

“Nós pensamos que já havíamos usado tudo que poderia ser trabalhado, mas muita coisa tem aparecido de várias fontes das nós simplesmente tínhamos esquecido, entre elas a parceria entre Freddie e Michael Jackson”, disse May an entrevista reproduzida no vídeo acima. “Há poucas semanas pensamos que talvez não devêssemos trabalhar com pedaços e pequenos lançamentos. Talvez devêssemos pensar num álbum completo. Pode ser.”

Em 1995 o Queen lançou o álbum “Made in heaven”, o último a contar com a voz de Freddie Mercury, morto quatro anos antes, e o baixo de John Deacon, que se aposentou dois anos depois. O disco recebeu boas resenhas na imprensa especializada e vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.

No início do ano, surgiram notícias de que três músicas gravadas em parceria por Mercury e Jackson seriam lançadas. May evita comentar muito sobre esse material, por conta das complicações legais para lançá-lo. Afinal de contas, é preciso negociar com os herdeiros de Jackson, gravadoras, etc. Mas, segundo ele, há duas “boas faixas” e possivelmente uma terceira.

O rock and roll não pode parar. O musical We Will Rock You, baseado no Queen e em Freddie Mercury, há 11 anos em cartaz em Londres, e agora pronto para ser exibido nos EUA, não deve parar por aí. Novos projetos vêm em andamento, e um deles é preparar alunos para que estes possam montar o espetáculo em suas próprias escolas, com seus pequenos artistas. Viva o rock! Atitudes como esta merecem aplauso!

 

Fonte: www.blogdosedupla.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A forma como consumimos videoclipes mudou nos últimos anos. Não os assistimos mais pela televisão, mas sim pelo YouTube e por aplicativos para nossos celulares. Por essa razão, fomos atrás da resposta para a pergunta: quais são os vídeos de rock mais acessados no YouTube?

A lista final merece alguns comentários. O primeiro é que ela é feita de clipes e também de músicas que os usuários postam no YouTube. O segundo é que traz nomes que você nem imagina entre os mais acessados. A terceira é que tratam-se das músicas mais populares de cada um dos artistas, mostrando quais são os seus maiores hits. E, por último, atesta o Guns N’ Roses, mais uma vez, como uma das maiores bandas da história do rock, com cinco vídeos entre os cinquenta mais.

1 Guns N’ Roses – November Rain – 184 milhões de views
2 System of a Down – Chop Suey! – 157 milhões de views
3 Bon Jovi – It’s My Life – 125 milhões de views
4 Nirvana – Smells Like Teen Spirit – 119 milhões de views
5 Aerosmith – I Don’t Wanna Miss a Thing – 100 milhões de views
6 Guns N’ Roses – Don’t Cry – 94 milhões de views
7 Oasis – Wonderwall – 81 milhões de views
8 Green Day – 21 Guns – 80 milhões de views
9 Red Hot Chili Peppers – Californication – 79 milhões de views
10 Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine – 78 milhões de views
11 Queen – Bohemian Rhapsody – 77 milhões de views
12 Kings of Leon – Sex on Fire – 76 milhões de views
13 Foo Fighters – The Pretender – 74 milhões de views
14 Led Zeppelin – Stairway to Heaven – 72 milhões de views
15 Bon Jovi – Always – 69 milhões de views
16 Metallica – Enter Sandman – 67 milhões de views
17 Slipknot – Psychosocial – 67 milhões de views
18 Bon Jovi – Livin’ on a Prayer – 66 milhões de views
19 Kings of Leon – Use Somebody – 66 milhões de views
20 The Killers – Mr. Brightside – 64 milhões de views
21 Metallica – One – 62 milhões de views
22 Scorpions – Wind of Change – 59 milhões de views
23 U2 – With or Without You – 56 milhões de views
24 Nirvana – Come As You Are – 55 milhões de views
25 The Verve – Bitter Sweet Symphony – 54 milhões de views
26 Guns N’ Roses – Paradise City – 52 milhões de views
27 System of a Down – B.Y.O.B. – 51 milhões de views
28 Muse – Uprising – 51 milhões de views
29 Europe – The Final Countdown – 50 milhões de views
30 Slipknot – Before I Forget – 49 milhões de views
31 Queen – Don’t Stop Me Now – 48 milhões de views
32 Queen – We Are the Champions – 47 milhões de views
33 Nirvana – The Man Who Sold the World – 46 milhões de views
34 The Police – Every Breath You Take – 46 milhões de views
35 Red Hot Chili Peppers – Can’t Stop – 46 milhões de views
36 System of a Down – Lonely Day – 45 milhões de views
37 Eric Clapton – Tears in Heaven – 45 milhões de views
38 Scorpions – Still Loving You – 45 milhões de views
39 John Lennon – Imagine – 44 milhões de views
40 Avenged Sevenfold – Nightmare – 44 milhões de views
41 Radiohead – Creep – 44 milhões de views
42 Queen – The Show Must Go On – 44 milhões de views
43 Elvis Presley – Jailhouse Rock – 42 milhões de views
44 Avenged Sevenfold – So Far Away – 42 milhões de views
45 Guns N’ Roses – Knockin’ On Heaven’s Door – 41 milhões de views
46 Queen – I Want to Break Free – 41 milhões de views
47 Aerosmith – Cryin’ – 40 milhões de views
48 Eric Clapton – Layla – 40 milhões de views
49 Avenged Sevenfold – Afterlife – 40 milhões de views
50 System of a Down – Aerials – 39 milhões de views

 

Fonte: www.collectorsroom.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen: Hungarian Rhapsody: Live in Budapest, dia 15 de Setembro, às 23h

Prepare-se para desfrutar da joia da coroa do rock britânico como você sempre esperou: de forma inédita e especial para você.

Cante junto com o imortal Freddie Mercury seus hits mais memoráveis, veja imagens inéditas de suas turnês e assista na primeira fila a um show inesquecível na Hungria. Tudo isso e muito mais só para você, que é um verdadeiro fã da Banda Queen.

 

Quando: Domingo, 15 de Setembro, às 23h
Onde: Canal A&E Mundo

Fonte: http://canalaetv.com

 

De acordo com o The Pulse OF Radio, o guitarrista do QUEEN, Brian May, revelou que parece ter material suficiente para uma segunda coleção póstuma do QUEEN/Freddie Mercury. Em 1995, May, Roger Taylor e o aposentado baixista John Deacon fizeram overdub do piano e voz de Mercury para criar o 15ª álbum do QUEEN – e último com os quatro membros – “Made In Heaven”. Além de algumas demos de Mercury com Michael Jackson, outras faixas perdidas do vocalista incluem colaborações com David Bowie, Andy Gibb e Rod Stewart.

May foi citado pelo Vintage Vinyl News: “Nós pensávamos que tínhamos exauridos tudo que havia para ser trabalhado, mas um número de coisas vieram à luz de várias fontes que havíamos completamente esquecido, incluindo coisas com Freddie e Michael Jackson. Algumas semanas atrás, nós pensamos: Talvez não devêssemos trabalhar em pequenos pedaços. Talvez nós devemos ir rumo a um álbum.”

O The Pulse Of Radio perguntou a Brian May o que ele acha que os fãs do QUEEN vão sentir sobre os esforços dele e de Roger Taylor para manter o legado da banda vivo: “Eles provavelmente enxergam isto como um genuíno esforço de nossa parte e provavelmente [risos] alguma genuína inspiração. Você pode dizer qualquer outra coisa do QUEEN, mas somos completamente dedicados à nossa audiência.”

 

Fonte: http://whiplash.net

Os integrantes remanescentes do Queen cogitam a possibilidade de trabalhar em músicas inéditas cantadas por Freddie Mercury encontradas recentemente e lançá-las em um novo álbum. Entre as faixas, está There Must Be More To Life Than This, dueto do antigo líder da banda com o popstar Michael Jackson.

“Pensamos que já tínhamos trabalhado em tudo que podíamos, mas diversas outras coisas começaram a aparecer de fontes que nem nos lembrávamos. Isso inclui a música de Freddie e Michael”, disse o guitarrista Brian May em entrevista à iHeart Radio. “Algumas semanas atrás, pensamos: ‘talvez a gente não deva só trabalhar por partes, talvez deva ir em direção a um álbum’. É só uma possibilidade”, completou.

 

Fonte: http://jovempan.uol.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Sósia de Freddie Mercury no quadro “Com Quem Pareço”, do Programa Altas Horas.

Abaixo o vídeo do Quadro completo:

 


Fonte:  http://globotv.globo.com

Enviado por: Roberto Mercury

Texto e entrevista: Homero Pivotto Jr.  |  http://abstratti.com.br


queen

Um dos tesouros musicais da terra da rainha é uma banda que, despretensiosa ou propositalmente, homenageia a chefe de estado no próprio nome: o Queen. Ogrupo londrino, surgido no começo dos anos 70,revigorou o mundo da música fazendo um somelegante com toques de música clássica e de rock progressivo. O quartetoJohn Deacon (baixo), Brian May (guitarra), Freddie Mercury (voz) e RogerTaylor (bacteria) ficou ativo até 1986, quando resolveu parar as atividadespor conta da saúde de seu vocalista, diagnosticado como HIV positivo. Freddie morreu em 1991, deixando uma legião de fãs órfãos de sua poderosa voz. Mesmodepois da suposta aposentadoria, o conjunto lançou mais três discos – um1989, outro em 1991 e o derradeiro em 1995 (este póstumo e usando materialpré-gravado por Freddie antes de morrer).

A passagem do cantor, pianista e compositor, no entanto, não enterrou a importância do Queen para o mercado musical. Até hoje seus clássicos ecoam pelo globo, sejam em rádios, festas ou nos players de admiradores. Uma prova de que a música dos ingleses transcende tempo e espaço poderá ser conferida durante a edição de setembro da Rock N’ Bira, que ocorrerá dia 14 de setembro, às 22h, no Opinião (Rua José do Patrocínio, 834). Na ocasião, o pessoal da The Works (tributo ao Queen) fará um resgate da obra dos ídolos no palco da open bar.

Pensado inicialmente para ser um espetáculo de música e dança chamado Hammer to Fall Brasil, o projeto acabou não vingando nesses moldes. No entanto, os músicos envolvidos na empreitada resolveram ir adiante, ao menos, como a banda. No momento, o conjunto local é formado por Jairo Borba (guitarra), Tiago Rossato (guitarra), Will Gomes (baixo), Dudu Barbosa (bateria) e Ricardo “Chileno” Durán (voz), além de músicos eventuais de apoio.

Para quebrar o gelo, Ricardo “Chileno” Durán conversou com a equipe da Abstratti sobre a representatividade alcançada pelo Queen e sobre os preparativos para a apresentação.

O Queen é dos nomes mais fortes do rock feito na Inglaterra a partir dos anos 70. No entanto, a popularidade do grupo cresceu mesmo já quase na década de 80. Por que acreditam que isso ocorreu?

Ricardo Durán – Acreditamos que a popularidade nos anos 80 ocorreu devido a uma sucessão de álbuns com grandes sucessos, gerando um grande número de canções que se tornaram clássicos. Sendo assim, despertando a curiosidade em um maior público. Aquele momento na história da música, especificamente para o rock, foi e é ainda muito especial.

Acreditam que a morte do vocalista Freddie Mecury pôs um fim prematuro ao sucesso do grupo? Será que o Queen existiria até hoje caso ele não tivesse morrido? 

Ricardo Durán – Não, achamos que não houve prematuridade, pois a banda já era consolidada, e o Queen vive até hoje. Devido à sua história
pessoal e sua vitalidade como líder, Freddie Mercury deu mais ênfase à banda após ter morrido, pois a repercussão desse fato afetou a muitos dentro do meio artístico. Certamente se estivesse vivo a banda ainda estaria fazendo turnês.

Quais foram as motivações para criar uma banda tributo ao Queen, além do fato de serem fãs?

Ricardo Durán – Em princípio, a banda foi formada para participar de um Musical do Queen (Hammer to Fall Brazil), ideia do nosso baterista Dudu Barboza. No entanto, por motivos burocráticos com gravadora, o musical não saiu, mas a banda seguiu em frente.

E quais são os desafios de manter um grupo assim, levando-se em conta que reproduzir a voz de Mercury – ou mesmo as linhas de guitarra de Brian May – não é uma tarefa simples?

Ricardo Durán – O som e a identidade visual do Queen são únicos! Queremos ser fiéis aos arranjos, tentando nos aproximar ao máximo da
sonoridade. Não é uma tarefa simples! (risos). E como você falou, é uma banda tributo e não propriamente uma banda cover na qual a intenção é também reproduzir os integrantes e sua identidade visual. Tanto é que esta banda tributo conta com dois guitarristas e mais de um vocalista. E não é nada fácil!

Como músicos, quais acreditam ser as contribuições do Queen para o rock atual?

Ricardo Durán – Devido à incrível maneira com que exploraram vários estilos com uma identidade única, acabaram influenciando uma geração posterior no rock, e também grandes nomes da musica pop. Até hoje é possível ouvir nomes expoentes da música atual citando o Queen como grande influência.

Quais canções não faltam no repertório e qual foi a mais complicada de executar? Por quê?

Ricardo Durán – Não podem faltar músicas como ‘Bohemian Rhapsody’, ‘Radio Gaga’, ‘I Want To Break Free’, ‘Crazy Little Thing Called Love’, ‘Play the Game’, entre outras. Todas as músicas tem um certo grau de dificuldade, mas ‘Bohemian Rhapsody’ é a mais complexa. Essa musica é uma obra prima!

Para quem ainda não viu a The Works em ação, como você descreveria um show da banda? Quais qualidades do grupo merecem destaque, em sua opinião?

Ricardo Durán – É um show vibrante, nostálgico, tocado por grandes admiradores do Queen. Nossa principal qualidade é sermos verdadeiros neste trabalho. Nosso objetivo é trabalhar em conjunto para manter a fidelidade do imortal som do Queen.

 

Texto e entrevista: Homero Pivotto Jr.

 

Fonte: http://abstratti.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Rock ‘n’ Bira Open Bar

Onde: Opinião – José do Patrocínio, 834
Quando: sábado, 14 de setembro, a partir das 22h
Shows:

PANTERA – Hellwalkers
STONE TEMPLE PILOTS – No Way Out
U2 – New Years Band
QUEEN – The Works
Djs: Ricardinho F. (residente e fundador da festa), Gustavo B. Rock (ex-Pop Rock e Ipanema FM) e Claudio Cunha (Dinâmico FM).

Ingressos antecipados:
1º lote: Feminino: R$ 35,00 / Masculino: R$ 45,00 [ESGOTADO]
2º lote: Feminino: R$ 40,00 / Masculino: R$ 50,00

Cartão VIP Opinião (com entrada preferencial e direito a levar acompanhante pagando o mesmo valor)
Feminino – R$ 45,00
Masculino – R$ 55,00

Lista Promocional da Abstratti (a lista estará disponível no site www.abstratti.com.br/listas até as 18h do dia da festa):
Feminino – R$ 45,00
Masculino – R$ 55,00

Portando caneca da festa:
Feminino – R$ 45,00
Masculino – R$ 55,00

Na hora (sem nome na lista):
Feminino – R$ 50,00
Masculino – R$ 60,00

Pontos de venda de ingressos antecipados:
Lojas Multisom (Rua dos Andradas 1.001 e Shoppings Iguatemi, Total, Praia de Belas, BarraShoppingSul, Moinhos e Bourbon – Wallig, Ipiranga, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo).

Devassa, Nova Schin, Vodka Orfloff, Whisky Natu, água e refrigerantes liberados até as 05h

É expressamente proibida a entrada de menores de 18 anos.

 

 

Fonte: www.rockbox.com.br
Dica de: Roberto Mercury