Uma das grandes novidades do retorno de Olívias na TV foi o número musical apresentado pela banda de rock feminina The Olivias. No fim deste episódio de estreia, o quarteto fez uma versão divertida para “We Are The Champions”, do Queen.

Com um visual bem rock ‘n’ roll, a banda se apresenta em um restaurante e aproveita para cantar sobre o dilema na hora de chamar pelo garçom.

 

Fonte: http://multishow.globo.com/Olivias-na-Tv
Dica de: Roberto Mercury

Descobrir uma espécie nova é algo muito gratificante para um pesquisador, e escolher um nome para ela é o toque final de um trabalho árduo. Por isso, às vezes fico pensando: se um dia eu descobrir uma nova espécie, que nome dar a ela?

Opções não faltam. Quem sabe um nome que indique uma característica do seu corpo? Ou então do lugar onde ela vive? Talvez eu possa fazer uma homenagem a um parente ou um amigo. Que indecisão!

 Esse tipo de dúvida não passava pela cabeça do biólogo Frederico Augusto de Atayde Lencioni. Especialista em libélulas, Frederico já escreveu dois livros sobre esses insetos, e descobriu 15 espécies e três gêneros novos para a ciência. Na hora de dar nome a esses animais, ele gosta de fazer homenagens à família: algumas libélulas ganharam o nome da mãe, da esposa, da filha e do filho dele. Ainda falta homenagear seu pai, o também biólogo Frederico Lencioni Neto.

Libélulas são insetos carnívoros que vivem na água durante a fase de larva e são voadoras quando adultas. Seu nome vem do latim libellula, diminutivo de libra (balança). Isso porque, às vezes, esses animais param durante o voo, e seu corpo se move levemente para lá e para cá, como uma balança antiga. (Foto: Fir0002/Flagstaffotos / Creative Commons)
Libélulas são insetos carnívoros que vivem na água durante a fase de larva e são voadoras quando adultas. Seu nome vem do latim libellula, diminutivo de libra (balança). Isso porque, às vezes, esses animais param durante o voo, e seu corpo se move levemente para lá e para cá, como uma balança antiga. (Foto: Fir0002/Flagstaffotos / Creative Commons)

Em julho de 2013, uma revista especializada apresentou ao mundo quatro novas espécies de libélulas descobertas por Frederico. Na hora de escolher os nomes, como das outras vezes, ele resolveu fazer homenagens. Porém, não foram referências à sua família, e sim à sua banda de rock favorita, chamada Queen.

As quatro espécies de libélulas descritas em homenagem aos membros da banda Queen: Heteragrion freddiemercuryi, Heteragrion brianmayi e Heteragrion rogertaylori vivem na Mata Atlântica de São Paulo, enquanto Heteragrion johndeaconi foi encontrada no Cerrado de Goiás. (Fotos: Frederico A. A. Lencioni / Zootaxa)
As quatro espécies de libélulas descritas em homenagem aos membros da banda Queen: Heteragrion freddiemercuryi, Heteragrion brianmayi e Heteragrion rogertaylori vivem na Mata Atlântica de São Paulo, enquanto Heteragrion johndeaconi foi encontrada no Cerrado de Goiás. (Fotos: Frederico A. A. Lencioni / Zootaxa)

As novas espécies pertencem ao gênero Heteragrion, descrito por um pesquisador belga em 1862, que contém cerca de 50 espécies. O nome, de origem grega, pode ser traduzido como “diferente de Agrion”. Agrion significa “selvagem” ou “do campo”, e já foi usado para nomear alguns tipos de libélulas que vivem em áreas abertas. As espécies de Heteragrion são diferentes não só por causa de algumas características do corpo – como pousar de asas abertas, por exemplo –, mas também porque não vivem nos campos, e sim na mata às margens de riachos e ribeirões.

Um macho da espécie Heteragrion brianmayi fotografado em Ubatuba, São Paulo. Repare que as asas ficam abertas o tempo todo, uma característica desse gênero de libélulas. (Foto: Frederico A. A. Lencioni / Zootaxa)
Um macho da espécie Heteragrion brianmayi fotografado em Ubatuba, São Paulo. Repare que as asas ficam abertas o tempo todo, uma característica desse gênero de libélulas. (Foto: Frederico A. A. Lencioni / Zootaxa)

Quando teve certeza de que havia descoberto as novas espécies, Frederico entrou em contato com o guitarrista do Queen, Brian May, pedindo autorização para homenagear cada um dos membros da banda: além de Brian, Freddie Mercury, Roger Taylor e John Deacon.

 O guitarrista – que também é doutor em astrofísica – ficou muito feliz com a notícia. Será que alguém não ficaria?

 

Fonte: Revista CHC  via  http://alvoradaplus.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Texto de Gabriel Leite Mota


Havia qualquer coisa de majestoso na música do Queen e na voz de Freddie Mercury. Esta crônica deve ser lida ao som do Queen

O Queen é, indiscutivelmente, uma das maiores bandas da história do pop-rock mundial. Composta por músicos de talento (que sabiam tocar, cantar e compor) asseguraram, com a sua produção musical, um lugar indestronável na história do rock. Criadores de hinos como ninguém, são uma banda de sempre, para sempre.

Infelizmente, o Queen teve que parar prematuramente, devido à morte do seu vocalista. É que, ao contrário de outras bandas, este vocalista era insubstituível. À frente do Queen estava, de fato, alguém especial. Um vocalista que para além de ser compositor, letrista e tocar piano tinha, provavelmente, a melhor voz de todos os tempos da história do pop-rock mundial: a voz rainha!

Freddie Mercury era o rapaz de ouro com a voz de ouro. Quem mais conseguiria acompanhar vocalmente com um expoente do canto lírico como Montserrat Caballé? Que outro vocalista pop conseguirá cantar “Somebody to love” como ele cantou, ao vivo, no espetáculo “Live at the Bowl” de 1982?

A cidade de Barcelona tem um hino (criado por ele para os jogos olímpicos) que jamais esquecerá. Os registros em áudio, ou vídeo, da sua voz não deixam margem para dúvida: aquela voz vinha do céu…

Havia qualquer coisa de majestoso na música do Queen e na voz de Freddie Mercury. A banda rainha tinha uma capacidade única para criar hinos que perduram até hoje (a qualquer vitóiria o som que soa, automaticamente, nas nossas cabeças: “We are the champions, my friends”. Talvez não seja acaso a banda ter acabado o seu último concerto (“Live at Wembley 86”), perante 200 mil pessoas, ao som do hino britânico, com Freddie Mercury vestido de rei… Ainda hoje é recordado, no imaginário de todos nós, de peito aberto e com o punho bem levantado a apontar para o céu (talvez a celebrar a conquista da imortalidade musical).

Banda irrepetível

O Queen foi uma banda super criativa mas, acima de tudo, irrepetível. Foram, capazes de criar standards, como “We will rock you”, e rupturas como “Bohemian Rhapsody”, um marco na história do pop-rock que influencia todo o resto (“Paranoid Android” do Radiohead pode bem ser a sequela daquela rapsódia boémia de 1975).

É difícil não se gostar do Queen. Pelo menos, não gostar de alguma coisa no Queen: mesmo que não seja o estilo musical preferido, quem consegue ficar indiferente à voz de Mercury, aos solos de guitarra de Brain May ou a alguns dos hinos que eles criaram?

 Na TV e no cinema, o Queen também estão lá: em Flash Gordon, nos Imortais, no Moulin Rouge.

 Mesmo no fim, já sabendo da sua condição de soropositivo, Mercury criou ainda algumas das mais belas canções do Queen como “Innuendo” e, sobretudo, “The show must go on” (outro hino, este sobre a coragem de continuar).

Quando o Queen apareceu, em 1970, eu ainda não era nascido. Quando Freddie Mercury morreu eu tinha 12 anos. Não se pode dizer que o Queen foi uma banda da minha geração… A verdade é que, nessa altura, já tinha todos os álbuns do Queen. Foi, sem dúvida, a minha primeira banda favorita.

 Quando soube da notícia da morte de Freddie Mercury senti a tristeza típica de quem perde alguém que admira. Apesar de ainda ser novo já tinha a noção de que o Queen era especial e Freddie Mercury inimitável. Quanto mais não fosse, isto: são poucas as bandas que conseguem impactar para além da sua própria geração. E o Queen é, ainda hoje, uma banda de referência para muitos jovens…

 Cada fã do Queen terá as suas canções e álbuns preferidos. Mas todos sabem que, quando acabou, o Queen não deixou sucessão, apenas inspiração.

Enfim, os registos ficaram por aqui e à vista de todos. Será alguém capaz de a superar?

Texto de Gabriel Leite Mota

 

Fonte:  http://p3.publico.pt

É SOMENTE HOJE!!

O site www.guitarworld.com está fazendo uma pesquisa sobre os melhores Solos de Guitarra, e Bohemian Rhapsody está concorrendo a pesquisa de hoje:

 “Bohemian Rhapsody,” Queen (Brian May)   
 
 “Comfortably Numb,” Pink Floyd (David Gilmour) 

 para Votar Clique Aqui

“Esta caricatura foi produzida em papel canson 120 gramas com lápis preto com grafite 6B. A imagem foi baseada em algumas fotos do cantor em sua carreira solo.”

Mario Dimov Mastrotti

 

Fonte: http://mastrotticaricaturas.blogspot.com.br
Dica de: David Neto

Após 12 anos em cartaz em Londres, o musical We Will Rock You, baseado nos integrantes do Queen e músicas e personagens fictícios das músicas da banda, parte para um longo período de apresentações nos EUA. A comédia musical foi escrita por Ben Elton e inclui 24 hits do Queen, entre eles Another One Bites the Dust, Crazy Little Thing Called Love, We Are The Champions, Bohemian Rhapsody e, é claro, We Will Rock You. É bom lembrar que o musical foi apresentado em 2004 e 2005 nos Estados Unidos, mas foram poucas datas. Agora o show veio para ficar!

 

Fonte: www.blogdosedupla.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 

Lendas da Guitarra e suas armas

Nenhum outro instrumento musical tem o poder de enlouquecer a cabeça de jovens quanto a guitarra. Aprimorada por Les Paul em 1940, quando criou um sistema de bobinas capaz de captar o som das cordas em um corpo sólido de madeira, a guitarra encontrou no rock n’ roll seu maior gênero e, desde os anos 1950, tem criado lendas do estilo e também do instrumento.

Guitarristas como Jimi Hendrix, Tony Iommi, Jimmy Page e Eddie Van Halen eternizaram seus modelos de guitarras, fazendo marcas e modelos virarem verdadeiros ícones pop. Pensando nisso, o Terra selecionou 35 guitarras clássicas e te faz um desafio: você consegue reconhecer de quem é o instrumento? Confira!

 

Para ver todas Clique Aqui

 

Fonte: http://musica.terra.com.br

Uma banda já conhecida de alguns leitores do Whiplash.net, A BAND WITH NO NAME, atingiu um feito bastante importante para a sua trajetória nas últimas semanas. Depois de impressionar muitos, na semifinal do FBI – Festival de Bandas Independentes, com seu cover de Bohemian Rhapsody, sem nenhum playback (até o Queen  usava), os jovens de 14 a 17 anos da No Name disputaram a final e chegaram em terceiro, tendo recebido o maior número de votos pelo público (os dois primeiros foram decididos pelos jurados). Vale ressaltar que mais de 150 bandas começaram o festival, ainda no ano passado.


Tocando três de suas músicas autorais e alguns covers, Rubens Achilles (17, guitarra), Carol Mathias (15, teclados e violão), Lourenço Matheus (16, baixo) e Leo Burity (14, bateria) fizeram muito sucesso no evento, realizado no Teatro Odisséia, recebendo ainda os prêmios de revelação e melhor composição do festival. O vídeo com um resumo da participação da banda na grande final está logo abaixo. Por volta de 3min45s, começa um pedaço grande do clássico do QUEEN, Bohemian Rhapsody. Vale a pena cada minuto.

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

São mais de setenta histórias nesta antologia sobre a relação entre donos e felinos, inspiradores de músicas, contos e até comoventes obituários. Maria Ramos Silva deixou que os fiéis companheiros de Kennedy, Cortázar, Lennon ou Bronte se enroscassem no seu colo

Serpentes, cães, pássaros, cobaias. O número 1600 de Pennsylvannia Avenue nunca mais foi o mesmo depois da chegada da família Roosevelt. Neste pequeno zoológico instalado na Casa Branca não podiam faltar Tom Quartz e Slippers, ronronantes senadores de quatro patas. O gato e a gata, predilecção do pai Theodore, um dos muitos nomes famosos cuja cumplicidade com os bichanos merece ser fixada em livro, não constituem afinal novidade no edifício mais célebre de Washington, DC. Já Lincoln, apaixonado por gatinhos, forjara a tradição com o auxílio do seu Tabby, enquanto John Kennedy viu o amor bater a alergia e reservou ao seu Tom Kitten um obituário no “Washington Post”. “Contrariamente aos seres humanos na sua posição, Kitten não escreveu as suas memórias nem procurou tirar partido da sua permanência na Casa Branca.”

Ruth Berger recorda estes e outros episódios em “Alma de Gato”, uma antologia movida a uma amizade com longos bigodes e algumas bolas de pelo, nada que comprometa estas comoventes afinidades. Quase podiam ser elas, as mascotes, a rabiscar estas memórias, que se estendem não só a figuras da política ou das artes, mas também a donos desconhecidos do grande público. Basta pensar nos atributos da flamejante Flanelle, que escrutinava os lápis e os manuscritos do escritor argentino Julio Cortázar, que na sua casa da Provença privava ainda com Theodor W. Adorno, gatinho que inspirou o conto “Como pasar al lado”. Tiger arranhou os dedos de Emily Bronte quando esta escrevia “O Monte dos Vendavais”, Vivian Leigh lia Dickens com a gata Tissy ao colo, e que seria a obra de Edgar Allan Poe, o titular do amigo Plutão, sem a história de arrepiar “O Gato Preto”?

Freddie, Oscar & Tiffany
Freddie, Oscar & Tiffany

Distintos professores e gurus, a família dos gatos bem viu como Charmaine transmitiu truques de beleza a Cleópatra. Ou como Paul Klee pintou “Gato e Pássaro” em 1928, motivado por Fritzi, um dos muitos ilustres felpudos que o acompanharam ao longo da vida. Freddie Mercury dava presentes no Natal a Tom, Jerry, Oscar, Tiffany, Goliat, Miko, Romeo, Lily e Delilah, para quem compôs uma canção. Já John Lennon era fã de Elvis, o gato que a mãe baptizou em honra de Presley.

No final do século xix, a rainha Vitória patrocinava o primeiro concurso para gatos em pleno Hyde Park. Exemplo de um vínculo que dura além dos tempos de paz. Décadas mais tarde, durante um bombardeamento, Churchill chegou a refugiar-se no bunker com Smokey. Richelieu, ministro da Guerra, tanto caçava bruxas como pôs termo à prática de queimar estes animais nas fogueiras festivas, chegando a viver com 14 destes animais na sua mansão. Ainda na França, a raça chartreux ou cartuxo foi nomeada Tesouro Nacional, graças ao impulso do general De Gaulle, apaixonado pelo seu Gris Gris. Um caso sério de afeição também para Baudelaire, que dedicava mais tempo ao seu Guillaume d’Aquitaine que à própria família e aos amigos. Brigitte Bardot, que no passado entregou a sua “beleza e juventude aos homens”, entrega agora a sua “sabedoria e experiência” aos animais.

Faltaria uma vida a todas estas sete que ficaram para trás se não falássemos do rechonchudo Garfield, personagem de Jim David que homenageia o seu avô, criado a partir de um gato de carne e osso. Fica o conselho do pai do boneco laranja: “Se tratares bem do teu gato, o gato tratará bem de ti.”

para ler Mais sobre o amor de Freddie pelos gatos Clique Aqui e veja nossa página especial

 

Fonte: http://www.ionline.pt
Dica de: Roberto Mercury

Alguns são realmente sósias, outros nem tanto. Confira esta homenagem dos leitores do EGO aos seus pais.

Christiano Marcondes, pai de Sophia, de Fortaleza, não só é a cara do Freddie Mercury como ainda se veste igualzinho ao cantor.

Para ver outros Clique Aqui

 

Fonte: http://ego.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Foto de 04/12/12, Brian logo após a 1º cirúrgia
Foto de 04/12/12, Brian logo após a 1º cirúrgia

De acordo com o The Pulse Of Radio, Brian May manteve sua base de fãs atualizada sobre as notícias de sua cirurgia de joelho por seu site oficial postando em 6 de agosto: “CONSEGUI!!! Estou com um joelho novo em folha. Isto não foi só um passeio no parque, mas pela primeira vez em meses eu me sinto otimista e livre desta velha dor. Obrigado a todas as mensagens – significam muito. Bri zzzzzz”

Em adição ao novo álbum com a estrela da Broadway, Kerry Ellis, chamado “Acoustic By Candlelight”, May está finalizando os últimos toques nas demos de Freddie Mercury/Michael Jackson, de 1983, que devem ser lançadas muito em breve. Além deste projeto, ele e o baterista Roger Taylor estão trabalhando em novas faixas do QUEEN com o lendário produtor Chris Thomas.

Chris tomas é conhecido por seu trabalho no “White Album”, no THE BEATLES, e vários projetos com Paul McCartney, Pete Townshend, THE PRETENDERS, PINK FLOYD, BADFINGER, INXS, SEX PISTOLS, Elton John, U2, entre outros.

Não há palavra do grupo sobre como estão estas faixas ou quando elas serão lançadas.

O The Pulse OF Radio perguntou ao baterista do QUEEN, Roger Taylor, se ele e Brian May permaneceram tão próximos quanto eram durante os anos do QUEEN. “Muito próximos.” afirmou. “Quero dizer, nós somos, você sabe, o que restou do QUEEN, e você sabe. Eu o vi ontem, nós nos encontramos. Nós nos vemos o tempo todo – porque ainda há muito para se conversar. Parece que há mais e mais sobre o que falar. E nós nem sempre concordamos o tempo todo, mas nós somos sim muito próximos.”

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

É comum o lançamento de álbuns póstumos de bandas e cantores, seja pela publicidade que a morte do músico atrai, seja pela vontade de saciar aos fãs sedentos. O mais recente grupo que se juntou a essa lista é o Charlie Brown Jr., que em setembro deste ano leva ao público um disco com faixas inéditas e sucessos da banda. Além do Charlie Brown Jr., outros artistas tiveram seus trabalhos lançados após a morte e alguns deles, aliás, obtiveram muito sucesso, alcançando a lista dos mais vendidos.

Queen – Made in HeavenFinalizado com os vocais de Freddie Mercury – que morreu em novembro de 1991 por complicações causadas pela AIDS -, o disco póstumo ‘Made In Heaven’, lançado em 1995, estreou no topo das paradas inglesas e conquistou quatro discos de Platina. Segundo o jornal ‘The Guardian’, o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.

Para ver todos Clique Aqui

Fonte: http://musica.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Night at The Opera faz terceira apresentação em Manaus após sucesso de público com show de ópera e banda inglesa

Após lotar os teatros da Instalação e Amazonas, o maior sucesso do 17º Festival Amazonas de Ópera, o Recital Bradesco II – A Night at The Opera já tem data marcada para sua terceira apresentação em Manaus.

No próximo dia 25 de agosto, às 19h, a Secretaria de Cultura realiza mais uma edição do espetáculo, desta vez no Largo São Sebastião.

Na primeira apresentação do tributo a banda Queen realizada no dia 4 de maio, no Teatro da Instalação, apenas as 200 primeiras pessoas conseguiram lugar na plateia. Por isso, um ‘bis’ foi feito no Teatro Amazonas, no dia 29 de maio, mas pelo menos 500 espectadores não puderam acompanhar, mesmo indo ao local.

“O sucesso deste espetáculo foi imensurável e surpreendeu a todos. Infelizmente, durante o Festival muitas pessoas não puderam assistir ao show, o que nos levou a realizar esta nova apresentação no Largo São Sebastião, que comporta um número muito maior de pessoas”, disse o secretário de cultura, Robério Braga.

Ao som do piano do maestro Marcelo de Jesus, com novas partituras e releituras, o público assistirá a um crossover diferente, quando se junta dois ou mais estilos musicais, só que dessa vez meio ao contrário, juntando o rock com o clássico.

Abaixo o Grupo toca Bohemian Rhapsody no Teatro Amazonas

“Ninguém imaginava que o recital tomasse esta proporção. Nesta nova apresentação, o público pode esperar toda a qualidade e a mesma diversão de suas antecessoras, porém em um espetáculo de maiores proporções. Há também uma surpresa sendo preparada para os fãs da banda”, afirmou Marcelo de Jesus.

Entre sucessos de Freddie Mercury e companhia escolhidos para o recital, destaque para Radio Ga Ga, single de 1984 que se tornou sucesso mundial, atingindo o número 1 das paradas em 19 países.

 Outro campeão de execuções, presente na programação, é I Want To Break Free, onde a banda, no videoclipe, aparece toda vestida de drag queen.

 REPERTÓRIO

Somebody to love
Don’t stop me now
Save me
Play the game HS
Love of my life
We will rock you
We are the champions
Radio ga ga
I want to break free
It’s a hard life
The show must go on
Who wants to live forever
Friends will be friends
Barcelona HS/MA
How Can I Go On HS/MA
Bohemian rhapsody

 

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Durante 12 anos Peter Freestone foi assistente pessoal e amigo íntimo de Freddie Mercury, o cantor que chegou ao estrelato com o grupo rock Queen. Ele também estava lá durante os últimos dias do cantor em 1991. Desde o início dos anos 2000 Freestone vive na República Checa. Entrei em contato com ele esta semana, depois que foi confirmado que os Queen vão lançar três faixas que o tempo esqueceu que Freddie Mercury gravou com Michael Jackson, uma gravação em que Freestone estava presente.

Mas antes de chegarmos a isso, eu também perguntei a ele sobre seu antigo emprego.

“Basicamente, era de 24 horas por dia, sete dias por semana. Meu trabalho era apenas para estar lá para Freddie, para cuidar dele de verdade.”
 
Foi um trabalho agradável estar tão perto de alguém que foi publicamente  uma grande estrela?
 
“Acho que a maneira mais fácil de dizer isso é sim, era trabalho (eu sei disso porque havia dinheiro indo para o banco a cada mês), mas realmente eu estava, basicamente, vivendo a vida de Freddie. Foi incrível. Eu tinha a parte mais fácil: Eu poderia gastar o que ele realmente trabalhou duro para ganhar. Eu fazia as compras e ia a leilões para ele, sabe, essa era a parte mais fácil do trabalho. “
 
Eu li que Freddie Mercury, como muitas estrelas, era uma pessoa diferente por trás de portas fechadas, que ele era alguém que valorizava intensamente a sua privacidade. Isso é verdade?
 
“Sim, muito. Mesmo quando ele convidava  amigos para Garden Lodge, sua casa, pessoas que ele conhecia … ele mantinha o papel do artista. Ele só era realmente ele mesmo, quando havia em Garden Lodge apenas quatro ou cinco das pessoas mais próximas que ele conhecia. Então, ele poderia ser ele mesmo. Claro que, quando ele saia pela porta, ele tornava-se propriedade pública. E ele compreendeu isso. Então, ele tornou-se o que o público esperava. Usando  t-shirt, jaqueta de couro, calça jeans, ténis, os óculos de sol … e ele se tornaria o que se esperava dele.”
 
The Times e Rolling Stone ambos chamaram a atenção dos fãs esta semana, confirmando que três canções perdidas  de Freddie com Michael Jackson gravadas há 30 anos,  serão lançadas ainda este ano. Pelo menos uma versão de uma das músicas já é bem conhecido, uma outra, chamada ‘Victory’, não é, e se não me engano nunca foi ouvida. Você já se perguntou a si mesmo, já que você estava lá no momento, se essas músicas nunca iriam ser lançadas?
 
“Porque elas eram propriedade de Michael – foram gravadas em seu próprio estúdio em sua casa – Eu nunca esperei que elas viessem a ver a luz do dia. Mas eu estou muito feliz que eles vão. Duas das faixas tiveram vários tratamentos feito por fãs ao longo dos anos – State of Shock e There Must Be More to Life Than This, sendo que ambos foram lançados em diferentes formas. Uma no álbum dos Jacksons e uma no dos Queen, mas a terceira, Victory, é algo que nunca foi ouvido antes.”
 
“Eu ainda tenho algumas lembranças dela, porque eu estava lá quando ela foi gravada no estúdio. Na verdade, na fita original – e eu não sei se isso ainda existe – eu toquei o que você ouve como o bombo na pista. Só que não é um bumbo: o que você ouve é a porta do banheiro! Eu tinha que ficar lá por cinco minutos batendo a porta do banheiro! Então, sabe, eu acho que vai ser algo para as pessoas desfrutarem, deve ser muito interessante.” 
 
Esperemos que isso fique na pista!
 
“Espero que sim!” (Risos)
 
Você acha que o lançamento da terceira música poderá causar sensação?
 
“Eu realmente espero que sim. Claro que mesmo as outras duas faixas receberão tratamento diferente agora que os Queen estão envolvidos na produção. Tenho certeza que eles vão estar prestando atenção à voz de Freddie e da produção de toda a pista. Eles são perfeccionistas e tudo tem de ser feito corretamente. Mas eu acredito que vai valer a pena a espera. “
 
De onde veio o impulso de trabalharem juntos?
 
“A primeira vez que eu ouvi sobre isso foi quando Michael veio para um show dos Queen no Forum, em Los Angeles. Eu me lembro dele falando no canto com Freddie e John. Depois Freddie disse: ‘Huh! Michael diz que devemos fazer algo juntos, porque ele amou o que ele ouviu!’ Porque ele estava ouvindo “Another One Bites the Dust” e amou toda a sensação dela. Então, Freddie disse: ‘Ele quer se encontrar para gravar. Ah, mas isso nunca vai acontecer, é só conversa!’. Meses mais tarde, recebeu um telefonema de Michael, porque ele tinha ouvido dizer que Freddie estava em LA e ele convidou-o.”
 
O meu entendimento é que esse encontro não foi o ideal …
 
(Gargalhada) “Eu sei a que você está se referindo. Bem, Michael, se você se lembra, naquela época, na sua casa em Encino tinha quase um mini-zoológico e seus animais favoritos na época eram as lhamas. Dado que era verão em Los Angeles, Freddie usava uma t-shirt branca, jeans branco, ténis brancos depois do passeio a sua t-shirt e jeans brancos estavam com o fundo marrom respingados de lama e os ténis marrom, porque tínhamos caminhado por lama”.
 
“Michael também nos levou ao a sua casa e em seu quarto e foi muito engraçado: ele tinha um grande terrário com uma cobra grande dentro. Publicamente, Michael disse que era um grande amigo de uma cobra maravilhosa … não pude deixar de notar que havia cerca de quarenta tijolos mantendo a tampa do terrário fechado, para ter a certeza de que ela não poderia sair! “
 
 As gravações reais: quando é que foram feitas, em dias diferentes?
 
“Não, isso foi o mesmo dia. Tanto um como outro estavam muito ocupados com gravações e turnês em 1983. Michael queria  que Freddie  acabasse “State of Shock “ porque ele queria para o álbum “Victory” dos Jacksons. Mas Freddie tinha muito pouco tempo e ele não consegui   terminá-lo. Então, Michael sugeriu que Mick Jagger poderia cantar a outra parte, e Freddie disse é claro é a sua música, ele não fez objeção. Por razões de tempo, os dois não conseguiram pegar no material de novo. “
 
Como é que a qualidade dos vocais colidem em termos de como os cantores se complementam? Freddie era um cantor de potência …
 

“Acho que é porque eles são tão diferentes que isso funcionou muito bem. Ambos tinham vozes poderosas, parece quase como uma competição. Você usou a palavra certa com “complemento”: as duas vozes funcionam muito bem juntas é como uma conversa “.

Fonte: http://tudoemteunome.blogspot.com.br  / Originalmente de: http://radio.cz / http://MJ-Upbeat.com
Dica de: Roberto Mercury
Evento será realizado em 8 de setembro. Foto: Carlos Killian/Divulgação
Evento será realizado em 8 de setembro. Foto: Carlos Killian/Divulgação

Marcada para o domingo 8 de setembro, a 8ª Parada da Diversidade de Florianópolis ganhou vídeo para atrair os participantes ao evento.  Realizado pela 1Click Comunicação, o anúncio foi divulgado nesta quarta-feira, 07.

A drag mais famosa da cidade, Selma Light, se junta a personagens como um casal hétero, uma senhora idosa, mãe e filha, dentre outros, para simbolizar o que a parada representa: o respeito pela diversidade. Tudo alinhavado pela bela canção “I Want to Break Free”, do Queen, banda que foi liderada por Freddie Mercury, um ícone gay.

“O Amor Tem Todas as Cores” é o tema desta edição que será antecedida pela Semana da Diversidade, que conta com vários eventos, como debates, filmes e até competições esportivas.

Confira semanalmente aqui no Guia Gay Floripa novidades sobre o maior evento LGBT de Floripa que está chegando!

 

Fonte:  www.guiagayfloripa.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Seleção feita pelo iG inclui faixas de Stevie Wonder, Chico Buarque, Queen e Eric Clapton

Para comemorar o Dia dos Pais, que será celebrado no domingo (11), o iG selecionou 14 músicas de grandes artistas que expressaram o amor pelos filhos. Na lista há de canções animadas, como “Isn’t She Lovely”, de Stevie Wonder, a faixas mais tristes, como “Tears in Heaven”, de Eric Clapton.

Queen
“Father to Son”

Lançada em 1974, a música mostra a perspectiva de um pai que tenta conversar e aconselhar o filho. A canção foi composta pelo guitarrista Brian May, que mantinha uma relação próxima com o pai.

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Prepare-se para desfrutar da joia da coroa do rock britânico como você sempre esperou: de forma inédita e especial para você!!

Cante junto com o imortal Freddie Mercury seus hits mais memoráveis, veja imagens inéditas de suas turnês e assista na primeira fila a um show inesquecível em Budapeste.

Tudo isso e muito mais só para você, que é um verdadeiro fã da Banda Queen.

Dia / Horário:

Domingo 11 de Agosto / 2013, às 23:00 horas

 

Fonte: http://canalaetv.com

 

“Freddie Mercury pintou nessa letra a imagem de uma mulher que eu gostaria de ser”, disse a cantora

Via: http://rollingstone.uol.com.br

Falando ao site do jornal WWD, Katy Perry comentou a escolha do nome de seu novo perfume, Killer Queen, batizado em homenagem à música do Queen.

“Freddie Mercury pintou nessa letra a imagem de uma mulher que eu gostaria de ser. Ela parecia muito poderosa e cativava todo mundo quando entrava no recinto”, disse a cantora.

A fragrância, que chega ao mercado em agosto, pode servir de inspiração para Katy se aprofundar mais no mundo da moda. Na entrevista, ela comentou sobre a possibilidade de ter sua própria linha de roupas. “Não estou dizendo que serei boa em tudo o que for fazer, mas vou tentar.”


Via: www.folha.uol.com.br

A cantora Katy Perry lançará em agosto um perfume chamado “Killer Queen”, nome de um famoso hit da banda Queen, que ela admitiu ser a inspiração por trás da fragrância.

O título, que em português quer dizer “rainha matadora”, vem de uma música da banda de Freddie Mercury e Brian May lançada em 1974, no disco “Sheer Heart Attack”. Agora, é também nome de um perfume lançado pela cantora com a empresa de cosméticos Corty, Inc.

“‘Killer Queen’ está no meu vocabulário desde que eu tinha 15 anos”, disse a diva pop em entrevista ao site “Women’s Wear Daily”.

 

Fontes: http://rollingstone.uol.com.br   |   www.folha.uol.com.br

Orbit se entendeu com a família de Michael Jackson, que tem os direitos sobre a obra do cantor (Foto: Divulgação)
Orbit se entendeu com a família de Michael Jackson, que tem os direitos sobre a obra do cantor (Foto: Divulgação)

William Orbit, que ficou conhecido mundialmente com o álbum Ray of Light, da Madonna, está produzindo três gravações feitas por Michael Jackson e Freddie Mercury em 1983. As músicas “Victory”, “State of Shock” e “There must be more to life than this” estavam previstas para 2011, mas os duetos não foram divulgados porque os cantores se desentenderam pouco depois das gravações feitas no estúdio que Jackson mantinha em sua casa em Encino, na Califórnia.

Agora, as canções estão nas mãos de dois integrantes do grupo inglês Queen, Brian May e Roger Taylor. Segundo May, a família de Michael Jackson, responsável pelos bens do cantor desde sua morte, em 2009, concederam a ele o acesso às gravações em maio de 2011, e desde então ele tem trabalhado ao lado do colega de banda e do produtor William Orbit. O trio está ‘melhorando’ a qualidade da gravação acrescentando solos de guitarra e harmonias vocais.

 

Fonte: http://epoca.globo.com
Dica de: Roberto Mercury