Eles são fortes, marcantes e imponentes! Não há duvidas que um bigode faz toda a diferença no visual. Eles tem vários estilos e tamanhos mas não é todo homem que consegue preservar um belo bigode. Rockeiros de várias gerações o cultivaram, e tudo bem que eles não são mais tão populares hoje em dia, mas vale a pena lembrar quem são os donos do bigodes mais marcantes do rock.

Veja o top 10!

15 – James Hetfield

14 – Jimi Hendrix

13 – Axl Rose

12 – Os Beatles

11 – Serj Tankian

10 – Dave Ghrol

9 – Carlos Santana

8 – Phil Lynott

7 – Frank Beard

6 – David Crosby

5 – Lemmy Kilmister

4 – Duane Allman

3 – Tommy Iommi

2 – Frank Zappa

1 – Freddie Mercury

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Como o dia mundial do rock foi a pouco tempo e nós não fizemos nenhuma menção ou homenagem, estamos aqui hoje com esta lista de esposas dos rockstar que não dão o que falar, mas que dão muito apoio.
5 – Bono Vox e Alison Stewart

O casal que já foi mencionado aqui uma vez, aparece novamente por que são casados a exatos 31 anos e pela descrição e por serem reservados.

4 – Alice Cooper e Sheryl Goddard

A cobiçada por vários roqueiros fãs de Alice Cooper, Sheryl é uma bailarina super discreta que combina demais com o estilo do marido. O casal já esta junto a 37 anos.

3 – Elvis Presley e Priscilla Presley

O casal entra no ranking não pela fofura que eram, por que sabemos que Priscilla não é muito admirada por muitas fãs do Elvis, mas sim por que ela não era famosa quando o rei do rock se apaixonou por ela. Apesar dos altos e baixos e do tempo curto de casamento, Priscilla ainda fala até hoje como se fosse a viúva e ainda é vista como o grande amor da vida ele.

2 – George Harrison e Olivia Harrison

Sim Olivia e não Pattie Boyde, a famosa musa do rock não entrará para lista e dará espaço a companheira de espiritualidade de George e mãe de seu único filho, mulher que ficou com o Beatle após seu sucesso e durante sua doença. Ficaram juntos por 23 anos e após a morte de George ela não se casou mais e se dedica a instituições que deixam o nome de seu marido vivo após gerações.

1 – Freddie Mercury e Mary Austin

Somente quem é fã realmente de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos sabe que antes de assumir sua homossexualidade Freddie teve um relacionamento com Mary Austin, quem ele chamou de alma gêmea mesmo depois da separação. Permaneceram amigos por toda a vida de Freddie, e ela foi a única que permaneceu ao lado dele durante a doença e seus últimos dias. Ele escreveu o clássico Love of my life para Mary.

 “Muitos dos meus amantes me perguntam porque eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. Mary é minha única amiga, e eu não quero mais ninguém. Para mim, é como um casamento. Nós acreditamos um no outro, e é o suficiente para mim.”

Freddie Mercury sobre Mary Austin.

Fonte: http://contato8760.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O vocalista Adam Lambert voltará a se apresentar com o Queen, que conta atualmente com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor de integrantes originais.

A reunião ocorre para um show único, no evento iHeartRadio Music Festival, a ser realizado nos dias 20 e 21 de setembro em Las Vegas. A data em que Queen e Adam Lambert se apresentam ainda não foi divulgada.

Lambert assume os vocais do grupo esporadicamente desde 2011, em uma parceria que recebeu o nome de Queen + Adam Lambert. A proposta presta homenagem ao vocalista Freddie Mercury, falecido em 24 de novembro de 1991 por complicações geradas pelo vírus HIV.

Assista à performance de “Somebody To Love”, com Queen + Adam Lambert:

 

Fonte: http://revista.cifras.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen – Queen
(lançado em 13 de julho de 1973)

Poucas vezes as estrelas se alinharam da maneira que aconteceu na concepção do Queen. Quatro músicos de fenomenal capacidade, que souberam se reinventar durante toda a carreira – para melhor ou pior, vai do gosto de cada um. Mesmo ainda não mostrando a mesma banda coesa dos trabalhos posteriores, a estreia da banda mostra que o mundo estava diante de algo que se tornaria especial com o passar do tempo. Freddie Mercury, apesar de ser o penúltimo a se juntar, acabaria assumindo a linha de frente, não apenas como um dos maiores frontmen da história, mas também nas composições. Das dez faixas do disco, o vocalista assinou metade sozinho.

As duas que chegariam mais próximo de se tornarem clássicas acabaram sendo “Keep Yourself Alive” e “Liar”. Curiosamente,cada uma abria um lado do disco nos bons tempos do vinil. Uma curiosidade fica com “Doing All Right”, parceria de Brian May com Tim Staffell, integrante do Smile, grupo que viria a gerar o Queen. Outro destaque fica com “Great King Rat”, que contava com muitos elementos que seriam utilizados à exaustão pelas bandas de Heavy Metal, com suas mudanças de andamento e agressividade na guitarra e bateria.

A face elaborada e experimental da banda aparece com força total em “My Fairy King”, composição que criou um mundo paralelo que seria usado em temas posteriores. Aliás, foi através de uma linha dessa faixa que o vocalista adotaria seu nome artísitco. Ao cantar “Mother Mercury, look what they done to me”, Freddie Bulsara saía de cena para dar espaço a Freddie Mercury. A sincronia vocal do cantor com Roger Taylor nesta música é de impressionar. O baterista, diga-se de passagem, deixaria sua primeira marca na voz principal na vinheta “Modern Times Rock ‘n’ Roll”, verdadeira ode ao gênero em menos de um minuto e meio com o pé no acelerador o tempo inteiro.

O encerramento do trabalho traz o início de “Seven Seas Of Rhye”, que só seria finalizada nas sessões do álbum posterior e se tornaria uma das grandes músicas da banda. A recepção ao primeiro lançamento do Queen trouxe opiniões divididas. Enquanto alguns órgãos de imprensa, como a Rolling Stone, exaltaram a audácia sonora do quarteto, outros compraram as experimentações ao que o Led Zeppelin vinha fazendo à época. De qualquer forma, o primeiro passo para a eternidade estava dado e a banda cairia no gosto popular, chegando ao número 24 da parada britânica, além de uma 83ª posição nos Estados Unidos.

Freddie Mercury (vocais, piano)
Brian May (guitarra)
John Deacon (baixo)
Roger Taylor (bateria)

01. Keep Yourself Alive
02. Doing All Right
03. Great King Rat
04. My Fairy King
05. Liar
06. The Night Comes Down
07. Modern Times Rock ‘n’ Roll
08. Son and Daughter
09. Jesus
10. Seven Seas of Rhye (Instrumental)

Fonte: www.vandohalen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em cartaz há 11 anos, em Londres, o musical “We Will Rock You” faz tributo à altura do legado deixado pelo grupo britânico. A coluna Sound conferiu

Assim como a Broadway está para Nova York, Londres também é tradicionalmente conhecida pela cena efervescente de musicais, verdadeiras superproduções. Mesmo para quem não é chegado no gênero, estar na capital inglesa e não assistir a pelo menos um espetáculo parece até uma heresia. A infinidade de opções impressiona e há montagens para todos os gostos, das que revisitam clássicos como “O Fantasma da Ópera”, passando por adaptações contemporâneas (“Mama Mia!” , “O Rei Leão”, “Billy Elliot”) até as que homenageiam a música propriamente dita como “Let It Be” e “We Will Rock You”.

Baseado nos maiores sucessos do Queen, “We Will Rock You” é o espetáculo que está há mais tempo em cartaz no teatro Dominion, em Londres

Após indicações (e ouvir muitos elogios), resolvi conferir o premiado espetáculo que reverencia a obra do lendário Queen, encenado já em várias partes do mundo e em cartaz desde 2002, de segunda a sábado (faça chuva ou faça sol!). O impacto já começa ao adentrar no Teatro Dominion. Uma estátua dourada e ostentosa do ícone Freddie Mercury dá as boas-vindas aos fãs.

Concebido pelo guitarrista Brian May e pelo roteirista Ben Elton, o musical, antes de ser um culto à música do Queen, é uma bela homenagem ao rock. Aliás, a produção trata justamente da “morte” do estilo, de como pode ser depressiva a vida sem esse ritmo.

O cenário de “We Will Rock You” se passa em um futuro meio pós-apocalíptico, invadido pelas máquinas, com câmeras para tudo que é lado, onde a conduta e qualquer passo dado por um cidadão é vigiado por um regime totalitário – uma referência ao “Big Brother” profetizado pelo escritor inglês George Orwell no livro “1984”. Esse lugar, que há muito tempo se chamou Terra, transformou-se no entediante e metódico Gaga World (ou Mundo Gaga), embora os mafiosos defendam e enfiem goela abaixo a mensagem de “lugar feliz e seguro”.

Disciplina militar

Lá, as pessoas assistem os mesmos filmes, vestem o mesmo tipo de roupa, pensam do mesmo jeito e até fazem os mesmos downloads de música. Tudo é padronizado e ai de quem não se enquadrar nas regras do sistema. Se você busca o rock, a situação pode ficar tensa. Instrumentos musicais foram banidos há centenas de anos. O que reina por lá é o autotune, é a música pasteurizada das boy e girl bands.

Os protagonistas Galileo e Scaramouche se juntam aos rebeldes “bohemians”, artistas menosprezados da Gaga Life

Mas tanta repressão acaba estimulando a “Resistência”. Os “Bohemians” são os rebeldes que acreditam que houve uma Idade de Ouro da música, quando era possível formar seus grupos e ter a liberdade de escrever suas próprias canções. Eles chamam esse tempo de Rhapsody.

Mas o preço a pagar por ser “bohemian” pode ser alto. Quando descobertos pelos Ga Ga Cops, policiais da Killer Queen (papel da atriz Brenda Edwards), a grande vilã da história, essas pessoas, consideradas loucas, geralmente vão parar em um manicômio, onde é feita uma espécie de lavagem cerebral e os tais pensamentos “artísticos” são totalmente deletados.

Salvador ou sonhador?

Esse é o caso de Galileo Figaro (interpretado pelo talentoso Oliver Tompsett), um jovem que anseia exprimir sua arte, mas não sabe como. Ele nunca viu um instrumento, não tem ideia do que seja o rock, no entanto, ouve vozes e canções na sua cabeça.

Assim como ele, Scaramouche (Rachael Wooding) é uma garota punk, que também tem dificuldades em se ajustar nessa sociedade fabricada. Por causa desse comportamento de “bad boys”, os dois são perseguidos, chegam a ser torturados, mas conseguem escapar e se juntar aos tais bohemians. Só que antes de ser aceito e proclamado líder do bando, o rapaz será visto com desconfiança pelos rebeldes do bem. Afinal, seria ele um “sonhador”, o herói que esperavam, ou um espião infiltrado dos Ga Ga Cops?

Previsível

Daí, a trama passa a girar em torno do romance açucarado do casal birrento e da busca do mocinho pela tal guitarra elétrica, que “salvará”, ou melhor, ressuscitará o rock das trevas. Tudo bem, contando assim a sinopse parece rasa – um tanto bobinha- e previsível. A sensação é realmente de déja-vu. Contudo, a história ganha charme e vida com a produção caprichada, os efeitos especiais, as coreografias e, claro, a música. Todas as canções de “We Will Rock You” são interpretadas pelo elenco e executadas ao vivo por uma banda que fica ao fundo. E não, infelizmente, o Brian May não estava lá!

Killer Queen é a grande vilã da história futurista

O destaque fica por conta do vozeirão da diva Killer Queen, que consegue imprimir intensidade e emoção com as quais Freddie Mercury imortalizou os sucessos do Queen. O galã também se sai bem na missão de “salvador” do rock (sem soar piegas). Carismático e enérgico, Oliver Tompsett canta e dança praticamente todo o show.

Difícil (e irresistível) não cantar junto hits como “Under Pressure”, “Radio Gaga”, “I Want to Break Free”, “Play the Game”, “A kind of magic”, “I Wanna It All”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Another One Bites The Dust” e, obviamente, “We Will Rock You” (para citar algumas). Entretanto, é a opereta “Bohemian Rhapsody” inegavelmente a cereja do bolo, arrancando aplausos calorosos.

O afiado humor britânico também dá as caras. Não faltam alfinetadas as boy bands a artistas como Justin Bieber e tiradas de duplo sentido, que dão leveza e descontração ao musical. Importante destacar é que outros grupos e artistas, além do Queen, são lembrados por sua contribuição à música, incluindo o pop. Rolling Stones, Jimi Hendrix, Beatles, David Bowie, Billie Holiday, Sex Pistols, Clash, The Who, Nirvana, entre tantos outros.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Uma escultura de um gorila parecido com Freddie Mercury foi retirada da entrada de um centro empresarial em Norwich (Inglaterra). Uma queixa foi apresentada pela Mercury Phoenix Trust, que cuida da imagem do vocalista do Queen falecido em 1991. Segundo a entidade, a escultura viola a lei de direitos autorais.

A empresa responsável pelo gorila, a Wild In Art, disse que a escultura será remodelada, informou a “New Musical Express”.

Um internauta publicou vídeo no YouTube mostrando a remoção da escultura:

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound
Dica de: Roberto Mercury

Phillip Marsden é um artista, escritor e antropologista inglês. Além de toda sua habilidade artística, ele tem um amor pela cultura Rock And Roll. O resultado desta junção? Está disponível abaixo.

Fiquem ligados em seu site oficial para muito mais de sua arte.

http://www.phillipmarsden.com

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Fonte: http://whiplash.net/
Dica de: Roberto Mercury

Confiram abaixo o comercial criado pela VCCP Londres para promover o 4G da O2.

A produção é da Caviar com direção de Keith Schofield.

 

Fonte: www.updateordie.com
Dica de: Roberto Mercury

Livros novos e seminovos que contam a história de grandes nomes da música

reprodução

No dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Isto desde que há 28 anos foi organizado o Live Aid, um show simultâneo em quatro países que reuniu grandes nomes da música como Led Zeppelin, Queen, Black Sabbath e muitos outros. O objetivo do festival era abrir os olhos da população mundial sobre a fome na Etiopia.

Após 20 anos uma nova edição foi organizada, o Live 8. Desta vez com o intuito era pressionar os líderes do G8 a perdoarem a dívida dos países pobres e erradicarem a miséria no mundo. O destaque do evento ficou por conta da apresentação do Pink Floyd.

O rock que surgiu nos anos 50 nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo e desde então marcou gerações, simbolizando muitas vezes rebeldia e liberdade de expressão. Seu desdobrando em vertentes é representado por grandes nomes da música que têm histórias de vida marcantes, repletas de altos e baixos.

Confira uma seleção de 10 biografias por até R$ 18 que podem ser compradas online e que contam a trajetória de artistas nacionais e internacionais que ajudaram a construir a história do rock.

Biografia-Sex-Pistols-divulgacaoCrescendo com os Sex Pistols” 
Mick O’Shea e Alan Parker
Editora Madras
(livro seminovo) – R$ 10

 


 

Biografia-Beatles-divulgacaoMagical Mystery Tours – Minha Vida com os Beatles
Tony Bramwell
Editora Seoman
(livro seminovo) – R$ 14,90

 


 

Biografia-Rolling-Stones-divulgacaoMick Jagger e os Rolling Stones
Willi Winkler
Editora Larousse Brasil
(livro seminovo) – R$ 15

 

 


biografia-Pearl-Jam-divulgacaoPearl Jam – Duas Décadas de Sucesso
Camilla Bazzoni de Medeiros
Editora Universo dos Livros
(livro novo) – R$ 15,90

 

 


 

biografia-Nasi-do-Ira-divulgacaoA Ira de Nasi
Alexandre Petillo e Mauro Beting
Editora Belas Letras
(livro novo) – R$ 15,90

 


 

biografia-Freddie-Mercury-divulgacaoFreddie Mercury – Memórias do Homem que o Conhecia Melhor
Peter Freestone
Editora Madras
(livro seminovo) – R$ 13,90

 

 


 

biografia-Raul-Seixas-divulgacao

Raul Seixas Por Ele Mesmo
(livro novo) – R$ 16,90
Sylvio Passos
Editora Martin Claret

 

 


 

biografia-John-Lennon-divulgacaoJohn Lennon – Vida E Obra
Sergio Farias
Editora Emporio do Livro
(livro novo) – R$ 17,50

 

 


 

biografia-Ozzy-Osbourne-divulgacaoConfie Em Mim Eu Sou o Dr Ozzy
Ozzy Osbourne e Chris Ayres
Editora Benvirá
(livro seminovo) – R$ 17,50

 

 


 

biografia-Jimi-Page-divulgacaoLuz e Sombra – Conversas Com Jimmy Page
Brad Tolinski
Editora Globo
(livro seminovo) – R$ 18*

 

*Preços pesquisados em julho de 2013, sujeitos a alterações.

 

Fonte: http://catracalivre.com.br
Dica de: Roberto Mercury

We are the Champions foi tocada hoje – 10/07/2013 – no Programa Jogo Aberto da Band.

Promoção Dia Mundial do Rock: saiba como concorrer a três livros sobre o gênero

Julho é um mês especial para os apaixonados pelo rock: no dia 13, desde 1985, comemora-se o Dia Mundial do Rock. A data foi escolhida por causa da realização do Live Aid, um show beneficente simultâneo apresentado em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath. O Live Aid foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países.

E é claro que a Itapema não poderia deixar de comemorar! Se você é fã do gênero, fique ligado na rádio entre os dias 8, segunda-feira, e 12, sexta-feira: a Itapema vai presentear três ouvintes com um livro cada – um livro sobre rock, é claro. O anúncio  será feito no ar, em algum momento do dia ou da noite, e a participação será feita por telefone (através do número 8401-0359). Os ouvintes que telefonarem para a nossa plataforma interativa devem responder à pergunta: para você, qual é o maior clássico do rock de todos os tempos? Os vencedores serão anunciados no ar e em nossas redes sociais. Mas atenção: os ouvintes vão concorrer a livros diferentes em dias diferentes. Portanto, fique ligado na programação e no anúncio dos nossos comunicadores, para saber quando concorrer ao livro que mais lhe interessa!

Conheça os livros que você pode ganhar:

All Access: The Rock’n’roll Photography Of Ken Regan – Ken Regan é um dos mais renomados fotógrafos do mundo da música: desde os anos 60, ele já trabalhou com artistas como os Beatles, Chuck Berry, Johnny Cash, The Doors, Bob Dylan, Eagles, Janis Joplin, Robert Plant, Elvis Presley, Prince, Rolling Stones, U2 e Neil Young. Regan é responsável por mais de 200 capas de revistas como Time, People e Rolling Stone; acompanhou bandas em turnês completas; e fotografou shows lendários – inclusive o Live Aid. O livro All Access reúne quase 300 páginas de fotografias, e conta com prefácio e introdução escritos por Keith Richards e Mick Jagger.

Tesouros do Led Zeppelin – A publicação conta a incrível trajetória de quatro talentosos jovens ingleses em seu caminho para a fama. Escrito por Chris Welch, jornalista que entrevistou os integrantes da banda diversas vezes ao longo dos anos, o livro traz fac-símiles raros de ingressos e programas de shows, além de pôsteres, folhetos e outros documentos, que proporcionam uma viagem no tempo. É a história do rock ao alcance das mãos.

40 Anos do Queen – O livro é uma publicação oficial, aprovada a cada etapa pelos próprios integrantes desta que é uma das maiores bandas de todos os tempos. Mostra a história de um grupo incrivelmente talentoso, que mantém uma base de fãs leais desde o início de sua história. 40 Anos do Queen apresenta a banda não apenas através de palavras e imagens raras, mas também de 30 fac-símiles de souvenirs únicos da coleção particular dos integrantes, e um CD contendo uma entrevista de 1977 com toda a banda. O prefácio foi escrito por Brian May e Roger Taylor.

Não perca esta oportunidade de comemorar o Dia Mundial do Rock com a Itapema!

 

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br
Dica de: Roberto Mercury

No dia 13 de julho, o Bis comemora o Dia do Rock
Programação especial celebra o dia com os maiores nomes do gênero

Propaganda no Youtube

Propaganda no Player QN

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/propbis.flv /]

Dia 13 de julho é comemorado o dia do rock e o Canal Bis convidou os maiores nomes do gênero para uma programação especial. A “festa” começa a partir da meia-noite, com o documentário Flight 666, do Iron Maiden, seguido do show “Somewhere Back in Time”. O metal segue com shows de Anthrax e Slayer.

Outros grandes nomes aparecem na programação do Bis para comemorar: Rush, Arctic Monkeys, U2, David Bowie, The Who, Muse, Foo Fighters, Rolling Stones, Pearl Jam e Queen marcam presença, com a exibição de documentários e shows ao longo do dia.

O rock nacional ganha espaço a partir das 19 horas, com shows de Dead Fish e Raimundos. Às 21h10, o Bis Docs “Universo Lobão” vai ao ar. Sempre polêmico e formador de opinião, Lobão conta suas aventuras e sua trajetória na música. Em seguida, o show “Lobão Elétrico” mostra por que ele é considerado um dos maiores nomes do gênero no país.

Para encerrar o dia, o Bis exibe “Celebration Day”, show de reunião do Led Zeppelin gravado em 2007, na O2 Arena, em Londres. O registro será exibido pela primeira vez na TV brasileira no dia do rock e apresenta a reunião da banda, separada desde a morte do baterista John Bonham, em 1980.

Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones, se juntam ao filho de Bonham, Jason, para uma apresentação única em homenagem a Ahmet Ertegun, executivo da indústria da música responsável pela fundação da gravadora Atlatic Records e descoberta do próprio Led Zeppelin.

QUEEN ROCK MONTREAL
Dia Mundial do Rock
Canal BIS
Dia 13/07/13  às  17:30

Dia Mundial do Rock 2013: Show Queen: Rock Montrel: Neste inesquecível encontro em 1981, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se encontram para um show que ficou na história. Acompanhe temas como: Bohemian Rhapsody, Somebody to love, Play the Game e We Will Rock You, entre outros.


Confira a programação completa:

00:00 Iron Maiden – Flight 666
02:00 Iron Maiden – Somewhere Back in Time
03:00 Anthrax – Live At Sonisphere
03:30 Slayer – Live At Sonisphere
04:00 Rush – Snakes & Arrows
06:00 Arctic Monkeys – Live At The Apollo
07:00 U2 – From the Sky Down
08:30 David Bowie – Ziggy Stardust Re-Mastered
10:00 Soundgarden
11:00 Muse: A Seaside Rendezvous
12:05 Foo Fighters – Live from Wembley
13:30 Rolling Stones – Shine a Light
15:30 Pearl Jam – Twenty
17:30 Queen – Rock Montreal
19:00 Dead Fish – 20 Anos
19:40 Raimundos – Roda Viva
21:10 Bis Docs – Universo Lobão
22:10 Show Lobão Elétrico
23:00 Led Zeppelin – Celebration Day

 

 

Fonte: http://canalbis.globo.com

Matéria do Blog comissaodorock.blogspot.com.br “Coincidências Musicais – Na direção dos plágios”

No Coincidências Musicais deste post, teremos uma boyband muito famosa, que inclusive já foi citada aqui por plagiar a música Should I Stay Or Should I Go da banda punk The Clash. São os garotos do One Direction, que pelo visto continuaram seguindo na mesma direção no caminho das cópias musicais e compuseram várias músicas parecidas com grandes clássicos do rock.

Nesse primeiro vídeo temos a “suposta” sensação de que o grupo teen copiou a introdução da famosa We Will Rock You, do Queen. Freddie Mercury deve estar se revirando, seja lá onde estiver. Até o título da música é parecido: What Make You…

Para ver a matéria completa Clique Aqui

 

Fonte: http://comissaodorock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

E se Freddie Mercury estivesse vivo?

Por: http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br

Hoje estamos estreando aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! uma nova coluna assinada por Julião Pacheco, que irá tentar imaginar como seria se grandes ídolos da música que nos deixaram ainda estivessem vivos.

Para a primeira edição, Julião resolveu escrever sobre como seria se o mestre Freddie Mercury ainda estivesse vivo e conseguiu uma entrevista exclusiva* com o cara.

Confira e divirta-se logo abaixo!

Texto por Julião Pacheco

Freddie Mercury sempre foi um cara polêmico. Festas regadas a muita bebida, shows para enormes multidões, declarações polêmicas e muitos discos marcaram a carreira do cantor. Aos 67 anos, segue nos vocais do Queen, que completou recentemente 42 anos na ativa e será a principal atração do Rock in Rio. Ele fala com exclusividade ao TMDQA! sobre novas influências, seu passado na banda inglesa, a discussão com Glória Maria, a briga com os irmãos Gallagher e o deputado Marco Feliciano.

TMDQA!: Não acredito que vocês vão voltar ao Brasil! Como será tocar no Rock in Rio depois de 28 anos? Como vai ser o repertório?

Freddie: Aquele show foi inesquecível. Na verdade, toda vez que canto Love of my life, me lembro do público Brasileiro. Vai ser demais, quero fazer todo mundo dançar e cantar bastante, como antigamente. O repertório vai ser o que estamos acostumados a fazer. Queremos que as pessoas que vão nos nossos shows se divirtam. Só não sei se vamos tocar “Bohemian Rhapsody”.

TMDQA!: OI?! Mas eu tenho que ouvir “Bohemian Rhapsody” ao vivo pelo menos uma vez na vida, Freddie!

Freddie: Ok, vamos tocar, só porque você pediu. Mas você vai ter que subir no palco e cantar comigo.

TMDQA!: Obrigado, me sinto muito melhor, mas deixo o convite para a próxima oportunidade… Voltando ao Brasil, além de “Love of my Life”, quais são suas outras lembranças? Você lembra da Gloria Maria?

Freddie: Me contaram da história da Glória, me mostraram o vídeo. Eu não lembrava disso! Acho que ela mereceu, né? (Freddie dá uma bela gargalhada). Também lembro que fizeram uma festa para nos receber que foi um arraso. Muita cerveja gelada e capi… como se chama mesmo?

TMDQA!: Caipirinhas!

Freddie: Isso! Achei docinho e bebi várias. Terminei deitado no corredor do hotel, com o Brian May me acordando. Também gostei muito do ritmo do samba, queria aprender a dançar.

 

TMDQA!: O samba é fantástico. Esse ritmo chegou a te influenciar de alguma forma?

Freddie: Diretamente não, mas acho que o Queen tem muito a ver com a alegria que o samba demonstra.

TMDQA!: E o que te influencia hoje em dia?

Freddie: Muita coisa, ouço muita coisa mesmo. Gosto bastante dessa banda The Lumineers, e também do Passion Pit. Acho o Of Monsters and Men uma banda com muito futuro e sou fã da Brittany Howard, do Alabama Shakes. Quero tocar com ela um dia! Também escuto muita coisa antiga.

TMDQA!: Falando em passado, me conta – como o Queen ainda sobrevive, depois de tantos anos? De onde vem a força para levantar e tocar as mesmas músicas de 40 anos atrás?

Freddie: A música é a minha vida, Julião. Foi no palco, com meus amigos de banda, que me encontrei. Faço isso com tesão, acordo todo dia querendo tocar. Todo mundo briga, todo mundo pode ter discussões, mas somos como irmãos, todos nos conhecemos muito bem. O Queen é como a primeira namorada, sempre tem um lugar no coração. E é por isso que estamos juntos até hoje.

TMDQA!: Como você vê os novos fãs de Queen? Tem muita gente que comprou ingresso e que nem era nascida em 85, no Rock in Rio.

Freddie: Pois é. Acho que é porque a nossa música pode ser muito lúdica. Quando os pais ouvem os nossos discos ao lado dos filhos pequenos, eles acabam se interessando pelas melodias. Acho que é isso.

TMDQA!: Você gosta de Oasis, Freddie? (Mercury solta mais uma gargalhada – recentemente o cantor entrou em uma polêmica com os irmãos Gallagher. Eles disseram que Freddie deveria ter se aposentado nos anos 90).

Freddie: O pior é que eu gosto! Não ligo para o que os outros falam, já passei da idade. No dia que eles fizerem um show para 470 mil pessoas, como fiz no Rock in Rio, eles podem falar alguma coisa. Imagina se todo mundo que recebe uma provocação dos Gallagher entrasse na pilha? Não dá.

TMDQA!: Você deve ter ouvido sobre os recentes protestos que aconteceram por todo Brasil, alguns deles, contra um projeto de lei do deputado Marco Feliciano, que trata da “Cura Gay” (expliquei direitinho sobre o projeto, enquanto Freddie ia  se mostrando inquieto no sofá onde estava sentado). O que você acha disso?

Freddie: Que nojo! Será que posso ligar para o Medina, cancelando minha participação nos shows do Brasil, porque estou doente e preciso de cura? São atitudes como essa que me fazem desanimar as vezes. O Brasil está mais que certo em brigar contra isso. Vou fazer uma surpresinha para esse tal de Feliciano no meu show.

 

* Vale lembrar que isso é uma brincadeira, afinal, Freddie Mercury faleceu em 1991. Somos tão fãs de Queen quanto vocês =)

Julião Pacheco é jornalista e escreve sobre música no Blog do Julião e no Twitter @JuliaoPacheco

 

Fonte: http://tenhomaisdiscosqueamigos.virgula.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“O amor é a cura – Sobre vida, perdas e o fim da Aids

Ao longo dos anos 1980, Elton John viu amigos e entes queridos perecerem um a um em decorrência da Aids. Em meio a tanta tragédia, ele conheceu Ryan White, um garoto hemofílico discriminado por todos em sua cidade por conta do vírus HIV contraído numa transfusão de sangue. A inspiradora vida de Ryan e seu fim devastador fizeram Elton chegar a duas conclusões importantes: 1ª, sua própria vida estava em crise; 2ª, ele tinha de fazer algo para deter a epidemia de Aids. Desde então, Elton dedicou-se a lutar contra a doença e o terrível estigma que gira em torno dela. Os emocionantes exemplos de amigos como Ryan White, Freddie Mercury, a princesa Diana, Elizabeth Taylor, e muitos outros, inspiraram Elton John a fazer a diferença. O amor é a cura é o relato pessoal dessa história. Nele, o grande artista narra como superou vícios, mudou a própria vida e, com uma determinação férrea, passou a pressionar chefes de Estado, inspirar políticas de saúde pública e colocar-se na linha de frente da luta contra o HIV/Aids.

Sobre o autor:
Sir Elton John é um renomado músico, compositor e intérprete britânico. Suas cinco décadas de carreira incluem diversos recordes de vendas de discos e premiações tanto no cenário musical como no teatro e no cinema. A organização que fundou, a Elton John AIDS Foundation (EJAF), tornou-se uma das principais instituições no combate ao HIV/Aids e já arrecadou mais de 250 milhões de dólares destinados ao financiamento de programas de tratamento e prevenção no mundo todo.

Características:

ISBN: 9788520437131
Autor: Elton John
Número de páginas: 252
Formato: 16 x 23 cm
Ano: 2013
Acabamento: Brochura

 

Fonte: www.manole.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Você também tem o hábito de falar ao telefone enquanto rabisca qualquer coisa num bloco? Normalmente não é nada muito concreto, e só quando termina a ligação nota que surgiram corações, estrelas, bonequinhos e outras coisas aleatórias.

Mas imagine se dessa confusão de rabiscos aparentemente aleatórios emergissem grande obras de arte?

Se acontecesse, talvez seus doodles rendessem um portfólio como o do designer malaio Vince Low. Com um monte de traços rústicos bem utilizados ele recria perfis de celebridades simplesmente perfeitos. Veja o belo trabalho na reprodução de sombras sem usar um degradê sequer, tudo pela sobreposição de riscos.

retratos de vince low

Johnny Depp por Vince Low

Eddie Murphy por Vince Low

Jack Nicholson por Vince Low

Leonardo di Caprio por Vince Low

Mr. Bean por Vince Low

Samuel L. Jackson por Vince Low

Will Smith por Vince Low

Morgan Freeman por Vince Low

Slash por Vince Low

Freddie Mercury por Vince Low

 

Fonte: www.tutoriart.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Grohl juntou-se em palco à banda do seu baterista nos Foo Fighters, os Chevy Metal, e atirou-se ao êxito que, em 1981, reuniu duas das maiores vozes do rock (Freddie Mercury e David Bowie).

Durante o concerto, que juntou Grohl aos Chevy Metal – banda liderada por Taylor Hawkins, baterista dos Foo Fighters – o ex-Nirvana falou: “Esta é a única banda no mundo à qual eu desejaria pertencer, mas o baterista é quem manda!”. E prosseguiu, em tom cômico: “De vez em quando eu recebo um telefonema onde me dizem “OK, podes vir tocar num concerto”. E eles deixam-me tocar na minha banda preferida, os Chevy Metal”.

Taylor Hawkins várias vezes já falou que o Queen é uma de suas banda preferidas. Veja aqui a versão de “Under Pressure”:

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/daveunder.flv /]

Além do êxito de 1981 do Queen e de David Bowie, os Chevy Metal “My Sharona”, dos Knack, “Miss You”, dos Rolling Stones, e “Turning Japanese”, dos The Vapors.

Recentemennte, Taylor Hawkins disse à Billboard que a banda estava em estúdio preparando o sucessor de Wasting Light , editado em 2011.

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt
Dica de: Roberto mercury

Uma homenagem a Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, vocalista da lendária banda Queen e umas das maiores vozes da música mundial de todos os tempos.

Neste show especialmente preparado pelo maestro Marconi Araújo e seu pupilo Alirio Netto, a dupla apresenta versões intimistas dos clássicos da banda Queen e da carreira solo de Freedie Mercury. Um concerto para voz e piano que promete emocionar a plateia.

 

Maiores Informações: www.belcantoproducoes.com

 

Fonte: www.belcantoproducoes.com
Dica de: Roberto Mercury

Remix de We Will Rock You, no evento UFC 162, após Luta de Norman Parke Vs Norman Parke, neste sábado 06/07/2013.

[flashvideo file=http://www.queennet.com.br/down/ufc162.flv /]

Atriz abre as apresentações das mulheres em dia de rock

“Eu estou nervosa, é muito frenético”, admitiu Carol Castro antes de se apresentar no ritmo do rock and roll. A última participante a encarar o palco e acompanhada do professor Leandro Azevedo, a atriz suou a camisa e agradou a plateia.

A dupla fechou com chave de ouro ao som da banda britânica Queen e mostrou entrosamento e muita animação.

 

Fonte: http://tvg.globo.com