Vídeo em que o pequeno baterista Moises toca “I Want to Break Free” em apresentação do Cecand (Centro de Cultura e Arte Notre Dame), em 25/06/13, com o professor Pablo.

Moises em 2011, com apenas 5 anos, já havia aparecido por aqui em sua primeira apresentação tocando We Will Rock You durante exibição de alunos da escola Dominante Musical.

 
Dica do Orgulhoso Paizão Carlo
 
O garoto Farrokh Bulsara começou a ser chamado de Freddie por volta dos doze anos, quando montou a banda The Hectis, com a qual fazia versões de Cliff e Little Richard, em eventos escolares na cidade de Bombaim, na Índia, para onde se mudou depois de ter nascido e crescido na Cidade de Pedra de Zanzibar, antiga colônia britânica, hoje parte da Tanzânia (África Oriental) e patrimônio mundial da Unesco.
 


Por volta dos dezoito anos mudou-se para a Inglaterra e formou-se em Design Gráfico, o que lhe possibilitou criar o logotipo do Queen, banda antes chamada de Smile, renomeada também por ele, que achava o nome “esplêndido”, “forte”, “universal”, de cujas “conotações gays” ele era ciente, mas “não se importava”.
 
 
O Queen, como conhecemos, com a entrada de Freddie, foi fundado em 1970 e passou por significativas mudanças sonoras ao longo da carreira. De início, o grupo era recusado pelas gravadoras por se parecer demais com Led Zeppelin, mas aos poucos foi ganhando seu espaço. O primeiro álbum, homônimo, não emplacou muito bem, mas a partir do segundo, “Queen II”, as coisas começaram a mudar, até que finalmente, em 1975, surgiu o disco “A Night at the Opera”, da superexperimental canção Bohemian Rhapsody, só aceita no álbum devido à insistência de Freddie. A canção, é claro, todos sabemos, tornou-se dos principais momentos do rock’n’roll mundial.
 


A partir de 1980, Freddie e seus companheiros decidiram investir na música eletrônica, em canções como Another Ones Bites The Dust (1979) e Under Pressure (com David Bowie, em 1982). A iniciativa afetou um pouco a popularidade do grupo devido ao punk que se fortalecia na Europa, e por isso o Queen decidiu descer para o hemisfério Sul, fazendo shows históricos, como no nosso Rock In Rio, de 1985. Também é deste ano o primeiro dos três discos solos de Freddie Mercury, “Mr. Bad Guy”, trabalho bastante divorciado do rock.
 


Esse divórcio com o rock é que me parece mais curioso. Talvez tenha sido uma atitude “visionária” de Freddie ao dar um basta a um velho estilo que agonizava, mesmo que nos anos 1980 isso possa parecer prematuro, ou talvez, mas espero que não, tenha sido porque Freddie aderia ao “vício gay” da discoteca, ainda que “discoteca” seja um termo forte para o pop que o Queen veio a fazer.
 

 
Fato é que, mesmo com os altos e baixos que a banda sofreu com os flertes com a eletrônica (que na década de 1970 ressaltava sua postura nas capas de discos com o protesto “Sem sintetizadores!”), a importância de Freddie Mercury como “show man” só aumentava. Todos destacavam seu talento como cantor e sua presença de palco. Freddie é daqueles poucos que se tornaram sinônimo de um estilo, ninguém o confunde nem o esquece. Ele coleciona títulos como um dos “100 maiores britânicos”, “o maior cantor de todos os tempos” e “o herói asiático mais influente dos últimos 60 anos”.
 
 
Como homem, com sua vida pessoal, Freddie era quase discreto. Os aspectos de sua sexualidade nunca foram trabalhados de maneira pública. Sabe-se que ele costumava levar homens e mulheres para o quarto durante a carreira, e que teve um relacionamento muito significativo com uma mulher, a quem dedicou a canção Love Of My Life, de 1975. Nos últimos anos de sua vida, contudo, namorava um homem, Jim Hutton, com quem evitava aparecer publicamente em muitos momentos.
 

 
Na carreira, o tema da sexualidade é quase nulo. Talvez o momento mais relevante seja da canção I Want To Break Free, de 1984, que nem composta por Freddie foi, e sim pelo baixista John Deacon. O vídeo da música causou polêmica ao mostrar os moços travestidos, numa clara paródia a uma novela, e chegou a ser banido pela MTV. A canção, grande sucesso em muitos países, se tornou símbolo de luta contra opressão em muitos lugares.
 

 
Há quem defenda que Freddie, com a personalidade e força que tinha nos palcos, deixava claro como ele era, sem discursos ou canções, e sua postura como artista já era suficiente para impor respeito a sua pessoa e, consequentemente às pessoas como ele.
 


 
Para nós, caralhíssimos, a importância de Freddie é clara, como artista e como homem. Neste 28 de junho de 2013, o CdoRock corrige o erro de nunca ter homenageado Freddie Mercury, o roqueiro gay mais famoso do mundo.
 

 

Fonte: www.cdorock.com
Dica de: Roberto Mercury
 

Após seu álbum branco, A Night At The Opera, o Queen lançou o álbum negro chamado A Day At The Races, seu quinto álbum de estúdio, em 1976. A Day At The Races ficou em primeiro lugar no Reino Unido, Japão e Países Baixos. Ganhou ouro e platina nos Estados Unidos, 5º lugar na Billboard e também foi classificado como excelente no Allmusic. Austrália, Canadá, Suíça, Polônia e Alemanha também demonstraram ótima receptividade para o álbum. A banda não mudou a formação, e participaram do álbum Freddie Mercury,Brian May,Roger Taylor,John Deacon e Mike Stone fazendo vocais na faixa Good Old-Fashioned Lover Boy.

Faixas: 1 Tie Your Mother Down – Brian May 2 You Take My Breath Away – Freddie Mercury 3 Long Away – Brian May 4 The Millionaire Waltz – Freddie Mercury 5 You and I – John Deacon 6 Somebody to Love – Freddie Mercury 7 White Man – Brian May 8 Good Old-Fashioned Lover Boy – Freddie Mercury 9 Drowse – Roger Taylor 10 Teo Torriatte – Brian May

Uma das coisas mais impressionantes em A Day At the Races é que ao ouví-lo, nos esquecemos completamente de A Night At The Opera: uma façanha do Queen. Tie Your Mother Down, Somebody To Love e White Man, especialmente White Man são verdadeiras porradas musicais. Você começa a ouvir e pensa Putz, como é que eles conseguiram lançar um disco assim depois de A Night At The Opera? O álbum é perfeito, equilibrado, leve, pesado… divertido!!! Veja a letra de Tie Your Mother Down:

Prenda A Mãe No Porão (Tie Your Mother Down)

Ponha seu vestido de noite, derrube as tranças/ E deixe o coração bater, baby/ Fiquei no ponto, estou firme/

Tem que ser essa noite/ Minha pequena colegial/

Sua mãe diz que você não deve/ Seu pai diz que você não vai/ E eu estou fervendo por dentro/ De maneira alguma eu vou perder esta chance/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Tranque seu pai pra fora de casa/ Eu não preciso dele metendo o nariz onde não é chamado/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Dê-me todo o seu amor esta noite/

“Você é um parasita sujo, saia já da minha casa”/ Isso é tudo que eu sempre ganho da sua família/ De fato, eu acho que nunca ouvi/ Uma única palavrinha civilizada deles/ Eu não dou a mínima/ Vou fazer tudo certinho/ Meu coração vai dar uma mãozinha/ Para dar um basta em tudo isso/ Disparando queixas/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Jogue seu irmãozinho na piscina/ Com um tijolo, é isso aí/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Ou então você não é mais minha amiga/

Sua mamãe e o seu papai/ Irão me atormentar até eu morrer/ Eu não consigo entender isso/ Porque eu sou um cara de paz e amor/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Tranque aquele grande grande grande grande grande grande/ Pai pra fora de casa/

Prenda sua mãe no porão/ Prenda sua mãe no porão/ Dê-me todo o seu amor esta noite/ Todo o seu amor esta noite/

The Millionaire Waltz corresponde à Bohemian Rhapsody, White Man a 39 e há uma ligação entre a primeira faixa e a última, Teo Torriatte (uma homenagem aos fãs japoneses) criando a idéia circular dos álbuns do Pink Floyd. O que mais o Queen poderia fazer depois disso?

 

Fonte: http://paintboxtalks.wordpress.com
Dica de: Roberto Mercury

Penso em escrever sobre o Queen há muito tempo aqui na coluna, mas reservava o tema para algum momento pertinente e especial para isso. E bem, em tempos de Marco Feliciano querendo deixar os LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros) pra baixo com suas leis preconceituosas, nada melhor do que quer dar muitos motivos para que eles sintam orgulho e continuem a lutar pelos seus direitos. Como sou uma grande defensora do amor e da liberdade, aproveito o texto pra tentar mostrar que o preconceito é algo estúpido e que já não deveria existir em pelo século XXI. Todos somos iguais, não importa a cor, classe, opção sexual ou crença.

O Queen, além de ser uma das melhores bandas que já existiu – e isso nem é questão de gosto pessoal – e um símbolo dos anos 70 e 80, o seu vocalista Freddie Mercury, que morreu por causa do vírus HIV em 1991, era (e é) um dos maiores símbolo da luta contra o preconceito. Sua importancia para a música e pelas lutas sociais ultrapassam décadas, ele tem até uma estátua em sua homenagem na Suíça.
 
A banda foi formada em Londres, no começo dos anos 70 por Freddie, Brian May, John Deacon e Roger Taylor e lançaram quinze discos de estúdio com essa formação. Depois da morte de Freddie, vieram alguns discos ao vivo com participações especiais, mas a banda sempre ficará eternizada pela voz forte e marcante de Freddie. É considerada uma das mais importantes bandas de rock do mundo, vendeu mais de trezentos milhões de discos durante sua carreira e é referência e influência pra muita gente. Colocaram várias músicas no topo das paradas e muitas são hits até hoje, mas aqui, escolhi as cinco acho mais interessante.
 
I Want To Break Free

 Essa música de 1984 é um grito de liberdade. Além disso, o vídeo mostra os integrantes da banda vestidos de mulher, parodiando a novela britânica “Coronation Street”, o que causou na época censura em diversos países.
 
Don’t Stop Me Now

A música começa com voz e piano e vai acelerando até chegar num ponto onde você tem vontade de sair correndo e cantar freneticamente. E tudo isso com Freddie cantando sobre aproveitar a vida intensamente e aproveitar cada minuto é de repensar nossas prioridades na vida.
 
Radio Ga Ga

Radio Ga Ga fala sobre o rádio, sua importância para a comunicação e da chegada da TV, faz referências ao livro “A Guerra dos Mundos” e o vídeo tem cenas de um dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, “Metrópolis”, mas se você acha que isso é papo chato de gente cult, uma informação relevante: foi essa música que inspirou o nome artístico Lady Gaga.
 
Under Pressure

 É muito difícil explicar o que sinto quando escuto essa música. É simplesmente a união de dois dos grandes ídolos, dois artistas maravilhosos e completos, se completando ainda mais. Misturar Queen com David Bowie é como tomar sorvete de banana com nutella (e se você nunca tomou isso na vida, não entendo porque existe).
 
Bohemian Rhapsody

 Talvez a música mais conhecida e importante da banda. Ela é dividida em seis partes: introducão, balada, solo de guitarra, ópera, hard rock e conclusão. Essas mudanças repentinas do andamento da música não eram comuns na época, mas foi repetida por diversas bandas nos anos seguintes até os dias de hoje. Freddie Mercury, Roger Taylor e Brian May cantam respectivamente em tom médio, agudo e grave, e fizeram dessa, uma verdadeira obra de arte.

 
 
Fonte: www.playtv.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Mostrando a força da banda no Reino Unido, os americanos do The Killers levaram cerca de 75 mil pessoas no último sábado para o estadio Wembley, em Londres.

Registrando a turnê ‘Battle Born’, o mega show serviu para a gravação do novo DVD do quarteto, que além das músicas já conhecidas pelo público, trará a inédita ‘Wembley Song’.

A nova música é uma baladinha ao melhor estilo de The Killers de ser e faz uma homenagem a grandes artistas que já se apresentaram por lá. Soa um pouco encomendado pelos diretores do estádio, não é?

Apesar de ser uma gravação amadora, o vídeo está em uma ótima qualidade e da pra ver e ouvir sem problemas.

Wembley Song

Abaixo a Letra
In the borough of Brent the legend is real,
stands a two headed monster
made of 33,000 tons of steel,
and they called her ‘Wembley’.

Whether it’s a hot blooded win or a heartbreaking loss,
those three lions proudly play under the wave of St. George’s cross
out at Wembley.

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

Pink Floyd, The Animals and Genesis and The Who without the moon.
ELO, INXS, Michael, you left us all to soon,
but you climbed those stairs to Wembley.

The Boss, The Stones, the Man in Black, the bitch is back,
and Fleetwood Mac, Take That, Bon Jovi.
Green Day, I said some shit,
but that was the old me.

U2, Oasis, The Foos, The Eagles, Madonna and Muse.
Metallica, Viva La Vida, AC/DC,GNR,
George Michael stay away from cars…
’66 the winning team.
Freddie Mercury and Queen,
I can still hear Freddie sing…

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

After tonight you’re gonna put another name on that list!
Mr. Brightside had you scratching your heads
when you heard we were from Vegas?
But you were positive it was Sheffield or Camden,
but that didn’t matter.

The seed was planted,
you took us in like your own,
now we’re bound by tradition.
My… how we’ve grown.
from Dave’s apartment to Wembley…

Singing!

I got soul but I’m not a soldier…
Da da da da da…
And the decade disappeared like a sinking ship,
but we persevere, God gives us hope,
but we still fear what we don’t know.
The devil’s water and the good old days…
Ain’t we all just runaways?

Day-ooh
Day-oooooh
Day-oooooh
Day-ohh

 

onte: http://original-tune.com
Dica de: Roberto Mercury

Ilustração inspirada na música “Bicycle Race” do Queen. A ilustração cita o trecho “I Want to Ride My Bike”, e tem Freddie Mercury como ciclista.

A ilustração virou uma estampa de camiseta, criada por Thiago Rodrigues.

Fonte: http://curitibacyclechic.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Ultimate Classic Rock publicou lista das 10 melhores duplas de guitarrista e vocalista da história do rock, levando em conta o entrosamento entre ambos, tanto para compor músicas quanto para se apresentar nos palcos.

Freddie e Brian ficaram em oitavo lugar.

Confira a relação, assinada por Spencer Kaufman:

10 – Ozzy Osbourne/Tony Iommi (BLACK SABBATH)
09 – Brian Johnson/Angus Young (AC/DC)
08 – Freddie Mercury/Brian May (QUEEN)
07 – Axl Rose/Slash (GUNS N’ ROSES)
06 – Steven Tyler/Joe Perry (AEROSMITH)
05 – David Lee Roth/Eddie Van Halen (VAN HALEN)
04 – Bono/The Edge (U2)
03 – Roger Daltrey/Pete Townshend (THE WHO)
02 – Robert Plant/Jimmy Page (LED ZEPPELIN)
01 – Mick Jagger/Keith Richards (THE ROLLING STONES)

Fonte: http://escolas12.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Está disponível em Pré-Venda, no site da www.amazon.co.uk, o DVD e Blu-Ray: Freddie Mercury Tribute Concert, lançado pela Studio: Eagle Rock (Edição 2013)

Clique para ampliar!!

Formato: NTSC
Legendas: Francês, Alemão, Espanhol, Italiano, Holandês e Português
Região ‘DVD’: Região 2
Aspect Ratio: 4:3 – 1.33:1
Studio: Eagle Rock
Lançamento: 02 de Setembro de 2013
Duração: 270 minutos

1 Blu-ray
3 DVDs


Abaixo Selist:

DVD 1:

Músicas:

1) Intro
2) Brian May / Roger Taylor / John Deacon Introduction
3) Metallica Enter Sandman
4) Metallica Sad But True
5) Metallica Nothing Else Matters
6) Freddie Montage (Insert)
7) Extreme Queen Medley
8) Freddie Montage (Insert)
9) Def Leppard & Brian May Now I m Here
10) Queen I m Going Slightly Mad video (Insert)
11) Bob Geldof Too Late God
12) Guns n Roses Paradise City
13) Guns n Roses Knocking On Heavens Door
14) Elizabeth Taylor Speech

DVD 2:

1) Joe Elliot, Slash & Queen Tie Your Mother Down
2) Roger Daltrey, Tony Iommi & Queen I Want It All
3) Zucchero & Queen Las Palabras De Amor
4) Gary Cherone, Tony Iommi & Queen Hammer To Fall
5) James Hetfield, Tony Iommi & Queen Stone Cold Crazy
6) Robert Plant & Queen Crazy Little Thing Called Love
7) Brian May Too Much Love Will Kill You
8) Paul Young & Queen Radio Ga Ga
9) Seal & Queen Who Wants To Live Forever
10) Lisa Stansfield & Queen I Want To Break Free
11) David Bowie, Annie Lennox & Queen Under Pressure
12) Ian Hunter, David Bowie, Mick Ronson & Queen All The Young Dudes
13) David Bowie, Mick Ronson & Queen Heroes
14) George Michael & Queen Year Of 39
15) George Michael, Lisa Stansfield & Queen These Are The Days Of Our Lives
16) George Michael, London Gospel Choir & Queen Somebody To Love
17) Elton John, Axl Rose & Queen Bohemian Rhapsody
18) Elton John, Tony Iommi & Queen The Show Must Go On
19) Axl Rose & Queen We Will Rock You
20) Liza Minelli & Ensemble We Are The Champions

DVD 3:

BONUS MATERIAL

1) Rehearsal Footage
2) Documentary
3) Photo Galleries
4) Facts


 

O DVD pode ser comprado Aqui

O Blu-ray pode ser comprado Aqui

Pesquisadores da Universidade de York, no Canadá, resolveram responder à seguinte questão: Qual é a música mais empolgante de todos os tempos?

Para isso, estudiosos de música da universidade canadense e da Universidade de Goldsmiths (Ingalterra) analisaram o comportamento de pessoas enquanto ouviam músicas.

Depois de pesquisarem mais de mil canções e catalogar quais elementos mais faziam as pessoas ficarem empolgadas e cantarem junto, eles descobriram a resposta: a música mais empolgante da história é We are the champions, um clássico da banda britânica Queen.

Segundo os pesquisadores, músicas grudentas e cativantes têm alguns elementos peculiares. Dois deles são vozes masculinas e tons altos. Isso deve explicar porque a música lançada em 1977 é a preferida em celebrações esportivas, formaturas e outras comemorações.

Aproveite e relembre o som do Queen assistindo ao vídeo abaixo.

 

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet
Dica de: Roberto Mercury

Movimento Amapá Rock traz programação de férias

Produtora apresenta três shows em Macapá. Programação inicia no dia 5 de julho

A produtora de eventos ‘Movimento Amapá Rock’ (MAR) elaborou uma temporada de férias na casa de shows Armazém Beer, em Macapá.

A proposta é trazer grandes nomes do cenário do rock através de bandas renomadas em Macapá e Belém (PA). Segue o dia das apresentações:

05 de julho – Especial Queen e Freddie Mercury
19 de julho – Red Hot Chili Peppers
26 de julho – Mano Blues canta Doors

Informações no facebook oficial do Movimento Amapá Rock.

 

Maiores Informações: http://www.facebook.com/…

 
Fonte: http://g1.globo.com/ap/amapa
Dica de: Roberto Mercury

PEDRO ANTUNES http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades


Em três edições, muita história para contar: das apresentações históricas do Queen, em 1985, à forma rechonchuda do antes sexy Axl Rose, do Guns, em 2001. Confira os momentos mais marcantes dos 26 anos de história do Rock in Rio.

ROCK IN RIO I (1985)

– A abertura do festival ficou sob a responsabilidade de Ney Matogrosso, que entrou no palco usando uma tanga com estampa de onça. Ele fechou o show com a roqueira ‘Pro Dia Nascer Feliz’, de seu amigo Cazuza.

– Queen, liderado por um inspirado Freddie Mercury, protagonizou duas brilhantes apresentações, com ápice na interpretação da romântica ‘Love of My Life’. Os dois shows foram exibidos ao vivo pela TV Globo.

– Em homenagem à música ‘2 Minutes To Midnight’, a banda inglesa Iron Maiden começou seu show, pontualmente, a dois minutos para a meia-noite.

– O cantor americano James Taylor fechou o quarto dia de apresentações com um show tocante. Ele, que pensava em abandonar a carreira por causa da sua dependência química e deprimido pela separação de Carly Simon, só iria tocar para honrar o contrato. Após o show, comovido com o público, ele mudou de ideia e compôs uma homenagem: ‘Only a Dream in Rio’.

– O trio carioca Paralamas do Sucesso, que já fazia relativo sucesso no Rio de Janeiro, foi apresentado a todo País com os dois shows no festival.

– Baby do Brasil se apresentou grávida de 7 meses, de salto alto e com o barrigão de fora. Dois meses depois, nasceu Kriptus Rá.

ROCK IN RIO II (1991)

– O Sepultura fez um show curto, de 30 minutos, e quem sofreu foi o cantor e compositor carioca Lobão. A banda liderada pelos irmãos Cavalera, Max e Igor, estava no auge e fez uma elogiada apresentação, mas muito rápida. Lobão, que entrou depois, sofreu com o público arredio, que arremessou objetos no palco quando ele colocou uma escola de samba para tocar.

– Outra banda nacional que sofreu foi a gaúcha Engenheiros do Havaii. Mesmo com a força do então recém-lançado single ‘Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones’, o grupo não agradou ao público daqui, mas ganhou elogios do jornal americano ‘The New York Times’.

– Não se esperava muito do show da banda Faith No More, que após uma apresentação vibrante, ganhou muito prestígio por aqui. O vocalista Mike Patton se tornou amigo do Sepultura e, mais tarde, cantaria no disco ‘Roots’ (1996).

– Axl Rose, a voz do Guns N’Roses, garante que as duas apresentações neste festival foram as melhores da carreira da banda. O show do grupo marcava, ainda, a estreia do baterista Matt Sorum e do tecladista Dizzy Reed.

ROCK IN RIO III (2001)

– Dez anos depois, o Rock in Rio estava de volta à cidade natal e, com ele, os americanos do Guns N’Roses. Daquela formação que havia tocado em 1991, apenas Axl Rose e Dizzy Reed restavam. O novo guitarrista, Robin Finck, faz versão de ‘Sossego’, de Tim Maia. Foi o maior público da história da banda: 240 mil.

– Depois do show do Guns, a bateria da escola de samba Unidos do Viradouro subiu ao palco e foi recebida com objetos arremessados pelo público. O músico baiano Carlinhos Brown também não foi bem-vindo e recebeu uma chuva de latinhas, chinelos e copos.

– O grupo californiano Red Hot Chili Peppers era uma das atrações mais esperadas, ao lado de Guns e Iron Maiden, mas decepcionou os fãs com show fraco e sem empolgação.

– Apoiado pelo bom repertório do disco ‘Brave New World’, que comemorava a volta do vocalista Bruce Dickinson, o Iron Maiden gravou um DVD ao vivo e o CD duplo ‘Rock in Rio’, na chamada ‘noite do metal’.

 
 
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades
Dica de: Roberto Mercury

Conheça as moedas que circulam em 10 ilhas internacionais

Cercadas pelo mar, nações insulares chamam a atenção, na maioria dos casos, pela belas paisagens que proporcionam. Fazendo fronteira com a água por todos os lados, não raro possuem praias paradisíacas, de areia branca e água cristalina.

Mas há, também, outros motivos para algumas ilhas ganharem relevância internacional, como ter sido construída pelo homem para extração de petróleo, ser o berço do cantor Freddie Mercury, do Queen, ou ser possível dar uma volta no país em menos de meia hora. Não importa o motivo, essas terras em meio ao mar são, invariavelmente, lugares pitorescos. Descubra aqui as moedas que circulam em 10 ilhas espalhadas pelo mundo.

Pertencente à Tanzânia, Zanzibar é formada por duas ilhas (Zanzibar e Pemba) e constitui-se como um estado semiautônomo. Na capital, também nomeada Zanzibar, está a Cidade de Pedra, tombada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. A economia de Zanzibar baseia-se na produção de especiarias, como cravinho, canela e pimenta. Uma curiosidade: a ilha é o berço do músico Freddie Mercury, líder da banda Queen. Já a moeda corrente na Tanzânia é o xelim tanzaniano, instituído desde a independência do país, em 1964. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar corresponde a 1.583 xelins.

Para ver a matéria completa Clique Aqui

 

Fonte: http://economia.terra.com.br

A empresária de moda Alice Ferraz compartilha especialmente com a Vogue Brasil o diário de viagem de suas férias , passada em um tour de carro pela Suíça. Embarque na viagem e anote os destaques logo na sequência.

E seguimos para Montreaux. Dessa vez no carro eco mais veloz do mundo! #elitedrivingstour claro. A sensação de guiar e não poluir nada é maravilhosa. Sonhei com um dia que só andaremos em carros assim.

Montreaux é a cidade do jazz! Nina Simone esteve aqui no lançamento em 1967 e eu precisava vir e andar pela ruas que ela andou, queria respirar esse ar. O festival, um dos mais conhecidos do mundo, acontece em julho e tudo já está sendo organizado. Aqui morou Freddie Mercury, a cidade onde ele escreveu sua última canção. Incrível como essas pequenas cidades atraíram tantos artistas. O que imagino é que a tranquilidade do lago Leman tem sua magia; trouxe paz às almas em chamas.

Freddie Mercury fez sua última música na cidade suíça (Foto: Arquivo Pessoal)
Freddie Mercury fez sua última música na cidade suíça (Foto: Arquivo Pessoal)

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Para ver a página especial do Queen Net sobre Montreux Clique Aqui

 

 

Fonte:  http://vogue.globo.com

“Fenômeno” Silas Gomes impressiona com voz feminina

De acordo com Sidney Magal, o talento do cantor lírico pode não ser compreendido pelos telespectadores, mas é digno de elogios. Veja a performance.

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Fonte: http://entretenimento.r7.com
Dica de: Roberto Mercury

Foi lançado nos Estados Unidos o Box: “Queen – The Lost BBC Sessions“, que traz todas as sessões de 1973 a 1977 em LP e CD, além de 1 DVD com o show “Live At Rainbow Theatre”, de 1974.

O box é Limitado, 400 unidades, e numerado.

O Box vem com 4 LPs coloridos, 3 CDs, 1 DVD do show “Live At Rainbow Theatre”, de 31 de março de 1974 e um livreto com 4 páginas.

Gravadora: Dude Records
Lançamento: 2013
País de Origem: Estados Unidos

LP 1LADO A

(Langham studio 1, London 25 de Julho de 1973)

See What A Fool I’ve Been

Liar

Son And Daughter

Keep Yourself Alive

LADO B

(Langham studio 1, London 03 de Abril de 1973)

Modern Times Rock’n Roll

Nevermore

White Queen (As It Began)

The March Of The Black Queen

(Maida Vale Studio 4, London 16 de Outubro de 1974)

Now I’m Here

 

LP 2LADO A

(Maida Vale studio 4, London 16 de Outubro de 1974)

Stone Cold Crazy

Flick Of The Wrist

Tenement Funster

(Maida Vale studio 4, London 28 de Outubro de 1977)

Spread Your Wings

It’s Late/Get Down Make Love

LADO B

(Maida Vale studio 4, London 28 de Outubro de 1974)

My Melancholy Blues

We Will Rock You (slow & fast)

(Live at Golders Green Hippodrome, London 13 de Setembro de 1973)

Alan Black Introduction

Intro: Procession (tape)

Father To Son

Son And Daughter

LP 3LADO A

(Live at Golders Green Hippodrome, London 13 de Setembro de 1973)

See What A Fool I’ve Been

Ogre Battle

Band Introduction

Liar

Medley: Jailhouse Rock

Stupid Cupid

Be Bop A Lula

Jailhouse Rock (reprise)

LADO B

(Live at Golders Green Hippodrome, London 13 de Setembro de 1973)

Big Spender

Bama Lama Bama Loo

(Live At Rainbow Theatre, London 31 de Março de 1974)

Intro: Procession (tape)

Father To Son

Ogre Battle

Son And Daughter

LP 4LADO A

(Live At Rainbow Theatre, London 31 de Março de 1974)

Keep Yourself Alive

Seven Seas Of Rhye

Modern Times Rock’n Roll

Liar

LADO B

(Live At Rainbow Theatre, London 31 de Março de 1974)

White Queen

Medley: In The Lap Of The Gods

Killer Queen

The March Of The Black Queen

Bring Back That Leroy Brown

Stone Cold Crazy

In The Lap Of The Gods (revisited)

Jailhouse Rock

DVD

Live at Rainbow

01. Procession

02. Now I’m Here

03. Ogre Battle

04. White Queen (As It Began)

05. In The Lap Of The Gods

06. Killer Queen

07. The March Of The Black Queen

08. Bring Back That Leroy Brown

09. Son & Daughter

10. Father To Son

11. Keep Yourself Alive

12. Liar

13. Son & Daughter

14. Stone Cold Crazy

15. In The Lap Of The Gods… Revisited

16. Jailhouse Rock

17. God Save The Queen