Neste Natal, chega de jingle Bells. Escute as 500Mais da Kiss FM

Com o título “Escute os bons velhinhos”, a Long Play criou um anúncio para chamar os ouvintes da Kiss FM para sua famosa programação musical as 500 Mais. A peça veiculará na próxima edição das revistas Caras, Isto É, Dinheiro, Isto É Gente e Motor Show.

O anúncio mostra a imagem da barriga de um Papai-noel, no qual o tradicional bom velhinho aparece na versão rock n´roll, vestindo cinto e anéis de caveira, uma alusão ao estereótipo dos amantes de rock clássico. Acompanhado do texto: “Neste Natal, chega de jingle Bells. Escute as 500Mais da Kiss FM.

Um programa especial com as músicas mais tocadas e votadas em nosso site durante o ano. São dois dias de puro rock n’roll. As 500Mais começam dia 30 e vão até 31 de janeiro. Então prepare-se e faça a festa.” A criação é de Max Souzedo e Marcel Petroff com direção de criação de Fernando Luna e fotografia de Alê Torres.

Todos os anos, no mês de janeiro, a Kiss FM tira do ar sua programação normal e toca por 24hs as 500 melhores músicas da programação segundo votação realizada entre seus ouvintes no site da rádio. Na lista, é possível encontrar desde “Bohemian Rhapsody”, do Queen até “Walk like na Egyptian”, da não tão conhecida Bangles.
http://www.revistapublicidad.com

O filme-concerto Queen+Paul Rodgers Let the Cosmos Rocks show que passou pelo Brasil recentemente chega a seis salas de cinema do país nesta quinta-feira (18/12), na rede Cinemark. O público pode assistir ao show beneficente em campanha contra a Aids gravado na Ucrânia, em 2007, em duas salas de São Paulo (Market Place e Shopping Eldorado), uma no Rio de Janeiro (Shopping Downtown), uma em Florianópolis (Floripa Shopping), uma em Curitiba (Shopping Mueller) e uma em São José dos Campos (Shopping Colinas).

O filme é composto pelos principais sucessos do Queen, como We Are The Champions, We Will Rock You, Love of My Life, Radio Ga Ga, A Kind of Magic e Bohemian Rhapsody. Nesta última canção, Freddie Mercury, morto em 1991, vítima da Aids, faz uma participação especial em telão montado no palco do show.

Inéditas

Formada atualmente por Roger Taylor (bateria e vocal), Brian May (guitarra e vocal) e Paul Rodgers (vocal), a banda também canta as músicas do novo disco, The Cosmos Rocks, gravado depois de 13 anos longe dos estúdios.

São Paulo

Shopping Eldorado (sala 9), às 22h20 – Av. Rebouças, 3.970.

Market Place Shopping (sala 6), às 21h30 – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920.

Florianópolis

Floripa Shopping (sala 4), às 22h10 – Rodovia SC-401, 3.116.

Rio de Janeiro

Shopping Downtown (sala 4), às 22h25 – Av. das Américas, 500/ Bl.17.

Curitiba

Shopping Mueller (sala 3), às 21h30 – Av. Candido de Abreu, 127 / loja G3 001.

Unibanco Crystal Arteplex (Sala 1) às 21h30 – Av. Batel ou Candido de Abreu

São José dos Campos

Shopping Colinas (sala 1), às 21h55 – Av. São João, 220, loja 23 NT.

http://br.noticias.yahoo.com

O ano de 2008 na música pop teve olhos voltados para o passado. Da lista de artistas que fizeram apresentações mais concorridas por aqui – de Bob Dylan e Queen a Breeders e Jesus and Mary Chain – muitos já são veteranos e, em alguns casos, estavam parados e se reuniram novamente para revisitar sua carreira ao vivo. Também nas listas de lançamentos mais vendidos, nomes como AC/DC, Metallica e Guns N’Roses deixaram para trás bandas novas.

Quem soube garimpar, no entanto, encontrou boas opções no cenário independente. Especialmente aqui dentro do Brasil: além da menina-prodígio Mallu Magalhães – que já é capaz de despertar discussões apaixonadas em menos de 12 meses – nomes como Curumim, Guizado e Holger sugerem que o Brasil vem desenvolvendo um repertório “indie” dos mais sólidos e diversificados.

O salto para o mercado internacional, como o fez Rodrigo Amarante ao se juntar com o baterista dos Strokes, Fabrizio Moretti, na banda Little Joy, é só questão de tempo. Muitos festivais gringos e capas de revistas depois, quem sabe até não acabem virando motivo de piada dos rapazes do “Hermes & Renato”, como aconteceu com o CSS na paródia mais divertida do ano, a Também Sou Hype.

Confira a seguir as listas de melhores e piores de 2008 elaboradas pelos jornalistas de Pop & Arte. Fique à vontade para discordar e sugerir nas seções de comentários e não deixe de passar pela home page de Música para deixar seu voto na enquete dos melhores e piores do ano segundo os leitores do G1, que ficarão disponíveis até as 22h desta quarta-feira (17).

Fonte: G1.globo.com (http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL926076-7084,00-G+ELEGE+OS+MELHORES+E+PIORES+DA+MUSICA+EM.html)

Agora você poderá assistir ao filme concerto QUEEN+ PAUL RODGERS – LET THE COSMOS ROCK – nos cinemas!

ACESSE www.moviemobz.com/queen e confira a programação, assista ao trailer, deixe seu comentário!

No Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil participe da promoção e concorra a 12 posters!

Lembrando que a classificação é LIVRE!

MovieMobz – http://www.moviemobz.com/queen
MovieMobz – http://www.moviemobz.com/queen

Nesta quinta-feira (18), o filme-concerto “Queen & Paul Rodgers – Let the Cosmos Rock”, de David Mallet, terá sessão única no Cinemark do Shopping Mueller e Unibanco Crystal Arteplex a partir das 21h30.

O show da banda inglesa foi gravado na Ucrânia, em 2007, numa apresentação beneficente em campanha contra a AIDS. A mesma performance pôde ser vista no Brasil no mês passado, dentro da turnê mundial do grupo. A distribuição é da MovieMobz (www.moviemobz.com.br), e a exibição acontecerá nos cinemas digitais com som surround 5.1.

O repertório do filme é composto por clássicos da banda, como “We are the Champions”, “We Will Rock You”, “Love of my Life”, “Radio Ga Ga”, “A Kind of Magic” e “Bohemian Rhapsody”, além de músicas do disco “The Cosmos Rocks” – o primeiro do Queen em 13 anos e o primeiro sem Freddie Mercury, morto em 1991, vítima da AIDS. Em “Bohemian Rhapsody”, um telão no palco mostra cenas de arquivo do cantor e seus vocais originais são intercalados com os apresentados ao vivo pelo grupo. A banda é composta por: Roger Taylor (bateria e vocal), Brian May (guitarra e vocal) e Paul Rodgers (vocal).

Horários / Salas Cinemark Mueller
Sala 3 – 21h30 (quinta-feira, legendado)
Programação válida: 18/12

Unibanco Crystal Arteplex
Sala 1 – 21h30 (quinta-feira, legendado)
Programação válida: 18/12
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Para ver mais acesse nossa pagfina especial sobre o Filme-Concerto
Fonte: www.parana-online.com.br

23 anos após tocar no Brasil, banda inglesa empolga celebridades no Rio e em SP.

Vinte e três anos depois de sua última vinda ao Brasil, quando tocou no Rock in Rio, em 1985, o Queen voltou ao país como a 13a atração das comemorações dos 15 anos de CARAS. Com apresentações no Via Funchal, em São Paulo, e no HSBC Arena, no Rio, a banda inglesa mostrou que continua em forma e atraiu fãs de todas as idades, curiosos para conferir a primeira perfomance do grupo em terras brasileiras sem o vocalista Freddie Mercury (1946-1991), substituído por Paul Rodgers (58), ex-líder do Free e do Bad Company, a convite do guitarrista Brian May (61) e do baterista Roger Taylor (59), integrantes remanescentes da formação original.

Admirador do grupo, Caco Ciocler (36) não perdeu a oportunidade de levar o filho, Bruno (12), e a namorada, a videomaker Marina Previato (24), ao evento. “Eu sou fã da banda e do Freddie, ainda não conheço o Paul, mas estou esperançoso. Trouxe meu filho porque ele adora o Queen e está muito animado”, contou o ator antes do início do show paulista.

Pouco antes de a apresentação começar, os músicos Herbert Vianna (47), acompanhado do filho Luca (15), João Barone (47), ambos do Paralamas do Sucesso, e Dinho Ouro Preto (44), do Capital Inicial, aguardavam ansiosamente pelos integrantes da banda no camarim reservado a visitas. “Sou fã antigo do Queen. Não poderia deixar de vir e de conhecê-los. Ouvi um disco deles pela primeira vez na casa de um amigo, quando tinha apenas 12 anos”, disse Dinho, que não se intimidou e pediu autógrafo aos ingleses, que pouco depois subiram ao palco, para o delírio da platéia carioca.

A tietagem não parou por aí. Vibrando muito com a performance dos músicos em SP, Kiko (29), do KLB, quase não se continha de tanta empolgação. “Foi uma das raras vezes que me senti tão tiete, eu até quis filmar o show! Eles são um dos meus poucos ídolos, me senti em uma posição privilegiada, na frente de um dos melhores guitarristas do mundo”, afirmou.

Embalados pelo pop rock do grupo, os namorados Juliana Silveira (28) e Roger Gobeth (35) revelaram que estão morando juntos há um mês, em uma casa nova, no Rio. “Logo vamos casar mesmo, mas ainda não temos a data. Porém, só vamos pensar em filhos depois”, avisou a atriz da novela Chamas da Vida, da Record. Ao seu lado, a colega Cristiana Oliveira (45) completou: “O Kallel me pede muito para ter filhos, mas vamos ver”, disse ela, referindo-se ao desejo do namorado Kallel Oliveira (35). Além do amado, Cristiana também estava em companhia da filha Rafaela Oliveira (21) e do namorado dela, o ator Luiz Alberto Lima (26).

O clima de cumplicidade se espalhou entre outros casais. No Rio, Renata Dominguez (28) e Edson Spinello (48) aproveitaram a ocasião para ouvir música de qualidade a dois. Já em SP, estavam Mariana Hein (29) e Narbal Raboni (31), a jornalista Rosana Jatobá (37) e Frederico Mesnik (40), Janaina Barbosa (28) e Felipe Faria (25), o ator Julio Rocha (28) e a modelo Josiane Chojnacki (21). “Eu adoro o Queen e sempre gostei do Freddie Mercury, por isso fiquei muito feliz em ser convidada”, comemorou, emocionada, Janaina.

Companheiros de vários shows, Daniella Cicarelli (30) e seu pai, Antônio Lemos (49), também curtiram a atração internacional. “Ele é o maior fã de rock, tudo o que eu sei de música aprendi com ele. Cresci ouvindo Beatles, Stones, etc. Por isso, hoje ele é o meu grande parceiro para eventos como este. Já temos um bom currículo juntos. Já vimos The Police, Rolling Stones e, agora, o Queen”, contou a apresentadora. Sempre bem-humorada, Cicarelli, que se prepara para estrear um novo programa na Band, na primeira semana de janeiro, explicou por que continua solteira: “Não consigo conhecer um homem legal, que valha a pena namorar. O que me deixa tranqüila é que minhas amigas falam a mesma coisa.”

Enquanto Cicarelli justificava sua solteirice, o jogador de vôlei de praia Emanuel Rego (35) comentava como anda sua vida de recémcasado com Leila Barros (37), que também joga na praia. “Parece que ficamos mais unidos. Antes, discutíamos por bobagens que agora deixamos de lado. Isso é muito bom para a gente.”

Um dos momentos mais marcantes tanto do show carioca quanto em SP foi a apresentação da música Love of My Life, inesquecível na voz de Freddie Mercury. “Eu vou cantar agora a música de vocês. Vamos cantar para o Freddie?”, convidou May, sentado apenas com um violão diante do público. A platéia respondeu ao chamado e o guitarrista elogiou: “Vocês são os melhores cantores”.

Também músico, Daniel Del Sarto (34) não escondeu um de seus sonhos. “Queria ser o Paul Rodgers e cantar com o Queen, como substituto de um mito. Cheguei a chorar quando cantaram Love of My Life”, afirmou o ator ao lado da namorada, Maiz de Oliveira (27), no Rio.

A emoção também foi forte para Maurren Maggi (32), medalha de ouro no salto em distância na Olimpíada de Pequim, quando ouviu We Are the Champions, no Via Funchal. “Ouvir essa música me emocionou demais, chorei muito, lembrei dos vídeos que as pessoas fizeram para mim com essa canção. Antes do meu salto nos Jogos Olímpicos, estava ouvindo Crazy Little Thing Called Love, outra música gravada por eles” recordou Maurren. O ex-nadador Fernando Scherer (33), o Xuxa, também se identificou com o clássico. “Sou fã deles desde os anos 1980. Gosto muito de We Are the Champions, que eu escutava sempre quando estava me concentrando antes de nadar em competições”, lembrou ele.

O show da banda, que teve seu auge nas décadas de 1970 e 80, no HSBC Arena , fez muitos convidados relembrarem a adolescência. “Amo todo o repertório deles. Só fiquei com saudades do Freddie Mercury”, disse Claudia Alencar (58), ao lado do filho Yann (20). “É claro que rola uma nostalgia da antiga formação, mas eles são grandes músicos”, acrescentou a atriz Maitê Proença (48). O ator Humberto Martins (47) também viveu momentos saudosos. “Lembro-me quando tinha 16 anos e já curtia rock. Ouvia esses caras no vinil”, afirmou ele, acompanhado da mulher, Ana Lúcia Mansur (43).

Embora seja de outra geração, a atriz Bruna Di Tullio (27) também tem lembranças do Queen. “Era muito criança quando eles vieram para o Rock in Rio, mas já era adolescente quando o Freddie Mercury morreu. Por isso me lembro da banda com ele. Mesmo assim, o show arrebentou, foi maravilhoso”, vibrou a bela.

Veja também:
Famosos prestigiam o show do Queen em SP
http://www.caras.com.br/edicoes/788/textos/9046/

Por Diego Marques

Não é mais necessário explicar a importância do Queen para a história do rock. Afinal, foi a primeira banda do mundo a tocar em estádios de futebol, tamanho o público que ia assistir as apresentações históricas de Freddie, Brian, Roger e John. Hoje, já sem o icônico vocalista Freddie Mercury (que morreu em 1991, vítima de AIDS) e sem o baixista John Deacon, que decidiu não continuar com o Queen, o grupo se une a outra grande voz, Paul Rodgers, para trazer de volta o bom e velho Rock ’n’ Roll que parecia estar morto desde o fim dos anos 80.

Quem é fã casual do Queen, e só conhece os grandes sucessos do quarteto, pode até estranhar um pouco a junção Queen + Paul Rodgers. O ex-líder do Free e do Bad Company, com passagem pelo super grupo The Firm (formado por Paul Rodgers, Jimmy Page, Tony Franklin e Chris Slade) não lembra Freddie nem de longe. E isso é de propósito, afinal, como o próprio Paul disse, Freddie é insubstituível e incomparável.

Já os fãs mais antigos do Queen, que acompanham a banda desde os anos 70, se sentiram orgulhosos ao verem que Brian May e Roger Taylor continuam com exatamente a mesma disposição e vigor para tocar puro e simples rock, como na execução perfeita de “Tie Your Mother Down” na abertura do show, que aconteceu no último dia 29, no Rio de Janeiro, encerrando a passagem do conjunto pelo Brasil.

Aliás, uma abertura de tirar o fôlego! Um telão enorme (sem redundâncias) com um estilo “pixelado” começou o espetáculo com o tema da turnê, de nome “The Cosmos Rocks Tour”. Na tela, uma chuva de estrelas e uma viagem pelo cosmo anunciavam a entrada dos roqueiros, e uma voz que dizia as palavras iniciais da música “Cosmos Rockin’” foi seguida pelos gritos descontrolados da platéia (voz essa que, por sinal, lembra o início da música “One Vision”, do disco de 1986 “A Kind Of Magic”). Apesar de não ter lotado do HSBC Arena (ainda assim o local estava relativamente cheio), o público fez barulho por todos os fãs que não puderam estar presentes.

A qualidade técnica do show é indiscutível. O som estava muito bem balanceado e, mesmo ao lado das caixas de som, era possível escutar com clareza todas as nuances de cada música. O palco foi estendido com uma passarela que chegava muito perto da área vip do HSBC Arena, para delírio de quem estava a menos de três passos dos ídolos de longa data. Aliás, nem tão longa data para alguns presentes, já que uma coisa que se via com freqüência eram adultos acompanhados de seus filhos já doutrinados nas músicas da Rainha.

O repertório de quase três horas de show foi sabiamente escolhido para não deixar a energia se dissipar entre as músicas mais agitadas e as baladas. Dá para perceber uma clara preferência por músicas mais pesadas do Queen, como “Hammer to Fall”. Paul faz mais o estilo “roqueiro clássico”, e as músicas mais teatrais e alegres do Queen poderiam ficar um tanto quanto perdidas na voz rouca (e potente!) de Rodgers. Falando nisso, uma coisa que impressiona no novo vocalista é a fidelidade com as músicas de estúdio. Praticamente não há diferença entre o que se escuta no CD “The Cosmos Rocks” e na apresentação ao vivo.

Lá pela metade do espetáculo, Brian May se dirige ao fim da passarela, bem perto do público, para executar a primeira homenagem à Freddie Mercury. Apenas com um violão, Brian convida o público a cantar “Love Of My Life”. Lembrando o grande coro que acompanhou a banda no primeiro Rock In Rio, em 1985, a voz de Brian foi rapidamente abafada pela platéia. Por duas vezes o guitarrista quase perdeu o rumo da música de tão impressionado com a resposta das pessoas. No final, a emoção vinda da lembrança de Freddie era visível pelas lágrimas, tanto de Brian quanto do público.

A platéia participou muito bem do show. Praticamente todas as músicas soavam em uníssono. Taylor e May se surpreenderam ao ouvirem o público cantando a não tão conhecida (mas mesmo assim excelente) “‘39”, do disco “A Night At The Opera”. Em seguida vem o solo de bateria de Roger Taylor. De forma original, Taylor, que só tinha o bumbo e um chimbal, começou batucando no corpo do bumbo, enquanto os assistentes montavam o restante da bateria. O baixista Danny Miranda acompanhou Taylor com um baixo vertical elétrico, tocado pelas baquetas do baterista. Com tudo montado, Taylor cantou “I’m In Love With My Car” e “A Kind Of Magic”.

A carreira anterior de Paul Rodgers foi lembrada com as músicas “Seagull” (apenas voz e violão) e “Feels Like Making Love”, ambas do Bad Company. Paul teve uma feliz surpresa quando percebeu que o público cantava alto a música “All Right Now”, do Free. Outra surpresa foi a tentativa de invasão do palco feita por um corajoso da plateia, que foi prontamente jogado para fora do palco por uns quatro seguranças, literalmente.

Um dos momentos mais memoráveis do show e que deixou a banda claramente emocionada foram as palmas sincronizadas em “Radio Ga Ga”. A histeria da platéia foi tamanha ao soar das primeiras notas da música que até Brian May estranhou. Arrepiante.

A segunda homenagem à Mercury veio no final do solo de Brian May, com uma referência à música “Bijou”. Freddie aparece no telão ao fim da música, por poucos segundos. Apenas um aquecimento para a esperadíssima “Bohemian Rhapsody”, um dos hinos do Queen. Os músicos acompanhavam a imagem e voz de Freddie Mercury no telão enquanto o público cantava cada palavra da música. Na terceira parte da canção, mais operística, imagens da carreira da banda eram mostradas. O final ficou por conta de uma estrofe cantada por Paul Rodgers e um rápido dueto entre Rodgers e Freddie.

O bis do show ficou com “We Will Rock You”, que ressoou com tremor no piso do HSBC arena; “We Are The Champions”, que dispensa comentários e “Cosmos Rockin’”, música título do disco novo que agradou muito os presentes.

Com certeza essa reunião do Queen, apesar de um pouco polêmica, traz energia para os velhos fãs. Obviamente o show não foi tão grandioso quanto as gigantescas apresentações que a o quarteto costumava fazer em estádios, mas com certeza vai ficar marcado como um dos melhores shows na vida dos fãs mais novos do Queen – aqueles que não tiveram a oportunidade de ver Freddie Mercury ao vivo, mas ainda sim veneram Brian May e Roger Taylor por terem a coragem de seguir as últimas palavras de Freddie e continuar o show.

Veja fotos da apresentação da banda.
http://www.flickr.com/photos/cifraclub/sets/72157610521229721/show/
http://cifraclub.terra.com.br/noticias/shows/swj-queen.html

Tom Morello, do Rage Against the Machine, faz parte de uma campanha.
Faixas de Eminem e até Queen são usadas para ‘criar medo e desorientar’.

O sol nasce na base naval de Guantánamo Bay, em Cuba, onde o exército americano usa música para torturar detentos. (Foto: AP)

Saindo de uma caixa de som em sua minúscula cela no Iraque, o rock virulento do Nine Inch Nails atinge o prisioneiro Nº 200.343 como um cacetete sônico. “Tinto como o sangue em seus dentes”, rosna em alto volume o vocalista Trent Reznor. A tortura sonora chega a durar dias, semanas e até meses no centro de detenção militar no Iraque, com AC/DC, Queen, Pantera. Donald Vance, de Chicago, conta ter se tornado um suicida.

A tática ficou comum durante a guerra dos Estados Unidos no Iraque, Afeganistão e Guantánamo Bay. O general Ricardo Sanchez, comandante do exército no Iraque, autorizou a prática em 2003, como uma forma de “criar medo, desorientar e prolongar o choque.”

Agora, os detentos não são os únicos a reclamar – os músicos estão se unindo para pedir ao exército americano que pare de usar suas músicas como arma. Uma campanha lançada nesta semana inclui grupos como Massive Attack e roqueiros como Tom Morello, do Rage Against the Machine e Audioslave.

A ação consiste em promover minutos de silêncio durante shows e festivais, segundo explica a advogada Chloe Davies, que representa diversos detentos de Guantánamo Bay e é uma das organizadoras da iniciativa. “Sugiro que prendam George W. Bush numa cela e o torturem com Rage Against the Machine”, disse Morello em um de seus shows.

Vance, que foi preso por relatar a venda ilegal de armas, estava acostumado ao rock ‘n’ roll. Mas, para muitos detentos que cresceram no Afeganistão – onde a música é proibida pelos talibãs – os violentos interrogatórios do exército americano marcaram sua primeira experiência com o gênero. Muitos não resistiram. Binyam Mohammed, hoje prisioneiro em Guantánamo Bay, diz que alguns companheiros de cela acabavam gritando e batendo as cabeças contra as paredes.

“Tocaram música alta por 20 dias”, conta Vance, citando Eminem e Dr. Dre. “Também tive de ouvir hard rock sem parar. Muitos perderam a cabeça. Perdi as contas de quantas vezes ouvi ‘We will rock you’ do Queen. Você perde a capacidade de formular os próprios pensamentos num ambiente como esse.”

O porta-voz do centro de detenção de Guntánamo não forneceu detalhes de quando e como a música foi usada na prisão. Agentes do FBI que trabalham no local citaram diversos casos em que os detentos foram torturados com música, dizendo terem sido informados de que aquela era uma prática comum. Algumas sessões alternavam 16 horas de música e luzes com quatro horas de silêncio e escuridão.

Na hora da tortura, até música para criança faz parte do ‘set list’

Até canções para crianças já foram utilizadas nessas práticas. Christopher Cerf, compositor da trilha de “Vila Sésamo”, diz ter ficado horrorizado quando descobriu que as músicas do programa infantil foram usadas em interrogatórios. “Eu não ia querer que minha música fosse parte disso.”

Outros músicos, por sua vez, dizem ter ficado orgulhosos de terem suas canções usadas com esta finalidade. Stevie Benton, baixista do grupo Drowning Pool, se apresentou no Iraque e gravou uma das canções preferidas dos interrogatórios, intitulada “Bodies”.

“As pessoas presumem que deveriam se sentir ofendidas por alguém no exército achar a sua música perturbadora o suficiente para acabar com um sujeito psicologicamente”, disse ele à revista “Spin”. “Fico honrado em pensar que talvez uma canção minha possa suprimir ataques como o de 11 de setembro.”

Em entrevista por telefone à AP, Vance disse que a tortura pode transformar homens inocentes em loucos. “Eu não tinha lençol ou cobertor. Se tivesse, teria tentado suicídio.” Depois de 97 dias de tortura sonora, Vance foi libertado. “Hoje, mantenho minha casa em silêncio total”, diz.
Fonte: LucasMay – Forum Queen Net
www.globo.com

Marcio Sanches é cover de BRIAN MAY, e reconhecido pelo próprio guitarrista. Marcio Sanches faz tambem parte do QUEEN COVER por mais de 17 anos.

Agora Marcio Sanches está com um projeto fantástico, o projeto mescla o mais puro rock’n’roll, com uma orquestra.
realmente vale á pena conferir!

A estréia acontecerá no Blackmore -13/12/2008
Alameda dos Maracatins ,1317 -moema- SP
www.blackmore.com.br

…Queen é sem dúvida é um fenômeno mundial do rock n’ roll. A genialidade da banda ultrapassa todos os limites. Tanto em sua musicalidade quanto em sua performance. A junção dos estilos Rock, Pop, Glam, Electro, Funk e Ópera fizeram do Queen uma referencia até hoje…
Para ler na íntegra acessem: Clique Aqui
Fonte: http://www.coolrect.com.br

Rufus (filho do nosso querido Roger Taylor), está tocando bateria na banda que acompanha Kelly Ellis no especial Royal Variety Show.
Brian colocou em seu site a foto de divulgação.

Rufus é a cara do pai, nem é difícil achar ele na foto. A banda que acompanha Kerry Ellis ainda conta com o Brian na guitarra.

Que Ruffus siga os passos do pai e tenha uma carreira de sucesso.
Fonte: www.brianmay.com

Em Parceria com a MovieMobz, o Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil, oferece aos fãs a possibilidade de se mobilizar para assistir ao filme Queen + Paul Rodgers – Let The Cosmos Rock.

É simples, basta se cadastrar gratuitamente no site da MovieMobz, e participar da mobilização e assim escolherem os cinemas que gostaria de assistir o filme!

Lembrando que é exibição única! Não deixe de Participar!

E Mais, aqui você encontra a promoção: “Qual a música do Queen + Paul Rodgers que agita o universo e porque?” e concorra a 12 posters do filme!

Para participar basta ser membro do Fã Clube e enviar sua frase!
Aproveite, a promoção vai do dia 11 ao dia 19 de dezembro!
Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil

“Esqueça os show que o conglomerado Queen & Paul Rodgers (soma de Brian May e Roger Taylor, do Queen, com Paul Rodgers, vocalista e fundador das bandas Free e Bad Company) trouxe recentemente ao Brasil. Cosmos Rocks é o primeiro álbum de inéditas desta formação, que supostamente deveria ser o novo Queen, mas soa como um Bad Company piorado. As novas canções, escritas pelos três integrantes, abusam de clichês roqueiros e não empolgam em momento album – a não ser aos próprios músicos que, no registro ao vivo, presente no DVD que acompanha o CD, tocam empolgados como se ainda estivessem na presença do insubstituível Freddie Mercury.”
Fonte: Caderno G do Jornal Gazeta do Povo – Curitiba/PR.

A Revista Rock Post traz no seu interior a matéria “Queen + Paul Rodgers no Brasil”, para fazer o download gratuito da revista basta CLIQUE AQUI

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Abaixo segue o texto da matéria:

Queen + Paul Rodgers no Brasil

Por Fernanda Duarte e Gabriel Gardini Colaboração Milene Durão

A turnê do lendário grupo de rock britânico Queen, que hoje leva o nome de Queen + Paul Rodgers veio ao Brasil para três apresentações, sendo duas em São Paulo, e uma no Rio de Janeiro. A excursão passou antes pela vizinha Argentina e pelo Chile.
A volta aos palcos da banda, que perdeu seu líder original Freddie Mercury em 1991, começou a ser desenhada três anos atrás. O conceituado guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, ambos fundadores da banda, até então haviam abandonado as atividades com o Queen.


A oportunidade da retomada ocorreu quando convidaram Paul Rodgers para a difícil missão de assumir os vocais.
E empreitada rendeu uma excursão com shows lotados, e o público pôde assim matar a saudade dos clássicos do Queen, intercalados por canções da carreira de Rodgers.


Do sucesso dessas apresentações, nasceu o disco The Cosmos Rock, primeiro de inéditas em 13 anos. O CD teve lançamento no Brasil em outubro e é o grande responsável pela vinda do grupo ao país. O contrabaixista John Deacon optou por não participar da volta da banda, que conta com músico de apoio para seu lugar.
O vocalista Paul Rodgers já é bem conhecido no cenário musical internacional. Esteve à frente de grupos importantes nos anos 1970, como o lendário Free, mas teve mesmo seu reconhecimento quando o quarteto Bad Company surgiu, e de lá saíram hits como Feel Like Makin Love e Bad Company.


Resumida em partes a história da banda, para falarmos sobre os shows contamos com a colaboração da jornalista Milene Durão e uma das responsáveis pelo Fã Clube do Queen no Brasil (www.queennet.com.br), que hoje possui 4087 membros cadastrados. Formado desde 1998, por Alexandre Portela (Piauí), Bruno Cavalcante (Paraná) e Milene Durão (Minas Gerais), pelo Mirc no canal #Queen, o fã clube possui a única mensagem de vídeo gravada pelo baterista do Queen no mundo só para os fãs brasileiros.


Eles foram os responsáveis pela pré-venda dos ingressos exclusivamente para os membros cadastrados no FC, durante o dia 03 de outubro, e as vendas ao público em geral começaram dia 4 de outubro, nesse dia houve mais de 20 mil acessos à página do Fã Clube.
Milene esteve na coletiva e citou algumas das perguntas feitas aos músicos:


Paul quando questionado sobre seus fãs: “Boa Pergunta, alguns fãs pensaram:” huuum, Queen?… bem isso pode não pode dar certo”, porém ao longo do percurso foram vendo que dá certo e estão acompanhando nos shows participando de tudo”
Brian também foi questionado sobre o que era mais difícil em sua opinião, se tocar, compor boas músicas de rock, ou escrever um livro de astrofísica. A resposta: “com certeza, compor boas músicas, mas que o trabalho mais difícil era o do Paul, que é cantar nos shows”.


Os músicos, segundo Milene, foram muito bem recepcionados pelos fãs em todos os lugares, inclusive, no Rio de Janeiro, houve até uma homenagem dos fãs ao alugarem um avião que passou com faixas para saudar o Queen com os dizeres “Queen, Rio Loves You” (iniciativa de uma fã ardorosa da banda).
Os Shows em SP praticamente lotados, contaram com presenças ilustres como Maurren Maggy, Fernando Scherer (o Xuxa), Márcio Canuto, já no Rio, não houve tanta presença do público devido ao pouco tempo de venda de ingressos/agendamento do show, o que não quer dizer que o show tenha sido inferior ao de SP, também contou com a presença de personalidades como Tico Santa Cruz (Detonautas), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), e Os Paralamas do Sucesso que foram ao backstage. O show no Rio era o último da turnê e a banda se empenhou em fazer um grande show para o público.


A iniciativa do Fã Clube e do Queen’s Day (convenção anual de fãs do Queen, que é organizada com o FC) de distribuir no show pulseiras de neon aos fãs, deixaram a banda maravilhada com o efeito criado ao serem arremessadas pelo público.Um momento marcante também foi quando Brian se emocionou (pelo que parece ser algumas lágrimas) nos três shows ao cantar Love of my life (com o público acompanhando da mesma forma que em 81 e 85), afirmou Milene.


Os fãs não esconderam seu encantamento com o projeto Queen + Paul Rodgers ao perceberem que Paul não tenta imitar Freddie em nenhum momento, e que em várias partes o Queen presta tributo ao vocalista falecido em 91. Os fãs já ficam saudosos e provavelmente esperando o retorno de eventos tão grandiosos quanto a este.
Revista Rock Post: www.rockpost.com.br

A cafonice do Queen e a elegância de Madeleine Peyroux: pólos opostos em apenas uma semana
Sex, 05 Dez, 05h28
Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil

Não. Eu não seria ignorante de escrever um artigo que fizesse alguma comparação entre a sonoridade “de arena” da banda que hoje se tornou um pastiche, um mero veículo para que o ótimo vocalista Paul Rodgers coloque para rolar algumas de suas inúmeras composições, com a doce e delicada atmosfera musical criada pela voz de Madeleine Peyroux – sim, seu timbre lembra, e muito, o de Billie Holiday – e suas canções bacanas.

O que pretendo aqui é expressar a minha tristeza em ver que as pessoas estão tão acostumadas a se submeter à mediocridade musical, que qualquer sinal de rebuliço é interpretado como “um show fantástico”, “um disco sensacional” e outras manifestações explícitas de babação de ovo.

Explico: quem de vocês realmente achou que tinha a ver o Brian May e o Roger Taylor chamarem o Paul Rodgers para cantar aquelas músicas com vocalizações dificílimas de reproduzir, já que o timbre de Freddie Mercury era mais que personalíssimo? Não sei se vocês sabem, mas o nome “Queen + Paul Rodgers” foi uma imposição contratual do próprio Rodgers, não apenas para deixar claro algumas questões de direitos autorais, mas também para salvaguardar qualquer tipo de comparação indevida. Para acentuar ainda mais a discrepância, o disco que o novo grupo lançou, The Cosmos Rocks, nada mais é que um punhado de canções inéditas de Rodgers rearranjadas por Brian May, como se fosse um disco-solo do ex-vocalista do Bad Company com duas participações especiais de luxo.

Mas é preciso ver a banda ao vivo – algo que tive a oportunidade de fazer no dia 27/11, lá na Via Funchal – para sacar que a picaretagem é muito maior. Tal qual um daqueles cafoníssimos shows de cassino em Las Vegas, o grupo desfilou um repertório mais que previsível, composto quase em sua totalidade por músicas que tocavam – e ainda tocam – nas rádios e que mereceram videoclipes. As únicas exceções foram três canções do disco novo – afinal de contas, nos tempos atuais, um novo CD é o que promove uma turnê, e não o contrário, como costumava acontecer no Período Pré-Napster -, que passaram quase despercebidas por uma platéia domesticada, tal qual uma manada de bois velhos.

Nem vou comentar o quanto Rodgers – de clássica formação blues – se sente obrigado a demonstrar uma animação tão verdadeira quanto uma nota de R$ 28 ao cantar coisas que não acredita; não vou citar o vergonhoso espetáculo propiciado por May em “Love of My Life”, fingindo estar chorando de emoção ao ver a platéia cantar em uníssono cada sílaba da canção; não vou colocar aqui a irritante performance do baterista Roger Taylor, totalmente fora de forma, tocando todas as músicas em andamentos muito mais lentos e fazendo frases e viradas ridículas em seu instrumento. Muito menos deixar claro o quão baixo foi o golpe de botar Freddie Mercury em um telão, seja para mostrar alguns de seus momentos no palco, seja para botá-lo para “cantar junto com a banda” na primeira parte de “Bohemian Rhapsody” O que realmente me impressionou foi ver que ninguém ali presente percebeu o que estava acontecendo. Ou pior: ninguém naquela platéia devotada e feliz ligou para o que estava acontecendo!

Tento deixar de lado a minha tradicional ranhetice, não quero parecer purista ou coisa que o valha, mas existe um limite para certas decisões, e uma delas é perceber o quanto uma atitude pode jogar no lixo décadas de reputação – vide o que aconteceu com os caras do The Doors, que botaram o mané do Ian Astbury (do The Cult) para fazer papel de palhaço ao ocupar o posto do Jim Morrison, e o patético Axl Rose, que insiste em continuar arrastando correntes por aí, vestindo um lençol branco com a inscrição “Guns n’ Roses” escrita nas costas.

A grande realidade é que as pessoas estão tão acostumadas a conviver diariamente com toneladas de lixo musical, vomitadas ininterruptamente por rádios e TVs, que a capacidade de discernimento escorreu pelo ralo da mediocridade. É como se jogassem cascas de banana em seus próprios caminhos e torcessem para não escorregar, enquanto grandes astros, que até então viviam na obscuridade de uma aposentadoria, resolvem que não podem mais sair de casa sem o troféu da adulação por parte dos fãs.

Bem, onde entra a Madeleine Peyroux nesta história? Simples: passados exatos sete dias da vergonhosa e pseudograndiloqüente apresentação do Queen, a tímida e desengonçada cantora desembarcou na mesma cidade, no mesmo local, e apresentou uma proposta artística muito mais corajosa, espontânea e verdadeira. Veja bem, não estou me referindo ao som! Mas não pude deixar de notar que por trás dela existe um desejo de colocar a cara para bater, de saltar no escuro, de arriscar.

Totalmente desajeitada – ela sequer consegue sacudir o corpo no ritmo da música -, desprovida de qualquer tipo de suntuosidade ou pose de diva, ela abriu o seu show com… duas músicas inéditas! É isso mesmo: “Instead” e “Bare Bones” devem estar presentes no disco que ela vai lançar em março no próximo ano! Mais do que testar tais composições no “laboratório do palco”, ela parecia nos dizer “Olha, eu não tenho medo de errar, sou o que sou e vocês vão ter que se acostumar com isso”. Ao longo da extensa apresentação, ela ainda mostrou outras três canções novinhas, “River of Tears”, “I Must Be Saved” e “Damn the Circumstances”, todas ótimas, mais puxadas para o country rock, mostrando que Madeleine quer mesmo se afastar do jazz e das comparações com Billie Holiday.

A cafonice do Queen e a elegância de Madeleine Peyroux: pólos opostos em apenas

Alguma coisa está errada no show business quando uma jovem cantora dá lições de autenticidade e maturidade a uma banda mais que veterana…

Regis Tadeu é editor das revistas Cover Guitarra, Cover Baixo, Batera, Teclado & Piano, e Studio, Diretor de redação da Editora HMP e costumava quebrar discos ruins no programa Superpop.

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OBS QN: Esta é a opinião do colunista, nós do QN não concordamos em nenhuma parte, porém temos de informar os usuários sobre notícias boas, ruins e… idiotas.
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Fonte: Yahoo Notícias

O Museu do Grammy abre as portas no fim de semana em Los Angeles com a meta de se tornar uma alternativa interativa para exibir do punk ao jazz, da música pop à música clássica, tendo como aperitivo um concerto nesta quarta-feira para os indicados ao maior prêmio da indústria fonográfica americana.

Mais de 2.780 metros quadrados em quatro andares na zona central da cidade foram transformados em um espaço que dá a impressão ao visitante de estar percorrendo o interior de um grande iPod, com a opção adicional de esbarrar às vezes com estrelas da música.

Os visitantes podem assistir vídeos em vários formatos, escutam grandes sucessos ao fundo, ouvem em fones as histórias de canções contadas pelos compositores e têm a possibilidad de selecionar um gênero musical entre imagens psicodélicas.

“Por meio do olhar dos prêmios Grammy, o Museu Grammy conta a história do processo de fazer música de uma nova e excitante maneira. Fazemos isto de uma forma muito contemporânea, com tecnologia interativa e multimídia, de todas as épocas e estilos”, afirmou o diretor do museu, Robert Santelli.

O museu é uma das novas opções como o novo Teatro Nokia neste espaço projetado em uma parte esquecida cidade e que foi concebido sob o nome L.A. Live, um novo centro de entretenimento desenvolvido pelo grupo multinacional AEG, que investiu 2,5 bilhões de dólares para atrair o público com restaurantes, discotecas, hotéis e eventos públicos.

Após o pagamento de 14,95 dólares por adulto e 11,95 para estudantes ou idosos, o visitante pode observar um figurino de apresentação de Luciano Pavarotti, ouvir como Lionel Richie compôs “We Are the World” ao lado de Michael Jackson ou ler um manuscrito de Freddie Mercury de 1973.

Em monitores interativos, as pessoas podem escolher um gênero musical e ouvir três hits do mesmo, ler a história e assistir um vídeo.

Outras inovações são as salas aRtisticas para apenas uma pessoa, onde produtores de álbuns vencedores do Grammy, compartilham “sessões de produção” com o visitante em telas digitais.

O Museu Grammy pretende ser uma nova opção turística na meca dos estúdios de cinema de Hollywood e, como é comum nos Estados Unidos, se concentra nos ritmos do país a partir de Nova Orleans, Memphis e Califórnia deu ao mundo o jazz, o rock and roll e a música pop.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5iETaxSxYCGfMrm9gKsk_CbKo9r5A

Marcio Sanches é cover de BRIAN MAY, reconhecido pelo próprio guitarrista. Marcio Sanches faz tambem parte do QUEEN COVER por mais de 17 anos.
Agora Marcio Sanches está com um projeto fantástico, o projeto mescla o mais puro rock’n’roll, com uma orquestra.
realmente vale á pena conferir!

A estréia acontecerá no Blackmore -13/12/2008
Alameda dos Maracatins ,1317 -moema- SP
www.blackmore.com.br

Por Fernão Silveira | Publicado em 03/12/08

Emocionante, inesquecível, antológico… Nem mesmo esses adjetivos são suficientes para descrever o show que QUEEN e PAUL RODGERS proporcionaram ao público de São Paulo em duas datas (dias 26 e 27 de novembro), na Via Funchal – casa que foi completamente tomada por um público fiel e caloroso, ao ponto de quase provocar lágrimas no guitarrista Brian May em diversas passagens das 2h30 de espetáculo.

É fato que este não é o QUEEN de shows memoráveis em solo brazuca na primeira metade dos anos 80. Também é verdade que, se prestarmos atenção, esta é apenas a metade do QUEEN que conquistou o respeito e a devoção de milhões de fãs pelo mundo afora. Mas nem as ausências de Freddie Mercury (morto pela Aids há 17 anos) e John Deacon (que decidiu não seguir May e Roger Taylor nesta nova jornada) seriam capazes de estragar esta esperada turnê pelo Brasil.

Aliás, não se pode dizer que Freddie Mercury esteve exatamente ausente nos shows. Nem o público ou sua antiga banda, incluindo Paul Rodgers (de quem Freddie era fã assumido), deixaram que o inigualável frontman fosse esquecido. Mais um mérito do QUEEN, por sinal, foi “garantir a presença” do genial cantor entre nós. Seja nas muitas cenas exibidas no telão ou nas camisetas dos fãs, Freddie estava lá. Tanto é verdade que ele – no telão – cantou “Bohemiam Rhapsody” do começo ao fim, num dueto sobrenatural com Paul Rodgers.

Pontualmente às 22h, as luzes da casa se apagaram para que o telão em alta definição do palco começasse a exibir cenas e sons de uma chuva de meteoros. Tempestade esta que abria uma noite realmente estrelada, iluminada pelo brilho de May, Rodgers e Taylor. Aos primeiros acordes de “Hammer to Fall”, todos ali já sabiam que seriam testemunhas de uma noite para entrar na história.

Talvez nem Paul Rodgers, acostumado a grandes platéias em sua brilhante carreira pré-QUEEN, à frente de FREE e BAD COMPANY, tivesse dimensão exata da sinergia única entre aquela banda e seus admiradores brasileiros. A vibração, a energia e o respeito mútuo entre fãs e artistas tornavam a atmosfera realmente diferente. Um tipo de magia que é difícil de descrever para quem não a viu e sentiu…

“Hammer to Fall” abriu uma sequência de rocks energéticos, que aqueceu o público durante a primeira parte do show. Até “C-lebrity” e “Surf’s Up… School’s Out”, do disco novo (“The Cosmos Rocks”), foram bem recebidas pelo público. A pauleira só deu lugar a um clima a**stico quando Brian May chamou ao centro do palco o amigo Paul Rodgers, que tomou o violão para executar a sua “Seagull”. Bonita canção, mas nada igualável ao que viria logo depois…

Quando May retornou ao palco sozinho, apenas com um violão em punho, todos já sabiam qual seria a próxima música. “Boa noite, São Paulo. Vocês estão gostando?”, perguntou o sempre simpático guitarrista, num português muito ensaiado. Emocionado, já em inglês, ele anunciou: “Agora nós vamos cantar a música que vocês inventaram”. Aos primeiros acordes de “Love of My Life”, a Via Funchal veio abaixo. Não é preciso dizer que May nem precisou cantar, pois o público se encarregou disso.

Terminada a música, visivelmente emocionado, May se derreteu: “Eu sei que posso ser punido por falar isso, mas vocês são os melhores cantores do mundo. Não sei o que acontece, mas vocês, da América Latina, do Brasil, são especiais. Nós realmente amamos vocês!” É claro que o público respondeu à altura, ovacionando May.

Mas a emoção estava longe do fim. O set a**stico teve seqüência com “’39″, já com Roger Taylor e os demais integrantes da banda (um guitarrista, um baixista e um tecladista) no palco. O show, a partir daí, ficou por conta de Roger Taylor. O brilhante baterista encantou ao tocar percussão num contrabaixo elétrico – desculpe, mas é impossível descrever o que ele fez – e solar numa bateria enquanto ela era montada pelos roadies. Para fechar, nada menos do que o hino “I’m In Love With My Car”. Simplesmente perfeito!

Outra seqüência matadora, que começou com “A Kind of Magic” e terminou na nova “We Believe”, culminou em mais um show individual, desta vez protagonizado por Brian May. O guitarrista esbanjou em seu solo, baseado em “Brighton Rock” (música de abertura do álbum “Sheer Heart Attack”), e mostrou por que é um músico imitado por muitos e admirado por todos. Mas tinha mais: Freddie voltou ao telão para brincar com a platéia, que fez questão de reagir como se ele estivesse ali, em pessoa (e alguém duvida que ele não estava?). Lindo.

A parte final do show também foi inesquecível: “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “Crazy Little Thing Called Love”, “The Show Must Go On” (arrepiante) e, por fim, “Bohemiam Rhapsody”, que contou com uma participação mais do que especial de Freddie Mercury (sempre ele). A pausa para o falso final veio bem a calhar, pois ajudou o público a retomar o fôlego. Ainda faltava o bis.

A empolgante “Cosmos Rockin’” reacendeu a galera, que manteve a chama ardendo para a execução de “All Right Now”, música de Paul Rodgers em seus tempos de FREE. Para encerrar, como era de esperar, a infalível dobradinha “We Will Rock You” e “We Are the Champions”, duas canções que saíram do álbum “News of the World” (de 1977) para a eternidade. Um final mais do que perfeito.

A passagem do QUEEN por São Paulo provou que, apesar do ceticismo de muitos radicais, a magia continua, mesmo sem Freddie e Deacon (ou “Deacky”, como gostam de dizer May e Taylor). E quem duvidava da capacidade de Paul Rodgers, certamente deu o braço a torcer. Por isso, resta-nos desejar longa vida à Rainha e sonhar por uma nova passagem pelo Brasil.

QUEEN + PAUL RODGERS – Via Funchal (São Paulo) – 26 e 27/11/2008

Set list:
Hammer to Fall
Tie Your Mother Down
Fat Bottomed Girls
Another One Bites the Dust
I Want It All
I Want to Break Free
C-lebrity
Surf’s Up… School’s Out
Seagull
Love of My Life
’39
Drum Solo (Taylor)
I’m In Love With My Car
A Kind of Magic
Say It’s Not True
Feel Like Making Love
We Believe
Guitar solo (May)
Under Pressure
Radio Ga Ga
Crazy Little Thing Called Love
The Show Must Go On
Bohemiam Rhapsody
(bis)
Cosmos Rockin’
All Right Now
We Will Rock You
We Are the Champions

www.whiplash.net

A última edição da revista Rolling Stone dos EUA publica uma pesquisa realizada entre críticos e leitores que escolheu o melhor vocalista da história, entre um total de cem candidatos. O prêmio maior foi para Aretha Franklin, a eleita de uma lista na qual não constam importantes nomes. A cada votante foi pergutado quais seriam seus 20 cantores favoritos, por ordem de importância. As votações foram registradas de acordo com a metodología desenvolvida pela empresa de contabilidade Ernst & Young, que depois tabulou e verificou os resultados para Rolling Stone.
Segundo a revista, que não separou vocais masculinos e femininos, os melhores são:

1) Aretha Franklin
2)Ray Charles
3)Elvis Presley
4)Sam Cooke
5)John Lennon
6)Marvin Gaye
7)Bob Dylan
……..

18)Freddie Mercury

Clicando no nome de Freddie, aparece um comentário:

Ele é “o mais inspirador frontman de todos os tempos”, afirma My Chemical Romance’s Gerard Way. Um hard-rock martelador, glitterer uma discoteca, um rockabilly amor, Freddie Mercury foi dinamite com um raio laser, o seu leque de quatro oitavas Shimmering sobreposta em uma parede de som em documentos tais como “Bohemian Rhapsody” e “Killer Queen”. Mesmo que ele estava morrendo, Mercury jogou-se em sua majestosa, cantando ópera . Queen’s Brian May lembra que Mercury dificilmente poderia caminhar quando a banda gravou “The Show Must Go On” em 1990. “Eu disse: ‘Fred, não sei se isso vai ser possível de cantar’”, diz May. “E ele correu, ‘Eu vou fazê-lo, querido’ -jogou vodka abaixo – e prosseguiu, matando essa questão, completamente com vocal lacerado”

http://www.rollingstone.com/news/coverstory/24161972/page/103