Esta não deu em nenhum lugar. Esta eu tive o prazer de ver ao vivo, pela TV da redação onde trabalho.

A comemoração da vitória dos atletas Ricardo e Emanuel no vôlei de praia não poderia ter sido melhor. Após a cerimônia de entrega das medalhas e do Hino Nacional, os atletas comemoraram ao som de We are the champions.

A cena da torcida e dos atletas embalados pelo som do Queen foi realmente muito bonita.

Se vocês puderem, vejam depois nos jornais da noite ou nos programas esportivos.

Fonte: The Miracle, direto da redação de um grande portal de Internet. 😉

O DVD oficial e de tiragem de apenas 500 cópias do Freddie Mercury’s Montreux Memorial Day, que aconteceu em setembro de 2003 está á venda.
Os fãs de todo o mundo experimentaram uma única e verdadeira celebração do aniversário de Freddie. Eles excursionaram pelo Mountain Studios na companhia de David Richards, visitaram de barco o lago, próximo à casa de Freddie e no final da tarde, eles acompanharam as música do Queen executadas pela famosa banda alemã cover do Queen, The Miracle.
O DVD possui legendas em inglês e francês e o lucro extraído de sua venda será doado ao Mercury Phoenix Trust fighting AIDS worldwide.
Fonte: [URL=http://www.montreuxmusic.com/memorial_dvd/english_dvd.html]http://www.montreuxmusic.com/memorial_dvd/english_dvd.html[/URL]

Wembley Stadium

Estádio de Wembley, onde o Queen se apresentou em 1986, na turne Live Magig.

Como informado em um jornal georgiano (” 24 horas “):

Queen no Kremlin: O lendário Queen está planejando o único um concerto no palácio do Kremlin e do Queen só o Brian e Roger se apresentarão. Concerto será no dia 17 de outubro depois do WWRY première russo e no concerto do Queen haverão também artistas russos.
fonte: [URL=http://brianmay.com]Brian May Website[/URL]

Freddie Mercury consegue selo focial de aprovação pelo Irã.

A banda de Rock Queen se tornou a primeira banda de rock a ser dada o selo oficial de aprovação no Irã com o lançamento do álbum Greatest Hits, uma fonte da compainha que lançou o álbum falou segunda-feira à AFP.
Mercury, que morreu de AIDS em 1991 era orgulhoso de sua ascendência Iraniana e suposta origem no zoroastrismo, que fizeram do Queen uma das bandas mais populares no Irã, mas a música ocidental é largamente desaprovada na república islã onde a homossexualidade é considerada um crime.
” Autoridades aprovaram as melodias que tiveram um tema social, enquanto omitindo as canções de amor” – disse um executivo da companhia.

O álbum contém hits como “Bohemian Rhapsody”, “Miracle” and “I Want to Break Free”.

Música ocidental é estritamente censurada no Irã e os que vendem música estrangeira precisam de uma licença especial, embora milhôes de cassetes e cds contrabandeados sejam vendidos em todo o país.

O álbum já está vendendo muito bem, ” É o primeiro álbum de rock legalmente no mercado e as pessoas estão surpresas e contentes por ver isto, tem as letras, não só a música” disse Akbar Safari, um vendedor no Tehran book and record store.

O cassete, enquanto valendo menos de um dólar americano, vem completo com folhetos explicativos que falam para os fãs de rock que “Bohemian Rhapsody” é sobre um homem jovem que matou alguém acidentalmente e, como Faust, vendeu sua a alma para o diabo. Na noite anterior à sua execução ele chama Deus em árabe, “Bismillah “, e assim recupera a sua alma de Satanás.

Outros artistas ocidentais a ter tido álbuns com canções selecionada e lançados no mercado Iraniano oficial são Elton John, Julio Iglesias e Gypsy Kings.

Também há livros contendo letras originais traduzidas por muitos cantores ocidentais como Leonard Cohen, Celine Dion e até mesmo Eminem, publicados para responder sempre a demanda crescente de uma nação onde 70 por cento da população tem menos de 30 anos.

fonte: [URL=http://brianmay.com]BrianMay Website[/URL]

VELVET REVOLVER recentemente, em um estúdio de Los Angeles gravou vários b-sides, de acordo com uma entrevista novíssima com o baixista Duff McKagan feita por Finland’s Sonera Plaza. Entre as trilhas que a banda gravou estavam CHEAP TRICK “Surrender”, AEROSMITH “No More, No More” and QUEEN “Tie Your Mother Down”

Assista ao vídeo da entrevista de McKagan com Sonera Plaza :[URL=rtsp://bass.live.sonera.com/ftp/plaza/haastattelu_velvet_revolver.rm]tsp://bass.live.sonera.com/[/URL]
fonte: [URL=http://www.brianmay.com]BrianMay.com[/URL]

” eu era uma cavilha de roda, a ponte entre seu mundo de fantasia e seu mundo real, e se eu o levasse até a ponte, eu temia que ele não seria mais meu. Eu dei desculpas sobre apresentá-lo a Patrick Woodcock e nós tivemos brigas terríveis sobre isso. Eu não entendia completamente. Eu acho que eu sabia que ele era gay, porém eu não achava que ele estava vendo outro alguém. Eu sentia que eu era a pessoa que faria isso acontecer ou Eu teria que ir embora.”

” Eu não o vi de novo, porque eu pensei que já tinha perdido o sentido, quebrado a magia. Eu disse para ele não me ligar, eu fui dura, e isso nunca aconteceu. Não muito tempo depois eu conheci meu primeiro marido cheia de ” eu tive um relacionamento com um homem que era gay, isso realmente me transtornava” porque ele era patético. Eu suponho que o conserto era ouvir dele que fui traída por Freddie; Isto era o que eu precisava ouvir para tirar toda a minha tristeza, frustração e a decisão de deixar Freddie, Eu queria mudar. De certa forma Eu não poderia. Eu não podia ver programas na tv sobre ele. Era como se meu passado tentasse me apanhar novamente. Mas o que eu percebi é que o que aconteceu com Freddie não foi tão ruim quanto levar um fora. A dor é muito maior!”

O segundo marido de Rose nunca manifestou sua sexualidade, ela diz ” ele nunca se revelou mas depois que nos separamos ele se mudou e se tornou um solitário. Há uma maneira de vida que manifestou, mas por si só mas não foi discutida comigo, ou a meu conhecimento com ninguém. Era como “Brideshead Revisited ” e meu marido era Sebastian. Você não faz muitas perguntas. Você se pergunta quão válida foi sua relação, isso se apaga. Eu acho que foi danoso para a minha auto estima, então eu não poderia dizer Eu sou uma coitada por isso, eu tenho tentado explorar e isso faz parte de uma fábrica. É o que eu faço.”

Suas pinturas é parte disto, e ela tem feito muitos trabalhos acadêmicos explorando o que ela chama de masculina/feminina dicotomia, então ela admite que falando sobre ela pode ser mais emocional do que racional.” Algumas coisas são muito dolorosas para se lidar , mas são informativas. Elas te fazem o que você é.”

Foi uma proteção não ter acompanhado a carreira de Freddie? Ela concorda ” Eu coloquei isso longe o quanto eu o amava. Sim. Eu amo aquela inteligência criativa, isso é muito raro. É tão triste. Você não pode fingir que isso não diz nada para você. E de fato diz. Eu não me arrependo que eu tenha deixado ir, não no lado racional, mas no irracional, certamente , um pouco me arrependo.”

Agradecimentos a Milene Durão pela tradução do texto!
Veja a entrevista em inglês no [URL=http://www.timesonline.co.uk/article/0,,7948-1225285,00.html]Times OnLine[/URL]

” ele era um amante quente, ele era fiel a mim, ele era devotado a mim , porém nós não vivíamos juntos. Mas não era como se tivéssemos nos conhecido há pouco e era um sexo louco, passional , apenas uma boa intimidade. Eu não acho que poderia dizer eu estava apaixonada por ele. Nós não éramos certo um para o outro.”

Esta é a Rose, se mantendo forte durante nosso encontro, mas devagar ela começa a admitir que ela sabia que Freddie era homossexual. Por um ano se encontraram em seu apartamento, nunca no dela no norte de Londres. Eles conversavam com entusiasmo, sobre as idéias de Nietzche que o medo não pode deter você a nada, e a respeito de um circulo de amigos gays de Rosemary veio a conhecer : Patrick Woodcock, um doutor que realizou jantares festivos em sua casa , na qual ele convidou David Hockney, Derek Jarman e muitos outros artistas. A única mulher convidada foi Rosemary.

” Eu não sabia como o mundo funcionava, e eu era lisonjeada por essas pessoas gostarem de mim. Eles eram tremendamente legais e muito mais interessantes do que a maioria do cenário da artes. Eu era uma amiga deles e eu fiz tantas descobertas de como o mundo da arte funcionava, eram diálogos e conversas, relações pessoais. Isso plantou em mim a semente de querer ser uma artista, não apenas design gráfico. Mas eu nunca poderia entender porque eu era convidada. Eu era quase como uma decoração.”

Bem, ela era deslumbrante, digo isso olhando as fotografias. ” Eu nunca pensei que eu fosse assim” diz ela. ” Então Freddie me colocou sobre tanta pressão para apresentá-lo para essas pessoas, que eu senti que não poderia fazer. Eles eram homossexuais assumidos e Freddie pensou que se ele não os conhecesse ele não saberia se era realmente gay. “você tem que me apresentar” , ele dizia. Eu pensei Freddie é meu namorado e onde eu estou? ” Se eu tivesse apresentado estes artistas a ele, provavelmente Freddie se tornaria imediatamente tomado por isso. Obviamente eu o perderia. Eu estaria como “Aqui está um jovem homem legal pra vocês”, como se eu tivesse alcovitando. Eu não sentia que esse era meu papel. Eventualmente eu fui até o apartamento de Freddie num sábado à tarde e disse a ele que estava tudo acabado. Ele soluçou como uma criança pequena. Eu o deixei e nunca mais o vi de novo.”

Determinada a não permanecer com Freddie, Rosemary partiu para o resto de sua vida. Ela se tornou uma ativista radical de esquerda, casou, teve 3 filhas, e passou seu tempo no Greenham Common, mudou seu nome, casou-se novamente , teve um filho e continuou sua carreira como artista. Hoje ela vive em Sheffield com seu parceiro e pratica medicina alternativa. Ela evitou a carreira de Freddie mas sempre se volta as lembranças do tempo com ele, recentemente quando um amigo mostrou o filme de Derek Jarman’s BLUE, no qual ele foca na morte de Aids. O Filme mexeu com Rose profundamente, fazendo ela pensar não apenas em Jarman , mas sobre a Morte de Freddie, e fazendo ela explorar seus sentimentos sobre suas relações com homossexuais, Freddie em particular. Isto era uma coisa que não fazia senso na sua vida, ela explica, e um que ela acredita ser marcante. Então ela sabia que Freddie era gay? ” Eu não estava preparada para a virada de Freddie para a homossexualidade e isso me desafiava. Ele falaria em se sentir atraído por homens e eu disse: Eu não posso continuar do jeito que estamos. Aqui está você me dizendo que quer se relacionar com homens. Isso me assustou. Era como se falasse ” você não é o suficientemente boa. Sim claro , Eu o amava mas eu queria estar com homens. Qual mensagem você recebe com isso? você não pode fingir que isso não afetaria sua vida.”

Esta é a primeira versão da historia. Você vai notar que não faz sentido totalmente. Então dois dias depois, eu recebo um e mail de Rose: ” Eu era de fato apaixonada por Freddie em 1970″ ela escreveu. ” Eu neguei isso por mais de 30 anos, era tão doloroso saber que este amor nunca poderia ser recíproco porque seu interesse era com homens gays”. Então Rose e eu nos falamos novamente. ” Ele era um amante maravilhoso” ela diz. “o que era intrigante é que ele começou a falar ” eu queria saber como é dormir com um homem” Ele olhava um homem em um restaurante e eu pensava que era brincadeira, alguém que ele brincasse. Eu não imaginava. Não era desesperador até que você está na cama com alguém às 3 horas da manha e ele começa a falar sobre essa coisa , e ver que isso não era uma piada. Quando você faz amor com alguém não é uma conversa que você quer ter.”

” Eu acho que Freddie me amou, mas para mim era muito ambíguo, ele era andrógino. Ele gostava de pensar dele como dos dois gêneros, e falava sobre isso. Ele certamente continuava me dizendo o quão me amava, ele era sincero comigo, ele não olhava para nenhuma outra mulher. Mas nós não poderíamos continuar. Eu disse ” Sua mente está em outro lugar, você é muito diferente, você tem essa vontade de fazer algo” me fazia me sentir inadequada.

continua…

Veja abaixo a tradução da matéria feita por Penny Wark no [URL=http://www.timesonline.co.uk/article/0,,7948-1225285_1,00.html]Times OnLine[/URL], sobre Rosemary Person e seu relacionamento amoroso com Freddie Mercury.

Obs.:Essa matéria está dividida em 3 partes por ser muito extensa

EU FUI NAMORADA DE FREDDIE MERCURY


Por Penny Wark

Rose Rose, sempre se recusou a falar sobre sua relação com o ícone do rock Freddie Mercury, e agora pela primeira vez ela revela como os estudantes de artes se tornaram amantes – e a tensão da homossexualidade de Freddie.

A porta da frente está situada num jardim, então ela se abre e dentro vemos uma casa cheia de decoração, e suavemente vem Rose Rose me fazer ficar confortável para nossa entrevista. Isso seria fácil. O único sofá era um que se poderia deitar, uma mesa com fotografias dos anos 70, livros e peças de artes. Depois de examinar, isso tudo representa a vida de Rose Rose como era há 35 anos atrás. É disso que vamos falar aqui. Mas eu imediatamente senti, que ela voluntariamente quis falar sobre isso, mas ainda tem barreiras a superar sobre o assunto, tanto socialmente quanto para ela mesma.

Sua revelação é que, de 1969 a 1970 ela teve um romance com Freddie Bulsara, até então um exótico estudante de artes, mais tarde Freddie Mercury – o brilhante -e com uma personalidade forte que definiu a banda de Rock Queen. Ele faleceu de Aids em 1991, e quando pesquisadores examinaram sua vida, lá sempre esteve uma pessoa que eles não identificaram: a mulher que o conheceu intimamente em 1970. Rosemary Person, conhecida como Rose Rose e até recentemente, uma professora de teoria da arte na Sheffield University, é essa mulher e ela está falando publicamente pela primeira vez porque ela deseja confrontar seus sentimentos confusos sobre ter se relacionado com um Homossexual. Passsado alguns anos e ela descobriu que seu segundo marido era homossexual também.

“Eu penso da minha vida ter começado depois de Freddie”. ela diz; ” bem não foi, mas eu editei ela.”

Inevitavelmente, a chave para isso, é que ela o amava e achava impossível juntar sua fascinação com a comunidade homossexual, mas foram dois dias para ela me admitir isso. Então vamos começar com os fatos de sua história.

Filha única, ela nasceu no Leste de Londres em 1946, quando sua mãe tinha 42 e ela cresceu em meio a parentes e colegas da escola. Em 1967 ela entrou para Ealing School of Art: Freddie Bulsara estava no mesmo curso. Ela estava impressionada e volúvel, ela diz: ” Não estava certa do que eu era, eu era tímida , provavelmente isso refletia aos outros”. Freddie era excitante, sempre indo a exposições, freqüentemente com ela. Eles ficaram amigos.

“Ele era um palhaço, um grande risonho e muito carinhoso. Ele se sentava ao meu lado na cantina e era terrivelmente atento e fraternal. Eu era apenas uma criança, eu poderia confiar nele. Nós fomos confidentes por anos, embora ninguém negue o passado, eu o achava atraente.”

Sua amizade se sedimentou pelo mesmo gosto por festas e shows e eles não gostavam de drogas . Maconha fazia Rosemary se sentir deprimida e ela diz que Freddie era ansioso por preservar sua voz. Ele não fumava nada. “Ele disse que isso reprimia sua criatividade eu gostava de saber que a gente poderia sair e ele não falaria vamos tomar um LSD”.

Freddie passava a maioria do seu tempo ensaiando com sua banda de rock chamada SMILE.
Para vergonha de Rosemary ele cantava no meio da rua, e usava roupas teatrais, freqüentemente compradas por ela numa loja Portobello Road. Ela lembra de um chapéu de pirata e uma jaqueta que Freddie vestia sem camisa e de jeans. “Ele andava por aí de top . Não era muito diferente do que tinha no palco, ele era muito prático, em todos os lugares, muitos movimentos e gestos. Eu apenas pensava que ele era obcecado com o que ele queria fazer. Era teatro, uma expressão visual.”

Ela não associou isso com homossexualidade? “Não, não realmente. Ele gostava de atuar como gay, e a coisa Queen cresceu em sua personalidade. Ele estava achando seu caminho. As pessoas o julgavam por seu perfil, eu penso que eles eram muito insensíveis. Eu penso que ele era um ator ali, e homossexualidade, era um aditivo. E eu era desenhista de umas roupas dele”.

Em 1969 eles se tornaram amantes. ” Aconteceu casualmente. nós estávamos num restaurante de mãos dadas e beijando. Em seguida, nós estávamos de volta ao seu apartamento no Barnes. Não foi como um romance que caia aos meus pés. Eu estava falando sobre ir para Moscou sozinha então nós nos abraçamos , nós estávamos nos sentindo chegados e nos confortando. Ele amava ser afetivo, ele sempre colocava seu braço sobre seu ombro e te beijava e sendo gentil. Não foi algo que pensei dele, porque nós sempre fomos assim.”

continua…

PRÊmio

…………..

A banda

Very, Very, Good

Montagem

Várias fotos juntas numa só

Freddie

Mercury

Hoje faz 24 anos que Another One Bites The Dust / Dragon Attack eram lançados na Inglaterra !! 😀 😀

Hoje, dia 21/08, a TVE BRASIL reprisou o show 46664 q teve a participação mais q especial de Brian Harold May e Roger Meddows Taylor. 😀

Freddie

Freddie Mercury

Freddie esparramado nas flores

Freddie CAído e esparramado nas flores

Agora chegou o Multiokê do Queen, então para quem tem DVD OKÊ, vai poder comprar esse Multiokê e cantar no DVD, e não é só isso, ainda você aprende a cantar, vende nas bancas, pelo menos nas bancas de São Paulo tem, e o dono disse que da para fazer tudo isso!!! Custa em Torno de 20,00 reais!!!
Caroline

A bela faixa que Brian May tocou colaborando com o cantor britânico Robbie Williams denominada “Eternity” será incluída no Greatest Hits, álbum do cantor.
Segue abaixo o tracklist do novo álbum:

FROM “LIFE THRU A LENS” – 1997
1.Old Before I Die
2.Angels
3.Lazy Days
4.Let Me Entertain You

FROM “I’VE BEEN EXPECTING YOU” – 1999
5.Millennium
6.No Regrets
7.Strong
8.She’s The One

FROM “SING WHEN YOU’RE WINNING” – 2000
9.Rock DJ
10.Kids
11.Supreme
12.Let Love Be Your Energy
13.Eternity (with Brian May) (from expanded album)

FROM “ESCAPOLOGY” – 2003
14.The Road To Mandalay
15.Feel
16.Come Undone
17.Sexed Up

E DUAS NOVAS CANÇÕES:
18.Radio
19.Misunderstood

[URL=http://brianmay.com]Brian May[/URL]

CONHEÇA UM POUCA SOBRE A HISTÓRIA DE JOHN.
Se você não é fã do Queen, provavelmente não sabe quem é John Deacon, mas com certeza já ouviu I Want to Break Free e dançou ao som de Another One Bites The Dust. Pois é, alguns dos maiores sucessos da banda foram compostos por esse baixista de poucas palavras e muito talento, que foi chamado de “a âncora do grupo” por seus colegas. Isso porque, além de atuar na parte musical, ele se revelou um excelente homem de negócios e se tornou o principal responsável pelas finanças do Queen. John Richard Deacon nasceu na cidade de Leicester, região central da Inglaterra, em 19 de agosto de 1951, filho de Lillian Molly e Arthur Henry Deacon, um corretor de seguros. Sempre se interessou por música e ganhou sua primeira guitarra com 7 anos.Aos 11 anos, fã dos Beatles, John economizou algum dinheiro, ganho na distribuição de jornais matutinos e outros pequenos trabalhos, para comprar por ele mesmo um violão. Pouco tempo depois já ensaiava com alguns amigos em uma garagem. A música ajudou a consolar o menino quando seu pai faleceu, ainda em 1962. John formou sua primeira banda – Opposition – aos quatorze anos, assumindo o posto de baixista em 1966. Dois anos depois ele se mudaria para a capital do país para estudar engenharia eletrônica no Chelsea College, um dos institutos da Universidade de Londres. Uma noite, no início de 1971, John estava com alguns amigos na discoteca do Maria Assumpta Teacher Training College. Lá, foi apresentado a uns tais Brian May e Roger Taylor, que justamente naquela época estavam à procura de um novo baixista para sua banda. John logo provou ser a pessoa certa. Roger recorda: “Pensamos que sendo mais tranquilo, iria se inserir no grupo sem criar muitos problemas. Era também um excelente baixista e um mago da eletrônica. Na realidade foi sobretudo isso que nos convenceu”. Em sua primeira audição com o Queen, John se apresentou com seu baixo e um pequeno amplificador que ele próprio havia construído. Batizado mais tarde de Deacky Amp, esse amplificador é usado até hoje por Brian May. 1971 foi mesmo um ano de grandes encontros para John. Pouco depois de entrar para o Queen, ele viria a conhecer, no mesmo Maria Assumpta College, Veronica Tetzlaff, com quem se casou em 1975 e com quem tem seis filhos – Robert, Michael, Laura, Joshua, Luke e Cameron. Além de ser extremamente tímido, John é o único componente do Queen que não canta e, provavelmente por esse motivo, não se animou a gravar nenhum álbum solo. Com a morte de Freddie Mercury e o consequente fim da banda em 1991, John se recolheu discretamente à vida familiar. Junto com Brian e Roger, ele terminou o último projeto do Queen – o álbum Made in Heaven, lançado em 1995, e tocou ao vivo na estréia do Ballet for Life de Maurice Béjart em Paris, em janeiro de 1997, estando afastado do cenário musical desde então.

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>SUA FICHA TÉCNICA<
Nome Completo: John Richard Deacon
Data de nascimento: 19 Agosto 1951
Local de Nascimento: Leicester
Signo: Leão
Altura: 1,79m
Estado Civil: Casado – Veronica
Filhos: Robert, Michael, Laura, Joshua, Luke, Cameron
Escola: Oadby Beauchamp Comprehensive, 8 O-levels, 3 A-levels
Faculdade: Chelsea College of Science & Technology, London
Graduação: Electrônica – 1º da classe com honra
Bandas Anteriores: Opposition, The Art
Músico Favorito: Tony Thompson, Stevie Wonder, Leon Sylvers III
Grupo Favorito: Whispers, Skyy, Commodores, Chic, Police
Álbuns Favoritos: The Last Dance, My Aim is True, Off the Wall
Livros Favoritos: Roots, Rebecca, The Grapes of Wrath
Escritor Favorito: – Filmes Favoritos: One Flew Over The Cuckoo’s Nest, O Mágico de Oz, Clockwork Orange, The Prime of Miss Jean Brodie
Cor Favorita: Prateado, Preto
Ator Favorito: Jack Nicholson
Atriz Favorita: Jane Alexander
Países Favoritos: Japão, Brasil, EUA
ComidasFavoritas: Queijo derretido
Bebida Favorita: Chá, Leite
Instrumento Favorito: Baixo
Álbum do Queen Favorito: The Game