O cantor André Abreu fará uma live no próximo sábado dia 09/05 as 21 horas, onde ele cantará sucessos do Queen e Freddie Mercury
Onde assistir: https://www.facebook.com/baudorock

Dica de Ilze Gonçalves via Grupo de WhatsApp Queen Net
O cantor André Abreu fará uma live no próximo sábado dia 09/05 as 21 horas, onde ele cantará sucessos do Queen e Freddie Mercury
Onde assistir: https://www.facebook.com/baudorock

Dica de Ilze Gonçalves via Grupo de WhatsApp Queen Net
Brian, fez uma postagem no Instagram informando que machucou seus “Gluteus Maximus” (o músculo do bumbum) em uma atividade de jardinagem e avisa que vai ter que descansar e ficar longe por alguns dias.
Veja a tradução da postagem:
Verificação da realidade! Para mim. Não – o vírus ainda não me pegou – graças a Deus. Espero que todos estejam se mantendo seguros. A decisão de relaxar os controles não repentinamente faz o perigo desaparecer. Mas eu ?? Sim, fiquei quieto. Razão? Além de me sobrecarregar e ser assediado por muitas exigências … consegui rasgar meu Gluteus Maximus em pedaços em um momento de jardinagem excessivamente entusiasta. Então, de repente, eu me vejo em um hospital sendo escaneado para descobrir exatamente o quanto realmente me machuquei. Acontece que fiz um trabalho completo – há alguns dias – e não poderei andar por um tempo … ou dormir, sem muita assistência, porque a dor é implacável. Então pessoal … Preciso sumir por um tempo, descansando um pouco, em casa. Por favor, por favor, não me envie empatia – só preciso de um silêncio de cura por um tempo. Volto – mas preciso de uma pausa completa. OK ? Obrigado. Tome cuidado lá fora. Bri
Veja a postagem completa em:
https://www.instagram.com/p/B_3mBS7FJeV/?igshid=1ickprg4fdobv
Brian May não acha que haverá uma sequência de ‘Bohemian Rhapsody’
O guitarrista do Queen , Brian May, diz que é improvável que ocorra uma sequência do filme biográfico da banda “Bohemian Rhapsody” .
Lançado em novembro de 2018, “Bohemian Rhapsody” se tornou a cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos, arrecadando mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo. Também foi o primeiro filme mais vendido de 2019 nonas plataformas digitais de filmes.
“Não pense que não pensamos nisso” , disse May à Rolling Stone sobre a perspectiva de um filme seguinte. “Conversamos. Basicamente, achamos que não, no momento. Acho que as coisas podem mudar, mas acho que seria difícil”.
Segundo May , parte do desafio de fazer outro filme é que ele provavelmente se concentraria na batalha do cantor Freddie Mercury contra a Aids, com a qual ele foi diagnosticado em 1987. Mercury lutou contra a doença em particular, contando apenas para alguns amigos íntimos selecionados nos anos seguintes. Ele morreu em novembro de 1991.
“Não acho que isso seja algo animador” , disse May à Rolling Stone. “Não estou dizendo que é impossível, porque há uma grande história lá, mas não sentimos que essa seja a história que queremos contar no momento”.
A performance de seis músicas do QUEEN no Live Aid serve como o final triunfante de “Bohemian Rhapsody” , estrelado por Rami Malek como Mercury. Mas o filme deixou de fora uma tonelada da história real de Mercury, como May reconheceu durante sua entrevista à Rolling Stone.
“Há um milhão de coisas em nossa carreira que você não poderia mostrar em um filme, já que o filme tinha que ser tão simplificado para torná-lo assistível”, disse o guitarrista. “Mas realmente não achamos que há outro filme lá. Eu acho que devemos procurar em outro lugar. Existem outras idéias que tivemos, mas não acho que uma sequência aconteça. Mas nós olhamos isso muito a sério. ”
Apesar de críticas ruins e de um diretor problemático (o diretor original Bryan Singer foi substituído por Dexter Fletcher durante as filmagens), “Bohemian Rhapsody” se tornou um grande sucesso e desde então destronou “Straight Outta Compton” para se tornar a cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos.
No filme, o diagnóstico de Aids de Mercúrio chega mais cedo do que na vida real; antes da apresentação do Live Aid no estádio de Wembley, quando, na realidade, Mercury foi diagnosticado com AIDS em 1987.
Em relação a qualquer mudança na linha do tempo do que realmente aconteceu na vida real, o baterista do Queens , Roger Taylor, disse à revista Mojo: “O importante é que aconteceu. Não estamos contando mentiras. A cronologia realmente não importa”.
Fonte: https://www.blabbermouth.net
A banda mineira Lurex fará uma live especial pelo Dia das Mães no próximo domingo dia 10/05, com direito a escolha de repertório pelos fãs.
Maiores informações em: https://www.facebook.com/LurexQueen/
Onde assistir a live: www.facebook.com/misterrockbh

Dica de Arnaldo Silveira via Grupo de WhatsApp Queennet
A empresa de telecomunicação Atresmedia lançou um vídeo promocional intitulado: “Campanha um grande País! com a música do Queen “The Show Must Go On”. Abaixo a versão legendada em português e logo mais o original.
Com dica de Adriana Pecinatto – Via Grupo de WhatsApp Queen Net
Freddie Mercury faleceu em 1991, e deixou para trás um legado inegável para a comunidade artística e a cultura pop. Até hoje, os hits do cantor são ouvidos no mundo todo
Assim como muitas outras estrelas, Freddie Mercury brilhou forte e morreu jovem. O artista faleceu devido a uma broncopneumonia causada pela AIDS.
O cantor ganhou uma homenagem recente no filme Bohemian Rhapsody, no qual foi interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance.
No entanto, uma das partes mais tristes da história de Freddie Mercury foi deixada de fora do filme; confira abaixo!

Freddie Mercury, assim como inúmeros homens e mulheres nos anos 80, não foi apenas uma vítima de uma pandemia, mas das falhas e do descaso de um governo que ignorou o sofrimento de seus cidadãos.
A incompetente e cruel resposta inicial do governo britânico e organizações de saúde mundiais à pandemia do HIV ajudou a selar o destino do vocalista do Queen. E nada disso foi mostrado em Bohemian Rhapsody.
Nos anos 80, quando a epidemia de HIV começou a ser sentida nos Estados Unidos e Inglaterra, os governos apenas viraram as costas para aqueles que sofriam.
Obviamente, isso aconteceu pois as primeiras comunidades afetadas já eram estigmatizadas e sofriam com o preconceito da sociedade geral.
Grande parte do público acreditava que as pessoas contraíam HIV como uma espécie de “punição”, já que se envolviam em “comportamentos de risco”. A AIDS não era vista como uma ameaça para “pessoas normais”.
Sendo assim, governos e a sociedade civil deixaram as vítimas do HIV à sua própria sorte. Na época, o preconceito era tão grande, que a doença passou a ser conhecida como GRID, uma sigla que significa “imunodeficiência relacionada aos gays”.
O primeiro caso de HIV reportado no Reino Unido aconteceu em 1981. Em 1985, a então primeira ministra Margaret Thatcher tentou impedir uma campanha para a promoção do sexo seguro e uso de camisinha. Para ela, isso influenciaria os adolescentes a fazerem sexo.
A resposta absurda do governo fez aumentar os números de vítimas fatais da doença e seus desdobramentos. A catástrofe de saúde pública matou mais de 36 milhões de pessoas no mundo todo, um saldo de mortes que se equipara ao da Primeira Guerra Mundial.

Esse preconceito da sociedade e resposta pífia do governo deixou Freddie Mercury e outros homens em uma situação precária.
Sem informações sobre os métodos de contágio e a prevenção, a exposição ao vírus era excessiva e perigosa.
Diagnosticado em 1987, Mercury não viveu para presenciar a criação do coquetel antiretroviral que poderia ter salvado sua vida.
O vocalista do Queen não sofreu apenas com os efeitos do HIV, mas também com a intolerância da sociedade.
Nada disso é mostrado em Bohemian Rhapsody, que cita a homofobia de maneira extremamente sutil — o que pode até ter passado despercebido pelos fãs.
Em 1988, o Reino Unido promulgou uma notória lei anti-gay, que declarava que “o estilo de vida homossexual não deveria ser divulgado na sociedade”. A lei continuou em vigor por mais de 10 anos.
Quando Freddie Mercury morreu em 1991, os outros integrantes do Queen sentiram que era necessária a realização de uma entrevista que explicitou que a morte de Freddie foi culpa do próprio cantor, produto de sua rotina hedonista.
Em Bohemian Rhapsody, o filme também dá a entender que Freddie Mercury foi o culpado por sua morte. Após abandonar a banda para fazer um álbum solo, ele é “seduzido pelo mundo gay”.
Muitos fãs ainda esperam uma cinebiografia de Freddie Mercury que mostre o quanto o cantor sofreu com a homofobia e preconceito da sociedade.
Fonte: https://observatoriodocinema.uol.com.br
O Capital Inicial realizou, na noite deste domingo (3), uma live com show pela internet. A apresentação foi transmitida pelo YouTube e pelo canal de TV pago Multishow.
No Twitter, alguns fãs reagiram. “Meu Deus meu ouvido apodreceu”, disse uma internauta. “Pow Dinho aí não tem como defender”, afirmou outra. “Gosto do Capital demais, mas isso não foi uma boa ideia messssmo”, comentou uma terceira. “Digamos que não foi a melhor performance da música”, apontou mais um.
Veja, abaixo, o trecho em questão da performance de “Bohemian Rhapsody”, do Queen:
O tweet é:
Dinho Ouro Preto cantando Bohemian Rhapsody pic.twitter.com/aICNDTDhWr
— Dantas (@Dantinhas) May 4, 2020
Fonte: https://www.queennet.com.br
É considerado um dos melhores shows da carreira do Queen. Foi no Rio de Janeiro, em 1985, há 35 anos, e foi inesquecível!!
O Queen marcou de forma indiscutível a primeira edição do Rock in Rio, no Rio de Janeiro, em janeiro de 1985.
Num festival que teve shows como AC/DC, Iron Maiden ou Gilberto Gil, atraindo um milhão e meio de espectadores, o Queen tocaram por duas vezes, nos dias 11 e a 18 de janeiro, cumprindo na Cidade Maravilhosa duas datas de shows do “The Works”, álbum de 1984 que incluía temas como ‘I Want to Break Free’ e ‘Radio Gaga’.
Na primeira noite estavam na “Cidade do Rock” cerca de 250 mil pessoas, o maior público da história do Queen.
Em 2015, Brian May confessou ter muitas recordações desse espetáculo: “Todos os sons e todas as músicas me marcaram, mas sobretudo ‘Love of My Life‘”. É de arrepiar.
Set List:
Machines (Or Back To Humans)
Tie Your Mother Down
Seven Seas Of Rhye
Keep Yourself Alive
Liar
It’s A Hard Life
Now I’m Here
Is This The World We Created…?
Love Of My Life
Brighton Rock
Hammer To Fall
Bohemian Rhapsody
Radio Ga Ga
I Want To Break Free
We Will Rock You
We Are The Champions
God Save The Queen
Fonte: https://www.msn.com
Em entrevista ao site www.billboard.com, Roger Taylor citou o cancelamento de uma “turnê sul-americana” este ano. Será que teremos Queen + Adam Lambert no Brasil em 2021?
Embora Roger esteja dando dicas de bateria via Instagram durante a quarentena, ele espera que o Queen + Adam Lambert esteja de volta à estrada no próximo ano. “Tivemos que cancelar nossa turnê de verão e a turnê sul-americana. Basicamente, cruzamos os dedos que tudo foi adiado para o próximo ano – mas isso é uma aposta”, ele admite. “Não sei se haverá shows no próximo ano, mas suspeito que haverá.”
Fonte: www.billboard.com
Freddie Mercury faleceu em 1991, e deixou para trás um legado inegável para a comunidade artística e a cultura pop. Até hoje, os hits do cantor são ouvidos no mundo todo
O cantor ganhou uma homenagem recente no filme Bohemian Rhapsody, no qual foi interpretado por Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance.
Assim como muitas outras estrelas, Freddie Mercury brilhou forte e morreu jovem. O artista faleceu devido a uma broncopneumonia causada pela AIDS.
A vida amorosa de Freddie Mercury já foi tema de várias reportagens e documentários, com grande parte das informações vindas de Peter Freestone, amigo de longa data e o último assistente do cantor.
Peter revelou qual era o tipo de homem que Freddie Mercury não resistia; confira abaixo!
Segundo Peter Freestone, Freddie Mercury tinha uma queda especial por motoqueiros. O icônico vocalista do Queen não resistia a homens que dirigiam motocicletas e usavam roupas de couro.
O assistente também contou que Freddie encontrou um amante no Texas que correspondia a essas exatas características, apelidado de “Barman Vince”.
“Freddie não resistia a motoqueiros. Em Dallas, por exemplo, nós sempre íamos aos bares com uma limusine e ele sempre voltava de moto”, revelou o assistente.

O affair entre Freddie e o motociclista barman foi compartilhado também por uma conta no Instagram reservada a imagens do vocalista do Queen.
A história vem junto com uma foto de Freddie Mercury, trajado em couro. O registro foi feito em 1981, em Buenos Aires.
Fonte: https://observatoriodocinema
Música e cinema são duas artes que, quando unidas, têm um poder imbatível de dar aquela dose extra de ânimo. Através de cinebiografias ou de obras completamente ficcionais, os espectadores apreciam um verdadeiro show sem sair do sofá. O Purepeople se uniu ao Telecine e traz, na lista a seguir, 8 obras disponíveis no streaming do canal, na Cinelist Filmes Que Valem Por Um Show , que são autênticos espetáculos de música. Prepare sua pipoca e vem ver!
Com Andreia Horta no papel da cantora, considerada referência na música brasileira até os dias atuais, a produção traz grandes performances da atriz nos vocais. Para o papel, ela fez aulas intensivas de canto por três meses. O resultado foi premiado: a mineira é dona do Kikito de Melhor Atriz pelo Festival de Gramado de 2016 e o longa levou como Melhor Filme.

O clássico dos cinemas mostrou, já na década de 60, todo o poder de transformação trazida pela música. Depois que Mary Poppins (Julie Andrews) se torna babá da família do banqueiro George Banks (David Tomlinson), toda a rotina da família se altera positivamente.

Inspirado na história de uma das mais marcantes do vozes do soul e R&B dos EUA, Nina Simone. A norte-americana também teve um papel fundamental na batalha pelos direitos civis dos afro-americanos. “Ela é essencial para a história americana, principalmente como mulher”, declarou a intérprete da cantora no longa, Zoe Saldana.

Verdadeiros clássicos internacionais, de Elton John a Madonna, são interpretados no longa protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor. No famoso Moulin Rouge, o jovem Christian se apaixona pela cortesã Satine, estrela do local. Com dois Oscars e diversos prêmios, a produção é a pedida certa para quem ama musicais com aquele toquezinho de drama.

Baseado na biografia “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta, o longa percorre cinco décadas da trajetória intensa e cheia de personalidade do carioca. Intérprete do “Síndico”, apelido carinhoso dado por Jorge Ben Jor para o amigo, na segunda fase do longa, Babu Santana foi premiado por sua atuação no projeto no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2015.

Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original, o filme apresenta a vida de Elton John desde os primeiros anos de vida até a fama, mostrando também situações difíceis – como sua reabilitação – que o fizeram crescer e se transformar no ícone do pop atual. Taaron Egerton, intérprete do astro, usa sua própria voz no longa e foi aconselhado pelor John a interpretá-lo sem fazer uma cópia extremamente verossímil, criando sua própria versão.

A banda que revolucionou o cenário musical na década de 70 também fez história no cinema. O filme que traz a história do Queen, formado por Freddie Mercury (Rami Malek), Brian May (Gwilym Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joe Mazzello), se tornou a cinebiografia mais vista do cinema mundial e levou para casa nada menos que quatro Oscars.

Vencedor de 6 Oscars, o musical estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling já conquista os fãs de música por se passar em Los Angeles, cidade considerada a capital mundial do entretenimento. A aspirante a atriz Mia e o pianista de jazz Sebastian tentam perseguir seus respectivos sonhos de carreira e, ao mesmo tempo, passam a descobrir mais um sobre o outro, engrenando um romance.

Inspirado na autobiografia homônima de Erasmo Carlos, o longa mostra os encontros e desencontros do cantor, vivido por Chay Suede, com outros nomes da música brasileira, como Roberto Carlos (Gabriel Leone) e Tim Maia (Vinicius Alexandre) e Wanderleia (Malu Rodrigues). O tom descontraído e os sucessos da Jovem Guarda embalam a trama!

A paixão por dança de Ren (Kenny Wormald) certamente vai te fazer levantar do sofá ou pelo menos ficar batendo o pé enquanto você está com a pipoca na mão. O filme traz a história do jovem, recém-chegado em uma cidade do interior na qual dança e música alta estão duramente proibidas pelo reverendo local. Determinado, o protagonista desafia as regras e acaba vivendo uma história de amor com Ariel (Julianne Hough), filha do autoritário líder.

Fonte: www.purepeople.com.br/
O “Freddie Mercury’s Royal Recipes” é um trabalho único, repleto de tudo o que Freddie adorava comer, além de fotografias autênticas e muitas histórias interessantes, dentro e fora do palco.
O livro foi escrito por Peter “Phoebe” Freestone, assistente pessoal de Freddie de 1980 até sua morte em 1991.

Freddie era um indivíduo extravagante que gostava tanto de comida quanto de música e moda. Poucas pessoas sabem, no entanto, o que ele realmente gostava de comer e beber, ou qual era sua refeição favorita.




Receita de exemplo:
COGUMELOS MARINADOS
Essa entrada simples era a favorita na hora do almoço, quando Freddie tinha apenas alguns convidados e queria lhes dar algo extra!
PREPARAÇÃO:
Aqueça o óleo em uma frigideira grande, adicione o bacon e frite até que a gordura comece a sair do bacon. Adicione os cogumelos e o alho; cozinhe por alguns minutos até que os cogumelos fiquem macios, mexendo a mistura com frequência.
Despeje o vinho e aumente o fogo para que borbulhe, abaixe um pouco o fogo e reduza o líquido até que fique como xarope. Tempere e retire do fogo e deixe a mistura esfriar. Coloque quantidades iguais de alface em pequenos pratos e despeje os cogumelos sobre ela.
Fonte: Rodrigo Renald via Grupo de WhatsApp Queen Net
Os membros restantes do Queen e o cantor Adam Lambert têm uma mensagem para os trabalhadores na linha de frente da luta com o COVID-19: “Vocês são os campeões”

LONDRES – Queen e o cantor Adam Lambert têm uma mensagem para os trabalhadores na linha de frente da luta com o COVID-19: “Vocês são os campeões”.
Brian May, Roger Taylor e Lambert recentemente se reuniram virtualmente para gravar uma nova versão do clássico do Queen, “We Are the Champions”.
“Você é o campeão” foi lançado no início da sexta-feira em todos os serviços de streaming e download, com receitas provenientes do Fundo de Resposta de Solidariedade COVID-19 da Organização Mundial da Saúde.
“Eu pensei que esta é uma ótima maneira de usar o legado que temos de fazer algo de bom no mundo”, disse May.
“Sabe, não precisamos mais ganhar dinheiro. Não precisamos ser mais famosos. Precisamos usar o que temos da melhor maneira possível. ”
Para May, o lançamento chega em um momento de grande tristeza. O guitarrista no início desta semana perdeu um amigo que ele comparava como um irmão para ele, para o vírus.
“É o mais próximo que esta doença me chega fisicamente”, disse ele, acrescentando que isso dá um significado real aos números de mortes transmitidas diariamente na televisão.
“Cada uma delas é uma tragédia familiar”, disse May. “Cada uma dessas pessoas perde um ente querido.
“Acho que psicologicamente a raça humana será muito prejudicada.”
Para Taylor, a música também tem significado pessoal, pois sua filha Rory Eleanor Taylor trabalha como médica em um hospital de Londres.
“Ela está no vídeo com seus pequenos cartões, exibindo conselhos sobre isolamento etc.”
O videoclipe mostra cuidadores e trabalhadores da linha de frente de todo o mundo, bem como cenas vazias da cidade e a banda se apresentando em suas casas.
Para a maioria das pessoas, o novo coronavírus causa sintomas leves ou moderados, como febre e tosse, que desaparecem em duas a três semanas. Para alguns, especialmente idosos e pessoas com problemas de saúde existentes, pode causar doenças mais graves ou fatais, incluindo pneumonia.
Lambert, que se juntou à faixa de sua casa em Los Angeles, acha que a música realmente atinge uma nota positiva de que todos estão juntos nisso.
“Existe uma sensação de unidade que está acontecendo em todo o mundo, apesar de ser em um momento negativo e assustador”, disse Lambert. “Acho que todos estamos nos entendendo um pouco mais agora. E está meio que nivelando tudo um pouco. ”
É apenas através da nossa conexão e do nosso amor um pelo outro que vamos superar isso juntos ”, disse ele.
A banda espera que o single de caridade forneça algum consolo depois que a pandemia os forçou a cancelar os 27 shows do Reino Unido e da Europa na sua maior turnê de todos os tempos.
“Foi muito doloroso ter que deixar isso para lá. Remarcamos para o próximo ano e todos estamos cruzando os dedos. Não sabemos, não é? Não sabemos se será apropriado juntar milhares de pessoas em um local, mesmo daqui a 12 meses ”, disse May.
Taylor continua otimista de que a música ao vivo sobreviverá.
“Não acredito que os festivais e a música ao vivo não voltem. Faz parte do nosso … DNA realmente agora. ”
Enquanto isso, Taylor e May permanecem presos em suas respectivas casas no Reino Unido. Como muitos, May está lutando com a perda da liberdade.
“Não fica mais fácil com o passar do tempo. Está piorando. Sinto que tudo pelo que trabalhei na minha vida foi retirado e colocado em algum lugar onde não consigo alcançá-lo ”, disse ele. Nem tudo é ruim, como Taylor observou. “Acho que as pessoas encontraram muitas coisas boas para fazer”, disse ele. “Acho que houve muito mais contato entre famílias e amigos”.
Fonte: https://abcnews.go.com/
Com o isolamento social, provocado pela pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas estão sem o que fazer em casa. O tédio se tornou uma sensação natural. Por isso, vale tudo para voltar a dar embalo à vida – até mesmo recriar capas de álbuns clássicos.
O chef Tom Browne compilou, para o site da revista Classic Rock, várias dessas recriações que circulam na internet. Há imagens de discos como “In the Court of the Crimson King” (King Crimson), “Queen II” (Queen), “Nevermind” (Nirvana), “The Dark Side Of The Moon” (Pink Floyd), entre outros.
Veja, a seguir, algumas capas recriadas por fãs durante o isolamento:
Queen – “Queen II”














Fonte: https://whiplash.net
A banda Classical Queen fará uma livre no próximo domingo dia 03/05 às 17 horas.
Onde asistir:
Facebook: www.facebook.com/classicalqueencover
ou
A banda “Queen Tribute Brazil” fará um show ao vivo neste domingo (03/05/20) às 19 horas.
Serão sorteados brindes entre os participantes que contribuírem neste ink: https://www.clubedoingresso.com/santorockbar
Onde assistir:
Facebook: www.facebook.com/QueentributeBrazil
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCF8huKdpMkJcDf6pZk9_KvA

Não perca uma Super Live com o músico e escritor Marcelo Severo Facundo, ele falará sobre o álbum “News of the World”
Onde Assistir:
Instagram: https://www.instagram.com/marcelo_9556/
Facebook: https://www.facebook.com/marcelo.facundo.758
Facundo lançou ano passado o livro “Masters Queen em Discos e Canções” e uma edição especial em Box Set comemorativo, contendo: Livro “Masters Queen em Discos e Canções”, CD da trilha sonora de “Bohemian Rhapsody” (exclusivo), Camisa Oficial da turnê do Queen de 1975.
Interessado? Para comprar o livro Clique Aqui e o Box set Clique Aqui

Peter Straker está de volta aos holofotes. O cantor e ator de musicais, um dos melhores amigos de Freddie Mercury (que reciprocamente admirava seus dotes vocais e cênicos), marca seu retorno artístico com um álbum triplo de reedições. Intitulada “This One’s On Me”, mesmo nome do disco produzido pelo cantor do Queen e Roy Thomas Baker (produtor dos melhores discos do grupo) em 1977, a caixa traz ainda o álbum de 1979, “Changeling”, e “Real Natural Man”, de 1980. “Freddie Mercury podia ser brutal no trabalho. Mas não no sentido de cruel, ele apenas sabia muito bem o queria e ia em frente. Era fácil trabalhar com ele, uma alegria”, lembra Peter Straker, hoje com 76 anos.
Famoso astro da cena teatral de Londres, o jamaicano Peter Straker sempre interpretou papéis ousados, alcançando a fama em 1968, quando atuou como Hud na produção original de “Hair”. Confira abaixo sua performance impressionante em dois vídeos da época. O filme gay “Girl/Boy”, de 1972, e os musicais de imenso sucesso “The Rocky Horror Show” e “Tommy” também constam em seu currículo.

Seu álbum mais conhecido, “This One’s On Me”, é justamente o que dá nome a esse relançamento triplo e o que melhor reflete a diversidade artística e influências criativas da carreira de cabaré, sows e teatro de Peter. Entre as faixas, há músicas com referências à era de ouro do cinema, como “The Day The Talkies Came” e “Ragtime Piano Joe” e ao show business, como “The Saddest Clown” e “Vamp”. O lançamento inclui ainda os álbuns “Changeling”, produzido por Tim Freese-Greene, “Real Natural Man”, produzido por Reinhold Mack e Mike Allison, e faixas bônus. “This One’s On Me” foi produzido por Freddie Mercury e Roy Thomas Baker. Aqui, Peter Straker faz uma apresentação atual do lançamento, em vídeo.
“Conheci Freddie em um restaurante em Fulham Road, em Londres. Não lembro a data exata, talvez fim de 1974 ou começou de 1975”, lembra Peter, em entrevista ao Fã Clube do Queen. Freddie Mercury acabou produzindo o disco porque… bem, porque Peter pediu. “Para falar a verdade, eu pedi, né?(risos). Tinha visto shows do Queen, e adorado, genuinamente. Então perguntei: ‘Quero fazer um álbum. Você produziria?’ Foi bem bobo assim. E ele me deu a resposta direta”, conta.
O que é surpreendente é que, na resposta, Freddie lembrou que o estilo do Queen não estava muito por cima em termos de prestígio na época, por causa da onda punk. Corria o ano de 1977…

Peter Straker, acostumado à espontaneidade e energia pura dos palcos, já tinha lançado um álbum, “Private Parts”, pela RCA, em 1972. Mas lembra que no estúdio, aprendeu bastante com Freddie Mercury, de um jeito frustrante, às vezes. “Depois dos dois primeiros takes, raramente valia a pena ficar cantando mil vezes a mesma coisa. Era um pouco chato. Não dava para melhorar assim”, recorda. Mas a amizade entre os dois nunca foi abalada por problemas nos trabalhos do álbum. “Ele não era um chefe, um mestre distribuidor de tarefas. Lembrando agora, foi um grande privilégio”, define Peter Straker.
Na bela faixa gospel “Heart Be Still”, um dos destaques do álbum “This One’s On Me”, os dois cantam juntos, com Freddie Mercury humildemente ficando em segundo plano. A gravação original é da cantora americana Lorraine Ellison (1931-1983), da qual Peter e Freddie eram fãs e também conhecida pelo clássica “Stay With Me”.
A amizade de Peter e Freddie Mercury durou mais de 15 anos e, segundo relatos, só enfraqueceu quando o vocalista do Queen piorou de saúde por causa da aids. O cantor do Queen nunca se abriu com o amigo sobre a doença e acabou afastando Peter de sua convivência. Mas por muito tempo foi um grande incentivador de sua carreira, financiando projetos e participando cantando e tocando piano em gravações de Peter que, por sua vez, participou do videoclipe de ” The Great Pretender” e do álbum “Barcelona”, de 1988.
Algumas imagens do making of são hilárias, com Peter, Freddie Mercury e o baterista Roger Taylor se divertindo ao se montar como drags.
Os dois se divertiam muito juntos, como mostram algumas gravações amadoras no YouTube (aqui, entoando “Que Sera Sera).
A caixa, que apresenta os três álbuns com suas capas originais, inclui um livreto ilustrado com as com letras completas, histórias de Peter e Freddie em um ensaio chamado “Freddie & I” e memórias autobiográficas.
Aqui, alguns exemplos da potência vocal e da força de Peter Straker como performer.
Fonte: https://reverb.com.br/
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