Em nova entrevista, o músico constatou: “Nosso problema é que somos muito populares, e grande parte da mídia odeia isso”

Na última terça, 15, Roger Taylor, baterista do Queen, rebateu os críticos pessimistas em relação à cinebiografia Bohemian Rhapsody, vencedora do Oscar 2018.

Em nova entrevista para a rádio Planet Rock, no Reino Unido, Taylor falou sobre as reações negativas ao filme de Bryan Singer: “Nosso problema é que somos populares demais, e grande parte da mídia simplesmente odeia isso.”

Além disso, o músico acrescentou que, embora algumas críticas fossem realmente “decentes” e construtivas, muitas delas eram “meio zombeteiras e superficiais”, sem objetivo. “Eu pensei comigo: ‘Vocês simplesmente não entenderam, né? Não mexeu com vocês e tudo mais… Mas que se f*da’, na verdade.”

Em seguida, Roger Taylor ressaltou que “revisões ruins geralmente indicam que a obra será bem-sucedida.”

“Acho que as pessoas sabem muito mais do que críticos de cinema”, disse ele. “E a propaganda de boca a boca nas mídias sociais é muito mais poderosa do que a crítica de um cara que provavelmente assiste uns 40 filmes por semana e perdeu a essência e a alegria de ver um filme.”

Estrelada por Rami Malek como o falecido Freddie Mercury, a cinebiografia do QueenBohemian Rhapsody, faturou quase US$ 1 bilhão em todo o mundo desde o seu lançamento, em outubro de 2018.

 

Fonte:  https://rollingstone.uol.com.br

 

 


Em autobiografia, o músico desabafou sobre a dependência química: “Eu não tinha ideia de como viver, mas também não queria morrer”

A nova autobiografia de Elton JohnMe, discorre sobre os altos e baixos de sua vida e carreira musical, especialmente no que diz respeito à sua longa e conturbada batalha contra a dependência de cocaína e álcool.

Em um dos capítulos do livro, John admite que Freddie Mercury, o falecido vocalista do Queen, entre outros amigos, o alertaram inúmeras vezes sobre o uso abusivo de drogas.

Além disso, o músico de 72 anos relatou que o vício atingiu outros patamares no auge da fama, por volta dos anos 1980, e que Mercury confrontou o amigo para que ele procurasse ajuda profissional.

Em suas próprias palavras, John escreveu: “Fui balístico, gritando, dizendo as coisas mais dolorosas que conseguia pensar. Depois, me isolei em uma casa alugada, em Londres, por duas semanas, cheirando cocaína e bebendo uísque.”

“Eu não atendia o telefone. Eu não atendia a porta.”

“Eu não tomava banho, não me vestia. Estava sórdido. Horrível.”

“Percebi que, se eu continuasse daquele jeito por mais alguns dias, teria uma overdose ou um ataque cardíaco”, continuou. “Eu não tinha ideia de como viver, mas não queria morrer.”

Me: Elton John foi lançado na última terça, 15.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

 

 

Este mês a revista ‘Planet Rock’ está trazendo o Queen como sua banda do ano com duas capas diferentes! Além da capa “Band of the Year”, de 8 páginas, com Brian, Roger e Adam falando sobre o seu enorme sucesso em 2019, há uma matéria com outras 12 páginas sobre a produção de ‘A Night At The Opera’ e ‘A Day At The Races’, do biógrafo do Queen Mark Blake.

 

A revista será lançada em 25 de outubro e pode ser encomendada no site: www.planetrock.com
Fonte: www.queenonline.com

 

Trilha sonora do filme sobre Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, será interpretada em versão sinfônica inédita

 

Após o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody” (2018), que mostra a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen, no dia 03 de novembro, a Orquestra Petrobras Sinfônica leva para o palco da Jeunesse Arena uma versão sinfônica inédita da trilha sonora do longa-metragem. Com regência de Felipe Prazeres, o concerto contará com um conjunto de 31 músicos. A venda está disponível pelo site Eventin, com preços a partir de R$ 70,00 (meia-entrada, Nível 1).

Freddie Mercury e seus companheiros Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudaram o mundo da música ao formar a banda Queen, durante a década de 1970. Narrando a história de um dos principais grupos de rock da época, desde a sua criação até o falecimento de Mercury, o filme “Bohemian Rhapsody” foi um sucesso de público e crítica, sendo vencedor de quatro estatuetas no Oscar.

Em versão sinfônica, a Orquestra Petrobras apresentará músicas que integram a trilha sonora do longa, como “Bohemian Rhapsody”, canção escrita por Freddie para o disco “A Night at the Opera” (1975); “Love of my life”, que também integra o mesmo álbum e foi interpretada pela banda na primeira edição do Festival Rock in Rio, sendo lembrada como um dos momentos mais marcantes do evento; “Under Pressure”, que marcou a parceria entre o Queen e David Bowie; “We Are the Champions”, considerada a música de maior sucesso da banda; além de “Don’t Stop Me Now”, “We Will Rock You”, entre outras.

Na Jeunesse Arena, a orquestra se apresentará em espaço multiuso dentro dos padrões das principais arenas do mundo, com qualidade acústica única no Rio de Janeiro, conforto para o público e climatização.

SERVIÇO

Bohemian Rapsody

Data: 03/11/2019
Local: Jeunesse Arena
Endereço: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca
Abertura dos portões: 16h
Horário do evento: 18h
Classificação etária: Livre

Ingressos: a partir de R$ 70,00 (meia-entrada, Nível 1)

Estacionamento disponível no local

Vagas limitadas | Sujeito à lotação

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Jeunesse Arena

Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

 

Agradecimentos a: Ana Beatriz Mauro

 

 

Em 2016, o presidente dos EUA, então candidato, usou a mesma música em campanha – e foi reprimido pela banda

Queen solicitou ao presidente dos EUA, Donald Trump, a retirada de um vídeo do Twitter que tinha como trilha sonora o hit “We Will Rock You,” de 1977, durante a semana passada, de acordo com o Buzzfeed. 

Trumptuitou o vídeo na última quarta, 9, e ele saiu do ar no domingo, 14. O clipe mostrava Trump discursando enquanto a música tocava, completa. Antes de ser deletada, a publicação teve mais de 1,7 milhões de visualizações.

Quando o vídeo foi retirado, um representante do Queen confirmou que o uso da música não foi autorizado, e acrescentou que a banda “já abriu um processo sobre uso não autorizado de uma música do Queen na campanha de Trump.” O pedido de retirada foi feito pela gravadora. Representantes da banda recusaram o contado da Rolling Stone EUA.

Queen se desentendeu com Trump em 2016, também, quando o então candidato entrou no púlpito da Republican National Convention ao som de “We Are the Champions.” Como resposta, a banda publicou um documento por meio de sua gravadora, Sony/ATV Music Publishing, afirmando que não queriam a música deles “associada com qualquer debate político de país algum,” e não queriam que música “fosse usada como um apoio ao Sr. Trump e nenhum dos ideais do partido republicano.”

Na última semana, além de irritar o Queen, Trump também despertou a ira da Propriedade de Prince, quando “Purple Rain” tocou antes de uma aparição de Trump em Minessota. Como resposta, a Propriedade compartilhou um comunicado alegando que os representantes legais de Trump garantiram, antes, que não usariam nenhuma das músicas de Prince, como feito em 2016 – também tocaram “Purple Rain,” e isso gerou o pedido.

Além dos dois, vários outros artistas pediram para Trump parar de usar a música deles em campanha, inclusive R.E.M, Neil Young e Aerosmith.

 

Fonte: www.rollingstone.uol.com.br

 

 

Vocalista do Queen chegou a compôs a música ‘Life is Real’ em homenagem a Lennon em 1982

 

Uma nova biografia de Freddie Mercury conta que ele tinha inseguranças com a própria voz e se sentia frustrado por não se considerar à altura de John Lennon (1940-1980). As revelações constam na biografia ‘Freddie Mercury: A Life, In His Own Words’, obra de Greg Books e Simon Lupton recém-publicada no Reino Unido e reunindo várias falas do músico presentes em entrevistas e depoimentos inéditos, noticia o jornal inglês Daily Mirror.

Os questionamentos de Mercury em relação à sua voz estão inclusive presentes no trecho reunindo suas falas sobre Lennon. Fã do Beatle, o vocalista do Queen mostrou-se bastante abalado com o assassinato do músico na noite de 8 de dezembro de 1980 – vale lembrar que Mercury inclusive cantou a clássica ‘Imagine’ no show londrino dedicado a Lennon realizado no dia seguinte à morte do cantor.

“O John Lennon era maior que a própria vida, um gênio absoluto. Mesmo no início, quando eles eram os Beatles, eu sempre preferi os trabalhos dele”, afirma Mercury em um trecho da biografia. “Eu não consigo explicar. Ele tinha aquela mágica… Para ser honesto, eu jamais me colocaria ao lado do John Lennon. Pois ele foi o maior de todos. Não era uma questão de talento, é apenas uma questão de algumas pessoas serem capazes de fazer coisas que outras não são”, diz.

“E eu não me sinto capacitado para fazer o que o Lennon fez. Ele foi único e é assim que as coisas são. Quando soube da morte dele fiquei chocado”, diz.

Vale lembrar que a admiração de Mercury e seus colegas de Queen por Lennon e os Beatles era tamanha que eles lançaram em 1982, no disco ‘Hot Space’, a canção ‘Life is Real’, composta pelo vocalista como uma homenagem ao ídolo assassinado dois anos antes.

 

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

 

Canal BIS relembra a performance histórica do grupo britânico na primeira edição do festival

Após mais um Rock in Rio chegar ao fim, em uma edição marcada por tributos ao Queen, o canal BIS relembra a performance histórica que o grupo britânico fez em 11 de janeiro de 1985 na primeira edição do festival.

Regendo uma multidão de 300 mil pessoas, Freddie Mercury interpreta grandes sucessos da banda, como Love of My Life, e We Will Rock You, ao lado de Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

Considerado um dos momentos inesquecíveis da história do Rock in Rio, o show será exibido nos dias e horários abaixo e também está disponível por streaming na plataforma Globosat Play.

Dias e horários:

Terça-feira    –   15/10/2019  –  00:45
Quarta-feira  –   16/10/2019  –  5:00
Quarta-feira  –   16/10/2019  –  14:00
Quinta-feira  –   17/10/2019  –  10:15

 

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br

 

John Glover disse ter se relacionado com o vocalista do Queen em Londres

O ator John Glover revelou ter feito sexo com o músico Freddie Mercury nos anos 80, em Londres. Famoso por seu trabalho interpretando Lionel Luthor, pai do vilão Lex Luthor, na série ‘Smallville’, e também dando vida ao pai do vilão de ‘Shazam!’ (2018), Glover falou sobre seu breve relacionamento com o vocalista do Queen em participação no podcast do ator Michael Rosenbaum – que viveu Lex Luthor em ‘Smallville’.

A revelação foi feita enquanto Rosenbaum falava sobre sua banda e as músicas tocada por ele, principalmente covers de canções dos anos 80. Ele citou a dupla Hall e Oates John, então Glover disse: “Eu peguei um deles”.

“É verdade?”, pegunta Rosenbaum. “Eu acho que sim. Ele e aquele outro cara”, responde Glover. “O Hall não era gay”, retruca o apresentador do podcast. “Não, não. O cara inglês. Freddie”, conta Glover. “Freddie Mercury? Você fez sexo com o Freddie Mercury?”, questiona Rosenbaum. “Em Londres. Não grite, as pessoas podem te ouvir”, brinca o ex-intérprete de Lionel Luthor.

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

 

O livro é uma obra de Greg Brooks e Simon Lupton

Recentemente, Greg Brooks e Simon Lupton lançaram uma biografia completíssima sobre a vida de Freddie Mercury. A obra, além de reunir entrevistas e depoimentos inéditos, fez revelações acerca do envolvimento amoroso do cantor com o gênero masculino.

Segundo o livro, Mercury não tinha filtro para o sexo e, apesar do seu crescente interesse por homens, nunca se apaixonou por um.  Em uma das falas levantadas por Greg e Simon, ele declarou: “Não consigo me apaixonar por um homem da mesma forma que me apaixonei por uma mulher”.

.A mulher citada é uma referência para Mary Austin, ex-companheira do fundador e vocalista da banda Queen. Ela é a musa por trás da canção Love Of My life e a única que sabe onde as cinzas de Freddie estão escondidas.

Freddie Mercury morreu com 45 anos, vítima da AIDS e ficou consolidado como um dos maiores músicos de todos os tempos.

A biografia Freddie Mercury: A Life, In His Own Words também abordou temas como apetite sexual, vida amorosa e carreira profissional.

 

Fonte: www.ofuxico.com.br

 

Brian May fez um post em suas mídias sociais prestando homenagem a Ginger Baker, falecido no último domingo, 6 de outubro de 2019, aos 80 anos de idade. No curto vídeo, dividido em duas partes, Brian mostra um disco do Cream, histórico power trio formado por Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker.

No post, ele fez o seguinte comentário: “Descanse em paz Ginger Baker – que emocionou a todos nós com sua bateria absolutamente inovadora no Cream. Quando coloquei o anúncio no colégio onde estudava perguntando por um baterista para formar uma banda (1969, eu acho), eu escrevi ‘Procura-se: um baterista que possa tocar como Keith Moon, Mitch Mitchell e GINGER BAKER…’ Adivinhem quem respondeu?? Um certo Mr. Taylor. E ele podia tocar! Então podemos dizer que Ginger Baker está misteriosamente inserido na nossa história, além de ter conquistado o mundo com o Cream e seus outros projetos”.

Fonte: https://whiplash.net

 

A performance antológica do Queen no concerto Live Aid, de 1985, foi recriada de uma forma toda especial para aparecer em um próximo episódio da série Os Simpsons.

A badalada animação americana retornou para sua 31ª temporada no último domingo (29) e continuará hoje, dia 6 de outubro, no canal americano FOX com “Go Big or Go Homer”. Portanto, neste fim de semana os fãs da série verão Freddie Mercury e companhia no desenho.

Uma imagem divulgada pela Blabbermouth.Net já está mexendo muito com os fãs do Queen e de seu saudoso vocalista.

De regatinha branca, calça jeans desbotada e usando o icônico bigode de Freddie, o personagem dos Simpsons aparece no palco do estádio de Wembley para o que parece ser uma apresentação histórica. A expectativa é que o desenho mostre músicas que estiveram naquele set, como “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. É aguardar para saber o que Os Simpsons preparam para esse seu novo episódio rock’n’roll!

 

Fonte:  https://www.radiorock.com.br

Nova versão do vídeo gravado em 1985 faz parte do box que será lançado em breve

Mês passado, o ícone do Queen Freddie Mercury faria 73 anos se estivesse vivo. Para celebrar a data, foi anunciado o Box Never Boring que contará com todo seu trabalho solo.A coletânea, que será lançada em 11 de outubro, terá edições especiais dos discos Mr Bad Guy (1985) e Barcelona (1988), incluindo a faixa “Living On My Own” que ganhou uma nova mixagem divulgada recentemente. Agora, para celebrar o lançamento, foi disponibilizado o clipe oficial da canção em 4K.

O vídeo foi gravado durante a festa de 39 anos do cantor em 1985 no clube Mrs Henderson em Munique. A festa contou com quase 300 convidados, entre eles Brian MayMary AustinBoy GeorgeSteve Strange, Jim Hutton e John Reid.

Apesar de ter sido feito para acompanhar o lançamento da faixa nos anos 80, o clipe foi divulgado apenas em 1993, pois a gravadora havia proibido o lançamento do vídeo por trazer “conteúdo impróprio e promiscuo”.

Assista a versão 4K do vídeo logo abaixo.

 

Fonte: http://www.wikimetal.com.br

Vocalista do Queen, morto em 1991, disse viveu parte de sua vida em função de sexo

O músico Freddie Mercury (1946-1991) classificava sua libido como “enorme” e dizia conseguir ir para a cama com “qualquer coisa”. As declarações do vocalista do Queen consta na biografia ‘Freddie Mercury: A Life, In His Own Words’, obra de Greg Books e Simon Lupton recém-publicada no Reino Unido e reunindo várias falas do músico presentes em entrevistas e depoimentos inéditos, noticia o jornal inglês Daily Mirror.

A obra apresenta uma entrevista feita com Mercury anos após o fim de seu relacionamento de cinco anos com Mary Austin. Ele afirma: “Eu tive muitos amantes, é óbvio… Tanto homens quanto mulheres. Eu tentei me relacionar de todas as formas, mas os meus romances nunca parecem durar. Todos acabaram mal”.

“O meu apetite sexual é enorme. Eu durmo com homens, mulheres, gatos, pode escolher. Eu vou para a cama com qualquer coisa! A minha cama é muito grande e até seis pessoas podem dormir confortavelmente nela”, disse o músico. “Eu prefiro fazer sexo sem nenhum envolvimento e houve momentos em que eu fui extremamente promíscuo”, afirmou.

Em determinado trecho do depoimento, Mercury diz inclusive ter vivido parte de sua vida em função de sexo: “Eu já fui um cara que acordava toda manhã e coçava a cabeça me perguntando quem eu ia querer f***r aquele dia. Eu vivia em função de sexo. Eu sou uma pessoa muito sexual, mas estou mais seletivo do que já fui”.

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

 

 

A banda norte-americana Panic! At The Disco, de Las Vegas, subiu ao Palco Mundo do Rock In Rio ontem, 03/10/2019, e fez um cover de Bohemian Rhapsody.

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A autora do modelo já está pedindo encomendas de bonequinhos do David Bowie (queremos) e do Prince

Depois que Janice Holmes, da Moji-Moji Design, criou um Freddie Mercury feito de crochê e disponibilizou até um modelo faça-você-mesmo para quem quiser tentar fazer um em casa, tá todo mundo pedindo que ela ensine a fazer mais nomes da música no mesmo formato, como David Bowie e Prince.
Olha aí o modelo dela. De acordo com o como-fazer de Janice, o Freddie de brinquedo (com direito a bigode, microfoninho e pelos no peito) está usando a mesma jaqueta amarela que o cantor do Queen usou no show da banda no Wembley Stadium em 1986 – aquele que atraiu cerca de 200 mil pessoas, bateu recordes de público, gerou um LP, CD, DVD e tudo o que você mais puder imaginar. Você também pode fazer o download direto daqui.

Olha o Freddie Mercury mais de perto em três posições malucas.

 

Fonte: https://popfantasma.com.br

 

Quando se trata de Rock in Rio, muitas pessoas se lembram de imediato da marcante apresentação do Queen no festival em sua primeira edição em 1985, principalmente com a canção Love Of My Life que foi cantada de forma emocionante pelo público junto a Freddie Mercury e Brian May.

Muitas homenagens ao Queen ocorrem em todas as edições do festival até hoje, e dessa vez de forma inesperada, uma delas foi comandada por Taylor Hawkins, o baterista do Foo Fighters que ao ser apresentado ao público no show, não resistiu e puxou a famosa canção do Queen marcada no Rock in Rio, Love Of My Life, e de imediato foi acompanhado pelo público que roubou a cena mais uma vez.

Além dela, o Foo Fighters tocou Under Pressure, cantada também por Hawkins, como tem acontecido com frequência nos shows da banda.

Confira a música Love Of My Life puxada por Taylor Hawkins:

Confira também Under Pressure:

 

“Causou estragos em minha vida sexual”, admitiu o cantor em entrevista que está no livro ‘Freddie Mercury: A Life, In His Own Words’

Freddie Mercury escreveu a mão de todas as baladas “Love of my Life” para a ex-noiva Mary Austin, prova de amor que garantiria o mais longevo dos relacionamentos, mas, aparentemente, o clássico romântico não foi nada mais que uma compensação por uma série de noites atormentadas pelo ex-frontman do Queen tocando seu piano ao lado da cama. A revelação surge no livro “Freddie Mercury: A Life, In His Own Words”, que reúne frases e entrevistas feitas pelo cantor para recontar sua vida em suas palavras.

O vocalista do Queen manteve um relacionamento com Mary até dezembro de 1976, e, enquanto estavam juntos, Freddie costumava trazer o piano para o lado da cama quando tinha algum insight para uma nova música. “Causou estragos na minha vida sexual”, reconheceu o cantor em uma frase do livro. Conhecido por reger uma multidão de fãs no Rock in Rio de 1985, Freddie encarnava o showman até mesmo no ninho de amor: “Uma noite enquanto Mary e eu morávamos juntos, acordei no meio da noite e uma música simplesmente não saía da minha cabeça. Eu tive que me sentar e escrever, então me levantei e arrastei meu piano até a perto da cama para poder alcançar o teclado”, assumiu o cantor.

Como visto no longa ‘Bohemian Rhapsody’, enquanto estava junto de Freddie, Mary foi extremamente tolerante em relação ao comportamento do ex-noivo em turnês. Até mesmo quando terminou o relacionamento e assumiu a homossexualidade. Só que dar um show ao lado da cama ultrapassou os limites de sua paciência. “Não durou muito – ela não aguentou. E não posso dizer que estou surpreso! A inspiração chega em qualquer lugar. Surpreende quando menos espero e causa estragos na minha vida sexual”, revelou o cantor. “Eu posso obter inspiração apenas sentado no banho”, completou.

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 


O Queen serve de influência para vários artistas, mundialmente, mas algumas bandas levam a inspiração mais a sério

A banda Queen é uma das mais influentes da história da música, e sobre isso não há dúvidas. Por isso, não é surpresa saber que muitos outros grupos musicais se inspiram em Freddie Mercury e seus colegas na hora de criar um estilo.

Em alguns grupos, a influência se faz mais no gosto musical dos integrantes, aparente principalmente nos covers realizados em show. Em outras bandas, a música propaga elementos típicos do Queen, como a orquestração da guitarra do Smashing Pumpkins.

E por isso, algumas bandas têm tanto apreço pela banda britânica que não somente se inspiram mas  chegaram a passar por uma “fase Queen.” Confira 6 grupos que já viveram ou continuam passando por essa fase:

My Chemical Romance

Apesar de ter começado na cena emo, com The Black Parade a banda engrandeceu e aderiu a um estilo rock-opera pelo qual são conhecidos na atualidade.

A influência foi tão grande que ultrapassou as salas de estúdio. A música “Welcome to the Black Parade,” por exemplo, foi tocada com BrianMay, guitarrista do Queen, em 2011.

Green Day

Apesar de serem considerados reis do pop punk, os integrantes do Green Dayjá tiveram seu momento Queen.

Durante as apresentações de “King for a Day,” Billie Joe Armstrong costuma colocar uma capa e uma coroa de realeza, claramente encarnando as inesquecíveis performances de Freddie Mercury.

Panic! At The Disco

Inicialmente uma banda emo, Panic! At The Disco foi mudando o formato enquanto a banda crescia e Brendon Urie se tornava um superstar.

Atualmente, o P!ATD pode ser considerado uma banda de arena, e a mudança significativa se deu na gravação do álbum Pretty Odd. O disco inclui faixas teatrais, inspiradas no Queen, como “Nine in the Afternoon”.

E a “fase Queen” não para por aí. O P!ATD demonstra admiração pela banda também nos shows, por meio de covers, como o de “Bohemian Rhapsody”  – a faixa, inclusive, faz parte da trilha sonora oficial de Esquadrão Suicida.

Muse

As semelhanças entre Muse e Queen vão muito além da origem britânica. As duas bandas tem diversas características em comum, como o caminho que trilharam, formadas em ambientes universitários e sofrendo injustamente com comparações.

No entanto, os dois grupos se assemelham – e muito – na presença de palco. Matthew Bellamy, vocalista e guitarrista do Muse, consegue atrair o público com muita facilidade, assim como Freddie Mercury.

Além disso, algumas músicas têm uma levada bem parecida, como “Another One Bites The Dust”, do Queen, e “Supermassive Black Hole”, do Muse, ambas com influência da black music. Até as guitarras das bandas são parecidas, como na canção “Guiding Light”, inegavelmente inspirada pelos solos de Brian May.

The Darkness

A banda, também britânica, é sem dúvidas muito influenciada pelo Queen, e ambas são considerada hard rock.

Mas não para por aí: Justin Hawkins, vocalista e guitarrista do The Darkness, possui, de fato, uma idolatria por Freddie Mercury; nota-se na sonoridade das músicas do grupo de Hawkins.

The Struts

banda surgiu em Boston, EUA, e apesar de não ser tão conhecida, faz uso do funk e do hard rock de maneira única.

Além de uma bela presença de palco, a influência do Queen se faz presente em algumas músicas, como em “Star”. A canção inicia-se cantada a capella por Pat Badger (baixista), Nuno Bettencourt(guitarrista) e Gary Cherone(vocalista); segue um riff intenso da guitarra.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

 

Queen + Adam Lambert
Global Citizen Festival
a partir de 5:27:00