“Esta é uma coisa bem antiga, estilo John Bonham. Que grande baterista, ele realmente tinha a manha de tocar”, diz Roger no vídeo.
Fonte: https://whiplash.net
Freddie Mercury provavelmente teria gostado de “Bohemian Rhapsody”, o filme de 2018 que conta a história do Queen. Não só porque é uma produção aclamada por público e crítica — contando com o Oscar para Rami Malek, ator que o interpretou — mas também porque o cantor, que morreu em 24 de novembro de 1991, adorava cinema. Uma lista com alguns de seus filmes preferidos pode ser um bom guia para você, fã, maratonar em tempos de quarentena para se proteger do coronavírus. O site “U Discover Music” fez uma lista com produções que tiveram alguma relação com a banda e também os preferidos do vocalista — um guia interessante para os fãs do Queen fazerem uma maratona em dias de confinamento. Há clássicas comédias dos anos 1930 e 1950 e escolhas mais contemporâneas, dentro do gosto refinado do cantor.
A paixão de Freddie por filmes começou na St. Peter Boarding, escola na cidade de Bombaim, na Índia, onde foi estudar aos 8 anos. Na época, ele já gostava de música e começou a ter aulas de piano. E adorava filmes, fazendo de tudo para fugir dos jogos de críquete e ir para os clubes de cinema assistir a clássicos. Já famoso, costumava ocupar seu tempo livre assistindo filmes.
Assim como o escritor Ernest Hemingway, Freddie Mercury era um grande fã de Marlene Dietrich (1901-1992), e ele particularmente gostava desse filme em que sua personagem diz a famosa frase — ousadíssima, afinal, eram os anos 1930: “Foi preciso mais de um homem para que meu nome mudasse para Shangai Lily”. Quando o fotógrafo Mick Rock mostrou ao cantor a famosa foto que George Hurrell fez durante as filmagens, a banda se inspirou na pose para a capa do álbum “Queen II” (1974).

O Queen se inspirou em duas clássicas comédias dos irmãos Marx para dar nome aos álbuns — “A Night At The Opera” e “A Day At The Races”. Quando os integrantes estavam excursionando nos Estados Unidos no final dos anos 70, encontraram Groucho Marx (1890-1977), que havia elogiado a escolha dos nomes dos álbuns. Eles ficaram surpresos quando ele tocou uma música para eles no violão.

Freddie admirava George Cukor (1899-1903), mestre na direção de comédias e importante figura gay na cena de Hollywood dos anos 30 e 40. Em 1979, o apresentador britânico Kenny Everett filmou o cantor em um jardim de Londres, interpretando trechos de “A Dama Das Camélias”. Mas seu título preferido era “As Mulheres”, onde Norma Shearer, uma jovem inocente, perdia o marido para a terrível Joan Crawford (1904-1977).

O baterista Roger Taylor também é apaixonado por cinema e se lembra de ter ficado impressionado quando assistiu a “Psicose”, de Alfred Hitchcock. Ele e Freddie conversavam muito sobre cinema, e Roger garante que o filme favorito do cantor era “Quanto Mais Quente Melhor”, clássico de Billy Wilder (1906-2002), eleito pelo American Film Institute como a melhor comédia de todos os tempos. No filme, Jack Lemmon e Tony Curtis são músicos que se disfarçam de mulheres para enganar mafiosos e acabam se apaixonando pela personagem interpretada por Marilyn Monroe(1926-1962).

Em 1991, já muito debilitado pela doença, Freddie costumava se deitar em um sofá para assistir a Lana Turner (1921-1995) em “Imitação da Vida”. O melodrama, do diretor Douglas Sirk, é sobre uma aspirante a atriz e sua amizade com uma pobre mulher negra interpretada por Juanita Moore. “Uma diversão exageradamente brega”, costumava dizer sobre o filme.

“Gosto desse tipo de coisa a la ‘Cabaré’. De fato, uma das minhas primeiras inspirações veio do filme porque eu adoro Liza Minnelli, ela é totalmente ‘uau’. A maneira como canta, a energia e até a forma como as luzes aprimoram todos os movimentos do espetáculo. Eu acho que você pode encontrar semelhanças disso em um show do Queen”, dizia o cantor sobre o longa ambientado na Berlim de 1930, em que Liza interpretava a cantora Sally Bowes.
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Freddie assistiu ao musical no Royal Court Theatre, em Londres, e depois foi conferir a versão cinematográfica do clássico estrelado por Tim Curry. O cantor adorava a coreografia, a sexualidade fluida e todo aquele visual exagerado. O ator e Freddie tornaram-se amigos e Tim, que adora jardinagem, contou em uma entrevista à revista “House And Garden” que projetou um jardim para ele. “Freddie voltou de uma turnê e me disse que o jardim tinha morrido. Eu perguntei: ‘O quê? Mas você molhou?’ E Freddie disse: ‘Molhar, querido?!?'”.
Mercury costumava comentar como adorava o filme semi-autobiográfico de Prince (1958-2016). E fazia questão que todos assistissem, não importava quantas vezes seguidas. O ex-assistente pessoal Peter Freestone contou certa vez que as sessões de vídeo geralmente aconteciam às duas ou três da manhã depois que ele e os amigos chegavam de alguma noitada. “A fita do Prince era colocada e Freddie tinha o controle exclusivo do controle remoto. Seus convidados eram submetidos ao seu entusiasmo pelo filme repetidas vezes.”
A trilha sonora que o Queen fez para “Flash Gordon” inclui uma célebre frase gritada por Brian Blessed, que interpreta o Príncipe Vultan na ficção científica. Roger Taylor disse na época: “Nós tínhamos várias propostas para fazer trilhas na época, mas acho que eu e Brian ficamos atraídos por ‘Flash Gordon’ por causa de seu tipo de ficção científica, com conotações dos anos 30”.
O Queen não demonstrou muito interesse em fazer parte do projeto quando a proposta foi apresentada em 1984. John Deacon lembra que na época o grupo queria descansar, mas que, quando assistiram a um corte de 20 minutos, mudaram de ideia e acharam ótima a aventura estrelada por Christopher Lambert e Sean Connery. O diretor Russell Mulcahy disse em uma entrevista que “estava em um ponto da carreira em que podia pedir alguns favores”. “O Queen havia feito uma ótima trilha para ‘Flash Gordon’, então nós mostramos um rolo com diferentes cenas e eles disseram: ‘Uau!'”, contou. O resultado foi além da expectativa do diretor, que tinha solicitado apenas uma música. Freddie compôs ‘Princes of the Universe’, Brian, ‘Who Wants To Live Forever’, e Roger, ‘It’s A Kind Of Magic’”.
Fonte: https://reverb.com.br/
Dois dos maiores vocalistas, juntos – não pode dar errado
“Under Pressure” é um dos maiores clássicos do Queen. A voz de Freddie Mercury está inalcançável… Mas algo quase esquecido é que essa música, na verdade, tem dedo de outro artista incrível: David Bowie é co-autor.
Como Far Out explicou em um artigo, Bowie e Mercury se encontraram em 1981, quando Queen gravava Hot Space. Os dois estavam no mesmo estúdio – David para a trilha sonora do filme A Marca da Pantera(1982). Foram juntos para uma sala, e depois de 24 horas regadas a drogas, nasceu o hit.
Quando lançado, foi sucesso absoluto. Deu ao Queen o segundo nº1 nas paradas de sucesso (antes, conseguiram a posição com “Bohemian Rhapsody”) e a Bowie o terceiro (antes, “Space Oddity” e “Ashes to Ashes”).
Bom para eles, melhor para quem ouve:“Under Pressure” tem dois cantores incríveis. Tudo melhora com esta versão de vocais isolados – soa, quase literalmente, como uma luta entre as vozes de Mercury e Bowie. Ambas provam-se mais e mais potentes, cada vez melhores.
Tudo foi direção de Bowie, como explicou Brian May, guitarrista do Queen, ao Ultimate Classic Rock: “Tinha mais experiência nesse método vanguardista de construir vocais. Disse: ‘Todo mundo entra lá sem ideias, notas, e canta a primeira coisa que vier à cabeça.’ Fizemos isso, então compilamos pedacinhos – e ‘Under Pressure’ foi isso, um monte de pensamento aleatório.”
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/
Usando a sacada de um prédio como palco, uma banda de Mogi das Cruzes emocionou moradores ao usar a música para descontrair e quebrar a monotonia dos dias de quarentena.
Na noite desta sexta-feira (20) eles apresentaram clássicos da banda Queen, enquanto vizinhos interagiam com muita emoção. Um vídeo gravado pela moradora Giovana Lucas mostra o momento do show.
O prédio fica no bairro do Mogilar. Giovana, que é técnica administrativa, vive em um edifício vizinho ao das apresentações e diz que já tinha ouvido algo na quinta (19), mas que não saiu para olhar.
Na sexta (20), no entanto, ficou surpresa ao ver boa parte dos moradores, de diversos prédios, apreciando das janelas as canções que marcaram época na voz de Freddie Mercury.
“Nossa, foi muito legal! As pessoas cantam junto, pedem mais, as crianças se divertindo. Muita gente interagindo com eles. Foi realmente emocionante”, comenta.
A apresentação lembra o que já foi visto na Itália.
A plateia bate palmas, assovia e canta junto. Mesmo os moradores de outros condomínios dão um jeitinho de assistir ao show, que tem em seu repertório canções como I Want To Break Free, We Are The Champions e Bohemian Rhapsody.
Para Giovana, iniciativas como essa alegram e ajudam a aproximar nos dias em que a distância é essencial.
“A gente fica dentro de casa, vendo as notícias e acaba ficando bem pra baixo, né? Aí do nada você descobre que tem vizinhos super talentosos que resolvem fazem um show na varanda pra alegrar o pessoal”.
Fonte: http://g1.globo.com/
O guitarrista do Queen mandou forças a população italiana que está em isolamento domiciliar
O guitarrista do Queen, Brian May, compartilhou um novo vídeo em sua conta oficial do Instagram e revelou o que Freddie Mercury pensaria sobre o coronavírus.
O vídeo foi divulgado originalmente pelo perfil comunitaqueeniana, uma conta administrada por fãs italianos do Queen. O vídeo mostra um cidadão italiano em isolamento domiciliar imitando a clássica apresentação de Mercury no Live Aid.
Veja o post de Brian May clicando aqui
” Freddie definitivamente daria um sorriso malicioso nessa situação,” acrescenta May.
Iniciativas de cantar e dançar nas varandas das residências italianas têm se repetido por todo o país, como uma alternativa do povo para lidar com o isolamento domiciliar imposto pelo governo para desacelerar as contaminações do coronavírus.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br
O guitarrista Brian May, do Queen, removeu de suas redes sociais uma publicação em que criticava o isolamento de idosos, como ele, para tentar reduzir a quantidade de pacientes graves pelo novo coronavírus (Covid-19). May tem 72 anos e acabou sendo contemplado pela medida tomada pelo governo do Reino Unido, na última segunda-feira (16), em que recomenda o distanciamento social, especialmente de pessoas acima de 70 anos, que integram o grupo de risco da doença junto de pacientes crônicos.
Na postagem removid no último domingo, Brian May dizia, em um trecho: “Então todos com mais de 70 serão novamente discriminados? Sua liberdade será cerceada? Ficarão detidos em casa? E por favor, não venham com essa de: ‘é para o seu próprio bem, Bri’. O motivo por trás disso é que querem diminuir a pressão sobre o sistema de saúde britânico, daí pessoas mais novas poderão ser atendidas com prioridade, ou seja, é para o bem dos jovens, portanto nós velhos idiotas somos artigo de segunda importância?”.
Nesta quarta-feira (18), a publicação já não estava mais no ar. Em contrapartida, Brian May fez outra postagem, de tom mais informativo, alertando sobre o risco trazido pela nova pandemia do coronavírus. Ele divulgou um texto que está no ar na plataforma Medium e pontuou comentários na legenda.
“Há tantas informações falsas por aí, com pessoas dizendo que o coronavírus não é uma ameaça. […] Nosso governo falhou em agir prontamente. […] É tarde demais para conter o coronavírus no Reino Unido, mas ainda podemos salvar vidas de nossos entes queridos, fazendo agora o que deveríamos ter feito há 3 semanas”, disse May, inicialmente.
Em seguida, ele sugere o isolamento, minimizando contato social a quase zero. “Quanto menos pessoas você encontrar, maior a chance de salvar você e sua família. […] Leia o artigo que está nessa captura de tela. Levará 30 minutos para você absorver, mas você entenderá o motivo de tomarmos medidas extremas agora. Não confunda isso com pânico. Trata-se apenas de tomar as medidas para nos proteger de um futuro infernal”, afirmou.
O músico pediu para que Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, leia o artigo. “Estou rezando para que Boris leia isso e dispense seus conselheiros. Ações extremas são necessárias. Por favor, políticos, parem de falar da economia, só por um momento. Um milhão de vidas estão em um risco”, pontuou.
Fonte: https://whiplash.net
O artigo afirma: “Desde que ele se lembra, a música sempre fez parte da vida de Taylor Hawkins. Crescendo com uma dieta dos BEATLES, BEE GEES e ‘o pop do dia’, assim que começou a tocar bateria aos 10 anos de idade, ele ganhou ingressos para ver o show do QUEEN no recém-construído Irvine Meadows Ampitheater, California, em 11 de setembro de 1982”.
“QUEEN mudou irrevogavelmente a vida de Taylor. Com um setlist coberto de hits, não é difícil ver por que esse impacto foi tão emocional”.
Hawkins falou: “Depois deste show, acho que não dormi por 03 dias, cara… Aquilo mudou tudo em minha vida e nunca mais fui o mesmo. Era o começo da minha obsessão com o rock’n roll e eu sabia que queria estar em uma grande banda de rock depois de ver o QUEEN. Eu estava começando a tocar bateria e o baterista do QUEEN, Roger Taylor, se tornou o meu herói. Me lembro de dizer à minha mãe que tocaria lá em cima do palco um dia”.
O artigo concluiu: “Ao lado do QUEEN, RUSH, THE POLICE, GENESIS e VAN HALEN, foram bandas que começaram a dominar os seus hábitos de escuta quando ele aprendeu a tocar bateria”.
Fonte: https://whiplash.net
Brian May, atualmente com 72 anos de idade, fez um indignado post em seu instagram comentando a medida que o governo britânico pensa em adotar nos próximos dias, obrigado pessoas com mais de 70 anos a ficarem isoladas para tentar neutralizar a contaminação do coronavírus.
“É verdade isto? Parece um filme distópico de ficção científica. Então todos com mais de 70 serão novamente discriminados? Sua liberdade será cerceada? Ficarão detidos em casa? E por favor, não venham com esta de ‘é para o seu próprio bem, Bri’. O motivo por trás disto é que querem diminuir a pressão sobre o sistema de saúde britânico, daí pessoas mais novas poderão ser atendidas com prioridade, ou seja, é para o bem dos jovens, portanto nós velhos idiotas somos artigo de segunda importância? Wow. Então, no mês passado estive fazendo 40 mil jovens felizes por noite tocando para eles e no mês que vêm se eu for visto sozinho na rua serei denunciado para as autoridades? Que coisa absurda estamos vivendo. Eles podem mesmo nos retirar de circulação, nos excluir da sociedade? Eles realmente pensaram nisto tudo? Acho que não vou mais poder dizer ‘Estamos todos juntos nesta’. Ou eu entendi errado? OK, meu amigo Nat me deu uma grande ideia. Ele contou que quando Shakespeare ficou em quarentena (Nota do tradutor: por causa da peste bubônica) ele escreveu o Rei Leão!! Então é isto. Vou transformar esta coisa negativa em algo positivo. Se não puder trabalhar em estúdio e nem tocar ao vivo, vou… ESCREVER!!! Bri”.
Fonte: https://whiplash.net
O diretor David Mallet relembrou os bastidores de “I Was Born To Love You” no podcast Finding Freddie
Durante o segundo episódio do podcast Finding Freddie, o diretor David Mallet revelou que o cabelo de Freddie Mercury quase pegou fogo durante as gravações de “I Was Born To Love You”, single do álbum Mr Bad Guy.
Do incidente, Mallet revelou: “Lembro que Freddie estava diante desses espelhos, e eu queria que ele tivesse uma auréola.”
“Então, colocamos uma iluminação enorme de jardim acima da cabeça dele. Depois de meia hora, o cabelo começou a soltar fumaça, literalmente”, ele continua. “E lembro-me de gritar: ‘Fred, saia daí antes que pegue fogo!'”
Além disso, Mallet contou que os espelhos bambos foram por acaso. “Freddie cantando e dançando na frente de todos aqueles espelhos em ‘I Was Born To Love You’ foi realmente um acidente de sorte”, disse ele.
“O alto-falante estava perto de um dos espelhos”, continua. “E foi o som do baixo que começou a sacudi-lo. Olhei pela câmera e pensei: ‘Deus, isso parece bom!'”
“Assim, nós colocamos um atleta atrás de cada espelho, chutando-o no ritmo da batida. Felizmente, não quebramos nenhum deles.”
Assista ao clipe abaixo:
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O vocalista ficou tão irritado com uma apresentação da banda que jogou um ferro de passar e quebrou um dos espelhos dos bastidores
Freddie Mercury era conhecido pelo perfeccionismo para compor músicas e realizar performances, principalmente, ao vivo. E de acordo com David Wigg, entrevistador e amigo do artista, o vocalista do Queen já se irritou com uma apresentação a banda ao ponto de quebrar um espelho nos bastidores.
No último episódio do podcast do Youtube Finding Freddie, Wigg relembrou o dia em que visitou o cantor após um show em Manchester. O amigo contou que viu Mercury estava extremamente incomodado e foi direto para o camarim.
“Então eu fui no show e, então, eu fui para os bastidores e Mary [Austin] estava lá. E eles estavam rugindo, chamando-o de volta para mais. Ele saiu do lado da plataforma do palco direto para o camarim”.
Ele completou: “[Ele] pegou um ferro [de passar roupas] e jogou em um espelho comprido, o qual usou para se vestir mais cedo. Eu disse: ‘Freddie, Deus! Você obviamente não é supersticioso’ […] E ele disse: ‘Bom, isso quer dizer que eu tenho mais sete anos para viver não é, David? ‘”.
Em seguida, Wigg e Mary perguntaram o que motivou o comportamento agressivo do cantor e ele disse: “Nós não fomos bons o suficiente essa noite. Meu microfone estava estourando e isso é ruim. Nós somos número um e nós temos que ser os melhores”.
Por fim, o amigo elogiou a apresentação e falou que tentou chamar a atenção de Mercury para a multidão, que gritava e chamava por ele. Porém, mesmo assim, ele não ficou satisfeito e disse: “Ah, mas eu sei e eu quero que eles tenham o melhor de nós”.
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Recentemente o astro Robbie Williams revelou que recebeu o convite para entrar no lugar de Freddie Mercury no Queen, antes de Adam Lambert, mas o músico de 46 anos não aceitou o pedido de Brian May e Roger Taylor, os musicas ficaram impressionados com seus vocais em uma versão regravada de ‘We Are The Champions’ em 2001 para o filme ‘Coração de Cavaleiro’.
Conhecido por sua irreverencia nos palcos, Robbie ficou com muito receio de entrar no lugar do icônico vocalista da banda e em uma entrevista afirmou: “Embora eu esteja muito confiante aqui no microfone, tenho uma baixa auto-estima. E eu apenas pensei em poupá-los da minha audácia de sequer tentar subir no palco e ser o mesmo escalão de Freddie Mercury. Ele, para mim, é angelical. Ele é divino. Foi assustador demais”
Além da parte psicológica, Robbie não estava muito interessado em dividir seus ganhos. “Eu também estava fazendo shows em estádios na época. Eu não queria dividir por três, mas essa é outra história“, contou.
Desde 2011, Adam Lambert, um dos concorrentes do ‘American Idol’, está no papel de vocalista do Queen em turnês mundiais e tem todo o apoio de Robbie: “Adam Lambert – se ele não fosse uma pessoa adorável, como ele é – eu ficaria com medo dele por causa de seu talento. Sua voz é absolutamente incrível. E ele é um artista incrível e uma pessoa adorável. Fico realmente satisfeito quando conheço pessoas que me fazem ficar extasiado pelo seu talento e eles são legais”.
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Apesar do status de deuses para os fãs, artistas pop raramente se encaixam no estereótipo de figuras santas e angelicais. Com um toque de deboche, o artista digital Gedo decidiu reimaginar personalidades da música e do cinema enquanto figuras eclesiásticas. O resultado rendeu uma série divertida — e talvez herege, para alguns — com os famosos ornando auréolas e vestes angelicais, em clara alusão às pinturas do Sagrado Coração de Jesus.
A representação santificada de Freddie Mercury, por exemplo, ganhou uma coroa e um cetro. Já Lana Del Rey aparece segurando um cigarro em sua montagem. Enquanto o coração da cantora aparece cheio de flores, características da imagem de Lana, o de Freddie está envolto em espinhos.

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O cantor Robbie Williams revelou que já foi convidado para integrar o Queen em meados de 2001. Em entrevista à rádio SiriusXM com transcrição do Ultimate Classic Rock, o artista conhecido por seus trabalhos na música pop contou que recusou a oportunidade por uma série de fatores: além de não sentir que estava preparado para assumir a vaga de Freddie Mercury, ele destacou que a parte financeira não o atraiu.
O convite foi feito em 2001, quando Robbie Williams estava no auge de sua carreira. Ele havia acabado de lançar seu terceiro álbum solo, “Sing When You’re Winning” (2000), que empilhou 8 discos de platina no Reino Unido – o anterior, “I’ve Been Expecting You” (1998), havia conquistado 10. Hits como “Angels”, “Rock DJ” e “Somethin’ Stupid” já rodavam pelas rádios em todo o mundo.
Inicialmente, Robbie Williams foi chamado para regravar a música “We Are The Champions”, ao lado do Queen, para a trilha sonora do filme “Coração de Cavaleiro”, estrelado por Heath Ledger. A parceria evoluiu para um convite para fazer parte da banda de forma integral – naqueles tempos, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor já pensavam em retomar o Queen em tempo integral, como fizeram ao lado de Paul Rodgers e Adam Lambert anos depois.
O artista pop destacou que não se lembra da maior parte dos detalhes. Porém, destacou que foi incrível estar no mesmo estúdio de gravação que Roger Taylor e Brian May. “Estar na mesma sala que a história real foi algo absolutamente sensacional”, disse.
Apesar da sensação positiva que o Queen trouxe a Robbie Williams, o convite para integrar a banda foi recusado. “Embora eu seja muito confiante diante do microfone, tenho baixa autoestima. Sentia que eu estava poupando o Queen do movimento audacioso que seria me ter tentando atingir o mesmo patamar que Freddie Mercury. Para mim, ele é angelical. É divino. Fiquei assustado demais”, afirmou.
Em seguida, Robbie comentou sobre a questão financeira. “Na época, eu estava fazendo shows em estádios. Não queria ter que dividir em três partes. Porém, isso é outra história”, disse.
O astro pop reforçou que não se arrepende e que o atual vocalista, Adam Lambert, foi a escolha certa. “Se Adam não fosse a pessoa amável que é, eu ficaria com medo dele, tamanho o talento que ele possui. A voz dele é incrível, assim como a performance. E é uma ótima pessoa. Fico muito feliz quando conheço pessoas que têm um talento enorme e, ao mesmo tempo, são legais. É bem melhor do que conhecer talentosos c*zões, porque você passa a odiar o que essas pessoas fazem”, afirmou.
Fonte: https://whiplash.net
Os músicos pararam a apresentação para socorrer espectadores que passaram mal ou foram agredidos na plateia
Os shows são momentos únicos de interação entre os músicos e a os fãs. Por meio das performances, os artistas conseguem se aproximar do público e apresentar pessoalmente os conceitos artísticos que inspiraram as canções compostas por eles.
Contudo, nem sempre o espectador encontra um ambiente seguro e harmonioso na plateia. Segundo o site Loudwire, bandas como Queen, Nirvana e Linkin Park já interromperam apresentações para socorrer fãs que passaram mal ou foram agredidos na plateia.
E, com base na lista do site, nós separamos 7 bandas que pararam shows para salvar espectadores. Confira:

Certa vez, o Nirvana parou a performance de “Jesus Doesn’t Want Me for a Sunbeam” para repreender um assédio sexual na plateia. Kurt Cobain se levantou rapidamente e foi para frente do palco para criticar o comportamento do espectador. Em seguida, o artista retomou o lugar dele e disse: “Tocando o corpo sem consentimento, cara?”. O baixista da banda, Krist Novoselic, também se manifestou e provocou risadas no público ao apontar para o assediador e dizer: “Olhem para ele”.

Durante um show do Chevelle, um fã foi alvo de uma ação da segurança e foi atacado com spray de pimenta. Após perceber o conflito na plateia, o vocalista Pete Loeffler interrompeu a apresentação e disse para a equipe: “Eles só estão se divertindo, cara”.

Em 2001, Chester Bennington parou uma apresentação do Linkin Park para ajudar um fã que caiu na pista. Ao perceber a queda do espectador, o vocalista disse para o público levantá-lo e explicou que uma das “regras do show” é ajudar qualquer um que cair.

Zack de la Rocha já interrompeu do Rage Against The Machine para repreender os espectadores que assediaram uma fã. O vocalista disse: “Algumas pessoas acham que, por estarem em um show e por ter mulheres dançando e tentando se divertir, têm o direito tirar as blusas delas quando elas estão tentando se divertir aqui. Isso é besteira para um cara***”.

A lendário Freddie Mercury precisou parar uma performance do Queen para amparar um fã com mal-estar na plateia. O vocalista pediu para todos se afastarem uns dos outros e fez questão de verificar se o espectador estava confortável no meio do público.

Os integrantes do Avenged Sevenfold socorreram uma espectadora que, aparentemente, passava mal durante o show da banda. Depois de identificar a fã, o vocalista pediu para a equipe de bombeiros resgatá-la, além de convidá-la para subir no palco para assistir a performance dos músicos.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/
O ex-American Idol participa do grupo icônico de rock desde 2011
Adam Lambert colabora com o Queen como vocalista desde 2011. O artista já fez diversas turnês com a banda e, atualmente, o grupo está viajando pelo mundo com a tour Rhapsody.
Apesar de já estar com a banda por 9 anos, o público não aceitou totalmente a participação de Lambert e criticou a postura do músico nas turnês. As informações são do site Express UK.
Alguns fãs de Freddie Mercury reclamaram da voz e da performance do ex-American Idol por meio do site Blabbermouth. “Estou feliz que as pessoas gostem de Adam. Não suporto o jeito Broadway e o vibrato rápido. Ele de forma alguma representa Freddie Mercury”, disse um perfil.
Outras contas também comentaram como a ‘nova versão’ do Queen parece uma “banda de cover”. Além disso, enfatizaram que Lambertse esforça “demais” para imitar Mercury.
Em entrevista para uma rádio australiana, o artista revelou estar contente de poder entrar no grupo: “Tenho tanta sorte de poder prestar homenagem a [Freddie] e celebrá-lo como artista e como pessoa, como escritor e como cantor”.
Ele completa: “E eu realmente tento mantê-lo na linha de frente da minha mente. Não para imitar, mas fazer isso por ele – meio que, tipo, celebrá-lo”.
Mesmo com as críticas, alguns fãs apoiaram a apresentação de Lambert: “Eu assisti à performance dele no show Fire Fight Australia e fiquei muito impressionado. Ele é extremamente talentoso como cantor e intérprete, ninguém poderia substituir Freddie, mas Adam faz jus aos padrões que ele estabeleceu”.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/
Shows ocorrem em Novo Hamburgo e Porto Alegre
O grupo God Save The Queen vai retornar ao Rio Grande do Sul para dois shows no mês de junho. A banda-tributo do Queen se apresenta em Novo Hamburgo, no dia 12, às 21h no Teatro Feevale (ERS-239, 2755) e em Porto Alegre, no dia 13, às 21h no Auditório Araújo Vianna (avenida Osvaldo Aranha, 685).
Com vestuários, sons e instrumentos similares aos originais, o grupo passeia por clássicos como “Bohemian Rhapsody”, “Radio Gaga”, “We will Rock You”, “We Are The Champions”, entre outros sucessos. As canções são respeitadas minuciosamente em seus arranjos originais.
Criado em 1998, na cidade de Rosário, na Argentina, God Save The Queen foi eleito pela revista Rolling Stone, em 2011, como o melhor dentre todos os tributos do mundo.
Ingressos
Para o show em Novo Hamburgo, os ingressos estão disponíveis online no site da Uhuu e nas bilheterias do Teatro Feevale ou do Teatro do Bourbon Country (avenida Túlio de Rose, 80). Os valores são R$ 200 (Plateia), R$ 150 (Frisa) e R$ 120 (Balcão Nobre).
Em Porto Alegre, os bilhetes estão disponíveis pelo site do Sympla, na bilheteria do Auditório Araújo Vianna e na loja Verse do Shopping Lindoia (avenida Assis Brasil, 3522) e do Centro Histórico (rua dos Andradas, 1444, Galeria Chaves).
Os ingressos também estão à venda nas lojas Planet Surf nos shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Bourbon Wallig, Barra Shopping Sul e Bourbon Ipiranga.
Confira os valores
Plateia Gold: R$250
Plateia Baixa Central: R$200
Plateia Alta Central: R$170
Plateia Baixa Lateral: R$150
Plateia Alta Lateral: R$120
Fonte: www.correiodopovo.com.br/
Uma ruazinha discreta localizada no Feltham, um bairro distante cerca de 20 km da região central de Londres, tem tudo para se tornar point turístico. Ao menos para os fãs de Freddie Mercury, já que a tal rua acaba de ser rebatizada como Freddie Mercury Close em homenagem ao cantor morto em 1991. A via pública não tem exatamente nenhuma ligação com Mercury, exceto pelo fato de que os Bulsaras (esse é o sobrenome de família do líder do Queen) fixaram residência em uma outra em seus arredores, a Gladstone Avenue, quando emigraram da Tanzânia para a Inglaterra. Nessa existe apenas uma placa azul indicando que ali viveu um personagem histórico, algo comum no Reino Unido.
Cenas da cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, sobre Mercury e o Queen, foram gravadas na Gladstone Avenue, que costuma ser bastante visitada por turistas que sabem de sua importância para a música. E há ainda outro lugar novo na capital inglesa para relembrar o icônico popstar: o recém-inaugurado Hard Rock Hotel do chiquérrimo Marylebone, outro bairro de lá, tem em seu lobby o piano que ele gostava de tocar quando ainda vivia com os pais, ocasiões em que os Bulsaras se reuniam para ver o então futuro gênio em ação.
(Por Anderson Antunes)
Fonte: https://glamurama.uol.com.br/
O guitarrista Brian May, do Queen, fez uma publicação em seu perfil na rede social Instagram debochando da teoria da Terra plana. Além de músico, May é doutor em astrofísica.
Na postagem, o guitarrista divulgou uma imagem em que todo o Sistema Solar é apresentado. Os planetas estão em suas dimensões conhecidas, em formato de esfera, com exceção da Terra, que está plana.
Como era de se esperar, a legenda trouxe deboche por parte de Brian May. “A natureza não é incrível?!!”, brincou o músico.
Veja:
Brian May sempre foi muito curioso com relação ao campo da astronomia. Antes do Queen, graduou-se bacharel em física pela Imperial College London, na Inglaterra, cursando doutorado em seguida. Porém, quando a banda começou a fazer sucesso, em 1974, ele abandonou os estudos.
Em 2006, o guitarrista retomou os estudos, matriculando-se novamente no Imperial College London para concluir o doutorado. De acordo com a Wikipédia, o estudo apresentado por May investigou a velocidade radial através de espectroscopia de absorção e espectroscopia doppler de luz zodiacal por meio de interferômetro Fabry-Pérot.
A partir de então, a carreira acadêmica de Brian May ganhou corpo. Ele segue participando de periódicos científicos, com publicações próprias, além de atuar como pesquisador colaborativo na Agência Espacial Americana, a Nasa.
Fonte: https://whiplash.net/
Na carta de despedida, o líder do Nirvana também explicou o que o angustiava tanto, e a relação dele com a fama
No dia 5 de abril de 1994, Kurt Cobain cometeu suicídio. Perto do corpo foi encontrada uma carta, na qual o vocalista do Nirvana explica um pouco sobre os motivos que o levaram a tirar a própria vida.
No texto deixado, o músico menciona Freddie Mercury, líder do Queen que ele já havia demonstrado em outros momentos admirar e ser fã. Parte da carta foi lida por Courtney Love, esposa no velório dele, e teve a gravação tocada no velório, que aconteceu no dia 10 de abril.
Como foi relembrado pelo site Express, em um determinado momento, o ícone do grunge escreveu: “Quando estamos no camarim e as luzes se apagam, e o rugido maníaco da plateia começa, isso não me afeta da forma que afetava Freddie Mercury, que parecia amar e saborear o amor e adoração do público, algo que eu admiro totalmente e invejo.”
“O fato é, eu não posso enganar vocês, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo com vocês e nem comigo. O pior crime que eu posso imaginar é enganar as pessoas fingindo que estou me divertindo 100%”, Cobain escreveu.
E continuou a explicar aquilo que mais o agonizava em relação à fama. “Eu tentei tudo que estava ao meu alcance para conseguir gostar disso (e eu juro, Deus, acredite, eu tentei, mas não foi o suficiente)”, acrescentou.
O líder do Nirvana chega até a considerar que, talvez, “isso seja aquelas coisas de narcisistas que apenas apreciam as coisas quando elas se vão”, e que ele precisava “estar levemente dormente para conseguir recuperar o entusismo que eu tinha quando criança”.
Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Inspirado na clássica guitarra “Old Lady” do guitarrista do Queen, essa edição limitada da Seiko vai “rockar” você! ?
Já faz algum tempo que já falamos neste ZTOP sobre o esforço da Seiko em revitalitalizar sua linha de relógios Seiko 5, tornando-os mais atraentes para uma nova geração de consumidor que se habituou a ver as horas no smartphone:
Dai, o mais novo lançamento da Seiko nessa estratégia é o Seiko 5 Brian May “Red Special” que, como o próprio nome sugere, é uma versão especial da sua linha Sense limitada a 9 mil unidades e desenvolvida em parceria com Brian May, físico nuclear e guitarrista do Queen.

Segundo a Seiko, esse modelo foi inspirado na Red Special (também conhecida como “Old Lady“) que é a guitarra feita pelo próprio artista entre os anos de 1966~67 e que, segundo a lenda…

… foi fabricada em casa com a ajuda de seu pai a partir de itens de prateleira e materiais reciclados (como partes de móveis e peças de motocicleta). Isso porque Brian não tinha dinheiro para comprar uma Fender ou uma Gibson na loja.
Ele também é dono de um modesto Seiko 5 que ele comprou no Japão nos anos 1970, o que pode ter ajudado a aproximar o artista e a empresa.
Como todos os modelos dessa nova linha, a Red Special (modelo SBSA073) é um modelo Sports baseado no calibre 4R36 com mecanismo de corda automático de 24 rubis de 21.600 vibrações/hora (ou 6 vibrações/segundo) o que lhe proporciona um nível de precisão de -35~+45 segundos/dia dentro de uma faixa de temperatura em torno de 5~35 °C. Já sua correia é de Nylon com estilo militar padrão OTAN (modelo G10):

O toque exclusivo fica por conta do seu dial cujo fundo na cor vermelha que lembra a textura de madeira com um detalhe em preto da posição de dez horas que lembra o contorno da Old Lady.

Fora isso, sua autonomia (com a corda cheia) é de ~41 horas e sua caixa de diâmetro externo de 42,5 mm e 13,4 mm de espessura e sua resistência a água é de até 10 ATM/BAR.
Já sua tampa traseira é transparente, o que permite observar o seu mecanismo funcionando e também ostentará a assinatura de Brian May e o seu número de série, que irá de 0001/9000 até 9000/9000:

Finalmente, a caixa do relógio também terá um formato especial…

… que lembra um estojo de guitarra:

A previsão é que ele chegue no mercado japonês no próximo dia 15 de maio (que em inglês é “May” ?) pela bagatela de 58 mil ienes (~R$ 2.250) + taxas.
Mais informações aqui.

Fonte: https://www.ztop.com.br/
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