Diferente da recente cinebiografia Bohemian Rhapsody, Mr. Bad Guy não causou a separação da lendária banda Queen

A estreia solo de Freddie Mercury é muitas vezes mal compreendida. Lançado em 29 de abril de 1985, Mr. Bad Guy foi visto como uma forma do cantor se afastar do legado que criou com o Queen, mas o disco nunca ameaçou esse trabalho.

Diferente do que foi mostrado na recente cinebiografia Bohemian Rhapsody – que chegou a faturar quase U$1 bilhão de bilheteria -, a decisão de Mercury de seguir carreira solo foi tranquila. No filme, Freddie Mercury é visto como o vilão que quase causou o fim da banda ao decidir gravar seu trabalho solo, mas ele estava apenas satisfazendo desejos que não cabiam no Queen, assim como Roger Taylor, que lançou trabalhos sozinho antes de Mercury assinar um contrato solo – o baterista lançou Fun in Space em 1981 e Strange Frontier três anos depois.

A briga retratada em Bohemian Rhapsody aparece como um incentivo para o cantor deixar o grupo, mas essa nunca foi sua intenção. A dramatização foi pensada puramente na criação do clímax do filme e não na veracidade dos fatos. Segundo fontes próximas ao músico, inclusive Brian May, o álbum veio da vontade do vocalista de trabalhar com faixas mais dançantes, algo que ele deixava de lado no Queen, que focava em suas raízes rock and roll.

Mr. Bad Guy começou a ser gravado em 1983, ano em que o Queen decidiu tirar férias dos grandes palcos – que muitos interpretaram como um hiato na carreira da banda – e focar no disco The Works, lançado em janeiro do ano seguinte. Enquanto trabalhava nos discos, Mercury experimentava os dois mundos: a vida com uma banda e a de artista solo. “Ele costumava ficar irritado ao trabalhar com os outros”, disse o co-produtor do disco, Reinhold Mack, que revelou que isso se devia ao fato de May buscar o som mais roqueiro, porém, segundo Taylor, Mercury sentia a solidão da nova carreira. “Ele me ligava durante as gravações e eu tinha que viajar à Munich para fazer o backing vocal”.

Quando finalizou a gravação do disco, o vocalista já havia voltado para a estrada e estava divulgando The Works. Essa turnê trouxe a banda ao Brasil para duas lendárias apresentações no primeiro Rock in Rio – nos dias 11 e 18 de janeiro de 1985 – unindo, em cada dia, mais de 300.000 pessoas e transmitido para quase 200 milhões de telespectadores no mundo. Hipnotizante, animada e lendária foram palavras usadas para descrever a presença da banda no festival.

Mercury, assim como os outros colegas, estava no auge de sua carreira, que logo em seguida foi celebrada com mais uma apresentação lendária, mas dessa vez em Londres. O Live Aid foi um evento beneficente para ajudar a população da Etiópia que na época passava por uma crise que causou a morte de um milhão de pessoas. Em ambas apresentações, Freddie Mercury e os integrantes da banda estavam em ótima forma, provando ser uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Apesar de não ter alcançado o sucesso dos discos do Queen, Mr. Bad Guy levou diversas faixas às paradas britânicas e mundiais. Dançantes, as músicas trazem o cantor no piano, sintetizador e arranjos. Ele também foi responsável por parte da engenharia de som e por toda a composição. No disco, Freddie Mercury explorou seu talento e mostrou que é um artista completo.

O vocalista estava passando por dificuldades que muitos de nós não conhecemos. Entre vícios e fraquezas causadas pela AIDS que contraiu, Mercury entregou a melhor estreia solo que um grande artista poderia ao mesmo tempo que honrava o grupo com apresentações icônicas e importantíssimas para a história do rock.

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

Vídeo reúne cantores famosos soltando a voz no clássico do Led Zeppelin

Os debates sobre quem é o melhor vocalista de Rock de todos os tempos são infinitos. Mas, para ajudar a resolver isso — ou só aumentar a discussão — um usuário do YouTube fez um vídeo compilando vários covers da clássica “Immigrant Song”, do Led Zeppelin.

Entre as vozes que estão na coletânea estão verdadeiras lendas. Freddie MercuryChris Cornell Kurt Cobain são só alguns dos nomes; mas aparecem por lá até os robôs do Cybertronic Spree e alguns participantes de programas de TV.

Claro que a “competição” nem inclui Robert Plant, que é usado apenas como referência. Seria injusto, não é mesmo? Confira a seguir e escolha seu vencedor!

 

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

A banda se apresentou no AAMI Park, em Melbourne, na última quinta, 20

Na última quinta, 20, Queen + Adam Lambert se apresentaram no AAMI Park, em Melbourne, Austrália, como parte da turnê Rhapsody.

Além do repertório habitual, a banda também fez um cover de “Heartbreak Hotel”, de Elvis Presley, e Brian May compartilhou o momento no Instagram.

Escrito por Tommy Durden e Mae Boren Axton“Heartbreak Hotel” foi uma faixa de sucesso na década de 1950, tendo liderado o ranking da Billboard por sete semanas.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

Neste vídeo do canal Alta Fidelidade, Luiz Felipe Carneiro comenta as notícias da música na semana, no Brasil e no mundo. A partir de 1:50 minutos.

Abaixo Bohemian Rhaspody / Radio Ga Ga

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

Segundo o site Express UK, o ex-baixista foi o único integrante que não falou com o líder da banda

John Deacon foi o único integrante do Queen que não falou com Freddie Mercury durante os últimos dias de vida dele. De acordo com o site Express UK, o ex-baixista não conseguiu ver o amigo porque não tinha estabilidade emocional suficiente para vê-lo.

Brian May e Roger Taylor já mencionaram em diversas entrevistas que Deacon era o integrante mais próximo de Mercury e foi o membro que ficou mais abalado com a doença e morte do cantor.

E, devido o momento de fragilidade física e emocional do líder do Queen, os amigos e parentes do músico estavam proibidos de chorar ou ficarem muito emotivos perto de Mercury.

A ex-namorada do astro do rock, Mary Austin, afirmou que Mercury não suportava causar sofrimento nas outras pessoas por causa da condição dele e, por isso, sempre evitava receber visitas dos amigos que estavam extremamente afetados pela situação, como Deacon.

Após a morte de Mercury em 24 de novembro de 1991, o ex-baixista ainda se apresentou com May e Taylor durante seis anos. Contudo, em 1997, o músico decidiu se afastar da vida pública, da banda e dos integrantes restantes do Queen.

Entre as últimas declarações públicas do artista, Deacon afirmou que não fazia sentido continuar com as apresentações do grupo e que era impossível substituir os vocais ou a performances de Mercury.

“Até onde sabemos, é isso. Não tem sentido continuar. É impossível substituir Freddie”, disse o músico na época.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

O músico começou a colecionar carros desde o início da carreira bem-sucedida do Queen

Freddie Mercury tinha uma pequena coleção pessoal de carros, contudo, não tinha uma habilitação para poder dirigir – mas, tinha um motorista particular.

O músico do Queen tinha 6 carros na coleção. São eles: 1950 Studebaker Champion, Daimler Limousine, Rolls Royce Silver Shadow, Mercedes Benz 420 SEL, Lincoln Town Car e Range Rover V8 Conversível, segundo listado pelo Grand Tornation.

  1. 1950 Studebaker Champion

O modelo mais popular já feito pela empresa americana Studebaker, não é surpresa que Mercury tinha. Feito de 1938 a 1958, o carro vendeu tão bem que salvou a empresa da falência.

  1. Daimler Limousine

Tudo o que o Grand Tornation lista sobre esse carro é que ele foi comprado por Mercury quando o Queen começou a ficar mais famoso e bem-sucedido.

  1. Rolls Royce Silver Shadow

Este Rolls Royce substituiu o Daimler como o carro sofisticado do músico. Obviamente, foi dirigido pelo motorista particular dele, porque ele ainda não tinha habilitação.

  1. Mercedes Benz 420 SEL

O Mercedes foi comprado por Mercury em 1986 e rapidamente tornou-se o carro favorito dele. Foi, portanto, utilizado diariamente. Mais tarde, foi vendido pela Sotheby’s em 1996, mas abandonado pelo novo proprietário.

  1. Lincoln Town Car

Em 1981, o Lincoln Town Car tornou-se o carro americano de luxo preferido do músico.

  1. Range Rover V8 Conversível 

O V8 Range Rover conversível não é um carro particularmente bonito, mas um que certamente chamaria atenção. Especialmente com Freddie nos assentos ao ar livre. Mais tarde foi vendido a Roger Taylor, o baterista do Queen.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Sabia que dá pra misturar a música de Freddie Mercury com o carnaval do Recife e Olinda? Vai ter até desfile do cover do artista com um grupo de maracatu pelas ruas das cidades irmãs. Assista a reportagem e entenda.

 

QUEEN TRIBUTE BRAZIL

O maior espetáculo de Queen da América Latina

Banda pioneira em tributo ao Queen no Brasil, sucesso de público em teatros, casas de shows e eventos por todo país, traz um espetáculo emocionante com qualidade musical, visual e performática os grandes clássicos do Queen como Bohemian Rhapsody, Love of my life, Under pressure, Radio ga ga, We will rock you, We are the champions, I want to break free, Don’t stop me now, Somebody to love, Crazy litlle thing called love, e muito mais !!!

Quinta 20 de fevereiro de 2020
Evento fechado
São Paulo / SP

Domingo 23 de fevereiro de 2020
Evento fechado
Ubatuba / SP

​Sábado 29 de fevereiro de 2020
22h30
Clube Come together
Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 123
São Roque / SP

Acompanhe a agenda de shows, fotos, vídeos, matérias, pelo site ou facebook:

www.queentributebrazil.com

https://www.facebook.com/QueenTributeBrazil/

Contratações: (11)99282-5675 / reibatera@gmail.com

 

Agradecimentos a:
Reinaldo Kramer
www.queentributebrazil.com
(11)9.9282.5675 (WhatsApp)

 

Episódio ocorreu durante a chegada do músico na Austrália, para uma turnê com a banda

O guitarrista Brian May, do Queen, teve um raro momento de fúria em sua chegada na Austrália nesta quarta-feira (12). O músico, que desembarcou em Brisbane, para uma turnê no país com o Queen + Adam Lambert, estava conversando com alguns fãs, do lado de fora do aeroporto, quando se irritou e partiu para cima de um cinegrafista que insistentemente tentava fazer imagens para a emissora local Canal 7, mesmo com o roqueiro pedindo que ele parasse por um momento.

Em sua rede social, Brian May explicou que avistou o grupo de jovens com a camisa da banda e resolveu parar o carro para atendê-los, quando já estava a caminho do hotel. Ao notar a presença do operador de câmera, o guitarrista deixou que ele fizesse algumas filmagens e depois pediu que ele parasse, para ter um momento mais reservado com os fãs. O homem relutantemente desligou o aparelho, mas logo usou o celular para continuar fazendo as gravações, o que fez o músico perder a paciência.

“Não sou exatamente conhecido por ser agressivo, mesmo diante de provocações, mas esse cara me pegou de surpresa – um dos cinegrafistas mais rudes e desrespeitosos que já encontrei”, escreveu ele em seu Instagram.

“Esses jovens estavam claramente emocionados com o encontro, e eu senti que eles mereciam alguns momentos sem serem filmados para compartilhamento público. Então, de forma mais gentil possível, eu pedi que o cinegrafista parasse de filmar, agora que ele já tinha conseguido sua reportagem, e que nos desse alguns momentos em privado. Ele se recusou. Continuou filmando, e, agressivamente, focou a câmera em meu rosto com um close-up. Isso, para mim, pareceu uma invasão deliberada do meu espaço, e francamente hostil. Naquele momento, tudo mudou”, Continuou o músico, afirmando que ainda pediu mais algumas vezes para o repórter desligar a câmera, antes de se irritar completamente.

Após o incidente, Brian May pediu desculpas para os fãs que presenciaram a cena e embarcou novamente em seu carro.

Veja abaixo o vídeo:

 

Fonte: https://www.vagalume.com.br/

 

Ao se apresentarem na Nova Zelândia, o lendário grupo adicionou “Whole Lotta Love” no setlist

Queen está em turnê mundial com The Rhapsody e as apresentações do grupo têm sido bem intensas. Nos últimos dias, eles passaram pela Nova Zelândia e com Adam Lambert nos vocais fez uma surpresa para os fãs que compareceram ao show.

Com um setlist de 29 músicas, o grupo fez uma versão de “Whole Lotta Love“, do Led Zeppelin. A faixa ficou sensacional com a guitarra de Brian May, assista abaixo:

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

Recentemente, o músico de 72 anos falou sobre os artistas que serviram de inspiração para a banda britânica no início dos anos 1970

Queen é uma das maiores referências do rock de todos os tempos, transitando entre o pop leve e o heavy metal. Contudo, eles também se inspiraram em outros artistas para criar o próprio estilo.

Recentemente, o guitarrista e compositor Brian May revelou as influências da banda britânica nos anos 1970 – dos Beatles ao ‘deus’ Jimi Hendrix.

Conversando com a Guitar World no ano passado, o músico de 72 anos disse: “Naquela época, me mostraram o som de Eric Clapton e Jimi Hendrix, e isso mudou a minha vida.”

“Para nós, Hendrix era o deus absoluto”, continuou May. “Ainda não entendo de onde veio tudo aquilo. Era como se ele fosse de outro planeta.”

“Sobre harmonias – eu venho de Buddy Hollye os CricketsEverly BrothersBeatles. Os Beatles construíram nossa Bíblia no que diz respeito à composição, arranjo e produção musical.

Ainda exaltando o Fab Four, May acrescentou: “O White Album é um manual completo de como você deve usar um estúdio para criar músicas. ‘Happiness Is a Warm Gun’ e ‘Dear Prudence’ são exemplos ofuscantes de como a música pode como pintar um quadro.

“Mas, de certa forma, os Beatles não precisavam tocar as músicas ao vivo. Nós nos tornamos apaixonados por construir coisas no estúdio, mas também revivê-las no palco”, concluiu.

A coleção de roupas desenhadas pelo músico está disponível no site oficial da empresa dele

Brian May não cansa de surpreender. Além de ser um guitarrista incrível, ter um doutorado em astrofísica, o músico também tem uma empresa de instrumentos – que anunciou uma coleção de roupas esportivas no início de janeiro.

A linha de roupas esportivas da empresa do guitarrista conta com um sutiã – estilo top de ginástica – e uma calça esportiva no estilo legging, além de outras peças como uma camisa e um colete. Segundo o site oficial deles, a estampa repleta de guitarras foi desenhada pelo próprio músico.

“Pegue-os enquanto estão quentes”, tuítou a empresa Brian May Guitars no dia 14 de janeiro com uma foto do sutiã/top e da calça.

Brian May Guitars@BrianMayGuitars

Get ‘em while they’re hot… http://bit.ly/BMGApparel https://twitter.com/catqueenmarie/status/1216974292081971200 

Ver imagem no Twitter
O sutiã já esgotou. Mas, as outras peças de roupa com a mesma estampa ainda estão disponíveis no site oficial que você pode conferir aqui.

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

O guitarrista usou as redes sociais para desabafar com os seguidores e os fãs de Queen

Brian May usou novamente as redes sociais para desabafar com os seguidores e fãs do Queen. Em um post recente, o músico revelou que precisa ser esforçar para acreditar que é um guitarrista bom o suficiente.

Segundo o artista, uma raiva ‘paralisante’ surgiu dentro dele durante uma das performances do Queen com Adam Lambert no Japão, na The Rhapsody Tour.

“Provavelmente, é um efeito da epifania que experienciei no palco na segunda noite de Tokyo. Guiado pela raiva de mim mesmo (apenas) por me permitir pular em uma percepção paralisante de que eu não sou bom o suficiente”, disse o músico.

Em outro post, o músico escreveu: “Por muitas razões além do que eu posso explicar, eu tive uma onda de raiva e dor no meu corpo […] Eu tive que ir fundo atrás da essência do que eu faço na frente de 30.000 almas boas.”

May também escreveu que, apesar dos conflitos internos, conseguiu recuperar a autoconfiança e voltou a acreditar que ninguém poderia fazer o que ele faz durante os shows.

“Eu, de alguma forma, caí em um estado de palco, no qual cada nota parece uma afirmação de que isso é o que posso fazer e ninguém mais pode. Eu não sei se a convicção vai durar, mas até agora parece ter liberado minha habilidade de aproveitar o que eu estou experienciando e ser grato por isso. Como será o show de hoje a noite? Como será fascinante descobrir.”

Por meio do Instagram, o guitarrista do Queen ainda agradeceu o apoio dos fãs. Ele escreveu: “Me deu alegria e a convicção em mim mesmo correu em minhas veias […] Sentir essa quantidade de poder no meu corpo e alma foi de tirar o fôlego. Obrigada por estarem aqui”.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br/

 

Don’t Stop Them Now: lendas da música britânica, Queen, serão homenageadas com moedas do Reino Unido 

  • The Royal Mint anuncia nova moeda comemorativa para comemorar o legado de uma das bandas mais queridas da Grã-Bretanha
  • A moeda presta homenagem aos quatro membros do Queen, representando seus diferentes instrumentos e contribuições para o grupo
  • A moeda comemorativa, que marca a primeira da coleção ‘Music Legends’ do Royal Mint, está disponível nas versões Gold Proof, Silver Proof e Brilliant Uncirculated
  • A moeda Brilliant Uncirculated também estará disponível em número limitado em três pacotes exclusivos, que incluem um pôster e estará disponível apenas para compra na The Royal Mint.

O Royal Mint anunciou que a banda icônica Queen será homenageada com o lançamento de uma coleção de moedas comemorativas, tornando-a a primeira vez que uma banda britânica é celebrada com moedas do Reino Unido. Disponível a partir de hoje, o design é o primeiro da nova coleção ‘Music Legends’ do The Royal Mint.

Conhecidos por ultrapassar os limites com seu próprio estilo único e continuamente reinventar sua abordagem à música, o som estratificado e os hinos extravagantes do Queen continuam a influenciar uma nova geração de décadas de músicos após a sua formação.

Talvez o exemplo mais marcante da determinação da banda em ser ousada tenha sido a decisão de lançar um single quase operacional de seis minutos, Bohemian Rhapsody, em 1975. Antes do lançamento da música, a gravadora estava determinada a reduzir a duração do single. significativamente. No entanto, o quarteto recusou e o risco valeu a pena, com o single gastando nove semanas consecutivas no topo das paradas. Em 2002, 27 anos depois, o single foi votado como a música favorita da Grã-Bretanha de todos os tempos. As notas de abertura do Bohemian Rhapsody são tão bem reconhecidas, que o designer de moedas do Royal Mint, Chris Facey, decidiu que era uma homenagem apropriada para mostrá-las, apresentando as teclas do piano pressionadas.

A moeda homenageia todos os quatro membros do Queen, em reconhecimento por suas contribuições para o sucesso da banda. Isso é feito através da representação do instrumento de cada membro, com o piano de cauda Bechstein ™ – que Freddie Mercury tocou para o Bohemian Rhapsody – aparecendo no topo da moeda. Enquanto isso, o logotipo do grupo é colocado no centro do design e é destacado pelo microfone exclusivo do cantor. 

A guitarra ‘Red Special’ de Brian May – que ele ainda toca usando um velho sixpence para dar seu som único – também aparece ao lado do Fender Precision Bass ™ de John Deacon. Finalmente, o bumbo Ludwig ™ de Roger Taylor é decorado com o brasão do Queen, como apareceu nos primeiros dias da banda.

Brian May disse: “Este é um grande ‘Quem poderia ter imaginado isso?’ momento para nós. Quando começamos como rainha, até o primeiro degrau da escada do reconhecimento parecia remoto e inacessível. Ter nossa banda reconhecida e nossa música comemorada dessa maneira é muito emocionante – uma verdadeira honra. ”

Roger Taylor disse: “Maravilhoso, todo esse barulho pela nossa banda. Eu me sinto totalmente gasto.

Nicola Howell, diretor comercial do Royal Mint, comentou: “O Queen era uma das bandas mais influentes de sua geração, e seus clássicos atemporais ainda são apreciados por milhões de fãs em todo o mundo. É por isso que estamos tão satisfeitos por homenagear sua grande contribuição para a música britânica com sua própria moeda, que será a primeira vez que uma banda britânica será celebrada com moedas do Reino Unido. A música britânica é uma das nossas maiores contribuições para a cultura em todo o mundo, e seus músicos como o Queen estão na vanguarda disso. Estamos ansiosos para anunciar outras moedas em nossa nova coleção ‘Music Legends’ ainda este ano, marcando o trabalho de outros músicos britânicos excepcionais. ”

Chris Facey, criador da moeda Queen, acrescentou: “Minha primeira lembrança de Queen foi ouvir Bohemian Rhapsody no filme Wayne’s World, e sou um grande fã desde então. Portanto, é uma honra ser convidado a comemorar uma banda tão extraordinária em uma moeda do Reino Unido, e ainda mais emocionante, pois é a primeira moeda que eu projetei. Todos os quatro membros do Queen foram vitais para sua bravura na música que criaram e nos limites que impuseram, e espero que os fãs gostem de ver cada uma de suas contribuições prestadas em homenagem a esta moeda. ”

A colaboração foi reunida e facilitada pela Bravado, empresa líder em gerenciamento de mercadorias e marcas do Universal Music Group. A primeira de uma emocionante nova série comemorando a inovação e o sucesso da música britânica, as moedas comemorativas estarão disponíveis em Gold proof, Silver proof e Brilliant Uncirculated e estarão disponíveis para compra em www.royalmint.com . 

Os preços variam de £ 13 para a moeda Brilliant Uncirculated até £ 2.100 para a moeda à prova de ouro. A moeda Brilliant Uncirculated também estará disponível em número limitado em três pacotes exclusivos, que incluem um pôster e estará disponível apenas para compra na The Royal Mint. 

  • £ 5 Moeda brilhante sem circulação de moedas – £ 13 – (equivalente a R$ 70,80)
  • £ 5 Moeda brilhante sem circulação, capa dois – £ 15 – (equivalente a R$ 81,69)
  • £ 5 Brilhante moeda não circulada cobre três – £ 15 – (equivalente a R$ 81,69)
  • £ 5 Brilhante moeda não circulada cobre quatro – £ 15 – (equivalente a R$ 81,69)
  • Moeda à prova de prata de meia onça- £ 60 – (equivalente a R$ 326,76) 
  • Moeda de uma onça à prova de prata – £ 90 – (equivalente a R$ 490,14)
  • Moeda à Prova de Ouro de 254 Gramas – £ 510 – (equivalente a R$ 2.777,46)
  • Moeda de uma onça à prova de ouro – £ 2.200 – (equivalente a R$ 11.981,21)

 

Fonte: Queen Online 

Por Jean Carlo B. Santi

Antes de registrar o texto, confesso que fiquei pensativo sobre o porquê de me aventurar a escrever sobre um tema como “maiores ou melhores”. É sempre polêmico, e se houvessem mil pessoas debatendo sobre, dificilmente haveriam ao menos duas listas idênticas. Sem falar nos haters… Ahh, os haters… Estes fazem toda opinião contrária à sua própria parecer uma afronta a dignidade humana. Seguimos adiante, para não cometer o mesmo pecado. O fato é que nunca dei muita bola para estas listas melhores disso, maiores daquilo, muito embora quase sempre clico na matéria para dar aquela conferida, e como todo mundo, sempre acabo discordando de alguma coisa. Mas certa feita, me veio à cabeça uma curiosidade: dentre tantas lendárias, icônicas e antológicas bandas de rock, seria possível, de forma imparcial, apontar uma banda como a maior do mundo? E lá fui eu, surfar nesta conjectura, e gastar algumas pestanas divagando sobre esta questão. Para quem já acumulou algumas décadas de rock como eu, e ainda, como ávido consumidor da história do rock, seria quase óbvio, ao pensar em uma única banda, que esta seria The Beatles. Mas não sejamos assim, tão premeditados. Coloquemos uma pimenta nisso, ou seja, vamos nos ater a alguns critérios. Primeiro, vamos avaliar a relevância histórica, ou seja, o que a banda representou em seu apogeu, e se, ainda nos dias atuais, a banda continua relevante. Segundo critério: atração do público, ou seja, capacidade de vender discos e de lotar shows. Terceiro, a influência que a banda gerou para artistas contemporâneos e futuros e, ainda, o impacto que a banda causou na história da música, e em especial, do rock. E se, apesar de todos os critérios acima citados, os Beatles ainda não sair da sua cabeça, adicionemos então um contexto temporal: a banda precisa estar na ativa durante o período a ser avaliado. Assim, o exercício proposto seria o de elencar qual foi maior banda do mundo, desde o ano de nascimento do rock na década de 50 até os dias atuais. Pensando assim, se me perguntarem novamente: “qual a maior banda ou artista de rock do mundo?”, já poderei responder de pronto: depende da época!

1955 / 1963 – Elvis Presley

Muitos hão de reclamar: “mas e Bill Halley, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Little Richard, etc”? Não restam dúvidas da grande importância de todos estes, mas o fato é que o primeiro astro em âmbito mundial da história do rock foi Mister Presley. Foi este senhor, ao qual se nega acreditar que tenha morrido, que levou o gênero rock para os quatro cantos do planeta. Não obstante, é praticamente impossível não citar um grande artista surgido na década de 60 e 70 (tida por muitos como a era de ouro do rock) que não tenha sido influenciado por Elvis. Com uma voz grave, marcante e potente, cuja tonalidade só se acreditava ser possível aos grandes cantores negros da época, e performances inesquecíveis com direito a sua quase patenteada dança frenética, ensinou ao mundo do rock o conceito de frontman performático, um verdadeiro showman. Décadas depois da sua morte (ou não…), esta fera ainda continua batendo recordes e mais recordes de vendagens de todo tipo de material, de discos a suvenires. Elvis é o cara! (será mesmo que ele morreu?)

1963 / 1970 – The Beatles

Achou que eles não iriam aparecer? Sem chance! Em 1962, os Beatles já estavam entrando em erupção, mas a partir de 1963, e até o encerramento oficial da banda, em 1970, ainda que nomes como Elvis Presley, Jimi Hendrix e Rolling Stones também figurassem como grandes astros do rock, definitivamente, não tinha pra ninguém. Os Beatles se tornaram praticamente um sinônimo da palavra rock, foram pioneiros em muitas outras vertentes como o hard rock, o progressivo/psicodélico, e fonte de inspiração para muitos outros gêneros. Eles foram responsáveis diretos pela popularização das bandas, em uma época que o sucesso era inerente à artistas solos. Falar de influência é chover no molhado, pois não só influenciaram artistas contemporâneos seus, como boa parte dos músicos que surgiriam depois e até os dias de hoje, independentemente do estilo musical (já imaginou estudar qualquer instrumento musical e não aprender nada dos Beatles?). Vendagem de discos então, é covardia. São recordistas absolutos no gênero. Ainda não surgiu um fenômeno igual, e dificilmente surgirá alguma outra banda que venha atingir o mesmo patamar de sucesso, e de forma tão duradoura.

1970 / 1980 – Led Zeppelin

Esses caras já nasceram gigantes. O sucesso foi estrondoso já a partir do primeiro álbum. E, tal qual os Beatles, só perderam o posto de maior banda do mundo após o encerramento de suas atividades. Tinha tudo ali: músicos extremamente competentes, o carisma e sex appeal do hoje vovô Plant, a mística por trás da temática que envolvia a banda, enfim, todos os ingredientes necessários para a criação de um mito. Infelizmente, até o trágico motivo pelo encerramento da banda, de certa forma também contribuiu para isso. Desejo de toda grande banda inglesa, para serem considerados astros a nível mundial seria imprescindível conquistar a América. Isso foi fácil, pois lá, eles são venerados até hoje de uma forma absurda. Condição conquistada mais que merecida. Se considerarmos a base do rock atual como um terreno, o solo seria os grandes artistas da década de 50 e 60, e teríamos dois troncos, sendo um o Black Sabbath, como maior expoente influenciador de toda ramificação da música mais pesada, como o Thrash, o Heavy, o Death e demais correlatos, e em outro tronco, o Led Zeppelin, florescendo o que viria depois em termos de hard rock, pop rock, alternativo, psicodélico, entre outros. E olha que, em se tratando de década de 70, a concorrência era pesada. Além do grande Sabbath fazendo sombra, figurava também nada menos que um “grupinho” chamado Pink Floyd. Por essas e por outras, o Led não é só uma banda, é uma lenda do rock.

1980 / 1988 – Queen

Tudo bem que esta inglesa, ao contrário de seus conterrâneos anteriores, não teve o reconhecimento imediato da América. Este viria somente anos mais tarde, após a morte de Freddie Mercury. Mas e daí? Não se pode negar a influência dos americanos em todo mundo no que tange a cultura de consumo da música, mas se o Queen não era essa potência toda nos States, pode ter certeza que no resto do planeta, não havia outra banda mais expressiva. Freddie era um verdadeiro encantador de serpentes (sem maldade, pessoal!), tinha a plateia nas mãos como nenhum outro e foram responsáveis por alguns dos shows mais épicos de toda a rica história do rock (não era por acaso que o Queen abarrotava estádios mundo afora). Dez de dez listas sobre os maiores frontman da história sempre configuram Freddie em primeiro lugar. Brian May é um dos guitarristas mais respeitados e admirados ainda hoje. A cozinha baixo/bateria era sublime. Todos eles eram extravagantes, magistrais, teatrais e tudo o mais que os anos 80 adorava. Isso em um período onde a titânica AC/DC, que já vinha como uma locomotiva desde os anos 70, também andava quebrando tudo, fazendo frente em termos de popularidade.

1988 / 1992 – Guns N’ Roses

Desbancar o Queen ainda em atividade não foi tarefa fácil. Teria que surgir um verdadeiro furacão. E foi isso mesmo que aconteceu. O Guns’n’Roses poderia até parecer como mais uma banda da onda Glam Rock. Mas eles eram diferentes. Eles eram marginais. Sujos. Agressivos. Eles tinham Axl e Slash. O som era distinto de tudo que o hard rock oferecia na época. E eles rapidamente incorporaram toda megalomania que faz com que uma banda de rock seja ainda mais cultuada pela grande massa. O frescor novidadeiro daquela voz, tão estranha quanto impactante, e de um cabeludo usando sua icônica cartola que, enquanto tocava guitarra, não se importava muito com as mensagens das campanhas antitabagismo, somado ao fato de toda essa turma vir diretamente dos becos de Los Angeles, no auge da onda “American Lifestyle”, foi um cenário perfeito para que os Estados Unidos pudessem vender como água no deserto a sua grande banda de rock para todo o mundo. Como tudo aquilo que se torna demasiadamente popular também oferece o risco de causar repulsa na mesma proporção, a figura do Sr. Rose começou também a se desgastar, muito embora, mesmo hoje em dia, um lugar no show do Guns seja disputado a base de tapas.

1992 / 1994 – Nirvana

Neste período houve uma competição acirrada. O Guns ainda estava no auge, com seus Ilusions recém lançados. Mas não teve jeito. Quando surgiu Nevermind, o mundo parou por um momento. Aquilo abalou as estruturas do mundo da música. Muitos medalhões, inclusive o próprio Guns, repensaram seriamente o futuro da música dali por diante. Bandas de todos os subgêneros do rock ficaram intimidadas ao se perguntarem: “Será este o futuro do rock? O que estamos fazendo? Pra onde vamos?”, tamanho o impacto causado na cena. E não estavam errados, afinal, a música jamais seria a mesma depois do Nirvana. Aquele som gutural, desafinado, mas ao mesmo tempo harmônico, despretensioso e soando como banda de garagem, inundou as rádios e televisões do mundo todo. Atrelou-se àquele som até uma nova denominação, o “Grunge”. E mais bandas foram correlacionadas àquele movimento. A identificação com os jovens foi instantânea (lembremos com saudade de uma época em que a juventude repudiava o estilo de ostentação e frugalidade das bandas hard-glam-rock da época, e abraçaram imediatamente a ideia anti-rockstar e a retomada do conceito punk “do it yourself”, tudo isso com uma roupagem toda nova…). Falando em roupagem, até na forma de se vestir, a juventude foi impactada (camisas de flanela venderam aos montes). Ainda que inúmeros projetos “Unplugged” antológicos já houvessem sido realizados por grandes bandas, foi a partir do especial do Nirvana que este tipo de projeto ganhou uma notoriedade e popularidade sem precedentes, fazendo com que inúmeros outros artistas de variados estilos copiassem a “fórmula mágica”. Amando ou odiando, mas nunca ignorando sua existência: O Nirvana sempre será comentado.

1994 / 2006 – Rolling Stones

Neste momento, muita gente caiu da cadeira: “Como assim? Só agora vai reconhecer os Rolling Stones?”. Compreensível. Não seria exagero dizer que os Stones ocupariam junto aos Beatles o posto de maior banda do mundo. Como dito no prólogo deste, não existe unanimidade neste tipo de discussão. Mas o fato é que, se tivéssemos de escolher apenas uma banda por período, teríamos que concordar que o melhor momento dos Stones ocorreu justamente quando os Beatles ainda estavam na ativa. Em analogia, é dizer que o Neymar poderia ser o melhor do mundo, o problema dele foi jogar na mesma época que o Messi… Enfim, ocorre que, pós mortem de Kurt Cobain, houve uma sensação de vazio, o mundo se voltou novamente para o colo dos vovôs. Bateu aquela “vibe” saudosista, de cultuar o passado, e os Stones, já veteranos nesta época, não perderam esta onda – continuaram mandando ver nas lendárias performances ao vivo e ainda lançaram um disco inédito e bem recebido à época. Assim, seguiram lotando turnês e mais turnês, fizeram o maior show de rock a céu aberto da história em pleno Rio de Janeiro (a capital do funk e do samba…), com Keith Richards detonando tudo o que a Colômbia podia produzir e Mick Jagger não “perdoando” nenhuma modelo de belos atributos. Seguindo literalmente o termo “I Can Get no Satisfaction”, esses caras não representavam nenhum papel, eles continuavam vivendo intensamente o conceito sex-drugs-rock’n’roll como se ainda estivessem em plenos anos 60, fazendo com que as pessoas se perguntassem admiradas: “como esses caras ainda continuam vivos e como conseguem continuar tocando?”. Se admirariam ainda mais se soubessem que, mais de uma década depois, eles ainda permanecem incendiando palcos pelo mundo afora com o mesmo entusiasmo e paixão pelo rock. Lendas vivas do rock!

2006 / 2011 – U2

O U2 já era uma banda grande mundialmente ainda na década de 80. E ficou ainda maior na década seguinte. Esta crescente chegou ao pico na metade dos anos 2000, após dois sucessivos álbuns de estrondoso sucesso lançados respectivamente em 2000 e 2004 (feito este muito raro para qualquer banda já “old school” alcançar, em plena era da internet), e turnês atrás de turnês de absoluto sucesso de público e crítica. O U2 tem um grande mérito de ser uma banda essencialmente rock que agrada também aos não roqueiros. E com todo esse apelo, somados a décadas de boa música (discografia impecável), a voz inconfundível de Bono harmonizando em dueto vocal com o talentoso The Edge como poucas duplas no rock, fizeram o U2 ter um dos shows mais desejados desta década. Poucas foram as bandas de rock que tiveram tamanha cobertura e espaço em mídia televisiva, inclusive aqui no Brasil, com a popularesca “Plim Plim”. Outro fato curioso, e talvez segredo de tanto sucesso, é a manutenção do quarteto mais famoso por todos esses anos. Não se ouve nem notícia de brigas internas. Também é interessante pensar em como o som do U2, mesmo ouvindo as músicas mais antigas do grupo, soam atuais nos dias de hoje. É um fato: eles sempre estiveram à frente de seu tempo.

2011 / Dias atuais – Metallica

Esta década, em especial para a música, merece um parágrafo à parte. Primeiro, é importante ressaltar o quanto a internet, agora disponível à mão através dos celulares mais modernos, aliada ao estilo de vida deste novo mundo tecnológico de rotinas ultra aceleradas e que nos obriga a executar múltiplas tarefas, alheio a qualquer tipo de contemplação, meditação ou ostracismo, tem afetado a maneira de consumir música. Álbuns de rock já não são mais tão atrativos. Singles disponibilizados nos muitos canais digitais estão mais em voga. Raros são os que tem paciência de descobrir um novo álbum. Nessa era do imediatismo, as pessoas querem consumir aquilo que lhes parece mais confortável, o que elas já sabem que é bom. Talvez por isso nesta década os grandes artistas do rock sejam todos veteranos, pré-era internet. O próprio rock já não tem mais o apelo de outrora junto a juventude. Então, a banda já precisa vir carregando uma base de fãs construída desde décadas atrás, para que, somada à base de fãs mais jovens conquistados, possam manter o status de gigantes do rock. E é aí que o Metallica tem um grande trunfo: uma capacidade inimaginável de congregar novos fãs, a cada geração que passa. Eles são diferentes em tudo: pra começar, é uma banda pesada, estilo thrash metal (apesar de algumas contradições), que faz igual sucesso com fãs de outros gêneros do rock, menos intensos. Eles não começaram grandes, foram amadurecendo seu som e, álbum após álbum, vieram conquistando notoriedade e respeito no cenário mundial, e mesmo passando por um longo período de turbulência interna e críticas em relação a sua música produzida à essa altura, o magnetismo emanado pelo quarteto parecia cada vez maior, e alheios a toda essa história, a base de fãs pelo mundo afora só aumentava. Que outra banda do estilo thrash lota tantos estádios e vende tão caro seus ingressos atualmente? É fato que outros artistas já citados nesta lista, como o Guns, os Stones e o U2, continuam fazendo turnês de absoluto sucesso nos dias atuais, e ainda outros, como Bon Jovi, Roger Waters, Paul MacCartney, e muitos mais, mas o diferencial do Metallica é que continuam performando ao vivo em alto nível (sejamos sensatos, é claro que nenhum destes artistas já citados estão no melhor nível que já estiveram em seus tempos áureos), e terem lançado nesses últimos anos materiais inéditos de boa qualidade e receptividade junto aos fãs e crítica especializada (apelando novamente para a sensatez, também não há comparação com o melhor material já produzido, mas nesses tempos bicudos para o rock, chega a ser um alento ver artistas já tão veteranos lançando materiais relevantes nos dias de hoje). Sir James Hetfield & Cia, por tudo que representam na vida de milhares de pessoas nesse planeta (difícil explicar a comoção que esta banda emana, e como seus fãs são os mais “chatos” e fanáticos do mundo), carregam com mérito este posto de maior banda da atualidade.

Termina aqui nossa digressão. O que o rock nos reservará daqui por diante, só o tempo dirá. Pode ser que na próxima década estejamos falando de artistas como Imagine Dragons, Coldplay e Twenty One Pilots como as maiores bandas de rock do mundo. Despido de qualquer preconceito, é estranho imaginar isso, pois hoje, elas não soam como rock, pelo menos não na forma como foram forjadas todas as outras bandas anteriormente citadas. Já acreditei um dia que o rock estava próximo da morte. Hoje, entendo que ele nunca vai morrer, vai apenas se transformar. Pode ser que o conceito do que se considera “rock” seja outro. Se esta mudança irá agradar aos ouvidos mais tradicionais, e se o rock ainda será um gênero que inspirará transformação cultural, dedicação e paixão das pessoas que o consomem, isso será uma outra história.

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

O líder do Foo Fighters relembrou o truque usado pelo vocalista do Queen para conquistar o público do estádio de Wembley

Dave Grohl acredita que todas as bandas deveriam estudar a performance do Queen no Live Aid, em 1985. De acordo com o músico, o show é uma verdadeira aula e ensina como conquistar o público.

O líder do Foo Fighters conversou com o FreddieMercuryClub e revelou que a performance de Freddie Mercury foi essencial para ele aprender se preparar vocalmente, subir no palco e conduzir um show.

“Toda banda deveria estudar o Queen no Live Aid . Se você realmente sente que essa barreira foi quebrada, você se torna Freddie Mercury“, disse o músico.

Grohl também descreveu Mercury como “o maior performer de todos os tempos” e relembrou o truque usado pelo cantor para resolver uma questão técnica da apresentação sem deixar de interagir com o público.

Devido o grande número de apresentações, os artistas do Live Aid não tinham muito tempo para testar o som dos equipamentos e se aquecer no palco. Por isso, Mercury decidiu testar o retorno do som e o alcance vocal dele durante o show.

O truque do cantor foi pedir para o público repetir as melodias que cantarolava. Foi assim que o vocalista do Queen conseguiu se aquecer ao mesmo tempo que interagia com os espectadores e entrava para história como um dos os maiores performers de todos os tempos.

“Tipo, é engraçado? Você imaginaria que Freddie era mais que um humano, mas… você sabe como ele controlou o estádio de Wembley no Live Aid, em 1985? […] Ele ficou de pé ali e fez os aquecimentos vocais dele com a plateia. Algo tão íntimo, que eles perceberam: ‘Oh yeah, ele é apenas um cara do cara***”, disse Grohl.

 

Fonte:  https://rollingstone.uol.com.br/

 

O show no evento beneficente é considerado uma das melhores performances do Queen

Freddie Mercury era um performer nato. O líder do Queen sabia como interagir com o público para conquistá-los. E a apresentação do Live Aid é, definitivamente, a prova da potência do astro do rock.

O evento foi realizado no dia 13 de julho de 1985 no estádio de Wembley, com o objetivo de arrecadar renda para os povos que passavam fome na África. 72 mil pessoas foram no estádio para ver apresentações de lendas da música, como David BowieElton John e Paul McCartney.

Apesar da participação de inúmeras estrelas, o Live Aid é praticamente um sinônimo do melhor show do Queen – ainda mais após o lançamento da cinebiografia da banda, Bohemian Rhapsody .

A performance de Mercury foi o ponto alto do evento e de toda a carreira dos integrantes do Queen. Segundo Brian May , o vocalista conseguiu alcançar cada pessoa que estava presente no estádio.

Freddie era nossa arma secreta. Ele tinha capacidade de alcançar facilmente cada um naquele estádio, e eu acho que realmente era a noite dele”, disse o guitarrista.

De acordo com o Express UK, por causa do grande número de apresentações, cada artista tinha pouco tempo para passar  o som e fazer o show. Mas Mercury queria testar o retorno do microfone e o alcance da própria voz no estádio.

Então, o vocalista do Queen decidiu brincar com a plateia enquanto se aquecia e pediu para os espectadores imitarem as melodias que cantava. Assim, Mercury conseguiu conquistar a plateia em poucos minutos e marcar a história da música.

Após o show, o próprio astro do rock reconheceu o feito e disse: “É algo para se orgulhar, que eu estou nisso junto com todos os “grandes” e que eu posso fazer algo que vale a pena. Sim, eu estou mais orgulhoso do que qualquer outra coisa”.

 

Fonte: https://rollingstone-uol-com-br

Em 1997, o baixista não se afastou apenas dos palcos, mas dos integrantes da banda também

Após a morte de Freddie Mercury, John Deacon continuou mais seis anos como baixista do Queen até decidir deixar a banda, em 1997. Segundo os integrantes restantes da banda, o baixista não soube lidar com a perda do amigo e decidiu se afastar de tudo relacionado ao grupo.

No documentário The Show Must Go On: The Queen + Adam Lambert StoryBrian May e Roger Taylor relembram o momento que o músico decidiu deixar a banda.

John surtou e decidiu que ele não conseguiria lidar mais com a indústria da música, era um período estranho. Realmente a banda estava acabada”, disse o Taylor.

Na época, Deacon fez uma declaração pública para anunciar a saída da banda. Ele disse: “Até onde sabemos, é isso. Não tem sentido continuar. É impossível substituir Freddie“.

E o baixista não se afastou de May e Taylor na área profissional, mas na vida pessoal também. Em entrevista ao The Independent, o baterista do Queen revelou que Deacon abençoou os músicos para fazerem o que quiserem com a banda e descreveu-o como “sociopata”.

“Eu não ouviu um rangido de John. Nem um grunhido gutural. Nós não temos contato, mas John é um sociopata, realmente, e ele deu bênção para qualquer coisa eu e Brian possamos fazer com a banda – e nós fizemos muito”.

May também já falou sobre a relação que mantém com o ex-baixista do Queen. Ele revelou  para a Rolling Stone EUA: “Nós não falamos com John. Ele não quer. Ele quer ficar isolado e no próprio universo”.

Apesar da distância, John ainda é consultado para as decisões financeiras da banda, de acordo com o guitarrista do Queen.

“Nós não decidimos nada da parte financeira sem falar com ele […] Ele continua com os olhos nas finanças. John Deacon continua sendo John Deacon“.

 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

O PRIMEIRO LINE-UP DE ARTISTAS ANUNCIADA PARA O ‘FIRE FIGHT AUSTRALIA CONCERT’ PARA O NATIONAL BUSHFIRE RELIEF.

ESTÁDIO ANZ – DOMINGO 16 DE FEVEREIRO DE 2020

BILHETES À VENDA ÀS 12 HORAS HOJE (AEDT) @  www.ticketek.com.au

Com tantas vidas perdidas, inúmeras casas destruídas, cerca de um bilhão de animais mortos e cerca de 11 milhões de hectares de mata nativa da Austrália destruídos, TEG Dainty e TEG Live têm orgulho e humildade de apresentar uma linha espetacular de artistas para se apresentar no FIRE FIGHT AUSTRALIA no domingo, 16 de fevereiro de 2020, no ANZ Stadium, Sydney Olympic Park, para arrecadar dinheiro para o NATIONAL BUSHFIRE RELIEF.

FIRE FIGHT AUSTRALIA (#FireFightAustralia) vai ver ANZ Stadium anfitrião jogo de ícones internacionais e locais de música como eles se unem para compartilhar um palco para a Austrália durante a sua hora de necessidade. A FIRE FIGHT AUSTRALIA será apresentada pelo escritor, ator e comediante Celeste Barber , que já levantou mais de US $ 50 milhões para alívio de incêndios florestais por meio de seu próprio apelo online recorde.

As lendas do rock global Queen + Adam Lambert farão uma pequena pausa em sua turnê australiana ‘The Rhapsody Tour’ para enfeitar o palco em Sydney pela segunda vez depois de sua apresentação esgotada no ANZ Stadium na noite anterior para realizar um set especial. A cantora e compositora canadense premiada com o Grammy, k.d. lang , apresentará duas músicas, incluindo sua impressionante versão de “Hallelujah”, o clássico de Leonard Cohen. O Hall da Fama do Rock ‘n’ Roll Alice Cooper também deve aparecer junto com uma cavalgada de pesos pesados ​​da indústria da música australiana (em ordem alfabética); Amy Shark , Baker Boy , Conrad Sewell , Daryl Braithwaite , Delta Goodrem, GrinspoonGuy Sebastian , Hilltop Hoods , Icehouse, Illy, Jessica Mauboy , John Farnham, Lee Kernaghan , Olivia Newton-John, Peking Duk, Pete Murray, Tina Arena e William Barton com muitos mais a serem anunciados.

Coletivamente, essa lista de artistas que vendeu meio bilhão de discosshow de mais de 9 horas oferece aos foliões uma oportunidade única de testemunhar alguns dos compositores mais influentes e bem-sucedidos de todos os tempos, todos no mesmo palco e em nome do NATIONAL BUSHFIRE RELIEF.

A FIRE FIGHT AUSTRALIA começará a partir das 13h e vai até tarde no ANZ Stadium , Parque Olímpico de Sydney, no domingo, 16 de fevereiro de 2020 .

Os ingressos estão à venda hoje às 12 horas (AEDT) hoje em  www.ticketek.com.au e custam US $ 100 , US $ 85 e US $ 70, com a opção de fazer mais doações durante a compra. A Ticketek Australia é o único vendedor autorizado de ingressos para FIRE FIGHT AUSTRALIA . Não pague mais do que os preços listados para seus ingressos.

Os ingressos para shows da FIRE FIGHT AUSTRALIA e as doações através da Ticketek serão compartilhados entre as seguintes organizações para ajudar a combater os incêndios por meio de “Rescue”, “Relief and Recovery” e “Rehabilitation”.

  • “Resgate” – Bombeiros rurais e regionais nos estados afetados
  • “Ajuda e recuperação” – Ajuda e recuperação de desastres da Cruz Vermelha 
  • “Reabilitação” – o apelo do RSPCA Bushfire

Os fãs também podem doar para alívio de incêndios florestais através do site www.firefightaustralia.com .

Eles também podem acompanhar o evento no Facebook , Instagram e acompanhar e postar notícias do evento no Twitter.

 

Fonte: Queen Online

A banda cover Queen Vision fará um Tributo ao Queen no Calabouço Heavy & Rock Bar

QUEEN VISION
Você conhece um dos melhores tributos a banda Queen do Brasil? Não? Então se prepare, sexta (24-01), no Calabouço não tem desculpa! Venha desfrutar e se emocionar ao lado da Queen Vision tocando os maiores clássicos e sucessos de uma das mais incríveis bandas do planeta em um show maravilhoso e cheio de surpresas. Simplesmente imperdível!

PROMO DO DIA
Balde de Long Neck Budweiser ou Stella Artois
Dose Dupla de Tequila – Jagermeister & Hidromel a noite toda

Serviço:

Data: Sexta-feira, 24 de janeiro de 2020 de 20:00 a 03:30
Entrada: R$20 até 21h e R$22 após
Local  Calabouço Heavy & Rock Bar
Endereço: Rua Felipe Camarão, 130, 20511-010 Tijuca, Rio De Janeiro
Reservas e Informações: calabouco@calabouco-bar.com.br ou 2268-7014

 

Dica de: Cláudia Facci