Sheer Heart Attack

Data de lançamento: 8 de novembro de 1974

Músicas do álbum:

Lado 1

1“Brighton Rock” – (5:08)
2. “Killer Queen” – (3:01)
3. “Tenement Funster” – (2:48)
4. “Flick Of the Wrist” – (3:19)
5. “Lily Of The Valley” – (1:49)
6. “Now I’m Here” – (4:10)

 

Lado 2:

1. “In The Lap Of The Gods” – (3:20)
2. “Stone Cold Crazy” – (2:12)
3. “Dear Friends” – (1:07)
3. “Misfire” – (1:50)
3. “Bring Back That Leroy Brown” – (2:13)
4. “She Makes Me (Stormtropper in Stilettoes)” – (4:08)
5. “In The Lap Of The Gods… Revisited” – (3:42)

 

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica e 12° lugar na parada americana.

 

Depois de uma noite de seis noites no Uris Theatre em maio de 1974, Brian May começou a sentir uma nova e estranha sensação que nunca sentira antes. Esses sintomas foram os primeiros sinais da hepatite, causada por uma agulha contaminada quando a banda precisou se vacinar antes dos shows na Austrália no início do ano. Com o guitarrista doente, todos os planos de sua primeira turnê nos Estados Unidos apoiando Mott the Hoople fracassaram. A banda então voou de volta para casa e decidiu como seria seu futuro enquanto Brian se recuperava.

Enquanto Brian se recuperava no hospital, Freddie, Roger e John trabalhavam em novas músicas para o novo álbum, não planejado.

As sessões começaram em julho de 1974 no Trident Studios, com a banda reduzida a um trio. Nestas sessões saíram 13 canções: seis músicas foram escritas por Feddie, quatro foram escritas por Brian. John e Roger escreveram uma cada um, e Stone Cold Crazy foi creditado como uma composição dos quatro, embora tenha começado como uma canção Wreckage, escrita por Freddie.

Após se recuperar da hepatite, Brian foi acometido por uma úlcera duodenal, o que o fez ficar de fora de boa parte das sessões, com a sua parte sendo introduzida depois.

Neste álbum, a banda se permitiu experimentar coisas novas, deixando para trás os temas conceituais do antecessor (Queen II). Além do hard rock, a banda também explorou glam rock (Tenement Funster), heavy metal antigo (Stone Cold Crazy), music hall (Bring Back That Leroy Brown), arena rock (In The Lap Of The Gods … Revisited) e chiclete pop (Killer Queen, Misfire). Duas baladas imponentes, Lily Of The Valley de Freddie e Dear Friends de Brian, também estiveram presentes, como é esperado em qualquer álbum do Queen.

Mais instrumentos também foram introduzidos, John tocou quase todas as guitarras em sua própria composição, a maioria das acústicas guitarras em outras canções e contrabaixo em Bring Back That Leroy Brown; Brian dedilhou um ukulele-banjo em Bring Back That Leroy Brown e também tocou um piano em Now I’m Here e Dear Friends; Freddie tocou órgão Hammond em Now I’m Here e jangle piano em Killer Queen e Bring Back That Leroy Brown.

Mick Rock foi responsável pela foto icônica do álbum.

A produção do álbum ficou a cargo de Roy Thomas Baker e do engenheiro de som Mike Stone

O álbum foi lançado para um público desavisado em novembro de 1974, logo após o single Killer Queen / Flick Of The Wrist, que tinha se saído muito bem nas paradas do Reino Unido, alcançando a segunda posição e permanecendo no Top 20 por anos. Mais surpreendentemente, o single ficou nas paradas dos EUA, tornando-se a primeira entrada nas paradas da banda, alcançando a 12ª posição e abrindo caminho para novos sucessos, embora os Estados Unidos tenham sido ignorados para o single seguinte.

Em 2011, a Universal Records relançou o álbum com algumas faixas bônus: ‘Now I’m Here’ (versão ao vivo, Hammersmith Odeon, dezembro de 1975), ‘Flick Of The Wrist’ (versão da BBC, outubro de 1974), ‘Tenement Funster’ (versão da BBC, outubro de 1974), ‘Bring Back That Leroy Brown’ (um mix a cappella), ‘In The Lap Of The Gods … Revisited’ (ao vivo versão, Estádio de Wembley, julho de 1986)

 

Fontes:

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

www.queenpedia.com

 

Um piano de cauda elétrico que pertencia à banda Queen será leiloado. Segundo o Daily Mail, a expectativa é arrecadar entre 10 mil e 20 mil libras (R$ 75 mil a R$ 150 mil na cotação atual).

O instrumento foi usado durante a gravação em estúdio do álbum The Works, de 1984, e na turnê. No ano seguinte, foi comprado da banda pelos roqueiros da The Alarm por cerca de 3 mil libras (cerca de R$ 22.500 hoje em dia), após um encontro casual entre o vocalista Mike Peters e Freddie Mercury.

O roqueiro tem boas memórias com o instrumento nos anos 80

(Foto: Gardiner Houlgate/Divulgação)

 

A equipe então o buscou na casa do baterista do Queen, Roger Taylor, e o utilizou por três anos, até transferi-lo para o estúdio de gravação.

“O piano certamente tem uma espécie de mágica. Adoraria que vá para alguém que o receba com o mesmo entusiasmo que nós”

disse Peters à publicação, citando os 40 anos da The Alarm.

 

O leilão acontece dia 8 de dezembro na casa de leilões Gardiner Houlgate em Corsham, na Inglaterra.

“Com a nova tecnologia, os pianos elétricos de hoje têm uma fração do tamanho do Kawai. É uma peça incrível de memorabília do rock e um instrumento fantástico. Estamos antecipando o interesse de colecionadores de todo o mundo e fãs de Queen e The Alarm”,

vibra o leiloeiro Luke Hobbs.

 

Fonte: casavogue.globo.com/

Made in Heaven

Data de lançamento: 6 de novembro de 1995

Músicas do álbum:

Lado A

1 – It’s A Beautiful Day

2 – Made In Heaven

3 – Let Me Live

4 – Mother Love

5 – My Life Has Been Saved

 

Lado 2:

1 – I Was Born To Love You

2 – Heaven For Everyone

3 – Too Much Love Will Kill You

4 – You Don’t Fool Me

5 – A Winter’s Tale

6 – It’s A Beautiful Day (Reprise)

Melhor posição nas paradas: 1° lugar na parada britânica e 58° lugar na parada americana

No começo de janeiro de 1991, o 15° e último álbum do Queen começou a ser gravado. Freddie sabia que o seu tempo estava acabando e queria gravar alguns B-sides para o álbum recém terminado (Innuendo). As gravações foram tão intensas que a banda resolveu que deveria gravar outro álbum. As gravações ocorreram no icônico Mountain Studios, em Montreaux, na Suíça, cidade onde Freddie passou parte dos seus anos finais de vida sem ser incomodado e inspirado pela paisagem ao redor. Somente as músicas Mother Love, You Don´t Fool Me e A Winter´s Tale foram gravadas para esse álbum.

As sessões continuaram até maio de 1991, e a banda trabalhava dois dias por semana, dependendo sempre da saúde de Freddie. No dia 22 de maio, as gravações foram encerradas com Freddie gravando o vocal final em Mother Love.

Mas as sessões não eram só desgraça e tristeza. Freddie continuamente importunou os outros para cantar mais músicas, como Brian explicou:

Até o final, Freddie me pediu letras e músicas que ele poderia trabalhar, e ele foi inflexível que este material deveria ser lançado.

Quando as sessões terminaram, outros assuntos se tornaram uma prioridade para a época: Brian continuou a promover Innuendo e Roger trabalhou com The Cross para seu último álbum (Blue Rock).

No dia 23 de novembro, Freddie divulgou uma nota na imprensa falando da sua condição de HIV positivo, acabando com todas as especulações que permeavam a imprensa. No dia seguinte, 24 de novembro, às 18:48, Freddie Mercury falecia de broncopneumonia associada à AIDS.

No dia 12 de fevereiro de 1992, quando foram receber o prêmio de Melhor Canção de 1991, para These Are The Days Of Our Lives, prêmio concedido pela Indústria de Música Britânica, um Roger emocionado anunciou o “concerto que seria um tributo à vida de Freddie no Estádio de Wembley dia 20 de abril”.

https://youtu.be/G2H6Im3AwVE

Eles trabalharam de forma descontínua entre 1993 e 1995, juntando o álbum a partir de restos de material descartado ao longo dos anos.

 

Curiosidades:

– It’s A Beautiful Day é a canção mais antiga do álbum, datando das sessões de abril de 1980 para o The Game;

 

– Let Me Live foi gravado em 1983 (como Another Little Piece Of My Heart) durante sessões para The Works;

 

– Heaven For Everyone, gravado em 1987, apresentava o vocal original de Freddie;

 

– My Life Has Been Saved e o vocal de Freddie para Too Much Love Will Kill You foram gravados durante as sessões de Miracle.

 

– You Don’t Fool Me foi supostamente juntada a partir de pedaços de fita, enquanto Let Me Live tinha existido apenas como uma uma breve jam de 90 segundos.

 

Felizmente, tudo recebeu uma nova gravação, com as duas canções solo de Freddie soando mais como canções do Queen – a faixa título se torna um épico grandioso, enquanto I Was Born To Love You se torna um rock escaldante.

 

O álbum alcançou sucesso e tornou-se o segundo maior lançamento de álbum de 1995 (atrás de Anthology 1dos Beatles. Alcançou o primeiro título no Reino Unido, e os cinco singles – Heaven For Everyone, A Winter’s Tale, Too Much Love Will Kill You, Let Me Live, You Don’t Fool Me, chegaram ao Top 20.

O lançamento em vinil do álbum contou com duas capas alternativas – duas fotos tiradas no Lago Genebra em Montreux, uma pela manhã e outra à noite.

   

Esta peça foi estendida para quase 23 minutos no lançamento do CD, e foi criada por David Richards, Brian e Roger como uma colagem sonora, para significar como poderia ter sido a ascensão de Freddie ao Céu.

David apenas explicou:

Isso foi iniciado por eu me divertir com o sampler ASR10. Peguei os acordes de abertura de It’s A Beautiful Day e fiz com que eles fizessem loop para sempre. Então eu adicionei alguns de Freddie falando através de ecos estranhos. Brian e Roger ouviram e vieram para adicionar alguns efeitos próprios e pensamos nisso como um Réquiem surreal. Era o fim do álbum e todos nós estávamos nos sentindo muito emocionados.

Esta peça, considerada uma faixa oculta, foi oficialmente intitulada Faixa 13. Os fãs mais astutos notarão que há apenas onze músicas verdadeiras no álbum; a décima segunda canção tornou-se conhecida como Yeah simplesmente porque isso é tudo o que consiste – todos os quatro segundos dela.

Made In Heaven, pode ser considerado como um epílogo de bom gosto. Alguns fãs esperavam uma espécie de álbum de continuação, embora Brian hesitasse em seguir um caminho semelhante, observando que as sessões póstumas eram particularmente emocionais e difíceis. Com a aparente aposentadoria de John Deacon, e Brian e Roger colaborando com Paul Rodgers e Adam Lambert, Made In Heaven continua sendo o último álbum verdadeiro do Queen.

 

Veja aqui todas as músicas do álbum

 

Fontes:

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

www.queenpedia.com

. Freddie antes do Queen !

– Freddie Mercury, então Bulsara, juntou-se à Banda de blues progressivo Ibex em Agosto de 1969.

Freddie Mercury

– Os outros eram Mike Bersin na guitarra, Mick Smith na bateria e John Taylor no baixo.

   

      Mike Bersin                        Mick Smith                         John Taylor

– Convidados para o show de 23/08/1969 – Geoff Higgins (baixo), Richard Thompson (bateria)

– Entretanto, o Ibex – cujo nome Freddie mudaria mais tarde para Wreckage – não duraria até 1970, e foi dissolvida definitivamente em Novembro.

– A Queenpedia lista a Banda tocando 07 shows entre 23 de Maio e 19 de Setembro de 1969, entretanto há 02 shows que devem ser citados em detalhes

1) A primeira aparição de Freddie no palco de um show foi em 23 de Agosto de 1969. Ele tinha apenas 22 anos.

O show foi na cidade de Bolton – Grande Manchester – Inglaterra, sendo uma apresentação ao ar livre com o nome de Bluesology Pop-In no Park de Bolton e foram cobertos pelo Jornal Bolton’s Evening News.

 

 

 

 

 

 

 

 

➡️ ” Freddie era tímido fora do palco, mas ele sabia como comandar um show ” – diz o post que acompanha a foto.

” Era o jeito dele de expressar esse lado de sua personalidade. Tudo que ele faria mais tarde no palco com o Queen, ele já estava fazendo com o Ibex em seu primeiro show, marchando de um extremo ao outro do palco, da esquerda para a direita e vice-versa.

Ele trouxe dinâmica, frescor e presença para a Banda, algo que até então eles não tinham “.

2) A segunda menção se refere à apresentação em 09 de Setembro de 1969 no The Sink em Liverpool. A Banda supostamente incluiu um encore com os futuros membros do Queen – Roger Taylor e Brian May.

– O show foi gravado por Geoff Higgins, roadie do grupo, em uma máquina de fita bobina, que mais tarde foi vendida à um colecionador do Queen de nome John S. Stuart.

– Infelizmente, a fita acabou depois de 30 minutos e perdeu o bis da Banda. Esta foi a primeira vez que os três, que logo se tornariam membros do Queen, tocaram juntos ….. e aconteceu em Liverpool !

 

➡️ Uma curiosidade bem humorada neste dia – Roger Taylor, que foi classificado como um ‘ hippie ‘ com seu cabelo comprido, teve alguns problemas naquela noite na forma de alguns ‘ skinheads ’. Há rumores de que ele escapou fingindo ser policial e exibindo um cartão (carteira de estudante) e fingindo praticar caratê faixa preta.

Aqui escute o áudio do show em 1969.

https://youtu.be/-kh8-jEhfdk

 

 

➡️ Se você gosta de humor, vai se divertir muito com essa história abaixo do Ibex, contada por John Taylor, o baixista da Banda.

Verão de 69 !

O relato abaixo vem do livro  The First Years

➡️ ” A viagem à Bolton durou menos do que o esperado …

Freddie saiu da van, vestindo uma camisa curta de vovô velho , uma capa de pele, um lenço vitoriano e calças de cetim. Enquanto nosso ” pavão ” estava na calçada arrumando suas roupas, uma equipe de trabalhadores em macacões cinza sujos passou por ele, pois haviam encerrado o turno da noite.

A “turnê ” de Bolton começou no Sábado, 23 de Agosto, no Teatro Octagon. As apresentações foram excelentes e Freddie ocupou cada centímetro do palco.

Havia apenas um punhado de pessoas lá, mas Freddie fez sua presença ser sentida imediatamente, desde o minuto em que pisou no palco. Seu show foi ótimo, visualmente fantástico. Ele fez aquelas poses já no ensaio, mas no palco foi realmente grande. Fiquei realmente impressionado com ele.

➡️ O próximo show foi em um festival ao ar livre no Bolton’s Queen’s Park. Enquanto Freddie, com seu corpo esquelético emergindo de uma calça de cetim branca era o centro das atenções, sua maneira de se vestir havia influenciado outras pessoas, incluindo o estóico Mike Bersin, que subiu ao palco com uma capa de lamê dourada, feita especialmente para ele, para aquela ocasião, por sua mãe.

Durante o concerto no St Helen Technical College, Freddie ordenou à um atendente que lhe arranjasse um espelho da sua altura, para que pudesse ajustar as calças adequadamente.

O “camarim” era na verdade a cozinha da Faculdade, mas Freddie ignorou a miséria da realidade.

➡️ Ele passou meia hora mexendo nas calças de cetim antes de entrar em cena. Freddie usava calças tão justas que era quase impossível para ele se sentar enquanto as usava.

Os amigos muitas vezes o pegavam olhando furtivamente para os lados antes de abrir a aba rapidamente para se curvar, sem estourar a costura.

No palco, o personagem de Freddie era grandioso, com gestos marcantes. Nos bastidores, entre o armário de vassouras e o vestiário da cozinha, era novamente pequeno, muitas vezes menor que o resto do Ibex.

➡️ A franja servia para esconder seus olhos, e ele cobria os dentes proeminentes com as mãos quando sorria.

Ele não tinha muito à dizer, e sua voz às vezes era pouco mais que um sussurro. No entanto, ele era ocasionalmente a versão reduzida de seu personagem no palco, ansioso, impaciente e cheio de idéias ….. ele era uma pessoa muito exagerada e um tipo muito engraçado ! ”

John Taylor.

Via Queen Unread

 

➡️ Canções pelo Ibex –

– I’m So Glad 0:50  – Escrita por Skip James

– Communication Breakdown 1:21 – Escrita por Bonham/James

https://youtu.be/eW2wBtKTGPQ

 

– Rain 3:51 – Escrita por Lennon/McCartney

Aparece em The Solo Collection 2.000. Este continua sendo o único desempenho Ibex disponível oficialmente.

 

– We’re Going Wrong 3:38 – Escrita por Jack Bruce.

https://youtu.be/ORfjGKaLgDo

 

– Rock Me Baby 3:16 – Escrita por Riley/King/Josea

https://youtu.be/EsCdgtaHYMk

– Stone Free 1:05 – Escrita por Jimi Hendrix.

– Jailhouse Rock 3:25 -Escrita por Leiber/Stoller

Uma versão do hit de 1957 de Elvis Presley. Mais tarde, o Queen cantou essa música regularmente como um encore ( bis ).

https://youtu.be/Hkz0aWuntac

 

– Crossroads 3:52 – Escrita por Robert Johnson

https://youtu.be/kRi4qZuEkeQ

 

– Vagabond Outcast 2:32 – Escrita por Freddie Bulsara / Mercury

Esta gravação ao vivo de Vagabond Outcast é a primeira gravação conhecida de uma canção original de Freddie Mercury. Nenhum pedaço ou ideia dessa música parece ter sobrevivido para as faixas do Queen que viríam.

https://youtu.be/b6YXnkcOkhQ

 

– I’m ( We’re ) Going Home 6:46 – Escrita por Alvin Lee

https://youtu.be/Q-RCu9cM8pQ

 

– Após o Ibex e Wreckage, Freddie se juntou ao Sour Milk Sea, e em seguida, ao Smile com Roger e Brian. John Deacon viria logo depois.

– A história continua no próximo post cronológico das Bandas de Freddie Bulsara/Mercury.

– Obrigada por acompanhar até aqui !

Fontes para base e composição de texto

https://livertoursliverpool.com.blog

freddiemercuryclub

Queen Unread

 

Queen The Greatest: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen  até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos-chave da história do Queen, nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

O Queen chega para seu último show de 1986 em Knebworth Park, Reino Unido, no Magic Helicopter personalizado com a arte do álbum A Kind of Magic da banda.

Queen The Greatest Episódio 34: Queen 1986: The Magic Tour – Parte 2

Continuando nosso olhar sobre o Magic Tour recorde do Queen. Quando a turnê atinge seu clímax, e com apenas algumas semanas de intervalo, o Queen faz três de seus shows mais memoráveis ​​e icônicos.

Brian May:

“Sempre acreditamos que tínhamos algo especial e que podíamos fazer qualquer coisa que qualquer outra pessoa fizesse. Esse é o tipo de crença que nos manteve vivos nos primeiros dias. Mas acho que não acreditamos muito no que aconteceria. Acho que nem sabíamos o que era possível. ” 

 

Jim Beach, gerente:

“Acho que de uma forma ou de outra a música sempre continuará agora, acho que eles alcançaram esse status. Ninguém sabe se Mick Jagger cantará aos 65 ou o Queen se apresentará como Queen. Acho que a estrutura do Queen continuará, e eles continuarão a fazer música ”.

Tendo já trilhado o caminho com 14 shows esgotados em todo o Reino Unido e Europa estabelecendo marcos ao longo do caminho, o Queen voltou a Londres em julho de 1986 para tocar duas noites no Estádio de Wembley de Londres, com capacidade para 72.000 pessoas – o local de sua extraordinária e histórica performance no Live Ajuda no ano anterior.

No entanto, apesar da banda ter alcançado uma popularidade alta de todos os tempos, eles não estavam dando como certo que seus primeiros shows em casa desde o Live Aid iriam esgotar …

 

Brian May:

“Nós estivemos longe por muito tempo e os ingressos estarão à venda para Wembley na sexta-feira. E é sempre um momento em que você pensa ‘Eu me pergunto o que há lá fora? Será que eles ainda querem nos ver? ‘ Nunca se sabe. Só saberemos quando os aplicativos começarem a chegar. ”

Os quase 150.000 ingressos à venda esgotaram em questão de horas, e essas noites memoráveis ​​foram capturadas pelas câmeras e continuam sendo um dos shows ao vivo mais amados do Queen até hoje.

 

Roger Taylor:

“Acho que Wembley foi um show difícil, devido ao seu tamanho físico real. É melhor você ir bem lá, você não quer uma audiência silenciosa. Já vi pessoas morrerem lá, porque você não vai ouvi-las. Se for uma ondulação, uma ondulação realmente não será registrada. Então você precisa de um rugido. Eles o chamam de Wembley Roar. E foi bom para nós. Você sabia que teria que trabalhar muito em Wembley. ”

 

Então, quando o Queen pegou a estrada mais uma vez, uma nova aventura os esperava …

[Entrevistador]: “Acho que só existe um país onde você nunca esteve antes?”

Roger Taylor: “Isso seria a Hungria. Sim. Budapeste.”

[Entrevistador] “Então esse é um terreno novo?”

 

Roger Taylor:

É ótimo, sim. Estamos muito animados com isso. Tem gente de todo o bloco da Cortina de Ferro chegando. Eles estão vendendo ingressos em … ou o que quer que eles façam lá. Eles vendem ingressos? ”

[Entrevistador] “Presumo que sim?”

 

Roger Taylor:

“Ou dá-los de graça? Eu não sei, eu não sei. O que quer que façam, as pessoas vêm da Polônia e da Tchecoslováquia, e muito do Bloco de Leste, o que é muito empolgante. Porque os russos nunca nos deixariam entrar. ”

 

Freddie Mercury:

“Gosto de fazer lugares que nunca fizemos antes, para ver como eles vão reagir. Alguns lugares que já estivemos antes, temos uma certa ideia de como, o que eles vão fazer. Mas isso vai ser ótimo. Vai ser ótimo ver se eles fazem as mesmas coisas, se eles viram os filmes e se eles vão fazer as mesmas coisas para a Radio Ga Ga e coisas assim. Isso deve ser muito interessante, um bom desafio. ”

 

Fazendo história como os primeiros artistas a se apresentarem em qualquer lugar atrás da Cortina de Ferro, o show da banda em 27 de julho seria tocado para um público de mais de 80.000. Filmado usando quase todas as câmeras de televisão de 35m disponíveis no país, o show iria continuar a fazer história ao ser transmitido no final do ano para todo o Bloco Comunista, incluindo Tchecoslováquia, Alemanha Oriental e Iugoslávia, além de ser exibido em 59 húngaros cinemas no dia de ano novo de 1987.

 

Chegando ao fim, com apenas datas a serem tocadas na França e na Espanha, a enorme demanda no Reino Unido levou os promotores a adicionar rapidamente um último grande show à programação – no famoso Knebworth Park, onde a banda encerraria sua turnê um show ao ar livre perante uma audiência estimada entre 160.000 e 200.000. Desde o início da turnê, 7 de junho, o Queen acabaria tocando para uma fração de mais de um milhão de pessoas.

 

Brian May:

“Sempre acreditamos que tínhamos algo especial e que podíamos fazer qualquer coisa que qualquer outra pessoa fizesse. Esse é o tipo de coisa, é o tipo de crença que nos manteve vivos nos primeiros dias. Mas acho que não acreditamos muito no que aconteceria. Acho que nem sabíamos o que era possível. ”

 

Jim Beach, Gerente:

“Acho que de uma forma ou de outra a música sempre continuará agora, acho que eles alcançaram esse status de que sua música será lembrada. Quanto tempo mais eles gravam … só Deus sabe. Ninguém sabe se Mick Jagger cantará aos 65 ou o Queen se apresentará como Queen. Acho que a estrutura do Queen continuará, e eles continuarão a fazer música. Como vai ser … ninguém nunca sabe disso, realmente.”

 

Freddie Mercury:

“Nós somos o único tipo de, as quatro Grand Dames que realmente se mantiveram juntas.”

 

John Deacon:

“Sim, você pergunta por quanto tempo realmente vai durar, e já fazemos isso há muito tempo, e eu não sei. Se eu pudesse prever o futuro, a vida seria muito chata, eu acho.”

 

Ao encerrar o show da banda em 9 de agosto de 1986, em Knebworth, Freddie agradeceu à multidão dizendo: “Obrigado pessoas amáveis, vocês têm sido um público maravilhoso. Deus te abençoe. Deus te abençoe, boa noite, obrigado. ”

Ninguém sabia disso ainda, mas essa seria a última apresentação pública do Queen com Freddie.

Crédito: Fotografia de Denis O’Regan. © Queen Productions Ltd.

 

Fonte: www.queenonline.com

 

UnoOne Vision / Blurred Vision

Data de lançamento: 4 de novembro de 1985

Autor: Roger Taylor (Queen)

Single: One Vision / Blurred Vision

Álbum: A Kind Of Magic (1986)

Melhor posição nas paradas: 7a na parada britânica e 61a na parada americana.

 

Após o bem sucedido show do Live Aid, a ideia da banda era tirar férias e só voltar com álbum e turnê em 1987. Mas não foi bem isso o que aconteceu….

Freddie estava comemorando o seu  39° aniversário em Munique e após as comemorações, achou que era hora da banda compor algo novamente. Então chamou os outros membros do grupo para gravarem.

Roger Taylor escreveu One Vision pensando em Martin Luther King Jr, mas Freddie transformou a música em uma canção de esperança como ele mesmo diz:

“A música originariamente era sobre Martin Luther King e agora eu não tenho a menor ideia sobre do que se trata. Alguém disse que era sobre Bob Geldolf, mas não acho que seja”.

Quando perguntaram para Roger se ele sabia o sentido das letras originais ele respondeu:

“Não, não mais! Bem, mudaram as minhas palavras. Podre Freddie”.

Não foi a primeira nem a última vez que Freddie modificou a letra de alguém, e a banda resolveu que a música era uma composição de todos e não somente de  Taylor.

A parte instrumental foi composta por May, Taylor e Freddie. Deacon adicionou a sua parte alguns dias depois do começo do trabalho no estúdio, pois ele estava de férias com a família.

A sessão de gravação da música foi independente da gravação do álbum e podemos ver a banda feliz em estar junta novamente, após o sucesso do Live Aid.

O resultado alcançado foi o Queen voltando às suas origens: guitarras poderosas, letras idealistas e cuidado com a produção e a performance.

O single foi lançado durante as sessões de gravação do novo álbum (A Kind Of Magic), e a banda foi criticada pela imprensa britânica de se aproveitar do sucesso do Live Aid para lançar um novo single.

Roger comenta:

“Eu fiquei devastado quando vi isso na imprensa. Era um erro terrível e eu estava realmente aborrecido com isso. Algumas pessoas entenderam errado. Eu fiquei louco quando li”.

Superando as críticas, o grupo ficou energizado pelo single e continuou gravando o que seria o seu 12° álbum de estúdio, que seria aberto com One Vision.

 

A música fez parte da trilha sonora do filme Iron Eagle (Águia de Aço no Brasil) dirigido por Sidney J. Fire.

 

Uma versão alternativa de One Vision chamada Blurred Vision (Visão embaçada), que combina ritmos elétricos e sintetizadores foi incluída no lado B do single.

 

A gravação do vídeo ficou a cargo dos Torpedo Twins (Rudy Dolezal e Hannes Rossacher) e mostra a banda nos bastidores das gravações do vídeo, fato que não acontecia desde News Of The World em 1977. Eles se conheceram em 1982 na Áustria, durante uma entrevista, e a amizade começou.

O resultado da gravação oi um vídeo muito interessante para os fãs, mostrando a união da banda e as histórias por trás dos bastidores de uma sessão de gravação.

 

Fontes:

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

 

1º Álbum “QUEEN” – (1973)

 

Keep Yourself Alive

– O Queen, recém formado, adicionou imediatamente a música Keep Yourself Alive à programação do concerto.

– Freddie disse que a música “era uma ótima maneira de explicar às pessoas o que o Queen estava fazendo na época”. A versão ao vivo incluiu um verso cantado por Roger Taylor e um solo de bateria.

– Brian May escreveu a música depois que a banda já havia se formado, mas antes de John Deacon se juntar ao grupo.

– De acordo com o que Brian disse em um especial no rádio para o álbum News of the World, ele havia escrito a letra da música pensando em um sentido irônico, mas quando foi cantada por Freddie Mercury, o sentido foi completamente distorcido.

– Esse fato vem mostrado no início do filme Bohemian Rhapsody, onde “Brian” diz para “Freddie” não mudar o texto!

 

Doing All Right

– Essa música foi escrita por Brian May e Tim Staffell enquanto estava no Smile. É uma das poucas canções do Queen a apresentar Brian no piano.

– Ele também tocou seu antigo violão Hallfredh nesta faixa e em faixas posteriores, como White Queen (As It Began) e Jealousy.

– A banda tocou essa música já em 1970 e foi notável porque foi a primeira música da banda onde Freddie tocou piano ao vivo.

– Tim Staffell a cantou quando era uma música do Smile, e Freddie tentou cantar da mesma maneira quando se tornou uma canção do Queen.

– A música muda muitas vezes, desde light pop music a guitarras acústicas e também contém uma seção que pode ser considerada heavy metal.

https://youtu.be/f63VMVncH9U

 

Great King Rat

– Foi escrita por Freddie Mercury e é um exemplo do som mais antigo do Queen, com composições longas e pesadas com longos solos de guitarra e mudanças repentinas de tempo.

– Apesar de não ter sido lançada como single, continua muito popular entre os fãs do Queen.

– Um dos riffs da seção instrumental foi posteriormente usado na conhecida Stone Cold Crazy, do álbum Sheer Heart Attack de 1974.

– Essa música poderia ser chamada de ancestral de Death On Two Legs e Scandal (embora o último seja de Brian).

– O Queen nunca quis ir muito além sobre o verdadeiro significado das letras, apenas para deixar os fãs a capacidade de interpretá-las. O mesmo acontece com essa música.

 

https://youtu.be/duyVZcFiVSw

 

My Fairy King

– My Fairy King, escrita por Freddie, tem a ver com “Rhye”, um mundo de fantasia que ele e a irmã Kashmira criaram durante a infância e que aparece em outras músicas do Queen, principalmente em Seven Seas of Rhye.

– É a primeira música do álbum “Queen” a apresentar as habilidades de Freddie ao piano, deixando Brian muito impressionado.

Roger também exibe suas habilidades vocais, atingindo algumas das notas mais altas da composição.

– A técnica de “overdubs” vocais seria mais tarde usada em muitas músicas do Queen, principalmente em Bohemian Rhapsody.

Freddie pegou emprestado algumas linhas do poema de Robert Browning, “O flautista de Hamelin”.

 

Liar

– Paul Stanley, líder da banda “Kiss”, declarou certa vez que considera “Liar” (Mentiroso) como a sua música favorita do Queen.

– Nos primeiros anos da banda, essa música era considerada uma das performances mais impressionantes de um show ao vivo, geralmente com mais de 8 minutos de duração.

– No entanto, com o tempo, a música acabou sendo excluída do “setlist”, exceto no “The Works Tour”, embora a música tenha sido reduzida para um tempo de 3 minutos ou até menos.

– Durante as apresentações ao vivo, era uma das poucas músicas em que o baixista John Deacon fazia “backing vocals”. Isso pode ser visto na parte em que a banda diz “all day long”.

– Essa composição possui uma estrutura semelhante ao heavy metal, com execução vocal e poderosos riffs de guitarra.

https://youtu.be/AdWtxjfmKC4

 

The Night Comes Down

– Brian May escreveu essa música logo após a formação da banda em 1970, após o fim do Smile. Foi gravada pela primeira vez no De Lane Lea Studios em dezembro de 1971, quando a banda foi contratada para testar o novo equipamento do estúdio em troca da permissão para gravar demos adequados para sua tentativa de encontrar uma gravadora.

– O acordo foi mutuamente benéfico e o Queen aproveitou totalmente o equipamento de última geração para gravar cinco de suas faixas.

– Em 1972, o Trident Studios assinou com o Queen um contrato de gravação que os limitava a apenas acesso ao estúdio por tempo ocioso (quando os artistas pagantes não estavam gravando) e eles começaram a trabalhar com Roy Thomas Baker.

– A música segue o que se tornariam temas marcantes de Brian, como a maioridade, a nostalgia da perda da infância para o passado e as dificuldades da vida adulta. Há também o que poderia ser uma referência ambígua a Lucy in the Sky with Diamonds, na letra: “When I was young it came to me; And I could see the sun breaking; Lucy was high and so was I; Dazzling, holding the world inside.”

– Brian May é reconhecidamente um fã dos Beatles e comentou em várias entrevistas sobre o impacto deles sobre ele.

 

Modern Times Rock ‘n’ Roll

– É uma faixa curta que apresenta poderosos riffs de guitarra no estilo hard rock e punk, bem como um ritmo rápido.

– Nesta faixa, Roger Taylor é o vocalista principal.

– A música foi regravada duas vezes para a BBC. O primeiro foi feito em dezembro de 1973 e apresentado no John Peel Show.

– A segunda versão foi feita em abril de 1974 e apresentada no Bob Harris Show. Esta versão não viu a luz do dia, exceto para as gravações piratas e difere em estilo da versão original do álbum, com um andamento um pouco mais lento e vocais adicionais de Freddie Mercury.

– Nas versões de concerto incluídas em Live at the Rainbow ’74, os vocais principais eram feitos por Mercury.

 

Son and Daughter

– Música muito indicativa do som inicial do Queen, influenciado pelo rock e heavy metal – foi escrita por Brian May em 1972, e foi permanentemente parte da formação ao vivo do Queen até 1975.

– Originalmente, a música continha um famoso solo de guitarra tocado por Brian e apresentado em ambas as versões ao vivo gravadas em 25 de julho e 3 de dezembro de 1973.

– Na versão contida no álbum, porém, o solo não está presente, trazendo a duração da faixa para apenas 3 minutos e 21 segundos.

– O solo foi realizado durante os shows após o meio da música, para permitir ao resto da banda algum descanso ou tempo para trocar de roupa.

– Ao contrário de outras canções antigas do Queen – como Liar, Keep Yourself Alive, Seven Seas of Rhye e In the Laps of the Gods … Revisited – que voltaram à formação ao vivo de 1984 a 1986, Son and Daughter foi deixada de fora.

https://youtu.be/WzDGNnSSScU

 

Jesus

– Essa música conta parte da história de Jesus de Nazaré. É uma composição de Freddie Mercury.

– A faixa apresenta uma seção de ritmo de dois acordes durante os versos, com uma longa pausa instrumental no final da música.

– Por causa dos efeitos criados pela guitarra “Red Special” de Brian, entre outras coisas, muitos dos primeiros seguidores do Queen viam a banda como algo como uma banda de rock psicodélico.

– Essa música descreve uma breve visão geral dos eventos contados na Bíblia, incluindo Jesus curando um leproso. Freddie não era cristão, mas era de fato zoroastriano, então é um pouco estranho que ele tenha escrito uma música sobre Jesus.

– Ele próprio não explicou as motivações reais que o levaram a compor Jesus. Nem mesmo para os outros membros da banda.

 

Seven Seas of Rhye…

– Esta música é sobre Rhye, o mundo imaginário que Freddie e Kashmira fantasiavam na infância. Entrevistado por Tom Browne para uma rádio em 1977, Freddie Mercury descreveu o tema da canção como um “produto de sua imaginação.”

– É uma das favoritas durante todos os shows ao vivo do Queen.

Rhye vem citado também em My Fairy King, Lily Of The Valley e It’s a Beautiful Day (Reprise).

– É a última faixa dos álbuns Queen e Queen II, lançados respectivamente em 1973 e 1974. No primeiro álbum a faixa é mais curta (1:15), instrumental e ainda não terminada (esta versão é chamada de Seven Seas of Rhye…, com reticências). A versão do Queen II, por outro lado, é mais longa (2:50)

-Para o Queen, esta é a música que deu um golpe no destino e os trouxe à fama mundial depois de uma pobre turnê pela Austrália onde quando chegaram ao aeroporto, os jornalistas equivocados os aguardavam, esperando pela rainha da Inglaterra em carne e osso!

 

Helenita dos Santos Melo por ela mesma

Oi, pessoal!

Meu nome é Helenita dos Santos Melo, sou gaúcha de Cachoeira do Sul e moro em Bolzano (Itália) há quase 18 anos.

Sou casada com Nicola Ciardi, fundador do Jazz Festival de Bolzano em 1982. Por opção não quis ter filhos.

Possuo os seguintes Cursos Técnicos: Tradutor e Intérprete, Comissária de Voo e Secretariado Executivo.

Sou ex-cantora profissional em uma banda do RS, e atualmente canto como contralto solista no Coro Parrocchiale di Gries e no Coro Santa Chiara.

Fiz parte da equipe de tradução para a língua portuguesa do livro “Freddie Mercury: A Life In His Own Words”, traduzindo do italiano para o português.

Aqui em Bolzano trabalhei no Museu Arqueológico do estado e num castelo medieval chamado  Schloss Runkelstein.

Atualmente sou uma dona-de-casa curiosa que devora tudo o que encontra sobre o Queen!

Abração para todos! Espero que vocês gostem dessas curiosidades que fui anotando lá e acolá!

 

 

 

A Save Me Trust, instituição de Brian May, apela à ação na Conferência das Nações Unidas sobre a  Mudança Climática com um novo vídeo de ‘Who Wants To Live Forever’

Uma colaboração cinematográfica global de universidades e faculdades de todo o mundo, mostrando o estado do nosso planeta, idealizado e dirigido por Matteo Valenti, Videomaker e Roteirista e talentoso da Save Me Trust.

Este vídeo incrível que foi criado por estudantes de todos os cinco continentes mostra a devastação que nosso precioso planeta enfrenta.

Em um relógio de 24 horas, os humanos chegaram aqui apenas dois segundos para a meia-noite, mas ainda assim nós liberamos imensos danos e destruição no mundo natural.  O avanço de nossas necessidades levou a mãe natureza à beira do abismo.  Espécies chegando à extinção mil vezes mais rápido do que em qualquer outro momento da nossa história.

Os líderes mundiais estão se reunindo na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática 2022 (Cop26) em Glasgow, na Escócia, e é essencial que prestem atenção e ajam AGORA.

Estamos em um ponto de inflexão que não podemos ignorar!

O mundo está observando a Cop26 para ações e soluções imediatas que hoje nosso governo deve oferecer.

Brian May e Anne Brummer
Save Me Trust

***
Matteo Valenti: videomaker e roteirista

Na origem deste projeto está a paixão de Brian May pelo cinema de animação e em particular pelo filme do meu amigo Bruno Bozzetto “Allegro non molto”.  Este fato levou-me de alguma forma a poder interagir com ele e após trocarmos alguns e-mails surgiu a ideia deste projeto para a sua associação ‘Save me Trust’.  Eu já havia dirigido projetos semelhantes, em particular um intitulado “não desenhe guerra”, onde grupos de estudantes de países em guerra (católicos da Irlanda do Norte e protestantes, de Sarajevo de diferentes grupos étnicos e israelenses e palestinos) trabalharam juntos fazendo três curtas metragens de animação, também graças a canções do U2 e Pearl Jam.

Poder trabalhar com Brian May foi uma grande honra, só acho que quando eu tinha 15 anos, em 1986, depois de ver “Highlander” em um cinema aberto de verão, fiquei impressionado com a música do Queen e em pouco tempo comprei  todos os seus discos.

Primeiro eu e Brian escolhemos a música para usar e depois de alguns títulos, concordamos que “Who wants to live Forever” nos pareceu a mais adequada.  Apenas a música que me fez descobrir o Queen!  Ter uma música do Queen como base para o vídeo significou dar um alcance absolutamente internacional ao projeto e por isso pensei em envolver escolas de animação de todos os continentes.

Encontrar as escolas não foi complicado.  Em alguns casos falei com conhecidos profissionais desses países que me colocaram em contato com escolas e professores, em outros casos fiz pesquisas simples na web.

O tema do projeto propunha o nome de Brian May e a música do Queen ajudou tremendamente a encontrar colaboradores entusiasmados.  Começamos a trabalhar praticamente quando o mundo caiu sob a maldição do coronavírus.  Todos os alunos estavam em casa e recebemos vários telefonemas.
Também abrimos um grupo de trabalho privado no Facebook para que todos pudessem conhecer as diferentes fases de trabalho de cada grupo.  Os alunos e os professores foram ótimos.  Eles se esforçaram muito e o resultado é muito profissional.  Pude ver como o assunto fez realmente sentido para eles.

Para a sequência final envolvi uma pequena equipe de três amigos, grandes profissionais do setor: Gregory Panaccione, Nicoletta Cadorini e Carlo Odorici que animaram as últimas cenas, quando o homem retorna ao seu estado primário de macaco e se encontra sozinho no mundo.  A consciência de ter sido deixado sozinho o forçará a repensar uma nova possibilidade.  Esperemos que não tenhamos que chegar a esse ponto.  Um grande grupo se formou com gente de todo o mundo e esse é realmente um ponto forte!  Espero que este vídeo possa ser visto pelo maior número de pessoas possível e que possa contribuir, à sua maneira, para uma mudança, para uma maior consciência.  Não há futuro neste planeta sem respeito por nossos amigos animais e seu meio ambiente.  Isto é certamente uma questão de amor, mas também de previsão e sobrevivência.

Quero agradecer, além de todos os alunos, professores e escolas, também Anne e Jo, da organização ‘Save Me Trust’, que foram muito gentis e cooperativas.  Finalmente, gostaria de dizer algo sobre Brian;

Nunca nos encontramos pessoalmente, mas raramente tive a percepção de uma pessoa tão gentil e respeitosa com os outros.  Se você ouvir o violão dele, você entende e de alguma forma, na verdade, eu já sabia.

Créditos e agradecimentos:
Matteo Valenti
Instituto Europeu de Design IED, Milão (Europa)
Centro de animação, Kampala (África)
The University of the Arts, Filadélfia (América do Norte)
Griffith Film School, Brisbane (Oceania)
Universidade Tokyo Zokei, Tóquio (Ásia)
N.A.D.A.  – Núcleo de Animação PUC, Rio de Janeiro (América do Sul)
Save Me Trust

Fonte: www.queenonline.com

 

Vizinhos já estão acostumados a ouvir suas apresentações dentro de casa, em Campinas (SP)

Ana Navarro, de 16 anos, começou a dançar aos 3 anos e rapidamente se apaixonou pela música. Os vizinhos já estão acostumados com suas apresentações dentro de casa em Campinas (SP).  Com um sucesso de da Banda Queen , ela não se intimidou e levantou 88 jurados.

Fonte: www.r7.com

 

Bohemian Rhapsody

Data de lançamento: 31 de outubro de 1975

Autor: Freddie Mercury

Single: Bohemian Rhapsody / I´m In Love With My Car

Álbum: A Night At the Opera – 1975

Melhor posição nas paradas: 1° lugar na parada britânica e 9° lugar na parada americana

Falar de Bohemian Rhapsody não é uma tarefa fácil. O que se pode falar de novo de uma música que já foi exaustivamente comentada e estudada nestes 48 anos de lançamento?

Uma canção com 5 minutos e 59 segundos de duração, uma mistura de rock, ópera e balada, que foi considerada na época muito grande para ser executada nas rádios….

Mas que foi eleita a A música do Milênio em 1999. E atingiu mais de 1 bilhão de visualizações no YouYube e 1 bilhão de acessos no Spotify.

Algumas coisas se perderam nesse longo tempo…..

Em meados de 1975, Freddie começou a escrever uma peça operística chamada Real Life.

Freddie explicou.

Eu fiz um pouco de pesquisa, embora fosse irônico e fosse uma ópera simulada. Por que não? Certamente não estava dizendo que era fanático por ópera e sabia tudo sobre isso. 

Ele continuou:

Queríamos experimentar o som. Às vezes, usamos três estúdios simultaneamente. ‘Bohemian Rhapsody’ levou anos para gravar, mas tínhamos toda a liberdade que queríamos e fomos capazes de ir a extremos maiores.

Existe uma história sobre a gravação da música, que foi confirmada por Brian:

Estávamos esticando os limites da tecnologia naquela época. Como ‘Bohemian Rhapsody’ foi inteiramente feito em 16 faixas, tivemos que saltar muito à medida que avançávamos; a fita ficou muito fina. Esta história “lendária”, que as pessoas pensam que inventamos, é verdade: um dia seguramos a fita contra a luz – estávamos nos perguntando para onde estava indo toda a extremidade superior – e o que descobrimos foi praticamente uma peça transparente de fita. Todo o óxido tinha sido apagado. Era hora de fazer uma cópia apressada e continuar com ela. 

Muito tem se especulado o significado da letra da música, mas nada de concreto foi confirmado e nem nunca será, pois Freddie nunca falou sobre o significado da letra.

O produtor Roy Thomas Baker comentou certa vez que Freddie costumava chegar nas sessões de gravação com várias ideias sobre a música. Brian também sabia que toda a música estava toda na cabeça de Freddie e o resultado foi exatamente o que ele queria.

A música foi tocada nas rádios antes mesmo do single ser lançado, graças ao DJ Kenny Everett da BBC, amigo de Roger e Freddie, que recebeu uma cópia da música mas tinha dito que não ia coloca-la no ar. Mas ele gostou tanto da música que no dia seguinte ela foi tocada na rádio, fazendo enorme sucesso. Os ouvintes da rádio gostaram tanto da música que ligavam perguntando quando poderiam comprar o single. Por conta disso, a música foi diretamente ao primeiro lugar das paradas britânicas.

Bohemian Rhapsody começou a ser tocada nos shows a partir de 1975. Mas foi a partir de 1977, que a banda fez uma versão completa da música, e na parte operística é tocada a versão do álbum com efeitos de luzes no palco, hora em que a banda sai de cena e volta para a parte de rock. A plateia sempre recebeu muito bem a música desta forma.

 

Vídeo da Música

Até 1975, a única forma das bandas britânicas divulgarem seu trabalho era quando se apesentavam no “Top of The Pops” ou outro programa similar.

Como a banda estava iniciando uma turnê e não teria como se apresentar no “Top Of The Pops”, um vídeo foi produzido e divulgado em vários programas de várias Tv´s ao redor do mundo, se tornado a primeira música com videoclipe.

O vídeo foi filmado em 10 de novembro de 1975 nos Estúdios Elstree, com direção de Bruce Growers. Esse vídeo teve como base a imagem Icônica de Mick Rock, imortalizada do álbum Queen II.  O vídeo foi feito em 4 horas e custou £4.000,00 (cerca de R$ 30.000,00).

Em 1991, a música foi relançada com These Are The Days Of Our Lives, voltando ao número um das paradas e arrecadando dois milhões de libras (cerca de R$ 15 milhões) para  a Organização Higgins de combate à Aids.

 

Por ser uma música muito conhecida e amada, muitas paródias foram feitas com ela. Em uma busca rápida na internet, acharemos as mais variadas versões para a música, sendo a mais conhecida a do filme Wayne´s World.

 

Outras versões para a música:

Versão mariachi de Bohemian Rhapsody do Queen

 

Coral Irlandês

 

Coronavírus Rhapsody

 

 

Fontes:

www.queenvault.com.br

www.queenpedia.com.br

www.allmusic.com

www.reddit.com

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo
Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

 

The Hectics ( Os Agitados)
A primeira Banda de Freddie Mercury.

A Banda foi formada no início dos anos 60, na Saint Peter Boarding School, um internato para meninos de classe média alta, em Panchgani, perto de Bombaim, Índia, onde o pequeno Farrokh Bulsara foi enviado para estudos de 1° qualidade.

Caracterizada por grandes topetes, gravatas finas, calças justas e sapatos pontudos.

Freddie tinha 12 anos e tocava piano. Ocupando o posto de vocalista principal estava Bruce Murray. Nessa época é que ele começou a ser chamado de Freddie pelos amigos.

A Banda acabou em 1963 quando então Farrock com 17 anos deixa a Índia em direção à Londres/Inglaterra.

Anos mais tarde, um dos integrantes, Victory Rana, ouvindo The Show Must Go On, veio associar o discreto Bulsara ao extravagante Mercury, ao ouvir sua singular voz.

” O resto da Banda tocava para atrair as garotas. Freddie era o único que sentia a música “.

. E onde estão os integrantes do The Hectics hoje ?

Seus caminhos foram separados pela música, a cozinha, o exército e o cinema.

Quando Farrokh Bulsara deixou a Índia, a Banda The Hectics ficou sem voz e desapareceu.

? Bruce Murray, guitarrista principal, mudou-se para Bedford (Reino Unido), onde abriu uma loja de música há 33 anos.

     

 

? Derrick Branche, segundo guitarrista, iniciou uma carreira de ator. Fez vários filmes e séries de televisão, mas largou a profissão no fim dos anos 80.

                 

 

? Victory Rana, o baterista, entrou no Exército do Nepal, onde se aposentou como General depois de ter servido em missões de paz da ONU.

         

 

? Farang Irani, o baixista, abriu o restaurante Bounty Sizzlers na cidade de Pune / Índia, administrado por suas filhas desde que morreu, há alguns anos.

 

? E Freddie ….. bem…… Freddie virou A Lenda !

Quase todos perderam contato com aquele pianista tímido, absorto pelas notas que dançavam em sua cabeça, com quem tinham tocado no The Hectics.

? Nota – não achei fotos de Farangi Irani, portanto anexei de seu Restaurante na Índia.

 

E conheçam também Gita R. Choksi –

           

 

O primeiro crush da adolescência de Freddie no Colégio St. Peter na Índia .

Ela era a fã número 01 da Banda deles The Hectics

 

“Eu achava que eles eram melhores que Elvis Presley”.

 

Sobre o interesse de Freddie nela, afirma surpresa

“Bem, se Freddie gostava de mim, ele tinha que ter me dito “.

 

Hoje ela administra um Hotel e Restaurante da família, em Panchgani/Índia e é agente de viagens.

 

Ela deu um depoimento no documentário “Freddie Mercury The Untold History”.

God Save The Queen !

??

 

Fonte – elpais.com

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos-chave da história do Queen, nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Queen The Greatest Episódio 33: Queen 1986: The Magic Tour – Parte 1

Estamos em 1986 e os preparativos estão em andamento para o que se tornaria a maior e mais bem-sucedida turnê por estádios do Queen. Este é o primeiro de uma história de duas partes que vai nos levar nos bastidores do Magic Tour, que bateu recordes.

 

 

“Houve uma tendência alguns anos atrás, com o movimento punk e tudo mais, onde eles diziam, ‘Oh, nós queremos tocar para o pequeno público porque estamos sendo íntimos e tudo mais.’ Muito lixo. Quero dizer, todo mundo que quer ser uma estrela quer tocar para o maior público. ”  Freddie Mercury.

O episódio Queen The Greatest desta semana celebra a agora lendária turnê do Queen pela Europa em 1986 – The Magic Tour.

Rejuvenescido por sua performance no Live Aid que fez história um ano antes, e o sucesso de seu álbum A Kind Of Magic,  junho de 1986 viu o Queen retornar à turnê para o que seria a maior série de shows da carreira do Queen, embora a banda tivesse tocado em vários locais antes, havia uma sensação de que esta turnê iria levá-lo a outro nível…

 “Vamos tocar no maior palco já construído em Wembley com o maior show de luzes já visto”,  Roger Taylor disse aos jornalistas antes da turnê.

A banda faria 26 apresentações em vinte locais diferentes no Reino Unido e em nove países europeus ao longo de um período de oito semanas, incluindo seu primeiro e único show em Budapeste, Hungria.

Tal era a vasta escala e âmbito do empreendimento que a estrutura de palco em forma de ponte exigia os serviços de uma empresa normalmente envolvida na construção de autoestradas e pontes. Os caminhões que transportam o equipamento cobririam mais de 165.000 milhas, o equivalente a quase sete vezes ao redor do mundo.

Falando aqui na fase de preparação, a banda fala sobre o compromisso que estava assumindo, com apenas Freddie expressando preocupações sobre o peso que uma turnê tão massiva teria, mas expressando seu entusiasmo em se apresentar para grandes públicos.

 

Roger Taylor:

“A coisa que mais esperamos no momento é esta turnê europeia”.

 

 

John Deacon:

“E isso é um grande compromisso da nossa parte, porque às vezes Freddie está um pouco relutante em pegar a estrada hoje em dia”.

 

 

Freddie Mercury:

 “Já faz um tempo desde que realmente fizemos uma turnê. É muito, muito cansativo para mim fazer o que tenho que fazer. Os palcos estão ficando maiores e tudo mais, e você sabe, eu só gosto de sentir que estou perfeitamente apto para fazer esses shows, e não apenas dizer ‘sim, eu farei isso ”.

 

 

John Deacon:  

“Estamos realmente começando agora, ideias para o palco, a iluminação e esse tipo de coisa.”

 

[Entrevistador]   Esta turnê em particular que você está fazendo, você está em um palco de cento e sessenta pés, que é o maior já construído para uma banda de rock?”

 

Roger Taylor:  “Sim, é um palco absolutamente enorme. Ele realmente foi projetado para lidar com os lugares em que estamos atuando. Para obter o melhor desses lugares.”

 

Brian May: “Nós geralmente vamos a algum lugar como um estúdio de cinema que tem este grande, aberto … como um hangar de avião, eu suponho … e apenas configuramos tudo e colocamos tudo sob controle.”

 

Brian May: “Porque não é o suficiente para nós sermos ensaiados, nós nos certificamos de que cada lâmpada, cada fio, esteja configurado de forma que tudo seja testado, para que todos os bugs possam ser corrigidos antes de entrarmos percorrer. É como um ensaio geral.”

 

John Deacon:   “Já tocamos há tantos anos que nos sentimos muito relaxados tocando em shows bem grandes também”.

 

Roger Taylor:  “Estranhamente, quando você está acostumado com um grande público, 100.000 é quase menos assustador em alguns aspectos, do que 5.000”.

 

Roger Taylor:   “É uma coisa estranha com nossa banda, quanto maior o público, melhor parece funcionar. O contato do público parece ser melhor com o público maior. ”

 

Brian May:  “Uma vez que você está em turnê, eu gosto de entrar e fazer isso. Não gosto de sair em turnê. Gosto de entrar o máximo que você pode, porque você pode construir esse ótimo ritmo e entrar no clima e na sensação de tocar, tocar melhor a cada noite, eu acho. Se você nos ver no final da turnê, somos muito diferentes do que somos no início da turnê, porque estamos nesse ritmo. ” 

 

Brian May:   “Suponho que seja quase como ser um atleta, você apenas trabalha em si mesmo e não tem mais nada em que pensar, exceto fazer a sua parte por duas horas o melhor que puder”.

 

Freddie Mercury:   “Houve uma tendência alguns anos atrás, com o movimento punk e tudo mais, onde eles diziam:“ Oh, nós queremos tocar para o pequeno público porque estamos sendo íntimos e tudo mais ”. Muito lixo. Quero dizer, todo mundo que quer ser uma estrela quer tocar para o maior público.”

 

Como será visto na parte 2, nas últimas semanas da turnê, o Queen faria três de seus maiores e mais icônicos shows – demonstrando porque eles são considerados o maior show ao vivo.

Crédito: Fotografia de Denis O’Regan © Queen Productions Ltd.

Próxima semana: Queen 1986: The Magic Tour, Parte 2

 

Fonte: www.queenonline.com

Em novembro, a BBC Two transmitirá Freddie Mercury: The Final Act – a história do extraordinário capítulo final da vida de Freddie Mercury, bem como a jornada que antecedeu o concerto em homenagem a Freddie Mercury no estádio de Wembley que se seguiu.

Trinta anos depois que Freddie morreu (em novembro de 1991) de complicações da AIDS, Freddie Mercury: The Final Act capta comoventemente os últimos anos da vida de Freddie. O filme segue a história do último show de Freddie até o show do tributo em si, que aconteceu em 20 de abril de 1992. O documentário apresenta novas entrevistas com muitos daqueles que eram mais próximos de Freddie, incluindo os membros do Queen Brian May e Roger Taylor, irmã de Freddie Kashmira Bulsara , seus amigos Anita Dobson e David Wigg e Peter Freestone.

Também ouvimos aqueles que se apresentaram no show épico, incluindo Gary Cherone (Extreme), Roger Daltrey (The Who), Joe Elliott (Def Leppard), Lisa Stansfield e Paul Young, bem como o promotor do show, Harvey Goldsmith.

O filme também ouve aqueles que viram o impacto do HIV / AIDS em primeira mão, seja como médicos, sobreviventes ou defensores dos direitos humanos, incluindo Peter Tatchell.

O filme começa em 1986, quando a turnê ‘Magic’ do Queen atinge seu clímax incrível no Knebworth Stadium em Hertfordshire e Freddie Mercury prova ser um dos maiores artistas de rock que o mundo já conheceu.

Falando no programa, Brian May diz:

“Freddie abriu seu coração e deu tudo o que tinha. Ele era um músico por completo. Ele viveu para sua música. Ele amava sua música e tinha orgulho de si mesmo como músico acima de tudo ”.

Nos anos seguintes, entretanto, ele lutaria secretamente contra o HIV / AIDS – uma doença que estava matando milhões e intensificando a homofobia. No trágico rescaldo da morte de Freddie, Roger Taylor começou a abordar uma série de artistas estelares, incluindo Elton John, David Bowie e Annie Lennox, e então junto com o colega de banda Brian May e o empresário do Queen, Jim Beach, os três elaboraram um plano para comemorar a vida do amigo com o que se tornaria um dos maiores shows da história.

O Freddie Mercury Tribute Concert foi assistido por mais de 70.000 pessoas, com mais de um bilhão de telespectadores. Com uma voz coletiva, por quatro horas gloriosas, o concerto não só celebrou Freddie, mas também colocou o HIV / AIDS claramente no centro das atenções e aumentou a conscientização sobre a doença. Sobre o estigma em torno do HIV / AIDS na época, Roger Taylor diz:

“Estávamos com muita raiva e tínhamos que defender nosso amigo – nosso melhor amigo. Fiquei obcecado com a ideia de dar a ele uma bela despedida.”

Freddie Mercury: The Final Act é uma história sobre amizade, amor e uma luta contra o preconceito – mostrado pela maneira como os amigos de Freddie criaram uma alegre celebração de sua vida, que não só poliu sua reputação como um dos maiores músicos do mundo, mas que também ajudou a mudar as atitudes sociais.

Jan Younghusband, Chefe de Comissionamento, BBC Music TV diz:

“O filme de James Rogan: Freddie Mercury: The Final Act, é uma história comovente de um dos músicos mais populares e talentosos e do legado que ele deixou. Não apenas ilumina a corajosa jornada de Freddie Mercury pelos últimos cinco anos de sua vida, mas também conta uma história mais ampla – e extremamente importante – do surgimento da AIDS na época e como o incrível concerto de tributo após sua morte, ajudou a mudar para melhor a opinião pública sobre a crise. Os artistas do Queen e outros que estiveram lá falam com franqueza pela primeira vez. ”

James Rogan, Diretor, disse:

“Fazendo Freddie Mercury: The Final Act foi uma jornada extraordinária para o capítulo final de um dos maiores ícones da música rock. Trabalhar com o Queen e ver os bastidores de algumas de suas maiores performances e o lendário Freddie Mercury Tribute Concert foi um raro privilégio. Igualmente importante foi falar às pessoas que viveram no olho da tempestade da pandemia global de HIV / AIDS, com todas as suas ressonâncias com a COVID hoje. A morte de Freddie e o tributo que o Queen organizou para ele ajudaram a mudar a consciência global desta terrível doença em um momento crítico. ”

Para acompanhar Freddie: The Final Act, a BBC Two também apresentará Queen na BBC em novembro.

Queen at the BBC é um especial de uma hora, apresentando alguns dos maiores momentos musicais de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon que foram exibidos na BBC ao longo dos anos. O enorme status internacional da banda lendária e agendas de turnê punitivas significava que eles fizeram surpreendentemente poucas aparições em programas como Top of the Pops e, frustrantemente para os fãs, várias dessas apresentações foram perdidas ou nunca gravadas.

Esta coleção celebra o melhor do que sobreviveu de um dos artistas mais duradouros e mais amados do rock britânico – e talvez o vocalista mais carismático e mais amado de todos os tempos. Entre as joias estão momentos do celebrado show da banda em 1975 no Hammersmith Odeon, Londres e destaques do prestigioso Montreux Pop Festival, onde Freddie e os meninos mostraram ao resto como a performance ao vivo era feita. As músicas neste programa incluem o primeiro sucesso da banda no Reino Unido, Seven Seas of Rye, These Are The Days of Our Lives e Bohemian Rhapsody – frequentemente eleita a música favorita do país.

Freddie Mercury: The Final Act é produzido pela Rogan Productions. Dirigido por James Rogan, os produtores executivos são Soleta Rogan, Mark Hedgecoe e Simon Lupton. O produtor é Dan Hall. Foi encomendado por Owen Courtney, Executivo de Comissionamento, BBC Music.

A data ainda não foi confirmada, mas provavelmente é 24 de novembro. 

 

Fonte: www.queenonline.com

News Of the World

Data de lançamento: 28 de outubro de 1977

Músicas do álbum:

  • Lado 1
  1. We Will Rock You
  2. We Are The Champions
  3. Sheer Heart Attack
  4. All Dead, All Dead
  5. Spread Your Wings
  6. Fight From The Inside
  • Lado 2
  1. Get Down, Make Love
  2. Sleeping On The Sidewalk
  3. Who Needs You
  4. It’s Late
  5. My Melancholy Blues

– Melhor posição nas paradas: 4° lugar na parada britânica e 3° lugar na parada americana

– No fim dos anos 70, alguns estilos de música, como o punk e new age e disco começavam a dominar o cenário musical, e o Queen se adaptou à isso.

– Eles tinham se convencido de que a fase de experimentação havia acabado e estava na hora de realinhar a rota e fazer um álbum mais espontâneo.

– Essa mudança de direção fez a banda ser acusada de oportunismo por causa dos novos estilos de música emergentes, o que fez a eles justificarem a mudança na direção artística.

– Roger escreveu quatro músicas – Sheer Heart Attack, Fight From The Inside, Turn On The TV e uma versão de  I Wanna Testify do The Parliaments – as duas primeiras entraram no álbum da banda e as duas últimas foram gravadas por Roger, e lançadas em um single em agosto de 1977.

 

– O álbum foi gravado em apenas 6 semanas (final de julho até meados de setembro) no Basing Street Studios e no Wessex Studios. Provavelmente essa redução do tempo se deu porque a banda tinha agendada uma turnê nos Estados Unidos em novembro. Com esta turnê o Queen finalmente conquistou a América.

– Neste álbum Roger cantou as músicas Fight From The Inside e Sheer Heart Attack, músicas que foram escritas durante as sessões do álbum Sheer Heart Attack em 1974.

– Em All Dead, All Dead, Brian tocou piano e cantou os vocais principais.

Sleeping on the Sidewalk foi gravada em uma única sessão.

 

– Em Spread Your Wings, John, além de tocar baixo, tocou violão também.

– Quinze dias antes do lançamento do ábum, foi lançado o single de We Are The Champions em outubro de 1977 e um vídeo foi filmado no New London Theatre em 6 de outubro com uma audiência especialmente convidada de membros do fã-clube.

– O single foi um grande sucesso, garantindo que sua turnê norte-americana naquele inverno esgotasse.

– Outros singles – Spread Your Wings, lançado no Reino Unido em fevereiro de 1978, e It’s Late, lançado nos Estados Unidos em abril de 1978 – não tiveram tanto sucesso, alcançando apenas 34º e 74º lugar, respectivamente.

– Em 1991, o álbum seria relançado em CD para o mercado norte-americano, com um remix de rap de We Will Rock You (apropriadamente intitulado Ruined by Rick Rubin) aparecendo como faixa bônus. As opiniões estão divididas sobre os méritos de tal remix, e nenhum outro remix da campanha de relançamento do CD da Hollywood Records causou tanta polêmica quanto a de Rick Rubin.

 

Capa do álbum

– A capa do álbum foi uma adaptação de uma ilustração de Frank Kelly Freaks que tinha sido publicada em 1953.

– O desenho foi adaptado e o robô segurava Brian May e John Deacon em uma das mãos enquanto Mercury caia no vazio. Ao abrirmos a capa do álbum, percebemos que o robô perfurou o telhado de um prédio e Roger é mostrado caindo do telhado.

 Publicação Original de Frank Kelly Freaks

 

Capa do álbum

Curiosidades:

  • No show do Madison Square Garden  os pais de Brian (Ruth e Harold) estavam presentes. Depois do show, Harold, pai de Brian, que não havia concordado com a carreira do filho, entendeu porque o filho havia abandonado a carreira de astrofísico pela da música.

 

  • O álbum foi gravado no mesmo estúdio (Wessex Studios), onde os Sex Pistols estavam terminando Never Mind the Bollocks, levando a alguns encontros memoráveis entre as duas bandas.

Costumávamos esbarrar com eles nos corredores, 

lembrou o guitarrista Brian May ao biógrafo do Queen Mark Blake.

Tive algumas conversas com John Lydon, que sempre foi muito respeitoso. Falamos sobre música.

– Mas Sid Vicious, o baixista do Sex Pistols foi muito pouco respeitoso com a banda. Um belo dia ele invadiu a sala de controle do Queen e falou para Freddie:

Ah, Freddie Mercury, zombou Sid. Você conseguiu trazer balé para as massas, então? Oh, sim, Simon Feroz, respondeu Mercury. Estamos tentando o nosso melhor, querido.

– Então, de acordo com o biógrafo do Queen Daniel Nester, Freddie se levantou de sua cadeira e começou a brincar com os pinos de segurança exibidos na frente da jaqueta de couro de Sid.

Diga-me, ele perguntou, “você arrumou esses pinos assim?

– Quando Sid deu um passo à frente na tentativa de intimidar Freddie, o cantor simplesmente o empurrou para trás e perguntou:

O que você vai fazer sobre isso?

Sid imediatamente recuou.

 

  • “Durante o lockdown na pandemia do Coronavírus em 2020, a música We Are the Champions foi regravada com o título: You are the Champions com Adam Lambert nos vocais.

 

  • Em 2013 o Queen se associou a Vonlichten para criar uma versão de We Will Rock You para a cobertura televisiva da NFL.

https://youtu.be/EDuhaL2-Zp0

 

  • Brian May e Roger Taylor regravaram We Will Rock You com o astro australiano John Farnham em 2003.

 

Fontes:

www.queenvault.com.br

www.queenpedia.com.br

www.allmusic.com

www.reddit.com

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo
Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

 

Agradecimentos especiais à Arnaldo Silveira pela ajuda com ideias e revisão do texto.

 

História do Queen – 27 de Outubro de 1974

▪️Neste dia, Brian e Roger gravam sua versão de God Save The Queen no Trident Studios, em Londres, aparecendo mais tarde no Álbum A Night At The Opera de 1975.

▪️É a única música gravada no Trident Studios desse Álbum, devido aos problemas com os irmãos Sheffield, que levaram à separação entre eles.

▪️Durante a turnê de 1974 do Álbum Queen II, o público cantava o Hino Nacional enquanto esperava a Banda subir ao palco. Brian foi sumariamente inspirado por esta demonstração de apoio (ou impaciência pré-show) para gravar sua própria versão.

▪️Este então se tornou o número de fechamento pré-gravado para todos os shows entre Outubro de 1974 e Agosto de 1986, exceto em algumas ocasiões em Dublin (capital da Irlanda) onde não foi considerado apropriado.

 

▪️Talvez as imagens relacionadas ao Queen mais instantaneamente reconhecíveis dessa música sejam Freddie subindo no palco durante a Turnê Magic, ao final dos concertos, em plena glória, ostentando uma coroa e capa vermelhas reais, e Brian tocando no telhado do Palácio de Buckingham, em Londres, como parte das celebrações do Jubileu de Ouro da Rainha Elizabeth em 03 de Junho de 2002, onde ele foi o responsável pela abertura das festividades.

 

▪️Brian tocou God Save The Queen com seu timbre característico, no topo do Palácio de Buckingham, solando maravilhosamente bem com sua Red Special.

 

▪️Seu solo de guitarra para homenagear a Rainha e ” abraçar ” toda a cidade com sua música, foi acompanhado por uma orquestra bem abaixo dele nos jardins do Palácio, e este evento foi acompanhado por milhões de pessoas ao redor do mundo, transmitido pela BBC.

 

▪️Brian diz

Eu estava lá, com a honra de solar a magnífica canção God Save The Queen ao vivo no telhado do Palácio de Buckingham, os cabelos ao vento, tudo tornava a atmosfera magnífica, num romantismo ….. e quero pensar que de lá ou de todos os lugares, Freddie estava naquele momento assistindo e estava orgulhoso, com seu sorriso provocador e uns palavrões – ‘ ….-se Brian, só você poderia fazer isso ! …. ‘ …..

e eu – ” ei Freddie, você me viu tocá-la ? Lembra daqueles que não acreditavam em nós, amigo ? … “

 

▪️E Brian encerra com este lindo e emocionante relato sobre seus sentimentos durante a execução da canção –

 

➡️ Às 18h45 hs, subo no telhado ….. Eu não tive tempo para a alegria morrer. O medo está do lado de fora da porta agora, latindo furiosamente, mas eu me sinto sombrio e taciturno …… Focado …….

Meu técnico de guitarra – Pete Malandrone – sobe comigo para verificar se tudo está audível, após um dia de confusão técnica.

Ele desce e me entrega a guitarra ….. E esperamos ….. 19h20 – ‘ Dez minutos, Brian ’…..

Cinco minutos, Brian ….. Depois, um minuto para o link de introdução.

▪️Silêncio …. depois da faixa de cliques, a caixa de bateria e, finalmente, a poderosa fanfarra das trombetas. Estou retribuindo – um bom crescimento, nota cantante, crescendo cada vez mais em intensidade.

Estou pronto com a minha velha moeda de dez centavos com uma bela borda serrilhada. Então estou dentro …..

Eu bato no acorde D grande, e soa esmagador e massivo. Sinto alegria, esperança, história e parece uma longa estrada pela frente, embora na verdade seja apenas um minuto e 50 segundos ….. Uma grande subida na escala para um grito contido. Um momento de ar …..

Agora, a frágil tranquilidade da melodia propriamente dita. Qualquer pequeno deslize será mais aparente aqui – todo mundo sabe como God Save The Queen deve ser …..

Um pequeno toque enganadoramente complicado me leva para a segunda metade da música …… Não se apresse …… E então estou negociando as etapas para enviá-la vitoriosa …

Cada nota está gritando agora ….. A adrenalina extra realmente parece arrancar cada gota de paixão do meu corpo. Este é de alguma forma o momento com que eu sonhava desde que era criança …..

Agora, a lacuna final e três acordes permanecem. Estou em casa ? one – crash. dois – crash. e … o crash final e gigantesco parece durar para sempre….

Posso vê-lo viajando pelo meu fio, pelo amplificador, pelos alto-falantes, pelos microfones, pelo cabo até a mesa de mixagem, pelos alto-falantes no jardim, pelos enormes sistemas do Mall, em Green Park, em St James’s Park, e no ar em direção à televisores de todo o mundo.

Tiro a guitarra e a empunho no ar, e grito minha gratidão ao Grande Espírito acima da minha cabeça …..

 

É 03 de Junho de 2.002 – o concerto Party At The Palace celebrando o Jubileu de Ouro da Rainha Elizabeth II.

E pela primeira vez na história, como meu filho Jimmy disse …..

um cara subiu no topo do Palácio de Buckingham e fez um grande barulho com uma guitarra ! 

 

Curiosidade – Houve um pequeno incêndio nos jardins do Palácio, no dia anterior, no ensaio de Brian, mas foi controlado à tempo.

 

Fontes: Brian May’s Red Special – de Simon Bradley e Brian May.

www.dailymail.com.uk

My Fairy King

Fotos – www.gettyimages.com.br/

 

A partir de hoje Sheila Pauka é a mais nova colaboradora do Queen Net.

Vamos conhecer um pouco mais sobre ela.

Sheila Pauka por ela mesma

Olá !

Me chamo Sheila Moreira de Sá Pauka, natural de Londrina/PR e atualmente resido em Rio Verde / Goiás.
Casada, mãe de 01 casal de gêmeos, e Faculdade em Turismo e Administração em Curitiba / PR.
Apaixonada pela magnitude da Banda Queen e seus 04 gênios compositores e, antes disso, pela hombridade dos nossos 04 garotos – Brian May, Roger Taylor, Freddie Mercury e John Deacon.

Espero que gostem e apreciem a leitura de alguns fatos e curiosidades que lerão nos próximos dias.

Abraço fraterno à todos !

Grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/235978984065145/?ref=share

 

 

 

Queen, a melhor loja pop-up: vinil exclusivo de 7 “- Brian May

O quarto e último vinil exclusivo Queen The Greatest Pop Up Store 7 “chega às lojas nesta sexta-feira, 29 de outubro às 7 horas (horário de Brasília), tanto na loja quanto online.

 

O disco vermelho de 7 “está limitado a 1000 cópias – 500 na loja e 500 online e são numeradas individualmente. As faixas de todos os quatro lançamentos foram escolhidas por Roger Taylor e Brian May, com o lado A representando um hit e o B- lado outra música escrita por cada membro individual da banda.

Este lançamento final é Brian May – lado ‘A’: We Will Rock You / lado ‘B’: Sail Away Sweet Sister

 

Compre On line aqui: www.queenonlinestore.com/The-Greatest-Pop-Up-Store/

 

Fonte: www.queenonline.com

Under Pressure
Data de lançamento: 26 de outubro de 1981
Autor: Queen & David Bowie
Single: Under Pressure / Soul Brother
Álbuns: Hot Space – 1982
Melhor posição nas paradas: 1° lugar na parada britânica e 29° lugar na parada americana

– Under Pressure nasceu de uma parceria não esperada entre o Queen e David Bowie.

– No meio do ano de 1981, o Queen estava no Estúdios Mountain em Montreaux, na Suíça, enquanto David Bowie, também estava na cidade para gravar a música Cat People (Putting Out the Fire), que ele havia composto com Giorgio Moroder. David Richards, o engenheiro do estúdio ligou para Bowie e o convidou ir ao estúdio onde o Queen estava trabalhando.

– Chegando lá, eles improvisaram uma jam session cantando e tocando várias músicas conhecidas de todos e depois comemoraram o encontro com um jantar.

Brian lembra:
Nós nos divertimos cantando várias músicas que todos conheciam. Mas então nós decidimos que seria bom criar algo novo, no calor do momento. Todos nós colocamos coisas na mesa e a minha contribuição foi um riff pesado em Ré maior que estava na minha cabeça. Nós ficamos muito animados com um riff que Deacon começou a tocar, mas depois do jantar Deacon não conseguia mais lembrar o riff

– Mas ao voltarem ao estúdio, Roger lembrou do riff. E eles trabalharam durante 24 horas na música e no final Under Pressure foi criada.

– A música de trabalho no estúdio se chamava People on Streets e ela pode ser escutada abaixo:

 

 

– Bowie e Freddie cantaram algumas frases separadas sem ouvir o que o outro havia cantado.

– No dia seguinte, Bowie resolveu trabalhar em algumas novas ideias para a música.

– A mixagem da música foi realizada no fim de agosto de 1981 nos Estúdios Power Station em Nova Iorque, e contou com a participação de Mercury, Bowie, Taylor, Reinhold Mack e David Richards, que imortalizou o encontro das estrelas.

– Mas depois de mais de 18 horas de trabalho, Mercury e Bowie não chegaram a um acordo na direção que a música deveria tomar.

– No final, a versão que foi para o álbum foi a que sofreu uma pequena mixagem.

-Brian se arrependeu de não ter ido à Nova Iorque pois queria uma versão diferente da que foi incluída no álbum.

– Mas não havia mais tempo para isso pois a EMI queria lançar a música logo, o que foi feito em 26 de outubro de 1981.

– No ano de 1990, o cantor Vanila Ice lançou a música Ice, Ice Baby, com partes sampleadas de Under Pressure.

 

– Under Pressure alcançou o número um nas paradas britânicas, a primeira desde Bohemian Rhapsody, mas nos Estados Unidos ficou somente na 29ª posição, voltando na posição 45 após a morte de Bowie em 2016.

– No caso de David Bowie, Under Pressure é a terceira música que alcançou o número 1 (depois de Ashes to Ashes de 1980 e a reedição de Space Oddity em 1975).

– Em uma enquete da revista Rolling Stone, a música foi eleita a segunda melhor colaboração e todos os tempos.

– A música foi tocada ao vivo pela primeira vez em novembro de 1981, permanecendo até agosto de 1986, no último show do Queen. Bowie optou por não tocá-la até o Tributo à Freddie Mercury em 1992, quando ele cantou a música junto com Annie Lennox.

 

– Da turnê Outside – que ocorreu em 1995 – em diante, Bowie cantou a música em praticamente todos os seus shows ao vivo, com a baixista Gail Ann Dorsey assumindo a parte vocal de Mercury.

– A canção também apareceu em setlists de A Reality Tour montada por Bowie em 2004, quando ele frequentemente a dedicava a Freddie Mercury.

– A música foi gravada nos álbuns ao vivo Queen Rock Montreal e Live at Wembley ’86.

– Foi incluída também em algumas edições dos primeiros Greatest Hits do Queen, e nos álbuns de compilação da banda Greatest Hits II, Classic Queen e Absolute Greatest, bem como compilações Bowie como Best of Bowie (2002), The Platinum Collection (2005), Nothing Has Changed (2014) e Legacy (2016).

– Nos shows Queen + Paul Rodgers e Queen + Adam Lambert a música também foi cantada. apresentação da música de Lambert e Roger Taylor em cada show.

– A importância da música é tão grande que mereceu um episódio especial da série Queen The Greatest, que celebra os 50 anos da banda.

 

 

Fontes:
Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo
Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen The Greatest – Episódio 24 – Under Pressure – Queen Net

O canal BIS comemora seu aniversário de 12 anos com programação especial. Com um programação especial, o Canal passará a partir das 21h uma variedade de shows, dia 28/10/21 será – Queen – Hungarian Rhapsody – Live In Budapest.

Quando: 28/10

 

Fonte: www.arrozdefyesta.net

 

Brian May, guitarrista do Queen, concedeu entrevista ao canal britânico ITV, onde falou sobre os desafios enfrentados durante a pandemia, incluindo seus problemas de saúde e o dia em que o esgoto inundou sua casa em Londres.

“Passamos por muitas coisas. Eu tenho que ser grato por estarmos aqui. O golpe final, depois de toda a parte física, tivemos nossa casa inundada, então foi uma espécie de golpe final, porque isso tira muitos da sua sensação de segurança, quando seus bens preciosos são levados pela água do esgoto, e eu eu acho que ainda estamos nos recuperando disso. É engraçado, isso te afeta mentalmente.”, disse ele.

O músico falou também sobre os próximos passos do Queen.

“Muita coisa ainda está acontecendo nos bastidores. O Queen nunca morre, na verdade, e eu tenho que ser muito grato por isso. Queen nunca dorme também, estamos sempre fazendo coisas, remixando coisas. Estou sentado aqui no estúdio em que fiz muitos dos meus solos mas também trabalhamos muito no último álbum da banda, o disco ‘Made In Heaven’. As coisas estão sempre acontecendo. Remixamos, ré empacotamos, porque há uma demanda constante – obrigado – de pessoas que querem ver um pouco do material antigo atualizado para a mídia moderna.”

Abaixo a entrevista, sem legendas.

 

Fonte: https://whiplash.net
Via Facebook de Beto Costa

 

Quem é o membro mais rico da Queen? Os membros fundadores foram o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor, o falecido cantor Freddie Mercury e o baixista John Deacon. Quem é o mais rico?

A banda britânica de rock Queen foi formada em Londres em 1970. Antes da banda ser formada, Brian May e Roger Taylor eram membros de uma banda chamada Smile, com Tim Staffell como vocalista principal. Mais tarde, o vocalista deixou a banda, e Brian May e Roger Taylor contataram Freddie Mercury. Smile se tornou Queen por sugestão de Mercury.

Ao longo de sua carreira contínua de mais de 5 décadas, o Queen lançou 15 álbuns de estúdio, 10 álbuns ao vivo, 2 EPs, 72 singles, 10 álbuns ao vivo, 11 box sets e muito mais.

Estreou em 1973 com seu álbum de estúdio autointitulado, Queen vendeu mais de 300 milhões de álbuns em todo o mundo. Relacionado a esse número, o patrimônio líquido da Queen era de $ 600 milhões em 2021.

We Will Rock You , We Are The Champions , Bohemian Rhapsody ,The Show Must Go On , Don´t Stop Me Now, e Somebody to Love são alguns dos mais conhecidas canções do Queen de todos os tempos.

O Queen tem continuado sua carreira  com Adam Lambert sob o novo nome chamado Queen + Adam Lambert. A banda trabalhou com Paul Rodgers de 2004 a 2009, depois que o falecido vocalista da banda Freddie Mercury faleceu em 1991.

Queen foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2001.

Então, quem é o membro mais rico do Queen ?

Brian May

Patrimônio líquido: $ 210 milhões

O músico, cantor, compositor, autor e astrofísico inglês Brian May é um dos membros fundadores da banda de rock Queen . Ele é conhecido por sua estabilidade na guitarra com sua banda.

Estreado em 1973 com o álbum homônimo da banda, Brian May tem agitado o palco ao lado de Roger Taylor e Lambert no Queen .

Atualmente lutando com sérios problemas de saúde, Brian May tem dois álbuns de estúdio solo. Além do Queen, Brian também tem uma carreira solo com vários hits de sucesso.

Então, qual é o patrimônio líquido de Brian May? Em 2021, o patrimônio líquido de Brian May era de $ 210 milhões (R$ 1 bilhão e 186 milhões), sendo ele o membro mais rico do Queen .

 

Roger Taylor

Patrimônio líquido: $ 200 milhões

Roger Taylor é um cantor, compositor e músico inglês que ganhou destaque com sua carreira na bateria com sua banda de rock Queen .

Tocando em todos os álbuns de estúdio da banda, Roger Taylor contribuiu com algumas canções do Queen como Innuendo, These are the days of our lives,  A Kind Of Magic, Radio Ga Ga, Heaven For Everyone, Breakthru e The Invisible Man.

Ele é um músico solo de sucesso fora da banda. Lançado vários álbuns solo e estreou em 1981 com Fun In Space. Seu último álbum foi intitulado Outsider e foi lançado em 1 de outubro de 2021.

Taylor também colaborou com músicos de rock and roll como Robert Plant , Elton John , Roger Waters , Eric Clapton , Phil Collins , Bon Jovi e outros.

Então, se você perguntar qual é o patrimônio líquido de Roger Taylor, o patrimônio líquido de Roger Taylor é de $ 200 milhões (R$ 1 bilhão e 130 milhões de reais aproximadamente) . Ele é o segundo membro mais rico do Queen.

 

Freddie Mercury

Patrimônio líquido: $ 55 milhões

O lendário músico Freddie Mercury foi o vocalista da banda de rock Queen. Ele é amplamente considerado um dos maiores cantores do rock and roll por sua passagem pela banda.

Nascido em 5 de setembro de 1946,  Freddie Mercury  faleceu aos 45 anos em 1991, após sua séria luta contra a AIDS. Freddie Mercury  e sua voz têm continuado a inspirar músicos jovens e novos, embora ele tenha sido há três décadas.

O músico escreveu várias obras-primas para o Queen , incluindo We Are The Champions, Somebody To Love, Bohemian Rhapsody, Don’t Stop Me Now, Killer Queen e Crazy Little Thing Called Love .

Fora da banda, Freddie Mercury lançou um álbum de estúdio solo em 1985 chamado Mr. Bad Guy

Freddie Mercury foi introduzido postumamente no Rock and Roll Hall of Fame em 2001 como um membro do Queen .

Então, qual era o patrimônio líquido da Freddie Mercury? O músico possuía bens imóveis no valor equivalente ajustado pela inflação de $ 40 milhões e tinha mais de $ 15 milhões em outros ativos líquidos. Em 2021, o patrimônio líquido da Freddie Mercury era de mais de $ 55 milhões (R$ 310.778.545,00 aproximadamente).

 

John Deacon

Patrimônio líquido: $ 170 milhões

O músico aposentado John Deacon ganhou fama mundial por ser o baixista da banda de rock Queen, vencedora do Brit Awards .

Ao longo de sua gestão com o Queen de 1971 a 1997, Deacon contribuiu com algumas canções como Another One Bites the Dust, Need Your Loving Tonight, You´re My Best Friend, I Want To Break Free, Back Chat, Spread Your Wings e muito mais .

Ele foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame como um membro do Queen como seus companheiros de banda.

Qual é o patrimônio líquido de John Deacon? Em 2021, o patrimônio líquido de John Deacon era de $ 170 milhões (R$ 960.588.230,00 aproximadamente).

 

Fonte: https://www.metalcastle.net/