The Invisible Man
Lado A: The Invisible Man
Lado B: Hijack My Heart
Data de lançamento no Reino Unido: 7 de agosto de 1989
Melhor posição no Reino Unido: 12ª. Posição
Produtores: Queen & David Richards

The Invisible man

The Invisible man nos leva a um mundo imaginário e amado de seu autor, Roger Taylor. A música é inspirada no romance de mesmo nome de H.G. Wells. Ela nos leva à presença do homem invisível entre nós, uma personagem que é ao mesmo tempo adaptável e impossível de capturar.

Roger fala sobre a música:

Eu a fiz, mas então todo mundo contribuiu. Não me lembro de onde veio a ideia. Acho que veio de um livro que estava lendo e parecia se encaixar no padrão rítmico que eu tinha em mente.

A música possui uma pequena semelhança a música de Huey Lewis e The News chamada I Want A New Drug (e com letras que lembram Ghostbusters de Ray Parker Jr. ).

 

 

Pela primeira ( e única ) vez em uma música do Queen, cada membro da banda é mencionado pelo nome logo antes de seus respectivos solos instrumentais, com a contribuição de Brian sendo um solo de guitarra magistral e sobre-humano.

O vídeo foi produzido pelos Torpedo Twins (Rudi Dolezal & Hannes Rossacher, nos Estúdios Pinewood em Londres em 26 de julho de 1989 (no dia do aniversário de 40 anos de Roger) e foi muito elogiado pelos seus efeitos especiais.

Nele, os membros da banda podem ser vistos como figuras de um vídeo game chamado The Invisible man e durante uma sessão do jogo o menino aperta o botão errado, e a banda é transferida da tela para a vida real, causando estragos no quarto do menino e, aos poucos, na família.

https://youtu.be/pz7XApRKtH4

 

A atriz que interpreta a filha adolescente é Danniella Westbrook, familiar para os britânicos como Samantha Mitchell em EastEnders.

Uma mixagem de 12″ foi construída, com uma introdução única de flauta sintetizada e trazendo o tempo de execução para pouco menos de seis minutos.

 

Essa mixagem também foi lançada como faixa bônus na versão em CD de 1989 ( e reedições de 1991 e 2011 ) , enquanto uma mistura híbrida única de agosto de 1988, combinando a demo auto-cantada de Roger com elementos da versão padrão do Queen, também apareceu como faixa bônus na reedição de 2011 de The Miracle.

 

 

Hijack My Heart

Essa música é um b-side, uma música que só foi lançada em single, nunca sendo lançada em álbuns oficiais.

Ela reflete a personalidade de Roger Taylor pois contém seus temas favoritos: mulheres bonitas em carros potentes, encontros inesperados, as alegrias de se apaixonar, e o prazer de saber que algo muito bom pode acontecer a qualquer momento.

Esta música tem mais em comum com as músicas dos álbuns solo anteriores de Roger Taylor – Fun in Sapce e Strange Frontier – do que com o Queen.

Fazia quase uma década desde que Roger cantava os vocais principais em uma música do Queen, mas aqueles que anseiam pela voz rouca e aguda do baterista ficariam agradavelmente surpresos com Hijack My Heart, música saída das sessões do The Miracle.

Com a regra tácita persistindo ao longo dos álbuns da década de 1980 de que Freddie deveria ser o vocalista principal, não é surpreendente que Hijack My Heart não fosse um candidato sério para The Miracle, mas é de se esperar que uma concessão tenha sido feita, já que é uma música particularmente forte.

O final desbotado contém algumas linhas de baixo deliciosas, embora uma versão demo que vazou em 2006 contenha um belo piano tocando, ausente da versão final.

A música escapou de lançamento em compilações retrospectivas até a quarta edição de The Singles Collection, e foi devidamente adicionada como faixa bônus na reedição de 2011 de The Miracle.

 

Fontes: Queen: Complete Works – Georg Purvis

Queen all thevsongs – The Story Benhind Every Track – Bernoît Clerc

 

 

 

A parceria Mott The Hoople & Queen

 

– Mott The Hoople era uma popular Banda britânica de Glam Rock, apadrinhados por David Bowie, do início dos anos 70, que levou o nome do livro homônimo de meados dos anos 60, escrito por Willard Manus.

– Em 1974, o Queen era uma Banda promissora, e Mott The Hoople estava em sua fase final. O Glam Rock estava acabando, e o vocalista do Mott – Ian Hunter – estava perdendo rapidamente o interesse no grupo.

 

– O Queen foi a Banda de abertura da turnê de 1974.

 

– O grupo formou um vínculo estreito e o Queen se referiu em seu single de 1975 – Now I’m Here – com a frase Down in city, just Hoople and me.

 

– Mais tarde naquele ano, o Queen lançaria Killer Queen e veria sua carreira decolar, enquanto Hunter deixaria Mott em Dezembro.

 

. Mott The Hoople ensinou o Rock à Rainha

– Brian e Roger creditam à Mott The Hoople a inspiração à abraçar sua exuberância e se tornarem estrelas do Rock de pleno direito nos anos 1970.

– Os roqueiros do Queen admitem que estavam na estrada com a Banda, onde cultivaram sua persona teatral.

Câmera Bell Howell

Brian explica:

Foi quando aprendemos à ser estrelas do Rock. Assim que você pensava que o dia havia acabado, um dos Mott entrava no seu quarto, carregado de garrafas e tudo o mais, e você ia embora de novo. Era muito, muito completo e muito, muito emocionante.

 

– E Roger está convencido de que foram os fãs liberais de Mott The Hoople que encorajaram o Queen à desenvolver sua Banda de Glam Rock.

Mott era perfeito para nós. Eles tinham uma audiência insana, de mente aberta, muito Rock ‘N’ Roll. Eles eram liberados, coloridos – não a multidão normal de Rock … Os shows ficaram maiores, mas foi difícil.

– Mott The Hoople e Queen estrearam em 02 de Outubro de 1972 no Central Hall, em Maidstone, Inglaterra.

– Em 1973, a Banda fez 56 concertos, sendo 20 com o Queen, também na Inglaterra.

– Em 1974, foram 34 concertos, sendo 15 com o Queen, pelos EUA.

– Dentro desses, um show memorável em 01 de Maio de 74 – Queen, Aerosmith e Mott The Hopple – no The Farm Show Arena em Harrisburg, Pennsylvania/EUA.

– Em 31/01/1976, Freddie, Brian e Roger finalizam sua participação no Álbum solo de Ian Hunter All-American Alien Boy.

 

– Durante a turnê americana Mott The Hoople de 1974, o membro da banda Morgan Fisher foi equipado com uma câmera Super-8 para documentar eventos.
Do documentário Mott The Hoople – Under Review.

 

Fonte para base e composição de texto –

Concertsarquive.org

 

Nota – Morgan Fisher, que foi tecladista na turnê Hot Space do Queen, foi integrante da Mott The Hoople.

Morgan Fisher

 

 

O músico, cantor e compositor Edinho Santa Cruz se apresentará mais uma vez no evento que celebra a memória e a obra de Freddie Mercury, Freddie Celebration Days.

Edinho possui uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, e é autor de diversas trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.

É autor também da primeira homenagem a Freddie Mercury, a música Song For Freddie.

 

Já se apresentou em diversos programas de TV e eventos de grandes companhias, e trabalhou por quatro anos no Domingão do Faustão como diretor musical, à frente de sua banda.

Atualmente, Edinho Santa Cruz está trabalhando na promoção de seu último DVD Jogo do Silêncio, gravado ao vivo com convidados especiais e uma grande orquestra.

 

A primeira vez que vim aqui em Montreux, fui convidado por Jim Beach em 1995.

Então, naquele momento, ele me apresentou a David Richards no Mountain Studios para fazer meu tributo a Freddie.

Desde então, comecei a sonhar em voltar a Montreux para homenagear Freddie.

Hoje, estou confiante de que meu sonho está se realizando.  eu estou tão feliz.

E esta é uma grande energia estar aqui com todos vocês!

Edinho Santa Cruz

 

Edinho fará um Concerto Acústico em Montreux no sábado, dia 3 de setembro às 10:30 da manhã, horário de Brasília.

Saiba mais sobre a carreira de Edinho acessando suas redes sociais

https://edinhosantacruz.co/

https://www.facebook.com/edinhosantacruzoficial

https://www.instagram.com/edinhosantacruz/

 

Freddie Celebration Days

É um evento gratuito que que ocorre desde 2003 e acontece por volta do dia 5 de setembro, data de aniversário de Freddie Mercury.

É organizado pela organização sem fins lucrativos Montreux Celebration e conta com a participação de vários artistas e do público em geral.

 

Saiba mais em: Montreux Celebration – Freddie Celebration Days

 

Programação do evento em 2022:

Freddie Celebration Days 2022 (montreuxcelebration.com)

FAT BOTTOMED GIRLS
(2ª música do 7º álbum)

– Em 13 de outubro de 1978 é lançado o primeiro single extraído do álbum Jazz, um 45 rpm com dois lados A e nenhum lado B.

– O tema principal Bicycle Race, foi composto por Freddie Mercury, e o segundo, Fat Bottomed Girls é obra de Brian May.

– Trata-se de um tema rock, muito melódico e eficaz, cuja origem explica o sensato Brian:
Acho que o estribilho veio na minha cabeça […]. Uma melodia e algumas palavras […]. E então ‘Fat Bottomed Girls’ se tornou uma música sobre as garotas que apoiam os músicos fora do palco. As ‘groupies’, mas não só elas.

– A letra, divertida e como mínimo atrevida, narra a viagem inicial do jovem May frente ao gênero feminino:

I was just a skinny lad/Never knew no good from bad/
But I knew life before I left my nursery/Left alone with big fat Fanny/
She was such a naughty nanny/Heap big woman, you made a bad boy out of me

(Eu era apenas um garoto magrelo/Nunca soube distinguir o bem do mal/
Mas eu conheci a vida antes de deixar meu berçário/Deixado sozinho com a grande e gorda Fanny/
Ela era uma babá muito travessa/Uma mulher grande, fez de mim um bad boy).

– Uma música desse estilo daria o que falar nos nossos dias, mas a década de 1970 permitiu uma certa audácia e permissividade para esse tipo de “canalhice”, que os membros do Queen não dispensavam exatamente!

– Desde a introdução, encontramos as harmonias vocais que deram notoriedade à banda, com um estribilho a cappella intenso e melódico.

? Single Bicycle Race e Fat Bottomed Girls.

 

Vídeo oficial de Fat Bottomed Girls

 

Fonte: QueenLa Historia Detrás de Sus 188 Canciones,  de Benoît Clerc
Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Quem escreveu mais canções no Queen ?

Abaixo, de forma abrangente, por Álbum de estúdio.

QUEEN 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 4, Roger – 1

 

QUEEN II

Pontuação do Álbum –

Freddie – 6, Brian – 5, Roger – 1

 

SHEER HEART ATTACK

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 5, Roger – 2, John – 2

Contando Stone Cold Crazy para todos.

 

A NIGHT AT THE OPERA 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 5, Roger – 1, John – 1

A DAY AT THE RACES 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 4, Brian – 4, Roger -1, John -1

 

NEWS OF THE WORLD 

Pontuação do Álbum –

Brian – 4, Freddie – 3, Roger -2, John – 2

 

JAZZ 

Pontuação do Álbum –

Freddie -5, Brian – 4, Roger -2, John – 2

 

THE GAME 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 3, Roger -2, John – 2

Contando Rock It (Prime Jive) e Coming Soon para Roger e Freddie.

Contando Sail Away Sweet para Brian e Freddie.

 

FLASH GORDON 

Pontuação do Álbum –

Brian – 7, Freddie – 5, Roger – 4, John – 2

HOT SPACE 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 4, Roger -3, John – 3

Contando Under Pressure para todos + David Bowie.

Contando Cool Cat para Freddie e John

 

THE WORKS 

Pontuação do Álbum –

Brian – 4, Freddie – 4 , Roger – 1, John – 1.

Contando Machines (or ‘Back to Humans’) para Brian e Roger.

Contando Is This the World We Created…? para Brian e Freddie.

Sem pontuar as demos.

A KIND OF MAGIC 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Roger – 3, John – 4, Brian – 3

Fora singles.

 

A Banda creditou todos os 04 membros quase igualmente com as composições de A Kind Of Magic em diante, por isso há duplicidades.

 

THE MIRACLE 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 4, John – 5, Roger – 3

Fora bônus.

INNUENDO

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 5 Roger – 3, John – 1

Contando All God’s People para Freddie e Mike Moran.

Contando I’m Going Slightly Mad para Freddie e Peter Straker.

 

MADE IN HEAVEN

Foi um esforço colaborativo, reunido após a morte de Freddie.

Pontuação cumulativa –

Freddie Mercury: 73

Brian May: 61

Roger Taylor: 33

John Deacon: 26

 

Por Mark Dundore, compositor / arranjador e professor que mora na Pensilvânia.

Nota – Informações adicionais e checadas por Sheila Pauka.

 

O Festival Rock In Rio 2022 começa no dia 2 de setembro e por conta disso, a organização do Rock In Rio convida o público a se preparar para a edição de 2022, por meio de um mergulho na história do festival, desde 1985 até 2019.

Em parceria com Globoplay, Multishow e Conspiração, foi lançada, no dia 2 de agosto, a série documental Rock in Rio – A História.

Em cinco episódios, o público, artistas e organizadores que estiveram juntos por momentos de paz e alegria no Rock in Rio e foram impactados pela grandiosidade do festival, relembram os bastidores, os sucessos, os momentos emblemáticos, as paixões, os desafios e a força da marca Rock in Rio.

Os episódios, de cerca de meia hora de duração cada um, foram lançados com exclusividade no Globoplay, e irão ao ar no Multishow entre os dias 12 e 16 de setembro, às 23h.

Roberto Medina explica:

Enquanto nos preparamos para o momento do grande reencontro, daquela que será a edição mais antológica de todas, entregamos para o público esse grande presente que é o documentário, Rock in Rio – A História.

 

E complementa:

Os episódios não só trazem um contexto sobre a cena musical nos anos 1980, como também mostram que o festival foi fundamental na consolidação de grandes nomes nacionais e internacionais, se tornando parte da história e da cultura do nosso país, passando por todas as transformações de cada época, com a música e o público, mostrando o nosso trabalho em direção a um mundo melhor.  Tivemos muitos desafios para construir a primeira edição do festival e para dar seguimento a esse sonho, que é o de termos o maior evento de música do mundo para chamar de nosso, uma festa de todas as tribos, do rock ao pop, do rap a mpb, do jazz ao funk. O documentário mostra de maneira belíssima os bastidores e imagens inéditas, além de performances memoráveis ao longo desses 37 anos de trajetória.

 

Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 21 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro e na diversidade, na riqueza das diferenças.

Dirigido por Patricia Guimarães e produzido por Andrucha Waddington, Renata Brandão e Mariana Vianna, com roteiro de Rodrigo Pinto, a série original Globoplay Rock in Rio – a História chega embalada pela energia e pela contagem regressiva para o retorno da vida ao vivo.

Os episódios chegam à plataforma de streaming com depoimentos de grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Alceu Valença, Ney Matogrosso, Brian May, Andreas Kisser, Charles Gavin, Roberto Frejat, além de Fernanda Abreu, Emicida e os músicos do Black Eyed Peas.

Roberto Medina finaliza:

Desde a sua primeira edição, o Rock in Rio abraça e propõe a união das diferenças, valorizando a diversidade, ponto comum entre os episódios do documentário, que conta com nomes relevantes das mais variadas cenas musicais. Um exemplo disso foi o show de Sepultura e Zé Ramalho, em 2013, no Palco Sunset, onde o público de metal daquele dia abraçou o cantor e entoou muita MPB, fechando o encontro com Admirável Gado Novo.

Teresa Penna, diretora do Globoplay, Globo Filmes e Giga Gloob comenta:

Para o Globoplay, é uma honra trazer esse conteúdo e mostrar ao público todas as transformações vividas pelo festival ao longo de mais de três décadas, contadas por artistas, organizadores e pelo público. A história do ‘Rock in Rio’ reflete a história da música de forma geral, principalmente para nós brasileiros. É uma trajetória que conecta a música e o público ao cenário cultural do país.

 

Primeiro episódio – Que a vida começasse agora

No primeiro episódio, em um país que ansiava pela liberdade após um longo período de ditadura militar, acontece o primeiro festival de música internacional do Brasil, aclamado pela crítica e público.

Ney Matogrosso e Brian May, contam como o Rock in Rio influenciou suas carreiras.

Não à toa, o Queen quebrou o recorde de público do festival, tocando para aproximadamente 300 mil pessoas, no dia 11, e outras 250 mil, no dia 18 de janeiro de 1985, e são consideradas por muitos, até hoje, as melhores performances da Cidade do Rock. Certamente o momento mais lembrado do Queen no Rock in Rio foi a performance da música Love of My Life, com o público cantando a plenos pulmões — cena que entrou para a história e foi retratada até no filme Bohemian Rhapsody, de 2018. Outro exemplo emblemático da primeira edição do festival é retratado no primeiro episódio quando o Barão Vermelho canta “Pro Dia Nascer Feliz” em um contexto de retomada da democracia no Brasil.

https://youtu.be/gblZ2drKK1M

 

Segundo episódio – Que a gente não parasse mais de sonhar

Esse episódio mostra a segunda edição do festival, que foi realizada no icônico estádio de futebol do Maracanã, em janeiro de 1991. A edição consolidou o Brasil no mapa do show business mundial e a série traz Andreas Kisser, que relembra o início de uma longa história com o festival, que retorna em 2022 em três momentos: participando de um show com sua banda Sepultura ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, abrindo o Palco Mundo no dia 2 de setembro; como integrante da All Stars Rock Band, uma das atrações da Rock District no dia 10; e ainda para o show 1985 – Uma homenagem no Palco Sunset no dia 09 de setembro, compartilhando o palco com Alceu Valença, Blitz, Ivan Lins, Elba Ramalho, Pepeu Gomes, Luisa Sonza, Liniker, Agnes Nunes e Xamã. O segundo episódio traz, ainda, toda a transformação do estádio do festival para hospedar o Rock in Rio, depois de tantos anos da primeira edição, além dos artistas Charles Gavin e Frejat falando sobre as dificuldades dos músicos brasileiros em meio a grandes atrações internacionais.

 

Terceiro episódio – Por Um Mundo Melhor 

Este episódio conta como a marca Rock in Rio encontrou o formato ideal para grandes festivais e consolidou o propósito Por Um Mundo Melhor, fazendo o país inteiro parar para refletir sobre a necessidade de nos unirmos em uma só direção e com a necessidade de promover o bem. A terceira edição, lá em 2001, reforça o mix de sonoridades e culturas que o festival busca trazer em todas as edições, sob reações diversas do público, como na apresentação de Carlinhos Brown que, apesar de super criticado na época, levantou um cartaz pedindo paz e concedendo um depoimento falando que aquilo era tudo que o festival queria dizer. A partir de 2004, o Rock in Rio se abre para edições internacionais, com o episódio retratando ainda as edições em Lisboa, Madri e Las Vegas.

 

Quarto episódio – Todos num só coração

O Rock in Rio realiza a primeira de muitas edições emblemáticas, 2011, onde a música se alia ao entretenimento criando um espaço único de expressão cultural, com os anseios do público se refletindo nos palcos do festival. Como convidados, a rainha Ivete Sangalo rememora a alegria ao ser convocada para tocar no Rock in Rio. Ivete é a artista que mais tocou no Palco Mundo do Rock in Rio Brasil e em todas as edições do Rock in Rio Lisboa. O emblemático trio Black Eyed Peas também fala sobre sua relação com a música brasileira e sua inesquecível experiência no festival, em 2019, quando colocou toda a Cidade do Rock para dançar com os seus maiores hits.

 

Episódio 5 – Três últimas edições do Festival

Apresenta as últimas edições do Rock in Rio Brasil e suas inovações, como a criação do Espaço Favela, palco que potencializa o talento e a diversidade dos artistas das favelas cariocas. No documentário, Emicida pondera sobre a escalada de atrações das periferias até o reconhecimento internacional, e a cantora Fernanda Abreu, junto com a atriz e cantora Lellê, falam sobre o funk e sua história marcada pelo preconceito.

A série encerra com o Rock in Rio recebendo o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro e se preparando para o reencontro com os fãs, em setembro de 2022, naquela que será a maior e melhor edição de todos os tempos. Neste ano, a vida ao vivo está de volta após o adiamento provocado pela pandemia e o público pode esperar por um festival histórico. Os números impressionam. Além dos 670 artistas, serão cinco brinquedos de parque temático, mais de 90 marcas e 200 espaços de ativação, 240 produtos oficiais e mais de 500 licenciados, 800 executivos no Rock in Rio Academy assistindo a dez palestras e 112 conteúdos no Rock in Rio Humanorama.

 

Fontes: g1.globo.com

www.radiorock.com.br

br.bolavip.com

 

 

MUSTAPHA

(1ª música do 7º álbum)

 

– É inútil aumentar o volume na primeira vez que se escuta Mustapha, já que um som com o volume baixo proposto no início da música é uma astúcia de Roy Thomas Baker.

– Até a guitarra chegar no minuto 1:19, o produtor mixa a música em mono. Nesse preciso instante, a entrada da guitarra coincide com a transição para a mixagem estéreo, à qual se acrescenta um ligeiro aumento no volume geral. O som então literalmente explode!

– O primeiro tema deste álbum, que começa com uma canção semelhante à dos muezzins que convida à oração, é desconcertante e intrigante.

– Freddie chama com uma voz distante e reverberante:

Ibrahim, Ibrahim, Ibrahim,

Allah, Allah, Allah, Allah will pray for you

(Ibrahim, Ibrahim, Ibrahim, Alá, Alá, Alá, Alá rezará por ti).

 – Sem dúvida alguma o cantor homenageia a sua infância em Zanzibar, na Tanzânia, que abandona para dirigir-se à Índia aos sete anos. O jovem Farrokh Bulsara, então praticante do zoroastrismo, estava rodeado por um grande número de amigos muçulmanos, já que o islã era praticado por mais de 99% da população da ilha.

– A sonoridade e a pronúncia da língua que utiliza Freddie nesta canção são muito próximas ao árabe. Porém o cantor construiu a canção desde cedo, inventando frases e expressões para que as palavras resultem sonoras, excluindo qualquer mensagem com conteúdo religioso. Inclusive, ele confirmaria:

Trata-se de algo sem sentido de A à Z. Não é nenhum idioma em particular, com exceção de algumas passagens.

Na verdade, se encontra uma única frase em inglês no texto:

Allah will pray for you

(Alá rezará por ti).

 – O restante da letra, como a intraduzível Mustapha Ibrahim, al havra kris vanin, não é mais que uma hábil mistura de sonoridades que confundem o ouvinte.

Mustapha é uma curiosa escolha para iniciar o sucessor de News Of The World.

– Embora o álbum anterior tinha como objetivo atingir um público mais amplo, propondo hits universais (We Will Rock You e We Are The Champions), parece que o Queen não tinha medo de desestabilizar os seus fãs com o seu novo trabalho.

– O produtor John Tatlock afirmaria em sua colaboração com a revista on-line The Quietus que provavelmente [se trata] do tema de abertura de álbum mais estranho de toda a história dos álbuns de rock.

– Dave Marsh, grande difamador do Queen na redação da revista Rolling Stone, manifestaria uma opinião mais forte sobre este tema:

Mustapha’ […] tem tanto a ver com a cultura do Oriente Médio como um ‘souvlaki’ [popular prato grego composto por carne e, por vezes, legumes, grelhados no espeto] comprado num restaurante ao virar a esquina.

 

– Por mais que pese para Marsh, a música é lançada como single na República Federal da Alemanha, Yugoslavia, Espanha e Bolívia durante o ano de 1979.

– Nos concertos, Freddie se limita a cantar a introdução do tema a cappella. Porém depois do pedido de muitos fãs, Mustapha seria interpretada integralmente durante o The Game Tour em 1980.

Um Freddie suado sob os holofotes durante o tour Live Killers.

O grupo declararia que as novas luzes exalavam um calor quase insuportável no palco.

 

Vídeo oficial de Mustapha

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

O papel de Brian May e Freddie Mercury no Queen.

              Quem era realmente o líder da Banda, musicalmente falando ?

▪️Todos os membros do Queen se tornaram os músicos mais influentes e icônicos da história da música, tendo o frontman Freddie Mercury nos holofotes.

▪️Entretanto, muitas pessoas consideram Brian como o líder do Queen, pois ele tomava decisões quando se tratava de inovações no som e no futuro do grupo.

▪️Já a grande maioria considera que o líder sempre foi Freddie, pois ele sempre esteve sob os holofotes e chamou a atenção da imprensa.

 

Freddie 

▪️Freddie foi um cantor extremamente versátil, com uma voz tão flexível que cantava qualquer estilo musical, com poder, variedade, emoção e fluidez.

▪️Era um showman enérgico, com um dom natural que se harmonizava com sua voz, na qualidade de músico no sentido mais amplo da palavra.

▪️Mas não era apenas sua voz que tornava suas performances tão atraentes para as pessoas. Além de ter uma voz extraordinária, ele sabia dar show. Ele tinha a habilidade de mover o público, fazê-lo chorar, rir, ficar animado. Ele tinha um carisma impressionante e conseguia segurar o público na palma da mão.

▪️Freddie tinha vários estilos para escrever sua música, desde a ópera em Bohemian Rhapsody ou o coral em Somebody To Love, ao som metálico e Rock de Princes Of The Universe e Stone Cold Crazy, passando por baladas como Love of My Life e You Take My Breath Away.

▪️E se Freddie era a alma piloto do Queen, Brian era seu motor, alimentando as canções que os elevaram à uma estratosfera ocupada por apenas algumas Bandas de Rock selecionadas.

 

Brian

▪️Brian era um compositor mais do que capaz, sua destreza permitindo-lhe fundir elementos de folk, prog, metal e pop clássico em visões que eram tão grandiosas quanto ambiciosas.

▪️Brian criou incontáveis ​​solos de guitarra icônicos, momentos de palco atemporais com o público e contribuindo com a música lendária da Banda que sempre existiu, crescendo e evoluindo. Suas orquestrações na música eram, e são ainda, admiráveis, combinadas, equilibradas e arranjadas entre si.

▪️Também há várias pessoas que pensam que Brian May é o principal contribuidor das ideias musicais para as canções, o compositor principal e o principal criador de conceito.

▪️Além disso, esses fãs apontam o fato de que Brian foi o membro à falar sobre os planos e projetos futuros da Banda durante a maioria das entrevistas, ao invés de Freddie, o que pode levar à esse pensamento, quando se trata de moldar o sentido musical.

………………

 

▪️No entanto, essas declarações por si só não bastam para nomear um membro como o líder da Banda.

▪️Eu creio que cada membro do grupo trouxe uma pitada única de magia ao seu som e, ao longo dos anos seguintes, o mundo ascendeu coletivamente à um estado de Queenmania.

 

Fonte – Parte de rockcelebrities.com

BRIAN MAY VISITARÁ A ARMÊNIA PELA PRIMEIRA VEZ PARA AGITAR O FESTIVAL INTERNACIONAL STARMUS VI

Neste mês de setembro, o STARMUS, o festival internacional de Ciência e música fundado por Garik Israelian e Brian May, acontecerá em Yerevan, Armênia. Mais de 50 palestrantes se reunirão nesta sexta celebração do STARMUS, incluindo laureados com o Nobel, astronautas, cientistas, autores e estrelas da música icônicas, para melhorar e promover a comunicação científica e a música.

Co-fundador do Queen, músico, cantor, compositor, astrofísico e estereoscopista, Dr. Brian May acaba de confirmar sua presença na Armênia no início de setembro de 2022. Mais conhecido como o guitarrista da banda de rock Queen, e por seus hits internacionais compostos pela banda, incluindo We Will Rock You, The Show Must Go On, Tie Your Mother Down, “I Want It All, Too much love will kill you, Hammer to Fall, Save Me e Who Wants to Live Forever, Dr. May também é astrofísico e comunicador científico. Em 2020, foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela Total Guitar Magazine.

Brian May desempenhou um papel significativo na campanha Rock Aid Armenia em 1988, quando ele convidou pessoalmente muitos músicos de classe mundial (como David Gilmour, Tony Iommi) para se juntar ao projeto para apoiar a Armênia, mas até agora ele nunca foi capaz de visitar.

Dr. Brian May conheceu o Dr. Garik Israelian, um dos principais astrofísicos do mundo, do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias, em 1998. Anos mais tarde, Israelian ajudou May a completar sua tese de doutorado e obter seu PhD em astrofísica pelo Imperial College London em 2007.

A amizade entre May e Israelian levou à colaboração com uma lenda duduk armênia Jivan Gasparyan. Em 2005, eles tiveram uma única apresentação juntos no concerto de 46664 em homenagem a Nelson Mandela, realizado em Tromso, Noruega.

 

 

Brian May trabalhou com Montserrat Caballe em uma versão única de “Is this the world we created” do Queen para seu álbum The Island of Christianity: Armenia & Artsakh (www.caballearmania.com).

Em 2011, Brian May e Garik Israelian iniciaram o STARMUS – uma nova forma ousada e única de colaboração entre arte e ciência. O conceito de popularização da ciência, juntamente com o compartilhamento da música, deu origem a um fascinante festival global que reuniu algumas das mentes mais brilhantes do planeta. Seu objetivo é inspirar e educar a próxima geração de exploradores e regenerar o espírito da descoberta. Desde então, todos os 5 festivais foram realizados (Na Espanha, Noruega e Suíça) e o dia 6 acontecerá na Armênia em setembro de 2022 (starmus.com/Armenia).

Os fundadores publicaram 3 livros Starmus que incluem todas as palestras e destaques dos três primeiros festivais.

Brian May estará na Armênia para o festival STARMUS VI neste ano para se apresentar do palco principal. STARMUS VI Armênia também receberá músicos de classe mundial como Rick Wakeman, Serj Tankian, a banda Sons of Apollo, Andrey Makarevich e Tigran Hamasyan.

Mais sobre STARMUS pode ser encontrado @ https://starmus.com

 

Fonte: www. queenonline.com

MY MELANCHOLY BLUES

(11ª música do 6º álbum)

 – Com My Melancholy Blues, o Queen tenta, pela primeira vez, uma incursão no jazz. E Freddie passa brilhantemente no teste, dando a News Of The World um tema final que completa a paleta musical do álbum, que inclui rock, punk, chachacha, blues e até rap.

– O tema é uma pura concentração de melancolia, como justamente indica seu título. A atmosfera que se desprende lembra as canções do filme Cabaret, que Freddie tanto admira, como Heiraten (Married), e incluindo Maybe This Time, interpretado por Liza Minnelli, ídolo do cantor.

– Tudo leva a crer que Freddie fala de si mesmo na letra, mencionando sua nova situação de estrela:

I’m causing a mild sensation/With this new occupation/

I’m in the news/I’m just getting used to my new exposure

(Provoco uma sensação agradável/Com esta nova ocupação/

Estou nas notícias/Estou me acostumando à esta nova visibilidade).

– O Queen voltará a repetir o ambiente cabaret-jazz no álbum seguinte com Dreamers Ball, composto por Brian May.

– Freddie interpreta a canção no piano Bösendorfer Imperial do studio 1, que possui um som brilhante.

– O instrumento conta com uma peculiaridade: é o único piano de concerto que cobre oito oitavas, graças às suas noventa e sete teclas (diferentemente das oitenta e oito habituais).

– John inaugura seu novo baixo Fender Precision Fretless que, como seu nome indica, possui um braço sem trastes. Já foi usado no palco quando o grupo interpreta ‘39, tem um som que se assemelha a um contrabaixo acústico e corresponde com a atmosfera jazz que Freddie deseja imprimir nessa canção.

Com My Melancholy Blues, Freddie Mercury rende homenagem às divas

que admira: Aretha Franklin e Liza Minnelli.

 

 

Vídeo oficial de My Melancholy Blues

 

Heiraten (Married) do filme Cabaret

 

Maybe This Time, do filme Cabaret

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

®️ Covers cantados pelo Queen !  Parte 02/02

Estamos de volta com as últimas canções de outros artistas, cantadas pelo Queen.

Se você se interessou, e perdeu a 1a parte, ela está aqui

Covers By Queen – Por Sheila Pauka

▪️Saturday Night’s Alright For Fighting

Escrita por Elton John.

Tocada no Earls Court Arena, Londres, em 77.

▪️Shake, Rattle and Roll

Escrita por Bill Haley & His Comets.

Tocada no The Golders Green Hippodrome, em 13 de Setembro de 73.

 

▪️Silent Night 

Escrita por Joseph Mohr.

Tocada em Hammersmith em 26 de Dezembro de 79 – Somente Áudio.

 

▪️Stupid Cupid

Escrita por Neil Sedaka.

Tocada periodicamente durante o Rock & Roll Medley de muitas turnês, geralmente entre 1973 e 1977. Nunca tocou em sua totalidade, geralmente servindo como introdução para várias outras músicas cover.

Londres – 1977.

 

▪️Tavaszi Szél Vizet Áraszt

Escrita por Sándor Veress.

Tocada em Budapeste, em Julho de 86.

https://youtu.be/RPZdgyuixPA

 

▪️Three Blind Mice

Escrita por Thomas Ravenscroft.

Tocada no A Night At The Odeon em 24 de Dezembro de 75, durante o solo de guitarra de Brian May.

https://youtu.be/KplMhzGtzcE

 

▪️Tutti Frutti

Escrita por Little Richard.

Tocada em várias situações. Aqui em 11 de Julho de 86, no Wembley.

 

▪️Waltzing Matilda

Escrita por John Collinson.

Tocada por Queen + Adam Lambert, em Brisbane, em 01 de Setembro de 2014.

https://youtu.be/66EduE4Lc8Y

 

▪️White Christmas

Escrita por Irving Berlin.

Tocada em Inglewood, em 22 de Dezembro de 77.

 

▪️You’re So Square) Baby I Don’t Care 

Escrita por Jerry Leiber.

Tocada em Wembley, em 86.

 

Fonte –

▪️Parte de informações – The Queen Performance Index.

▪️Autorias das músicas e vídeos feitas por Sheila Pauka.

Em junho, o início das comemorações do Jubileu de Platina da Rainha Elisabeth II (Platinum Party at the Palace)  foi aberta com um vídeo surpresa do Urso Paddington tomando chá com Sua Majestade a Rainha Elizabeth II.
Quando Queen e Adam Lambert abriram o show no memorial da Rainha Vitória do lado de fora do Palácio de Buckingham, as palmas e batidas de We Will Rock You podiam ser ouvidas.

Para o deleite do público, tanto The Queen quanto Paddington fizeram as batidas de We Will Rock You batendo suas xícaras de chá.

Agora Brian May falou sobre o evento histórico e como isso foi realmente tudo ideia dele.

Falando em uma sessão especial de perguntas e respostas para o Concerto ao Vivo Rhapsody Over London  de Queen + Adam Lambert, o ator de 75 anos foi perguntado como eles se prepararam para o espetáculo real.

Brian admitiu:

Foi muito difícil porque toda a turnê foi planejada antes que o pedido do Jubileu chegasse. E tivemos duas noites de folga, uma noite de folga e duas noites de folga e a outra noite de folga se tornou o Jubileu, então foi muito difícil para nós fisicamente fazermos cinco noites seguidas. No final, acho que fizemos nove shows em 10 dias. Foi uma loucura! Então meio que doeu, mas a experiência foi ótima sim! É um caso único e casos assim são bastante aterrorizantes. Não é o mesmo que estar em turnê e saber onde você está. Não é nossa empresa, não é nossa produção. É o palácio com todo o seu povo… meses de preparação apenas para aqueles poucos minutos.

Roger Taylor disse:

Claro, foi maravilhoso porque nossa parte foi precedida pela própria rainha conversando com Paddington Bear e depois fazendo o pequeno We Will Rock You [clink clink] em sua xícara de chá. Foi fantástico!”

Brian confessou:

Eu pedi isso. Eu disse: ‘A rainha tocaria’ e eles não nos deram uma resposta. E não sabíamos até o dia anterior. Eles disseram: ‘Ah, podemos conseguir alguém da Royal para fazer isso por você’.”

Claro, eles ficaram encantados que a rainha Elizabeth II concordou em fazê-lo e Adam Lambert estava totalmente no escuro, admitindo:

Vocês sabiam antes de mim! Eu não sabia até depois do show! Ouvi algo lá atrás, pensei: ‘Ouço alguém falando’ porque eles estavam passando a fita de vídeo. E então, depois do show, eu fui no YouTube e vi e disse ‘Lindo!’ Eu adorei, muito legal!

Fonte: www.express.co.uk

IT’S LATE

(10ª música do 6º álbum)

 

– Depois de trabalhar o tema em Now I’m Here e She Makes Me (Stormtrooper In Stilettoes), Brian May implicitamente revisita seu relacionamento romântico com a misteriosa Peaches.

– O guitarrista, então parceiro de Chrissie Mullen, se apaixonou pelos encantos dessa jovem, que conheceu na primavera de 1974 em Nova Orleans, na abertura da turnê americana do Queen para o Mott the Hoople.

– Embora Brian nunca cite a enigmática Peaches, a letra é clara. Narra o triângulo sentimental em que o autor está preso. A estrutura da letra é precisamente pensada pelo guitarrista, que explica seu trabalho ao radialista Redbeard em 2017:

 

É uma história muito pessoal que concebi em três partes. A primeira foca no personagem, que está na companhia da esposa. A segunda ocorre em um quarto, em algum lugar. O rapaz está na companhia de outra mulher, por quem está apaixonado e que não pode deixar de amar, sem saber administrar a situação. Na última parte, ele se encontra com sua esposa novamente, tentando explicar a situação para ela e dar sentido ao que aconteceu. Eu acho que se eu tivesse que reescrever hoje, eu faria de forma idêntica.

– O epílogo do episódio Peaches acontece durante a noite de lançamento do álbum Jazz em Nova Orleans, em 31 de outubro de 1978, durante a qual Brian May sai da festa mais cedo para procurar a bela americana em toda a cidade:

Conhece aquela sensação, quando tudo vai bem, quando tudo está perfeito, magnífico, mas no fundo sente um imenso vazio? […] – pergunta o guitarrista em 1998—. Eu me apaixonei alguns anos antes em Nova Orleans e esperava vê-la naquela noite, mas ela não estava lá. Eu não a encontrei, mas ela o fez mais tarde.

 

– Ainda com sua parceira Chrissie Mullen, Brian será atormentado por muito tempo pela desordem que esse reencontro lhe causa e pelo conflito que ela desencadeia entre a vida de uma estrela do rock e a vida familiar.

– Então comporia a bela e explícita Leaving Home Ain’t Easy (Não é fácil sair de casa), para o álbum Jazz.

– Durante a apresentação de It’s Late nas sessões da BBC em outubro de 1977, o Queen toca o intervalo erótico de Get Down, Make Love no meio da música, realizada por Mercury e May, começando no minuto 3:08.

– Em 1983, em um vídeo filmado pela produtora Star Licks, Brian May explica precisamente como interpretar o solo de It’s Late.

– Emocionante para seus fãs, o vídeo detalha a técnica do guitarrista e oferece a partitura completa do solo.

Freddie e Brian, vestindo um de seus trajes desenhados por Zandra Rhodes, que se move

com cada movimento de seus braços.

 

Vídeo oficial de It’s Late

 

It’s Late(BBC Sessions)

Tutorial de Brian sobre o solo de It’s Late

 

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

– O que significa a palavra cover ?

– Trata-se de interpretação, ou nova gravação de uma música de outrem, já gravada e geralmente conhecida.

– E todos nós já escutamos pelo menos uma vez um cover ! Seja ele bom ou ruim, não tem como não compararmos com as músicas originais.

– O Queen também se aventurava nessa faceta, homenageando os compositores e suas célebres canções. Veja a lista à seguir :

.
®️ Covers cantados pelo Queen !

Parte 01/02

▪️Bama Lama Bama Loo
– Escrita por Richard Penniman.
– Interpretada pelo Queen durante as turnês do Queen e Queen II.

Tocada no The Golders Green Hippodrome, 13 de Setembro de 1973.

 

▪️Be Bop A Lula
– Escrita por Gene Vincent.
– Tocada pelo Queen nos primeiros concertos.
Tocada no The Golders Green Hippodrome, 13 de Setembro de 1973.

▪️Big Spender
– Escrita por Cy Coleman e Dorothy Fields.
– Tocada pelo Queen durante várias turnês.
– Tocada uma vez pela Banda de Brian May em Halle, Alemanha, durante a turnê Back To The Light.
Rainbow 1974

https://youtu.be/O8-EEQ9WTb0

 

▪️Danny Boy
– Escrita por Frederick Weatherly.
– Tocada pelo Queen em Dublin em 22/11/1979.
Slane Castle – 05 de Julho de 86

 

▪️El Noi De La Mare
– Escrita por Andrés Segovia.
– De acordo com algumas fontes, foi tocado por Brian durante seu solo de guitarra em 08/01/86 em Barcelona, embora outras fontes tenham contestado isso.

 

▪️Gimme Some Lovin’
– Escrita por The Spencer Davis Group.
– Tocada em Mannheim 1986.

 

▪️Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
– Escrita por Gene Pitney.
– Tocada em Wembley 86

 

▪️Imagine
– Escrita por John Lennon
– Tocada em Londres, 09 de Dezembro de 1980.
( somente o áudio)

 

▪️Immigrant Song
– Escrita por Led Zeppelin.
– Tocada em Berlim em 1986

 

▪️Jailhouse Rock
– Escrita por Jerry Leiber e Mike Stoller.
– Uma das músicas favoritas do Queen para se apresentar ao vivo – Jailhouse Rock – foi tocada durante quase todas as turnês entre 1970 e 1985, muitas vezes como parte do Rock ‘N’ Roll Medley. Alegadamente, uma versão de estúdio foi gravada durante as sessões para o Álbum de estreia, mas isso ainda não foi confirmado.

Montreal – Novembro 1981

E

 

▪️Lucille
– Escrita por Little Richard.
– Tocada em Earls Court Arena, Londres, em 1977.

 

▪️Mannish Boy
– Escrita por Muddy Waters.
Edimburgo 1977

 

▪️Mull Of Kintyre
– Escrita por Paul McCartney e Wings.

 

▪️Not Fade Away
– Escrita por Buddy Holly.
– Tocada em Wembley em 1984.

Continua ….

 

Fonte –
– Parte de informações – The Queen Performance Index
– Autorias das músicas e vídeos feitas por Sheila Pauka.

WHO NEEDS YOU

(9ª música do 6º álbum)

 

– O Queen nunca havia tentado uma incursão na música latina, mas decide tentar em Who Needs You, composta por John Deacon.

– A música esconde por trás de seus arranjos doces um texto picante, no qual o narrador está determinado a se vingar de uma namorada que abusou de sua ingenuidade.

É Freddie Mercury quem interpreta o tema, e diz à garota:

 You were oh so, so sophisticated/Never interested in what I’d say/

I had to swallow my pride/So naive you took me for a ride/But now I’m the one to decide.

(Você era tão, tão sofisticada/Você nunca se importou com o que eu diria/

Tive que engolir meu orgulho/Tão ingênuo, você me levou para um passeio/Mas agora cabe a mim decidir).

 

– A música nasceu em estúdio, de forma espontânea, segundo o baixista:

Eu a compus com a ajuda de uma guitarra clássica, e correspondeu perfeitamente à cor que lhe queria dar. Nós também tentamos uma versão reggae. Nossas músicas mudam constantemente quando estamos no estúdio.

 

Who Needs You, com o seu ritmo cha-cha-cha, tem tudo o que se espera de uma música que se ouve à beira-mar, com uma bebida na mão e os cabelos ao vento, interpretada pela orquestra local.

– Mas por trás de sua leveza, sua produção esconde alguns tesouros de produção autênticos, como os diferentes solos de guitarra clássica majestosamente executados por Brian May.

– A guitarra base é tocada por John, as maracas são tocadas por Freddie e Brian, cada um de um lado do aparelho de som.

– A voz de Freddie é suave e delicada, e o cantor ainda usa sotaque espanhol quando diz:

I like it, I like it! (Eu gosto, eu gosto!),

em pleno solo principal de Brian no minuto 1:34

– Como a voz de Freddie Mercury está localizada no lado direito do estéreo, basta ouvir esta parte da mixagem e aumentar o volume para ouvir o cantor sussurrando:

¡Oh, muchachos!” (Oh, rapazes!), no minuto 1:22

 

– Esta intervenção de Freddie é uma amostra do ambiente leve e descontraído que reinava no estúdio durante a gravação desta balada com ar latino.

John Deacon e seu lindo sorriso (screenshot de uma entrevista).

 

– Vídeo oficial de Who Needs You

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Álbum Made In Heaven

Faixas Bônus

Yeah

Untitled Hidden Track – Faixa 13

 

▪️O Álbum Made in Heaven, lançado em 1995, traz a emotiva frase – Dedicado ao espírito imortal de Freddie Mercury – e muitas de suas músicas foram descartadas tempos antes.

▪️Algumas, entretanto, saíram como inéditas. Todas foram remasterizadas e depois recicladas para Made in Heaven. Um ótimo trabalho, aliás !

®️ O CD traz duas faixas-bônus –

 

➡️ Uma chama-se Yeah.

– Com colossais quatro segundos, Yeah é a faixa oficial mais curta na discografia do Queen. Consiste em uma amostra improvisada de Freddie da introdução da música Don’t Try Suicide do Álbum de 1980 – The Game. Esta amostra também é tocada durante a faixa anterior – It’s A Beautiful Day (Reprise).

Ha também referência à ela na canção Action This Day, oriunda do Álbum Hot Space.

 

➡️ A outra, no entanto, não tem um nome fixo – é várias vezes chamada de Mystique ou Untitled Hidden Track, Faixa 13 ( Faixa Oculta Sem Título ).

▪️Aqui já se destaca uma música mais suave, basicamente instrumental, e foi criada por David Richards, Brian e Roger como uma colagem de som.

▪️Sobre a letra, o máximo que se presencia durante a faixa inteira é uma frase de Freddie Mercury, que se solta no ar – Are you running ? – ( você está correndo ? ), ecoada várias vezes, e não se sabe exatamente se foi Freddie à proferi-la.

▪️Nota-se também o tamanho da música – 22 minutos e 33 segundos.

➡️ Esta faixa representa a carreira do Queen e a passagem de Freddie Mercury para o Paraíso, ao Mundo Espiritual.

▪️Como já dito, a música tem 22 minutos de duração, que representa o número de anos que vai desde o primeiro ao último Álbum lançado pelo Queen – 1973 Queen – 1995 Made In Heaven.

▪️Há muitas representatividades na faixa – você pode ouvir os sons e relacioná-los com a vida de Freddie, por exemplo, quando ele era criança (sons de bicicleta no início).

▪️Existe um crescente de bons sentimentos na música nos primeiros 08 minutos, que corresponde à ascensão no mundo da música por parte do Queen de 1973 até 1981 – 08 anos.

▪️Do minuto 15 à 17, ela ganha um tom mais grave e trágico, simbolizando o diagnóstico de Aids de Freddie e o divórcio e pensamentos suicidas por parte de Brian May.

▪️A música atinge o ponto mais trágico ao minuto 18, altura em que o inevitável acontece e Freddie parte.

▪️À partir daí, os sons celestiais voltam e até chegam à aumentar de intensidade, representando a viagem de Freddie Mercury para o Paraíso, culminando com um som de cápsula espacial à levantar vôo, que simboliza a partida de Freddie do Planeta, agora que todas as suas músicas foram utilizadas.

▪️Mesmo no fim da canção, Freddie congratula o tributo dos seus amigos com um simpático  Fab !  ( vindo de Fabulous ) e a música termina ..

 

➡️ David Richards fala sobre ela –

Isso foi iniciado por mim me divertindo com o sampler ASR10. Peguei os acordes de abertura de It’s A Beautiful Day e os fiz repetir para sempre. Em seguida, adicionei Freddie falando através de ecos estranhos. Brian e Roger ouviram e vieram adicionar alguns efeitos próprios e nós pensamos nisso como um Requiem surreal. 

Era o fim do Álbum e todos nós estávamos nos sentindo muito emocionados ! “

 

➡️ Letra da música –

 

? Estás a correr ? Você está correndo ? Você está correndo ?

Ha ha ha Hhuu hhuu

Fab ! ?

 

▪️Yeah

 

▪️Untitled Hidden TrackFaixa 13

 

Fonte – Queen é uma Religião

 

 

 

SLEEPING ON THE SIDEWALK

(8ª música do 6º álbum)

 

Nunca escrevi uma canção com tanta rapidez em toda a minha vida!, Brian May confessaria sobre esse tema blues.

– Novamente, semelhante a Long Away, incluída em A Day At The Races, o guitarrista aborda um assunto pelo qual sente carinho: a vida de um artista na estrada, com seus momentos de solidão e desencanto.

Sleeping On The Sidewalk narra as desventuras de um trompetista que, começando do nada, se torna uma estrela graças ao apoio de seu produtor, e finalmente acaba na rua.

– É um lamento que não abandona o grupo, determinado a não perder os frutos do seu trabalho.

– A música foi concebida durante uma jam-session, embora Freddie Mercury não estivesse presente. Mike Stone está atrás do console, Roger Taylor atrás de suas caixas e John Deacon carrega seu baixo Fender Precision.

– Brian May pede que eles toquem uma música que ele havia acabado de escrever, seguindo uma escala clássica de blues.

– Segundo a lenda, o grupo começou a tocar sem saber que o gravador os estava gravando, embora Brian May mais tarde afirmasse que todos sabiam.

– O guitarrista queria mudar o método de trabalho para esta música:

Naquela época, na Inglaterra, a forma tradicional de gravar era que todos os músicos tinham que estar separados. A guitarra tinha que estar em sua pequena cabine; a bateria, escondida o mais longe possível […]. Não havia chance de tudo combinar antes de ser fundido em uma fita. Então eu disse à mim mesmo que seria divertido trabalhar ao contrário, agrupando todos nós no estúdio, um de frente para o outro. Assim, nada poderia ser modificado e poderíamos experimentar a mesma sensação que nos concertos.

 

– Mike Stone começa a gravar, a banda começa a tocar, e o primeiro take é aquele guardado para o álbum.

Brian May e um dos seus inúmeros pares de tamancos, que sempre combina c

om o guarda-roupa quando não está no palco.

 

Vídeo oficial de Sleeping On The Sidewalk

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Festival caótico marcou primeira passagem da banda pelo país, com direito a “profecia” de Freddie Mercury que acabou se cumprindo

Em janeiro de 1974 o Queen viajou até a Austrália para participar do Sunbury Pop Festival. Vendido como o Woodstock local, o evento estava em sua terceira edição e arrastaria um público de 30 mil pessoas.

À época, a banda estava colhendo os primeiros frutos do sucesso no Reino Unido, com seu álbum de estreia. Dois meses mais tarde, sairia o segundo LP. Porém, em outros territórios, ainda eram desconhecidos.

Não ajudou em nada o fato de a apresentação ter atrasado em duas horas. O quarteto precisou enfrentar a ira do público, que respondeu com vaias e arremessos do que houvesse em mãos no palco. O momento foi registrado em áudio e pode ser conferido abaixo.

Reza a lenda que, ao sair do palco, Freddie Mercury teria dito:

“Quando voltarmos à Austrália, o Queen será a maior banda do mundo!”

A profecia se concretizou na turnê seguinte pela nação, em 1976, divulgando “A Night at the Opera” a uma legião de seguidores já familiarizada.

Xenofobia contra o Queen

Ao contrário do que se pode imaginar, um elemento patriótico também foi levado em conta por quem foi ao evento. Era a primeira edição em que o Sunbury abria espaço para bandas estrangeiras.

Algo que seria adorado em tempos atuais não caiu bem junto aos atendentes, que usaram até mesmo termos xenófobos, de acordo com alguns registros.

O festival ainda teria mais uma edição em 1975, com o Deep Purple de headliner (e uma briga homérica entre os roadies da banda e o AC/DC). Com grandes perdas financeiras – apenas metade do número de pessoas foi em comparação ao ano anterior –, a solução foi não mais realizar a partir de então.

Fonte: https://igormiranda.com.br

 

Desfazend0 mit0s!


O Queen NÃO aumentou o volume no Live Aid.
Veja como realmente aconteceu !

▪️Por STEFAN KYRIAZIS
Express Co Uk
21 de Novembro de 2021.

➡️ O Queen NÃO aumentou o volume da mesa de som no Live Aid para roub@r o show. Era simplesmente impossível, de acordo com o único homem que sabe os motivos.

Então, como Freddie Mercury e a Banda soaram muito melhor do que quase todo mundo ?

▪️A lenda persiste, mas faz uma injustiça à Banda. A ideia é que o engenheiro de som de longa data do Queen – Trip Khalaf enganou com um truque s0rrateiro.

Até mesmo Brian May disse –

Enviamos nosso brilhante engenheiro para verificar o sistema, então ‘ ele definiu todos os limitadores para nós ‘. Estávamos mais barulhentos do que qualquer outra pessoa !

▪️O responsável pelo som de todo o Estádio no dia – Malcolm Hill – diz que era completamente impossível alguém aumentar o volume. Então, o que realmente aconteceu ?

▪️A verdade é que o Queen roub0u a cena porque eles eram melhores do que a maioria das Bandas da época de 02 maneiras principais.

▪️A empresa de Malcolm Hill – a Hill Pro Audio – estava encarregada dos sistemas de som no Estádio de Wembley para o Live Aid.

Malcolm Hil

– Sua empresa até recebeu uma carta formal da The County Hall London, elogiando-os por manter os níveis de som rígidos implementados e exigidos.

▪️Hill disse ao Express Online –

Ninguém no palco ou ao redor dele teria qualquer controle ou mesmo conhecimento da operação do sistema de som … O sistema era controlado por um rack do processador, à 100 metros de distância, no meio do campo, escondido e fora do caminho, ao lado da plataforma de mixagem.

Basicamente, era impossível para qualquer um aumentar o limite de som !

O SPL (nível de pressão sonora) é a medida objetiva para o nível do som, em vez do sentido subjetivo de ‘ volume ‘. É medido em decibéis, sendo uma escala logarítmica em que 0dB é o limiar de audição para um ser humano normal . Um show de Rock típico costuma atingir cerca de 100 dB, o que é 10.000.000.000 vezes mais potente do que o menor som que você pode ouvir.

Trip Khalaf merece crédito total por seu uso habilidoso e ótimo do sistema, mas não por quaisquer truq€es ou favoritismo ! ‘

 

 

Trip Khalaf

 

▪️Em termos leigos, o Queen não era realmente mais alto, mas ” soava ” mais alto. E o Queen soou melhor do que a maioria das outras Bandas em Wembley por duas razões muito impressionantes.

1️⃣ Em primeiro lugar, o talentoso engenheiro de som do Queen era um dos poucos que sabia como maximizar adequadamente a saída dentro dos limites para que o Queen soasse mais claro e mais alto.

Brian estava certo quando disse que Trip os fez soar mais alto.

Hill explica –

Trip Khalaf, do Queen, apenas caminhou até a mesa de mixagem, que nunca tinha visto antes em sua vida, montou tudo e o resto é história. Você não seria capaz de lançar Bohemian Rhapsody tão audível se o som deles não fosse enorme. 

Hill disse ao Express Online que The Who, Status Quo e Dire Straits eram realmente bons pelo mesmo motivo.

Mas muitos outras Bandas descaradamente não estavam tão bem preparadas e não tinham seus próprios engenheiros qualificados –

A falta de uma passagem de som realmente parecia derrubá-los e então eles entraram em pânico.

2️⃣ Havia um outro fator, é claro, que realmente diferenciava o Queen e estava acima do resto.

Hill acrescenta –

O Queen não veio e fez seu set normal, eles ensaiaram um set específico que funcionaria sem passagem de som e um slot de 15 minutos.

O organizador do Live Aid – Bob Geldof – e Brian May, reconheceram a compreensão precisa do Queen sobre a importância de entregar um conjunto repleto de sucessos adaptado ao evento e ao limite de tempo disponível para cada um.

▪️Empilhados em cima dos talentos extraordinários dos 04 homens no palco e do calibre de sua música, tudo estava perfeitamente combinado para provar que o Queen era o ato supremo do Estádio ao vivo da época.

▪️É divertido imaginar um pouco de truqu€s atrevidos – e funciona bem em um filme -, mas é muito mais gratificante saber que o Queen soou tão bem pura e simplesmente por causa do seu próprio talento envolvido.

▪️Nota 01 –

A carta endereçada à Malcolm Hill agradecendo por manter o som nos decibéis combinados, e diz o seguinte –

➡️ ” Diretor-Geral e Secretário do Conselho MF Stonefrost –

Para Casa Hollingbourne,
Malcolm Hill Associates, Hollingbourne,
Kent ME17 1QI

Querido Mike,

Ref. Concertos no Estádio de Wembley –

Por favor, encontre em anexo uma cópia do meu relatório sobre as medições de ruído feitas nos recentes concertos do Estádio de Wembley.

Os níveis de ruído nos shows de Bruce Springsteen foram significativamente maiores do que os níveis no show do Live Aid.

O concerto Live Aid reuniu as diretrizes GLC e os níveis de ruído de controle definidos no mixer.

Devo estender meus parabéns à você e sua equipe de som pela excelente produção sonora, dado o pouco tempo disponível para mudar de Banda para Banda.

Se você precisar de mais informações sobre este relatório, ou se eu puder ser de alguma ajuda no futuro, entre em contato comigo.

Com os melhores cumprimentos,

Jim Griffiths

▪️Nota 02 –

Este post foi uma colaboração conjunta de Cláudia Falci dos grupos Queen Net – Fã Clube do Brasil e Queen Eternamente e Sheila Pauka do grupo ??Freddie Mercury & Queen??.

®️ Queen – Anos 70 ou 80 ?

 

▪️Ah o Queen …

▪️Uma Banda de Rock cuja fusão de Heavy Metal, Glam Rock e teatralidade a tornou um dos grupos mais populares da década de 70.

A fantasia e a magia misturadas, caprichosa e maravilhosamente  !

®️ Anos 70 –

▪️Eles começaram em 1973, e tiveram seu primeiro grande sucesso com Killer Queen em 1974 e, claro, Bohemian Rhapsody veio em 1975.

▪️O Queen foi uma grande Banda de Rock Progressivo nos anos 70, produzindo, em seus três primeiros Álbuns, 03 dos melhores LPs já lançados.

▪️O Rock Progressivo é um estilo musical que surgiu na Inglaterra, na segunda metade dos anos 60, buscando uma fusão da música Pop e do Rock com outros gêneros de harmonia mais complexa.

.               Isso é muito Queen anos 70 !

▪️Os Álbuns Queen e Queen II não apenas antecipam o que os quatro britânicos se tornariam ao longo de seus 15 Álbuns de estúdio, mas também dão um vislumbre de um caminho que eles podem ter tomado.

▪️Isso é o Queen em poucas palavras – de alguma forma igualmente Nerd e Hardcore.

▪️Nos anos 70, as linhas de guitarra cantantes e cheias de alma de Brian, com tanto lirismo e riqueza, davam o som de uma orquestra completa.

 

®️ Anos 80 –

 

▪️À partir de 1980, a linha sem sintetizadores  que o Queen exibia orgulhosamente em suas capas de LP era coisa do passado. E uma vez que os sons sintetizados entraram na música do Queen, o papel da guitarra de Brian também mudou.

▪️E depois há a voz sedosa e flexível de Freddie, que ele propositalmente atacou com cigarros no início dos anos 80 porque gostava do som mais machista que lhe dava.

▪️O Queen começou a nova década de 80 com uma série de saídas, uma tendência que continuaria em grande parte ao longo dos anos.

▪️E os anos 80 foi a era mais proeminente e memorável do Queen com seus enormes shows em Wembley e outros estádios, seus hits mais famosos e a energia louca de Freddie que ela compartilha com seu público em todos os shows.

.                         ®️ Conclusão

▪️Mas eu creio que adaptaram-se bem à ambos os períodos. Eles meio que transcenderam qualquer gênero em particular, porque tinham um estilo único que ainda se mantém até hoje.

▪️Apesar das mudanças nas atitudes musicais da Banda (sem mencionar suas mudanças de atitude em relação ao trabalho em conjunto), eles permaneceram um conjunto com todos os membros originais até a morte de Freddie em 1991.

E você, prefere anos 70 ou 80 ?

 

Fontes –

Fazerperguntas.com

Queen Quora