Living On My Own

Dee do de de, Dee do de de
Dee do de de, dee do de de

– Living on My Own é uma canção de Freddie, originalmente incluída em seu primeiro Álbum solo – Mr. Bad Guy.

– Foi lançada como single em Setembro de 1985 no Reino Unido, onde alcançou o número 50.

– Em 1993, quase dois anos após a morte de Freddie, Living on My Own foi remixado e relançado, alcançando o número 01 no Reino Unido, tornando-se o primeiro hit solo de Mercury em primeiro lugar. Permaneceu no topo por 02 semanas.

– Rumores dizem que a letra da música reflete a admiração de longa data de Freddie por Greta Garbo, que depois de pronunciar a frase famosa em 1941 –

I Want To Be Alone 
( Eu Quero Ficar Sozinha )

abandonou Hollywood, e se recolheu às sombras da reclusão, se transformando em uma diva perfeita, apesar de que ela afirmava que havia dito Quero Que Me Deixem Em Paz.  – ( I Want You To Leave Me Alone ).

– O vídeo clipe foi gravado com câmeras de 35 mm na festa de aniversário de 39 anos de Freddie Mercury (o traje era fantasia preto e branco) na cidade de Munique, mostrando cenas reais da badalada festa que aconteceu em Setembro de 1985, e na época, foi proibido por ser considerado promíscuo.

– E a letra ?

– O clipe mostra todos curtindo, dançando e se exibindo naquela noite de esplendor, antes que todas as fantasias desapareçam … e Freddie está cantando, ele está gritando – eu fico tão só, só, só …. tem que haver algo no futuro … alguns bons tempos … para viver, para continuar. Estou vivendo sozinho …… Às vezes sinto que ninguém me avisa …..

– A música destaca claramente o que Freddie estava passando naquela época, mas acreditamos que ele fez muito para fazer essa música soar  como uma música feliz …..

Fonte – Queen Exploded Diagram

Fotos – Internet

 

THE WEDDING MARCH 

(14ª música do 9º álbum)

 

– A marca de Brian May resulta evidente desde o primeiro compasso de The Wedding March.

– O guitarrista propõe sua própria interpretação da Marcha Nupcial de Richard Wagner (cujo título exato é Coro Nupcial da ópera Lohengrin, assinada pelo compositor alemão em 1850).

– Assim como em Procession, do álbum Queen II, e mais tarde, sua versão de God Save The Queen, de A Night At The Opera, Brian multiplica as harmonizações de guitarras, jogando com o estéreo para conferir maior amplitude à sua obra.

Brian comentou:

Pareceu-me muito divertido que a ‘Marcha Nupcial’ apareça dessa maneira no filme, porque todos os que conhecem nossa música reconhecerão de imediato nossa intervenção.

– A partir dos 0:44, Brian modifica os acordes de acompanhamento do tema em dois compassos, citando de maneira discreta a Marcha Fúnebre de Frédéric Chopin, cuja linha melódica está mais próxima que a Marcha Nupcial de Wagner.

 

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de The Wedding March

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Os fãs do Queen que conseguiram acompanhar o grupo em sua turnê de 2.017 foram presenteados com um espetáculo especial programado para homenagear o 40º aniversário do LP News of the World da Banda.

 

Uma versão gigante e animada de Frank, o robô que aparece na capa do Álbum.

 

Sem dúvida, muito trabalho foi feito para trazer essa engenhoca clássica da capa para o palco.

 

O renascimento de Frank envolveu muito trabalho de animação meticuloso – mas primeiro, como a capa do Álbum em si, foi reaproveitada de uma pintura de 1.953 de Frank Kelly Freas, daí o seu nome.

A equipe criativa da Banda teve que decidir o que fazer sobre as partes do corpo do robô que permaneceram invisíveis por 40 anos. Para descobrir as respostas, o artista Mark Hough passou um tempo mexendo em modelos renderizados digitalmente até encontrar o equilíbrio certo através de um modelo 3D.

 

Frank faz a abertura do show com We Will Rock You e bate palmas e estica os braços em Radio Ga Ga.

 

Ao final, um espetáculo digno da Rainha.

 

  Funko fofíssimo do Frank

 

– We Will Rock You

 

 

– Frank ao som de Radio Ga Ga.

Fonte – adamlamberttv.blogspot.com

 

 

 

 

 

 

 

Måneskin domina as paradas de Rock And Roll no streaming, com blink-182 e Queen se juntando ao Top 10; veja o ranking!

Não há dúvidas de que as plataformas de streaming se tornaram o principal meio de consumo de música no mundo todo e isso inclui o Rock And Roll, claro.

Semanalmente, o Spotify libera as paradas das músicas mais ouvidas por localização e gênero musical, e os Charts do app são um ótimo indicativo do que é mais popular mundo afora.

Hoje, trazemos a lista com as músicas de Rock mais ouvidas por lá na semana de 14 a 20 de Outubro, com novidades nas paradas como o blink-182 com “Edging” e o Queen com “Face It Alone”, além da dominação da banda italiana Måneskin com mais um novo hit, dessa vez “THE LONELIEST”.

Veja a lista logo abaixo!

10 – Demi Lovato – “29”

09 – Paramore – “This Is Why”

08 – Olivia Rodrigo – “brutal”

07 – Måneskin – “SUPERMODEL”

06 – Queen – “Face It Alone”

05 – Billie Eilish – “Happier Than Ever – Edit”

04 – Imagine Dragons – “Sharks”

03 – Gayle – “abcdefu”

02 – blink-182 – “Edging”

01 – Måneskin – “THE LONELIEST”

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

BATTLE THEME
(13ª música do 9º álbum)

Battle Theme, a versão da canção dos créditos finais (amenizada com um único “Flash” coletivo), ilustra a batalha entre os homens falcões e a guarda do imperador Ming.

– Vultan, que dirige os invasores, levanta sua espada até o céu antes de lançar o último assalto e exclamar, de modo fatalista:

Who wants to live forever? (Quem quer viver para sempre?)

– Uma frase que Brian May retomaria seis anos mais tarde para dar título à uma de suas canções mais belas, composta para o filme Highlander, de Russell Mulcahy.

– O guitarrista, autor deste tema no álbum, diria que esta é a sua sequência preferida, porque lhe recordava os momentos da sua infância, quando, aos sábados pela manhã, assistia na TV uma das primeiras adaptações de Flash Gordon”.

? Ornella Muti e Max von Sydow em uma produção kitsch transformada em obra cult. Os fãs do filme gostaram do documentário de Lisa Downs, Life After Flash, publicado em 2017.

 

Vídeo oficial de Battle Theme 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Let me In Your Heart Again
– É um single do Queen, escrito por Brian May e lançado no Álbum Queen Forever em 2014 com novos arranjos, e foi remixada por William Orbit usando os vocais originais de Freddie.
– A canção foi originalmente gravada durante as sessões do Álbum The Works, no segundo semestre de 1983, mas nunca foi incluída na lista de faixas final.
– Os fãs finalmente conseguiram ouvir a versão Queen da balada quando ela foi incluída em seu LP Queen Forever 2014 com partes de guitarra recém-gravadas e novos backing vocals de Brian e Roger.
– A canção foi lançada com o objetivo de arrecadar fundos para uma campanha da Coca-Cola para a Global Fund como forma de combater a AIDS, tuberculose e malária.
– Brian disse em 2014 –
Já se passaram 23 anos desde que o mundo perdeu nosso amado Freddie Mercury. Fizemos um progresso extraordinário na luta contra a AIDS naquela época. Mas não podemos simplesmente descansar no fato de que o tratamento está disponível. Devemos garantir que ele seja fornecido . Roger e eu estamos orgulhosos de emprestar esta música redescoberta para a campanha RED, na esperança de que a voz poderosa de Freddie possa inspirar o mundo mais uma vez. 
– O LP Queen Forever também inclui as faixas de Freddie – Love Kills e There Must Be More To Life Than This, esta última uma colaboração com Michael Jackson.

– Versão da Coca Cola.

– Versão de 2014.

Os vocais de Freddie chegam à ser insanos, dedicação à música, à melodia, uma interpretação digna de uma lenda.

Na madrugada de quinta (dia 20/10) para sexta (21/10), as 4 horas da manhã (horário de Brasília) aconteceu o lançamento mundial da música Face It Alone

Novo vídeo impressionante de Face It Alone dá uma poderosa dimensão visual à grande canção perdida do Queen.

A intenção era criar, apesar de como as letras poderiam ser interpretadas, um vídeo otimista que celebrasse o fato de que o período durante o qual essa música foi gravada foi um dos mais prolíficos e coesos da história da banda.

Três décadas desde que a canção foi gravada nas sessões de 1988 para The Miracle, o impressionante novo vídeo de Simon Lupton para Face It Alone dá uma poderosa dimensão visual ao grande hino perdido do Queen.

Originalmente lançada em 13 de outubro, Face It Alone é a primeira nova música do Queen a apresentar os vocais do falecido Freddie Mercury em oito anos, descrita por Brian May como linda e tocante.

Agora, como criador de conteúdo confiável do Queen, Lupton captura toda a magia e desafio da canção em um vídeo dramático que toca em temas de solidão, bravura e o poder redentor da amizade.

O significado da canção foi interpretado que quando algo catastrófico ocorre em sua vida, seu instinto é se cercar do que é mais querido e mais importante para você. Mergulhar em seu trabalho, e cercar-se com seus colegas de banda, deu a Freddie esse controle. É claro que, no final, você tem que enfrentá-lo sozinho – mas as pessoas ao seu redor podem ajudar como você encara isso, ele explica.

De animação e efeitos de caleidoscópio à recriação dos amados Estúdios Mountain da banda em Montreux, juntamente com imagens evocativas dos vídeos de canções que estavam criando na época de The Miracle, o novo vídeo Face It Alone é o complemento perfeito para a balada recém-descoberta que Roger Taylor chama de uma pequena joia.

#FaceItAlone

Fonte: www.queenonline.com

VULTAN’S  THEME  (ATTACK  OF  THE  HAWK  MEN)

(12ª música do 9º álbum)

 

– Em Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men), encontramos o truque típico de filmes de super-heróis, frequentemente copiado dos filmes de ação da década de 1980.

– A composição, com o selo de Freddie, captura o ataque à nave imperial por parte dos homens falcões, liderados por Vultan, personagem interpretado pelo ator britânico Brian Blessed.

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men)

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Steve Vai sobre o Queen e Brian May –

Brian é um gigante gentil e atencioso …

– Steve Vai é um guitarrista, compositor e produtor musical estadunidense. Em Outubro de 2012, a Revista Guitar World abriu uma votação entre seus leitores para relacionar os 50 guitarristas mais rápidos da história …… Steve ficou na 4a posição …..

Estudei o Queen ….. O Queen teve um impacto tremendo na minha vida, foi uma das primeiras Bandas que vi, e quando você encontra música quando é adolescente – quando está passando por essas mudanças, quando está começando a desenvolver sua própria independência, sua própria perspectiva, os hormônios estão fazendo efeito – você começa a sentir pressão contra as pessoas que estão tentando fazer com que você seja de uma certa maneira, e você pode ficar muito intenso.

– Eu tive várias coisas que aconteceram comigo que poderiam ser consideradas um tanto traumáticas, e você procura por algo que lhe dê uma oportunidade de escapar que seja bom. Quando eu ouvi o Queen e toda aquela boa música dos anos 70 … conquistou um lugar especial que nunca vai embora.

E para minha sorte, eles eram músicos absolutamente brilhantes. Não há nada disso, nem remotamente parecido. Foi como uma mudança de paradigma, e o que Brian estava fazendo, e a forma como as estrelas se juntaram com ele e a Banda. E toda a visão geral de Brian do som e das partes de guitarra, simplesmente não havia nada igual.

– Vou mandar fazer um pôster dessas fotos e pendurá-las no meu quarto, então, toda vez que eu ver, o jovem de 14 anos em mim verá que os sonhos podem se tornar realidade …..

Eu toco a sua guitarra, se você tocar a minha !

– Não tenho como quantificar a qualidade de vida que esse homem ( Brian ) me deu e tantas outras. Não consigo nem imaginar como minha vida teria sido se não fosse por suas contribuições históricas. E só poderia desejar que alguns de vocês tivessem a oportunidade de conhecê-lo algum dia e experimentar o gigante gentil e atencioso que Brian é …….

– Sempre que estou com ele, tenho a sensação de um lugar quente e seguro. E toda vez que ele põe as mãos na guitarra, o som que sai me inspira e humilha, mesmo que seja apenas uma nota. É bastante inacreditável …..

– Esse lugar seguro e quente também está em cada nota que ele toca. Não posso ser mais grato ao Universo pelo presente de Brian May estar neste mundo.

 

Steve Vai

Junho 2019 no V Starmus Festival Zurique

Tributo à Stephen Hawking

 

– Who Wants To Live Forever

 

 

Fonte – loundersound.com

 

Jana Carolina é uma pensionista austríaca, tem 71 anos e um problema cardíaco grave.

Ela mora na cidade de Kamegg distante  mil quilômetros de Montreux na Suíça, onde está a estátua de Freddie Mercury.

Ela é uma fã apaixonada de Mercury. O quarto dela está cheio de pôsteres de Freddie. Agora Carolina realizou um sonho especial.

 

 

Em um belo dia, no final de setembro, ela pegou suas economias (4 mil euros) e pegou um taxi da Áustria para a Suíça para ver a estátua de seu ídolo.

 

Eu realmente queria ver a estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça. O aniversário dele foi em 5 de setembro. Mas como eu chegaria lá? Com o trem é difícil, com o avião não era possível, então achei que seria bom com um táxi, mas isso certamente não seria barato. Mas esse era o meu desejo na vida, eu pensei e fiz isso, se eu morrer depois eu não me importo. 

 

Ele era tão bonito
Mesmo durante a cirurgia cardíaca em 2017, eu pensei:

Eu tenho que perseverar, porque eu realmente quero ver e tocar a estátua de Freddie.’ É um personagem maravilhoso como ele está lá, eu o amo. Meu quarto inteiro parece um museu, CDs e fotos etc. Eu o adoro muito.

Ela levou presentes, um gato de pedra (ele era um fã de gato), vela etc. e ficou totalmente emocionada no local.

As pessoas em todo o mundo não se esqueceram dele. Tanta gente estava lá”, diz ela, radiante. “As pessoas cantavam suas músicas. Foi tão lindo.

 

O quarto dela está cheio de pôsteres do Freddie. Quando ela sai de casa, só usa roupas com imagens de Freddie.

Fonte: /www.msn.com/de-ch  e www.meinbezirk.at

 

Via queenrocks.ru no Instagram

 

 


Na madrugada de quinta para sexta -feira, no horário das 4 da manhã ???(horário de Brasília), ocorrerá o lançamento mundial do vídeo da música ‘Face It Alone’, lançada mundialmente na última quinta-feira, dia 13 de outubro.
E aí pessoal, vamos acordar mais cedo para prestigiar nossa banda querida? ??
O Queen merece nosso esforço!
Clique no vídeo e ative o sininho para ser notificado quando a estreia começar.

 

Fonte: www.queenonline.com

FLASH  TO  THE  RESCUE

(11ª música do 9º álbum)

– Composto a partir de Flash’s Theme e seus famosos truques de piano, Flash To The Rescue se limita a adicionar algumas notas de sintetizador e alguns diálogos do filme.

 

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Flash to the Rescue

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Face It Alone, a canção de 1988 que o Queen lançou , é a ponta do iceberg de um arquivo ainda por esgotar. Ao longo dos anos, algumas raridades foram sendo reveladas de forma não oficial.

Conheça inéditos como Affairs ou Silver Salmon (do Smile) e as versões embrionárias das canções com a voz de Freddie Mercury que a reedição de novembro vai revelar.

O Queen lançou uma música inédita com Freddie Mercury gravado em 1988. Face It Alone fará parte de uma edição especial do álbum The Miracle, de 1989, com edição agendada para 18 de novembro.

A mesma edição deluxe do penúltimo álbum do Queen lançado no tempo de vida do vocalista Freddie Mercury contará com mais dois temas até hoje não editados: Dog With a Bone e I Guess We’re Falling Out, também provenientes das mesmas sessões de gravação.

Não é segredo, porém, que nos arquivos do Queen constam ainda algumas raridades com Mercury ainda por lançar. Algumas são meros exercícios inacabados, noutros casos há margem para que, tal como sucedeu em Face It Alone, as técnicas de engenharia de som contemporâneas (e os acréscimos de Brian May e Roger Taylor) permitam transformar o que era domínio numa canção de pleno direito.

Ao longo dos anos, o YouTube tornou-se repositório de algumas dessas pérolas escondidas, motivando longo debate entre fãs. Abrimos o baú:

Affairs (1989)

 

A New Life Is Born (1988)

https://youtu.be/k_jYCZjIGLU

 

 

Back To Storm (1984, 1985 ou 1986)

 

Grand Dame (1989)

 

 

Robbery (1990)

https://youtu.be/5KuDm-odU0o

 

Sandbox (1979)

 

Self Made Man (1990)

https://youtu.be/k_jYCZjIGLU

 

I Guess We’re Falling Out (1988; é um dos inéditos da reedição de The Miracle)

My Secret Fantasy (1990)

Dog With a Bone (1988; é um dos inéditos da reedição de The Miracle)

 

Fonte: Expresso.pt

Teo Torriatte

( Let Us Cling Together ).

(手 を とりあっ て, Te o Toriatte)

– Depois do Álbum A Night At The Opera, e se tornando populares em todos os outros lugares, o Queen decidiu dar um pequeno obrigado em forma de música aos fãs japoneses, que os amavam tanto. Prova dessa teoria seria que Teo Torriate foi lançado como single no Japão.

– Lá, o Queen foi chamado de ク イ ー ン ( Rainha ). Você pode ver Brian May usando uma camiseta escrita Queen em japonês em um vídeo tutorial de guitarra.

 

               

 

– Trata-se de uma entre três canções do Queen cantada em uma língua que não o inglês ( futuramente viriam espanhol, árabe e persa ).

– Ao contrário do que muitos acreditam, não é uma música dedicada à alguém chamado Teo, mas sim a transcrição fonética da expressão japonesa vamos dar as mãos (手 を と り 合 っ て ) ou de mãos dadas.

– Embora tenha sido composta por Brian May, parece que Freddie insistiu em incluir uma parte da letra da música em japonês.

– É uma bela canção, não muito conhecida do grande público, exceto o japonês, pois ela possui versos no idioma da Terra do Sol Nascente. O single foi lançado em 25 de Março de 1977, três meses após o lançamento do Álbum à qual faz parte – A Day At The Races. Para o lado B do single, foi escolhida a bela Good Old-Fashioned Loverboy.

– Assim disse Brian May em uma entrevista

Eu escrevi a música Teo Torriatte (Let Us Cling Together) sobre esse forte vínculo que nós, como Queen, sentíamos com o povo japonês.

– A tradução das palavras do inglês para o japonês, ficaram a cargo da intérprete Chika Kujiraoka, uma amiga de Brian que eles conheceram durante uma de suas turnês no Japão. Mais uma vez o grupo se aventurou a cantar em uma língua estrangeira e se saiu muito bem, pois a música alcançou fácil o topo das paradas japonesas.

    Chika Kujiraoka

 

Metáforas na letra –

– As falas quando eu tiver partido não são sobre morte, mas sobre deixar o Japão, e o verso vamos nos agarrar é sobre como manter o bom relacionamento entre a Banda e seus fãs. O verso ouça minha música é sobre relembrar boas memórias e mantê-las perto de seus corações, e o verso eles vão dizer que somos todos tolos é um pedido para que seus fãs não sejam influenciados por críticas negativas.

– A propósito ….. Em 2.011 essa música foi incluída no Álbum Songs for Japan para ajudar nos esforços de resgate e reconstrução devido ao terremoto e tsunami de 2.011 na região de Tōhoku ( norte do Japão ).

 

Ouça essa delicadeza de canção aqui

 

Songs for Japan

 

 

Fonte –

genius.com

japon-secreto.com

 

 

Teo Torriatte –

Vamos continuar juntos enquanto os anos se passam ..

Oh, meu amor, meu amor

Na calada da noite ..

Deixe nossas velas sempre acesas

Nunca nos deixe esquecer as lições que aprendemos. …

O agradecimento do Queen à recepção de um povo tão caloroso …..

 

Face It Alone – Número 1 em 21 países

… e se você está perguntando, os No.1 no iTunes estavam em:

Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Letônia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Espanha, Sri Lanka, Suécia, Suíça e Reino Unido.

MAIS! Foi Top 10 no Chile, Chipre, Israel, Itália, México, Turquia, Estados Unidos, Canadá, Peru, Austrália, Irlanda, Argentina, África do Sul, Brasil, Grécia, Eslováquia, Colômbia e Paraguai

A faixa redescoberta do Queen com Freddie Mercury Face It Alone foi lançada como single digital na última quinta-feira, 13 de outubro, e está disponível em vinil de 7″ a partir de 18 de novembro.

Ouça / Pré-encomenda Agora: https://Queen.lnk.to/FaceItAlone

Fonte: www.queenonline.com

ESCAPE FROM THE SWAMP
(10ª música do 9º álbum)

– Quando Roger Taylor grava seus rufares de bateria em Escape From The Swamp, mal sabia ele que sua ideia seria adotada em todos os filmes de ação das décadas de 2000 e 2010.

– Estes rufares, hoje em dia imprescindíveis nos programas de televisão com tensão (concursos de talentos, de canto ou de qualquer outro tipo), se encontram a partir desse momento sintetizados e disponíveis nos programas de música assistidos por computador como os Action Strikes, propostos pelo pacote de aplicações Komplete da Native Instruments.

– Em 1980, Roger prefere usar suas mãos, suas marretas e seus tímpanos Ludwig Ringer para obter um resultado mais natural do que os produtos da época.

 Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Escape from the Swamp

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Queen The Miracle Collector’s Edition

Listagem de conteúdo

VINIL LP: The Miracle

Corte de LP original perdido há muito perdido

The Miracle como nunca ouviu antes. Originado de uma fita mestra de março de 1989, reintegra Too Much Love Will Kill You como foi originalmente planejado, na posição exata no Lado Um alocado em 1989, aninhado entre I Want It All e The Invisible Man. A capa do LP atualizada apresenta o álbum com uma capa gatefold pela primeira vez em sua história.

CD 1: The Miracle

O álbum como originalmente lançado em CD, remasterizado por Bob Ludwig em 2011 a partir das mixas master originais de primeira geração.

CD 2: The Miracle Sessions

Uma janela fascinante para o processo criativo da banda com tomadas originais muito procuradas, demos e versões iniciais, incluindo o novo single Face It Alone, entre seis faixas inéditas, duas das quais apresentam vocais de Brian May.

Apresentado aqui pela primeira vez: When Love Breaks Up, You Know You Belong To Me, I Guess We’re Falling Out, Dog With a Bone, Water, and Face It Alone.

Assim como revelador – e certamente será valorizado pelo hardcore do Queen – são as trocas faladas entre os quatro membros do Townhouse, Olympic e Mountain Studios, dando aos ouvintes uma imagem única de sua amizade e dinâmica de trabalho.

CD 3: ALTERNATIVE MIRACLE

Recria a continuação proposta para o álbum, Alternative Miracle. Originalmente considerada na época, esta compilação de faixas extras de The Miracle, B-sides, versões estendidas e versões individuais foi cancelada devido a um cronograma de lançamento pesado.

CD 4: MIRACU-MENTALS 

Instrumentais e backing vocals das dez músicas que compõem The Miracle.

CD 5, AS ENTREVISTAS DE RÁDIO THE MIRACLE

A banda discute, em suas próprias palavras, o processo criativo por trás do álbum. A primeira entrevista, Queen for an Hour, foi transmitida pela BBC Radio 1 em 29 de maio de 1989. O apresentador Mike Read fala com a banda para o que seria a entrevista final do grupo. Nesta entrevista, Freddie sugere pela primeira vez que seus dias de turnê acabaram.

A segunda entrevista apresenta Roger Taylor e Brian May conversando com o apresentador Bob Coburn e atendendo chamadas telefônicas ao vivo no popular programa de rádio americano Rockline

BLU-RAY / DVD: The Miracle Videos

The Miracle Videos inclui os cinco vídeos promocionais de música e conteúdo bônus em ambos os formatos Blu-ray e DVD.

I want it all

Breakthru

The Invisible Man

Scandal

The Miracle

 

Mais:

As Entrevistas The Miracle

Entrevistas com Roger, Brian e John no set do filme Breakthru em junho de 1989, por Gavin Taylor.

John Deacon não deu mais entrevistas desde aquele dia.

The Making of the Miracle Videos:

Este recurso contém imagens dos bastidores dos vídeos I Want It All, Scandal, The Miracle e Breakthru.

The Making of the Miracle Album Cover:

O designer gráfico do Queen, Richard Gray, fala sobre e demonstra como ele fez a capa do álbum The Miracle.

 

The Miracle

EDIÇÃO DE COLECIONADOR – 2022

Produtores Executivos: Brian May e Roger Taylor

Todas as faixas escritas por Queen

Exceto: Too Much Love Will Kill You (May, Musker, Lamers),

My Melancholy Blues (Mercury) e You Know You Belong To Me (May)

Conteúdo supervisionado por Justin Shirley-Smith, Kris Fredriksson e Greg Brooks.

Compilação e restauração de áudio Kris Fredriksson

Projeto gerenciado por Emma Donoghue

Em uma leitura sempre fascinante e às vezes divertida, o livro de arte hardback The Miracle Collector’s Edition também olha para trás em duas páginas sobre como os críticos da época responderam a The Miracle em seu lançamento original.

 

Queen The Miracle por Maura Sutton. Revista Raw. Maio de 1989

The Miracle vê o Queen mais uma vez redefinindo o Rock ‘N’ Roll em seus próprios termos, ignorando estoicamente aqueles muito limitados ou estúpidos para chegar ao ponto.

O vocalista Freddie Mercury sempre atraiu a maior quantidade de críticas muito ocupadas rastejando até seus próprios traseiros para reconhecer os espiritismos auto-depreciativos do homem, ou para reconhecer o fato de que ele é um dos maiores vocalistas de Rock de todos os tempos. Exemplos? Cada faixa, eu receio. Breakthru e Scandal provam que ele ainda pode alcançar as notas de topo com facilidade, enquanto Rain Must Fall e My Baby Does Me o apresentam cantando e cantando com intensidade comovente. Lindo.

Nenhuma canção individual credita desta vez, então é difícil avaliar as contribuições de composição do baterista Roger Taylor ou do baixista John Deacon, mas aposto que Deacon teve mais do que uma mão nos momentos mais funkeiros de Khashoggi’s Ship. Enquanto isso, The Invisible Man soa claramente tayloresco, com suas passagens rítmicas e baixos.

Os arranjos são bastante extraordinários, resultado da capacidade da banda de se aventurar em qualquer gênero musical que eles muito bem agradam, sem dúvida alimentado por excursões individuais de membros em campos tão diversos quanto Ópera e Metal. Tanto a faixa título quanto mais perto de ‘Was It All Worth It’ apresentam o tipo de engenhosas reviravoltas orquestrais que têm permanecido a marca registrada da banda desde os dias de The March Of The Black Queen (‘Queen II’ – 1974) quando Ninguém tocou sintetizador.

Eu poderia continuar, mas o espaço não permite

Vamos apenas dizer que o Queen sempre será o coração culto do Rock ‘N’ Roll… e é tão bom tê-los de volta.

 

QUEEN I Want It All (Parlophone) – Neil Perry. Sons. 6 de maio de 1989

Eles podem ser uma instituição de longa data, mas o Queen ainda sabe como enfrentar os jovens roqueiros malcriados de hoje quando o desejo os leva. Em um retorno tipicamente extravagante à forma, o Queen colocou seus sapatos disco de lado por um tempo e voltou para sua própria marca gloriosa de power metal.

Não há outro som tão quente e doce quanto a guitarra de Brian May, e aqui ele luta com o velho e engraçado Freddie em modo camp e grind, enquanto I Want It All constrói um clímax de enchimento de estádio. Rock teatral com coragem.

 

Paul Elliott. Sounds. May 27, 1989

THE MIRACLE é um bom, antiquado e adorável álbum do Queen. É uma extensão de tela ampla que vai do funk borbulhante ao rock tomp, passando pelo tipo de melodramas épicos e excêntricos que engrossaram os primeiros álbuns.

‘The Miracle’ é um entretenimento fantástico  Queen.

 

 

Fonte: www.queenonline.com

33 anos depois, Queen lança Box do clássico álbum de 1989.

Box Set com 8 discos: Vinil LP/5CDs/DVD/Blu-ray, que será lançado em 18 de novembro.

Pré-venda disponível em: https://Queen.lnk.to/TheMiracle

O Box Inclui The Miracle Sessions, contendo mais de uma hora de gravações de estúdio inéditas, incluindo seis músicas inéditas – além de áudio íntimo da banda no trabalho no estúdio.

Amplamente reconhecido como o álbum mais forte do Queen nos anos 80 e um dos mais inspirados, o The Miracle lançado em 1989 foi um sucesso global alcançando o primeiro lugar no Reino Unido e vários mercados europeus, até mesmo restabelecendo a banda nos EUA, onde recebeu um álbum de ouro. Brian May sempre citou a faixa-título como sua música favorita do Queen de todos os tempos.

As sessões extremamente prolíficas de The Miracle começaram em dezembro de 1987 e se estenderam até março de 1989. Foi um dos períodos mais importantes da história do Queen. Quinze meses antes, em 9 de agosto de 1986, a poderosa Turnê Europeia (Magic Tour) do Queen havia terminado em alta, diante de um público estimado de mais de 160.000 pessoas no Knebworth Park, na Grã-Bretanha. Quando a banda deixou o palco naquela noite – brindando ao show principal de sua maior turnê.

Até hoje – eles dificilmente poderiam ter previsto que Knebworth marcaria uma linha na história. Este seria o último show ao vivo do Queen com Freddie e o primeiro de uma cadeia de momentos cruciais que levariam a uma longa separação para a banda.

Levariam 15 meses e uma reestruturação radical da dinâmica interna da banda antes que o Queen se reagrupasse no Townhouse Studios de Londres em 3 de dezembro de 1987 , para começar a trabalhar em seu décimo terceiro álbum de estúdio. Pela primeira vez o Queen dividiria os créditos de composição igualmente, independentemente de quem concebeu cada música, um consenso de opinião que teria resultados férteis.

Dividir os créditos foi uma decisão muito importante para nós. Deixamos nossos egos fora da porta do estúdio, e trabalhamos juntos como uma banda de verdade – algo que nem sempre foi o caso. Eu gostaria que tivéssemos feito isso 15 anos antes, diz Brian.

 

Roger comentou:

As decisões são feitas por mérito artístico, então ‘Todo mundo escreveu tudo’ é a linha, ao invés de ego ou qualquer outra coisa no caminho. Parece que trabalhamos juntos melhor agora do que antes. Somos personagens de bastante altos e baixos. Temos gostos diferentes de muitas maneiras. Costumávamos ter muitas discussões no estúdio, mas desta vez decidimos compartilhar todas as composições, o que acho muito democrático e uma boa ideia.

Este show de unidade foi elegantemente transmitido pela capa do diretor de arte da banda Richard Gray para The Miracle , que mostra as quatro faces do Queen fundidas em uma.

A arte da capa representa a unidade do grupo na época: uma fusão perfeita de quatro pessoas se tornando uma. Também estávamos lidando com a deterioração da saúde de Freddie e nos unindo para apoiá-lo, disse May.

Enquanto Freddie não podia mais fazer turnês, o Queen continuou sendo uma banda de incrível desenvoltura criativa. Como John Deacon insinuou, eles canalizaram sua química ao vivo para o estúdio:

Nas primeiras semanas de gravação, fizemos muito material ao vivo, muitas músicas, algumas jams e ideias surgiram.

Party’ e o rock bruto ‘Khashoggi’s Ship’ evoluíram naturalmente, imediatamente disse Freddie.

Inspirada por algo que Anita Dobson diria, e mais tarde adotada para protestos anti-apartheid, a massiva I Want It All foi – embora escrita antes da banda entrar no estúdio – uma expressão contundente dos poderes de rock pesado do Queen.

Nós nunca conseguimos tocar essa música ao vivo com Freddie. Seria uma espécie de núcleo básico do show do Queen, tenho certeza, porque era muito participativo – projetado para o público cantar junto – muito hino, disse May.

Roger disse:

Muitas das faixas [Miracle] têm material de primeira tomada nelas; tentamos preservar esse frescor. Tentamos capturar todo o entusiasmo que tínhamos ao tocarmos juntos como uma banda.”

A escrita de Queen também refletia suas circunstâncias pessoais. O drama arrancado das manchetes de Scandal foi o golpe pessoal de May na intrusão da imprensa nos respectivos assuntos pessoais dos membros da banda. Elogiado por Deacon, a faixa de Freddie, Was It All Worth It,  foi interpretado em retrospecto como uma reflexão sobre a saúde do cantor.

Um outro ingrediente na mistura foi David Richards, que trabalhou com o Queen desde sua participação como engenheiro assistente em Live Killers . Depois de mais créditos em A Kind of Magic e Live Magic, Richards se aproximou para co-produzir The Miracle, elogiado por May por sua proeza técnica de garoto prodígio.

Os meses no estúdio deram origem a mais de 30 músicas, mais do que o Queen poderia precisar para um álbum. Dez faixas foram selecionadas para formar o lançamento, com outras mais tarde aparecendo como B-sides ou faixas solo, ou transportadas para os álbuns Innuendo e Made in Heaven . Cinco singles de sucesso apoiaram o álbum.

Diz Brian: Tínhamos todos esses pedaços de faixas, e alguns deles estavam pela metade, alguns deles eram apenas uma ideia, e alguns deles estavam quase finalizados, e meio que aconteceu por conta própria. Há algumas faixas que você sempre quer lançar e trabalhar, e assim elas são finalizadas, e há algumas faixas que você pensa: ‘Ah, isso é ótimo, mas eu realmente não sei o que fazer com isso neste momento. ‘, então eles naturalmente são deixados de lado.

A maioria dessas faixas de sessões restantes permaneceu intacta nos arquivos do Queen nos últimos 33 anos.

Enquanto isso, para o hardcore do Queen, um dos elementos mais esperados do novo box set é o CD The Miracle Sessions com takes originais, demos e takes brutos do álbum completo, além de seis faixas adicionais nunca antes ouvidas, incluindo duas com Brian nos vocais.

Tentador o suficiente para que este disco de mais de uma hora ofereça a primeira exibição oficial de músicas quase míticas como Dog With A Bone,  I Guess We’re Falling Out,  You Know You Belong To Me e a pungente Face It Alone,  lançado como single em outubro. Adicione a isso, o tesouro afundado que abrange desde takes originais e demos até cortes brutos que sinalizam o álbum The Miracle se tornaria.

Mas talvez as verdadeiras pedras preciosas do CD The Miracle Sessions sejam os segmentos falados que encerram as tomadas musicais. Enquanto a fita do estúdio continua rolando em Londres e Montreux, os quatro membros são pegos em sua forma mais sincera, dando aos ouvintes a estranha experiência de estar entre Freddie, Brian, John e Roger enquanto eles brincam, debatem, trocam piadas. e mostrar alegria e frustração ocasional.

Com a banda chegando ao estúdio com escasso material mapeado, essas sessões encontraram o Queen em sua forma mais inspirada e impulsiva, e essa atmosfera se reflete não apenas na música, mas nas trocas familiares que a pontuam. Como Freddie disse:

Acho que é o mais próximo que já estivemos em termos de realmente escrever juntos. Antes de todos nós desmaiarmos, posso apenas tentar isso?

Freddie Mercury (I Want It all)

Eu não quero fazer as partes extravagantes agora… eu vou fazê-las mais tarde.

Ouvidos pela primeira vez na história do Queen, os outtakes falados de The Miracle Sessions convidam os fãs ao chão do estúdio para experimentar a dinâmica sem verniz da banda, mais natural e reveladora do que qualquer entrevista de imprensa ‘oficial’. Essas trocas descuidadas – por vezes maliciosas, encorajadoras, espirituosas, até mesmo afetuosamente vesgas – capturam a banda como eles realmente eram durante o florescimento tardio de The Miracle, zumbindo com entusiasmo renovado em seu retorno ao estúdio e impulsionado por uma química rara que ainda jogou faíscas.

Outra novidade para o box set é a reintegração de Too Much Love Will Kill You. The Miracle foi originalmente planejado para ser um álbum de 11 faixas, mas Too Much Love foi removido no último minuto devido a problemas de publicação não resolvidos.

Mais tarde, a versão original do Queen surgiu em Made in Heaven em 1995, com o vocal principal de Freddie. Enquanto a versão em CD do álbum permanece fiel à familiar ordem de execução de dez músicas, o disco de vinil nesta edição de colecionador marca a primeira vez que ‘Too Much Love Will Kill You’ foi apresentado como parte do álbum, no exato posição no Side One foi alocado em 1989.

Em outras partes, The Miracle Collector’s Edition está repleto de raridades, outtakes, instrumentais, entrevistas e vídeos, incluindo a última entrevista que John deu, do set do vídeo do single ‘Breakthru’. A caixa ricamente embalada também inclui um livro de capa dura de 76 páginas com fotografias inéditas, cartas manuscritas originais do fã-clube da banda, resenhas da imprensa da época e extensas notas de encarte, com lembranças de Freddie, John, Roger e Brian em tanto o making of do álbum quanto alguns de seus vídeos mais icônicos.

Apresentando uma infinidade de insights fascinantes sobre um momento extremamente importante na história do Queen, este é o The Miracle que os fãs estavam esperando.

Continua…..

 

Fonte: www.queenonline.com