No sábado (23), a noite no Theatro São Pedro será para celebrar sucessos de cantoras de diferentes décadas com o Divas do Pop. No domingo (24), em sessão dupla, haverá a oportunidade de apreciar clássicos de uma das maiores bandas de rock da história — trata-se do concerto Especial Queen. Os dois espetáculos serão realizados pela Orquestra de Câmara da Ulbra e pelo Vocal Takt, dentro da série Concertos Populares.

Em sua estreia no sábado, a partir das 21h, o Divas do Pop trará 13 canções de nomes como Aretha Franklin, Amy Winehouse, Adele, Cher, Cyndi Lauper, Lady Gaga e Madonna, entre outras. Os arranjos vocais são de Iuri Corrêa — que também assina as orquestrações —, Plínio Spinato e Guilherme Roman. O espetáculo ainda conta com o baterista Marquinhos Fê e o guitarrista André Flores. Além da orquestra, o Vocal Takt estará no palco nos dois dias com 12 integrantes: três sopranos, três tenores, três baixos e três contraltos.

A regência de ambos os concertos será de Tiago Flores, maestro da Orquestra de Câmara da Ulbra. Segundo Flores, foram priorizadas cantoras representativas para o Divas do Pop. Ele frisa que o objetivo do espetáculo não é fazer uma apresentação que se limite ao cover dessas cantoras, mas sim que enfatize as músicas e os vocais, junto com orquestra, guitarra e bateria.

— A ideia é valorizar um vocal superforte, com orquestra de cordas dando uma avaliação timbrística nessas músicas — explica o maestro. — É ter uma amostragem do que dá para fazer com essas músicas, com cantores e cantoras que são profissionais, juntando com a sonoridade da orquestra.

Especial Queen

Para celebrar o Queen, a orquestra e o grupo vocal voltam a subir ao palco do São Pedro no domingo, às 18h e às 21h — este segundo horário surgiu como sessão extra, devido à alta procura de ingressos. Diferente do Divas do Pop, o Especial Queen já é um sucesso consolidado: foi realizado em três ocasiões desde 2016, ano em que estreou. De acordo com Flores, a procura sempre foi muito grande por esse espetáculo, sendo realizado em sessões “superlotadas”.

— A recepção costuma ser bastante positiva. O público canta e vibra muito, fica pedindo bis. Há um retorno bacana pelas redes sociais. O boca a boca também funcionou, tanto que quando a gente repetiu o espetáculo pela segunda vez, os ingressos esgotaram rapidamente. Esse show é sensacional — atesta Flores.

Especial Queen tem repertório inteiro dedicado à banda britânica integrada por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor em sua formação clássica. A orquestra e o grupo vocal devem apresentar clássicos como Bohemian RhapsodyLove of My LifeDon’t Stop Me NowWe Are The ChampionsSomebody To LoveUnder Pressure Radio Gaga.

Os arranjos de Especial Queen também são assinados por Iuri Corrêa. O espetáculo conta, ainda, com Marquinhos Fê na bateria e Ângelo Primon na guitarra. Na adaptação das músicas para a apresentação do grupo vocal e da orquestra, Flores relata que buscou-se uma sonoridade parecida com a da banda, mas não totalmente igual.

— O Queen tinha só voz masculina, e o Takt tem voz feminina também. Procuramos realizar algo em que a gente mantivesse essa ideia dos vocais fortes do Queen, com alguns solos no meio. E aí tem a questão também da orquestra dar uma variação do timbre, uma maneira diferente de apresentar essas músicas. São algumas coisinhas que tem o nosso arranjo e que não tem o do Queen — diz o regente.

Por fim, Flores garante que o público pode se surpreender tanto com Divas do Pop quanto com o Especial Queen:

— Como não são simplesmente espetáculos de covers, as pessoas irão deparar com coisas diferentes do que elas estão acostumadas a ouvir quando ligam o rádio, a TV ou qualquer aparelho. Primeiro, a energia da coisa ao vivo. Segundo, uma amostra de como dá para fazer uma música com vocal e orquestra de uma maneira que fica muito legal. Com pitadas de coisa erudita com uma pegada popular.

 DIVAS DO POP

  • Neste sábado (23), às 21h, no Theatro São Pedro (Marechal Deodoro, s/nº), em Porto Alegre.
  • Ingressos a partir de R$ 30 pelo site da Sympla ou na bilheteria do teatro.

ESPECIAL QUEEN

  • Neste domingo (24), às 18h e às 21h, no Theatro São Pedro (Marechal Deodoro, s/nº), em Porto Alegre.
  • Ingressos a partir de R$ 30 pelo site da Sympla ou na bilheteria do teatro.

Fonte:www. gauchazh.clicrbs.com.br

 

O projeto Música Transforma terá sequência no dia 29/07, com a apresentação do show “Queen ao Piano”, de Bruno Hrabovsky. O espetáculo, que apresenta releituras da famosa banda britânica, já foi exibido em diversas cidades do país. As músicas são reproduzidas apenas com o piano, dando um arranjo bem diferente em relação ao rock tradicional do grupo. A solenidade, além de contar a história, passa pelos maiores sucessos do conjunto, em ordem de lançamento. Com valor de entrada a partir de R$25, a performance ocorre no auditório da Unibes Cultural, ao lado da estação Sumaré do Metrô.

Nascido em Curitiba, Bruno Hrabovsky é instrumentista, já tendo passado por mais de 90 cidades com o espetáculo “Rock ao Piano”. O pianista também realizou shows lotados com outro projeto de sucesso, o “Pink Floyd ao Piano”. Estudante do instrumento de teclas desde os 6 anos de idade, Bruno já gravou diversas versões de músicas famosas, quase sempre do estilo Rock, fazendo a divulgação de seu trabalho em redes sociais. Suas apresentações são dedicadas a homenagear as referidas bandas.

Segundo Bruno Assami, diretor executivo da Unibes Cultural, o projeto Música Transforma, que teve início em maio, é um importante espaço para que as pessoas possam se conectar com artistas independentes. “A música continua como um dos agentes culturais mais ricos que temos, podendo contar histórias e mostrar o quão diversa é nossa cultura. Além disso, oferecer a oportunidade para que o público se aproxime de diferentes artistas é uma das nossas bases. Seguimos agindo para transformar o nosso panorama cultural”.

O concerto contará com o seguinte set list: “Keep Yourself Alive”, “The Loser in the End”, “The March of the Black Queen”, “Stone Cold Crazy”, “Love of my Life”, “You Take My Breath Away”, “Somebody to Love”, “Spread Your Wings”, “Don’t Stop Me Now”, “Sail Away Sweet Sister”, “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “Princes of the Universe”, “Scandal”, “Innuendo”, “Mother Love”, “No one but you” e “Bohemian Rhapsody”.

Serviço:
Música transforma – Show Queen ao Piano
Local: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré – São Paulo/SP
Ao lado da estação Sumaré do Metrô
Data: 29/07
Horário: 19h
Valor: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

 

Fonte: https://www.radiorock.com.br/

 

Cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, de 2018, permanece colaborando para que lucros da banda sejam altos, mesmo anos após seu lançamento

GET DOWN, MAKE LOVE

(7ª música do 6º álbum)

– Freddie Mercury assina apenas três músicas em News Of The World, e os membros do Queen consideram Get Down, Make Love uma evocação da Nova York gay, ambiente que o cantor frequenta regularmente desde seu retorno das turnês americanas.

– Embora o músico não reivindique abertamente sua homossexualidade, ele não esconde sua vida privada desenfreada:

Nova York é a cidade do vício, e eu sou uma verdadeira put@ quando estou lá!.

– Esta música é a primeira em que Freddie evoca o abandono sexual e as alegrias da carne, como faria com mais frequência no início dos anos 80, particularmente no álbum Hot Space.

– Na letra de Get Down, Make Love, encontramos frases muito explícitas:

You take my body/I give you heat/You say you’re hungry/I give you meat

(Você pega meu corpo/Eu te dou calor/Você diz que está com fome/Eu te dou carne).

 

– Nesta época, o cantor muda seus figurinos de palco. Reza a lenda que após seu encontro com Glenn Hughes, o notório motociclista bigodudo do Village People, Freddie decide adotar sua imagem. Assim aparece um Freddie vestido de couro, com óculos escuros e boné combinando, expondo seu torso peludo sob as correntes de ouro.

– A passagem mais curiosa da canção é o seu intervalo, entre 2:37 e 3:18, descrito como intermediário erótico por Brian May.

-Notas de guitarra se fundem com a voz de Freddie, ao ritmo de batidas repetidas do baixo de John e do bumbo de Roger.

– Obtém-se um efeito psicodélico que funciona muito bem quando misturado com os gemidos do cantor.

– A banda de rock industrial Nine Inch Nails, liderada pelo carismático Trent Reznor, propôs, em outubro de 1990, uma versão sulfurosa de Get Down, Make Love como faixa bônus em seu single Sin.

Couro e óculos de motociclista: Freddie adota por um tempo alguns códigos de

vestimenta da comunidade gay de Nova York.

Vídeo oficial de Get Down, Make Love

 

Get Down, Make Love, com Nine Inch Nails

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Anunciada a nova máquina de pinball Queen !

QUEEN E PINBALL BROTHERS ANUNCIAM NOVA MÁQUINA DE PINBALL: QUEEN – LIVE IN CONCERT!

Com mais de 300 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, a icônica banda de rock britânica Queen é uma das maiores bandas de todos os tempos.

Formado em Londres em 1971, o Queen lançou 15 álbuns de estúdio, excursionou extensivamente e produziu shows inovadores de cinema, vídeo e teatro por mais de 5 décadas e continuam atraindo multidões ao redor do mundo.

Chegou a hora de homenagear esta banda lendária com uma máquina de pinball baseada em suas músicas verdadeiramente fascinantes – todas tocadas AO VIVO!

O jogo estará disponível em duas edições diferentes: Champions Edition e Rhapsody Edition.

Rhapsody Edition é limitado a uma série de 1000 jogos numerados e vem com um certificado de autenticidade que virá com vários complementos exclusivos. As duas edições serão diferentes na aparência.

Pinball Brothers trabalhou em estreita colaboração com a banda para garantir sua aprovação e apresenta as seguintes músicas ao vivo: A Kind Of Magic, Another One Bites The Dust, Bohemian Rhapsody, Hammer to Fall, I Want To Break Free, Killer Queen, One Vision, Play The Game, Radio Ga Ga, Seven Seas Of Rhye, Somebody To Love, We Will Rock You, We Are The Champions e Who Wants To Live Forever.

Funcionalidades do jogo

O jogo apresenta 14 músicas ao vivo acompanhadas de chamadas da banda, gravadas exclusivamente para o jogo. Em destaque também está a lendária guitarra Red Special de Brian May, na forma de um campo de jogo superior onde você pode bloquear as bolas para iniciar a multiball Red Special. Ou você pode visitar o épico Estádio de Wembley para bloquear bolas para iniciar mais uma das muitas bolas múltiplas do jogo.

Colete autógrafos, instrumentos, membros da banda, passes de turnê e pôsteres no caminho para chegar ao modo final do assistente I Want it All!.

O jogo é apresentado com um show de luzes RGB de tirar o fôlego e um sistema de som HiFidelity, incluindo um alto-falante de graves de 8”. É difícil imaginar uma maneira melhor de experimentar o Queen ao vivo, seja no clube ou na sua própria sala de estar. Será realmente imersivo!

Para detalhes completos e pedidos, acesse www.pinballbrothers.com/Queen – Pré-encomendas são feitas clicando na guia DISTRIBUIDORES no site aqui.

 

Fonte: www.queenonline.com

   Álbum Queen 1973

             

®️ Sim, era um disco de estreia, e a Banda ainda iria passar pelas naturais mudanças que advém de suas evoluções como músicos e compositores, mas, ainda assim, analisando hoje, percebemos que já havia uma identidade em formação naquele trabalho.

– “Queen”, de 1973, ostentava influências de Led Zeppelin, de Sweet e de Rock Progressivo, mas apresentava também os primeiros indícios do que se tornaria o “ modo Queen ” de fazer música.

– A capa, simples e monocromática à primeira vista, trazia subliminarmente uma ideia de grandiosidade incontida e, desde logo, o brilho da estrela de Freddie Mercury, que absorvia e alimentava a energia emanada dos holofotes.

– Ela é representada por uma foto tirada durante o show no Marquee Club em Londres em Dezembro de 1972, por Doug Puddifoot.

– Houveram insatisfações com a produção do disco, naturalmente, e o principal incomodado foi Roger Taylor em relação ao som de sua bateria, mas não havia mais tempo para aprimorar todos os detalhes, pois os cronogramas de lançamento/turnê/gravação eram bem mais apertados no período.

– O disco precisava sair e, apesar de um detalhe ou outro que seus criadores gostassem de mudar, conseguiu posições satisfatórias e um status de clássico que permanece indelével até hoje.

 

Lado A

. A música de abertura – Keep Yourself Alive – é uma canção vibrante e empolgante, com um refrão irresistível, e que escancara desde cedo o perfeccionismo de Brian May, que sobrepôs sete linhas de guitarra em sua gravação.

 

. Doing All Right – reminiscente do acervo de músicas do Smile, oscila entre balada e Rock pesado.

 

. Great King Rat – o estilo de Rock pesado surge mais bem representado nesta canção, onde Brian pontua alguns momentos do solo com um pedal de wah-wah.

 

. My Fairy King – repleta de imagens surreais em sua letra e que faz também citações ao poema The Pied Piper of Hamelin.

 

Lado B

. O lado B, da versão em vinil, abria com as batidas e palmas de – Liar – composição de Freddie com peso, variações e um solo melódico interrompido aos 4:15m para uma guinada rítmica, onde os vocais irão interagir com a percussão e a guitarra retornará com mais volume.

 

 

– Depois de seu impacto, foi correta a opção de inserir a balada agridoce The Night Comes Down na sequência, composta por Brian May, quando a Banda Smile chegou ao fim.

▪️Seu andamento combina com as reminiscências de infância do autor, Brian May.

 

. Subitamente – Modern Times Rock’n’Roll – explode nos alto-falantes, tem seu ritmo acelerado, uma pegada proto-punk e é a típica música de fazer todo mundo dançar em shows, mas não é a melhor composição de Roger Taylor.

 

. A próxima – Son And Daughter – diminui a levada, mas investe em uma cadência que remete ao proto-Heavy Metal do começo da década.

.E nos traz o inesquecível I – WANT – YOU na letra.

 

.Jesus – foi com essa cadência que os conduziu para o encerramento com Jesus, de teor obviamente religioso.

 

.No final do disco, a última faixa – Seven Seas of Rhye.

▪️Neste Álbum, temos apenas a versão instrumental desta composição, porque Freddie não havia terminado de escrever a letra. A versão cantada seria gravada no Álbum  Queen II.

▪️O termo Rhye de seu título, refere-se à um mundo fictício criado por Freddie e sua irmã Kashmira Bulsara.

 

▪️A crítica, as plateias, o mercado, todos ainda precisavam ser conquistados, mas hoje nós olhamos para esse período como historiadores e sabemos aquilo que em pouco tempo tornar-se-ia notório.

▪️Em 1973, um gigante surgiu na Inglaterra e fez com que o mundo se inclinasse perante a majestade de seu nome!

 

Álbum Queen

Data de Lançamento: 13.07.1973

Gravadora: EMI

 

Fontes para base e composição de texto-

– Roadie Metal Cronologia: Queen – Queen (1973)

Por Anderson Frota

– Plano Crítico

Por Luiz Santiago

FIGHT FROM THE INSIDE

(6ª música do 6º álbum)

 

– Para sua segunda contribuição no álbum, Roger Taylor compõe esta canção de rock com base em um riff repetitivo e intenso, embora muito atraente.

– A música, escrita antes do verão de 1977, faz parte de um conjunto de quatro músicas que o baterista trabalhou em seu estúdio pessoal.

– Ele manteria duas (I Wanna Testify e Turn On The TV) para seu primeiro projeto solo (lançado em agosto, em 45 rpm).

– É verdade que contrasta com Spread Your Wings, mas permite encontrar o equilíbrio que se procura no álbum:

Roger tem mais coisas do que o resto do grupo. Você só precisa escolher qual música trará equilíbrio ao álbum, dirá Brian May.

– O baterista, que interpreta o tema, passa a ser considerado um cantor no grupo.

 

– Na BBC Radio 1, durante a entrevista que o Queen dá em dezembro de 1977, o apresentador diz:

Permitam-me agora apresentá-los os membros do Queen.

Roger, anunciado na bateria, especifica:

E, ocasionalmente, nos vocais.

– A voz de Roger é taciturna e acompanha a mensagem enquanto ele canta:

Fight from the inside/Attack from the rear

(Lute por dentro /Ataque por trás).

 

A minha voz parece uma lixa!, diria ironicamente em 2006.

– A comparação é sempre mais lisonjeira que a de Freddie na mesma época:

A voz dele tem a frequência de um apito de cachorro!

Assim como Phil Collins, amigo da banda, Roger Taylor

assume os papéis de baterista e cantor no palco com muita habilidade.

 

 

Vídeo oficial de Fight From The Inside

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Helenita dos Santos Melo é gaúcha de Cachoeira do Sul e mora em Bolzano (Itália) há mais de 18 anos.
Ela administra as páginas “Queen – Fatos & Fotos” no Facebook e Instagram.

Administra também a página “Queen Online Brasil” com Luciana Machado e Denise Scaglione, no Facebook.

Junto com Sheila Pauka administra o grupo “Freddie Mercury & Queen”.

O Queen foi coroado a maior banda de rock de acordo com uma nova pesquisa.

Um estudo, conduzido pela Betfair, pediu aos britânicos que escolhessem sua banda favorita e os roqueiros de bohemian rhapsody chegaram ao topo, até mesmo batendo os Beatles para levar o título.

O Queen – que foi liderado pelo falecido Freddie Mercury e foi hoje com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor- foi a escolha principal com 1 em 4 (26%) escolhendo a banda.

Os Beatles seguiram de perto em segundo lugar, com 15% dos participantes escolhendo os Fab Four, enquanto os Rolling Stones ficaram em terceiro lugar com 6% dos votos.

Outras bandas de rock muito amadas que entraram no Top 10 incluíram Fleetwood Mac (5%), Oasis (5%), Pink Floyd (4%) e Metallica (3%).

A pesquisa foi realizada para marcar as comemorações dos  60 anos dos The Rolling Stones.

Com a banda – composta por Mick Jagger, Ronnie Wood – recentemente completando duas noites esgotadas no BST Hyde Park, não há surpresa por que eles ainda são considerados um dos maiores de todos os tempos.

Os fãs também foram convidados a selecionar qual música dos Rolling Stones eles acham que é a mais icônica, com seu hit de 1965 (I Can’t Get No) Satisfaction liderando a votação com 26%. Foi seguido de perto por Paint It Black com 14% dos votos e Brown Sugar em terceiro lugar.

 

Veja as 10 melhores bandas de rock de todos os tempos de acordo com a nova enquete:

  1. Queen
  2. Os Beatles
  3. Os Rolling Stones
  4. Guns N’ Roses
  5. Fleetwood Mac
  6. Oasis
  7. Pink Floyd
  8. BI
  9. Metallica
  10. Led Zeppelin

 

Sobre esta enquete, Brian comentou em seu Instagram:

Este também foi um belo presente de aniversário! Muito obrigado pessoal!!! Às vezes eu tenho que me beliscar para acreditar que tudo isso está acontecendo – Jeeeez !! Grato ! E meu aniversário está indo muito bem, obrigado! Absolutamente sobrecarregado com todas as mensagens gentis. Obrigado pessoal!!! Bri

 

Fonte: www.radiox.co.uk

No dia em que Brian May completa 75 anos, foi divulgado que o álbum Queen Greatest Hits se tornou o primeiro álbum na história das paradas oficiais (Official Charts) a atingir 7 milhões de ‘vendas’ nas paradas do Reino Unido.

O Queen quebra os recordes do Official Chart ao ultrapassar a marca de 7 milhões com seu álbum Greatest Hits de 1981. O álbum oficial mais vendido de todos os tempos no Reino Unido, o disco inclui faixas clássicas como We Will Rock You, Don’t Stop Me Now e o gigante mais vendido do grupo, Bohemian Rhapsody.

Roger Taylor e Brian May do Queen comemoram 7 milhões de ‘vendas’ de seu álbum Greatest Hits

 

Greatest Hits atinge essa conquista recorde por meio de uma combinação de vendas físicas, downloads e streams. Em 2014, Queen Greatest Hits se tornou o primeiro álbum a ultrapassar 6 milhões de vendas no Reino Unido e, à medida que as vendas puras (cópias físicas e digitais para download) da coleção continuam a aumentar, o catálogo anterior do grupo se mostra popular no streaming moderno.

Greatest Hits acumulou um incrível total de 1,1 bilhão de streams no Reino Unido até o momento, com a faixa mais transmitida do álbum sendo Bohemian Rhapsody, que possui 240 milhões de streams no Reino Unido e contando.

O álbum também celebrou recentemente sua 1000ª semana na parada de álbuns oficiais, com o Queen se tornando o primeiro artista britânico a atingir esse marco histórico.

Falando ao OfficialCharts.com, o guitarrista do Queen, Brian May, disse:

Estamos aqui para trazer a vocês a alegre notícia de que o álbum Greatest Hits do Queen vendeu 7 milhões de cópias, o que ninguém nunca fez antes. Nenhum álbum fez isso antes na história. Obrigado, agradecemos.

Roger Taylor, do Queen, acrescenta:

O público britânico e seu gosto infinitamente bom fizeram deste o álbum mais vendido da história. Muito obrigado; somos humilhados e honrados. Nós saudamos você!

Martin Talbot, executivo-chefe da Official Charts Company, comenta:

É realmente uma conquista fantástica do Queen se tornar o primeiro ato a atingir 7 milhões de vendas de um álbum, com seus lendários Greatest Hits. Quando foi lançado pela primeira vez em 1981, pacotes de carreira como Greatest Hits eram relativamente raros, preservados apenas pelos maiores artistas. Os maiores sucessos do Queen podem reivindicar estar em mais de uma em cada quatro coleções de discos de lares do Reino Unido hoje, e não há dúvida de que seu enorme sucesso fez tanto quanto qualquer outro lançamento para transformar pacotes de hits no conceito de álbum onipresente que eles são hoje.

Isso acontece quando Queen + Adam Lambert anunciam Rhapsody Over London; um filme-concerto disponível para transmissão ao vivo e sob demanda ainda este mês.

O show exclusivo espetacular, filmado ao vivo na O2 Arena de Londres durante a turnê europeia esgotada do grupo, estreará ao vivo pela plataforma global de streaming Kiswe em 24 de julho. penúltimo show de sua turnê europeia.

Rhapsody Over London dará aos fãs em todo o mundo a oportunidade única de experimentar o deslumbrante show de 28 músicas do Queen, que homenageia o ethos duradouro do falecido Freddie Mercury de que muito longe nunca é o suficiente.

Em seu Instagram, Brian comemorou:

“Este foi um belo presente de aniversário!!! Maior álbum da história do Reino Unido?!! Uau. Obrigado pessoal XXX BRI”

 

Fonte: Queenonline.com

O que é um lado B?

– Um lado B é literalmente o outro lado de um disco fonográfico, já que os discos podem ter faixas pressionadas em ambos os lados.

– Com o tempo, no entanto, o termo B-side  passou à ser associado à conotações específicas na indústria da música, em vez da construção física de Álbuns gravados.

– B-sides são faixas incomuns, raras ou secundárias, consideradas menos importantes do que as músicas do A-side , que se destinam à ser hits.

– Às vezes, o julgamento sobre o que deve ser comercializado como lado A e o que deve ser comercializado como lado B está errado, como evidenciado por muitos lados B que mais tarde se tornaram muito populares.

– Haja visto a relação de B sides do Queen abaixo.

– Nos primeiros dias de gravação, não era dada muita importância aos lados A e B de um disco.

– A mudança começou quando as gravadoras começaram a colocar as músicas que achavam que seriam sucessos no lado A, com músicas secundárias e suplementos no lado B. Eventualmente, as pessoas começaram a associar B-side com o conceito de uma faixa secundária.

Como funcionava?

– A promoção dos lados A e B foi principalmente para a conveniência das estações de rádio e dos críticos, com o objetivo das gravadoras ser a captura do ouvido com o lado A do Álbum.

 

Quais as características musicais de um B-side ?

– Os lados B podem ser variações de músicas no lado A, como versões acústicas ou remixes de uma música. Um lado B também pode ser uma demo, uma música que não está tematicamente relacionada à um Álbum ou uma música que não foi polida na época do lançamento de tal Álbum.

– Como a maioria das gravações não são lançadas em discos hoje, os lados B são normalmente incluídos no single associado à um disco ou comercializados separadamente como lados B de um Álbum específico.

Os B-side são raros ?

– Alguns lados B são projetados para serem raros, com um número limitado sendo produzido para que os fãs atribuam um alto valor às faixas bônus.

 

B-sides fazem sucesso ?

– Alguns lados B notáveis ​​foram catapultados para a fama. Rain, dos Beatles, por exemplo, era um lado B quando foi lançado.

– Muitos artistas ficaram surpresos com o sucesso de suas músicas do lado B, que foram adicionadas aos Álbuns como reflexões tardias.

– Mas só porque uma música é um lado B não significa que seja inferior de forma alguma. Por outro lado, algumas Bandas colocam coisas nos lados B que são experimentais.

– Alguns artistas e Bandas reuniram e lançaram todos os seus lados B juntos, dando aos fãs acesso à faixas raras junto com uma história coesa do estilo da Banda.

. O Queen poderia fazer isso, não é?

Como eram calculados os royalties do lado B ?

– Os lados B pagavam o mesmo que os lados A em termos de royalties de composição.

Sim, 100% igual.

– É por isso que Roger ganhou tanto dinheiro como Freddie, sendo I’m In Love With My Car o B-side de Bohemian Rhapsody.

Top List do lado B do Queen

Abaixo, mencionamos a lista à seguir, para fins de informação.

 

– See What A Fool I’ve Been

Lado B de Seven Seas Of Rhye, 1974.

Apresentado ao vivo de 1973 à 1976, fez uma aparição esporádica em 1977, no show realizado durante as filmagens do vídeo promocional de We Are The Champions.

 

– A Human Body

Lado B de Play The Game, 1980.

Escrita e cantada por Roger.

 

– Soul Brother

Lado B de Under Pressure, 1981.

Bela peça, com várias partes cantadas em falsete por Freddie, que compôs a música.

Diversas referências no texto à músicas passadas da Banda se destacam.

Aparentemente, Freddie escreveu para Brian May em menos de 15 minutos.( falsetes maravilhosos

https://youtu.be/zgknbV17Phw

 

– I Go Crazy

Lado B de Radio Ga Ga, 1984.

Um dos mais belos lados B, segundo muitos fãs e críticos.

Teria até merecido uma aparição em um Álbum oficial da Banda.

 

– Radio Ga Ga ( instrumental ) 

Lado B de Radio Ga Ga, versão 12 ″, 1984.

 

– Machines ( instrumental ) 

Lado B de I Want To Break Free, single dos EUA em 1984.

 

– A Dozen Red Roses For My Darling 

Lado B de A Kind Of Magic, 1985.

É basicamente a versão instrumental de Don’t Lose Your Head. (essa é demais)

 

– Blurred Vision

B-side de One Vision, 1985.

É uma versão quase exclusivamente instrumental de One Vision, da qual retira alguns versos.

 

– Stealin’

Lado B de Breakthru, 1989.

Música bonita e alegre, da qual também existe uma versão muito mais longa (não oficial), em forma de jam session.

https://youtu.be/yEAD95IIuqc

 

– Hijack My Heart 

Lado B de The Invisible Man, 1989.

Escrita e cantada por Roger.

Fala das suas 02 grandes paixões – carros velozes e mulheres bonitas. (maravilhosa)

 

– My Life has Been Saved 

B-side de Scandal, 1989.

A versão original da música foi retomada e reorganizada em Made In Heaven.

 

– Lost Opportunity

O lado B de I’m Going Slightly Mad, 1991.

Blues lento escrito e cantado por Brian.

 

– Mad The Swine 

B-side de Headlong, 1991.

Música originalmente agendada para o primeiro Álbum da Banda, onde não apareceu devido à insatisfação causada pela mixagem de Roy Thomas Baker.

 

E a cereja do bolo

Rock In Rio Blues

B-side de A Winter’s Tale na Europa e Too Much Love Will Kill You nos EUA, 1995.

Rock In Rio Blues é uma música gravada durante o Festival Rock In Rio em Janeiro de 1985.

É baseada na improvisação de Impromptu que aparece no Live At Wembley ’86, mas com letras escritas para a ocasião – o povo do Rio de Janeiro.

 

Fonte para base e composição de texto –

queenvault.com

www.musicalexpert.org

Dan Stulbach lembra aniversário de Brian May no Jornal da CBN

 

Fonte: www.cbn.com.br

SPREAD YOUR WINGS

(5ª música do 6º álbum)

 

– A honra de aparecer como segundo single do álbum News Of The World caberia a uma das duas músicas compostas por John.

– No entanto, Spread Your Wings, lançada em 10 de fevereiro de 1978, não teve muito sucesso no Reino Unido, chegando ao 34º lugar nas paradas.

– Porém, é uma das músicas do Queen mais apreciadas pelos seus fãs, graças, sobretudo, aos seus refrões com uma imparável melodia pop.

– A letra é emotiva e compartilha o aspecto melancólico do título.

– Conta a história de Sammy, cujo trabalho é limpar o chão do Emerald Bar enquanto ouve os aborrecimentos do seu empregador:

You are always dreaming/You’ve got no real ambition/You won’t get very far

Você está sempre sonhando / Você não tem ambições reais /Você não vai muito longe

 

– Deacon, geralmente discreto, se pronuncia sobre seu tema em 1978:

A música está relacionada a algumas experiências vividas nos últimos anos. Prefiro não entrar em detalhes, porque não gosto de explicar minhas músicas. Acho que as pessoas deveriam formar sua própria opinião. Nem sempre é fácil… Vou explicar. Algumas coisas não são divertidas e você tem que conviver com elas. Claro que é maravilhoso ter dinheiro, mas pessoalmente não sinto necessidade de ser muito rico. Não quero voltar à pobreza, como aconteceu com muitos músicos talentosos. Eu só quero economizar para o futuro.

 

-Freddie interpreta com perfeição a música de John, apoiando seu objetivo graças aos seus irresistíveis jogos de voz, dentre eles, o ataque na segunda estrofe, embora também aos 1:42 tenha chegado ao ápice.

Spread Your Wings é a primeira música da banda em um single que não inclui refrão, provando, mais uma vez, que o Queen optou pela sobriedade e eficiência para suas novas composições. O tema é um dos poucos do grupo que durante a década de 1970 termina em dissolução e não de forma limpa e precisa.

– O clipe foi filmado no mesmo dia que o clipe de We Will Rock You na propriedade de Roger Taylor, em Surrey.

– Naquele mesmo dia gelado de janeiro de 1978 também aconteceu a assinatura do fim do contrato entre o Queen e seu empresário John Reid.

 

Sempre que gravar um vídeo pode colocar em risco sua Red Special (neste caso, o clima),

Brian May usa uma guitarra substituta. Aqui, sua réplica feita pelo luthier John Birch.

 

Vídeo oficial de Spread Your Wings

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Show acontece no dia 22 de julho, sexta-feira, no Cine Theatro Brasil Vallourec

Os fã do Queen podem se preparar, pois o grupo será homenageado na capital mineira pela banda Bohemian Rock, um dos principais covers do grupo, que já fez mais de 200 apresentações em seis estados brasileiros. O show acontece no dia 22 de julho, sexta-feira, a partir das 21h, no palco do Grande Teatro Unimed BH, do Cine Theatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas, 315 – Centro, Belo Horizonte – MG). Os últimos ingressos para o espetáculo estão disponíveis por meio do site www.eventim.com.br.

Formada no ano de 2019 pelos ‘Queen maníacos’, Luizinho Caldeira (Freddie Mercury), Carlos Augusto (Brian May), Eduardo Zardeto (John Deacon) e Pedro Martin (Roger Taylor), a Bohemian Rock tem como proposta reviver todos os momentos gloriosos do grupo que deixou a sua marca no cenário musical mundial. Eles vestem o figurino fiel à banda inglesa, com performance de palco idêntica e sucessos que marcaram vidas.

No comando da apresentação da Bohemian Rock, Luizinho Caldeira (vocal), convida o público a ter a real sensação de estar ouvindo o próprio Freddie Mercury cantando, principalmente pelo timbre, que é bem parecido. Isto tudo, garantindo um show de muita qualidade e total energia para o público presente, que conecta os ouvintes a momentos especiais com os grandes sucessos do grupo Queen.

 

Para o show, a Bohemian Rock traz em seu repertório músicas de todas as fases do Queen. Desde sucessos que foram marcantes, como Bohemian Rhapsody, We will rock you e We are the champions, como também aqueles super hits que emplacaram as discotecas por todo o planeta, como I want to Break Free, Radio Ga Ga, Another one Bites the dust , Don’t Stop Me Now ,e até mesmo as baladas emocionantes , como, Who wants to live Forever e Love of My Life.

Serviço
Bohemian Rock faz homenagem ao Queen
Local: Cine Theatro Brasil Vallourec | Av. Amazonas, 315 – Centro
Data: 22 de julho – sexta-feira

Pontos de venda
Bilheterias do Cine Theatro Brasil – (31) 3201-5211
Loja Eventim – Shopping 5ª Avenida (sujeito a taxa de conveniência)
Rua Alagoas, 1314 – Loja 20C – Savassi – Belo Horizonte

Vendas on-line: www.eventim.com.br

Sobre as Groupies ! Vocês fazem esse mundo girar !

▪️Groupie é uma pessoa, especialmente uma mulher jovem, que segue regularmente um grupo de música Pop ou outra celebridade na esperança de conhecê-los.

▪️Fanáticas, namoradas, colecionadoras – as groupies já não são o que eram, são poucas as que ainda existem nos moldes de há 50 anos. Mas não negamos que há algo de nostálgico no caos do cenário musical da época.

▪️Quando as Bandas faziam tours nos anos 60 e 70 eram perseguidas por mulheres – super fãs – que faziam de tudo para passar umas horas com os membros das Bandas.

▪️O crédito deste fenómeno pode ser atribuído aos The Rolling Stones, que carregam uma reputação de usufruir da companhia de muitas jovens durante o seu auge.

▪️Há uma história na Internet sobre uma groupie apaixonada pelo Queen, hoje com 65 anos.

▪️Seu nome simplesmente J.

▪️Ela os conheceu porque estudava na Ealing Art School em 1972.

Abaixo alguns pequenos trechos de sua entrevista –

 

– Então, como você conheceu os meninos Queen?

▪️Eu estava em um Pub falando sobre uma Banda que vimos na semana passada, quando Brian May enfiou a cabeça em nossa cabine dizendo que conhecia uma melhor.

▪️E Roger sempre me provocou por ser tão jovem. Tinha só 16 anos. Todos eles pareciam ser uma família muito grande, não apenas uma Banda.

– Você os conhece bem?

▪️Eu não diria que era uma amiga próxima, mas comecei no Ealing Art College em 72 e mudei para os mesmos círculos. Eu os seguia por toda parte.

 

– O que você lembra sobre eles? Como você descreveria suas personalidades?

▪️Não deixem me odiarem, mas eu não gostava de Brian. Eu o achei bastante cheio de si. Você morreria de velhice antes que ele parasse de falar. Ele era sempre o primeiro à falar e iniciar uma conversa e depois rapidamente passava você para John, que estava sempre cansado e tímido.

▪️Roger também era bastante tímido às vezes. Ele tinha muita vergonha de sua aparência, pois se sentia bonito, ninguém o levava a sério.

▪️Freddie, bem, ele ainda não era a grande estrela, então acho que ele estava trabalhando em sua persona no palco. Quando conversava com grupos em festas, ele contava as melhores histórias de coisas que haviam acontecido com ele ou amigos próximos. Eles eram muito engraçados e muito divertidos.

▪️Freddie era a vida da festa. Ele faria o cabelo e a maquiagem para verificar a correspondência.

▪️Com Roger, é uma surpresa que ele conseguiu ter filhos porque seus jeans eram tão justos. E suas camisas estavam sempre abertas, a menos que ele usasse um suéter. Acho que poderia ter sido para que você soubesse que ele era homem, pois foi o início da roupa unissex.

▪️Foi também uma época em que quanto mais gay o cara era, mais ele puxava uma groupie diferente todas as noites !

 

Fonte –

www.vogue.pt

Frogerepic.com

 

▪️Nota – A música Fat Bottomed Girls é um bom exemplo da vida de uma groupie.

 

▪️Fat Bottomed Girls no filme Bohemian Rhapsody

https://youtu.be/LszT_FWiE-I

 

▪️Vídeo oficial

It´s a Hard Life

Álbum: The Works

Data de lançamento: 16 de julho de 1984

Melhor posição nas paradas: 6° lugar na parada britânica; 72º lugar nos Estados Unidos.

Lado A: It´s a Hard Life (Freddie Mercury)

Lado B: Is This the World We Created?… (Freddie Mercury/Brian May)

                  

– Cansado de contar suas façanhas sexuais em entrevistas dadas para a promoção de Hot Space ou nos textos escritos para este novo álbum, Mercury voltou a um lugar mais profundo nesta faixa.

– A música foi criada em estreita colaboração com Brian May, que redescobriu o Freddie que amava: sensível, apaixonado e longe das loucas escapadas de Munique.

Agora, ‘It’s A Hard Life’ é uma das minhas músicas favoritas de Freddie de todos os tempos, e nós realmente colaboramos em algumas das letras. […] Estávamos procurando o significado central da música e fomos conscientes do fato de que não importava de que tipo de sexualidade ou amor estávamos falando; era sobre sentimentos de abandono e solidão. May revelaria mais tarde.

– Esta balada é um destaque indiscutível do álbum The Works, a primeira vez desde Jealousy em 1978 que Freddie deixou sua fachada de festa e revelou ao mundo que ele era um verdadeiro romântico em busca de algo significativo.

– Com uma introdução emprestada de Vesti la giubba, uma peça da ópera Pagliacci, a música é vocalmente rica e instrumentalmente exuberante, com luxuosas orquestrações de guitarra e uma suntuosa melodia de piano, e é um prenúncio do projeto de Barcelona que começaria três anos depois.

– Brian estava especialmente orgulhoso da música, dizendo em 2003:

Na minha opinião, esta é uma das músicas mais bonitas que Freddie já escreveu. É direto do coração, e ele realmente se abriu durante a criação. Sentei-me com ele por horas e horas e horas apenas tentando puxá-la para longe e tirar o máximo proveito dela. É uma de suas músicas mais adoráveis.

– Foi lançada como o terceiro single do álbum em 16 de julho de 1984, Is This The World We Created no lado B.

– Para as versões de 12″ do single, um remix estendido foi incluído, que permaneceu fiel ao original, adicionando apenas uma seção vocal a cappella.

–  O videoclipe, dirigido por Tim Pope em junho de 1984 (que também dirigiu o vídeo Man On Fire de Roger no mês anterior) no Arri Film Studios em Munique, foi recebido com escárnio e desprezo por três dos quatro membros da banda.

– Apenas Freddie ficou satisfeito com o vídeo, o que não é surpreendente, considerando seu papel de destaque.

– Brian, como sempre, raciocinou diplomaticamente que era uma indulgência de Freddie e eles estavam felizes em agradá-lo, mas um olhar para John e Roger resmungando um para o outro e revirando os olhos sugere que alguns membros da banda estavam mais dispostos a acalmar do que outros.

– Os músicos, vestidos com meias-calças e fantasias coloridas (Deacon carrega a cabeça de um unicórnio nos braços!), estão situados no meio de um cenário barroco que lembra um carnaval veneziano, e parecem perdidos no ridículo da situação.

                    

 

– May, enquanto isso, está equipado com uma guitarra com cabeça de esqueleto, que ele orgulhosamente empunha, como Excalibur extraída da pedra.

 

– Freddie apareceu no set com uma peruca ridícula e um collant apertado coberto de olhos grandes, e foi imediatamente rotulado de camarão gigante.

– Independentemente do figurino ridículo, o vídeo é uma bela adaptação da letra, com Freddie protagonizando o protagonista torturado, desesperadamente em busca de amor enquanto cercado por posses materiais sem sentido.

– Brian, claramente apreciando seu papel como um mensageiro sinistro da desgraça, empunha uma guitarra de caveira, o que mais tarde levou a rumores selvagens do instrumento sendo tocado no disco.

– Brian abordou isso em uma entrevista do Pop Of The Line de 1997:

É mais um adereço do que qualquer outra coisa. Você pode apenas tocá-lo, mas foi feito especialmente para o vídeo. Mas foi feito mais para a aparência do que qualquer outra coisa. Sim, eu toquei, mas você não vai encontrá-la em nenhum disco, eu receio.

– A música foi tocada ao vivo, sem caveira, no Queen Works de 1984/1985!  Turnê mundial, mas não retornaria para a turnê Magic de 1986.

 

Is This The World We Created…?

– Essa música foi escrita por May e Mercury.

– A ideia era escrever uma música em que os dois pudessem se apresentar com violão e voz durante os shows, entregando assim um interlúdio de qualidade.

– As imagens da fome na África inspiraram os dois músicos a escrever uma música com letras tocantes tanto pela ingenuidade quanto pela sinceridade.

Gosto da maneira como abordamos essa música. Estávamos olhando para todas as músicas que tínhamos no álbum e pensamos que a única coisa que não tínhamos era uma daquelas baladas límpidas – o tipo ritmado de ‘Love of My Life’. E em vez de um de nós voltar e pensar em um, eu apenas disse a Brian: ‘Por que não pensa em algo aqui?” e essa música evoluiu em cerca de dois dias. Ele pegou um violão e eu me sentei ao lado dele, e trabalhamos juntos. Mercury revelaria mais tarde.

– Mercury gravou uma partitura para piano que acabou sendo removida da mixagem em favor de uma versão mais refinada.

– A faixa fica assim imortalizada simplesmente graças à guitarra Ovation Pacemaker 1615, que já tinha sido usada em Love of My Life. No entanto, quando tocado no palco, Brian May usou com mais frequência uma guitarra eletro-clássica Chet Atkins CE modelo Gibson com um recorte.

– O longo reverb adicionado à voz clara e poderosa de Freddie dá a esta balada um aspecto menos atemporal do que o de Love of My Life (o efeito que dá à música um tom muito dos anos 1980), e sem dúvida inspirou muitas melodias famosas subsequentes, incluindo a suave e a delicada More Than Words da banda Extreme, cujos escritores, Gary Cherone e Nuno Bettencourt, sempre expressaram a sua grande admiração pelo Queen.

– Is This The World We Created…? foi apresentada ao lado de Love Of My Life durante o set acústico entre 1984 e 1986, e também foi apresentado no Live Aid em 13 de julho de 1985, separado da apresentação do Queen: aproximadamente às 21h44, Brian e Freddie voltaram ao palco e cantaram a música sob aplausos arrebatadores.

– Brian tocou a música com Andrea Corr nos vocais no concerto 46664 em 29 de novembro de 2003.

 

Vídeo Oficial

 

Apresentação no Live Aid

 

Apresentação Rock in Rio 1985

 

Fontes:

Georg Purvis. Queen: Complete Works.

Bernoît Clerc.  Queen all the songs: the story behind every track.

ALL DEAD, ALL DEAD

(4ª música do 6º álbum)

 

– Às vezes, as canções servem para afugentar as tristezas da infância.

– Então, quando o apresentador Redbeard apresenta Brian May em seu programa In the studio with Redbeard em 2017, ele pergunta como Brian criou a letra de All dead, all dead, uma doce balada cheia de nostalgia e melancolia.

– A pergunta provoca no guitarrista um certo desconforto tingido de emoção:

É hora de confissões […]. Acho que nunca falei dessa música […]. Ninguém nunca me perguntou [sobre ela]. […] É constrangedor falar sobre isso… Bom. Acho que tudo começou com o meu gato, com a perda do meu gato. Ele morreu quando eu era criança e nunca o esqueci.

– O gatinho chamava-se Pixie.

– O texto é implícito e evoca a ausência e a saudade de um ente querido. A partir daí, sabemos a quem essa doce balada é dedicada.

É o próprio Brian May quem toca essa música no piano; também é ele quem a canta, com o apoio dos coros de Freddie Mercury nos refrões.

– Na edição de aniversário do álbum publicado em 2017, uma versão inédita deste tema está incluída: é interpretada por Freddie Mercury, que acrescenta algumas palavras à introdução, como que para sublinhar o tema que o amigo está abordando:

Memories, memories, how long can you stay, to haunt my days?

(Memórias, memórias, quanto tempo você vai ficar atormentando meus dias?)

 

– Embora esta gravação mostre a colaboração de Freddie na composição do amigo, ela não tem a intensidade emocional da versão original. Mas é impossível repreender o cantor com alguma coisa, pois o assunto das músicas era tabu entre os membros do Queen. Brian May confirmaria:

Naquela época, nunca tínhamos falado sobre isso no grupo. Nós não falávamos sobre o tema das músicas. Nunca.

Ritual antes do concerto: Brian afina pessoalmente sua Red Special,

e pratica na frente de um pequeno amplificador Fender.

 

Vídeo oficial de All Dead, All Dead

 

All Dead, All Dead, com Freddie Mercury

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Queen no Live Aid – Bastidores do evento  – Recordando o melhor momento de Freddie Mercury!

– 13 de Julho de 1985 foi o Live Aid – O dia em que a música mudou o mundo – The Global Jukebox.

– O grande plano de Bob Geldof.

– O conceito estava longe de ser simples – dois shows, em Londres e Filadélfia, com todas as grandes estrelas pop do planeta, diante dos olhos do mundo, para reunir as doações de milhões, tudo para o povo da Etiópia.

– Mais de trinta e sete anos depois, vários shows de line up, eventos em vários continentes e maratonas globais não são novidade, mas em 1985, o mundo nunca tinha visto nada parecido.

– E, de todos os momentos memoráveis ​​que o dia criou – Bono saltando para o público, Phil Collins fazendo os dois shows com a ajuda do Concorde e o empolgante showstopper de Tina Turner e Mick Jagger – o momento mais icônico de todos foi, sem dúvida, entregue pelo Queen, e um desempenho magistral de definição de carreira de Freddie Mercury.

– Quando se tratou de organizar o Live Aid, o Queen estava no topo da lista de alvos de Bob Geldof, mas a Banda não foi imediatamente conquistada. Freddie teve que ser convidado com muito carinho por Geldof para se apresentar no Live Aid.

– Por fim, Bob ligou para o empresário do Queen e disse

Olha, o que há com a velha Rainha? É o palco perfeito para ele. É o mundo inteiro.

– Quando foi colocado para ele dessa forma, Freddie simplesmente entendeu e disse OK, porque isso não poderia acontecer sem ele.

        E foi exatamente o dia de Freddie!

– A Banda era conhecida por suas apresentações ao vivo – tendo acabado de se apresentar para 325.000 pessoas no Rock In Rio no início daquele ano – mas eles ainda estavam prestes à superar isso.

– Ninguém sabia na época, mas o Queen estava em declínio nesse ponto. As coisas não estavam indo muito bem.

– O Álbum de 1984 –  The Works – não tinha sido um grande sucesso, e Freddie tinha acabado de lançar sua estreia solo em Abril de 1985 – Mr. Bad Guy – uma implicação de que a Banda estava em uma espécie de pausa.

– No entanto, eles tinham a garantia de entregar o tipo de espetáculo que Geldof estava determinado à oferecer. Paul Gambaccini foi um dos grandes rebatedores da BBC, designado para fazer a cobertura do Live Aid do Estádio de Wembley.

Fui à Wembley entrevistar os artistas nos bastidores da televisão e do rádio. Freddie não deu uma entrevista no dia porque tinha problemas vocais. Seu médico disse à ele para não fazer o show, mas é claro que ele estava determinado a fazê-lo de qualquer maneira.

– Na época, você pensava – ‘ Quem vai ser o melhor ? Obviamente, o U2, e Phil Collins eram muito bons. E é claro que Paul McCartney estaria no show, então não acho que ninguém viu que o número um seria o Queen. Todo mundo sabia que o Queen faria um ótimo show e seria muito bom. 

– Semanas de empolgação, estresse e incerteza chegaram à um grande clímax quando o Live Aid começou ao meio-dia naquele Sábado de Julho escaldante.

– Com uma fanfarra de metais dos Guardas Coldstream e a chegada do Príncipe Charles e da Princesa Diana, o conceito de Geldof veio junto de forma espetacular para um público global em 150 países.

                             

– No entanto, os bastidores estavam caóticos. Uma placa dizia às estrelas para deixarem seus egos na porta, e os camarins tinham que ser compartilhados – assim como apenas três passes de imprensa, que foram trocados entre dezenas de jornalistas que esperavam pacientemente do lado de fora.

– Freddie Mercury não chegou antes das 17h, com seu namorado irlandês Jim Hutton. Ele estava nervoso, mas agindo como sempre, e foi visto tomando um par de vodca tônica.

– Eram 18h41 em Londres quando o Queen entrou no palco …

– Freddie socando o ar, incitando a multidão antes mesmo da primeira nota da música ser tocada. Eles foram o último ato à se apresentar à luz do dia, o que Roger Taylor disse ser muito estranho para eles.

Luzes são tudo, mas não fazem nada durante o dia. Nunca tocamos durante o dia. Mas não queríamos nos atrasar porque sabíamos que seria um dia muito longo. Só tínhamos sido incluídos no projeto bem tarde, e o público não era um público do Queen, então estávamos nervosos … Sabíamos que seria um grande negócio no contexto do dia, porque sabíamos que seria algo especial, mas não tínhamos grandes expectativas de nosso desempenho, conclui Taylor.

– Sentando-se ao piano, Freddie provocou a multidão com alguns acordes batidos no piano de cauda preto antes de entregar o segmento de abertura da balada de Bohemian Rhapsody, imediatamente estabelecendo o tom.

– Pouco antes de entrar na seção operística, a Banda fervia de fogo brando e Freddie levantou-se do piano, com o punho no ar, antes de receber seu famoso microfone sem pedestal.

– Com uma virada teatral, ele começou à andar pelo palco enquanto os riffs da abertura de Radio Ga Ga começaram. Em segundos, o microfone estava sendo usado como um cetro, uma guitarra, uma extensão fálica.

– Olhando para trás, fica claro à partir deste momento que ele tem o público comendo na sua mão, e ele sabe disso. Enquanto ele canta ” as meninas e meninos / que simplesmente não sabem e simplesmente não se importam “, as meninas e meninos do público – suando e encharcados das mangueiras dos administradores – socam o ar em total uníssono com ele.

– Paul Gambaccini estava nos bastidores com os outros artistas na sala verde, e sua lembrança mais clara do dia são as reações deles.

Todos olharam para o monitor e você podia ver o que estava acontecendo … o Queen estava roubando o show.

– Sem nem mesmo instruí-los à fazê-lo, a forte multidão de 72.000 pessoas espontaneamente executou a agora famosa batida de palmas ao longo do refrão de Radio Ga Ga – vista pela primeira vez no videoclipe da música no ano anterior.

– A visão gerou uma imagem icônica – um mar de pessoas, completamente engajadas, totalmente encantadas por um homem – Freddie Mercury.

– Curiosamente, para alguém com tanta presença de palco, Freddie era uma pessoa muito diferente na vida real.

Ele tinha um jeito de se animar. Ele se tornou uma pessoa diferente quando subia no palco e, de repente, ficou magnético e o público adorou. Ele realmente foi espetacular naquele dia. – Roger Taylor

– Lesley Ann-Jones descreve a transformação que ela o viu realizar –

Quando ele estava fora do palco, ele era um cara muito discreto. Ele nunca chamou atenção para si mesmo, ele tinha uma voz tranquila. Ele não era uma Rainha picante ou extravagante. No minuto em que subia ao palco, ele parecia dobrar de tamanho e, de repente, ele se tornava um gigantesco astro do Rock.

– Justamente quando parecia que não poderia ficar melhor, Freddie subiu um nível. De pé no centro do palco, agora super inflado, ele se lançou em sua chamada e resposta de Ay-oh ! .

– O público o imitou (com o melhor de suas habilidades) e o momento novamente refletiu o clima interativo do dia.

– Ao contrário de muitos dos outros artistas, que estavam ocupados fingindo que não haviam tantas pessoas assistindo, Freddie estava determinado à alcançar cada pessoa que estivesse assistindo.

– Durante Hammer To Fall, ele pegou um camera man da BBC pela cintura e dançou com ele, enquanto olhava diretamente para baixo de sua câmera, para uma audiência global que estava em qualquer lugar entre 1 e 2 bilhões de pessoas, sintonizada em cerca de 95% da televisão mundial.

– Sonoramente, o Queen soava muito melhor do que todos os outros artistas.

– Freddie agarrou uma guitarra para Crazy Little Thing Called Love, e falou suas únicas palavras de todo o set.

 Essa próxima música é dedicada à todas as pessoas bonitas aqui esta noite. Significa todos vocês, ele sorriu,  obrigado por virem e fazerem desta uma grande ocasião.

– Quando Roger Taylor largou o famoso riff de bateria de We Will Rock You, as coisas atingiram um nível febril e, para encerrar, Freddie conduziu o público, balançando em massa, por um emocionante We Are The Champions.

– No momento em que ele soprou um beijo de despedida para a multidão, eles estavam gritando em uma espécie de êxtase de Rock, e ele estava encharcado de suor.

– Quando os outros membros do Queen fizeram reverências modestas e deixaram o palco, um pôr do sol foi lançado no Estádio de Wembley, mas não refletiu qualquer tipo de diminuição para a Banda. Em vez disso, implicava que a luz deixaria Freddie, e um pouco de sorte extra foi necessária para as apresentações seguintes brilharem – embora isso incluísse David Bowie, The Who, Elton John e Paul McCartney.

O Queen tinha passado um pouco de seu auge quando começaram, conclui Paul Gambaccini – Quando eles saíram, estavam em um novo patamar.  

– Quer o Queen percebesse ou não, eles não apenas entregaram a performance do dia, não apenas a performance de suas carreiras, mas possivelmente a maior performance ao vivo de todos os tempos.

– Certamente esse foi o consenso alcançado por uma pesquisa da BBC de 2005 com 60 jornalistas e especialistas da indústria musical.

– Roger Taylor foi muito modesto …

Oh, pare! Quem decide isso?  Eles viram todos os shows? !

Ele sente que a atmosfera do dia contribuiu enormemente para a eletricidade do momento.

Você não poderia falhar, diz ele, mas você poderia falhar em fazê-lo espetacularmente !

– Sobre Freddie, Roger não tem uma palavra ruim à dizer (Bem, nunca brigamos, ele encolhe os ombros) e afirma que o resto da Banda o adorava tanto quanto o resto do mundo.

 

– Olhando para trás, porém, ele admite

Não apreciamos totalmente o quão incrível Freddie era até que o perdemos …

– Freddie tinha 38 anos quando divertiu o mundo no Live Aid e, embora tenha sido sem dúvida o auge de sua carreira, também marcou o início do fim de sua curta vida.

– Notoriamente privado, Freddie nunca admitiu publicamente sua sexualidade, e a maioria das pessoas não sabia disso. Curiosamente, a imagem de clone de Castro que ele apresentou ao mundo era extremamente popular na cena gay underground, mas ainda totalmente desconhecida do público em geral.

– Seu físico e bigode eram vistos por muitos como fortes indicadores de seu sangue vermelho, hetero masculinidade, e sua teatralidade era simplesmente isso, afinal, ele era um artista.

– A homossexualidade não é permitida em sua religião. Freddie foi forçado à esconder sua verdadeira identidade e esconder seu verdadeiro eu para o bem dos sentimentos de outras pessoas.

– Se ele tivesse vivido, Freddie teria quase 76 anos hoje, mas nossa lembrança é a imortalidade que Freddie desfruta.

– Obviamente, ele merecia uma vida mais longa, mas mesmo assim, por causa da história, ele tem uma vida longa.

– Phil Collins se apresentou tanto no Wembley quanto no JFK, utilizando um Concorde para viajar de Londres à Filadélfia.

– Ele tinha um grupo de componentes de Banda em cada país, o esperando. Além de seu próprio set, ele também se apresentou como baterista de Eric Clapton e do Led Zeppelin no JFK.

– Durante o voo, Phil se encontrou com a cantora Cher, que não estava sabendo sobre os shows. Ela pode ser vista se apresentando nos EUA com o USA For Africa na conclusão do concerto na Filadélfia. Apenas apareça disse Phil.

– É bom ser Cher!

– Paul McCartney enfrentou algumas dificuldades técnicas. Seu microfone não funcionou nos primeiros dois minutos de sua performance ao piano em Let It Be, mal sendo ouvido pelos telespectadores e o público geral no estádio.

– Ele foi convencido a participar do Love Aid pelos seus filhos.

– Pepsi, Chevrolet, AT&T e Eastman Kodak patrocinaram o show. Eles também abriram suas carteiras consideravelmente, já que a equipe Geldof solicitou US $ 750.000, juntamente com os prováveis ​​bens e serviços para fazer parte da história da música.

– Bono diz que recebeu uma recepção interessante de Freddie Mercury nos bastidores. O vocalista do U2 lembra que Freddie conversou com ele como se fosse um pássaro, sem perceber a orientação sexual da lenda do Queen.

– Elton John também vestiu o chapéu de chef e cuidou do churrasco no trailer de Winnebago RV escondido atrás do estacionamento de caminhões, três dias antes.

– Financeiramente, o sucesso do Live Aid tem sido contestado, com muitos alegando que não foram suficientes os £ 150 milhões de euros arrecadados para as pessoas que precisavam.

– No entanto, revigorou o conceito de músicos usando seu talento e perfil para destacar causas beneficentes.

– Porém, tecnologicamente, o Live Aid foi um triunfo inacreditável.

– Acontecendo em um mundo sem Internet ou telefone celular, as mensagens eram enviadas em aparelhos de fax, cada doação telefônica tinha que ser atendida por um ser humano real, a TV era analógica e haviam apenas 4 canais.

– Entre os sets, os artistas tiveram apenas alguns minutos para trocar seus equipamentos em um palco giratório coberto de fios serpenteantes, várias extensões e câmeras de TV BBC volumosas.

– Foi um pesadelo de saúde e segurança, e uma loucura total para qualquer um por trás de uma das dezenas de painéis de controle. O fato de o programa ter durado 16 horas sem que a tela inteira ficasse preta em nenhum momento é quase um milagre.

– De qualquer forma, nunca mais um artista poderia esperar receber uma plataforma global como esta, muito menos a oportunidade de aproveitá-la como Freddie fez.

– Nunca houve um evento com tantos espectadores, evocando tanta emoção intensificada, todos envolvidos em One Vision (uma música que o Queen escreveu sobre o evento), e – devido ao modo como agora consumimos televisão na era digital – nunca haverá novamente.

– O Live Aid uniu o mundo e todos compartilharam o momento.

– Aconteceu de ser o melhor momento de Freddie também – um momento na história quando um dos nossos maiores heróis nos representou em nosso melhor absoluto.

– Assistindo no YouTube, a energia e o espírito de Freddie aparecem como um símbolo da comunidade gay. Diante da adversidade, ele estufou o peito e continuou lutando – não apenas para entreter as pessoas, mas para eletrizá-las totalmente !

– O Queen em Wembley foi, posteriormente, aclamado como a maior performance de rock ao vivo de todos os tempos !

 

Concerto do Queen no Live Aid (clique em “assistir no YouTube” para ver o vídeo)

 

Fonte para base e composição de texto – attitude.co.uk – Por Ben Kelly

SHEER HEART ATTACK

(3ª música do 6º álbum)

 

– Não é por acaso que esta música tem o nome do terceiro álbum do Queen, lançado em 1974. Roger Taylor a havia escrito para Sheer Heart Attack mas não se adequava ao tom pretendido para o álbum.

– No verão de 1977, quando cada um propôs suas músicas para o sucessor de A Day At The Races, o tema parecia uma resposta perfeita aos detratores do Queen, acusando-os de emular o estilo da música punk, então muito em voga. A música, escrita quando esse movimento ainda não existia, soa, de fato, como muito furiosa e incendiária.

Roger foi muito mais aberto do que nós. Ele estava sempre à procura de novidades. Lembro-me de ouvir sobre os Sex Pistols muito cedo,  explica Brian May.

– Roger Taylor não está satisfeito em tocar bateria neste tema. Ele também é responsável pelo baixo e guitarra. Ele é um colecionador experiente de guitarras, a maioria delas muito raras, então ele usa a sua Esquire aqui.

– A grande curiosidade da música é a voz principal. Freddie é creditado como o cantor, mas pode-se jurar que se reconhece a voz de Roger. Em 2003, Brian May esclareceria essa discussão, às vezes discórdia entre fãs, em seu site:

Bom, é uma mistura […]. Roger tinha feito a demo, e nossa maneira usual de trabalhar era usar a demo como base para a versão final da música. Roger a cantou na íntegra, mas tomamos a decisão de deixar Freddie fazer essa parte no álbum. Roger foi educado e reconheceu que a performance de Freddie ressaltava melhor a atmosfera (punk?) da demo. Certamente é Freddie quem é ouvido cantando nos versos (em duas faixas). No entanto, a voz de Roger está bem presente como reforço, juntando-se a Freddie no ‘hey hey hey’ e no ‘ticulate’. Acho que todos cantávamos os refrões, com a voz do Roger à frente […]. Na verdade, agora que eu escuto de novo, eu diria que é APENAS o Roger quem canta os refrões.

 

– Em 24 de agosto de 2017, para promover seu livro Queen in 3-D, Brian May se presta (sem rancor!) ao jogo de entrevistas no programa de rádio Jonesy’s Jukebox, apresentado pelo co-fundador e guitarrista do Sex Pistols, Steve Jones!

Roger nos bastidores da turnê News Of The World nos EUA, posando entre os instrumentos de Brian e John.

 

Vídeo oficial de Sheer Heart Attack

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

“Floating In Heaven” – Graham Gouldman & Brian May

Brian May se junta ao fundador da 10cc Graham Gouldman para marcar as primeiras imagens históricas a serem entregues do Telescópio Espacial James Webb com a nova faixa musical Floating In Heaven

JWST agora tem sua própria trilha sonora.

Disponível agora em serviços digitais e de streaming –  https://brianmay.lnk.to/FloatingInHeaven/

O telescópio mais poderoso já lançado ao espaço, o Telescópio Espacial James Webb – lançado em dezembro de 2021 e que entrou em órbita em janeiro de 2022 – finalmente entra em operação esta semana.

Com a intenção de suceder o Hubble como a principal missão da NASA em astrofísica, a agência espacial da NASA agendou o primeiro evento oficial de divulgação de imagens científicas JWST para terça-feira, 12 de julho.

Com uma paixão bem reconhecida pela Astronomia, tendo obtido um PhD em astrofísica pelo Imperial College, em Londres, em 2007 e um colaborador da equipe científica com a missão New Horizons Pluto da NASA – Maio notavelmente lançou sua faixa New Horizons da sede da NASA no Dia de Ano Novo em 2019 para marcar o sobrevoo do objeto distante Ultima Thule – May se jubtou agora  com entusiastas da ciência espacial, O vocalista da 10cc, Graham Gouldman, reconhece este momento de descoberta com música nova.

Escrito por Gouldman, ele e May criaram uma nova faixa especial para marcar as imagens históricas do JWST reveladas.

Floating In Heaven, escrito e executado por Gouldman e com May na guitarra e vocais, terá um lançamento especial digital & streaming em 12 de julho para coincidir com o tão esperado lançamento das primeiras imagens trazidas à Terra pelo JWST.

Falando de seu fascínio pela exploração espacial, May diz:

Não há nada mais emocionante em um mundo de exploração do que ir a um lugar sobre o qual você não sabe nada. O céu é o limite para o que poderíamos descobrir.

A canção mais reconhecida de May no espaço, claro, remonta aos seus primeiros dias com o Queen: sua canção, ‘39, a história de um grupo de exploradores espaciais que voltam para casa para descobrir que, durante seu um ano de viagem, um século tinha passado na Terra. A música apareceu pela primeira vez no álbum A Night At The Opera do Queen em 1975. May continua a tocar a música rotineiramente nos shows ao vivo da banda.

Flutuando no Céu

Interpretado por: Graham Gouldman – Brian May

Escrito por Graham Gouldman

Graham Gouldman: Vocal e Backing Vocals , Baixo, Guitarra Acústica, Guitarra Slide, Programação de Bateria, Gizmotron

Brian May: Guitarras, Backing Vocals

Graeme Pleeth: Hammond Organ, Piano. Synth

Produzido por: Graham Gouldman, Graeme Pleeth e Brian May
Engineered and Mixed por:- Graeme Pleeth e Justin Shirley-Smith

Engenharia adicional por Kris Fredriksson

Dominado por: Bob Ludwig

 

Fonte: Queen Online

  I’m In Love With My Car – O lado B mais caro do mundo

 

®️  O dinheiro pode ser vulgar, mas é maravilhoso !

Freddie Mercury.

 

▪️Poucas músicas do Queen ilustram isso melhor do que I’m In Love With My Car. A canção fez seu compositor – Roger Taylor – ficar muito rico, e o resto do Queen nunca o deixou esquecer !

▪️Roger apresentou a música para A Night At The Opera, de 1975. A reação inicial de Brian May foi:

você está brincando, não está ? Estou apaixonado pelo meu carro ? 

 

▪️Roger insistiu que não estava brincando, mas disse que havia escrito a música sobre o homem de som do Queen, o piloto John Harris e a sua amada Triumph TR4.

John Harris

 Roger vai dizer que foi escrito sobre outra pessoa, mas nós dois sabemos a verdade … O título e a arrogância se encaixavam na imagem de playboy de Roger e era ‘seu’  Alfa Romeo que podia ser ouvido arrotando gases de escape no grande final da música. – insistiu Brian em 2008.

Triumph TR4

▪️I’m In Love With My Car foi aceito para o Álbum, mas alguns afirmam que Roger fez um esforço extraordinário para tê-la como o lado B de Bohemian Rhapsody.

Ele se trancou no armário de fitas do SARM [Studios] e disse que não sairia até que eles concordassem em colocá-la, disse Roy Thomas Baker.

▪️Nem Roger nem Brian confirmaram ou negaram isso. Mas uma discussão sobre a música foi incluída no filme Bohemian Rhapsody.

Quando minhas mãos estão na sua pistola de lubrificação ? zomba Brian de Gwilym Lee, citando a letra. É uma metáfora !  protesta Roger de Ben Hardy, que então ameaça jogar uma cafeteira em seus companheiros de Banda sorridentes.

▪️Os lados B dos 04 primeiros singles do Queen foram divididos entre Freddie e Brian. Talvez, e somente talvez, Roger tenha visto Freddie chegando ao estúdio carregado de sacolas de compras – outra blitz de gastos na King’s Road – e ficou com ciúmes. Se ele se trancou em um armário de fitas ou não, a música do automóvel de Roger (como Brian mais tarde à chamou) tornou-se o outro lado de Bohemian Rhapsody.

John Harris e Freddie Mercury

▪️Isso significou que Roger ganhou os mesmos royalties que Freddie ganhou pelo lado A. O resto do Queen havia aceitado que Bohemian Rhapsody era criação de Freddie e que ele ganharia de acordo, mas o sucesso do baterista veio por trás do disco, e distorceu a dinâmica do grupo.

▪️Roger ficou subitamente mais rico do que Brian e John, e comprou uma bela casa em Fulham e outro belo carro para comemorar.

Roger e seu Alfa Romeo

O lado financeiro das coisas pode ficar terrivelmente divisivo, admitiu Roger.

 

Houveram disputas por anos . Muitas injustiças terríveis acontecem sobre as composições, especialmente os lados B, concordou Brian

▪️Quaisquer que fossem as dúvidas que o resto do Queen tivesse sobre a música, eles jogaram tudo o que podiam nela. Guitarras e vocais harmônicos empilhados uns sobre os outros, enquanto seu baterista roucamente sibilava uma máquina dos sonhos  ao longo de uma valsa 6/8.

▪️ Quando minhas mãos estão na sua pistola de lubrificação não é a maior letra do cânone do Queen. Mas a fanfarronice de I’m In Love With My Car sinalizou o caminho para canções como We Will Rock You, We Are the Champions e I Want It All.

 

▪️Seu título, por si só, é garantido para provocar desprezo ou admiração, mas sempre uma reação.

 

 

▪️Vídeo Queen – I’m In Love With My Car – Compilação de 77 à 81

https://youtu.be/DV0g44PzauA

 

▪️Tradução da canção –

Estou Apaixonado Pelo Meu Carro

 

Uma máquina dos sonhos

Uma máquina tão limpa

Com seus pistões bombando

E as calotas todas com brilho

Quando estou segurando seu volante

Tudo que ouço é sua marcha

Quando minhas mãos estão na sua pistola de lubrificação

Oh, é como uma doença, filho

Estou apaixonado pelo meu carro

Tenho uma sensação com meu automóvel

Segure firme no meu santo Antônio piloto mirim de corridas

Que sensação quando seus radiais guincham

Disse a minha garota que terei que esquece-la

Prefiro comprar um novo carburador

Então ela saiu dizendo que isso já era o fim

Carros não respondem de volta, eles são apenas amigos de quatro rodas agora

Quando estou segurando seu volante

Tudo que ouço é sua marcha

Quando estou cruzando a toda

Não preciso ficar ouvindo nenhuma conversa mole

Estou apaixonado pelo meu carro

Tenho um sentimento pelo meu automóvel

Estou apaixonado pelo meu carro

Luvas com zipper em meu automóvel do amor

 

I’m In Love With My Car

 

Fonte – Magnífico ! The A To Z Of Queen

Mark Blake