Em entrevista, o guitarrista revelou que a lenda do Queen teria continuado até o final: “A vida de Freddie era música”

Durante duas décadas, Freddie Mercury foi a figura luminosa à frente do Queen — até a morte trágica em 1991, com apenas 45 anos. Muitos fãs se questionam se Freddie estivesse vivo ainda estaria em turnês.

Em uma entrevista ao Express UK em 2019, Peter Freestone revelou que não achava que o astro continuaria assumindo a energia dos palcos durante a velhice. “Ele não queria envelhecer. Não acho que ele teria continuado”, pontua.  “Ele continuaria a compor, mas daria para outra pessoa tocar”.

A opinião do guitarrista do Queen, Brian May, contudo, é outra. Em uma entrevista concedida também ao Express UK, o músico não concordou com Freestone. “Não acho que seja verdade. Como todos nós, Freddie, teria momentos de, ‘Oh Deus, é hora de parar!’. Mas não podemos. É assim que nós somos”. May ainda acrescentou que “mesmo que houvesse momentos em que ele não se sentisse que seria capaz de continuar, se ele estivesse bem de saúde, ele voltaria todas às vezes para os palcos. Realmente sinto isso. A vida de Freddie era música”.

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

O espetáculo acontece no dia 02 de novembro, no Hillarius Comedy Bar

A banda “Queen Tribute Brazil” se apresenta no dia 02 de novembro, no Hillarius Comedy Bar, em Santo André. O espetáculo promete embarcar o público numa viagem emotiva, remetendo aos sucessos das décadas de 70 e 80 no auge do sucesso da banda britânica.

Produzido com afinco, formatado em 80 minutos, o Queen Tribute Brazil encanta todo seu público, desde os mais experientes que tiveram a oportunidade de vivenciar as décadas dos anos 70 e 80 , como as crianças , resultado de gerações e gerações que aprendem a admirar a obra, e por que não dizer, hinos dessa que foi uma das maiores bandas de todos os tempos.

Com um requinte de detalhes cenográficos, figurinístico, instrumental e técnicas vocais de época aplicadas, o Queen Tribute Brazil , executa as mais belas canções que marcaram épocas e estão presentes até os dias de hoje em nossas memórias e em rádios de todo o mundo, sucessos esses como “Bohemian Rhapsody” , “We will rock you” , “Love of my life’, “We Are the Champions” e muito mais.

Os ingressos custam R$40, e podem ser adquiridos através do site www.bilheteriaexpress.com.br

Serviço:

“Queen Tribute Brazil”
Quando: 02 de novembro | Segunda às 20h30
Onde: Hillarius Comedy Bar
Av. Dom Pedro II, 1051 – Bairro Jardim – Sando André – SP

Classificação: 18 anos

Preços:

Promocional – R$ 40,00
Pode ser comprado por qualquer pessoa apenas no site Bilheteria Express

 

Fonte: www.abcdoabc.com.br

 

Reconhecido como um dos maiores interpretes do século 20, Freddie Mercury expandiu os limites da música ao levar a banda Queen ao estrelato internacional.

Recorde sua historia de vida, desde a infância em Zanzibar até sua morte em 1991.

O documentário passará no canal BIS.

Dias e Horários:
25/10/2020 – 21:26
27/10/2020 – 13:30
28/10/2020 – 10:00
31/10/2020 – 07:00
01/11/2020 – 03:00

Fonte: www.sky.com.br

 

‘ABC do Rock’ lembra artistas que imortalizaram o ritmo desde aos anos 1950

Pais roqueiros podem dar um presente lúdico neste Dia das Crianças para seus filhos passarem a apreciar o bom e velho rock´n´roll: o livro “ABC do Rock”, do jornalista Maurício Nunes e do ilustrador Daniel Ivanaskas, que lembra os maiores ídolos do ritmo criado nos anos 1950, contando brevemente a história de ícones como Chuck Berry (1926-2017) e Little Richard (1932-2020).

“Na verdade não é um livro de rock. É de histórias e poeminhas que apresentam para as crianças valores morais, por vezes esquecidos. Como ser educado, respeitar seus pais, não mentir, nem fazer fofoca, não ter nenhum tipo preconceito e manter sempre o espírito puro de criança. Mas claro, as mensagens são endossadas, aí sim, por grandes astros do rock”, define.

O jornalista explica que o livro tem uma linguagem baseada no rock e se utiliza de seus personagens com o intuito de mostrar que, por trás de toda rebeldia e de toda grande arte, há também amor e muita vontade de mudar o mundo.


“As crianças são a base de qualquer sociedade, portanto, não adianta pintar as paredes e arrumar o teto se a gente manter o assoalho fraco, abandonado, esquecido”, afirma Nunes.

Ivanaskas ficou responsável pelas ilustrações e pela diagramação. “Sempre achei que o rock poderia ser apresentado aos pequenos de forma lúdica e sem estereótipos para que as crianças o conheçam de forma agradável e possa ser contado pelos pais”, diz o ilustrador.

“Outra coisa que sempre me incomodou é a forma com que um estilo tão rico e diversificado esteja esquecido e cada vez menos acessível para as crianças neste país”, explica Ivanaskas.

A obra traz um encarte para montar um boneco do cantor Freddie Mercury, que com sua voz marcante deixou sua marca registrada no Queen.

A princípio as bandas foram escolhidas por sua real importância à música, segundo Nunes. “Mas como só havia uma indicação para cada letra do alfabeto, o foco ficou em cima da possibilidade de que aquele escolhido inspirar um texto, ao mesmo tempo lúdico, até meio que desmascarando esta história conservadora, muitas vezes preconceituosa, de que rock é do diabo, ou coisa parecida.”

Dentre outros artistas citados na obra, estão Beatles, David Bowie, Elvis Presley, Iggy Pop, Johnny Cash, Ozzy Osbourne, Ramones e Van Halen. Faltaram grandes monstros do rock como Rolling Stones (lembrados nas ilustrações) e The Who, mas não havia espaço no alfabeto para tantas estrelas do rock.

“ABC DO ROCK”
Onde: www.abcdorock.com
Preço: R$ 39,90
Classificação: Livre
Autor: Maurício Nunes e Daniel Ivanaskas
Editora: Zelig

Fonte: www.folhape.com.br

 

Um vídeo antigo de Brian May e Freddie Mercury em uma ‘jam session’ improvisada, dá uma visão interna do vínculo entre os companheiros de banda

No vídeo, Freddie pode ser visto ensaiando a tradicional canção folclórica húngara ‘Tavaszi Szél Vizet Áraszt’, que mais tarde cantaria ao vivo para mais de 100.000 pessoas no famoso show da banda em Budapeste.

Acompanhado por Brian May ao violão, Freddie descalço é visto de camiseta e short enquanto pratica a difícil música.

A banda estava em turnê na Hungria antes do show em Budapeste, em 27 de julho de 1986, quando o momento íntimo aconteceu.

Infelizmente a grande noite na capital húngara foi uma das finais da The Magic Tour, a última turnê do Queen com Freddie Mercury como frontman.

Um ano após a famosa apresentação do Live Aid , o show foi incomum, já que o Queen foi a primeira bandas do ocidente a se apresentar no Bloco Oriental durante a Guerra Fria.

Os fãs lotaram o Népstadion (“estádio do povo”), em Budapeste, para ouvir a performance da banda, incluindo sucessos como ‘Bohemian Rhapsody’, ‘ We Are the Champions’, ‘Crazy Little Thing Called Love’, ‘We Will Rock You’, ‘Radio Ga Ga’, dentre outros grandes sucessos.

Fonte: www.smoothradio.com

 

O último namorado do vocalista do Queen passou os últimos seis anos ao seu lado — mas “fez o difícil” durante a primeira investida

Os últimos seis anos de vida de Freddie Mercury não apenas contaram com a inseparável presença de sua melhor amiga, Mary Austin, seu assistente pessoal Peter Freestone e dos membros do Queen, mas, em 1985, tiveram a adição de seu último amor da vida; Jim Hutton, que namorou o astro e chegou a residir na mansão Garden Lodge.

Apesar do amor público — usando alianças e frequentando festas — e da descoberta mútua da soro positividade, o início da intensa relação íntima entre os dois bigodudos não foi tão estreita. De acordo com o próprio Jim, em entrevista ao programa britânico The Big Breakfast em 1994, as investidas iniciais do cantor não foram eficientes para o atrair.

Ambos estavam no clube Heaven, em Londres, quando o astro do rock abordou, próximo ao balcão, o jovem cabeleireiro irlandês. Apesar da fama, Jim afirmou que não conhecia muito sobre o vocalista, o que diminuiu o interesse: “Nós nos conhecemos em um clube. Ele me ofereceu uma bebida e eu disse para ele não começar […] Ele era um totalmente, absolutamente estranho [para mim]”.

Reencontro estranho

Por ser presente na cena gay londrina, o cabeleireiro chegou a ver o músico em outras ocasiões. “Alguns meses depois disso, eu estava em um restaurante e um amigo que estava comigo mencionou: ‘Adivinha quem está atrás de você?’ [Era] Freddie Mercury de novo”, contou Hutton em seu livro de memórias.

A gota d’água foi 18 meses após a primeira investida; o vocalista tentaria novamente conquistar o rapaz musculoso, porém, de uma forma mais incisiva. A segunda ocasião ocorreria em um outro clube: “Eu não vi Freddie Mercury de novo por 18 meses e, então, encontro ele em um clube […] Era isso. A mesma rotina de novo: ‘Deixa eu te comprar uma bebida”.

Jim preferiu recusar e abusar do sarcasmo; não só rejeitou, para mostrar que também tinha poder aquisitivo, como ainda ofereceu uma bebida para o cantor. Freddie, por sua vez, aceitou uma “vodka grande”. Após alguns segundos de silêncio, o músico perguntou abruptamente ao cabeleireiro: “Quão grande é o seu pênis?” — sendo o suficiente para quebrar o gelo e iniciar uma conversa descontraída.

O início até o fim

Após a ocasião, ambos conseguiram trocar telefonemas e realizar encontros ao longo de um ano. Ao final do período, Hutton foi convidado para morar na lendária mansão Garden Lodge junto a Mercury, porém, não abdicou de seus afazeres rotineiros com o conforto e luxo proporcionado pelo companheiro.

“Eu continuei meu trabalho como cabeleireiro. Eu apenas continuei com minha vida de todos os dias”. Ele também falou que o trabalho foi uma distração para ele quando Mercury atingiu os estágios finais da AIDS. “Eu continuei meu trabalho normalmente para me manter ocupado. Eu não queria enlouquecer por pensar nisso o tempo todo”, contou Hutton.

Jim acompanhou o namorado até os últimos dias de vida e, após o falecimento de Freddie, em 24 de novembro de 1991, preferiu retornar ao país natal para construir sua casa própria longe da badalação londrina. Em 1994, lançou o livro ‘Mercury and Me’, retornando a Inglaterra e realizando uma bateria de entrevistas que renderam diversas revelações. Hutton morreu em 2010, aos 60 anos, vítima de um câncer de pulmão.

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br

 

Músico também acredita que pode ter contraído a Covid-19 enquanto fazia shows com o Queen em janeiro

Brian May reconheceu a ajuda que recebeu de sua esposa, Anita Dobson, após sofrer um ataque cardíaco no começo deste ano.

O guitarrista do Queen, de 73 anos, teve o infarto pouco depois do lockdown ser imposto no Reino Unido para conter o alastramento do novo coronavírus. Ele ainda está se recuperando, e pode precisar fazer mais uma cirurgia.

Brian May, guitarrista do Queen, de muletas após sofrer ataque cardíaco aos 73 anos (Foto: Instagram)
Brian May, guitarrista do Queen, de muletas após sofrer ataque cardíaco aos 73 anos (Foto: Instagram)

“Eu estava muito, muito mal e foi a coisa mais difícil”, disse o artista ao site Express. “Foi a pior coisa, as complicações que surgiram depois dos remédios que você tem que tomar quase me mataram – muito mais do que o ataque cardíaco. Por cerca de um mês eu mal conseguia rastejar pelo chão; eu estava muito, muito mal.”

May apontou que Dobson foi quem salvou sua vida durante esse período. “Ela foi incrível. Ela totalmente salvou minha vida, porque eu não podia fazer nada e ela meio que cuidou de mim, então terei uma dívida com ela para sempre. Ela fez um trabalho incrível comigo”, refletiu.

O guitarrista se casou com Dobson em 2000. Desde o ataque cardíaco, o casal não têm saído de sua casa em Surrey, na Inglaterra. “O coronavírus é assustador. Estou sendo extremamente cuidadoso, eu e a Anita também. Quase não saí para outros lugares e ainda estou me tratando como se estivesse me blindando”, apontou May.

No entanto, o artista acredita que pode ter pegado a Covid-19 em Janeiro, quando o Queen fez shows na Coreia do Sul, no Japão e na Austrália. “Tive uma tosse muito forte durante toda aquela turnê”, contou. “Algumas vezes eu me sentia muito mal e pensava que estava apenas me sentindo cansado.”

May explicou que, se ele realmente tiver contraído a doença no começo de 2020, é possível que ela tenha engrossado seu sangue. “Isso acontece, aparentemente, e esse poderia ter sido o gatilho do meu ataque cardíaco”, teorizou. “Achei que era muito cedo para pegar [Covid-19], mas agora há evidências de que o vírus já estava circulando.”

Em entrevista à BBC em setembro, Brian May também revelou que recuperou seu ânimo após o infarto. “Agora estou fazendo exercícios físicos e reabilitação cardiovascular, e acho que estou virando uma esquina. Sinto que recuperei meu brilho apenas nos últimos dias, na verdade”, considerou.

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

Com o avanço da capital para a fase azul do plano São Paulo, alguns teatros voltaram a receber o público. É o caso do Teatro UMC, que recebe no próximo domingo, 25 de outubro,  às 15h, o  espetáculo Queen Live Kids. Se você tem um pequeno ou pequena do rock’n roll em casa, vai poder curtir junto os clássicos da banda de Freddie Mercury!

Os ingressos custam R$ 80.00, mas comprando com o desconto do Clubinho de Ofertas eles saem por R$ 40.00! Menores de 2 anos não pagam, mas assistem ao espetáculo no colo dos pais. O teatro está funcionando com protocolos de higiene e segurança (confira no fim da matéria)

COMPRE SEU INGRESSO COM DESCONTO AQUI

O espetáculo resgata as músicas de um dos maiores grupos de rock da história e exibe um show que diverte todas as gerações, contando histórias, animações e outras surpresas! Com arranjos originais, o repertório traz os principais hits do Queen, como We will Rock YouSomebody to loveUnder Pressure e I want to break free. A dinâmica do show, com duração de 50 minutos, ainda inclui histórias contadas e cantadas para divertir a garotada, que também será convidada para participar do espetáculo!

A banda Queen Tribute Brasil é quem sobe ao palco como Queen Live Kids. O elenco é formado por Mandy Pinheyro (Frederica Mercury), Giacomo Biaggio (Freddie Mercury 1), Marcos Vox (Freddie Mercury 2). A produção é da Mov Produções Culturais.


Confira os protocolos de segurança do Teatro UMC:

  • Para a sua segurança, apenas 116 lugares serão ocupados, equivalente a 40% do número total de lugares, respeitando o distanciamento social.
  • A equipe do Teatro UMC está pronta para recebê-los seguindo as orientações e recomendações da OMS.
  • O uso de máscara é obrigatório.
  • Será disponibilizado álcool em gel nos balcões da lanchonete, do foyer e na entrada para a sala de espetáculo .
  • 30 minutos antes do início do espetáculo, estará disponível a entrada dos espectadores.
  • O Boulevard estará liberado para evitar aglomeração.
  • Quando o espetáculo for concluído, a equipe de limpeza é responsável pela higienização do local completo, inclusive das poltronas.

    Fonte: https://saopauloparacriancas.com.br

Peter Steele, Ian Astbury, Billy Corgan, Henry Rollins e até Ozzy Osbourne e Bill Ward também estiveram no álbum

Os anos 90 foram difíceis para o Black Sabbath. Tanto que, em 2000, Tony Iommi resolveu começar a década com um passo até então inédito para si: lançar um disco solo.

Apesar de já ter feito algo semelhante com Seventh Star em 1986, aquele álbum ainda foi lançado como parte da discografia do Sabbath apesar de só contar com Iommi como integrante original. Dessa vez, ele abraçou a nova identidade na hora de lançar o apropriadamente nomeado Iommi.

Constantemente esquecido em meio a tantos grandes trabalhos do guitarrista e de sua banda, o disco de 2000 é um dos mais interessantes de sua carreira. Talvez não musicalmente, ainda que seja bem bom, mas sem dúvidas pela imensa quantidade de colaboradores incríveis que esteve por lá.

Se você ainda não conhece ou se quiser relembrar, vem com a gente em uma viagem por cada uma das músicas e suas respectivas escalações logo abaixo!

“Laughing Man (In the Devil Mask)”

Com Henry Rollins (Black Flag) no vocal, Terry Phillips (Asphalt Ballet) no baixo e Jimmy Copley (Jeff Beck, Manfred Mann’s Earth Band) na bateria.

“Meat”

Com Skin (Skunk Anansie) no vocal, Martin “Ace Kent” (Skunk Anansie) nas guitarras adicionais, Bob Marlette (Ozzy Osbourne, Alice Cooper) no baixo e John Tempesta (Exodus, Testament, White Zombie) na bateria.

“Goodbye Lament”

Com Dave Grohl (Foo Fighters, Nirvana) no vocal e bateria, Brian May na guitarra adicional e Laurence Cottle (Black Sabbath) no baixo.

“Time Is Mine”

Com Phil Anselmo (Pantera) no vocal, Laurence Cottle no baixo e Matt Cameron (Pearl Jam, Soundgarden) na bateria.

“Patterns”

Com Serj Tankian (System of a Down) no vocal, Laurence Cottle no baixo e Jimmy Copley na bateria.

“Black Oblivion”

Com Billy Corgan (Smashing Pumpkins) no vocal, baixo e guitarra adicional e Kenny Aronoff (John Mellencamp, Smashing Pumpkins, etc.) na bateria.

“Flame On”

Com Ian Astbury (The Cult) no vocal, Brian May na guitarra adicional, Laurence Cottle no baixo e Matt Cameron na bateria.

“Just Say No to Love”

Com Peter Steele (Type O Negative) no vocal e baixo, Laurence Cottle no baixo e Matt Cameron na bateria.

“Who’s Fooling Who”

Com Ozzy Osbourne no vocal, Laurence Cottle no baixo e Bill Ward (Black Sabbath) na bateria.

“Into the Night”

Com Billy Idol no vocal, Ben Shepherd (Soundgarden) no baixo e Matt Cameron na bateria.

  
 

O livro de fotografias oficial do Queen, intitulado Queen: The Neal Preston Photographs, será lançado no dia 29 de outubro e já está disponível para pré-venda aqui.

Publicado pela Reel Art Press e produzido em colaboração com a banda, o livro apresenta mais de 200 imagens incluindo fotos de bastidores, apresentações ao vivo, outtakes, e muito mais.

“É a primeira vez que Preston e o Queen compilam esse trabalho em um volume: vislumbres da vida nos bastidores, performances ao vivo e altos e baixos após a performance, muitos dos quais nunca foram vistos antes. As imagens são acompanhadas por memórias e anedotas de Preston com prefácios do guitarrista do Queen, Brian May, e do baterista Roger Taylor. As páginas vibram com uma energia palpável”, diz a editora em comunicado.

O fotógrafo Neal Prestou começou a acompanhar o Queen nos anos 1970 e registrou shows memoráveis da banda, como a última turnê do Queen com Freddie Mercury em 1986, o do “Live Aid” em 1985, e também o primeiro no Brasil, em 1981.

O livro também está disponível em uma versão autografada, limitada a 1000 cópias, no site da banda, por 75 libras.

Confira o vídeo promocional de Queen: The Neal Preston Photographs abaixo:

Fonte: www.rockbizz.com.br

 

A música “Bohemian Rhapsody”, é um dos tantos sucessos gravados pela banda britânica Queen. Lançada em 1975, como faixa do álbum “A Night At The Opera”, a música se tornou um sucesso gigantesco entre fãs de outros estilos

Passados quase 50 anos de seu lançamento, “Bohemian Rhapsody” continua sendo uma das canções mais populares de todos os tempos, com todos os méritos, é bem verdade. Ao longo do tempo, bandas e artistas já tentaram criar releituras deste clássico. A última versão veio da Índia, país que não possui muita tradição no rock and roll ou no heavy metal.

A banda NEMOPHILIS, que vem da cidade Pune, localizada no estado de Maharashtra, resolveu segurar este grande rojão e criou uma bela versão para a música do Queen. O cover pode ser considerado ótimo por ser fiel ao original, sem nenhum exagero ou tentativa de inventar. Apesar da semelhança, a versão não pode simplesmente ser resumida como uma mera cópia, pois o NEMOPHILIS conseguiu dar a sua própria cara ao som.

Fonte: https://whiplash.net

 

O site oficial do Queen, www.queenonline.com divulgou um vídeo em que a banda está pedindo fotos de fãs tiradas durante os seus shows junto com Adam Lambert para compor o novo vídeo ao vivo de Don´t Stop Me Now.

Veja:

Chamando todos os fãs de Queen + Adam Lambert ao redor do mundo!

Queremos que VOCÊ faça parte da experiência do álbum ao vivo do Queen + Adam Lambert. Envie-nos fotos e vídeos seus em qualquer show ao vivo do Queen + Adam Lambert, mais fotos de você e sua cópia de ‘Live Around The World’ para ter a chance de aparecer no vídeo de fãs de “Don’t Stop Me Now”!

Obrigado por compartilhar suas memórias!

CLIQUE AQUI para participar e para todos os detalhes.

Queen + Adam Lambert ‘Live Around the World’ está agora disponível nos formatos CD, CD + DVD, CD + Blu-ray e Vinil

Fonte: www.queenonline.com

Há uma nova MULHER na vida do lendário guitarrista do Queen, Brian May … e tudo é em prol de uma causa muito boa, o Breast Cancer Awareness Month (Mês de conscientização do câncer de mama).

Apoiando o câncer de ovário e a Fundação Caron Keating

MULHER “I’m A Woman” – Produzido e acompanhado por Brian May

Disponível para download digital na sexta-feira, 23 de outubro.CD e vinil único disponíveis para pré-encomenda em na queenonlinestore.com/Brian-May/

Depois de várias provocações misteriosas nas redes sociais, a lenda do Queen, Brian May, agora confirmou o lançamento da música que ele produziu e que foi interpretada por cantoras sensacionais e acompanhado pela guitarra de May. O supergrupo WOMAN apresenta quatro das vozes femininas mais poderosas do teatro musical de rock e ex-alunos de ‘We Will Rock You’ – Mazz Murray, Kerry Ellis, Gina Murray e Anna-Jane Casey. 

Juntos, May e WOMAN criaram uma versão impressionante de blues rock da famosa dupla de compositores Jerry Leiber e o clássico de 1962 de Mike Stoller, ‘I’m A Woman’, originalmente que ficou famoso por Peggy Lee. Esta versão especial de 2020, na qual May atua e produz, é lançada no Mês de Conscientização do Câncer de Mama para apoiar o trabalho de duas instituições de caridade femininas importantes – Target Ovarian Cancer e The Caron Keating Foundation, sendo esta última a instituição de caridade familiar em memória da tão querida personalidade da TV que foi estabelecida por sua mãe Gloria Hunniford e os dois irmãos de Caron.

A faixa “I’m A Woman” de WOMAN com as guitarras de Brian May está disponível para download digital nesta sexta-feira, 23 de outubro.

Brian diz: “Esta gravação foi concebida como uma resposta ao chamado para promover esta grande causa para a saúde da mulher.Mas evoluiu para uma faixa de rock magnificamente obscena e desafiadora por si só. Essas quatro garotas tocam sensacionalmente, e foi pura alegria sustentar suas performances com minha guitarra. Na verdade, eu roubei aquele riff baixo e sujo de “I’m a Man”

A inspiração da faixa foi criar algo especial na memória de Rebekah Gibbs, outra estrela feminina do West End. A atriz britânica se tornou um nome conhecido na novela de TV ‘Casualty’ antes de ser diagnosticada com câncer de mama de grau 3 em 2009, e morreu tragicamente em 2014. 

A fundadora da WOMAN e amiga próxima, Mazz Murray, disse: “Estamos pensando particularmente em nossa querida amiga e também performer Rebekah, que perdemos, mas não antes de ela provocar uma mudança nas regras de diagnóstico e encaminhamento de especialistas, através do qual ela salvou tantos vidas. Nós nos lembramos de #gorge.” 

O videoclipe da música é realmente algo para ser visto, com May tendo BMG criando a “Guitarra rosa mais rosa do mundo” para seu uso na faixa.“ Tente pesquisar ‘rosa mais rosa’ no Google, sugere May. “Pelo que eu sei, esta é realmente a primeira guitarra rosa mais rosa.Tem um efeito estranho nas câmeras de vídeo – saindo do nada ”.

A sessão de fotos de ‘I’m A Woman’ aconteceu em um espaço socialmente distanciado no leste de Londres, com cada membro do WOMAN tendo seu momento solo sob os holofotes. O videoclipe começa em um estúdio escuro e minimalista, com cada cantora dando uma performance poderosa que captura o tema da música de mulheres fortes e independentes entregando uma mensagem positiva e inspiradora.Então, conforme o vídeo se desenvolve, a ação se transfere para um vasto espaço de depósito onde cada cantora WOMAN começa a se divertir sob uma espetacular exibição de luz. Enquanto isso, a lenda da guitarra May as acompanha em seu “World Pinkest Pink Guitar ‘- apresentando um solo de blues inesquecível em frente a uma grande parede de alto-falantes.

WOMAN se juntou a Brian May para uma apresentação de “I’m A Woman” no “Pinktober Women of Rock Charity Concert” no Royal Albert Hall em Londres em novembro de 2009, que apoiou a Fundação Caron Keating.

Kerry Ellis do WOMAN diz: “Às vezes as coisas acontecem por uma razão, essa música estava esperando nos bastidores pelo momento certo para fazer barulho!A hora é agora!O câncer afeta a todos nós de alguma forma e estou radiante de orgulho por ter me juntado a uma equipe incrível de amigos talentosos para produzir um desempenho e uma mensagem poderosos.Somos fortes, somos mulheres e podemos fazer a diferença!”

Visto por muito tempo como uma declaração positiva para a confiança feminina neste 2020, Brian May produziu uma versão de voz deliciosamente divertida e conduzida pela guitarra, I’M A WOMAN hoje é uma proclamação PODEROSA. 

Todos os lucros da gravação irão para a Target Ovarian Cancer e The Caron Keating Foundation –  Caron Keating Foundation .

Fonte: www.queenonline.com

Em uma entrevista, BRIAN MAY disse qual música o faz sentir a conexão mais próxima com o espírito de Freddie Mercury quando se apresenta.

Freddie Mercury morreu há quase 30 anos, mas seu legado é continuado por Queen e Adam Lambert até hoje. O novo álbum ao vivo número 1 da banda, Live Around The World, traz uma série de acenos e tributos à estrela falecida. E agora Brian May revelou qual música o faz sentir a conexão do armário com o espírito de Freddie quando ele está se apresentando

May disse: “Bem, tem que ser Love of My Life.”

A balada, escrita por Freddie, apareceu originalmente no álbum A Night at the Opera de 1975 do Queen,

“Tenho a minha parte solo, que é um momento em que realmente me aproximo do público, que adoro fazer. É bom ser uma estrela do rock voando pelo palco, mas é adorável fazer o oposto e descer e ser muito íntimo.”

May continuou: “Posso fazer o que quiser lá, um monte de músicas minhas que eu poderia tocar, mas a que eu sempre quero tocar é Love of My Life do Freddie.

“A forma como fizemos recentemente… é muito estranho, é muito emocionante fazer isso, tenho que dizer.

“Estou sentado em um banquinho e, nos velhos tempos, seria Freddie bem ao meu lado, enquanto toco.”

Durante a apresentação do concerto, que está incluída no novo álbum ao vivo, um Freddie virtual aparece em uma tela atrás de Brian para cantar o último verso.

May acrescentou: “É um momento lindo, eu amo muito isso. 

“A essa altura, o público já acendeu todos os telefones e temos um momento”.

“A maior glória é Freddie chegando e amarrando tudo com um grande senso de humor, como sempre fez, o que eu acho que é a cereja do bolo. E então ele se foi e é isso. ”

A entrevista com May foi realizada um dia antes do álbum ao vivo de Queen e Adam Lambert chegar ao primeiro lugar.

Fonte: www.express.co.uk



Há exatos 43 anos, no dia 17 de outubro de 1977, a música Bohemian Rhapsody ganhou o prêmio de melhor single britânico nos últimos 25 anos, pela Brit Award.

Vamos conhecer um pouco mais sobre essa música?

A música, composta por Freddie,  foi lançada no em 31 de outubro de 1975, tendo como lado B, I´m in Love with my car, composta por Roger Taylor.  Faz parte do quarto álbum da banda intitulado “A Night at the Opera” (1975), cujo título foi inspirado no filme de mesmo nome dos irmãos Marx, lançado em 1935.

A música é uma das melhores do Queen. Com os seus 5 minutos e 59 segundos de duração, foi considerada, na época de seu lançamento, muito longa para ser executada nas rádios, mas surpreendentemente foi sucesso imediato e se tornou presença obrigatória nos shows a partir de então. É uma música estilo opera-rock e mistura arranjos à capella e heavy metal.

Em uma entrevista em janeiro de 1976, Freddie disse:

“Vou quebrar algumas ilusões, foi apenas uma daquelas peças que escrevi para o álbum: apenas escrevendo meu lote de músicas. No início quase rejeitei, mas depois cresceu. Começamos a decidir por um single mais ou menos na metade. Houve alguns candidatos – estávamos pensando em The Prophets Song em um ponto -, mas então “Bohemian Rhapsody” pareceu o escolhido. Houve um tempo em que os outros queriam dividir um pouco, mas eu recusei. Se fosse ser lançada, seria na íntegra. Sabíamos que era muito arriscado, mas tínhamos  tanta confiança naquela música – eu confiava mesmo assim. Senti, por baixo de tudo, que se tivesse sucesso, ganharia muito respeito. As pessoas falavam: Você está brincando, eles nunca vão tocar, você só ouvirá os primeiros compassos e depois eles irão desaparecer. Tivemos várias brigas. A EMI ficou chocada – Um single de seis minutos? Você deve estar brincando! O mesmo na América – ah, você acabou de se safar na Grã-Bretanha. “

No ano seguinte, em outra entrevista, John comentou:

“Quando terminamos o álbum, o álbum Night at the Opera, essa era a faixa que pensamos que íamos lançar como single primeiro na Inglaterra. E quando o lançamos na Inglaterra, não necessariamente pensamos que seria ser lançado na América, porque sabemos que até aqui, você sabe, os gostos dos americanos são ainda mais rigorosos. De qualquer forma, nós pensamos até mesmo na Inglaterra, talvez editá-lo em tudo, mas ouvimos, e de novo e não havia como editá-lo. Tentamos algumas ideias, mas se você editasse, sempre perdia alguma parte da música, então tínhamos que deixar tudo lá. E felizmente ele decolou de qualquer maneira. “

Em uma entrevista em 1982, Brian comenta sobre as harmonias vocais da música:  

 “Sempre estivemos interessados ​​nesse tipo de coisa. Isso era algo que queríamos fazer desde o início. Queríamos ser um grupo que pudesse fazer o peso do hard rock, mas também ter harmonias espalhadas por todo o lugar. pensei que havia algum poder real e emoção nessa combinação. “

E fala também sobre o solo de guitarra:

“Não, isso foi muito improvisado, exceto que acho que tive muito tempo para pensar sobre isso. Lembro-me de tocá-lo no estúdio por um tempo, quando outras coisas estavam sendo feitas. Eu sabia que tipo de melodia eu queria tocar. “

Letra da música:

Is this the real life
Is this just fantasy
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I’m just a poor boy,I need no sympathy
Because I’m easy come, easy go,
A little high, little low,
Anyway the wind blows, doesn’t really matter to me,
To me

Mama, just killed a man,
Put a gun against his head,
Pulled my trigger, now he’s dead,
Mama, life had just begun,
But now I’ve gone and thrown it all away
Mama oooh,
Didn’t mean to make you cry
If I’m not back again this time tomorrow
Carry on, carry on, as if nothing really matters

Too late, my time has come,
Sends shivers down my spine
Body’s aching all the time,
Goodbye everybody, I’ve got to go
Gotta leave you all behind and face the truth
Mama oooh (any way the wind blows)
I don’t want to die,
I sometimes wish I’d never been born at all

I see a little silhouetto of a man,
Scaramouche, scaramouche will you do the Fandango
Thunderbolt and lightning, very very frightening me
Galileo,Galileo,
Galileo Galileo
Galileo figaro, Magnifico
I’m just a poor boy, nobody loves me
He’s just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity
Easy come easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go
Will not let you go let me go
No, no, no, no, no, no, no
Mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me, for me, for me

So you think you can stone me and spit in my eye
So you think you can love me and leave me to die
Oh baby, can’t do this to me baby
Just gotta get out, just gotta get right out of here

Nothing really matters,
Anyone can see,
Nothing really matters, nothing really matters to me,

Any way the wind blows….

Fontes: www.queenpedia.com

https://brianmay.com

www.queenvault.com

www.queennet.com.br

A comemoração de Rihanna passou por uma interpretação apaixonada de “We are the champions”, com cerveja, balões e alguns ‘mimos’ para os Miami Heat, que saíram a perdedores na maior noite da NBA

Rihanna celebrou euforicamente a vitória dos Lakers que valeu à equipa de Los Angeles o 17º título de campeões da liga norte-americana de basquete (NBA).

Em casa a artista deu uma festa com amigos munida de balões de cores roxa e amarela (as cores dos Lakers) e adereços de cheerleader.

Rihanna entoou a plenos pulmões o ‘hino’ do Queen, ‘We Are the Champions’, não evitando alguns ‘recados’ em forma de dedos médios levantados (certamente para os perdedores da outra costa, os Miami Heat) e na companhia de cerveja Corona.

“Lebron [James] continua sendo um rei, os Lakers são campeões e Kobe [Bryant, falecido em janeiro] está orgulhoso”, escreveu Rihanna. Veja o vídeo:

 

https://www.instagram.com/p/CGPEN_7Hkxd/?utm_source=ig_web_copy_link

Fonte: https://blitz.pt/

 

Antes de se isolar na mansão Garden Lodge, na Inglaterra, o cantor morou na Suíça

O apartamento em que Freddie Mercury viveu os últimos meses de vida será leiloado, de acordo com informações do Observatório de Música. O vocalista do Queen adquiriu e morou no imóvel no mesmo ano em que morreu, 1991.

Antes de enfrentar as complicações mais graves da Aids e passar os últimos dias de vida na mansão Garden Lodge, na Inglaterra, Mercury se aventurou por Montreux, na Suíça, e comprou uma residência no edifício Les Tourelles.

https://youtu.be/CPQhmKSATGE

Com vista para os Alpes e o lago Genebra, o apartamento conta com 2 quartos, casa de banho, sala de estar, terraço, adega e garagem. Foi neste cenário que Mercury compôs “A Winter’s Tale”. 

Contudo, o astro do rock deixou o imóvel e retornou para mansão britânica para passar os últimos dias de vida ao lado dos familiares e amigos. E o apartamento foi adquirido por um homem russo, que recentemente entrou em falência por causa de inúmeras dívidas.

Com isso, a residência de luxo será leiloada pelo Ministério Público Distrital na cidade de Vevey, no dia 4 de novembro. De acordo com Observatório de Música, o laudo pericial do local aponta que o imóvel está avaliado em cerca de US$ 16 milhões. 

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

Peter Freestone também falou dos bens materiais de maior apreço do astro

Freddie Mercury, astro do Queen, sempre deixou a vida pessoal dele o menos pública possível. Muitos fãs do cantor nunca entenderam exatamente o motivo dele deixar o bigode crescer. Para sanar essa e outras dúvidas, Freddie Mercury Online, trouxe uma entrevista que explica alguns mistérios do vocalista (via Metalhead Zone).

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A conversa resgatada foi uma entrevista com Peter Freestone, amigo e guarda-costas de Freddie. De acordo com ele, o artista fez muitas mudanças de estilo durante a vida e se comparou ao Marlboro Man, uma das figuras “macho” dos Estados Unidos na época. No entanto, o principal motivo era que ele odiava os dentes e o bigode era uma desculpa para escondê-lo.

Primeiramente, Freestone falou qual era o bem material mais valioso de Freddie Mercury. “Freddie possuía muitas coisas, propriedades, arte, cristal e todas as bugigangas que ele queria, mas em mais de uma ocasião ele disse que você pode ter tudo o que quiser, mas sem amigos verdadeiros para desfrutar dessas coisas, você pode muito bem tem nada”, revelou.

Ele continuou: “Qualquer um pode ter coisas que você pode comprar, mas nem todo mundo tem bons amigos como Freddie sabia que ele tinha. Em uma entrevista, ele foi questionado o que ele faria caso perdesse todo dinheiro. A resposta dele foi para fazer tudo de novo. Na mente dele, você pode substituir coisas, não amigos”.

Em seguida, Peter Freestone explicou do motivo do cantor deixar o bigode crescer: “Ele mudou a própria imagem algumas vezes ao longo da carreira. O bigode fazia parte disso. Freddie passou uma temporada nos Estados Unidos no final dos anos 1970 e nos últimos anos o cabelo foi ficando mais curto e os dias das fantasias de spandex foram passando”.

Freddie percebeu que havia uma nova imagem de ‘macho’ aparecendo nos Estados Unidos, o que lhe convinha. Acho que se originou com o Marlboro Man, a imagem dos anúncios de cigarro”, continuou. “Tinha sido adotado pela comunidade gay na América, mas para Freddie, era um ótimo disfarce para os dentes, que ele odiava”.

Fonte: https://rollingstone.uol.com.br

 

BOHEMIAN Rhapsody ainda é considerada a melhor música do Queen de todos os tempos – mais de quatro décadas desde seu lançamento.

O sucesso inovador de 1975 – que tem seis minutos de duração – liderou uma pesquisa de 2.000 adultos,.

Ele obteve impressionantes 48 por cento dos votos, batendo o hino esportivo We Are the Champions em segundo lugar com apenas 19 por cento.

A pesquisa, que foi encomendada pela Greatest Hits Radio, viu o clássico do Queen, Don’t Stop Me Now, chegar em terceiro lugar, com We Will Rock You e I Want to Break Free completando os cinco primeiros.

Bohemian Rhapsody liderou as paradas por nove semanas e vendeu mais de um milhão de cópias no final de janeiro de 1976.

Ele liderou as paradas novamente por mais cinco semanas após a morte de Freddie Mercury em 1991 para se tornar o terceiro single mais vendido de todos os tempos no Reino Unido.

O guitarrista do Queen, Brian May, disse: “Acho que Bohemian Rhapsody é algo com que você nunca se entedia. Tem tantos humores e atmosferas e mudanças de tom e tempo e é uma história fascinante que eu acho que Freddie foi tão sábio em não falar, porque na mente de todos é algo diferente e se relaciona com a vida das pessoas”

“Isso se relaciona com seus medos mais sombrios e suas esperanças e sonhos de triunfo.

“Isso desperta emoções e acho que sempre vai, vai definitivamente superar todos nós e Deus o abençoe.”

Depois de também chegar ao topo do Top 500 de músicas do Greatest Hits Radio dos anos 70, 80 e 90, Brian May acrescentou: “Estou muito emocionado, muito obrigado, pessoal!

“Freddie diria a mesma coisa, ele provavelmente sorriria um sorrisinho perverso e diria ‘claro, querida’, mas apreciaria mesmo assim.”  

A Greatest Hits Radio lançou uma petição para que o planeta Mercury rebatizado de FREDDIE Mercury para homenagear o frontman antes da Semana Espacial Mundial.

O apresentador do Greatest Hits Radio, Pat Sharp, disse: “Freddie Mercury teve um enorme impacto no Reino Unido e, na verdade, em todo o mundo.

“Indiscutivelmente mais do que o planeta Mercúrio, quando você pensa sobre isso – o que Mercúrio tem feito por nós ultimamente?

“Queremos homenagear as incríveis contribuições de Freddie para o mundo, tornando-o um nome familiar em toda a galáxia, não apenas na Terra.”

As 20 melhores músicas do Queen

1. Bohemian Rhapsody
2. We Are the Champions
3. Don’t Stop Me Now
4. We Will Rock You
5. I Want to Break Free
6. Somebody to Love
7. Killer Queen
8. Radio Ga Ga
9. Under Pressure
10. The Show Must Go On
11. Another One Bites the Dust
12. Crazy Little Thing Called Love
13. It’s a Kind of Magic
14. You’re My Best Friend
15. Love of My Life
16. Fat Bottomed Girls
17. I Want it All
18. One Vision
19. The Miracle
20. Heaven for Everyone

Ele vem depois que os fãs nomearam A Night at the Opera – o álbum que continha Bohemian Rhapsody – como o melhor do Queen.

Mas foram os anos após o lançamento desse álbum em 1975 – de 1976-1980 – que foram definidos como os melhores da formação original da banda composta por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

E um em cada quatro britânicos escolheu o hilariante vídeo de I Want to Break Free  como o melhor vídeo do Queen.

A aparição triunfante do Queen no Live Aid em 1985 – apresentando a icônica camiseta branca de Freddie Mercury – também foi escolhida como sua melhor apresentação ao vivo.

Essa roupa também foi considerada a mais memorável de Freddie, vencendo por pouco seu famoso casaco amarelo-limão de estilo militar.

Mas apenas um décimo também gostaria que a banda tivesse lançado ‘Brighton Rock’ como single, ao invés de uma faixa do álbum de seu LP de 1984, Sheer Heart Attack.

A pesquisa, realizada via OnePoll, até pediu aos britânicos que escolhessem sua letra individual do Queen favorita, com o motivacional “’We are the champions my friends, and we’ll keep on fighting until the end (“’Somos os campeões, meus amigos, e vamos continuar lutando até o fim” ) em primeiro lugar.

Pat Sharp acrescentou: “O impacto do Queen na música e na cultura é tão grande hoje quanto no apogeu dos anos 1970. “Foi apenas no ano retrasado que o filme Bohemian Rhapsody foi lançado, inspirando toda uma nova geração de fãs. “Esperamos obter muito apoio para nosso plano de renomear o planeta Mercúrio – não há ninguém mais merecedor do que Freddie.”

Fonte:

https://www.thescottishsun.co.uk

Queen + Adam Lambert derrotaram Blackpink e estão na primeira posição , na parada de álbuns oficial do Reino Unido.

O primeiro álbum de Queen & Adam Lambert, uma coleção ao vivo chamada Live Around The World, garantiu o primeiro lugar com o maior número de vendas de CDs e downloads da semana após um desafio tardio do grupo feminino de K-pop Blackpink.

Live Around The World é o décimo álbum número 1 do Queen no Reino Unido, e o primeiro em quase 25 anos desde Made in Heaven em novembro de 1995, o último álbum de estúdio do grupo apresentando os últimos vocais gravados de Freddie Mercury. Também marca quase 45 anos desde o primeiro álbum número 1 da banda, A Night at the Opera, em dezembro de 1975.

Em termos de álbuns no topo das paradas, o Queen agora está empatado com Eminem, Michael Jackson, Rod Stewart e U2 em dois dígitos com 10 números 1 cada, ultrapassando ABBA e Bob Dylan, que desfrutaram de nove. No processo, Adam Lambert conquista seu primeiro número 1 no Reino Unido; seu pico de carreira anterior foi o número 8 registrado pelo The Original High de 2015.

Comemorando a notícia, o guitarrista do Queen, Brian May, disse a OfficialCharts.com:

“Obrigado pessoal por nos tornar o número 1 depois de todos esses anos. Então o primeiro lançamento do Queen + Adam Lambert é o número 1 … incrível. Deus abençoe todos vocês.”

Royer Taylor disse sobre o sucesso de Queen + Adam Lambert no topo das paradas:

“Número 1, meu número favorito. Já se passaram 25 anos desde que o Queen teve um álbum número 1 e é uma emoção, ainda! Obrigado a todos que saíram e compraram. Espero que você ame e se divirta com isso. ”

Adam Lambert comentou sobre seu primeiro álbum número 1 no Reino Unido:

“Estou muito emocionado por sermos o número 1 !!!!!! Como sempre digo, sou a pessoa mais sortuda do mundo por poder trabalhar com Brian e Roger, e estou tão feliz que as pessoas estão gostando tanto deste álbum! O fato de podermos celebrar a música icônica do Queen todos esses anos depois é incrível. Esperamos estar de volta à estrada em locais em todo o mundo novamente em breve! ” 

Fonte: https://www.officialcharts.com