DRAGON ATTACK

(2ª música do 8º álbum)

 

– Com seu tempo médio e seu riff de guitarra interpretado em uníssono junto ao baixo de John Deacon, Dragon Attack é um concentrado puro de rock’n’roll.

– A canção é concebida depois de uma incursão no Sugar Shack, o clube de Munique onde os músicos e seu produtor Reinhold Mack passavam as noites durante a gravação de “The Game” no inverno de 1980.

– De volta ao estúdio, à meia-noite, os músicos fizeram uma jam-session [reunião (regular ou improvisada) de músicos que se reúnem para uma performance musical sem ter nada pré-ordenado, geralmente improvisando em grades de acordes e temas conhecidos (padrão)] bem carregada, que daria lugar ao tema mais heavy do álbum.

– A letra cita Mack, e quando Freddie exclama It’s gotta be Mack (Deve ser Mack), não resta dúvida de que o lugar soube inspirar Brian May.

– Mack recorda, divertido:

Brian adorava vodka-tônica. Acho que nunca o vi usar drogas. Mas quando estava bêbado, ele perdia totalmente a cabeça!

– Brian confessaria, com toda sinceridade, a ambivalência dessa época em Munique:

Passávamos um tempo infinito no Sugar Shack, a maior parte do tempo ensaiando até o nascer do sol, vivendo um mundo de vodka, garçons e música rock. No início, era bastante saudável e muito estimulante, para ser honesto. Porém após alguns meses, a situação degenerou e acabávamos passando mais tempo no club do que no estúdio. Creio que todos passamos por uma época difícil, tanto emocional como espiritualmente. Se você quer um exemplo, a canção ‘Dragon Attack’ apresenta um quadro bastante fiel de toda esta loucura. Embora Munique tenha sido muito estimulante, também foi o local de uma queda vertiginosa para nós.

– Embora o álcool deva ser consumado com moderação, parece que teve uma influência positiva na criatividade dos músicos na noite em que gravaram este tema!

– A parte do gospel a cappella interpretada por Brian, Roger e Freddie aos 2:43 é um autêntico momento de graça e que recorda as harmonias de Somebody To Love, inseridas à perfeição em uma produção extremamente moderna.

Os membros do Queen oferecerão ao Sugar Shack muitos dos discos de ouro, como recordação das horas passadas nas noites em Munique.

Vídeo oficial de Dragon Attack

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Na segunda feira, dia 5 de setembro, às 22h30, na Tela Quente, a TV Globo exibe o filme Bohemian Rhapsody – a história de Freddie Mercury.

Ficha Técnica:

Bohemian Rhapsody – a história de Freddie Mercury

Título Original: Bohemian Rhapsody

País de Origem: Americana

Ano de Produção: 2018

Diretor: Bryan Singer, Dexter Fletcher

Elenco: Aidan Gillen; Allen Leech; Ben Hardy; Gwilym Lee; Joseph Mazzello; Lucy Boynton; Rami Malek; Tom Hollande

Classe: Drama, musical

Sinopse:

Freddie Mercury e seus companheiros criam a banda Queen. Quando o estilo de vida dele começa a sair do controle, eles precisam conciliar a fama e suas vidas.

Fonte: https://observatoriodatv.uol.com.br/

Freddie e Salvador Dalí –

Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí I Domènech, 1º Marquês de Dalí de Púbol (Ordem de Isabel, a Católica), foi um artista surrealista espanhol conhecido por sua habilidade técnica, desenho preciso e imagens marcantes e bizarras em seu trabalho.

Na manhã de 23 de Janeiro de 1989, enquanto seu disco favorito de Tristão e Isolda tocava, Dalí morreu de insuficiência cardíaca aos 84 anos.

Salvador Dalí

 

. Freddie e Dalì –

Freddie adorava arte. Ele estudou na Ealing College of Art e ele próprio era um artista. Ele fez belos desenhos e pinturas ao longo de sua vida.

Salvador Dalì era um dos artistas favoritos de Freddie e ele colecionou algumas de suas pinturas. E digamos que os dois foram e ainda são famosos também por seus bigodes icônicos !

O Queen também nomeou Dalì em uma de suas músicas – Was It All Worth It, escrita principalmente por Freddie para o Álbum The Miracle (1989), uma espécie de história na música de sua vida e carreira :

Fomos à Bali, vimos Deus e Dalì … tão místico, surrealista !

Assim diz Peter Freestone –

O gosto pessoal de Freddie pela arte era eclético. Seus gostos sofreram variações ao longo do tempo que o conheci; eles variavam de xilogravuras japonesas a Ertè, à Dalì até sua última paixão, o trabalho de artistas vitorianos, terminando com pintores pré-rafaelitas.

Em Garden Lodge, numerosas pinturas pendiam das paredes de mármore e antiquadas com duas camadas de amarelo-petróleo e uma camada de tinta escura: entre elas, outra série de reproduções de Dalì, desta vez com um caráter mitológico grego.

Obra de Dalí em Garden Lodge

A maioria das fotos abaixo referem-se à um conjunto de fotos tiradas no verão de 1991 dentro do apartamento em Montreux, casa na Suíça de Freddie, publicadas há cerca de 05 anos pelo estúdio de arquitetura Viquerat com que Freddie colaborou para reformar a cobertura comprada no final de 1990, na Rue de Bon-Port 15 / Quai de Fleurs, na Residence Les Tourelles, com vista para o belo Lago de Montreux.

Em 1991, Freddie inicia a reforma, embora provavelmente estivesse ciente, devido às suas condições de saúde, que nunca veria o fim das obras.

Ele transferiu todas as litografias de Dalí presentes no quarto de hóspedes e do salão principal de sua casa em Londres – Garden Lodge para Montreux.

Obra de Dalí em Garden Lodge

Quase todas as obras que Freddie tinha em Montreux faziam parte da série Mythology de Salvador Dalì.

Obra de Dalí em Garden Lodge

O interesse de Dalí pela mitologia também resultou de sua admiração pelo psicanalista Sigmund Freud, que ensinou que os mitos antigos revelam verdades fundamentais sobre a psique humana.

Dalí, que havia sido renegado pelo pai, sentiu-se particularmente atraído pelas teorias de Freud sobre o complexo de Édipo (a ideia de que um filho odiaria seu pai e desejaria sua mãe), que Freud chamou, inspirado no mito grego.

E aqui se abrem outros pensamentos, portas que abrem outras portas …..

A difícil relação de Freddie com seu pai Bomi, que não aceitava suas aspirações como músico e negava a homossexualidade do filho, contrariando os princípios da religião Zoroastrista.

E finalmente o amor por sua mãe Jer representado por Mother Love – a última música que ele cantou e gravou em Montreux em Maio de 1991, uma música que ele não conseguiu completar enquanto estava em Montreux, cercado por estampas de Dalí.

A canção de um homem em seus últimos dias, que busca refúgio e salvação no pensamento de um retorno ao útero antes de sua morte.

Não é uma casualidade …. Tudo volta ….

Por Silvio Toso

Arts & Investments, 16 de Dezembro de 2021.

Nota –

– Freddie deu à Roberto Medina, organizador do Rock In Rio de 85, na ocasião do evento, uma tela de Salvador Dali, nomeada Dom Quixote, de Cervantes.

 

Bow Anderson encontra Roger Taylor do Queen e mostra sua faixa para ele pela primeira vez.

A escocesa Bow Anderson transforma adversidades (românticas, físicas ou emocionais) em uma fonte de força.

Este é um projeto tão emocionante. Eu não posso expressar o quão feliz eu estou para ser parte dele. As fitas do Queen fazem parte das memórias da minha infância e agora tenho a chance de trabalhar em uma de suas faixas mais icônicas!, diz ela

 

Fonte: https_www.yahoo.com e MTV UK

PLAY THE GAME

(1ª música do 8º álbum)

– Play The Game, que abre de maneira majestosa o período conhecido como Synth Era (era dos sintetizadores), é uma balada eficaz que leva a assinatura tradicional de Freddie Mercury: melodia atraente, coros nos estribilhos e letras com uma grande carga romântica.

– Ele consegue fazer uma transição bem sucedida para uma década marcada pelo uso de instrumentos sintéticos em novas correntes musicais como new wave, hip-hop e até hard rock FM.

– A canção é obra de um Freddie apaixonado:

It’s so easy/When you know the rules/

It’s so easy/All you have to do is fall in love

(É tão fácil/Quando você conhece as regras/

É tão fácil/Tudo o que você tem que fazer é apaixonar-se)

 

– Embora a mensagem seja universal, tudo nos faz pensar que o cantor dedica sua composição pensando naquele por quem seu coração bate com intensidade nesse momento: Tony Bastin, a quem ele conhece durante o tour britânico em um club gay de Brighton, uma cidade onde o Queen oferece dois concertos no Brighton Centre, nos dias 10 e 11 de dezembro de 1979.

– A flechada é imediata entre o jovem mensageiro de moto, de vinte e oito anos, e a estrela. O relacionamento deles vai durar quase dois anos.

– O videoclipe está definitivamente ancorado em uma nova época para o Queen. Os efeitos visuais são notáveis.

– Freddie segura um microfone sem fio na mão, um objeto revolucionário para cantores da década de 1980.

– As pessoas também se perguntam porque Brian trocou sua famosa Red Special por uma cópia pálida de uma Fender Stratocaster

– A resposta é simples e tranquiliza os fãs: temendo que se estrague, ou que possa quebrar-se, durante o arremesso de guitarra de Freddie, aos 2:17, Brian a substitui por outra guitarra sem valor.

– Porém a grande novidade, que desencadeia no Game Tour, é, desde já, o famoso bigode de Freddie, que também pode ser admirado na capa do 45 rpm, onde aparece pela primeira vez.

– Seria seu emblema, sua imagem de marca.

– Mais que uma mudança de estilo, em 1980, torna-se um símbolo de pertencimento à comunidade gay, que, a partir desse momento, a estrela reivindica.

– O videoclipe de Play The Game dá início a um autêntico renascimento para o Queen, que consegue modernizar sua imagem em um único vídeo.

– No vídeo, vemos um Freddie Mercury vestindo uma t-shirt com a palavra Flash, que usaria com frequência durante os dois anos seguintes.

– A partir de fevereiro de 1980, o Queen trabalha em segredo na trilha sonora original da película Flash Gordon, que estreia em 5 de dezembro de 1980 nos Estados Unidos.

– No verão de 1980, a revista editada pelo fã-clube oficial do Queen anuncia que Andy Gibb, o benjamin dos irmãos Barry, Maurice e Robin (Bee Gees), gravou uma versão de Play The Game durante o inverno em Munique, em dueto com Freddie Mercury.

– Reinhold Mack, o produtor do álbum, confirmaria a anedota, porém ninguém nunca ouviu essa música…

 

Sem que sirva de precedente, Brian utiliza uma Fender Stratocaster para o clip de Play The Game.

 

Vídeo oficial de Play The Game

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

O vocalista do The Struts Luke Spiller cantará algumas músicas do Queen com o Queen nos próximos shows de tributo a Taylor Hawkins em Londres e Los Angeles.

Sobre a sua relação com Hawkins, Spiller disse:

Eu devo muito de onde estou agora a ele, de ter a oportunidade de me abrir para os Foos … mesmo vindo para L.A., e tipo de estabelecer raízes aqui, que, novamente, foi uma mudança de vida, e provavelmente algo que eu não teria feito se ele não tivesse encorajado isso.

 

Então eu devo a ele muito, e eu meio que ainda faço, com esses shows que estão chegando. Eu ainda acho um pouco ridículo que eu seja considerado neste projeto considerando a programação. Vai ser uma experiência muito boa. De muitas maneiras eu gostaria de não estar fazendo isso, mas eu meio que sei no meu coração, e eu posso realmente ver Taylor pulando de emoção, se eu tivesse chamado ele e ser como, hey, eu vou estar cantando um par de músicas do Queen com o Queen, ele seria como, oh meu Deus! Eu sei que ele ficaria super animado para mim.

O primeiro tributo a Hawkins acontecerá sábado no Estádio de Wembley, em Londres. Além dos Foos, que farão sua primeira aparição no palco desde a morte de Hawkins, a formação inclui John Paul Jones do Led Zeppelin, Stewart Copeland, The Police’s, Alex Lifeson e Geddy Lee, Krist Novoselic do Nirvana, Brian May e Roger Taylor do Queen, Chrissie Hynde dos Pretenders e os comediantes Dave Chappelle e Chris Rock. O programa será transmitido através de uma variedade de canais da Paramount, incluindo MTV e CBS.

No Brasil a transmissão se dará pela Pluto TV.

Um segundo evento será realizado em 27 de setembro no Kia Forum, em Los Angeles, com muitos dos mesmos artistas.

 

Fonte: www.spin.com/

05 canções pouco conhecidas do Queen que merecem a sua atenção !

▪️Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon nos deram um legado de canções consagradíssimas, como We Are The Champions, We Will Rock You, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody, dentre outras.

▪️Contudo, como ocorre com qualquer grupo musical, o Queen possui um repertório bastante vasto. Entre 1973 e 1991 foram lançados 14 discos de estúdio com composições autorais inéditas (isso sem mencionar o valoroso material lançado após a morte de Freddie).

▪️Então, que tal darmos uma repassada no catálogo do Queen, indo além daqueles mega sucessos executados nas rádios e incluídos nos Greatest Hits da vida ?

▪️Abaixo, listadas 05 dessas faixas mais obscurasda Banda, canções menos famosas que merecem mais atenção !

 

1) Flick Of The Wrist –

Quarta faixa do Disco Sheer Heart Attack de 1974, Flick Of The Wrist aborda a exploração que os membros da Banda sofriam nas mãos de seus empresários.

É, praticamente, uma precursora de Death On Two Legs. O título, traduzível como movimento do pulso, faz alusão justamente ao movimento da mão no ato de assinatura de um contrato. Isso é corroborado logo no primeiro verso, em que é relatada a ameaça do empresário –  Deslocarei a sua coluna se você não assinar.

A letra constrói a descrição do patrão como uma figura monstruosa, um chefe explorador de qualquer ramo, um empresário que incute na mente do trabalhador a ideologia capitalista mais cínica, que seduz você com sua máquina de fazer dinheiro.

 

2) White Man –

Do Álbum A Day At The Races de 1976, uma das músicas mais pesadas do Queen.

Escrita por Brian May, a letra é sobre as guerras entre colonos e nativos americanos. Sobre a invasão colonização europeia no continente americano.

O eu lírico se identifica como um dos descendentes dos habitantes originais do continente americano – deste solo que meu povo veio / neste solo permaneço / mas o imigrante construiu rodovias / sobre o nosso sangue e areia .

E o Homem Branco que dá nome à canção é justamente o interlocutor indignado que vocifera as atrocidades cometidas pelo colonizador europeu em nome da civilização.

 

3) Dead On Time –

Do Álbum Jazz de 1978, a canção aborda a eterna pressa do homem contemporâneo. A letra dialoga com o ouvinte, chamando-o de um tolo, que está  sempre pulando / nunca feliz onde pousa, sempre correndo – rápido – rápido – rápido, para trabalhar o máximo possível e enriquecer.

É a descrição do homem moderno sob pressão, em incurável desespero – você está morto ! encerra a canção de súbito, seguido de um som de trovão, exibindo, assim, o resultado de se viver uma vida correndo contra o tempo, sempre com a sensação de eterno atraso, vivendo atrás de um insaciável ideal de sucesso imposto pela sociedade.

 

4) Put Out The Fire –

A sexta faixa do Álbum Hot Space de 1982. É um típico rock vibrante. O título já diz tudo –  Apague O Fogo, sendo este ‘fogo  – as armas de fogo.

Essa música é sobre uma pessoa que resolve todos os seus problemas matando as que ele considera responsáveis. É sobre vigilantismo e tolerância.

Trata-se de um manifesto contra o mito de que a população deve andar armada. Você sabe, armas nunca mataram ninguém / você pode perguntar à qualquer um / pessoas são baleadas por pessoas / pessoas com armas.

Música muito boa do Queen !

 

5) Machines – ( Or Back To Humans ) –

Do disco The Works de 1984.

A mecanização do mundo, o ser humano cada vez mais ciborguizado e dependente de máquinas. Algo similar ao nosso presente, nessa era do algoritmo, dos smartphones, da eterna vigilância que impomos a nós mesmos e aos demais.

O tema do homem controlado pela tecnologia e a desumanização causada pelo culto ao maquinário. –  é software, é hardware / é batimento cardíaco, é partilha de tempo /a vida sexual é quantidade / é auto-perpétua.

O refrão – de volta à humanos, torna-se assim um desesperado apelo para os ouvintes nessa bela e dramática composição.

▪️Músicas com som excepcional e letras que nos fazem pensar.

Apreciem !

Fonte para base e composição de texto –
blog.poemese.com
Por Flávio Pereira Senra

Bohemian Rhapsody é eleita a maior canção de todos os tempos pelos ouvintes de ouro do Reino Unido

A icônica canção do Queen de 1975 , Bohemian Rhapsody, foi eleita a maior canção de todos os tempos pelos ouvintes do Gold, à frente de Hotel California pelos Eagles que ficou em segundo.

Imagine, de John Lennon, ficou em terceiro lugar, à frente de Bridge Over Troubled Water, de Simon e Garfunkel, em quarto, e Always on My Mind, de Elvis Presley, em quinto.

Além da primeira colocação, o Queen ficou com mais 13 músicas entre as 300 escolhidas, totalizando 14 músicas!

São elas:

Posição  31 – DON’T STOP ME NOW
Posição  84 – I WANT TO BREAK FREE
Posição 116 – UNDER PRESSURE
Posição 118 – KILLER QUEEN
Posição 127 – SOMEBODY TO LOVE
Posição 155 – RADIO GA GA
Posição 209 – A KIND OF MAGIC
Posição 224 – WE WILL ROCK YOU
Posição 244 – WE ARE THE CHAMPIONS
Posição 259 – WHO WANTS TO LIVE FOREVER
Posição 261 – ANOTHER ONE BITES THE DUST
Posição 262 – CRAZY LITTLE THING CALLED LOVE

Posição 270 – HAMMER TO FALL

 

Clique aqui para ver o gráfico completo

 

Fonte: queenonline.com

 

Show será realizado no dia 3 de setembro

Foo Fighters reuniu-se com a Paramount e a família de Taylor Hawkins para prestar uma homenagem ao falecido baterista da banda. O evento mundial de música, intitulado The Taylor Hawkins Tribute Concert, será lançado por meio do Paramount+, porém com estreia transmitida ao vivo e gratuita na Pluto TV.

O show acontece oficialmente no dia 3 de setembro de 2022 no Estádio de Wembley, em Londres. Entre os convidados, estão confirmadas as presenças de Travis BarkerLiam GallagherJames GangBrian JohnsonJohn Paul JonesKe$haGreg Kurstin, Brian May, Mark RonsonLuke SpillerRoger TaylorRufus Taylor, Lars UlrichWolfgang Van Halen entre outros.

Os fãs brasileiros poderão assistir à transmissão ao vivo do show a partir de 12h30 (horário de Brasília) na Pluto TV. Segundo a Paramount, a apresentação ficará disponível no serviço de streaming Paramount+ a partir do domingo, 4 de setembro. No mesmo dia, a MTV e a Paramount Network exibirão os melhores momentos e conteúdos especiais às 20h.

Taylor Hawkins faleceu aos 50 anos, em Bogotá, na Colômbia, durante a turnê do Foo Fighters na América do Sul. A causa da morte não foi revelada.

 

Fonte: https://www.omelete.com.br

 

MORE OF THAT JAZZ

(13ª música do 7º álbum)

 

– Epílogo do álbum e segunda canção escrita por Roger Taylor para o mesmo, More Of That Jazz leva a assinatura do seu criador: uma introdução, solo de bateria e um riff de guitarra repetitivo e áspero que acompanha o conjunto com uma voz carrancuda que grita que não quer mais esse jazz.

– No que diz respeito ao título, Roger afirmaria:

Não tem nada a ver com o tipo de música jazz. Isso não significa nada e tudo ao mesmo tempo. É sobretudo uma palavra visualmente forte, que soa bem e possui uma estética intensa.

 

– Seja o que for, o baterista parece criticar este estilo de música, que para ele parece repetitiva:

All you’re given/Is what you’ve been given/A thousand times before/

Just more, more/More of that jazz”

(Tudo que você recebeu/É o que você tem/Mil vezes antes/

Apenas mais, mais/Mais desse jazz)

 

 – A canção, que o próprio autor renega, não fica na memória e é uma forma lamentável de concluir um álbum certamente desigual, mas que contém, no entanto, alguns temas eternos, como Don’t Stop Me Now e Fat Bottomed Girls.

– Além de seu papel como baterista, Roger assume as funções de guitarrista, baixista e cantor nessa música.

– O verdadeiro achado é a adição, no final da música, de trechos de outras músicas do álbum para criar um novo verso a partir de 3:13. Aparecem, sucessivamente, algumas mostras de Dead On Time, Bicycle Race, Mustapha e If You Can’t Beat Them, novamente Dead On Time, Fun It e, finalmente, a introdução a cappella de Fat Bottomed Girls, que se funde, deve-se reconhecer que maravilhosamente, com o riff de More Of That Jazz, que reaparece in crescendo.

 

Roger Taylor sempre assumiu suas influências. Em primeiro lugar, a de John Bonham, o baterista do Led Zeppelin, de quem pega emprestado o uso dos tímpanos e do gongo no palco.

 

Vídeo oficial de More Of That Jazz

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

Uma semana a homenagear Freddie Mercury. É isto que vai acontecer a partir de 1 de setembro no Hard Rock Cafe, em Lisboa. Até ao dia 8 são várias as surpresas para os fãs do artista. Há um cocktail especial e ainda um concerto com os grandes clássicos.

O Killer Queen é a bebida de edição limitada que pode pedir durante esta semana. Junta vodca, infusão de tangerina, sumo de ananás e Sprite. O rebordo do copo é composto por uma mistura de açúcar, sal e ananás fumado.

Todas as receitas deste cocktail revertem a favor da fundação ‘The Mercury Phoenix Trust’. Foi criada em memória do artista e apoia a luta contra a Aids.

No dia 5 de setembro, quando Freddie Mercury faria 76 anos, o Legendaty Burger será servido com um acessório inspirado no famoso bigode. Na terça-feira, 6 de setembro, acontece o concerto dos One Vision, uma banda de tributo aos Queen. A entrada custa 7€ por pessoa.

Na loja terá uma coleção de t-shirts exclusivas que poderá comprar.

 

Fonte:  https://www.noticiasaominuto.com

 

O guitarrista Brian May formou o Queen no começo dos anos 70 e, ao lado de Freddie Mercury, conquistou o mundo com hits como “Bohemian Rhapsody” e “We Will Rock You”. Mas, anos antes, o acadêmico Brian May já tinha dado início a sua formação em física, interrompida pela carreira musical. Foi apenas em 2007 que ele completou seu PhD e se formou Doutor em Astrofísica

Conforme publicado pela Classic Rock, recentemente, aos 74 anos, foi a vez dele receber o título de Doutor em Ciências pela University of Hull. Uma cerimônia foi realizada com a presença do Chanceler e o vice-Chanceler da universidade, bem como os formandos e suas famílias. Brian May não pôde participar pessoalmente por estar em meio a uma turnê europeia, mas participou em vídeo com um inspirador discurso de agradecimento:

“Lamento que meus compromissos tenham me impedido de estar aí comemorando pessoalmente com vocês hoje, mas devo ressaltar o grande prazer com que aceito este título. Eu lhes asseguro que minha presença virtual não afeta o orgulho e a honra que sinto em ter me formado com a turma de Ciência e Engenharia da Universidade de Hull de 2020.

“Gostaria de começar parabenizando do fundo do coração a todos vocês que concluíram suas graduações, mestrados ou doutorados. E, claro, que vocês façam tantos amigos para toda a vida quanto eu fiz.”

“Quando embarquei em minha carreira acadêmica como físico no Imperial College em 1965, não sabia que haveria um hiato musical de 40 anos na conclusão de meu doutorado em astrofísica, de 2007. Minha paixão pelo assunto não diminuiu com o passar do tempo, nem meu desejo de cumprir minha jornada acadêmica.”

“Então eu espero que isso inspire vocês, de alguma forma, a seguirem suas próprias jornadas, terem seus próprios contratempos, e descobrirem do que vocês são capazes. Pode ser preciso uma dose de paciência no meio do caminho, mas vocês podem conquistar o que almejam.”

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

Material arquivado e guardado do Queen.

– Quem sabe quantas obras-primas ainda escondidas nos arquivos do Queen haverão …

– Demos, ensaios, solfejos, partituras inacabadas … quanto material empoeirado, e talvez empilhado em caixas anônimas.

– Quem sabe, dado o enorme sucesso hoje, após o filme reacendendo a paixão dos fãs e despertando novos seguidores, não decidam tirar a poeira.

– Esta é uma das perguntas que muitas vezes é feita à Peter Freestone, já que ele é encontrado com frequência em Montreux e é sempre muito prestativo com os fãs –

Eu não acho que seja realmente uma questão de não querer lançar material. É mais sobre o estado dos vocais. Eu sei que o Queen trabalhou em muito mais músicas do que elas foram lançadas, mas na maioria dos casos, se eles entendiam que a música não levava à lugar nenhum, eles à deixariam de lado pensando que tinham algo para trabalhar, se não houvessem músicas boas o suficiente para o Álbum … essas músicas que realmente não poderiam ser retrabalhadas em algo adequado para ser ouvido. Acho que os fãs merecem algo mais completo.

– Provavelmente, todos nós discordamos do pensamento de Freestone, porque os fãs jamais se decepcionariam, nem mesmo com uma simples vocalização de Freddie para aquecer a voz, ou um riff improvisado do baixo de John, dos picos de Roger na bateria, da criação de um sucesso de um golpe de guitarra de Brian, ou até mesmo de uma discórdia de Freddie com alguém, durante uma demo, recurso que ele usava para se inspirar.

– Enfim, acho que ficaríamos surpresos com o que eles tentaram gravar e acabaram deixando de fora.

– Houveram alguns comentários de um dos arquivistas do Queen – Greg Brooks – quando ele postou no queenonline, há muitos anos. Alguns fãs lhe enviaram perguntas sobre músicas que nunca viram a luz do dia, e ele afirmou que achava que haviam muitas que poderiam ter sido sucessos. Apenas a opinião dele, é claro !

– Quem sabe, elas só precisam de algum trabalho para se tornarem ótimas músicas do Queen.

– Certamente, grandes coisas poderiam aparecer em relançamentos ou antologias. Brian e Roger afirmaram ao longo dos anos que não querem fazer um exercício de ” raspagem de barril “, que já lançaram tudo o que vale a pena publicar…

– Mas poderiam haver muito mais músicas à serem retrabalhadas, além das incompletas que valem a pena ser mexidas … E as faixas que estão realmente prontas, mas simplesmente esquecidas ? Músicas que eles não gostaram e deixaram de fora no último minuto?

 

– Veja aqui um exemplo

Queen – The March Of The Black Queen (Takes 3 à 5) (demo não lançada)

Esta faixa estreou na 20ª Convenção Internacional do Clube de Fãs em Prestatyn. Esses takes são tentativas de backing track (piano, baixo, bateria/percussão). As tomadas 3 e 4 são tentativas malsucedidas, enquanto a tomada 5 é quase uma tentativa completa.

https://youtu.be/xrGSqMyQ3eA

 

– E aqui uma demo do Álbum Innuendo – My Secret Fantasy.

Esta faixa é pesada em teclados de sintetizador. Os vocais de Freddie são muito antigos e as letras são simplistas. Os vocais são um pouco ásperos, provavelmente apenas para serem usados como um guia vocal. Soa como uma faixa de John Deacon com alguma entrada de Freddie.

 

-Para finalizar, aqui uma coleção de 05 Cd’s bootlegs (gravações não oficiais)

Queen – The Vaults – Demos And Rare Things 1971-1991

Queen – The Vaults – Demos E Coisas Raras 1971-1991

 

– Concertos – Raridades – Gravações não oficiais

– Autor: Ace Bootlegs – 07 de Setembro de 2016.

– Data: 1971-1991

– Rótulo: Desconhecido

– Médio: 5 CDs (mp3 256 kbps)

– Duração: 298:31 minutos

– Fonte: Vários

– Qualidade do som: 8/10 à 10/10.

– A capa, porém, parece uma farsa. É um desvio da capa do Bootleg ” Jovens Nobres do Rock “, do selo Tarentura. Apenas o título foi apagado e substituído.

– Selo – Magicland Records –

– Formato – 04 x CD, Compilation, Deluxe Edition, Limited Edition, Numbered, Unofficial Release

– Países – Europa em geral.

– Lançado – 2019

– Gênero – Rock

– Os títulos seguirão nos comentários, com pequenas informações.

Lista de títulos:
CD1 (1971-1974) – 59:46
1. Silver Salmon (demo inédita – versão #1 – como dito na fita) (2:10)
2. Silver Salmon (demo inédita – versão #2 – como dito na fita) (2:58)
3. Silver Salmon (demo não lançada – versão #3 – fonte desconhecida) (4:13)
4. Silver Salmon (demo não lançada – versão #4 – remasterizada) (3:10)
5. Polar Bear (versão demo do estúdio Queen – fonte desconhecida) (3:47)
6. Keep Yourself Alive (acetato – Retomada curta – fonte de vinil) (3:29)
7. Keep Yourself Alive (acetato – Short Re-take – remasterizado por Stark) (3:29)
8. Keep Yourself Alive (Retomada de longa data – fonte: CD – trivial?) (4:04)
9. Funny How Love Is (take 5 – fonte: fita da convenção – remasterizado por Bobek) (2:51)
10. The March Of The Black Queen (take 3 – fonte: Convention Tape – remasterizado por Everly) (1:07)
11. The March Of The Black Queen (take 4 – fonte: Convention Tape – remasterizado por Everly) (1:00)
12. The March Of The Black Queen (take 5 – fonte: fita da convenção) (3:25)
13. Great King Rat (take 5 – fonte: fita da convenção) (1:28)
14. Killer Queen (trecho HQ) (versão demo – fonte desconhecida) (0:30)
15. Doing Alright (mix instrumental – vocais removidos – falso, mas muito bem feito) (3:04)
16. Liar (1991 HR off. release – fonte: CD – ?) (6:26)
17. Mad The Swine (1991 HR off. release – fonte: CD – ?) (3:21)
18. Immigrant Song (cover do Led Zeppelin – gravado ao vivo – fonte ?) (1:06)
19. Bama Lama Bama Loo (ensaio em estúdio 73 – fonte desconhecida) (1:58)
20. Hangman (gravado ao vivo em Birmingham – fonte ? ) (6:10)
CD2 (1975-1982) – 61:14
1. Somebody To Love (intro de refrão alternativo – trecho – fonte: fita de convenção) (0:08)
2. Love Of My Life (versão acapella – fonte: disco 5.1 DTS) (2:59)
3. Good Company (versão alternativa – fonte: promo DTS “A Night At The Opera”) (3:04)
4. Bohemian Rhapsody (edição em vinil francês – fonte: vinil) (3:04)
5. Feelings (demo inédita de 1977 – fonte: fita da convenção) (2:03)
6. The Hero (Versão Rara dos Créditos Finais do Flash Gordon – fonte: Flash Gordon DTS) (3:45)
7. Imagine (John Lennon feat. Freddie Mercury – o crossover mix) (2:03)
8. Play The Game (versão acapella ‘scratch’ alternativa – fonte desconhecida) (2:48)
9. Sail Away Sweet Sister (versão demo – fonte: fita da convenção) (3:30)
10. Sandbox (versão demo – fonte: fita da convenção) (3:00)
11. Calling All Girls (versão acapella – fonte desconhecida) (2:04)
12. Save Me (a versão completa do sintetizador – a chamada ‘demo completa’ – fonte midi de Brian) (3:44)
13. Action This Day (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (3:43)
14. Staying Power (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (2:13)
15. Back Chat (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:39)
16. Las Palabras De Amor (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:30)
17. Cool Cat (take 2 – com David Bowie nos vocais – fonte desconhecida) (3:33)
18. Under Pressure (improvisação – sessão de saída – fonte desconhecida) (3:20)
19. Feel Like (versão demo – pré Under Pressure – fonte: fita de estúdio vazada) (5:04)
CD3 (1984-1986) – 57:16
1. The Machines (versão demo – improvisação de introdução – fonte desconhecida) (1:23)
2. The Machines (versão instrumental – fonte desconhecida) (5:08)
3. Keep Passing The Open Windows (demonstração da fita doméstica de Freddie – fonte: fita privada vazada) (2:48)
4. Keep Passing The Open Windows (tomada de estúdio inicial – fonte: fita de estúdio vazada) (4:46)
5. I Want To Break Free (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (4:11)
6. Hammer To Fall (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (3:35)
7. It’s A Hard Life (tomada inicial – introdução alternativa – fonte: fita da convenção) (1:40)
8. It’s A Hard Life (instrumental bem feito com backing vocals – fanmix) (4:25)
9. Radio Ga-Ga (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (5:38)
10. Is This The World We Created (mistura alternativa de piano + guitarra – falsa, mas bem feita) (2:10)
11. Thank God It’s Christmas (nunca lançada em ‘Peace In The Middle East Mix’) (6:09)
12. A Kind Of Magic (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander French DVD) (3:15)
13. New York (trecho de Highlander – fonte: DVD francês de Highlander) (0:41)
14. Princes Of The Universe (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander French DVD) (1:48)
15. Princes Of The Universe (Reprise – fonte: Highlander French DVD) (1:22)
16. We Are The Champions (experiência de 1985 para o filme Highlander – John & Roger – fonte: fita vazada) (trecho) (0:18)
17. Who Wants To Live Forever (Mini Disc Skip Demo 1) (0:38)
18. Who Wants To Live Forever (Mini-disco Skip Demo 2) (5:05)
19. Who Wants To Live Forever (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander movie) (2:16)
CD4 (1988-1989) – 66:23
1. A New Life Is Born (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (0:59)
2. Hang On In There (jam – versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (2:59)
3. Rain Must Fall (versão demo – fonte: fita da convenção) (1:11)
4. I Guess We’re Fallin’ Out (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:35)
5. The Miracle (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:43)
6. The Invisible Man (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:24)
7. I Want It All (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:25)
8. I Want It All (versão instrumental alternativa – fonte desconhecida) (3:37)
9. My Baby Loves Me (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (3:37)
10. Breakthru (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (4:14)
11. Scandal (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:43)
12. Stealin’ (versão demo de 12 minutos – fonte: fita de estúdio vazada) (11:43)
13. Stealin’ (versão alternativa – fonte: fita de estúdio vazada) (3:58)
14. Hijack My Heart (versão demo – overdub de bateria – fonte: fita de estúdio vazada) (3:27)
15. Too Much Love Will Kill You (tomada alternativa – fonte: fita de estúdio vazada) (2:00)
16. Too Much Love Will Kill You (vocais de Brian – fita demo de Bell Boy) (4:56)
17. Too Much Love Will Kill You (piano instrumental – fonte desconhecida) (4:34)
18. Dog With A Bone (música da convenção de 1989 – fonte: gravação da placa de som da convenção) (4:46)
19. Dog With A Bone (música da convenção de 1989 gravada – completa – fonte: convenção gravada de 1989) (5:32)
CD5 (1990-1991) – 53:52
1. Innuendo (versão explosiva – fonte: lançamento único raro) (6:46)
2. I’m Going Slighly Mad (edição promocional da fita Innuendo Hits) (1:17)
3. Headlong (edição promocional do Innuendo Hits – versão alternativa) (1:04)
4. Headlong (versão alternativa – vocal, bateria, baixo) (3:03)
5. My Secret Fantasy (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:32)
6. Freedom Train (versão demo – out-take – fonte: fita de estúdio vazada) (0:45)
7. Robbery (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:03)
8. Ride The Wild Wind (versão instrumental alternativa – fonte desconhecida) (1:39)
9. Hitman (versão alternativa – Brian nos vocais – fonte: fita de estúdio vazada) (0:58)
10. Delilah (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:18)
11. Delilah (edição promocional do Innuendo Hints – versão alternativa) (1:38)
12. Self Made Man (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (4:38)
13. Self Made Man (Irish Club Mix) (2:47)
14. Face It Alone (out-take 1 – fonte: fita da convenção) (1:39)
15. Face It Alone (out-take 2 – fonte: fita da convenção) (1:33)
16. Mother Love (versão alternativa – fanmix bem feito) (5:53)
17. You Don’t Fool Me (demo vocal de Roger – out-take – fonte: fita de estúdio vazada) (0:17)
18. Let Me Live (versão banida – fonte: CD único banido) (4:39)
19. The Show Must Go On (Fanmix) (6:43)

Fontes –

Ace-bootlegs.com

Go On

 

Texto por: HD iTube

A nossa querida “Glô” lançou durante a semana alguns vídeos em chamada pro Rock In Rio 2022 com algumas personalidades que fizeram parte desse mega evento. Nessa segunda homenagem temos uma arte do Queen!

Fonte: Canal HD ITUBE

Dica de Roberto Mercury

DON’T STOP ME NOW

(12ª música do 7º álbum)

 

– Reconhecível por sua embriagadora melodia, seus estribilhos a três vozes e seu break de voz com bateria, Don’t Stop Me Now é uma das canções mais conhecidas do Queen e uma das favoritas do público.

– Escrita por Freddie, este hino ao excesso descreve de maneira implícita os abusos de todo o tipo em seu ambiente. Nessa época, Freddie leva uma vida sem freios, sexualmente liberado, que divide com vários casais, e consume narcóticos cada vez mais.

– Estes excessos o distanciam pouco a pouco dos seus amigos do Queen, que preocupam-se com seu modo de vida, como Brian May diria mais tarde:

Parecia-me que se tratava de uma canção cheia de bom humor, é certo. Mas mesmo assim me perguntava: ‘Estamos falando aqui de nos colocar em perigo?’, porque nesse momento estávamos muito preocupados por Freddie, e essas perguntas persistiam.

 

– Publicado em 26 de janeiro no Reino Unido, o segundo 45 rpm extraído de Jazz tem um êxito relativo e se situa no 9º lugar das paradas.

– Porém com o tempo seria imposto como um clássico do grupo:

Praticamente se tornou o maior sucesso do Queen – conclui Brian May -, […] uma espécie de hino para as pessoas que querem aproveitar os prazeres que oferece a vida.

 

– Interpretada a 156 pulsações por minuto, Don’t Stop Me Now continua sendo um tema fácil, porém muito festivo.

– O solo de Brian é um dos mais famosos, admirado por gerações de guitarristas que sonham em reproduzir este som, obtido graças ao deslocamento dos micros da Red Special.

Screenshot do video original.

 

Sobre a personagem Lady Godiva que é citada na canção, falamos detalhadamente nesses posts:

(20+) Queen Fatos & Fotos | Facebook

(20+) Queen Fatos & Fotos | Facebook

 

Vídeo oficial de Don’t Stop Me Now

 

Vídeo com 10 horas e 47 segundos de Don’t Stop Me Now

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

MTV Originals, a nova série musical da Paramount Global, em parceria com a Adidas, foi lançada no dia 24 de agosto no Canal do YouTube da MTV UK e apresenta novas versões inéditas da icônica faixa queen, Radio Ga Ga, de Bow Anderson, Che Lingo e Self Esteem, com inspiração de Roger Taylor.

Roger Taylor disse:

É fascinante trabalhar com artistas tão jovens originais, e é incrível fazer parte de um projeto que lhes dá a possibilidade de serem eles mesmos enquanto reimaginam uma faixa tão icônica.

Durante o MTV Originals, o público verá a Adidas e Roger Taylor abrirem as portas do lendário Abbey Road Studios para os artistas, dando-lhes acesso às hastes mestres e partituras ao sucesso do Queen de 1984 Radio Ga Ga. Imersos em uma atmosfera tão inspiradora com Roger Taylor, lendário baterista do Queen e escritor de Radio Ga Ga, os três artistas vão liberar sua criatividade e gravar sua própria nova visão sobre a lendária canção.

Os Estúdios Abbey Road, que tem sido o lar de artistas de The Beatles a Frank Ocean e Little Simz, é o parceiro global de estúdio de gravação da Adidas e os principais engenheiros de gravação e masterização da indústria trabalharão ao lado de cada artista para entregar sua visão do sucesso.

Os três artistas apresentados em MTV Originals representam os artistas musicais mais emocionantes e criativos da próxima geração.

Próxima grande exportação da Escócia, Bow Anderson transforma adversidades (românticas, físicas ou emocionais) em uma fonte de força. Vindo de uma formação dançante e esportiva, Bow sabia ter sucesso que teria que colocar no enxerto, como o pop que ela é atraída hoje reflete no recente single Selfish: do bombástico da clássica Motown a modelos femininas empoderadas como Rihanna.

Este é um projeto tão emocionante. Eu não posso expressar o quão feliz eu estou para ser parte dele. As fitas do Queen fazem parte das memórias da minha infância e agora tenho a chance de trabalhar em uma de suas faixas mais icônicas! diz ela.

Roger Taylor e Bow Anderson

O rapper sul-londrino Che Lingo explora o lado mais profundo e sincero da música rap. Com seu aclamado e premiado álbum The Worst Generation (lançado pela gravadora Idris Elba 7Wallce), uma ladainha de faixas em destaque em jogos importantes como FIFA22 e NBA2K, o rapper estabeleceu-se como um dos MCs mais versáteis do Reino Unido.

Che Lingo diz:

Estou realmente honrado por trabalhar lado a lado com um dos gigantes da música mais celebrados de Roger Taylor, em uma das músicas mais inesquecíveis de todos os tempos.

Che Lingo

A indicada ao BRIT, Rebecca Lucy Taylor, também conhecida como Self Esteem, é uma estrela pop sem remorso, cujo single hino I Do This All The Time foi gravado no ano passado e viu seu álbum Prioritize Pleasure nomeado pelo  The Guardian e The Sunday Times  O Álbum do Ano de 2021 (e todos os outros álbuns da lista do ano vão!). As indicações de prêmios para Prioritize Pleasure incluem NME e o Prêmio Mercury 2022. Após uma temporada de festivais lotada, ela acaba de esgotar o Eventim Apollo de Londres. Sua sagacidade afiada e realista ganhou muitos fãs e a viu aparecer no Celeb Gogglebox, no programa The Morning de Vick Hope e no BBC Breakfast.

Rebecca Lucy Taylor

A série contará com três episódios para cada artista, totalizando nove episódios: um episódio de herói, um videoclipe ao vivo e um videoclipe lírico. A partir de 24 de agosto, a série irá ao ar no canal da MTV UK no YouTube e estará disponível para audiências em todo o mundo, juntamente com conteúdo exclusivo de bastidores que serão ao vivo nos canais do YouTube, Instagram, Facebook, Snapchat e Twitter da MTV. Cada videoclipe também irá ao ar na MTV Music no Reino Unido.

Produzida pela Velocity International, estúdio de conteúdo de marca de serviço completo da Paramount, a série musical exclusiva se liga à campanha da Adidas, Made Originals. Inspirada e remixando o passado enquanto cria o futuro, a campanha tem como objetivo definir uma nova era de originalidade, já que a marca comemora os 50 anos.

 

Vídeo do Encontro entre Che Lingo e Roger Taylor

Fonte: www.udiscovermusic.com

https://interactivadigital.com/

www.queenonline.com.br

ANOTHER ONE BITES THE DUST 

 

A música

▪️Another One Bites the Dust foi gravada no Musicland Studios em Munique, Alemanha, e é reconhecida pela sua linha de baixo pulsante.

▪️A canção foi escrita por John Deacon em 1980 para o Álbum The Game. Alguns afirmam que a linha de baixo que John adicionou à faixa foi inspirada no clássico Good Times de 1979, da Banda de R&B Chic. Na verdade, Bernard Edwards, co-fundador do Chic, afirmou que Deacon passou algum tempo com a Banda em seu estúdio, de onde ele tirou inspiração para essa música.

▪️A canção, em 1981, ganhou um American Music Award de Favorite Rock Single, e também recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocal. O Queen perdeu o prêmio para Against the Wind  de Bob Segere.

▪️De acordo com Freddie, essa música foi criada e lançada com base na inspiração e contribuição de ninguém menos que o ícone pop Michael Jackson, embora Crystal Taylor afirme que grande parte do staff já havia sugerido isso.

 

Curiosidades

1. Another One Bites the Dust é talvez a mais icônica de todas as canções do Queen. Esta faixa é frequentemente usada em conjunto com cenários de batalha, já que o termo coloquial mordendo a poeira se refere à uma pessoa morrendo, além do som pesado geral da música.

2️. A música também é comumente usada em eventos esportivos, voltados para o oponente derrotado.

3️. Esta música estaria no filme de 1982 de Sylvester Stallone, Rocky III. No entanto, ela foi eventualmente substituída por Eye of the Tiger (1982) por Survivor.

4️. Algumas pessoas afirmam que, se o refrão da música for tocado ao contrário, especialmente perto do final da música, ele secretamente contém uma referência à drogas.

5️. Alguns também presumem que Steve (personagem da canção) seja alguém semelhante à John Herbert Dillinger – um ladrão de Bancos norte-americano, considerado por alguns como um criminoso perigoso, e por outros idolatrado como um Robin Hood do século XX. Isto porque muitos americanos culpavam os Bancos pela depressão dos anos 30 e Dillinger só roubava Bancos.

John Herbert Dillinger – o suposto Steve de Another One Bites the Dust

 

O clipe

▪️O videoclipe de Another One Bites the Dust foi filmado na Reunion Arena em Dallas, Texas, em 09 de Agosto de 1980.

Arena Reunion

▪️A trilha começa com o cenário de um cara (Steve) caminhando pela rua à caminho de um tiroteio. Esta seção foi realmente inspirada por gangsters históricos da vida real. Na verdade, diz-se que o termo mordida para pó foi especificamente relacionado aos mafiosos de Chicago durante o período de proibição da história americana.

▪️No entanto, no segundo verso, o tema da música muda para um relacionamento amoroso. Aqui encontramos Freddie afirmando que seu parceiro o abandonou e no processo o deixou sem nada. E ele sarcasticamente pergunta à essa pessoa se ela realmente encontrou contentamento em fazer isso.

▪️No final, a Banda está basicamente exclamando que não importa que oposição surja, eles estão preparados para ela. Eles vão se manter fortes até o final do confronto! O Queen parece ter a intenção de transmitir que é uma forte recusa em se curvar aos inimigos.

Uso em treino médico

▪️As canções Another One Bites the Dust e Stayin’ Alive dos Bee Gees foram usadas para treinar médicos profissionais para prover o número correto de compressões do peito por minuto, enquanto faziam CPR (massagem cardíaca).

▪️Ambas as músicas possuem perto de 104 batidas por minuto, e 100-120 compressões peitorais são o recomendado pela British Heart Foundation.

Top 10 das músicas para fazer massagem cardíaca (CPR)

 

▪️Another One Bites the Dust tornou-se a canção mais vendida do Queen nos Estados Unidos.

 

Vídeo oficial

 

 

Fonte – Song Meanings

08 de Fevereiro de 2021.

LEAVING HOME AIN’T EASY

(11ª música do 7º álbum)

 

– Depois do nascimento do seu primeiro filho, James (a quem chama Jimmy), em 15 de junho de 1978, Brian May se sente mais atormentado do que nunca com a ideia de abandonar sua casa para voltar à sua vida de estrela do rock, entre o estúdio e as turnês.

-Para este álbum, gravado entre Suíça e França, sua ausência seria mais prolongada que os verões anteriores, quando o Queen trabalhava nos estúdios britânicos.

– Porém, Brian é um músico famoso, uma figura, e seu destino é voltar para a estrada. Ele é consciente disso, e cada nova canção que escreve sobre o tema destaca um pouco mais o paradoxo de sua situação. É um personagem preocupado e ambivalente, que se interroga uma vez mais sobre sua condição.

– As canções Good Company, Long Away ou Sleeping On The Sidewalk já mostravam seu estado de ânimo, enquanto que muitos outros, assinados por ele próprio, versavam sobre sua capacidade de aproveitar a vida e seus prazeres (Now I’m Here, Tie Your Mother Down).

Leaving Home Ain’t Easy leva definitivamente a assinatura de Brian, pleno de emoção, incerteza e melancolia.

– A voz é muito cuidada e a letra deixa clara a sinceridade de seu autor. A melodia e a interpretação de Brian com a voz são comovedoras e reforçam a intenção.

– No minuto 1:52, o break, em que a mulher do narrador intervém e lhe implora que fique, é o momento mais emblemático da canção. Sua força é o fruto de sua produção, que detalha o guitarrista:

A parte em que canta a mulher? Sou eu. Nós desaceleramos a fita para gravar minha voz, que parece acelerada [quando a fita passa à velocidade normal].

 

Brian May, sua esposa Chrissie Mullen e seus dois filhos, James e Louisa,

no aeroporto de Fukuoka, no Japão, em 19 de outubro de 1982.

 

Vídeo oficial de Leaving Home Ain’t Easy

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

O filme Highlander, estrelado por Sean Connery e Christopher Lambert e com música do Queen ganhará uma edição especial que será lançada no dia 31 de outubro.

Será lançado uma edição com resolução 4K UHD.

É uma edição especial de colecionador, e incluirá um livreto de 64 páginas, a história em quadrinhos prequel #1 Way of the Sword (Caminho da Espada), um conjunto de emblemas, cartões de arte e pôster.

O conjunto de dois discos também incluirá novos extras, incluindo o primeiro e extenso documentário Making of.

Custará 40 libras (por volta de R$ 241,00) e a pré-venda  já está disponível aqui.

 

 

 

 

Fontes: www.queenonline.com e @studiocanaluk

 

Freddie Mercury Tribute Concert

A enorme Fênix sendo montada durante a construção do palco do Freddie Mercury Tribute Concert no Estádio de Wembley, em Londres, em 14 de Abril de 1992.

O show aconteceria seis dias depois !

Créditos – Freddie Mercury: The Greatest Of All Time

A organização e os bastidores, segundo Crystal Taylor

▪️Esta é uma postagem que Crystal Taylor compartilhou alguns anos atrás sobre o Freddie Mercury Tribute Concert, realizado no Estádio de Wembley há exatamente 29 anos.

▪️Um relato longo, mas cheio de emoção.

Obrigada, Crystal !

Lembro-me de assistir à um programa de premiação na TV para o Queen e Roger disse que eles iam fazer um show no Estádio de Wembley para homenagear Freddie.

Não pensei mais nisso até alguns meses depois, quando foi anunciado. Crédito total para o Queen por ter feito isso e por conseguir que uma boa linha de estrelas aparecesse.

Assim que vi, liguei para Rog e disse que adoraria me envolver de alguma forma. Até disse que varreria o palco se fosse preciso, apenas queria estar lá.

Roger disse que adoraria que eu cuidasse dele, dizendo – Você é o melhor. Achei que era uma coisa adorável de se dizer e ele também me disse para ligar para Gerry Stickells no escritório, o que eu fiz, e fui à Pembridge Road para encontrar Gerry.

Ele me disse que tinha o emprego perfeito para mim – Artista de Ligação...

Crystal Taylor

O que diabos é isso ? Acho que foi nessa época que todos na estrada começaram a receber novos títulos. Roadies se tornaram técnicos e assim por diante …

De qualquer forma, o que eu tinha que fazer era garantir que todos os artistas estivessem no lugar certo, na hora certa e subissem no palco quando eu chamasse por eles !

Ao vivo para 72.000 pessoas e ao vivo na TV ! Nossa, isso poderia dar terrivelmente errado se alguém não estivesse onde deveria estar quando eu chamasse. Felizmente, tudo correu bem no dia.

Eu fiz alguns ensaios de semanas e foi ótimo encontrar a maioria de nossa antiga equipe e eu já conhecia muitas das Bandas, então foram algumas semanas divertidas.

Meu maior medo em relação à todos que estavam se apresentando era Liza Minnelli. Ela é uma cantora e atriz muito famosa com uma mãe famosa. Ela andava com Sinatra e o Rat Pack. Ela é amiga íntima de todas as outras pessoas famosas do mundo. Tive uma louca visão dela exigindo um camarim totalmente branco com orquídeas brancas e champanhe Cristal gelado à perfeição. Ela apareceria com uma comitiva de milhares. Cabeleireiros, maquiagem, guarda-roupa, zeladores, gerentes, contadores, assistentes, etc …

Então seu dia de ensaio chegou, ela marchou com sua comitiva de … um … Um assistente, é isso ! Eu fui, me apresentei e ela disse Olá, querido.

Eu derreti …  Que querida !

Para todo mundo, era uma alegria estar por perto. Quando Lisa Stansfield apareceu eu disse oi e perguntei se eu poderia pegar alguma coisa para ela e ela disse Não, está tudo bem, amor. Eu vou apenas beliscar e fumar um cigarro, depois vou tomar um café.  … Boa moça !

E chegou o dia !

Os Gunners, os Leppards e Extreme foram todos ótimos, mas estranhamente não me lembro de nada sobre o Metallica. Não os conheci, não vi seus ensaios e nem o show. Nenhuma lembrança deles … estranho …

Tudo correu bem e sem problemas e todos tiveram o melhor desempenho que puderam. Alguns eram melhores do que outros, mas não vou rebaixar ninguém por um mau desempenho. Todos eles tentaram.

George Michael, que era fabuloso, disse depois que Somebody To Love foi a música mais difícil que ele já cantou, mas ele fez um trabalho incrível !

Chegou o fim e a Champions estava sendo cantada ! Eu finalmente relaxei. Meu dia tinha acabado e eu fui bem e nada deu errado, então olhei para a tela … e foi horrível … Havia Freddie em sua capa e coroa e eu fiquei muito deprimido vendo isso …

Terry Giddings veio e ficou comigo e eu olhei para ele e, assim como eu, ele tinha os olhos vermelhos e lacrimejantes. Ele disse –  Não diga uma p….a de uma palavra !  Se eu tivesse dito, nós dois teríamos caído em lágrimas e isso não daria uma boa aparência. Tínhamos finalmente nos despedido de um querido amigo e isso foi perturbador para nós dois.

Quando a Banda estava indo embora, peguei uma toalha e joguei sobre os ombros de Roger e saímos juntos e paramos na rampa para olhar a multidão, então ele me deu um abraço e disse: Isso é como nos velhos tempos !

 

Eu respondi – E esta é a última vez …

E foi …

Nós conversamos no camarim por um tempo, então eu voltei e peguei minha primeira cerveja do dia e eu estava em um torpor estranho. Eu me senti muito mal. Uma senhora japonesa veio e disse oi e demorou um pouco para perceber que era Misa Watanabe, uma boa amiga de Freddie.

Houve uma festa depois e quando eu saí de casa pela manhã, eu tinha toda a intenção de ir e realmente ficar nela, na verdadeira tradição do Queen, mas eu não queria ir, então dei meus passes de festa para um amigo meu, um roqueiro japonês  …

Então, eu e minha namorada fomos para casa.

Quando entramos, fiz uma xícara de chá e liguei a TV e a primeira coisa que ouvi foi  Ontem no Estádio de Wembley  e o filme que eles estavam exibindo era eu andando no estacionamento com Robert Plant …

Finalmente sorri e fui para a cama.

Um dia estranho de emoções.

Crystal Taylor

 

Backstage Tributo Freddie Mercury 1992

 

Fonte –

Fã Clube Queen –

Histórias de Crystal Taylor