Após o enorme sucesso da Queen Stamp Collection no ano passado, o Royal Mail (Serviço de Correio do Reino Unido) publica um conjunto de 6 selos de primeira classe da banda.

Em uma justa homenagem aos 50 anos do Queen, o  Royal Mail  lançou uma coleção de seis selos junto com o brasão da banda. Vale lembrar que o brasão da banda foi desenhado por Freddie Mercury antes do lançamento do álbum de estreia do Queen.

É a primeira vez que todos os membros de uma banda aparecem em um selo do Royal Mail.

A coleção de selos custa £ 5,10, o equivalente a R$ 40,31 fora os impostos.

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Fontes : queenonline.com e aqueenofmagic.com

Continuando o passeio pelas diversas fases do Queen, vamos continuar no ano de 1984.

1984: O Queen abraça seu lado glam rock enquanto faz um videoclipe em Munique, Alemanha, para “It’s a Hard Life”.

A música foi apresentada em seu álbum de 1984, “The Works”. O videoclipe é ambientado em uma espécie de palácio fantástico cheio de todos os tipos de pompa e circunstância.

1984: A banda toca na Wembley Arena em Londres no aniversário

de 38 anos de Freddie Mercury.

Brian May e Freddie Mercury tocando guitarra juntos no palco

durante o aniversário de 38 anos do cantor em 5 de setembro de 1984. 

Além de ter um alcance vocal impressionante de quatro oitavas, Mercury também tinha algumas habilidades de guitarra impressionantes.

Mais de quatro décadas após seu lançamento, a icônica “Bohemian Rhapsody” do Queen continua a atingir novos marcos, já que a canção foi oficialmente certificada como Diamante pela Recording Industry Association of America (RIAA), representando 10 milhões ou mais em vendas e transmissão equivalentes nos Estados Unidos. Queen é a primeira banda britânica na história da música a ganhar o prêmio Diamond Song.

“Esta é uma notícia incrível. Em momentos como este, tenho que me beliscar para ter certeza de que é real ”, disse Brian May. “Todos aqueles sonhos selvagens que tivemos – isso está além de qualquer um deles. Muito obrigado a todos que acreditaram em nós ao longo dos anos. ”

“É um pensamento maravilhoso e gratificante saber que a música alcançou e conectou tantas pessoas!” disse Roger Taylor. “Agradecemos a todos … em diante.”

Sua certificação de diamante é a mais recente de uma longa linha de conquistas extraordinárias para “Bohemian Rhapsody”, que foi o primeiro hit do Queen no Top 10 nos Estados Unidos. No Reino Unido, ela alcançou o primeiro lugar por 9 semanas consecutivas, um recorde na época, antes de retornar ao topo das paradas novamente em 1991. Foi eleita a música mais transmitida do século 20 e seu vídeo companheiro recentemente foi aprovado um bilhão de visualizações no YouTube, fazendo história como o primeiro vídeo pré-1990 a atingir um bilhão de visualizações na plataforma. Em 2004, a música foi introduzida no Grammy Hall of Fame e a performance vocal de Freddie Mercury foi nomeada pelos leitores da revista Rolling Stone como a melhor da história do rock.

Na esteira desse marco importante, a banda também lançou uma série semanal de um ano no YouTube, Queen The Greatest – uma celebração do Jubileu de Ouro do Queen que destaca 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora.

Começando com o primeiro episódio de 19 de março, “Keep Yourself Alive”, e com cinco décadas para explorar, a série de insights semanais destacará algumas das maiores canções, performances mais memoráveis ​​e incríveis conquistas que o Queen nos trouxe desde então tudo começou em 1971 – trazendo aos fãs, ao longo do ano seguinte, uma das maiores histórias já contadas. Próximo: Episódio 2 – “Live At The Rainbow-London, 1974” (26/3) e Episódio 3 – “O single ‘turn point’,“ Killer Queen (2/4).

 

Fonte: https://www.udiscovermusic.com/

 

A música “Teo Torriatte (Let Us Cling Together)” é uma linda canção não muito conhecida do grande público, exceto o japonês, pois ela possui versos no idioma da Terra do Sol Nascente. O single foi lançado em 25 de março de 1977, três meses após o lançamento do álbum à qual faz parte, “A Day At The Races”. Para o lado b do single, foi escolhida a música “Good Old-Fashioned Loverboy”. A música foi escrita por Brian May, e como ele mesmo disse em uma entrevista: “Eu escrevi a música ‘Teo Torriatte (Let Us Cling Together)’ sobre esse forte vínculo que nós, como Queen, sentíamos com o povo japonês”. A tradução das palavras do inglês para o japonês, ficaram a cargo do intérprete Chika Kujiraoka, um amigo de Brian que eles conheceram durante uma de suas turnês no Japão. Mais uma vez o grupo se aventurou a cantar em uma língua estrangeira e se saiu muito bem, pois a música alcançou fácil o topo das paradas japonesas.

Teo Torriatte (Let Us Cling Together)

When I’m gone
Don’t need to wonder if I ever think of you
The same moon shines
The same wind blows
For both of us and time is but a paper moon be not gone

Though I’m gone
It’s just as though I hold the flower that touches you
A new life grows
The blossom knows
There’s no one else could warm my heart as much as you
Be not gone

Let us cling together as the years go by
Oh, my love, my love
In the quiet of the night
Let our candle always burn
Let us never lose the lessons we have learned

Teo torriate konomama iko
Aisuruhito yo
Shizukana yoi ni
Hikario tomoshi
Itoshiki oshieo idaki

Hear my song
Still think of me the way you’ve come to think of me
The nights grow long
But dreams live on
Just close your pretty eyes and you can be with me
Dream on

Teo torriate konomama iko
Aisuruhito yo
Shizukana yoi ni
Hikario tomoshi
Itoshiki oshieo idaki

When I’m gone
They’d say we’re all fools and we don’t understand
Oh, be strong
Don’t turn your heart
We’re all
You’re all
For all
For always

Let us cling together as the years go by
Oh, my love, my love
In the quiet of the night
Let our candle always burn
Let us never lose the lessons we have learned

Tradução

Teo Torriate (Vamos Ficar Juntos)

Quando eu partir
Não precisa se perguntar se eu penso sempre em você
A mesma lua brilha
O mesmo vento sopra
Para nós dois e o tempo é apenas uma lua de papel não se vá

Embora eu já tenha partido
É como se eu segurasse a flor que te toca
Uma nova vida cresce
O botão (da flor) sabe
Não há ninguém que poderia aquecer meu coração o tanto quanto você
Não se vá

Vamos continuar juntos enquanto os anos se passam
Oh, meu amor, meu amor
Na calada da noite
Deixe nossas velas sempre acesas
Nunca nos deixe esquecer as lições que aprendemos.

Vamos dar as mãos desse jeito
Pessoa que eu amo
Durante o calmo entardecer
Com lâmpadas iluminadas
Querida, ensine-me abraçar

Ouça minha música
Continue pensando em mim do mesmo modo que você tem estado pensando em mim
A noite se longa
Mas os sonhos persistem
Apenas feche seus lindos olhos e você pode estar comigo
Sonhe

Vamos dar as mãos desse jeito
Pessoa que eu amo
Durante o calmo entardecer
Com lâmpadas iluminadas
Querida, ensine-me abraçar

Quando eu tiver partido
Eles poderão dizer que nós somos tolos e não entendemos
Oh, seja forte
Não transforme seu coração
Nós somos tudo
Você é tudo
Para tudo
Para todo o sempre

Vamos continuar juntos enquanto os anos se passam
Oh, meu amor, meu amor
Na calada da noite
Deixe nossas velas sempre acesas
Nunca nos deixe esquecer as lições que aprendemos.

 

 Good Old-Fashioned Loverboy”’ é uma música estilo vaudeville. A letra é dedicada a David Minns, por quem Freddie se apaixonou alguns meses antes. Esta música foi rejeitada pela imprensa musical britânica, mas mesmo assim é um clássico da banda, sendo obrigatória em todos os shows.  Esta mesma canção marcou a virada de página na história do grupo, pois a partir do álbum seguinte, o Queen se voltou para um outro tipo de rock.

Em 15 de junho de 1977, foi gravada uma nova versão desta música para ser apresentada no Top of the Pop´s. Nesta nova versão, tanto a guitarra Red Special de May, quanto a bateria de Roger tiveram muito destaque.

Good Old Fashioned Lover Boy

I can dim the lights and sing you songs full of sad things
We can do the tango just for two
I can serenade and gently play on your heart strings
Be your valentino just for you

Oh love, oh lover boy
What’re doing tonight, hey, boy?
Set my alarm, turn on my charm
That’s because I’m a good old fashioned lover boy

Oh let me feel you heartbeat (grow faster faster)
Oh can you feel my love heat
Come on and sit on my hot seat of love
And tell me how do you feel right after all
I’d like for you and I to go romancing
Say the word, your wish is my command

Oh, love, oh, lover boy
What’re doing tonight, hey, boy?
Write my letter, feel much better
And use my fancy patter on the telephone

When I’m not with you
Think of you always, I miss you (I miss those long hot summer nights)
When I’m not with you
Think of me always, I love you love you

Hey boy where did you get it from?
Hey boy where did you go?
I learned my passion
In the good old fashioned school of lover boys

Dining at the ritz we’ll meet at nine precisely
(One two three four five six seven eight nine o’clock)
I will pay the bill you taste the wine
Driving back in style in my saloon will do quite nicely
Just take me back to yours that will be fine, come on and get it

Ooh love ooh lover boy
(And there it goes again, just like good old-fashion lover boys)
What’re you doing tonight, hey, boy?
Ev’rything’s all right just hold on tight
That’s because I’m a good old fashioned lover boy

 

Tradução

Amante À Moda Antiga

Eu posso diminuir as luzes e te cantar músicas cheias de coisas tristes
Nós podemos dançar tango pra dois
Eu posso fazer uma serenata e gentilmente tocar com as cordas do seu coração
Ser seu namorado, só pra você

Ooh meu amor, ooh meu amante
O que você vai fazer hoje à noite, hey, garoto?
Programar meu alarme, ligar meu encanto
É porque eu sou um amante à moda antiga

Oh, deixe-me sentir o bater de seu coração (Cada vez mais rápido, mais rápido!)
Oh, oh você pode sentir seu amor esquentar
Venha cá e sente-se na minha cadeira elétrica do amor
E diga-me o que você sentiu logo depois
Eu gostaria que você e eu namorássemos
Diga o que você quer, seu desejo é uma ordem

Oh, amor, oh, meu amante
O que você vai fazer hoje à noite, hey, garoto?
Escrevo minha carta, sinto-me bem melhor
Usarei minha lábia elegante no telefone

Quando não estou com você
Penso sempre em você, eu sinto sua falta (Eu sinto falta daquelas longas e quentes noites de verão)
Quando não estou com você
Pense sempre em mim, eu amo você, amo você

Ei garoto, de onde você aprendeu isso?
Ei garoto, onde você foi?
Aprendi minha paixão
Na escola de amantes à moda antiga

Jantando no Ritz nos encontraremos às nove em ponto
(Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove horas)
Eu pagarei a conta, você prova o vinho
Voltar dirigindo em alto estilo, no meu salão vai ser ótimo
Leve-me de novo ao seu que vai ser legal (Venha pegar!)

Oh, meu amor, oh, meu amante
(E lá vai ele de novo, assim como bons e antiquados meninos amadores)
O que você vai fazer essa noite, hey, garoto?
Tudo vai bem, só segure firme
É porque eu sou um amante à moda antiga

 

Fontes

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites:

www.queenpedia.com

www.queenvault.com

www.letras.mus.br

 

 

A icônica e lendária música do Queen Bohemian Rhapsody, já tem sua versão em mariachi.

Mariachi é um gênero de música regional mexicana que remonta ao século 18, e vem evoluindo ao longo do tempo no interior de várias regiões do México.  O grupo típico mariachi hoje em dia cosnsite em até oito violinos, dois trompetes e pelo menos um violão, incluindo uma “vihuela” aguda e um baixo acústico chamado “guitarrón” e todos os componentes se revezam cantando e fazendo “backing vocals”.

O filme Bohemian Rhapsody, de 2018, estrelado por  Rami Malek  e pelo qual ganhou um Oscar, reavivou o fascínio pela banda britânica Queen entre os mais jovens, mas poucos imaginavam que também provocaria sua incursão pelo mundo da mariachi.

A versão mariachi de Bohemian Rhapsody, se tornou um fenômeno viral.

O grupo Mariachi Femenil “Innovación Mexicana” lançou sua interpretação da peça emblemática que marcou toda uma geração.

O vídeo filmado na terra dos mariachi, Tlaquepaque, Jalisco, gerou diversas reações entre o público das plataformas digitais. Existem aqueles que acham uma interpretação peculiar e outros que simplesmente a abominam.

O fato é que as mulheres mariachi decidiram abrir um precedente e adaptar uma peça de rock a trompetes, vihuelas e ao clássico sentimento mexicano.

Fontes: https://www.aqueenofmagic.com

https://en.wikipedia.org/

Os quatro membros da formação clássica do Queen se reuniram há 50 anos.

A história diz que enquanto estudava no Ealing College of Art, Freddie Mercury cantava para uma banda chamada Wreckage. Um dia, um amigo em comum o apresentou a Brian May e Roger Taylor da banda Smile, que rapidamente se transformou em Queen com a adição de Mercury, de acordo com o site da banda. 

O baixista John Deacon foi a peça final do quebra-cabeça. Em outubro de 1970, ele viu o Queen tocar e não se impressionou. Mas depois de ser apresentado a May e Taylor no início de 1971, ele foi convidado a fazer um teste para a banda, que precisava de um baixista.

Em 1º de março de 1971, ele se juntou oficialmente à banda e o resto é história.

1973: Com seu primeiro álbum marcado para ser lançado, o Queen ensaia para sua primeira grande turnê.

Queen ensaiando em 8 de julho de 1973.

A banda assinou seu primeiro contrato de gravação com a EMI em 1973. Mais tarde naquele ano, em 13 de julho, o Queen lançou seu álbum de estreia homônimo, que continha o single “Keep Yourself Alive”.

 

1974: A banda retorna a Londres após uma turnê pela Austrália.

A banda fotografada no aeroporto de Heathrow após retornar ao Reino Unido.

 

1974: O Queen lança seu segundo álbum, “Queen II”.

Presença de palco de Freddie Mercury

O álbum foi lançado em 8 de março daquele ano. Ele contém o hit “Seven Seas of Rhye” e canções mais fantasiosas como “Ogre Battle” e “The Fairy-Fellerer’s Master Stroke”.

 

1974: A banda aproveita a hora do chá no apartamento de Freddie Mercury em Londres.

    Roger Taylor, Freddie Mercury, John Deacon e Brian May em 1974

A banda posou para uma foto no apartamento de Freddie Mercury enquanto desfrutava de um chá, lanches e uma revista.

 

1974: O Queen lança “Sheer Heart Attack”.

Queen se apresentando em 1974

O álbum do Queen recebeu críticas mistas, mas não havia dúvida de que “Sheer Heart Attack” foi um vencedor. Singles como “Brighton Rock”, “Stone Cold Crazy” e “Killer Queen” continuam sendo alguns dos maiores sucessos da banda.

 

1974: “Queen II” e “Sheer Heart Attack” ganham ouro.

Queen é presenteado com discos de ouro por “Queen II” e “Sheer Heart Attack” no Tokyo Prince Hotel em Tóquio, Japão, em 18 de abril de 1975.

“Sheer Heart Attack” eventualmente ganhou disco de platina no Reino Unido.

 

1975: O Queen toca no Japão pela primeira vez.

Queen em Kyoto, Japão, em 22 de abril de 1975.

O Japão era o lar de uma das maiores e mais loucas fanbases do Queen. Em um artigo para o Nippon.com , Tōgō Kaoruko, ex-editor-chefe da revista Music Life, se lembra da primeira visita da banda em 1975, quando eles tocaram no Budōkan.

“Em casa, eles ainda eram considerados os ‘resíduos do glam rock’ e eram totalmente desconhecidos na América”, escreveu ela. “E ainda assim, em sua primeira visita ao Japão, eles de repente se encontraram tocando no Budōkan, com fãs histéricos em lágrimas no pé do palco.”

 

1975 a 76: Queen, fotografado em Santa Monica, Califórnia, faz turnê com seu quarto álbum, “A Night At The Opera”.

Queen se apresentando no Santa Monica Civic Auditorium em Santa Monica,

Califórnia, em março de 1976.

A balada de rock hino “Bohemian Rhapsody” foi um sucesso instantâneo e rapidamente se tornou um destaque do show para os fãs.

 

1976: “A Night At The Opera” vira ouro.

Os membros do Queen com prêmios que receberam do British Phonographic Institute pelas vendas de seus álbuns.

“A Night At The Opera” custou US $ 500.000 em dinheiro hoje para ser criado, tornando-o o álbum mais caro já gravado na época, de acordo com a Recording Academy . Foi tão caro em parte porque foram necessários 180 overdubs vocais para gravar o refrão da magnum opus da banda “Bohemian Rhapsody”.

Apesar da resistência da EMI, a banda seguiu em frente com o álbum e valeu a pena: “A Night At The Opera” inicialmente ganhou disco de ouro em 1976 e desde então ganhou disco de platina três vezes.

 

50º ANIVERSÁRIO DO QUEEN: Roger Taylor revela os bateristas que o inspiraram enquanto ele coroa seus heróis de todos os tempos e fala sobre seus momentos favoritos da bateria na história do rock.

Enquanto Roger entra em sua sexta década no topo do mundo da música, ele tem refletido sobre seus primeiros dias, desde bater nas panelas e frigideiras de sua mãe com agulhas de tricô até os músicos que o inspiraram (e às vezes o intimidaram). A lenda do Queen descreve o homem que era “tecnicamente assustador” e mais do que alguém que ele considera “simplesmente fenomenal”. Em uma homenagem abrangente, Roger também revela duas de suas faixas de bateria favoritas de todos os tempos.

Roger pode ser conhecido por seu trabalho com uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, mas sua admiração está nos “bateristas de jazz por causa de sua bela fluidez”.

Ele destaca particularmente o “sublime” Mitch Mitchell, o icônico companheiro de banda de Jimi Hendrix.

Roger disse: “Fiquei maravilhado com a forma como tocava, tudo era justo e tão perfeito e ele sempre tocava para a música …”

Em uma nova entrevista, a estrela do Queen aconselhou qualquer aspirante a baterista a sempre “estar ciente de toda a música, não apenas da bateria”.

Continuando a elogiar Mitchell, ele acrescentou: “Seus preenchimentos eram simplesmente fantásticos e ele era tão rápido com aqueles golpes de jazz que mal se via suas mãos.”

Roger destacou dois exemplos particulares: “Fire and Manic Depression – de The Jimi Hendrix Experience (álbum) Are You Experienced – ainda são duas das minhas faixas de bateria favoritas.”

Durante a entrevista em profundidade para a revista Rhythm, Roger também destacou sua admiração por duas outras lendas do rock.

Ele disse: “Outro baterista que me surpreendeu quando Freddie e eu vimos o (Led) Zepellin tocar ao vivo pela primeira vez foi John Bonham … Ele parecia um trovão!

“Ele era puro rock – ele tinha velocidade, força e uma técnica maravilhosa.”

Roger adicionou; “Então havia seu som de bateria – maciço e natural, muito controlado – e isso se tornou a referência que tantos bateristas se esforçaram. Ele bateu forte, mas sabia como acertar.

“Eu amei sua bateria e aquele grande som dele foi uma grande influência para mim.”

É fácil imaginar que todas as estrelas do rock são egoístas e competitivas demais para dar crédito e elogios onde merecem, mas Roger é extremamente generoso com a amplitude e sinceridade de sua admiração e cita outra lenda que ele admirou.

Roger disse: “(o baterista do Who) Keith Moon foi outra grande influência para mim, ele foi simplesmente fenomenal no que fez, e ele era outro baterista com um ótimo som.

“Aqueles tons timpânicos eram bastante revolucionários e seu fraseado era tão natural, não treinado e brilhante.”

O baterista do The Who, Keith Moon

Roger também “amava” Tony Meehan e Brian Bennett do The Shadows que, ele acredita, “nem sempre recebem o reconhecimento que merecem”.

A lenda da Rainha também admite um pouco de inveja: “Brian também tinha o mais lindo Ludwig Silver Sparkle e eu sonhava em ter um kit assim!”

Roger descreveu como sua jornada extraordinária pela história dos maiores bateristas o levou de volta a alguns dos primeiros pioneiros da era das Big Band.

Ele disse: “Eu voltei e descobri sobre outros bateristas como Gene Krupa – um showman – e Louie Bellson que era simplesmente fenomenal. Eu realmente não sei como Louie fez algumas dessas coisas.”

Krupa é considerado o pai fundador da bateria moderna, começando com a clássica faixa de bateria Sing Sing Sing. Bellson foi o pioneiro no uso de dois bumbos com apenas 15 anos e apenas 17 em 1941, derrotou outros 40.000 e ganhou um concurso nacional de bateria com o nome de Krupa.

 

 

Roger acrescentou mais um ídolo: “Buddy Rich? Bem, ele era tecnicamente assustador, mas me fez perceber que o golpe duplo (golpear duas vezes em rápida sucessão com a mesma mão) é muito importante e eu realmente gostei do processo de melhorar isso parte do meu jogo. ”

Talvez mais do que com qualquer outro instrumento, muitos grandes bateristas costumam ser autodidatas, mas Roger enfatiza como ele tirou todas essas grandes influências.

Ele disse: “Eu me ensinei, realmente, apenas aprendendo os licks de meus discos favoritos. E do pote onde tudo isso se misturou, forjei meu próprio estilo.”

 

Fonte: https://www.express.co.uk/

Resident Evil surgiu em 22 de março de 1996 com o jogo Resident Evil 1 lançado pela Capcom para o PlayStation original (PS1). O game foi um sucesso absoluto, vendendo cerca de 2.75 milhões de cópias em todo o mundo. De lá para cá, a série ganhou inúmeros novos títulos e se tornou um dos principais nomes do survival horror, consolidando o gênero no mercado.

Agora, com seu novo capítulo inédito Resident Evil Village, a franquia tem presença nos consoles de nova geração, Xbox Series X/S e PlayStation 5 (PS5). Em comemoração aos seus 25 anos, confira três curiosidades envolvendo o Queen e a popular série de terror Resident Evil.

Referências ao Queen

1) Os irmãos Jill e Claire Redfield, dois protagonistas do jogo, certamente são grandes fãs da banda Queen. Em Resident Evil 2, o famoso colete rosa de Claire possui estampada a frase “Made in Heaven” (“Feito no Paraíso”, em português), que é o nome dó último álbum do Queen com a sua formação mais famosa. Chris também tem uma jaqueta com a mesma frase.

2) Em Resident Evil Code: Veronica, Claire veste uma jaqueta com as palavras “Let Me Live” (“Me deixe Viver”), nome da terceira música justamente do disco Made in Heaven.

 

3) Já em Resident Evil Zero, o personagem Billy Coen tem uma tatuagem com os dizeres “Mother Love” (“Amor de Mãe”, em português), que também é uma música desse mesmo álbum.

 

 

Fonte: www.techtudo.com.br

Greg Brooks, arquivista oficial do Queen, fala sobre um projeto pessoal em mãos há muitos anos.

Há apenas alguns anos, Greg publicou uma nova edição do livro In His Own Words , um livro baseado em entrevistas com Freddie Mercury. É a coisa mais próxima de uma autobiografia do próprio Mercury que fez muito sucesso com seus fãs.

Anteriormente, Brooks estava falando sobre o lançamento de um livro / guia que cobriria tudo relacionado ao merchandising ou memorabilia existente do grupo. Esse livro sofreu inúmeros atrasos ao longo do tempo.

Mas agora parece que estamos chegando à data final de sua edição. O próprio Greg Brooks confirmou isso em sua conta do Facebook . O livro sairá em outubro deste ano de 2021, com a oportunidade de fazer a reserva em setembro, provavelmente perto do aniversário do Freddie.

O que é “I Want It All”

Em outubro de 2019, Greg Brooks publicou em sua conta no Facebook, informações sobre o projeto:

“É um imenso álbum de fotos de capa dura colorida sobre memorabilia do Queen, em todas as suas formas mais estranhas e maravilhosas. Demorou 12 anos para ficar pronto e é totalmente focado na era Queen com Freddie. É baseado principalmente na coleção pessoal extraordinária e única de Brian May, coletada ao longo de quase 50 anos, desde 1970. Trabalhar com esta coleção coleção há 18 anos  é alucinante. Portanto, mal posso esperar para ouvir sua reação, verdadeiros fãs do Queen, a esses mais de 45 anos de tesouros sob o mesmo teto: milhares de objetos foram cuidadosamente fotografados ao longo de uma década.

“Haverá páginas panorâmicas quádruplas dobradas e muitas boas surpresas durante a leitura. Algumas das imagens serão antecipadas diretamente do livro na minha página do Facebook [ LINK ] . Espere para ver o que você sempre quis saber. Também haverá coisas que você nunca viu antes; Eu posso garantir isso. ”

“Reunir os detalhes de uma obra desta magnitude, por natureza e escala, de forma precisa, reunindo informações sobre a origem de todos os objetos mostrados, não é uma coisa comum. E é por isso que tenho o orgulho e o prazer de acrescentar que utilizei os grandes Jim Jenkins e Adam Unger para verificar todas as informações, imagens e reproduções, oferecendo-me excelentes sugestões. Para isso, posso ter certeza de que todas as informações passaram por mãos de especialistas. Nunca antes colaborei com fãs / especialistas com tanto profissionalismo e integridade, e espero poder fazê-lo novamente no futuro.”

“Embora o livro já esteja em sua primeira fase de design gráfico, ele já é extraordinário. Garanto uma atualização constante no desenvolvimento dos trabalhos sempre que considerar do seu interesse, acrescentando informações sobre outros projetos em que possa estar envolvido. Eu farei isso como eu puder e quando puder. E tentarei não aborrecer Jim e Adam mais, especialmente porque, no caso de Jim, temos que salvá-lo para a próxima convenção do Queen Fan Club. ”

Fontes: https://comunitaqueeniana.weebly.com

www.aqueenofmagic.com

 

Há  40 anos atrás, o Queen, uma das maiores bandas da história se apresentava no Brasil pela primeira vez, no Estádio do Morumbi.

Em uma época que grandes shows eram raros no país, a banda se apresentou nos dias 20 e 21 de março de 1981, levando um total de quase 200 mil pessoas ao Morumbi.

Diferente do que foi retratado no filme Bohemian Rhapsody, que conta a história do Queen, o primeiro show deles no Brasil foi em São Paulo, e a banda se surpreendeu duas vezes:

Primeiramente porque esperavam tocar no Maracanã, mas a organização dos shows não conseguiu a liberação do governo para realização do evento.

Segundo, porque não esperavam ver em um país tão distante, onde não se fala inglês, as pessoas conhecendo as letras e pulando sem parar durante as músicas.

É preciso lembrar que não existia internet, celular e não era um mundo tão globalizado e conectado naqueles tempos. Logo, receber novidades ou informações de outros países, era algo que dependia muito de jornais, revistas ou do que as TVs e rádios escolhiam trazer.

Com o preço dos ingressos custando de 250 cruzeiros [geral] a 1.500 cruzeiros [pista], atualmente R$ 42,00 e R$ 250,00, uma multidão lotou o Morumbi naquela sexta-feira e sábado.

Preço dos ingressos Queen Morumbi – 20 e 21 /3/1981

ingressopreçopreço atual
GeralCr$ 250R$ 42,00
ArquibancadaCr$ 300R$ 50,00
Cadeira numeradaCr$ 600R$ 100,00
PistaCr$ 1.500R$ 250,00

Repercussão internacional

Para se ter uma ideia do que representava a vinda do Queen, muitas pessoas de outros países vieram a São Paulo para assistir as apresentações. Isso rendeu até uma matéria em uma TV Argentina que cobriu a passagem de som:

O Brasil já havia recebido artistas como Alice Cooper, Genesis, Frank Sinatra e outros, mas a vinda de uma banda como o Queen, era algo raro por aqui.

A surpresa positiva para a banda

Com esses ingredientes, a própria banda, inicialmente decepcionada por não tocar no Rio de Janeiro, se surpreendeu com a recepção e vibração do público em São Paulo.

O próprio Freddie Mercury declarou em entrevistas posteriormente, que não esperava que o público pudesse conhecer tantas músicas e que ele conseguiria interagir tanto com todos.

O show do Queen no Morumbi não marcou apenas o público, mas a própria banda.

Confira abaixo dois momentos em que o vocalista reage à forma com que o público canta com ele e interage nas músicas durante os clássicos “Love of my life” e “Somebody to love”:

 

 

Vestimenta de peso

O baixista John Deacon ainda ganhou uma camisa do São Paulo, que vestiu no segundo dia de apresentação da banda.

Para quem esteve por lá, foi inesquecível.

Aos fãs da banda, que não puderam presenciar, é possível sentir um pouco da emoção com vídeos no YouTube, já que a apresentação foi transmitida pela TV Bandeirantes e virou um DVD anos depois.

 

 

Fontes: Acervo Estadão

www.arqtricolor.com

 

Queen – The Greatest comemora os 50 anos da banda com uma série semanal que reúne as  melhores canções, performances e conquistas da história da Queen até agora – começando com a história por trás de Keep Yourself Alive. 

Nas próximas 50 semanas, os episódios serão lançados no canal do Queen no YouTube , começando com o episódio um que está disponível agora e vai atrás da música que começou tudo: Keep Yourself Alive, o primeiro single da banda de 1973.

Brian May , que compôs a música, diz: “Eu não tinha certeza se era um compositor, mas simplesmente tive essa ideia”, começou May. “Estranho o suficiente, a letra de ‘Keep Yourself Alive’ pretende ser uma espécie de comentário. Eles foram feitos para ser um pouco irônicos ”.

May continuou: “Mas eu aprendi muito cedo com essa música que é muito difícil ser irônico em uma música porque as pessoas acham que é verdade. Basicamente, todo mundo sempre pensou que ‘Keep Yourself Alive’ era uma música alegre sobre como é bom estar vivo, mas na verdade é mais sobre fazer a pergunta: ‘A vida é mais do que isso?’ ”

Começando em 19 de março e continuando semanalmente até março de 2022, o canal do Queen no YouTube levará os fãs do Queen em uma jornada única e notável – uma chance de revisitar alguns dos momentos mais icônicos da banda e descobrir alguns aspectos da história. Comemorando momentos importantes na história do Queen, a série de clipes semanais nos lembrará por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Os clipes que fazem parte desta série de 50 semanas serão apresentados em ordem cronológica “… dos primeiros shows do Queen no Rainbow e no Odeon de Londres por vastas arenas em todo o mundo em uma jornada que culmina com as mais recentes conquistas recordes da banda com Adam Lambert. ”

Entre os conteúdos esperados nesta série estão imagens de shows, filmes de bastidores, histórias por trás de algumas das maiores canções do Queen e algumas imagens inéditas dos extensos arquivos da banda.

Na próxima semana, a série fará a cobertura do show do The Rainbow de 1974, e a faixa Killer Queen .

Assista ao primeiro vídeo aqui:

 

Fontes:

www.elespectador.com

www.loudersoun

www.wror.com

No mês de março de 1981, o Queen fez a sua primeira apresentação no Brasil, no estádio do Morumbi na cidade de São Paulo.

E para comemorar os 40 anos desse primeiro show a loja virtual Bb6 Music (http://bb6music.com.br ) está organizando uma série de três lives, com apresentação do músico e pesquisador Alecsandro Amaro da Bb6 Music.

 

Dia 19 de março de 2021 (sexta-feira) as 20 horas, a conversa será com Marcelo Facundo Severo, músico e autor do livro “Queen em Discos e Canções”.

Dia 20 de março de 2021 (sábado) as 18 horas, o entrevistado será Antônio Henrique Seligmam, colecionador de itens relacionados à banda.

Dia 21 de março de 2021 (domingo) no horário das 19 horas, o convidado será William Nilsen, escritor e fundador do primeiro Fã-clube do Queen no Brasil.

 

Onde assistir:

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCP0g_m5zQymx5aFnMqh37eQ

Facebook: https://www.facebook.com/bb6music

 

 

 

 

O single: “A Kind Of Magic” foi lançado em 17 de março de 1986, tendo como lado B a instrumental “A Dozen Red Roses For My Darling”. Foi a primeira vez que um álbum do Queen tinha o mesmo nome de uma música. Ambas as músicas foram escritas por Roger Taylor para o filme “Highlander, o guerreiro imortal”. Enquanto Roger Taylor e Brian May voaram pra Los Angeles para assistir cenas do filme, Freddie Mercury retrabalhou a música. Roger aprovou os novos arranjos e a música foi escolhida para ser lançada como um dos singles do álbum. Existem duas versões da música: uma que aparece no ábum, e é mais conhecida. A segunda versão, menos “pop” e com mais passagens instrumentais e reproduzindo os créditos no final do filme.

Videoclipe: O vídeo de “A Kind Of Magic” mostra May, Taylor e Deacon disfarçados de mendigos. Então Mercury aparece como um mágico que os transforma em estrelas de rock. Foi filmado no Playhouse Theatre de Londres em 3 de março de 1986. A direção ficou a cargo de  Russell Mulcahy (o mesmo do filme “Highlander, o guerreiro imortal”). O teatro estava abandonado e depois do lançamento do vídeo, foi restaurado e se tornou um espaço cultural para a cidade de Londres. Foi o primeiro vídeo do mundo a ser lançado como um VHS-single.

O single foi lançado bem antes do álbum (o álbum foi lançado em 02 de junho de 1986) e alcançou o terceiro lugar na parada britânica. Já o álbum, atingiu o primeiro lugar na mesma parada.

 

Letra e tradução da música

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

A kind of magic – Um um tipo de mágica

One dream one soul one prize one goal – Um sonho, uma alma, um prêmio, um objetivo

One golden glance of what should be – Um olhar de ouro do que deveria ser

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

One shaft of light that shows the way – Um raio de luz que mostra o caminho

No mortal man can win this day – Nenhum homem mortal pode vencer este dia

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The bell that rings inside your mind – O sino que toca dentro de sua mente

Is challenging the doors of time – Está desafiando as portas do tempo

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The waiting seems eternity – A espera parece uma eternidade

The day will dawn of sanity – O dia vai amanhecer de sanidade

Is this a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

There can be only one – Só pode haver um

This rage that lasts a thousand years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be done – Logo terá acabado

This flame that burns inside of me – Essa chama que queima dentro de mim

I’m hearing secret harmonies – Estou ouvindo harmonias secretas

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The bell that rings inside your mind – O sino que toca dentro de sua mente

Is challenging the doors of time – Está desafiando as portas do tempo

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

The rage that lasts a thousand Years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be will soon be – Logo terá, logo terá

Will soon be done – Logo terá acabado

This is a kind of magic – É um tipo de mágica

There can be only one – Só pode haver um

This rage that lasts a thousand years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be done, done – Logo terá acabado, acabado

Magic, it’s a kind of magic – Mágica, isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

Magic magic magic magic – Mágica, mágica, mágica, mágica

Ha ha ha it’s magic – Ha ha ha é mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

 

Vejam o clipe da música

 

Trailer do filme

Fontes

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites:

www.queenpedia.com

www.queenvault.com

 

 

Várias canções famosas do Queen são tocadas por uma Orquestra Sinfônica: “The Show Must Go On”, “Who Wants to Live Forever”, “We Are The Champions”, “Don´t Stop Me Now”  e “Thank God It´s Christmas”.

O sucesso “The Show Must Go On” foi lançado em 1991 e faz parte do álbum “Innuendo”, o último com Freddie Mercury ainda vivo.

A Epic Orchestra preparou sua própria versão deste grande sucesso.

Assista:

 

“Who Wants to Live Forever” foi lançada em 1986, fazendo parte do álbum “A Kind of Magic”.  A música também foi trilha do filme “Highlander, o guerreiro imortal, estrelado por Christopher Lambert.

Aqui está a versão isntrumental da música tocada pela Epic Orchestra:

 

“We Are The Champions” é a música mais tocada em finais de campeonato ao redor do mundo.

Veja como ficou sua verão instrumental:

 

“Don´t Stop Me Now” faz parte do álbum Jazz, lançado em 1978.

Veja a versão da Epic Orchestra:

 

“Thank God It´s Christmas” foi lançada como single no ano de 1984.

 

Fonte: zloteprzeboje.tuba.pl

 

 

O Queen anunciou uma série de clipes que irá celebrar 50 momentos históricos da trajetória da icônica banda que já foi liderada pelo lendário Freddie Mercury.

The Greatest será disponibilizado no YouTube durante 50 semanas começando na próxima sexta-feira, 19 de Março e você pode conferir o trailer do projeto logo abaixo.

Segundo um comunicado de imprensa, a série levará o público aos primeiros shows do grupo no Rainbow e no Odeon de Londres, além de mostrar outros grandes shows deles pelo mundo e as conquistas mais recentes da banda com o vocalista Adam Lambert.

“Junto com filmagens espetaculares de shows, passagens de som, bastidores e raro acesso pós-show, podemos explorar as histórias por trás das músicas, sucessos e faixas do álbum, retiradas das extensas filmagens que existem no arquivo oficial, ao mesmo tempo em que descobrimos e compartilhamos raridades que nunca foram vistas antes.”

Todos esses momentos retratados nos clipes farão com que todos “lembrem do impacto que o Queen manteve por cinco décadas e continua até hoje”, como descreveu a banda.

Queen – The Greatest

O criador e produtor da série é Simon Lupton, que já trabalhou nos documentários Queen: Rock the WorldQueen: Behind the RhapsodyQueen: Days of Our LivesQueen on Fire: Live at the Bowl Queen Live em Wembley ’86.

De acordo com Lupton, a história do Queen é “diferente de qualquer outra”. Ele espera que o projeto faça com que os fãs comemorem as conquistas, canções atemporais e as marcantes performances realizadas por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor.

“Embora estejamos revisitando alguns de seus marcos mais famosos e lendários, espero que também haja algumas surpresas ao longo do caminho para entusiasmar as pessoas, sejam elas fãs fervorosas ou novatas curiosas. Esta história tem tantos capítulos para explore, e quem sabe … pode muito bem haver alguns novos ao longo das próximas 50 semanas!.”

 Assista ao espetacular trailer no player abaixo:

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

QUEEN É UMA DAS BANDAS MAIS ESPETACULARES DA HISTÓRIA. LEMBRAMOS SUA TRAJETÓRIA POR MEIO DESSAS VERSÕES FEITAS POR OUTROS ARTISTAS.

Falar de estrelas da música seria impossível sem falar da mítica banda britânica dos anos 70, Queen. Um grupo que nasceu em Londres com o objetivo de realizar o sonho artístico de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon. E eles conseguiram. Desde que os integrantes do grupo subiram ao palco pela primeira vez, mostraram que não eram uma típica banda de rock e que iam realizar seu sonho, fazer o mundo todo vibrar com sua música.

Mais de 50 anos se passaram desde então e, mesmo em meados de 2021, o Queen continua fazendo história com suas canções. Não importa o tema, ‘The Show Must Go On’, ‘Bohemian Rhapsody’, ‘We Will Rock You’ ou a icônica ‘We are the Champions’, não há geração que não as tenha ouvido, dançado e cantado no topo de seus pulmões. Por isso, e para comemorar o meio século da banda, vamos uma viagem por algumas das versões que grandes estrelas da música fizeram das canções do Queen. Quatro membros que deixaram de ser uma banda do Reino Unido para se tornarem lendas da música.

 

PANIC! AT THE DISCO – ‘BOHEMIAN  RHAPSODY’

Mencionar as canções mais icônicas do Queen resultaria em uma longa lista de faixas. Músicas em que ‘Bohemian Rhapsody’ seria um das fundamentais. Um single que foi lançado pela primeira vez em 1975, como parte do álbum ‘A Night at the Opera’, e que, mesmo depois de 46 anos de seu lançamento, ainda faz parte da playlist de milhares de pessoas ao redor do mundo. “Bohemian Rhapsody’ foi a música escolhida pelo grupo Panic! At The Disco para cantar em um dos shows de sua turnê mundial, ‘The Death Of A Bachelor Tour’, em 2017. Uma interpretação fantástica que fez vibrar milhares de milhares de pessoas, como se fosse a própria banda Queen.

 

ELTON JOHN – ‘THE SHOW MUST GO ON’

1991, ano em que a banda britânica lançou o álbum ‘Innuendo’. Um projeto discográfico com o qual regravaram seu nome e o de suas canções na história da música, tendo como tema, ‘The Show Must Go On’, um dos maiores sucessos do Queen. ‘The Show Must Go On’ é uma música que dá arrepios só de ouvir os primeiros versos. Um single que foi regravado pelo próprio Elton Jhon em inúmeras ocasiões, sendo sua atuação em 1997 uma das mais especiais. Nesse ponto, ele subiu ao palco com os membros do Queen, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, para cantar a música. Um desempenho brilhante que faz você querer ver de novo e de novo.

 

5 SECONDS OF SUMMER – ‘KILLER QUEEN’

A estreia do filme em homenagem ao Queen, ‘Bohemian Rhapsody’, em 2018, contou com uma banda sonora composta por canções interpretadas por grandes artistas da cena musical atual, sendo 5 Seconds Of Summer uma delas. A banda australiana foi escolhida pelo próprio Brian May para fazer parte do projeto, sendo ‘Killer Queen’ o tema escolhido. Uma música que o Queen lançou ao mundo pela primeira vez nos primeiros anos de sua carreira, 1974, e com a qual eles conseguiram vibrar por várias gerações. Sem dúvida, uma versão única e original do Queen, mas no mais puro estilo 5 Seconds Of Summer.

 

JESSIE J – ‘WE WILL ROCK YOU’

Com os cabelos ao vento e vestindo um macacão de diamantes, Jessie J conseguiu fazer vibrar os milhares de participantes na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de Londres em 2012. Uma apresentação onde a artista britânica contou com a presença dos membros do Queen para interpretar o mítico tema de ‘We Will Rock You’. Uma canção de rock que a banda lançou em 1977 e foi incluída em seu álbum, ‘News of the World’.

‘We Will Rock You’ é um single que sempre terá a marca indiscutível do Queen e nunca será esquecido. Prova disso foi a atuação de Jessie J, onde a artista cantou a letra da música com as vozes do público em forma de coral, conseguindo recriar um dos shows icônicos que o grande Freddie Mercury veio realizar em sua época.

 

KATY PERRY – ‘DON’T STOP ME NOW’

Katy Perry conseguiu ser considerada ao longo dos anos como uma das artistas mais importantes da música pop. Uma cantora que conseguiu levantar a voz para milhões de pessoas como uma estrela no intervalo do ‘Super Bowl 2015’ e até mesmo na posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Portanto, ver sua homenagem a uma das bandas mais importantes dos anos 70 e 80, o Queen, é uma sensação indescritível. Katy Perry subiu ao palco do Festival ‘Hurricane’ na Alemanha em 2009 para cantar, entre outras canções, a lendária ‘Don’t Stop Me Now’ da banda britânica. Uma música lançada em 1979 e com a qual Katy fez os milhares de participantes dançarem, cantarem e pularem. Sem dúvida, uma performance maravilhosa onde Katy Perry mais uma vez brilhou com sua própria luz.

 

SHAWN MENDES E TEDDY – ‘UNDER PRESSURE’

‘Under Pressure’ foi um single com o qual Queen e David Bowie conseguiram revolucionar a cena musical em 1981. Uma música incluída no álbum da banda, ‘Hot Space’ e que foi número 1 em países como o Reino Unido e os Países Baixos. E não é por menos que a união de vozes lendárias como a de Freddie Mercury e David Bowie foi algo totalmente inesperado e único. Uma música com ritmo pop / rock que já foi tocada por artistas como Shawn Mendes. O artista canadense foi escolhido para fazer parte da trilha sonora do filme ‘Bohemian Rhapsody’, de 2018.

 

GREEN DAY – ‘WE ARE THE CHAMPIONS’

Quando se trata de performances épicas, nada melhor do que o Green Day. A banda americana homenageou a banda britânica com a apresentação da música ‘We are the Champions’ no ‘Reading Festival’ em 2004. Uma performance memorável em que Billie Joe Armstrong, o vocalista principal, se envolveu tanto no papel que começou a canta a letra com fita preta localizada na área do bigode em alusão a Freddie Mercury. Uma performance que se tornou o fecho perfeito da noite e com a qual o público não pôde deixar de cantar a plenos pulmões com o Green Day: “We are the Champions”.

 

LADY GAGA COM ADAM LAMBERT – ‘ANOTHER ONE BITES THE DUST’

Adam Lambert é um artista que em 2014 anunciou sua turnê mundial com a banda britânica, a ‘Queen + Adam Lambert Tour’, que teve datas de 2014 a 2015 na América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, Europa e América do Sul e continuam até hoje. Uma turnê em homenagem à época de ouro do grupo liderado por Freddie Mercury que passou pela cidade de Sydney, Austrália, onde se apresentou com a própria Lady Gaga. Adam Lambert e Lady Gaga juntaram-se aos membros do Queen para cantar a música ‘Another One Bites The Dust’ em 2014. Uma música composta por John Deacon que viu a luz em 1980, que se tornou outra grande música do Queen, e com o qual, Adam Lambert e Lady Gaga sabiam como se adequar.

https://youtu.be/Pt87cHr6H90

 

GEORGE MICHAEL – ‘SOMEBODY TO LOVE’

12 de novembro de 1976, o Queen lançou ‘Somebody to Love’, uma canção escrita pelo próprio Freddie Mercury com a qual a banda voltou para colher uma longa lista de sucessos. Uma música que fez parte do álbum ‘A Day at the Races’ e com a qual conseguiram vender mais de 2.000.000 de cópias nos Estados Unidos, 200.000 no Reino Unido e 50.000 na Itália. Uma música que faz parte da história e com a qual George Michael queria homenagear o artista no ‘Concerto de Tributo para a Conscientização da AIDS’ ( também conhecido como “Tributo à Freddie Mercury) de 1992. Uma homenagem luxuosa que o artista bordou maravilhosamente.

 

BRITNEY SPEARS, BEYONCÉ, PINK E ENRIQUE IGLESIAS – ‘WE WILL ROCK YOU’

Você consegue imaginar ver Britney Spears, Beyoncé, Pink e Enrique Iglesias juntos ao ritmo da mítica ‘We Will Rock You’ do Queen? Eles o fizeram vestidos como se fossem gladiadores e Carlo Magno. Uma união dos sonhos que fez parte de um comercial e onde também participaram Brian May e Roger Taylor, que ficaram entre o público torcendo pelos artistas. Sem dúvida, uma homenagem mais original que faz parte de um dos comerciais de televisão mais icônicos da história. E não é à toa, ver tantas lendas da música juntas não é algo que acontece todos os dias.

Fonte: https://happyfm.es/musica/

Mais de 30 anos se passaram desde o lançamento de Highlander, o guerreiro imortal, um dos filmes mais icônicos do cinema dos anos 80.

O filme, dirigido pelo diretor australiano Russell Mulcahy, conta a história do bravo Connor MacLeod e que alterna entre um passado antigo na Escócia e o presente em Nova York, onde Connor vive com o nome de Russell Nash.

Em 7 de março de 1986, o filme estrelado por Christopher Lambert foi exibido nos cinemas. O filme é lembrado por muitos também (senão acima de tudo) pela trilha sonora em que há inúmeras canções do Queen.

Entre as músicas  está  Who wants to live forever,  um dos maiores sucessos cantados por Freddie Mercury. Aqui estão os cinco fatos mais interessantes sobre Highlander, o guerreiro imortal.

 

1) FIASCO DE BILHETERIA, TRIUNFO NOS ANOS SEGUINTES

Embora agora seja um culto ao cinema e tenha sido capaz de produzir outras sequências, uma série de TV, quadrinhos e livros, na bilheteria  Highlander foi uma verdadeira decepção. Na verdade, quando foi lançado, o filme provou ser um verdadeiro fracasso considerando que havia custado 16 milhões de dólares, mas arrecadado menos de 13. A história, contada através da alternância de flashbacks entre a Escócia antiga e a Nova York contemporânea, a sangrenta os duelos entre os protagonistas, as cenas românticas, a interpretação de Christopher Lambert e a trilha sonora de Queen não foram, a princípio, apreciadas pela crítica e pelo público. Eles seriam então refeitos, com juros, nos anos seguintes.

 

2) LAMBERT NÃO DEVERIA SER O PERSONAGEM PRINCIPAL E ELE NÃO SABIA INGLÊS

Como costuma acontecer nos filmes mais famosos, mesmo para Highlander o protagonista principal não era a primeira escolha. Na verdade, parece que o diretor do filme havia pensado em Mel Gibson para o papel de ator principal. Apenas aquele que, 10 anos depois, ganharia o Oscar por atuar em Braveheart (no Brasil Coração Valente) , outro filme ambientado na Escócia. A recusa de Mel Gibson levou Russell Mulcahy a recorrer a Christopher Lambert que, apesar de ter nascido no estado de Nova York, ser francês, não conhecia bem a língua inglesa, tanto que teve que seguir as aulas de um professor de língua materna para atuar na o filme. O resultado, porém, foi extraordinário: Lambert aprendeu rápido e até agiu sem sotaque.

 

3) SEAN CONNERY PERDEU UMA APOSTA COM O DIRETOR

Entre os protagonistas do filme está também o lendário Sean Connery que interpreta Juan Sánchez Villa-Lobos Ramírez, um mestre espanhol das armas de origem egípcia que revela sua imortalidade a Connor e depois o treina no uso de armas e lhe revela tudo os segredos dos imortais. Devido à agenda lotada da estrela escocesa, todas as cenas com Ramirez foram filmadas em pouquíssimo tempo. Por isso, Sean Connery apostou com Russel Mulcahy que nunca conseguiriam finalizar o filme, mas perdeu a aposta.

       

 

4) O ROTEIRO ERA UMA DISSERTAÇÃO

Pouca gente sabe que o roteiro de um dos filmes mais famosos dos últimos 35 anos nasceu na verdade de uma tese de graduação. Gregory Widen, o escritor de Highlander , disse que pensou na história do filme enquanto estava de férias na Escócia. Durante o passeio, ele estava visitando um museu em Edimburgo quando se deparou com uma armadura que o fez se perguntar o que poderia ter acontecido se o proprietário ou quem quer que tivesse usado aquela armadura nos tempos antigos ainda estivesse vivo. Widen decidiu escrever o roteiro como uma dissertação (ele estava matriculado na Universidade da Califórnia na época) e intitulou-o Cavaleiro das Trevas . Uma tese que mais tarde, vendida como roteiro do filme, rendeu a ele US $ 200.000.

 

5) A LENDÁRIA TRILHA SONORA DO QUEEN

Quando se trata de  Highlander,  é difícil separar o filme de sua trilha sonora. O sucesso de Russell Mulcahy também se deve à música de seu filme que leva a assinatura do Queen. Essas obras-primas, no entanto, corriam o risco de nunca serem produzidas porque, na realidade, outros artistas como David Bowie, Sting e Duran Duran foram contatados antes da banda de Freddie Mercury. Além disso, parece que o Queen no início teve que escrever apenas uma música, mas depois eles se deixaram levar e se inspiraram no filme. Nasceram canções famosas como  Princes of the Universe, Who Want to Live Forever  e  A Kind of Magic.

                               

 

 Algumas músicas do filme: 

 

https://tg24.sky.it

Em 9 de março de 1974, o Queen fez algo que já fez várias vezes até agora. Eles entraram na parada de singles do Reino Unido pela primeira vez, quando ‘Seven Seas Of Rhye’  estreou no modesto No. 45.

A música, é claro, ocupou seu lugar de direito na história do Queen, tanto por ser sua descoberta nas paradas quanto por representar a banda no auge de seus poderes de rock. Mas quando Roger Taylor falou com o Record Mirror em 1975, ele revelou que não esperava que fosse um bom trabalho e que ele pensou que seu single de estreia anterior, que não era um item de parada, teria um desempenho melhor.

“Além de ‘Killer Queen’,” ele disse, “que foi obviamente cativante, eu não penso em nossos singles como sendo imediatamente comerciais. Por exemplo, quando ‘Seven Seas of Rhye’ foi um sucesso, fiquei muito surpreso. A intenção era apenas chamar a atenção para o álbum. Eu pensei que ‘Keep Yourself Alive’ era uma música muito mais comercial. Acho que provavelmente é uma vantagem não saber exatamente o que vai vender, “porque então você não fica inibido na escolha de um”.

Quando ‘Rhye’ fez sua estreia nas paradas, o álbum em que estava, Queen II, era novo nas lojas, e o single e o LP subiriam nas paradas do Reino Unido em conjunto. Depois dessa entrada no 45º, ‘Seven Seas Of Rhye’ subiu para o nº 30 e depois para o nº 15, onde parecia ter estagnado antes de subir novamente, atingindo o pico no nº 10 em meados de abril. O Queen II começaria no 35º lugar, mas em duas semanas estava entre os dez primeiros, com um pico no quinto lugar. O ímpeto de vendas do Queen estava realmente em andamento.

 

Fonte: https://www.udiscovermusic.com

 

Lançado em 08 de março de 1974, menos de 1 ano depois do seu antecessor, o álbum Queen II mostrou todo o seu talento e abriu caminho para o sucesso que tem até hoje. Ele alcançou a o quinto lugar nas paradas do Reino Unido após seu lançamento.

Apesar de terem recebido duras críticas no trabalho anterior, a banda permaneceu unida e começou a trabalhar no que seria um dos melhores álbuns que eles lançaram. Menos de um mês depois do lançamento do Queen I, a banda já estava começando a gravar o segundo álbum, desta vez tendo utilizado o estúdio durante o dia e com todas as ferramentas à disposição. O álbum recebeu o título provisório de “Over The Top”. A banda estava fervilhando de ideias e aproveitando que na época, estava muito em voga álbuns conceituais, o Queen resolveu que o seu futuro álbum seria dividido em Lado 1, que era o lado “branco” e teria 4 canções escritas por Brian (Procession, Father To Son, White Queen (As It Began), Some Day, One Day, e uma composta por Roger: The Loser In The End). Já o lado 2, foi chamado de “Lado negro” e continha 6 canções compostas por Freddie (Ogre Battle, The Fairy Feller’s Master-Stroke, Nevermore, The March Of The Black Queen, Funny How Love Is, Seven Seas Of Rhye). O álbum foi muito bem trabalhado e surgiram muitas obras-primas como “Nevermore”, “Ogre Battle” e “The March of The Black Queen”.

Após a gravação do álbum, o Queen saiu em turnê como banda de apoio da Mott the Hoople. Durante as apresentações, os membros da banda ganharam mais confiança no palco e a o sucesso estava começando a aparecer, à medida que a banda era reconhecida. Então, entre 1° de março e 2 de abril de 1974, a banda saiu em turnê como atração principal e aos poucos percebeu o interesse crescente do público pela sua música. A fim de melhorar o visual no palco, a estilista Zandra Rhodes desenhou novos looks para os músicos.

A capa do álbum com a fotografia dos 4 membros da banda foi de autoria do fotógrafo Mick Rock. Segundo fontes extraoficiais, a foto foi inspirada na atriz alemã Marlene Dietrich que enfrentou Adolf Hitler e não participou da propaganda nazista. Outra inspiração seria o álbum “With the Beatles”, lançado em 1967.

         

Marlene Dietrich           Freddie Mercury                                 Álbum dos Beatles

 

No dia 21 de fevereiro de 1974, o destino da banda mudou, por pura sorte, quando eles se apresentaram no programa Top Of The Pops da BBC. O convidado original do programa era David Bowie, que teve que cancelar a sua participação no programa e o Queen foi chamado para substituí-lo e fez muito sucesso.

Na turnê norte-americana, que era um sonho para a banda, teve que ser interrompida em Nova York. No dia 13 de maio, antes de um show em Boston, Brian não se sentiu bem e a banda foi obrigada a cancelar a turnê. O guitarrista foi carregado para o assento do avião pelos outros membros da banda e teve que passar várias semanas em recuperação. Então, para o resto da banda, só havia uma coisa a fazer: recomeçar o trabalho como um trio, até o guitarrista ficar bom.

 

Músicas que compõe o álbum:

 1 – Procession

 

2 -Father To Son

 

3 – White Queen (As It Began)

 

4 – Some Day, One Day

 

5 – The Loser In The End

 

6 – Ogre Battle 

 

7 – The Fairy Feller’s Master-Stroke

 

8 – Nevermore

 

9 – The March Of The Black Queen

 

10 – Funny How Love Is

 

11 – Seven Seas Of Rhye

 

Fontes:

http://www.queenpedia.com/

http://queenvault.com/

Livro : Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Vídeo compartilhado no canal do YouTube da Polícia Militar de Minas Gerais mostra músicos da corporação tocando no hall do Palácio da Liberdade a música I Want to Break Free, do Queen.

Trajado à la Freddie Mercury, com bigodão e uma camisa do Michey, o cabo Cláudio canta trecho da música da banda inglesa acompanhado de bateria, teclado e guitarra. Os outros integrantes trajam o uniforme da Polícia Militar.

Na sequência do vídeo aparece o mesmo bigodudo cantando Emoções, de Roberto Carlos e encerra com a participação de mais dois PMs cantando de novo na escadaria do Palácio da Liberdade a música Do Seu Lado, da banda mineira Jota Quest.

O vídeo foi compartilhado nas redes sociais no quadro Musicando Segurança, apresentado pelo sargento Rafael, do Centro de Atividades Musicais da PMMG. A gravação foi feita no ano passado, numa live no Palácio da Liberdade com a Academia Musical Orquestra Show da PMMG.

 

Fonte: www.otempo.com.br