O Queen ao longo dos anos fez e continua fazendo muito sucesso. O site Whiplash divulgou recentemente uma matéria listando 10 regravações de músicas do Queen ao som de Heavy Metal

Vejma as versões à seguir.

 

1 – Blind Guardian – “Spread Your Wings”

 

2 – Death Angel – “Under Pressure”

 

3 – Divinefire – “The Show Must Go On”

 

4 – Hamäton (com participação de Hansi Kürsch, vocalista do Blind Guardian) – “I Want It All”

 

5 – Heathen – “Death On Two Legs”

 

6 – Helloween – “Sheer Heart Attack”

 

7 – Metalium – “Show Must Go On”

 

8 – Metallica – “Stone Cold Crazy”

 

9 – Queensryche – “Innuendo”

 

10 – Testament – “Dragon Attack”

 

Escute a playlist aqui:

 

Fonte: https://whiplash.net/

 

 

No dia 5 de outubro de 1979, era lançado o single de Crazy Little Thing Called Love, tendo como lado B a música We Will Rock You, tirada do álbum ao vivo Queen Live Killers. A música é uma clara homenagem ao Rei Elvis Presley que havia falecido 2 anos antes, e era um ídolo de Freddie Mercury. Freddie adotou tão bem o estilo vocal do Rei do Rock, que muitas pessoas pensam que essa música REALMENTE é de Elvis Presley.

“Eu a escrevi na banheira”,

disse Freddie Mercury sobre a música, em uma entrevista para a Melody Maker em 1981. Ainda se referindo a ela, Freddie diz que levou de 5 a 10 minutos para escrevê-la e que usou uns poucos acordes de violão que ele conhecia para compô-la, e percebe-se que desde o início que a intenção de Freddie era escrever uma música simples.

Os tempos haviam mudado e a banda entrou numa fase de muito sucesso, principalmente por causa desta música. Nesta fase, o Queen focava mais no ritmo e não mais o escopo sônico expansivo de suas primeiras canções.

Brian comenta que quando ouviu a música pela primeira vez pensou:

“Meu Deus, está quase pronta. Deixe-me colocar um pouco de guitarra nele antes que eles continuem”. E completou: “Freddie toca violão acústico. Tudo o que eu realmente fiz foi adicionar uma espécie de solo de rock and roll e algumas harmonias de fundo e pronto.”

O solo de guitarra foi feito em uma Fender Telecaster que pertencia a Roger.

Em uma entrevista para a Sound em 1984, Roger comenta:

“não era exatamente um rockabilly, mas parecia muito o Elvis”.

Após ser lançada, alcançou a segunda posição no Reino Unido, a maior posição conseguida pela banda até então, desde o lançamento de We Are the Champions em 1977.

Não era intenção da banda lançar a música nos Estados Unidos, mas a gravadora Electra lançou esta música com a versão do Live Killers de Spread Your Wings em dezembro de 1979, proporcionando à banda a sua primeira posição número 1 nos Estados Unidos.

O vídeo da música foi filmado em 22 de setembro de 1979 nos Estúdios Trillion. Foi dirigido por Dennis Devallance e mostra a banda vestida com roupas de couro e Freddie dançando em volta. Freddie é a estrela e a banda tem um papel secundário aqui.

 

A música foi tocada de 1979 a 1986 nos shows. Normalmente a música era precedida por uma fala de Freddie em que ele dizia que tinha pouca habilidade na guitarra.

 

No Show “Concert for Life (Tributo a Freddie Mercury)”, Robert Plant cantou esta música.

Em 7 de outubro de 1979, Freddie compareceu a um evento beneficente – para a Sociedade da Cidade de Westminster para Crianças Deficientes Mentais – ao lado do Royal Ballet e cantou essa música, mas como a música havia sido lançada a alguns dias antes apenas, poucas pessoas sabiam a letra.

 

Quer saber mais sobre a música? Acesse essa nossa postagem do ano passado: 41 anos do primeiro lançamento de Crazy Little Thing Called Love – Queen Net

 

Fonte: “Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada)” por Georg Purvis

A se tomar somente por “Bohemian Rhapsody”, o filme, a ideia de que o baterista do Queen, Roger Taylor, tinha uma carreira solo antes mesmo da morte de Freddie Mercury — e com dois álbuns lançados, “Fun in space” (1981) e “Strange frontier” (1984) — se torna verdadeiramente inconcebível.

Mas esta é a vida real, e esta sexta-feira, dia 01 de outubro, o músico inglês de 72 anos lançou nas plataformas o seu sexto solo, Outsider — que vem a ser sua atividade extracurricular enquanto o Queen não volta aos palcos com o cantor Adam Lambert. Uma turnê europeia da lendária banda (que hoje mantém Taylor e o guitarrista Brian May como integrantes originais) está marcada para os meses de maio, junho e julho de 2022. E outros shows devem rolar.

— Adoraríamos voltar ao Brasil. E ao Rio. Temos uma grande história aí, lotamos duas noites seguidas de Morumbi em 1981, depois teve o Rock in Rio em 1985. Aliás, ouvi, sim, que vai ter um Rock in Rio ano que vem (em setembro)… quem sabe? Eu não sei (risos)! — tenta despistar um simpático Taylor, em entrevista por Zoom, em meio a “um dia inglês deprimente… o que é normal”.

Sua carreira solo, diz o baterista, sempre foi algo estimulado pelos colegas de Queen. E vice-versa.

— Eu, por exemplo, tinha uma música, “Heaven is for everyone”, e Freddie dizia que queria cantá-la. E um dia ele acabou cantando (a gravação com Mercury foi lançada em 1988 na versão inglesa do disco da banda paralela de Taylor, The Cross, e, em 1995, os vocais foram usados em regravação para o disco póstumo do Queen “Made in Heaven”). Foi ótimo, porque Freddie canta bem melhor que eu! Todos nós apoiávamos uns aos outros — ele conta.

 

RogerTaylor (à esquerda) com o Queen, em 1985, no Rio de Janeiro / Foto: Agência O Globo

Autor de canções de sucesso gravadas pelo Queen, como I’m in love with my car e Radio ga ga, Roger Taylor admite que nunca foi fácil emplacar uma canção nos discos do grupo.

— Algumas vezes, Freddie passou por períodos de muita criatividade e vinha com umas canções muito boas, que não dava para deixar de fora. Da mesma forma, nos anos 80, eu e John (Deacon, o baixista, que deixou a carreira com a morte de Mercury) começamos a compor mais. Funcionava bem. No fim das contas, foi ideia de Freddie que depois de um tempo todas as canções, não importava quem compusesse, deveriam ser registradas como do Queen, para não termos discussões sobre a grana dos direitos — diz o baterista, tido como o compositor principal de “One vision”, hit do grupo assinado coletivamente.

Primeiro single de Outsider, o rock agridoce We’re all trying to get by (que Taylor canta com a estrela escocesa KT Tunstall) foi uma canção surgida no isolamento da pandemia de Covid-19.

— Estávamos trancados em casa, tentando nos virar, nos perguntando se a comida ia chegar e quando tudo isso ia terminar. E aí me dei conta de que todo mundo estava na mesma situação. E também os animais, plantas e vírus, todos estavam tentado se virar, sobreviver. É uma dessas verdades universais, bem óbvia — discorre

Do lado oposto a músicos anti-vacina como Eric Clapton e Van Morrison, Roger Taylor — um ex-biólogo, por sinal — diz que

“a vacina é um presente do céu”.

— Há tantos anos temos tomado vacinas, seja para pólio, seja para gripe. Por que alguém iria se recusar a tomar uma vacina para a Covid-19? Não dá para acreditar que isso seja fruto da ignorância — indigna-se. — Não sei o que fizemos da ciência, tem tantas pessoas hoje em dia querendo acreditar em ridículas teorias da conspiração…

Sobre o que esperar do álbum “Outsider” — termo que pode ser traduzido como forasteiro, intruso ou alguém visto como estranho no meio em que vive —, Roger Taylor dá algumas pistas:

— O disco reflete o fato de que estou mais velho, reflexivo e emotivo. Eu me sentia um outsider, especialmente no colégio, eu não queria jogar bola… E, quando o Queen começou, nós éramos muito diferentes do que estava rolando no rock.

Brian May (à esquerda), Adam Lambert e Roger Taylor: o Queen que se apresentou no Rock in Rio de 2015 Foto: Fernando Lemos / Agência O Globo

No sábado, Roger Taylor começa uma pequena turnê britânica com sua banda solo para mostrar o repertório de Outsider  (“será muito bom ver um público de verdade novamente depois de todo esse tempo em casa!”). E, nas horas vagas, prepara o espírito para a volta do Queen aos palcos, com Adam Lambert — americano revelado pelo programa “American Idol”, que começou a excursionar com ele e Brian May em 2014 (e no ano seguinte chegou com eles ao Brasil, no Rock in Rio).

— Ele não é Freddie Mercury mas é Adam Lambert, e serve muito bem ao Queen. Ficamos muito fortes nesses últimos anos, e Adam também cresceu como performer — diz o baterista que, nesses últimos anos, também viu crescer uma indústria Queen, com musicais e covers (até mesmo um chancelado por eles, o Queen Estravaganza, que tem o brasileiro Alírio Netto nos vocais). — Não posso fazer nada em relação aos covers, eles estão em todo canto… Mas, creia, nós fazemos melhor!

 

Fonte: Baterista do Queen defende a ciência e diz que álbum solo reflete seu momento: ‘Estou mais velho, reflexivo e emotivo’ – Jornal O Globo

Roger Taylor explicou por que  Freddie Mercury não deixava a banda escrever canções políticas.

O baterista acaba de lançar seu novo álbum solo, Outsider, que ele admite conter elementos de comentário social – algo que Mercury se recusava a fazer.

“Suponho que a grande diferença entre o Queen e este álbum é que escrevi algumas do que você pode chamar de canções ‘políticas’”,

disse Taylor ao Music Radar em uma entrevista recente.

“Isso não foi algo que realmente fizemos como uma banda. Foi uma escolha consciente. Logo no início – e você tem que lembrar que havia muita coisa política pesada acontecendo nos anos 70 – Freddie disse: ‘Olha, eu não quero me envolver em tudo isso. Eu quero dar a volta ao mundo tocando músicas que as pessoas possam curtir. Não estou lá para entregar uma mensagem. “Ainda acho que é uma boa maneira de ver as coisas. Eu não quero ser muito … enfadonho. “

Roger continuou:

“Mas espero ter conseguido ficar do lado certo na linha tênue entre o rock e a política. Espero nunca chegar ao ponto em que estou brincando no palco, mostrando o que há de errado com o mundo. Freddie nunca me perdoaria. ”

Taylor disse que seu processo de composição não envolveu muito planejamento.

“Não me levanto de manhã e penso, ‘Vou escrever uma música do Queen hoje’ ou ‘Vou escrever uma música para o novo álbum solo.’ … É só quando a coisa termina que eu começo a pensar sobre onde uma música vai acabar. Por exemplo, com  A Kind of Magic, era uma música óbvia do Queen. O mesmo acontece com Radio Ga Ga ”.

Roger Taylor escreveu muitas músicas de sucesso com o Queen  – mas ele lamentou  que muitas pessoas ainda o consideram “apenas” o baterista da banda.

“Na semana passada, alguém disse: ‘Oh, você canta nos discos do Queen também?’ Sim, eu canto neles. Eu até escrevi um ou dois deles! ”

 

Fonte: https://ultimateclassicrock.com/

 

Dica de Fernando Lima do Grupo de WhatsApp Queen Net

O baterista do Queen, Roger Taylor, descreveu os “antivacinas” como “patéticos” e apoiou os passaportes do coronavírus para shows ao vivo como uma “ótima ideia”.

O músico, de 72 anos, passou a gravar seu primeiro álbum solo em quase uma década, intitulado Outsider, e vai embarcar em uma turnê com material próprio e clássicos do Queen.

Anunciado como “um conjunto de shows íntimos”, Taylor se apresentará em todo o Reino Unido em outubro de 2021, fazendo 14 shows, suas primeiras apresentações ao vivo fora da banda em duas décadas.

Criticando aqueles que recusaram a vacinação, ele disse à agência de notícias PA:

“Os antivacinas eu não entendo. Eu não entendo nada disso. Parece nascer da pura ignorância e de uma quantidade de arrogância e das teorias da conspiração. Na verdade, é patético.

 

“É claro que as vacinas funcionam e temos muita sorte de tê-las, para permitir que nossos próprios corpos lutem contra o vírus.”

 

“Eu conheço pessoas que pensam que é uma conspiração gigante. Eu simplesmente não os entendo e para ser honesto, eu só acho que é idiota não ser vacinado.”

 

“E quanto às pessoas que só fazem shows para quem não está vacinado, isso é ainda mais estupidez.”

Taylor disse que não entende a “hesitação” de alguns em verificar se as pessoas foram vacinadas ou testadas para o vírus antes de comparecerem a shows ao vivo.

Ele disse:

“É uma coisa muito simples. Aqui estamos. Estou duplamente vacinado. Faz todo o sentido para mim e toda essa (controvérsia sobre) cerceamento da liberdade é um absurdo absoluto quando você pode ser rastreado pelo telefone ou por muitos outros meios.

 

“Essa suposta restrição da liberdade é uma piada. Acho que passaportes são uma ótima ideia e acho que devemos isso a todos não divulgar essa maldita coisa”.

Taylor também sugeriu que continuaria a se apresentar o máximo possível.

O roqueiro fez muitas turnês com o Queen desde que ele e o guitarrista Brian May recrutaram Adam Lambert como cantor em 2011.

Ele disse:

“Tiquetaque, o tempo está passando, quando você chega à idade de Brian e eu.

“Estamos apenas envelhecendo e não acho que seremos capazes de fazer isso por muito mais tempo e, embora ainda possamos fazer isso, pretendemos continuar fazendo isso.”

 

“E o mesmo se aplica ao Queen, na verdade. Percebemos que é isso que fazemos. Isso é o que amamos fazer. E embora ainda possamos fazer isso em um bom nível, faremos.

 

“Acho que, assim que não pudermos, vamos nos aposentar com algum resquício de dignidade. Você não pode fazer isso para sempre, mas contanto que possamos fazer corretamente, faremos. E, obviamente, enquanto as pessoas quiserem ver. ”

A turnê deve começar com uma apresentação na O2 Academy de Newcastle em 2 de outubro e terminar com uma apresentação na O2 Shepherd’s Bush Empire, em Londres, em 22 de outubro.

 

Fonte: https://www.aol.co.uk/

Queen The Greatest: uma celebração de 50 dos melhores momentos da história do Queen até agora.

Uma série de 50 semanas no YouTube celebrando momentos-chave na história do Queen nos lembrando por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo

Nenhuma celebração dos melhores momentos do Queen estaria completa sem relembrar sua apresentação recorde no festival inaugural do Rock In Rio. Com algumas raras entrevistas da festa pós-show.

Revisitando um dos momentos mais icônicos e grandes conquistas do Queen, a estreia do Queen no Rock in Rio é o foco do Queen The Greatest desta semana.

Em janeiro de 1985, o Queen voou para o Rio de Janeiro, no Brasil, para protagonizar o que seria o maior festival de rock já realizado. Queen seria a atração principal do festival de 10 dias que se apresentaria na noite de abertura em 11 de janeiro, e o show de encerramento em 18 de janeiro.

Ao longo das duas noites, a banda se apresentou para mais de 600 mil fãs brasileiros ansiosos e famintos por rock. Destaques editados exibidos no canal de televisão nacional Rede Globo em toda a América do Sul foram assistidos por quase 200 milhões de pessoas.

Foi o início de um caso de amor de décadas entre a banda e a América do Sul.

As experiências anteriores do Queen na América do Sul eram um prenúncio do que estava por vir, mas dificilmente poderiam tê-los preparado para uma recepção avassaladora que receberiam em seu retorno ao Brasil.

Entrevistador: “Freddie, posso parar você por um minuto e perguntar como tudo está indo?”

 

Freddie: “Eu acho que tudo vai ficar bem. Eu tenho nervosismo na primeira noite, eu acho, esta é a primeira grande noite. Vamos ver as outras bandas e ver como está indo tudo. Eu só quero ter uma noção de tudo isso.

 

Em um local especialmente construído para abrigar impressionantes 250.000 pessoas, o Queen subiu ao palco às 2 horas da manhã do dia 12 de janeiro. No entanto, apesar da hora final, eles foram recebidos por uma multidão extremamente excitante, estendendo-se até onde os olhos podiam ver.

Sua primeira noite entregou outro show espetacular, e como uma rara reportagem da BBC TV da festa pós-show no famoso Hotel Copacabana Palace, no Rio, a banda claramente não queria que essa noite especial terminasse.

Entrevistador: “Como é olhar para toda essa quantidade enorme de pessoas?”

Freddie Mercury: “Bem, é incompreensível, sabe, e para mim eu só… é como uma dona de casa, para ser honesto, apenas vá lá e faça meu trabalho e depois volte para casa.

 

Entrevistador: “Certamente, não pode ser como ser uma dona de casa?”

Freddie Mercury: “Oh, você sabe o que quero dizer. É só um trabalho para mim de qualquer maneira, mas é incompreensível, o que posso te dizer, é incrível. Quero dizer, você viu aquelas pessoas lá.

 

Entrevistador: “Então pessoal, como vocês sentiram tudo isso hoje à noite?”

Roger Taylor: “Muito bem. Fantástico. Nossa maior audiência até agora, eu acho.

 

Freddie Mercury: “Quando você tem uma multidão tão grande como esta, e o evento, a adrenalina só toma conta de você, e então eu acho que eu estava meio que saltitando mais do que o habitual, eu não sei.”

Roger Taylor: “A única coisa era que era muito tarde quando nós continuamos, mas todo mundo ficou assim, quero dizer, foi realmente ótimo.”

 

Entrevistador: “Para muitas bandas esta foi uma primeira visita à América do Sul, foi o Queen que abriu a trilha em duas turnês anteriores, sendo a primeira banda de big rock a vir aqui.”

Freddie Mercury: O governo realmente queria que estivéssemos aqui, e eu acho. Muitos dos grupos ficaram com medo de vir aqui nos primeiros dias, por assim dizer, e decidimos acreditar. E olhe o que aconteceu! ”

 

Entrevistador: “O Queen ganhou muitos fãs no Brasil, alguns dos quais conseguiram convencer Brian May a vir brincar na praia”.

Os fãs do Queen colocaram quinhentas velas acesas na areia soletrando o nome da banda. Observando isso, Brian e sua filha deixaram a festa por um tempo para se juntar aos fãs na praia, um gesto que os fãs ainda lembram até hoje.

O Queen voltaria ao Rock in Rio em 2015 com Adam Lambert, para o aniversário de 30 anos do Festival – mais uma vez recebendo uma reação arrebatadora.

Olhando para o Rock in Rio de 1985, tinha sido uma forma extraordinária de começar o ano, e como a banda deixou o Brasil, eles devem ter se perguntado se haveria um evento tão notável como aquele que tinha sido.

Mal sabiam eles que a resposta para essa pergunta estava a apenas alguns meses de distância… como vamos descobrir no próximo episódio de Queen The Greatest.

Crédito da foto: Foto Richard Young

Semana que vem – Live Aid.

 

Fonte: www.queenonline.com

Já se passaram 40 anos desde que Roger Taylor, do Queen, lançou seu primeiro álbum solo, Fun In Space. Isso não pode deixar de significar que seu sexto e último, Outsider, que sai em 1º de outubro, vem de um ponto de vista um pouco diferente.

 

“Sabe, é muito difícil sentar e olhar para si mesmo em perspectiva – acho muito difícil me julgar, eu acho”,

 

diz Taylor à Billboard via Zoom da Inglaterra.

 

“Talvez eu seja mais velho, mais sábio. Eu realmente acho que talvez eu esteja apenas crescendo, que toda a atmosfera do álbum é mais adulta do que talvez o que eu fiz antes, talvez um pouco mais sofisticado do que antes. E vamos encarar – eu sou muito mais velho e talvez um pouco mais sábio, embora eu espero que alguns deles é bem irresponsável e rock n’ roll .”

 

 

A revista Classic Rock deste mês deu ao novo álbum de Roger, ‘Outsider’ uma brilhante crítica de 8/10!

John Aizlewood tinha o seguinte a dizer na página 74 da edição 293 (outubro de 2021, capa do Iron Maiden):‎

“Taylor se transformou no esforço solo de sua vida…”‎

‎”A verdadeira surpresa é o quão gracioso este álbum inspirado em confinamento é…”‎

‎”… É Taylor em seu mais grisalho e irregular.‎

‎”As marés lindas se abrem de forma lúgubre e imponente…”‎

‎”KT Tunstall traz vocais elegantes para a empática We’re All Just Trying To Get By…”‎

‎”… não importa por que Taylor está florescendo tão tarde na vida. Vamos apenas ser gratos que ele está. “‎

 

O álbum ‘Outsider’ está disponível para pré-venda agora @ ‎‎http://RogerTaylor.lnk.to/Outsider‎

‎Clique aqui‎‎ para obter ingressos para a turnê “Outsider” do Reino Unido que começa no sábado.‎

***

 

‎O Queen também aparece na página 55 como parte do recurso ‎‎Greatest Live Moments da Guitarra.‎‎ O set list do show no Live Aid da banda está focado em dizer ‎

‎”Queen foi o destaque indiscutível do par de concertos de caridade organizados em 1985…”‎

 

Fonte: www.queenonline .com

“Queen The Greatest”, que abre na terça-feira, apresentará temas ligados aos roqueiros até janeiro.

LONDRES (Reuters) – De camisetas a guitarras autografadas por Brian May, suvenires do Queen estão à venda em uma nova loja temporária da rua Carnaby de Londres que comemora as cinco décadas da música da banda de rock.

Disponíveis na loja, criada com a empresa de merchandise e gerenciamento de marca Bravado da Universal Music Group, estarão agasalhos com capuz, canecas e quebra-cabeças do Queen, entre outros itens.

“(O Queen) começou em 1971 e ainda está fazendo turnês e ativo até hoje, então queríamos ter certeza de que não deixaríamos este momento passar sem fazer alguma comemoração disso em um espaço físico”, disse Keith Taperell, vice-presidente de varejo e vendas da Bravado, à Reuters.

A loja se divide em áreas, começando com os anos 1970 e um ambiente semelhante a um brechó, um lembrete de quando o vocalista Freddie Mercury e o baterista Roger Taylor tinham uma barraca no mercado londrino de Kensington.

A seção dos anos 1980 marca os eventos ao vivo e turnês da banda, uma área de gravação representa os anos 1990 e um estande de DVDs de apresentações do Queen é para os nascidos na década seguinte.

A renda de uma camiseta especial de Freddie Mercury irá para o Mercury Phoenix Trust, uma instituição de caridade para pessoas com Aids fundada em maio por May, Taylor e o empresário da banda, Jim Beach, em homenagem ao cantor.

Connfira alguns itens. Para ver todos Cique Aqui

 

(Por Marie-Louise Gumuchian)

 

Fontte: www.istoedinheiro.com.br

 

Diferentemente do que é apresentando em Bohemian Rhapsody, de 2018, Paul Prenter nunca foi indicado ao Queen. A verdade é que o encontro entre o agente e Freddie Mercury aconteceu em 1977, quando ele trabalhava em uma rádio da Irlanda do Norte, segundo relembrou o Aventuras da História, via The Belfast Telegraph.

No início, os dois viraram amigos. Mais tarde, contudo, é de conhecimento público que Paul e Freddie eram amantes. Em 1982, inclusive, o agente foi culpado pela falta de atenção e mal desempenho do vocalista do Queen no disco Hot Space.

Naquela época, os integrantes do Queen enxergavam o amigo e amante do vocalista como uma péssima influência. Diferentemente de como o filme mostra, Paul não motivou a separação da banda e não foi o responsável por ‘inserir’ o músico no mundo das drogas e das orgias homossexuais.

Paul, contudo, traiu a confiança de Freddie. Segundo relatos, ele foi o responsável por vazar diversas informações confidenciais do músico e da banda, além de não ter contado ao vocalista sobre o Live Aid.

O The Mirror relembrou que Freddie só foi demitir Paul quando este revelou informações confidenciais em uma entrevista ao The Sun em 1986 – neste momento, o músico já não estava mais na vida de festas e drogas que tinha anteriormente.

Na verdade, a opção do músico de se distanciar de festas, drogas e das polêmicas, foi o que começou a causar, ainda mais, uma conturbação na relação dos dois. Com raiva dessa decisão, o agente decidiu contar todas as informações de conhecimento dele.

Assim, o ex-amante foi o responsável por revelar detalhes confidenciais do vocalista e do Queen ao The Sun – na revista e não em um programa de televisão como o filme apresenta a história.

Foi então que Paul expôs a vida de Freddie com todos os detalhes possíveis, falou sobre o estilo de vida, as drogas, e até mesmo que dois dos parceiros do vocalista tinham morrido de AIDS.

Paul Prenter realmente foi um dos personagens secundários na história do Queen. No entanto, de fato, é considerado como um traidor até hoje.

O agente foi vítima de complicações da AIDS e morreu em agosto de 1991, três meses antes de Freddie Mercury – Paul tentou se reconciliar com o ex-amante, mas as tentativas não foram bem-sucedidas.

Fonte: https://www.rockbizz.com.br/

 

Queen The Greatest: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube celebrando momentos-chave na história do Queen nos lembrando por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Queen The Greatest Episódio 28: Queen : Love Of My Life

Originalmente lançada no álbum A Night At The Opera do Queen de 1975, esta balada lindamente despretensiosa parecia destinada a ser uma das joias escondidas da banda. Em vez disso, tornou-se um dueto emocional que é um momento fundamental no show ao vivo do Queen até hoje.

O episódio desta semana de Queen The Greatest celebra uma canção que realmente se tornou única. É Love Of My Life.

Love of My Life apareceu pela primeira vez no álbum do Queen, A Night At The Opera em 1975. Escrito por Freddie Mercury, ela não foi lançado como single na época e não chegou imediatamente ao setlist ao vivo.

No entanto, não estava destinada a ser uma das joias escondidas da banda depois que um arranjo de Brian resultou em algo especial para o show ao vivo do Queen.

Quando chegamos à turnê Live Killers de 1979, Love of My Life se estabeleceu como um momento chave com Freddie conduzindo o público em um dueto em massa.

E então nos anos 80, particularmente nos estádios da América do Sul, com audiências regularmente bem mais de cem mil, esta balada simples, mas incrivelmente bonita realmente entrou no setlist ao vivo.

Não importa em que país o Queen estava, ou em que língua era dita, o público sabia cada palavra e responderia com um entusiasmo que constantemente surpreendia a banda.

Se a canção proporcionou uma verdadeira conexão entre o Queen e seu público durante os anos 70 e 80, nos anos mais recentes ela se tornou a mais adequada e comovente das homenagens a Freddie – culminando em uma aparição emocional na tela e cimentando-a como uma das músicas mais duradouras do Queen, como pode ser visto nesta performance ao vivo de um show do Queen + Adam Lambert London O2 Arena em 2018.

Foto: Ric Lipson. ©Stufish.

Próxima semana – Queen 1985: Live In Rio

 

Fonte: www.queenonline.com

Roger Taylor teve muito tempo livre recentemente para refletir sobre sua longa, rica e extraordinária jornada pela vida e pela música. Com a turnê europeia de Sucesso do Queen + Adam Lambert, a partir de 2022, pela pandemia Covid-19, Roger fez bom uso do seu tempo. Animado com a inspiração criativa, ele passou grande parte do confinamento escrevendo e gravando material novo. Em pouco tempo, ele se encontrou com seu primeiro álbum solo em oito anos, Outsider.

As habilidades de Roger como compositor, vocalista e multi-instrumentista serviram-lhe bem durante o isolamento forçado dos últimos 18 meses. Em uma tradição que remonta ao seu primeiro álbum solo, Fun in Space de 1981, ele escreveu, produziu, cantou e executou todas as músicas do próprio Outsider, com apenas uma pequena ajuda de amigos e colaboradores de longa data. Baseado em mais de meio século na música, Roger concebeu Outsider como uma espécie de declaração madura no final da carreira, seu humor predominante outono e agridoce.

“Outonal é uma palavra muito boa para isso”, diz ele. “É um pouco nostálgico e melancólico, e bastante adulto, um pouco mais adulto do que meus últimos álbuns.”

Outsider oferece uma suntuosa variedade de peças requintadamente arranjadas que lançam um olhar filosófico sobre a fragilidade humana e nosso breve tempo na Terra. Composta na Cornualha durante o primeiro confinamento em 2020, a faixa de abertura do álbum Tides é uma bela meditação sobre mortalidade contra a vasta tela do tempo cósmico e os ciclos imutáveis do oceano, a própria seção de ritmo da Mãe Natureza.

“As marés saíram completamente de um sentimento”, explica Roger. “Minha casa é perto do mar, e as marés entram e saem, você pode definir o seu relógio por eles, você pode confiar neles de uma maneira que eles quase podem ser um amigo. É sobre a inevitabilidade do nosso curto prazo aqui, nossa morte certa.”

Mas Outsider está longe de ser um álbum sombrio. De fato, equilibra a melancolia mundialmente cansada com otimismo, compaixão e vislumbres de amanhãs mais brilhantes pela frente. Outra faixa inspirada em confinamento, o lançamento introspectivo de 2020, Isolation, conclui com a esperança cautelosa de que as cicatrizes da solidão e da ansiedade logo se curem quando a interação humana normal voltar. Enquanto isso, o elegante single We’re All Just Trying To Get By, com a vocalista convidada KT Tunstall adicionando harmonias voluptuosas ao lado de Roger, celebra o mais básico dos impulsos humanos: a sobrevivência.

“É a declaração mais simples, na verdade”, Roger explica. “É o que todas as forças vitais da Terra estão fazendo: apenas tentando sobreviver, proliferar e existir. É tudo o que estamos tentando fazer, de plantas a animais e humanos, tentando sobreviver. Além disso, é claro, estamos no meio de uma pandemia sangrenta … Quer dizer, você tem que dizer que até o Coronavírus está apenas tentando sobreviver também! ”

“Até mesmo a cinemática e edificante faixa título do álbum nos lembra que os oprimidos alienados podem se levantar para lutar pelo triunfo das garras da derrota. “Outsider é sobre bullying e não estar no meio da multidão”,

Roger explica.

“É meio que voltando à escola, mas todos nós já tivemos isso em alguma parte de nossas vidas. Todo mundo é um estranho em algum momento, eles se sentem excluídos ou perseguidos. ”

 

 

 

Outsider pode encontrar Roger em um modo mais suave do que o normal, mas sua predileção por prazeres sensuais e hedonismo de hard rock ainda fazem parte do pacote. Embebido em blues, a linda I Know I Know I Know é um confessionário de voz rouca, revelando a alma do ponto de vista de um amante arrependido que cometeu muitos erros dolorosos.

“É um pedido de desculpas por alguma má ação humana”, diz Roger. “É autobiográfico? Eu acho que você deve fazer sua própria opinião. “

Em contraste, o narrador do stomper de blues-rock pesado e atrevido More Kicks não sente vergonha de celebrar sua juventude selvagem e apetites insaciáveis.

“Isso é um blues sem desculpas”, 

Roger ri. O número mais alto em Outsider acelera em um crescendo estampado com Roger em seu elemento, batendo atrás do kit de bateria como um homem possuído.

Oh sim, eu ainda posso derrubar”, 

ele sorri.

“Mas eu gosto de pensar que eu tocar com mais sutileza nos dias de hoje. Talvez não tanto poder, mas mais técnica.”

Os álbuns de Roger nunca se esquivaram de declarações políticas.

Outsider continua essa tradição com a música de protesto arejada, polida e enganosamente cativante Gangsters Are Running This World e sua faixa irmã de funk-rock Gangsters (Purple). A letra contundente é voltada diretamente para líderes autoritários em todo o mundo, de Putin a Lukashenko a Bolsonaro.

“No Queen sempre tentamos ser apolíticos”, 

Roger acena.

“Mas quando você tem a liberdade de se expressar como uma única pessoa, você pode dizer o que diabos você gosta, o que eu sempre tentei fazer. Tantos gângsteres estão administrando países hoje em dia.”

A música mais deliciosamente inesperada em Outsider é The Clapping Song, mais conhecido por sua versão original de 1965 Top Ten US smash por Shirley Ellis, bem como seu remake britânico de 1982 pelo Belle Stars. Este banger brilhante, bronzeado e funky é um flashback afetuoso para os gostos pop adolescentes de Roger.

“Eu amei o original de Shirley Ellis”,

diz ele.

“É tão alegre e simples. Tem um balanço para ele, e eu tentei recriar esse balanço usando um kit de bateria antigo. Foi um verdadeiro prazer fazer essa música, é como uma rima de berçário para crianças.”

 

 

Outsider também revisita e retrabalha um punhado de faixas do extenso cânone solo de Roger. A exuberante e sincera balada romântica Absolutely Anything apareceu pela primeira vez na trilha sonora da sci-fi de 2015 de mesmo nome, estrelada por Simon Pegg e Kate Beckinsale, que foi escrita e dirigida pela lenda do Monty Python Terry Jones. Outro corte de arquivo, Foreign Sand, é um hino de unidade co-escrito pelo roqueiro japonês Yoshiki. O original foi um sucesso do Top 30 no Reino Unido em 1994, mas o novo “English Mix” de Roger tira a música para uma balada acústica crua, seu vocal granulado vestido apenas em guitarra luminosa e delicada.

“Eu só acho que as pessoas precisavam ouvir o núcleo real da música”, 

Roger explica.

“Eu senti que o original foi um pouco super arranjado e super orquestrado. Eu gosto daquela coisa do John Lennon de tirar as coisas para que você ouça o núcleo de uma ideia em vez de vestir demais.”

 

https://youtu.be/uTyLR8oFKF0

Outsider conclui como começou, refletindo com tristeza sobre a majestade do cosmos e o período finito da vida humana em Journey’s End. Lançado pela primeira vez há quatro anos como um single autônomo e mini-filme, este épico imersivo de sete minutos serve como o final perfeito para o álbum mais ambicioso de Taylor até hoje, com seus sombreamentos emocionais sombrios e sensação sinfônica suntuosa.

“Tem uma atmosfera bastante caprichosa, bastante fatalista”, 

Roger disse.

“É basicamente sobre pensamentos de mortalidade. É uma espécie de aceitação do fato de que esta é uma jornada, e que a jornada chegará ao fim. É uma peça muito musical com um senso de finalidade sobre isso, mas uma espécie de finalidade otimista.”

Lançando Outsider em grande estilo, Roger e sua banda estão tocando uma turnê de 14 datas no Reino Unido, começando no Newcastle O2 em 2 de outubro. Prometendo um set-list de faixas solo antigas e novas, além de alguns clássicos do Queen que agradam a multidão, esta é uma ótima notícia para as massas famintas de rock quando finalmente emergimos da hibernação de confinamento.

“Quero que todos aproveitem”, 

Roger insiste.

“Duvido que farei isso por muito mais tempo, mas ainda sou capaz de fazê-lo, então eu realmente abraço. Vou tocar músicas do Queen também? Absolutamente! Não suporto pessoas que não abraçam muitas coisas pelas que são amadas. Vamos lá, admitir quem você é!

Roger Taylor pode estar em clima de outono em Outsider, mas ele não vai suavemente para aquela boa noite. Esta longa, rica e extraordinária jornada musical ainda não acabou.

Roger Taylor – Outsider

Lista de faixas:

1. Tides.

2. I Know, I Know, I Know.

3. More Kicks.

4. Absolutely Anything.

5. Gangsters Are Running This World.

6. We’re All Just Trying To Get By – Featuring K T Tunstall.

7. Gangsters Are Running This World – Purple Version.

8. Isolation.

9. The Clapping Song*

10. Outsider.

11. Foreign Sand – English Mix**

12. Journey’s End.

 

Todas as músicas escritas por Roger Taylor exceto:

*The Clapping Song – Escrito por Kay Werner, Lincoln Chase, Sue Werner.

**Foreign Sand – Escrito por Roger Taylor e Yoshiki.

 

Álbum produzido por Roger Taylor & Joshua J Macrae.

 

Créditos:

Gerenciamento de Projetos Emma Donoghue

Conceito de Arte Roger Taylor

Projeto de Arte Richard Gray

Ilustração da capa Tigerlily Taylor

Fotografia Lola Leng Taylor e Sarina Taylor

Pintura em Mervyn Peake invertido (com permissão gentil da propriedade de Mervyn Peake).

Formatos: 1LP 180g Vinil Preto, 1LP 180g Vinil de Cor Azul Transparente,

1x de cor azul transparente, 1CD, Download Digital e Streaming.

Coincidindo com o lançamento de seu álbum Outsider, Taylor fará suas primeiras apresentações ao vivo fora do Queen em mais de duas décadas. Taylor fará uma turnê pelo Reino Unido durante todo o mês de outubro tocando 14 shows com sua banda especialmente formada composta pelo tecladista do Queen + Adam Lambert, Spike Edney, o baterista Tyler Warren, o baixista Neil Fairclough, além do guitarrista Christian Mendoza.

 

Datas da turnê de Roger Taylor ‘Outsider’ outubro de 2021.

Apresentado por Phil McIntyre Live.

Sáb 2 de Outubro NEWCASTLE, O2 Academy

Domingo 3 de Outubro MANCHESTER, Academia

Tue 5 October        YORK, Barbican

Wed 6 October        CARDIFF, St. David’s Hall

Fri 8 October            LIVERPOOL, O2 Academy

Sat 9 October        NORWICH, University East Anglia (UEA)

Mon 11 October        BATH, Forum

Tue 12 October        BOURNEMOUTH, O2 Academy

Thu 14 October        PLYMOUTH, Pavilions

15 de outubro NOTTINGHAM, Cidade do Rock

Sol 17 de Outubro BEXHILL, Pavilhão De La Warr

Ter 19 de outubro GUILFORD, G Live

Casamos em 20 de outubro COVENTRY, HMV Empire

22 de outubro LONDRES, O2 Shepherd’s Bush Empire

Link de ingressos: https://rogertaylor.lnk.to/outsider-tour

 

Fonte: www.queenonline.com

O Queen vai ter uma caixa comemorativa lançada no Brasil. Essa caixa faz parte de um clube de música recém lançado pela editora Belas Letras, o Som na Caixa, que vai trazer livros inéditos para homenagear as bandas mais cultuadas da história do rock.

Não conhece o clube?

Ele foi criado pela editora Belas Letras e já foi lançado oficialmente. É uma homenagem aos grandes nomes do rock, publicando uma coleção de caixas para reverenciar bandas e nomes do rock mais cultuadas da história, (Led Zeppelin, Queen, David Bowie, Beatles, Ramones e Black Sabbath). Cada box tem vários itens colecionáveis e informações de bastidores sobre as bandas, com um preço especial de lançamento e frete grátis. Se para você rock é muito mais do que som, faça sua assinatura, porque você vai se emocionar quando abrir cada caixa.

 

Infelizmente não é possível comprar só a caixa do Queen em separado, mas quem curte rock vai ver que esse clube foi feito sob medida pra nós e a gente tem certeza que você vai curtir cada uma das caixas.

 

O Queen Net conseguiu um cupom exclusivo com desconto para seus seguidores. Então quem assinar o clube e usar o cupom QUEENNET vai ganhar um desconto extra na assinatura, que já está com uma promoção de lançamento.

E para cada cupom do Queen Net usado, a Belas Letras vai doar 4 marmitas para moradores de rua de São Paulo dentro do projeto Solidariedade Vegan, do João Gordo.

 

Como diria Freddie depois de um show antológico nos Estados Unido: “Foi um prazer fazer negócios com vocês.”

Assine pelo link: Som-na-Caixa (belasletras.com.br)

 

O artista participou de produções como ‘Jesus Cristo Superstar’ e ‘We Will Rock You’

Em participação no The Wikimetal Happy HourAlírio Netto relembrou sua experiência como ator de musicais no teatro. Dois de seus principais papéis foram no musical Jesus Cristo Superstar, onde interpretou Jesus Cristo na versão mexicana e Judas Iscariotes durante a exibição no Brasil.

“Eu acho que o musical me ajudou a entender, através da atuação, como melhorar minha performance como artista. O contato com o teatro realmente te faz um artista mais completo, então agradeço muito [por] todas as experiências que eu tive no teatro,” reflete Alírio.

“O Judas foi um papel divisor de águas na minha vida porque é um papel muito mais forte. Eu tive a sorte de ser premiado, tive meu trabalho muito reconhecido, e logo depois fiz o We Will Rock You,” conta.

We Will Rock You é um aclamado musical baseado nas canções do Queen, onde Alírio recebeu o papel principal do personagem Galileo e onde também conheceu sua esposa, Livia Dabarian, que fazia o papel de Scaramouche. “Olha que loucura, como o Queen mudou minha vida,” comenta.

Entre outras participações, Alírio também relembrou o momento em que protagonizou a ópera-rock Frankenstein, de Alberto Heller, uma produção da orquestra Camerata Florianópolis onde o papel principal foi feito especificamente para ele. “Fiquei muito feliz. Isso é uma coisa que qualquer ator e cantor sonha. Eu tive esse sonho, o Alberto confiou muito no meu trabalho e a gente lotou o Teatro CIC em todas as noites. Foram várias noites, uma superprodução,” detalha.

 

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

Em uma entrevista para a ITV News, Roger Taylor falou um pouco sobre a nova turnê que fará esse ano.

O baterista do Queen Roger Taylor embarcará em uma turnê solo pela primeira vez em duas décadas.

As restrições de bloqueio interromperam a turnê mundial do grupo de rock Queen + Adam Lambert até o próximo ano, mas o baterista Roger Taylor mal podia esperar para voltar à estrada.

Ele partirá em sua própria turnê a partir de 2 de outubro, mas tocará em locais intimistas com algumas músicas novas, de seu novo álbum Outsider, (a ser lançado em 1 de outubro),  bem como os antigos sucessos.

Taylor disse à ITV News:

“Eu pensei bem, você sabe, tick tock, o tempo está passando!

“Eu posso não ser capaz de fazer uma turnê solo novamente embora eu tenha uma grande banda, então eu pensei que esta seria a última vez que eu faço isso sozinho.

“Mas Brian [May] e eu pretendemos continuar com o Queen enquanto pudermos fazê-lo corretamente.”

No início deste mês, o vocalista da banda Freddie Mercury teria comemorado seu aniversário de 75 anos – e o 30º aniversário de sua morte ocorrerá em apenas alguns meses.

Taylor pensa em seu querido amigo todos os dias, e até tem uma estátua dele em seu jardim.

Ele disse:

“Eu tenho uma estátua enorme dele no meu jardim, eles a levaram do teatro em Londres. É bom tê-lo lá e, claro, pensamos nele todos os dias. Ele é parte de nós.”

Aos 72 anos, Taylor está lutando um pouco com artrite, mas não o suficiente para parar a bateria completamente.

Ele disse:

“As mãos estão quase lá! Eles estão aguentando.”

 

Fonte: www.itv.com

 

Dica de Fernando Lima do Grupo de WhatssApp Queen Net

Hoje na TV GLOBO no ‘Cinema Especial’ passará o filme ‘Bohemian Rhapsody’

Horário: 22:35hrs

Trailer do Filme

 

Fonte: www.redeglobo.com

 

Em uma entrevista recente ao The Telegraph algumas curiosidades sobre a carreira no Queen e sobre o lançamento de seu novo álbum solo Outsider.

Ele revelou que se achava o mais bonito do grupo, mas ao mesmo tempo isso era uma maldição porque segundo ele:

“Quanto mais bonito você for, menos o levarão a sério. É realmente uma faca de dois gumes. Mas, obviamente, houve algumas vantagens. ”

Taylor concedeu a entrevista em sua casa em Surrey, onde vive desde 2004 com Sarina Potgieter. Ele contou também que foi durante o lockdown do ano passado, que ele passou na sua casa na Cornualha que ele teve a ideia e começou a trabalhar em seu primeiro álbum solo em 8 anos, que se chamará Outsider.

“Éramos apenas minha esposa e eu lá embaixo, sem ter certeza do que iria acontecer. Havia muita ansiedade e incerteza, e eu pensei: ‘Bem, posso muito bem usar meu tempo para algum uso’ ”.

Como resultado teremos um álbum repleto de canções filosóficas sobre o estado do mundo em estilos que vão desde a música eletrônica temperamental (Tides, Isolation) até baladas sensíveis (Absolutely Anything, Journey’s End), passando por um rock pesado e estrondoso (More Kicks ) e funk (Gangsters Are Running This World, The Clapping Song). Taylor escreveu e tocou quase tudo que você ouve. Embora conhecido principalmente por sua bateria poderosa, ele é um talentoso multi-instrumentista e vocalista, cujo falsete penetrante era uma característica das harmonias fantásticas do Queen. É Taylor cantando “Galileo, Galileo” em Bohemian Rhapsody e gritando durante In the Lap of the Gods (de Sheer Heart Attack).

Ele também assumiu os vocais principais de Freddie Mercury em várias músicas do Queen, incluindo I’m in Love with My Car (de A Night at the Opera) e Modern Times Rock ’n’ Roll (do álbum de estreia da banda de 1971, Queen).

“Na escola, eu era conhecido como um baterista cantor”,

diz Taylor, que cresceu em Truro, Cornuália.

“É complicado fazer os dois. Nunca almejei estar na linha de frente. Só Freddie teve coragem de fazer isso. Estou mais feliz com meu kit. ”

Os bateristas são, como Taylor observa ironicamente, uma “espécie muito difamada”, alvo de “milhares de piadas”. Porém, entre os próprios bateristas, ele diz

“você sempre sente uma certa irmandade. Nick Mason [do Pink Floyd] disse que uma banda consiste em um baterista, um baixista e várias novidades. ”

Entre seus amigos, Taylor conta Chad Smith do Red Hot Chili Peppers e Dave Grohl e Taylor Hawkins do Foo Fighters. Sobre Charlie Watts dos Rolling Stones, que morreu no mês passado, ele diz:

“Charlie sempre foi um cavalheiro adorável. Eu gostei de seu estilo incrivelmente simples. Ele mal ergueu uma sobrancelha, mas ele era o centro do som dos Stones. Era tudo na técnica do pulso. Você não precisa balançar os braços para cima e para baixo. Não é realmente necessário. Parece bom, no entanto! Keith Moon não sabia o que começou ali. Ele foi maravilhoso! ”

Taylor disse que Keith Moon (do The Who), Mitch Mitchell (Jimi Hendrix Experience) e John Bonham (Led Zeppelin) são os bateristas que mais fortemente influenciaram o estilo dinâmico de Taylor. Taylor também tocava guitarra, mas desistiu de ambições nesse sentido depois de conhecer Brian May na faculdade em Londres em 1968.

“Eu apenas pensei,‘ Uau! ’, Eu nunca conheci ninguém que toque como Brian. É um dom natural. ”  

Os dois formaram um grupo de blues-rock, Smile, e encontraram um fã entusiasmado em um extravagante estudante de arte britânico-indiano chamado Farrokh Bulsara. Após a saída do baixista e vocalista do Smile, Tim Staffell, Bulsara os convenceu a lhe dar uma chance nos vocais.

Roger lembra:

“Ele era tão extremo, a princípio ficamos tentados a rir, porque ele não tinha desenvolvido sua voz; ele não tinha o controle que teve mais tarde ”,

lembra Taylor.

“Mas ele tinha uma energia impetuosa e zelo por tudo. E, realmente, uma enorme variedade de talentos ocultos. Éramos grandes amigos. Tínhamos uma barraca no Kensington Market e ele era tão delicioso, ótimo estar por perto, com um desejo enorme pela vida. Ele meio que se inventou. ”

Bulsara mudou seu nome para Mercury, o baixista John Deacon foi recrutado em 1971 e o Queen nasceu.

“Éramos uma gangue, muito unida. A coisa toda foi maior do que a soma das partes. Tivemos muita sorte com essa química. Fred tinha uma fé incrível em nós e em nosso caminho. Como ele dizia incessantemente: ‘O talento vai sair, meus queridos!’ ”

Taylor acredita que uma chave significativa para o progresso artístico e harmonia interna do Queen foi compartilhar os royalties das composições.

“Freddie e Brian foram os escritores principais no início, e então John e eu meio que assumimos nos anos oitenta. E Fred veio com uma solução maravilhosa. Ele disse: ‘Olha, está tudo sob o título Queen, então dividimos igualmente.’ O que, na verdade, não foi muito bom para mim, porque eu estava escrevendo a maioria dos hits até então. Mas não posso reclamar.

Taylor foi o principal compositor de algumas das canções mais famosas do Queen: These Are the Days of Our Lives, A Kind of Magic e Radio Ga Ga. Isso aconteceu enquanto ele experimentava um arpejo de teclado e bateria eletrônica.

“Meu filho, que tinha cerca de três anos na época, disse algo sobre o rádio ser ‘kaká’, porque ele era obcecado por merda naquela idade. E essas duas ideias meio que se misturaram. Na verdade, diz “kaká” no disco, mas as pessoas optam por não ouvir, eu acho. ”

Taylor tem boas lembranças de escrever e gravar Under Pressure em 1981 com David Bowie,

“a pessoa mais interessante com quem já trabalhei”.

“Estávamos brincando no estúdio em Montreux, na Suíça, fazendo covers do Cream por diversão e David disse:‘ Por que não escrevemos nossa própria música? ’”, diz Taylor.

“Ele estava rabiscando no piano e nós meio que juntamos em pedaços.”

 A morte de Mercury por pneumonia relacionada à Aids em 1991 deixou a banda devastada.

“Foi um período sombrio, uma perda massiva. Não era apenas a banda, era mais pessoal do que isso. Acho que demorou cinco anos para que realmente fosse assimilado. ”

Os membros restantes do Queen se dedicaram a fazer um concerto de tributo no Estádio de Wembley em 1992, e a completar um álbum póstumo, Made in Heaven (lançado em 1995).

“Foi uma forma de desviar parte da dor”,

diz Taylor, para depois completar:

“Nós pensamos que era isso. Foi maravilhoso. Mas acabou. ”

Como eles estavam errados. A banda é indiscutivelmente mais popular agora do que nunca. Lançado em 1981, seu Greatest Hits continua oficialmente o álbum mais vendido da história britânica, tendo vendido mais de seis milhões de cópias e passado mais de 950 semanas nas paradas. Internacionalmente, o Queen é o 12º artista musical mais popular da história, com mais de 200 milhões de álbuns e singles vendidos. Durante todo o bloqueio, o Queen raramente saiu do das paradas de álbum e streaming.

“No final das contas, acho que é a força do material”, diz Taylor.

“Não há um plano mestre, apenas atenção constante para fazer as coisas e manter as brasas acesas.”

John Deacon se aposentou da música em 1997.

“Ele realmente não quer nada com as pessoas em geral”, Taylor diz.

“Ele é bastante frágil. Ele sofreu muito com a morte de Freddie. “

Mas May e Taylor continuaram a colaborar em projetos do Queen, em turnê com cantores convidados, criando o musical de West End We Will Rock You e produzindo a cinebiografia ganhadora do Oscar de 2018 Bohemian Rhapsody, um sucesso de bilheteria que arrecadou mais de £ 650 milhões no mundo todo. Interpretado no filme por Ben Hardy, Taylor diz que seu personagem

“apareceu bidimensionalmente como uma espécie de menino bonito mulherengo”. “E eles erraram nas roupas”, diz ele.

“Eu nunca teria usado essas coisas. “Mas era sobre Freddie, na verdade, e vou defendê-lo até o fim.”

Desde que eles retomaram a turnê em 2011, com o cantor do American Idol Adam Lambert nos vocais principais, o Queen mais uma vez se tornou uma das bandas ao vivo de maior bilheteria do mundo.

 “Encontrar Adam foi muita sorte”,ele diz.

“Ele sabe que não é Freddie, mas ao mesmo tempo é engraçado e brilhante e traz uma nova dimensão moderna ao material.”

Referindo-se à May, Taylor comenta:

“Brian e eu gostamos de dizer que somos irmãos de outra mãe. Somos completamente diferentes, mas muito próximos. Ele é um bom homem. Completamente maluco, é claro, mas no bom sentido. ”

Nos últimos anos, May revelou que sofre de depressão.

“Ele estava sempre em uma espécie de montanha-russa. Não foi realmente entendido na época, mas as pessoas falam sobre isso agora, o que acho que é uma coisa boa. Eu sou mais positivo. Tento extrair até a última gota de prazer da vida – então provavelmente serei o primeiro a ir! Mas estamos ambos muito felizes por ainda estarmos fazendo isso, enquanto fisicamente podemos. Não vai durar muito mais, vamos encarar. “

 No mês que vem, Taylor embarcará em uma turnê solo, tocando músicas de Outsider ao lado de clássicos do Queen.

“Há algo um pouco melancólico em olhar para trás em sua vida, mas, você sabe, estou bem velho agora, então é difícil não olhar. Houve altos e baixos, mas nossa carreira realizou a maioria dos meus sonhos. Eu me sinto incrivelmente sortudo. ”

 

Fontes:

  • The Telegraph
  • http://rockandrollgarage.com/

Em participação no The Wikimetal Happy HourAlírio Netto relembrou com sensibilidade sua amizade com Andre Matos e a primeira vez em que ambos conversaram, em 2003. O assunto foi uma paixão em comum: ter o disco News Of  The World (1977), do Queen, como um de seus favoritos. Durante a conversa, o músico não pensou duas vezes antes de comparar Andre com outra enorme referência de ambos na música: Freddie Mercury.

O que me chamava a atenção no Andre é que ele tinha as mesmas características que me fizeram ficar apaixonado pelo Freddie Mercury, que era um artista que migrava para outros estilos, gostava da música erudita e não tinha medo de arriscar, conta Alírio.

Quando o Angels Cry saiu foi um baque, mas quando o Holy Land saiu eu falei ‘Meu, quem é esse cara? Esse é o nosso Freddie Mercury’. Eu não conheço nenhum outro cantor de heavy metal no mundo que fez o que o Andre fez. Eu tenho sorte e orgulho de ser brasileiro e ter um cara como ele, que é expressão mundial. Eu aprendi muito vendo, sendo fã do Andre, e ele continua me ensinando depois de morrer, completa.

Alírio também contou sobre a experiência de ser convidado a participar do Shaman após a morte de Andre Matos, e as dificuldades de aprendizados que encontrou no meio do caminho.

Eu sempre toquei músicas do Queen no piano – e os dois são pianistas incríveis – mas o Freddie Mercury não estudou para ser concertista como o Andre estudou, então a execução das músicas do Andre era um outro nível de pianista. E é aí que eu te digo que é uma oportunidade de aprender. Cada música nova do Andre que eu tenho que aprender me torna um músico melhor, mais completo, porque ele, além de ser um exímio instrumentista e cantor, era um cara muito sensível para compor. E isso é latente nas músicas de todos os projetos que ele teve.

Um cara que viveu a música do jeito que ele viveu é um orgulho para todo mundo. Fico triste pela situação. Se você me perguntasse, eu preferia que ele estivesse vivo. Porque nós perdemos o nosso maior. Mas de onde ele está ele continua me ensinando e me ajudando a me tornar um artista mais completo, conclui.

 

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora.

Uma série de 50 semanas que celebra os momentos-chave da história do Queen, lembrando-nos porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Comemorando a evolução de Freddie Mercury como o showman final. Desde o início, Freddie entendeu a importância de ganhar uma multidão, e ao longo dos anos se tornou o mestre absoluto – culminando em um dos momentos mais icônicos da história da música no Live Aid em 1985.

Um simples canto improvisado de chamada e resposta que se acredita ter tido seu início em um concerto em Montreal em 1978 – e fez seu caminho através da história para se tornar um destaque da histórica performance do Queen em 1985 … sem mencionar um lugar em um filme de sucesso.

O assunto de seus próprios fóruns de discussão online, páginas de interpretação de letras e mecanismos de pesquisa, GIFs e ringtones … é instantaneamente reconhecível … Ay-Oh.

Esta semana, a chamada da multidão de Freddie Mercury tem seu próprio episódio da série semanal do Queen no YouTube, Queen The Greatest, focando no que se tornou um dos momentos mais icônicos de participação do público a emergir da ilustre carreira ao vivo de Queen.

Desde os primeiros dias do Queen, Freddie entendeu a importância de seu papel como vocalista da banda para conquistar o público.

Freddie Mercury:

“Essa é a parte do meu papel, eu tenho que conquistá-los, caso contrário, não é um show de sucesso. É meu trabalho ter certeza de conquistá-los e fazê-los sentir que se divertiram.

“Sou muito frívolo e gosto de me divertir, e que melhor maneira de fazer isso do que no palco para 300.000 pessoas. Eu apenas cozinho no palco, essa é a minha natureza. Não é assim que eu sou na vida real, meu personagem é construído com todos os tipos de ingredientes e este é um elemento meu.

“No palco, esse é o meu trabalho e não gosto de subir no palco, sentar em um banquinho e fazer uma exposição. Eu sou muito volátil, nesse sentido, e gosto de realmente colocar uma música do jeito que é. Tudo faz parte do showbiz e do teatro, esse é o meu outro lado. ”

Tão importante quanto a forma como executou as músicas, Freddie sabia que sua interação com a multidão ajudava a criar um momento especial para cada público.

Freddie Mercury:

“Você gosta das minhas garras? Eles são diamantes de verdade. É um presente do próprio diabo. Você não acredita em mim? Eles não acreditam em mim! “

Ao longo dos anos 70 e início dos anos 80, conforme os locais e as multidões ficavam cada vez maiores, Freddie se tornou um mestre em fazer todos se sentirem parte do show, como testemunhado em um clipe do show da banda no Milton Keynes Bowl em 1982.

E então, em 1985, naquela apresentação monumental do Live Aid, veio um dos momentos mais memoráveis ​​da história da música….

Apresentado ao longo da Magic Tour de 1986, Freddie’s Ay-Oh’s se tornou uma parte seminal do show do Queen – e permanece até hoje. Em fevereiro de 2020, quando Queen e Adam Lambert recriaram o set do Live Aid para apoiar o show do Fire Fight Australia, foi a participação especial de Freddie na tela que criou um dos momentos mais mágicos do programa, como pode ser visto nas filmagens do evento.

Um lembrete pungente de como Freddie realmente era o showman definitivo e sempre será.

Crédito: Fotografia de Neal Preston.

Próxima semana – Love Of My Life.

Fonte: www.queenonline.com

Quatro obras de arte de tokens não-fungíveis (NFT) inspiradas em Freddie Mercury estão sendo leiloadas para uma instituição de caridade para lembrar o que seria o 75º aniversário do ex-vocalista da banda Queen.

Três NFTs mostram o cantor, e a quarta é um retrato surreal de um piano de cauda branco com uma coroa na banqueta cercado por um lago de peixes-dourados.

Os trabalhos dos artistas Blake Kathryn, Chad Knight, Mat Maitland e MBSJQ serão vendidos em um leilão cronometrado no mercado de arte digital SuperRare durante 75 horas a partir de 20 de setembro, informaram os organizadores.

A renda irá para o Mercury Phoenix Trust, uma instituição de caridade para pessoas com Aids fundada por Brian May e Roger Taylor, membros do Queen, e pelo empresário da banda, Jim Beach, em homenagem ao cantor.

O mercado de NFTs — critpomoedas que são registros de propriedade de um item digital, como uma imagem ou vídeo, baseados em blockchain — está em disparada, mas céticos alertam para uma bolha.

“Freddie Mercury deixou um recado criativo muito simples ao mundo ao morrer: ‘vocês podem fazer o que quiserem com meu trabalho, só não me tornem chato'”,

disseram a SuperRare e o Mercury Phoenix Trust em um comunicado conjunto divulgado na quinta-feira dia 16 de setembro.

Freddie, que estudou arte gráfica e design, teria feito 75 anos em 5 de setembro. Ele morreu de pneumonia decorrente da Aids em 1991.

Entre seu tempo como vocalista sensacional do Queen e como artista solo, Freddie Mercury também tinha um olhar aguçado e interesse no mundo da arte. Ele tornou-se um entusiasmado colecionador de obras de arte clássica e contemporânea e vidro. Ele também era renomado aos olhos de especialistas em arte como tendo uma das melhores coleções de estampas antigas de madeira japonesas.

 

Dica de Fernando Lima do Grupo de WhattsApp Queen Net

 

Fontes:

www.folhape.com.br/

g1.globo.com/

www.queenonline.com